Constantemente eu tenho sonhos doidos e muitos deles envolve sexo, talvez seja minha mente dopada de fantasias e eu gosto assim, comecei a escrever meus sonhos e depois pedir para a IA deixar eles mais legais de se ler mas eu só tinha pra mim então resolvi compartilhar um dos meus sonhos
O ar cheirava a terra úmida e capim-limão cortado, um isolamento que pesava nos ombros como lã molhada. Eu estava sozinho, a rotina de subsistência era um ciclo exaustivo de carregar baldes e remendar cercas, mas a paz valia o esforço. O sol de outono dourava o horizonte, filtrando-se pelas folhas das árvores frutíferas. Foi quando vi a silhueta.
Baixo, atarracado, com uma pele que parecia casca de árvore velha e olhos amendoados demais para um humano. O gnomo se aproximava com passos curtos e pesados sobre as folhas secas. Crec, crec, crec. O medo subiu pela minha espinha, um frio súbito que contrastava com o calor do trabalho. Meus dedos se fecharam em volta do cabo de madeira de um martelo pesado que estava sobre o parapeito. Quando a criatura encurtou a distância, o instinto assumiu. O impacto do metal contra o crânio dele emitiu um som seco, oco, e ele tombou.
Mas o silêncio não durou. Logo, o bosque cuspiu dezenas deles. E não eram apenas gnomos; eram aberrações, mutantes com membros alongados e peles vibrantes que pareciam ter escapado de uma ficha de personagem de D&D. Recuei para dentro de casa, o coração martelando contra as costelas como um pássaro enclausurado. Pesquisei no YouTube, os dedos trêmulos sobre o teclado manchado de graxa. Lá estavam eles: vídeos com milhões de visualizações. Pessoas como eu.
Será que eu consigo monetizar esse caos?
A percepção veio como um choque elétrico: eu estava dentro de um sistema. Senti o corpo mais leve, a gravidade cedendo espaço para a mecânica. Com um impulso, dei um dash para trás, o ar silvando pelos meus ouvidos. Treinei socos, estocadas que cortavam o vento com um vupt seco. Eu não ia morrer. Eu ia upar até ser um deus naquele sítio.
Durante uma das hordas, o caos cessou por um instante. Uma elfa surgiu entre os destroços de uma criatura recém-abatida. Ela era alta, com o rosto em formato de coração e maçãs do rosto proeminentes. Seus olhos eram de um verde florestal profundo, emoldurados por cabelos negros como a asa de um corvo, que caíam em ondas sedosas até a cintura. Ela vestia um corpete de couro batido, gasto nos pontos de pressão, revelando ombros largos e uma postura elegante. Ela se aproximou, o cheiro de sândalo e chuva fresca emanando dela. Com um leve sorriso, ela cortou uma mecha de seu próprio cabelo e a entregou na minha mão. Senti uma familiaridade absurda, um calor no peito. Parece que eu te conheço de outra vida. Ela se foi sem dizer uma palavra.
Foquei no plano. Comprei uma bodycam, instalei o suporte e comecei a gravar o massacre. A edição no meu laptop velho estava ficando perfeita. Eu já via os dígitos subindo na conta bancária. Enquanto o vídeo processava, abri minha marmita de arroz e feijão. O cheiro de alho frito era reconfortante, até que o garfo encontrou algo resistente. Puxei. Uma mecha longa e negra. O cabelo dela.
Fui para a cozinha, afinal não ia comer o cabelo dela! Ao passar pela sala, o mundo parou.
Ela estava lá, deitada no meu sofá de couro desgastado. completamente nua, a pele alva contrastando com o estofado escuro.
Ela estava de 4, com as coxas grossas e macias abertas em um convite silencioso, os joelhos dobrados para que as solas de seus pés—rosadas, macias, com arcos perfeitamente esculpidos—estivessem voltadas diretamente para o meu rosto. Seus seios eram fartos, com mamilos escuros.
A vontade foi um soco na minha sanidade. Minha ereção saltou para fora das calças, pulsando, a cabeça do meu pau já vertendo um brilho de pré-gozo. Eu não precisei de palavras. Comecei a me masturbar ali mesmo, os olhos fixos naquelas solas divinas e na fenda úmida e rosada entre suas pernas.
"Ahhh... nnggh..." O som escapou da minha garganta quando o prazer explodiu.
Eu gozei com uma força violenta. Jatos brancos e espessos cobriram as solas dos pés dela, escorrendo pelos vãos dos dedos. Continuei jorrando, sujando suas coxas, sua barriga lisa, até que me aproximei e enterrei meu pau ainda rígido dentro dela. Ela arqueou as costas, soltando um gemido gutural—"Ooooohh... mmmgh!"—enquanto eu despejava o resto do meu sêmen dentro de seu útero, sentindo o calor interno dela me apertar.
Ela se virou com uma agilidade felina, abrindo a boca pequena e carnuda. Por instinto, minha mão guiou meu pau e eu gozei novamente, desta vez em sua boca e até seus seios por respeito embora não seja muito chegado a seios.
Mas não foi o suficiente. A fome era ancestral.
Subi sobre ela na posição de papai e mamãe, minhas mãos prendendo seus pulsos acima da cabeça. Comecei a estocar com força, o som de carne batendo contra carne preenchendo a sala silenciosa. Ploc, ploc, swish. Eu sentia meu pau bater no fundo do colo do útero dela, já inundado de esperma.
De repente, o cabelo dela mudou. O negro profundo deu lugar a um dourado radiante, e o cheiro de mel tornou-se tão intenso que eu podia prová-lo no ar. Enfiei as mechas douradas na boca; elas tinham gosto de favo de mel puro, derretendo na minha língua enquanto eu a beijava com uma luxúria desesperada, nossas línguas lutando por espaço.
"Eu me enganei..." pensei, as paredes do meu quarto de repente voltando a existir ao meu redor enquanto eu acordava. "Essa sim... foi a melhor coisa do dia."
Acordei no escuro do meu quarto real, o lençol erguido pela ereção dolorida, o cheiro de mel ainda impregnado na ponta do meu nariz.