Realmente existem cornos que querem que a esposa seja engravidada pelo comedor?
O fetiche de cuckold levado ao extremo: Existe mesmo o desejo de gravidez pelo "touro" (comedor)?
Como lidar com o lado psicológico disso?
Tenho uma dúvida genuína sobre as vertentes mais extremas do cuckoldry (o fetiche de ver a parceira com outro). Às vezes vejo relatos na internet e não sei até que ponto são apenas fantasias/fetiches textuais ou realidade sobre maridos que não apenas aceitam, mas desejam e incentivam que a esposa seja engravidada pelo comedor.
Para quem estuda o assunto, vive essa dinâmica ou entende a psicologia por trás, eu gostaria de entender como funciona a mente de quem busca isso.
Especificamente, como essas pessoas lidam com questões complexas como:
Sentimento de rejeição genética ou infertilidade:
Como o praticante lida com a sensação de "ficar para trás" na linha evolutiva ou biológica?
A prova viva do fetiche:
Criar um filho que é, biologicamente, a prova constante de uma "inferioridade percebida" ou de que a genética de outro homem prevaleceu. Isso não gera um ressentimento tardio?
Privação reprodutiva e sexual:
A ideia de abrir mão do direito de se reproduzir com o próprio cônjuge, direcionando toda a capacidade fértil e o sexo desprotegido exclusivamente para um terceiro.
Isso realmente acontece na vida real fora dos fóruns de contos eróticos? Se sim, como os casais que levam isso adiante gerenciam o impacto psicológico a longo prazo, a criação da criança e a própria dinâmica do casamento?
Gostaria muito de ouvir visões maduras, análises psicológicas ou relatos de quem conhece o meio. Sem julgamentos, apenas para entender a mente humana e suas complexidades.
Obrigado!