
u/Alert_Week784

No flagra
Tenho 29 anos e voltei a morar com minha mãe há quase um ano, depois de terminar um relacionamento. Ela é uma mulherão: peitos enormes, corpo bem cheio, cintura marcada e uma bunda gigante, carnuda, daquelas que fazem qualquer calcinha ficar pequena.
Desde sempre em casa a gente foi muito à vontade. Ela trocava de roupa na minha frente, eu entrava no banheiro enquanto ela tomava banho. Quando era mais novo não ligava, mas com o tempo o tesão por ela foi crescendo forte.
Quando voltei a morar com ela, sem namorada, esse tesão explodiu. Comecei a bater punheta pensando nela todos os dias. Um dia entrei no banheiro pra gozar e vi uma calcinha usada dela no cesto. Cheirei… o cheiro forte de buceta dela me deixou louco. Gozei sem nem encostar direito no pau, jorrando tudo em cima da calcinha. Depois disso virei viciado: toda vez que conseguia, pegava as calcinhas dela, cheirava e gozava em cima delas.
Até que uma noite ela me pegou no flagra. Eu tava no banheiro com a calcinha dela enrolada no pau. Ela entrou, viu tudo, fechou a porta e não falou nada. Passamos uns dias de climão.
Mas aí ela veio no meu quarto e disse que precisava conversar. Foi tranquila. Eu me abri: falei que o tesão não era só porque ela era minha mãe, mas porque ela era uma mulher extremamente gostosa. Disse que se ela não fosse minha mãe eu bateria punheta pra ela do mesmo jeito. Ela escutou, disse que me entendia e que ia me ajudar.
No começo, a ajuda era assim: quando ela chegava da rua ou do trabalho, entrava no meu quarto, tirava a calcinha que tinha usado o dia inteiro e me entregava. A calcinha vinha quente, úmida e com cheiro forte. Eu gozava em cima dela na frente dela. Muitas vezes a calcinha já estava molhada de tesão dela também.
Depois o clima evoluiu. Agora virou rotina diária. Quase todo dia, de manhã ou quando ela chega, ela tira a roupa da rua, fica só de calcinha e camiseta e vem pro meu quarto. Conversa um pouquinho, senta na cama ou fica em pé do meu lado, alisa meu pau por cima da cueca, tira ele pra fora e me bate uma bem gostosa.
Ela olha pro meu pau, olha pra minha cara, fala com voz manhosa, gemendo baixinho. Quando tô perto de gozar ela fica olhando fixo e manda: “goza pra mamãe”. Eu aperto aquela bunda gigante enquanto ela me bate, ela empina mais e força contra minha mão.
Ainda não meti o dedo na buceta dela, nem chupei os peitos, mas o clima tá cada vez mais quente e safado. Todo dia fico louco pra dar o próximo passo e foder ela de verdade.
Pego no flagra
Tenho 29 anos e voltei a morar com minha mãe há quase um ano, depois de terminar um relacionamento. Ela é uma mulherão: peitos enormes, corpo bem cheio, cintura marcada e uma bunda gigante, carnuda, daquelas que fazem qualquer calcinha ficar pequena.
Desde sempre em casa a gente foi muito à vontade. Ela trocava de roupa na minha frente, eu entrava no banheiro enquanto ela tomava banho. Quando era mais novo não ligava, mas com o tempo o tesão por ela foi crescendo forte.
Quando voltei a morar com ela, sem namorada, esse tesão explodiu. Comecei a bater punheta pensando nela todos os dias. Um dia entrei no banheiro pra gozar e vi uma calcinha usada dela no cesto. Cheirei… o cheiro forte de buceta dela me deixou louco. Gozei sem nem encostar direito no pau, jorrando tudo em cima da calcinha. Depois disso virei viciado: toda vez que conseguia, pegava as calcinhas dela, cheirava e gozava em cima delas.
Até que uma noite ela me pegou no flagra. Eu tava no banheiro com a calcinha dela enrolada no pau. Ela entrou, viu tudo, fechou a porta e não falou nada. Passamos uns dias de climão.
Mas aí ela veio no meu quarto e disse que precisava conversar. Foi tranquila. Eu me abri: falei que o tesão não era só porque ela era minha mãe, mas porque ela era uma mulher extremamente gostosa. Disse que se ela não fosse minha mãe eu bateria punheta pra ela do mesmo jeito. Ela escutou, disse que me entendia e que ia me ajudar.
No começo, a ajuda era assim: quando ela chegava da rua ou do trabalho, entrava no meu quarto, tirava a calcinha que tinha usado o dia inteiro e me entregava. A calcinha vinha quente, úmida e com cheiro forte. Eu gozava em cima dela na frente dela. Muitas vezes a calcinha já estava molhada de tesão dela também.
Depois o clima evoluiu. Agora virou rotina diária. Quase todo dia, de manhã ou quando ela chega, ela tira a roupa da rua, fica só de calcinha e camiseta e vem pro meu quarto. Conversa um pouquinho, senta na cama ou fica em pé do meu lado, alisa meu pau por cima da cueca, tira ele pra fora e me bate uma bem gostosa.
Ela olha pro meu pau, olha pra minha cara, fala com voz manhosa, gemendo baixinho. Quando tô perto de gozar ela fica olhando fixo e manda: “goza pra mamãe”. Eu aperto aquela bunda gigante enquanto ela me bate, ela empina mais e força contra minha mão.
Ainda não meti o dedo na buceta dela, nem chupei os peitos, mas o clima tá cada vez mais quente e safado. Todo dia fico louco pra dar o próximo passo e foder ela de verdade.
Público
Vocês tambem sentem atração em flertar com desconhecidos ?
Hoje fui no supermercado e flertei com a caixa, entrei no carro fiquei muito excitado.
Público
Vocês tambem sentem atração em flertar com desconhecidos ?
Hoje fui no supermercado e flertei com a caixa, entrei no carro com o pau explodindo.
H(29)
Eu tenho um fetiche muito grande em mulheres mais velhas, gordas e que sejam parentes. Gosto de imaginar minhas tias e gozar para elas, cheirar as calcinhas escondido e tenho vontade de foder com alguma parente.