[C] Como foi o primeiro exibicionismo da minha hotwife
Sempre recomendo pra quem está iniciando começar com exibicionismo. Então vim contar como foi minha primeira experiência com isso. Já contei aqui como tudo começou: a proposta da Ana, que hoje é minha ex, a revelação do fetiche, o tempo de pesquisa, experimentação, e a ida à casa de swing onde não rolou nada, mas a gente saiu com a cabeça a mil.
Depois de conhecer uma casa de swing eu estava mais de mente aberta. Estava tudo indo bem, mas ainda receoso. A gente decidiu, depois daquela noite, conversar sobre o que seria interessante pra começar a experimentar, testar os limites e ver se continuaríamos ou não. A Ana tinha me explicado os tipos de corno, a gente conversou bastante pra entender qual seria meu papel, e eu tava processando tudo ainda. Queria, mas ainda não me sentia pronto pra ver ela transando com outro homem na minha frente. Foi então que ela sugeriu uma praia.
Escolhi uma praia próxima à casa de praia de uns familiares meus, que ficava a umas duas horas e meia da capital de SP. Chegamos tarde, então decidimos descansar, ir cedo pra praia no dia seguinte e depois fazer uma trilha, que era mais longa, com algumas praias mais isoladas no caminho. Ana chegou já com um biquíni preto que mal cobria o essencial, com uma saída de praia branca por cima, tecido tão leve que era praticamente transparente.
A praia estava quase vazia. Algumas barracas de pescador ao longe, umas poucas pessoas esparsas. Ela apontou pra um canto mais isolado, perto de umas pedras. Estendemos o canga e coloquei o guarda-sol. Eu de bermuda, ela já tirando a saída de praia. O biquíni preto ficou exposto, aquele tecido mínimo contra sua pele branquinha. Aquele corpo sinuoso, aquelas curvas que ela cuidava tão bem, tudo exposto ao sol, ao sal, aos olhos de quem quisesse ver.
E nesse dia descobri o quanto muitos queriam ver.
Pouco tempo depois, chegaram três rapazes, não deviam ter mais de vinte anos, e um aparentemente mais novinho. Pareciam ser guias da trilha, pelo equipamento e vestimentas, corpos magros e queimados de sol. Passaram por nós uma primeira vez, rindo alto, fingindo que não viam nada. Na segunda, mais devagar. Na terceira, pararam à distância, fingindo que discutiam alguma coisa.
Ana estava de bruços, o rosto virado pra mim, os cabelos longos e ondulados espalhados sobre parte das costas. Ela abriu um olho. Eu sussurrei que estavam olhando. Ela respondeu que sabia, sem se mover, e disse pra deixar.
Ela não fez nada exagerado. Não se contorceu, não abriu as pernas de propósito. Mas Ana não precisava. Simplesmente existia ali, bela e perigosa, como se o mundo tivesse o direito de admirá-la e ela tivesse o direito de ser admirada.
Eu senti o aperto familiar no estômago. Ciúme e tesão, misturados, indistinguíveis. Minha mão foi pra barriga, inconsciente. Ana perguntou se eu gostava, ainda de olhos fechados. Eu respondi que ela sabia que sim.
Ela abriu os olhos. Aqueles olhos castanho-claros. Disse que queria que vissem. Que soubessem o que eu tinha. O que eles não podiam ter.
Os rapazes passaram mais duas vezes. Na última, Ana se sentou, esticou os braços acima da cabeça, arqueou as costas. Os seios se projetaram pra frente, os mamilos duros marcando o tecido fino da saída de praia, molhado de suor e água do mar. Ela olhou pra eles, um olhar direto, sem malícia forçada, e eles coraram. Coraram feito meninos pegos fazendo arte.
Ela desejou boa tarde, com aquela simpatia que acompanhava sua inteligência. Um deles gaguejou a resposta, e os três sumiram na trilha.
Ela riu, baixinho, e se virou pra mim. Olhou pra minha bermuda e constatou que eu tinha ficado duro. Eu respondi que ela estava me torturando e teria que correr para o mar para disfarçar.
Ela se aproximou, ajoelhou-se ao meu lado, beijou meu pescoço com seus lábios quentes. Sussurrou no meu ouvido, imaginando se eles soubessem que eu gostava, que ficava excitado vendo outros olharem pra minha namorada. Naquele dia não teve um homem, ou mulher, que não tivesse passado sem olhar pra ela.
No dia seguinte a gente tinha o passeio de barco. E ela ia deixar eles verem muito mais.
O barco era de médio porte, bem desses para levar turistas a lugares não tão distantes. Partia às nove, voltava ao meio-dia. Quando chegamos, já tinha gente embarcando: um casal de meia-idade, duas amigas que pareciam universitárias, e um homem mais velho, sozinho, com uma câmera profissional.
Ana usava um maiô preto, de um só tecido, com recortes laterais profundos. A parte de cima era decotada, e seus seios criavam um vale sombreado que atraía os olhos como ímã. Por cima, uma camisa de linho branca, aberta, que voava com o vento e revelava mais do que escondia.
O barco zarpou. Ana ficou na proa, o rosto erguido pro vento, os cabelos esvoaçando. Eu a fotografava com o celular, e o fotógrafo mais velho a notou.
Ele perguntou, educado, se podia tirar umas fotos. Disse que era fotógrafo. Que ela era fotogênica. Ana olhou pra mim. Eu assenti.
Durante uns vinte minutos, Ana posou. Não como modelo profissional. Simplesmente existia naquele espaço, e ele capturava. Deitada na proa, com o sol no perfil. Sentada na borda, os pés balançando no ritmo da água, o maiô preto contra sua pele branquinha. Em pé, de costas pra câmera, olhando o horizonte, as mãos nos quadris, a curva daquela bunda enorme perfeitamente delineada pelo tecido molhado.
O fotógrafo trabalhava em silêncio, mas eu via a tensão nos ombros dele, os dedos tremendo levemente ao ajustar a câmera. O casal de meia-idade observava de longe — a mulher com uma expressão que eu não conseguia decifrar, o homem com um olhar mais direto, mais faminto. As duas universitárias riam entre si, sussurrando, mas os olhos também voltavam pra Ana.
E ela, minha pequena de um e sessenta, era o centro de gravidade daquele barco. Sem levantar a voz, sem gestos exagerados. Apenas sendo.
Quando ele terminou, mostrou algumas imagens. Ana se inclinou pra ver, e eu por cima do ombro dela. As fotos eram lindas: luz, composição, tudo impecável.
Ela disse que eram muito bonitas. Que ele era ótimo. Ele respondeu que o modelo ajudava, e corou.
Ana disse que eu achava que ela deveria fazer um ensaio e que estava interessada num nu artístico. Perguntou se ele toparia.
O fotógrafo engoliu em seco. e eu também, mas logo disse que topava. Ana anotou o número dele no celular, na minha frente, com um sorriso. Mesmo ela nunca tendo ligado, ver ela flertando mexia muito comigo de uma forma positiva.
O resto do passeio foi tranquilo. Paramos numa praia deserta, nadamos, comemos peixe fresco num restaurante de beira de estrada. Mas havia eletricidade no ar, uma promessa não dita. Ana nadava de costas, flutuando, os seios quase escapando do maiô. Quando saía da água, o tecido molhado colava-se a ela como segunda pele, e eu via os olhares do fotógrafo, do homem do casal, até das universitárias penderem sobre ela.
No barco de volta, Ana sentou-se no meu colo, de costas pra mim, as pernas estendidas sobre o banco. Minha mão repousava em sua coxa, subindo lentamente sob a camiseta. Ninguém via, ou talvez vissem e não se importassem.
Ela sussurrou, sem virar o rosto, que daqui a pouco eu ia fazer ela gozar ali. Eu perguntei se era uma ordem. Ela respondeu que era um pedido. E que depois, quando a gente chegasse na pousada, eu ia contar como tinha me sentido. Tudo. E a gente ia ver se eu tava pronto pra ir além.
Ela não gozou no barco. Chegamos ao cais, desembarcamos, voltamos pra casa dos meus parentes. Mas naquele quarto simples, com o vento do mar entrando pela janela, eu a tirei daquele maiô preto com a boca, com as mãos, com o olhar. Chupei seus seios, mordi seus mamilos duros, desci pela barriga até chegar onde ela já etava molhada ,não de água do mar, mas de tesão, de todo aquele dia de ser vista, desejada, e saber que era minha.
Ela disse, ofegante, enquanto eu a penetrava, que eles todos a queriam. E que ela era só minha.
Eu respondi que não. Que ela era dela. Eu só tinha a sorte de estar ali.
Ela riu, aquele riso que eu amava, e me puxou pra mais fundo.
Sussurrou no meu ouvido, a voz agora rouca, pra eu foder aquela puta que todo mundo tinha visto. Pra foder minha namoradinha exibicionista. Pra foder aquela vadia que daqui a pouco ia querer mais. Que ia querer que vissem de verdade. Não só de olhar.
E eu fodi. Gozei dentro dela gritando, ela gozou em cima de mim apertando, e depois ficamos ali, suados, salgados, inteiros.
Na segunda-feira, voltamos pro trabalho. Ela na mesa dela, no financeiro, eu na minha. Um dia normal. Mas às vezes, durante uma reunião, eu a via olhar pra mim daquele jeito — aquele olhar castanho-claro que dizia que ela sabia o que eu estava pensando, e eu sabia que estávamos pensando a mesma coisa. Depois desse dia me senti mais seguro para dar o passo seguinte de buscar mais interação dela com outros homens.