u/Imaginary-Tower-9181

Comprei bermudas novas só para bater punheta

Oi povo do sub.

Eu comprei bermudas novas só para bater uma, e já estou com uma delas punhetando aqui.

Comprei de moletom, drifite e de tactel.

Cara como meu pau está babando. Vou dar muitas gozadas.

É tão gostoso quando chega short novo, da um tezão danado. Estou batendo aqui, e como meu pau está babando.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 3 days ago

Como eu gostava de me masturbar quando mais novo

São umas duas da manhã. Estou ouvindo uma história de terror no canal do Siguima Terror. O vídeo está bem interessante, e estou curtindo a narração dele.

Decido me masturbar, não porque sinto excitação nele, não, é só porque é bom bater uma com uma boa história.

Passo a mão pelo corpo, sinto a regata de algodão e o short de tactel. Meu pau já está duro e dá pra sentir certinho o contorno dele na cueca.

Pauso o vídeo, tiro os fones, me levanto. Isso vai ser muito bom, penso. Tiro a bermuda e a cueca e meu pau, agora livre, se estica me fazendo soltar um gemido.

Visto somente o short, coloco a cueca debaixo do travesseiro. Me sento na cama. Passo novamente as mãos pelo corpo. Paro com a mão no pau coberto pelo short. Que delícia! Ele está tão duro e super marcado.

O seguro, está tão quente e firme. Começo o vai e vem, de forma calma, tranquila, sem pressa. Começo a gemer baixo. Está tão gostoso. Que coisa boa!

Ele começa a soltar pré-gozo, e isso me dá mais tesão. O short fazendo barulho gosmento enquanto o tactel é molhado. Que gostoso!

Bato mais rápido, a vontade de mijar vem, meu cu contrai. Paro e tiro a mão enquanto meu corpo fica tenso e meu pau pulsa soltando um jato de pré-gozo no short. Solto um gemido sentindo o líquido quente pingar na minha perna.

Passo a mão na região. O tactel está meleado e quando eu aperto, ouço o som gosmento do tecido.

Suspiro de tesão. Lentamente, com um certo tremor na respiração.

Me deito e pego o celular. O desbloqueio e coloco os fones. Dou play no vídeo e Siguima volta a narrar.

Tiro um dos fones, pra ouvir se alguém vem vindo pro meu quarto.

Volto a bater depois de um tempo. Está muito bom. Abro um pouco mais as pernas e ajeito a bermuda e a camiseta. Punheto com mais velocidade, sinto o tesão subir. Meu corpo se contrai novamente e eu paro de bater em quanto meu pau pulsa.

Passo a mão pelo corpo. Sinto a bermuda, ela tem um elástico com cordão de ajuste pra fora. Tem faixas nas laterais e um bolso traseiro. Ela bate na altura do meu joelho. A camiseta é de algodão, sem mangas e bem confortável.

Tiro o pau da bermuda. Ele está todo melado de pré-gozo. Tateio a base, sentindo o saco. Subo a mão pelo corpo dele sentindo cada veia e paro na cabeça. Ela está toda pegajosa com pré-gozo escorrendo. Dou uma leve punhetada espalhando mais. Que delícia!

Cubro o pau com a barra da camiseta. Volto a punhetar sujando a regata também de pré-gozo. Sinto o calor aumentando, eu sinto que vou gozar e paro de bater. Passo a mão pelo local molhado. O algodão deixa mais gosmento do que o tactel.

O vídeo termina e o YouTube toca um anúncio. Pulo o chato e um novo vídeo começa.

Coloco o pau pra dentro da bermuda, com ele dando uma leve agarrada no elástico por estar duro que nem uma tora. Com ele coberto pelo tecido e sobre minha coxa, volto a punhetar.

Começo lento, mas logo acelero. Meu corpo vai esquentando, vou ficando ofegante. Eu vou gozar! Fecho os olhos e continuo batendo. Vou me contorcendo de prazer. Cara, que gostoso!

Até que a vontade de fazer xixi vem, não paro e meu corpo fica tenso e eu me contorço. Hmmmmmm! Meu pau libera jatos quentes de esperma que sujam a minha perna e o short. Eu punheto até a última gota sair. Meu corpo relaxa e eu suspiro de prazer. Que coisa boa!

Talvez repita a dose mais tarde. Penso enquanto espalho o esperma que vai ficando gelado pelo short e perna com a mão aberta. Minha mão está melada e meu short molhado do meu esperma colando na minha perna.

Um relatinho de como era minha punheta quando adolescente. Batia muitas dessas nas madrugadas e ainda é assim. Hoje vai ter uma concertesa, por culpa de certos membros daqui que batem quando acordam.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 12 days ago

Quero bater uma com um amigo

Além de gostar de bater uma de bermuda, tenho uma fantasia que me excita muito só de imaginar: bater uma com um amigo. Eu já comentei sobre isso aqui, seja em um conto ou em conversas e comentários em postagens dos punheteiros daqui. Mas acho legal também ter uma postagem minha sobre isso, algo mais direcionado.

Isso começou ano passado, quando eu conheci um podcast chamado Quarto de Macho, que contava casos e dava dicas sobre esse mundo mais íntimo dos homens. Aí o nome do podcast: um lugar para falar sobre o que fazemos no quarto. É uma pena que ele não posta mais.

Tem alguns episódios em que o apresentador conta suas experiências, que não sei se são verdade, mas é legal de ouvir. Tem um episódio em que ele conta que mostrou o pau para o chefe dele em uma carona indo para casa, outro em que ele se masturbou com um colega de trabalho e um em que podemos dizer que transou com o meio-irmão dele.

Esses episódios, principalmente o de masturbação acompanhado, me deram essa curiosidade. Como deve ser se masturbar com outro cara? No início eu me sentia errado por pensar essas coisas, mas, com o tempo, fui achando a ideia interessante pela liberdade.

Eu acho que todos aqui passaram ou passam por isso: ter que bater uma escondido, tomando cuidado para ninguém ver. Eu, quando vou bater aqui, tenho que ficar com a mão no pau e o ouvido na porta do quarto para ouvir se alguém pode entrar. Só quando estou sozinho é que posso bater uma sem medo, podendo gemer mais alto e punhetar com mais força, fazendo o short fazer barulho enquanto minha mão faz o vai e vem.

Agora imagine poder fazer isso sem se esconder ou ter que se preocupar se vai ser pego punhetando. Você pode estar no quarto e, se o cara vier chamar você para almoçar e te ver ali no ato, você não para de bater e diz: "Vou gozar aqui e já vou." E você vai com a bermuda molhada de esperma, almoça como se nada tivesse acontecido. É essa liberdade que me excita.

Eu fantasio algumas situações. Em uma delas, estou no sofá conversando sobre um filme que a gente está vendo e simplesmente levo a mão no meio das pernas e começo a me masturbar de forma lenta e tranquila enquanto o papo continua. Ele me vê lá, de pau duro e o short sendo molhado pelo meu pré-gozo, e fica de pau duro também, então decide se masturbar. A gente goza e continua falando sobre o filme como se nada tivesse acontecido.

Uma outra situação é a de eu estar lavando louça e ele vir e parar atrás de mim e me masturbar enquanto conversa sobre qualquer assunto. Eu apenas vou pedindo para ele acelerar, ir mais devagar ou até parar para não gozar rápido. Eu, por fim, gozo e simplesmente retribuo o favor.

Essa parte é mais uma curiosidade sobre como deve ser ter alguém te masturbando. E, como a gente teria essa amizade e confiança, ele poderia fazer isso sem eu pedir, do nada.

Eu li um post aqui no Reddit, pessoal, minha cueca ficou até molhada de pré-gozo! Nele, o autor contava sobre experiências que teve com amigos. Ele até mamava eles enquanto conversava sobre o jogo que jogavam. Não senti tesão pela mamada em si, mas pela situação de sentir prazer e bater papo enquanto isso, como se nada estivesse acontecendo.

Para isso rolar, teria que ser alguém de muita confiança minha, até para eu ter liberdade de falar sobre punheta de forma aberta. Poder dizer que acordei e bati uma, poder bater enquanto conversamos por chamada de voz ou vídeo e ter esses momentos de punheta em conjunto.

É lógico que nossa amizade não estaria baseada nisso. Quero uma pessoa também para papear sobre outros assuntos. Poder falar sobre cultura pop, jogos de RPG, séries, filmes, animes e livros que a gente está lendo.

E vocês, pessoal? Sentem algo assim? Fantasiam isso também?

Links das coisas que falei:

Infelizmente, os contos foram apagados.

Quarto de Macho

https://open.spotify.com/show/6tn3ZFUyjUI0hsifEgPulr

u/Imaginary-Tower-9181 — 17 days ago

Como é bom bater uma de manhã

Hoje eu acordei e a primeira coisa que fiz foi bater uma.

Como não bati ontem antes de dormir, porque apaguei, acordei cheio de tesão e, em poucas punhetadas, meu short já estava molhado de pré-gozo.

Fiz uma punheta lenta e gostosa.

Ahh! O barulho do tactel molhado de pré-gozo é delicioso. Que som gostoso! Sentir a bermuda toda melecada de pré é bom demais.

Eu tive uma gozada farta, enchendo o short de esperma quente e fresco.

Meus amigos, que delícia!

Hoje, mais tarde, vou bater uma. Só de pensar, já fico duro.

Quando estava tomando banho, dei uma punhetada, já para ir aquecendo.

Minha bermuda vai ficar cheia de porra gostosa e quente. Talvez até dê uma sujada de pré-gozo na regata que estou usando também.

Quem topa ficar com a roupa gozada comigo?

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u/Imaginary-Tower-9181 — 19 days ago

Cara, como aqui é gostoso

Oi, povo! Como vocês estão?

Como já faz um tempo que estou aqui, decidi fazer um post sobre o que achei do sub. Acho legal eu colocar aqui o que senti sobre a comunidade, até para motivar os mods.

Eu, como já falei em outras postagens, bato uma desde novo. Me masturbo praticamente todos os dias, principalmente antes de dormir. E eu tinha muita vontade de falar sobre a punheta com alguém. Eu já falei, mas não era tão profundo como aqui. Encontrar um lugar onde eu posso falar sobre isso sem me policiar é muito bom.

No início, eu me sentia meio errado por estar participando aqui. Algo como: “O que eu estou fazendo aqui?”, sabe? Mas, com o tempo, esse sentimento foi passando e eu passei a gostar bastante desse espaço.

Poder falar sobre a punheta com tanta liberdade dá um tesão danado. É muito bom escrever um texto e poder dizer que estou batendo enquanto escrevo, e não ser julgado. Você pode falar sobre seu fetiche e não ser julgado por ele, mas ver que os outros têm interesse, que ficam excitados com seu relato e até planejam experimentar, é muito top.

Eu confesso que tinha muito medo de ser julgado pelo meu fetiche. Eu, apesar de bater uma de short, tenho uma noção e até já fiz, de como os homens batem. Ficam pelados, gozam no peito ou no papel higiênico. Já eu gozo na bermuda e fico com ela gozada mesmo até o esperma secar. E o que encontrei foram os caras interessados, se excitando com meus relatos, e até teve gente aqui que pensou em experimentar. Se alguém fizer isso, saiba que vou ficar com muito tesão lendo seu relato. Detalha muito, tá?

Outra coisa legal da comunidade são as experiências de cada um. Não sei se todas são verdades, até porque quem conta um conto aumenta um ponto. Pelo menos os meus, eu deixo claro quando invento ou quando são reais. Mas é muito bacana ver e ficar excitado lendo os relatos do pessoal. E tenho os meus autores preferidos.

Outra coisa é o bate-papo com o pessoal na DM. É muito legal conversar e bater uma durante o papo e dizer para o outro que você está batendo uma! Eu já fiquei até quatro da manhã conversando com um cara e batendo com ele. A gente ia contando por mensagem o que a gente ia fazendo e conversando sobre nossas experiências. Cara, que negócio foda.

Só que as conversas não duram muito. Vamos papear mais, meu povo! Podem me mandar mensagem à vontade, não me incomodo, desde que tenha assunto.

Eu tenho vontade de conversar com alguém sobre isso fora do sub, no WhatsApp ou no Telegram, mas, para isso acontecer, tem que ser uma pessoa de muita confiança. Até porque quero ter liberdade de falar sobre tudo com ela, sem travas, como tenho aqui. E, se der vontade de bater uma, bora bater enquanto conversamos. Quem sabe um dia não faço um amigo para isso, um amigo de verdade, em quem a gente possa confiar.

Bom, por hoje é isso. E, para finalizar, povo do sub: eu estou batendo enquanto escrevo isso. Cara, como é bom dizer isso! KKKKK.

Até, meu povo, e uma boa gozada para todos.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 21 days ago

Como é bom deixar o pau livre

Pessoal, vocês ficam sem cueca para dormir?

Quando eu vou me masturbar, tem duas formas: com cueca e sem cueca. Com cueca eu faço quando quero bater uma, mas não posso ficar com a bermuda gozada. Já sem cueca é quando posso ejacular direto na bermuda, usando essa opção principalmente quando vou dormir ou tomar banho.

Há urologistas que indicam dormir sem cueca para melhorar a respiração da área, porque a cueca, de certa forma, abafa. Também ajuda a ter uma boa circulação de sangue, além de permitir ter ereções sem nada prendendo o pau. Ele pode ficar duro totalmente.

Então, quando eu ia me masturbar para dormir, ou eu tirava o pau da cueca e batia uma tendo só o short cobrindo o membro, ou eu tirava a cueca, ficando só de bermuda. Só que, depois que eu ejaculava, guardava o pau ou vestia a cueca novamente e ia dormir. De meses para cá, resolvi dormir sem cueca para não ter esse trabalho todo de tirar a bermuda, vestir a cueca e vestir a bermuda novamente.

Eu tinha receio de alguém me ver de pau duro, já que eu tirava a cueca somente quando ia bater uma. Mas, como eu durmo coberto, ninguém ia ver. Aí eu deixo a cueca na fronha do travesseiro e, quando acordo, só a visto se tiver alguém em casa. Se não, fico sem o restante do dia.

É muito bom você acordar de madrugada para ir ao banheiro e, na volta, estar de pau duro e simplesmente bater uma. A primeira coisa é a sensação de liberdade. Eu acabei de voltar do banheiro e estou batendo uma porque eu quero e porque posso fazer isso. Outro ponto é que você está com o corpo sonolento, então a bronha se torna algo relaxante, que te ajuda a dormir melhor.

Fora que, durante o dia, você vai batendo quantas vezes quiser. Em um domingo que fiquei o dia inteiro só de bermuda e camiseta, sem cueca, bati várias. É muito bom apenas pegar o pau e começar uma punheta do nada.

Eu mesmo, no momento em que escrevo isso, estou sem cueca e já dei algumas masturbadas aqui.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

Era para ser só mais um banho, mas virou uma bela punheta

Cara! Acabo de bater uma no banho muito gostosa. Estou até leve. E logo já vim escrever isso para vocês. Então, por favor, valorizem o meu esforço batendo uma também.

Eu ia tomar banho apenas e me masturbar depois, mas resolvi, como já fazia um tempo que não gozava em uma bermuda molhada, resolvi tomar banho com a que estava usando. E que delícia, meus punheteiros.

Tirei a regata que usava e a cueca, ficando apenas com a bermuda de tactel, e entrei debaixo da água quente. Logo que a bermuda se molhou, minha pica subiu, e eu não perdi tempo.

Segurei o pau por cima do tecido e comecei a punhetar de maneira lenta e calma. A respiração foi ficando ofegante conforme o tesão ia aumentando. Minha mão subia e descia enquanto meu pau ia soltando o pré-gozo no tecido encharcado. Quando senti que ia ejacular, parei e soltei um suspiro enquanto sentia meu membro liberar jatos de líquido pré-ejaculatório.

Desliguei o chuveiro para não forçar ele, e me sentei no chão com as costas encostadas na parede. Com as pernas abertas, segurei meu pau e comecei a punhetar. Senti o tesão vindo e, quando estava perto de gozar, parei e deixei ele soltar mais pré-gozo.

Então dei um carinho para minhas bolas. Puxei o elástico da bermuda e enfiei a mão dentro, começando a massagear as bolas. Fazia tranquilo, sem pressa. E que delícia, pessoal, que delícia.

Também massageei a região entre o saco e o cu, não sei o nome, mas fui fazendo movimentos circulares com o dedo. É muito bom brincar com essas regiões enquanto o pau dá uma descansada.

Depois me levantei e comecei a fazer a barba, parando de vez em quando para dar aquela punhetada. O som da bermuda molhada é maravilhoso. Quando estava perto de gozar, parei.

Abri o chuveiro e comecei a raspar as axilas, enquanto ia punhetando com o pau debaixo da água. Quando sentia que ia gozar, parava.

Então veio a hora da gozada final. Me sentei debaixo da água, deixando o pau bem embaixo da ducha, e comecei a bater. O gostoso era que a água enchia a bunda da bermuda e, quando eu ordenhava o pau, ela ia dando leves toques no meu cu, e foi bem gostoso.

Então o orgasmo veio, e meu pau liberou meu leite enquanto meu corpo tremia e eu suspirava de prazer. Continuei batendo uma até a última gota.

Cara, como tomar banho de short é gostoso. É mais tesudo tomar banho de bermuda do que bater com ela seca, e olha que é uma delícia.

De verdade, se você leu isso e ficou de pau duro, pegue sua mão e segure ele. Então bata uma, bata uma lenta e gostosa. Depois me conta que meu texto te fez gozar.

Gente, de verdade, experimentem tomar banho de short. É uma sensação maravilhosa. Desde quando comecei, não paro mais. E quando a piscina está montada aqui, aí que bato uma no chuveiro todos os dias.

Um lugar onde tenho muita vontade de gozar é em uma banheira. Se no chuveiro é tão bom, imagina em uma banheira com aquela água quente. E se for de hidromassagem, melhor ainda.

Bom, deixa eu ir jantar. Fiquem bem e uma boa bronha.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

Masturbação usando bermuda

Oi, povo!

Venho aqui compartilhar um fetiche meu.

Desde que comecei a me masturbar, tenho o hábito de fazer isso usando bermudas ou shorts. Costumo ficar sem cueca e ir me masturbando por cima do tecido até ejacular na roupa. Também gosto de tomar banho com ela e me masturbar debaixo da água. A bermuda encharcada me excita muito. Chego a me contorcer de prazer fazendo isso.

Já até fiz isso pelado, mas, quando gozo, sinto que falta algo, um tempero a mais, sabe?

Até hoje não sei o porquê disso, mas é assim desde que descobri o mundo da punheta.

Mais alguém faz como eu?

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

tomando banho de roupa

Fala, punheteiros. Gozando muito?

Hoje trago mais uma experiência de punheta para compartilhar.

Alguém aqui já tomou banho de roupa? Uma coisa que me mata de tesão é entrar debaixo do chuveiro de short. Cara, que delícia bater uma com a roupa molhada!

Quando comecei a sentir tesão, como falei em outro post, era quando eu entrava no banho de bermuda quando criança. Na época eu não punhetava, apenas ficava ali de pau duro, curtindo a sensação da roupa molhada grudando no corpo.

Então quando era pré adolescente, um dia , estava sentado no sofá de casa e me lembrei dessa época. Resolvi, então, tomar banho de short, mas dessa vez ordenhar meu pau até gozar na roupa. E que delícia foi!

Desde então, quando tenho oportunidade, faço isso. Quando entro na piscina, então, é maravilhoso, porque, como já estou com a roupa molhada, não preciso me preocupar em secá-la depois para ninguém estranhar.

Teve um dia em que bati uma duas vezes debaixo do chuveiro. E nas duas eu gozei.

Imaginem a cena. Eu lá, só de short mauricinho de tactel, segurando o pau duro por cima do tecido. Imaginem minha mão fazendo o vai e vem, enquanto eu gemia de prazer. Imaginem o barulho da roupa molhada e os meus gemidos no banheiro. E então eu gozo, fico com o corpo rígido e solto um gemido mais alto enquanto o pau libera jatos de gozo.

Quando eu era mais jovem, eu tinha que esconder a bermuda até ela secar, e já tentei várias formas de secagem rápida. A melhor, sem dúvida, é o sol.

Mas alguém aqui já fez isso? Já tomou banho de roupa e se masturbou por cima dela? Se não, teria coragem de experimentar? Não sei se funcionaria para vocês, mas é muito bom para mim. Eu sinto mais tesão com a bermuda molhada do que seca.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

Punheta depois da escola

Vocês, quando chegavam da escola, batiam uma?

Quando eu tinha uns 12 ou 13 anos, chegava da escola, entrava no quarto, abria as pernas e já ia massageando o pau. Caralho, como era bom gozar depois de uma tarde inteira de ereções acumuladas.

Tinha uma professora que fazia a turma meditar pra gente se acalmar. A dita cuja mandava a gente imaginar água... e eu ali, de bermuda de tactel do uniforme, ficava durasso, imaginando eu entrando num lago ou num rio ainda com aquela roupa.

Aí chegava em casa e precisava me aliviar. Entrava no quarto, abria as pernas e começava uma punheta merecida.

Só de lembrar já fico duro de novo.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

Conto: Realizei a fantasia do meu amigo

Aquela era mais uma segunda-feira, o fim de mais um dia de trabalho. Eram sete da noite, com um trânsito desgraçado. Eu andava com o carro e parava poucos metros à frente, doido para chegar em casa. Pelo menos eu estava com o Bruno para bater papo e deixar aquele anda, para e anda menos estressante.

A gente falava sobre tudo: moda masculina, a situação do time para o qual a gente torcia e até sobre a promoção de um colega de trabalho. Até que, do nada, o assunto foi para a punheta.

— Cara, esse calor me dá uma vontade de bater uma. Você fica assim também?

— Sim. Acho que o verão deixa a gente mais disposto para bater uma. — disse, avançando mais uma vez com o carro.

— Eu tenho uma fantasia que já bati muita punheta imaginando acontecer. Eu quero ser masturbado por alguém, mas tem que ser do nada.

— Conta.

— Bom, é assim. Eu estaria fazendo alguma coisa, aí a pessoa chega, pega no meu pau e começa a me masturbar. Só de pensar eu fico duro. Deve ser bom pra cacete.

Finalmente cheguei em casa e, morrendo de fome, coloquei uma comida congelada no micro-ondas para esquentar. Enquanto isso, fui para o meu quarto tirar o uniforme, ficando só de cueca.

Enquanto comia, Bruno me mandou uma mensagem lembrando de um Pix que eu tinha que fazer para ele. Realizei o pagamento e, enquanto fazia isso, me lembrei do que ele tinha falado. Caralho, aquilo me deu um puta tesão.

Comecei a imaginar meu melhor amigo se contorcendo de prazer enquanto eu o masturbava sem dó. Senti meu pau ficar duro na cueca e simplesmente o tirei para fora, iniciando uma punheta ali na cozinha, ejaculando no meu peito. Eu iria fazer isso para ele, mas como?

Fiquei um tempo pensando, até que tive uma ideia: vou chamar ele para dormir aqui. Eu sabia que meu amigo ficava à vontade na minha casa e que gostava de dormir sem cueca. Ótimo, seria mais fácil pegar o membro dele.

Mandei uma mensagem:

Conrado: Cara, topa dormir aqui amanhã?

Bruno: Topo.

Conrado: Vou pedir pizza pra gente e vamo jogar uns jogos novos que comprei.

Bruno: Vai ser foda.

No dia seguinte, depois do expediente, fomos pra minha casa. O apartamento estava fresco, com a luz baixa. Jogamos um jogo de luta no sofá, rindo alto e xingando um ao outro. A pizza chegou, quente e gordurosa. Comemos sentados no chão, com latas de cerveja gelada na mesa de centro. Depois ele quis tomar banho primeiro. Eu fui em seguida.

Enquanto tomava banho, estava pensando se aquilo era uma boa ideia. Estava com medo de que desse tudo errado e isso estragasse nossa amizade. Eu e ele éramos parças desde moleques e eu não queria estragar isso do nada. Só que, por outro lado, era algo que ele queria. Tinha que ser de surpresa, senão estragaria a fantasia dele. Bom, o negócio naquele momento era tacar o foda-se e deixar as coisas acontecerem.

Quando saí do banheiro, só de bermuda de tactel preta, com a pele ainda úmida, encontrei Bruno já sentado no sofá. Pernas bem abertas, jogando no celular. A bermuda dele era fina, vermelha, do mesmo tecido leve que a minha. E dava pra ver claramente: sem cueca. O volume do pau relaxado marcava o tecido, com a forma da glande ligeiramente delineada.

"É hoje que você goza, Bruno", pensei, caminhando até o sofá tranquilamente por fora, porque por dentro meu coração martelava no peito.

Voltamos a jogar, mas desta vez um RPG, em que cada um ia fazendo uma fase. Fiz a minha de forma rápida, pois era mais habilidoso do que ele e já tinha visto alguns vídeos do jogo na internet.

Quando chegou a vez dele, ele se concentrou para resolver um dos desafios da fase. Olhei para o membro dele e percebi que ele nem estava prestando atenção em mim. "É agora." Sem falar nada, deslizei a mão pela coxa dele e, direto, segurei o pau por cima da bermuda.

O tecido era macio e o pau quente. Bruno deu um salto, com o controle do videogame quase caindo. Antes de ele falar qualquer coisa, comecei a punheta, sentindo o membro dele ficar duro conforme eu subia e descia a mão.

— Porra, Conrado! Que que cê tá fazendo? — A voz saiu rouca, surpresa.

Não respondi. Apertei mais firme, sentindo o calor da carne através do tecido fino. Comecei a mover a mão para cima e para baixo, devagar no começo, sentindo cada veia, a cabeça inchando. O pré-gozo começou a vazar quase de imediato, formando uma manchinha úmida e escura bem na ponta. O cheiro dele subiu leve — suor limpo, sabonete, tesão puro.

— Ai, cara! O que você tá fazendo? — disse, sem fôlego, com o corpo se encurvando de tesão.

Bruno gemeu baixo, as pernas se abrindo ainda mais. O peito dele subia e descia rápido.

— Caralho... você... — Ele não terminou a frase. Eu aumentei o ritmo, apertando a palma contra a glande a cada subida. O tecido molhado deslizava fácil agora, facilitando o movimento. Sentir o pau dele assim, quente, duro, pulsando só pra mim me deixava zonzo de excitação. Meu próprio pau estava ficando duro vendo ele naquela situação, mas eu ignorei.

— Cara, não para. Haaaar! Que gostoso! — ele disse, mexendo o quadril no ritmo em que eu punhetava.

— Tá gostando?

— Muito, que delícia. — Acelerei o movimento, ouvindo ele gemer mais alto, o que me fazia ficar com muito tesão. Eu já sentia meu pau babando na cueca.

— Deixa eu pausar o jogo. Para um pouco, não quero gozar agora.

Ele pausou o jogo e pediu para eu fazer uma massagem nas bolas dele, o que logo fiz. Ele fechou os olhos e encostou a cabeça no encosto, gemendo de prazer e sentindo muito tesão. A bermuda dele estava molhadinha de pré-gozo, e ver aquela mancha no tecido vermelho estava me deixando com muita vontade de bater uma. Mas eu iria terminar a dele primeiro.

Voltei a punhetar quando ele pediu, abrindo ainda mais as pernas e colocando uma delas, inclusive, no meu colo. Alternei o ritmo. Rápido, depois lento, torturante. Desci a mão e massageei as bolas dele por cima da bermuda novamente, sentindo elas pesadas, contraídas. Bruno soltou um gemido mais alto, com o quadril se erguendo involuntariamente contra a minha palma.

— Para quando eu falar que vou gozar... — ele pediu, com a voz entrecortada. — Quero que dure.

Obedeci. Cada vez que sentia ele tensionar demais, diminuía o ritmo, apertava a base e deixava ele respirar. O pré-gozo encharcava a bermuda agora, com o tecido colado na pele. Passei o polegar por cima, circulando, pressionando a cabeça do pau. Bruno tremia de prazer.

E não era só ele, viu. Eu também estava doido para bater uma, me curvando de tesão.

Aumentei o ritmo de novo, batendo mais rápido, firme. A mão deslizava fácil com todo o líquido. As bolas dele subiam e desciam no ritmo. Bruno começou a gemer sem controle, com o quadril fodendo a minha mão.

— Agora... porra... vou gozar...

— Vai gozar, então goza. Põe tudo pra fora, vai. — disse, provocando.

Não parei. Bati mais rápido ainda, apertando a cabeça a cada subida. O primeiro jato veio forte, quente, atravessando o tecido fino e molhando minha mão e a coxa dele. Depois veio outro, e outro — jatos grossos, pulsantes. O esperma quente escorria pela perna dele, encharcando a bermuda. O cheiro era forte, almiscarado, delicioso. Bruno gemia alto, com o corpo inteiro tremendo e as mãos agarrando as almofadas.

Continuei batendo devagar até o último espasmo, ordenhando tudo. Ele ficou ofegante, olhando pro teto, o pau ainda semiduro pulsando na minha mão.

— Caralho, Conrado... — sussurrou, com a voz rouca. — Obrigado, porra. Isso foi... foda.

Eu sorri, com a mão ainda nele, sentindo o calor do gozo. Meu próprio pau doía de tão duro.

— Cara, faz isso mais vezes. — ele pediu, ainda ofegante.

— Claro! Vai ter mais. Só te digo isso.

Bruno virou o rosto pra mim, um sorrisinho safado aparecendo nos lábios.

— Agora não sou só eu que vou ficar sujo de porra, não.

Antes que eu pudesse responder, a mão dele deslizou pra dentro da minha bermuda, com os dedos quentes envolvendo meu pau latejante. Ele puxou a cabeça pra fora, já escorrendo de baba.

Me ajeitei, deixando ele me aliviar. Ele fazia firme, variando a velocidade. Como aquilo era bom.

— Que coisa boa! — eu falei, ofegante.

— Sua vez. — ele murmurou, acelerando o ritmo.

E ali, sentados no sofá, com o cheiro do gozo dele ainda no ar, eu me entreguei completamente à mão do meu melhor amigo, sabendo que aquilo era só o começo.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

Conto: Realizei a fantasia do meu amigo

Aquela era mais uma segunda-feira, o fim de mais um dia de trabalho. Eram sete da noite, com um trânsito desgraçado. Eu andava com o carro e parava poucos metros à frente, doido para chegar em casa. Pelo menos eu estava com o Bruno para bater papo e deixar aquele anda, para e anda menos estressante.

A gente falava sobre tudo: moda masculina, a situação do time para o qual a gente torcia e até sobre a promoção de um colega de trabalho. Até que, do nada, o assunto foi para a punheta.

— Cara, esse calor me dá uma vontade de bater uma. Você fica assim também?

— Sim. Acho que o verão deixa a gente mais disposto para bater uma. — disse, avançando mais uma vez com o carro.

— Eu tenho uma fantasia que já bati muita punheta imaginando acontecer. Eu quero ser masturbado por alguém, mas tem que ser do nada.

— Conta.

— Bom, é assim. Eu estaria fazendo alguma coisa, aí a pessoa chega, pega no meu pau e começa a me masturbar. Só de pensar eu fico duro. Deve ser bom pra cacete.

Finalmente cheguei em casa e, morrendo de fome, coloquei uma comida congelada no micro-ondas para esquentar. Enquanto isso, fui para o meu quarto tirar o uniforme, ficando só de cueca.

Enquanto comia, Bruno me mandou uma mensagem lembrando de um Pix que eu tinha que fazer para ele. Realizei o pagamento e, enquanto fazia isso, me lembrei do que ele tinha falado. Caralho, aquilo me deu um puta tesão.

Comecei a imaginar meu melhor amigo se contorcendo de prazer enquanto eu o masturbava sem dó. Senti meu pau ficar duro na cueca e simplesmente o tirei para fora, iniciando uma punheta ali na cozinha, ejaculando no meu peito. Eu iria fazer isso para ele, mas como?

Fiquei um tempo pensando, até que tive uma ideia: vou chamar ele para dormir aqui. Eu sabia que meu amigo ficava à vontade na minha casa e que gostava de dormir sem cueca. Ótimo, seria mais fácil pegar o membro dele.

Mandei uma mensagem:

Conrado: Cara, topa dormir aqui amanhã?

Bruno: Topo.

Conrado: Vou pedir pizza pra gente e vamo jogar uns jogos novos que comprei.

Bruno: Vai ser foda.

No dia seguinte, depois do expediente, fomos pra minha casa. O apartamento estava fresco, com a luz baixa. Jogamos um jogo de luta no sofá, rindo alto e xingando um ao outro. A pizza chegou, quente e gordurosa. Comemos sentados no chão, com latas de cerveja gelada na mesa de centro. Depois ele quis tomar banho primeiro. Eu fui em seguida.

Enquanto tomava banho, estava pensando se aquilo era uma boa ideia. Estava com medo de que desse tudo errado e isso estragasse nossa amizade. Eu e ele éramos parças desde moleques e eu não queria estragar isso do nada. Só que, por outro lado, era algo que ele queria. Tinha que ser de surpresa, senão estragaria a fantasia dele. Bom, o negócio naquele momento era tacar o foda-se e deixar as coisas acontecerem.

Quando saí do banheiro, só de bermuda de tactel preta, com a pele ainda úmida, encontrei Bruno já sentado no sofá. Pernas bem abertas, jogando no celular. A bermuda dele era fina, vermelha, do mesmo tecido leve que a minha. E dava pra ver claramente: sem cueca. O volume do pau relaxado marcava o tecido, com a forma da glande ligeiramente delineada.

"É hoje que você goza, Bruno", pensei, caminhando até o sofá tranquilamente por fora, porque por dentro meu coração martelava no peito.

Voltamos a jogar, mas desta vez um RPG, em que cada um ia fazendo uma fase. Fiz a minha de forma rápida, pois era mais habilidoso do que ele e já tinha visto alguns vídeos do jogo na internet.

Quando chegou a vez dele, ele se concentrou para resolver um dos desafios da fase. Olhei para o membro dele e percebi que ele nem estava prestando atenção em mim. "É agora." Sem falar nada, deslizei a mão pela coxa dele e, direto, segurei o pau por cima da bermuda.

O tecido era macio e o pau quente. Bruno deu um salto, com o controle do videogame quase caindo. Antes de ele falar qualquer coisa, comecei a punheta, sentindo o membro dele ficar duro conforme eu subia e descia a mão.

— Porra, Conrado! Que que cê tá fazendo? — A voz saiu rouca, surpresa.

Não respondi. Apertei mais firme, sentindo o calor da carne através do tecido fino. Comecei a mover a mão para cima e para baixo, devagar no começo, sentindo cada veia, a cabeça inchando. O pré-gozo começou a vazar quase de imediato, formando uma manchinha úmida e escura bem na ponta. O cheiro dele subiu leve — suor limpo, sabonete, tesão puro.

— Ai, cara! O que você tá fazendo? — disse, sem fôlego, com o corpo se encurvando de tesão.

Bruno gemeu baixo, as pernas se abrindo ainda mais. O peito dele subia e descia rápido.

— Caralho... você... — Ele não terminou a frase. Eu aumentei o ritmo, apertando a palma contra a glande a cada subida. O tecido molhado deslizava fácil agora, facilitando o movimento. Sentir o pau dele assim, quente, duro, pulsando só pra mim me deixava zonzo de excitação. Meu próprio pau estava ficando duro vendo ele naquela situação, mas eu ignorei.

— Cara, não para. Haaaar! Que gostoso! — ele disse, mexendo o quadril no ritmo em que eu punhetava.

— Tá gostando?

— Muito, que delícia. — Acelerei o movimento, ouvindo ele gemer mais alto, o que me fazia ficar com muito tesão. Eu já sentia meu pau babando na cueca.

— Deixa eu pausar o jogo. Para um pouco, não quero gozar agora.

Ele pausou o jogo e pediu para eu fazer uma massagem nas bolas dele, o que logo fiz. Ele fechou os olhos e encostou a cabeça no encosto, gemendo de prazer e sentindo muito tesão. A bermuda dele estava molhadinha de pré-gozo, e ver aquela mancha no tecido vermelho estava me deixando com muita vontade de bater uma. Mas eu iria terminar a dele primeiro.

Voltei a punhetar quando ele pediu, abrindo ainda mais as pernas e colocando uma delas, inclusive, no meu colo. Alternei o ritmo. Rápido, depois lento, torturante. Desci a mão e massageei as bolas dele por cima da bermuda novamente, sentindo elas pesadas, contraídas. Bruno soltou um gemido mais alto, com o quadril se erguendo involuntariamente contra a minha palma.

— Para quando eu falar que vou gozar... — ele pediu, com a voz entrecortada. — Quero que dure.

Obedeci. Cada vez que sentia ele tensionar demais, diminuía o ritmo, apertava a base e deixava ele respirar. O pré-gozo encharcava a bermuda agora, com o tecido colado na pele. Passei o polegar por cima, circulando, pressionando a cabeça do pau. Bruno tremia de prazer.

E não era só ele, viu. Eu também estava doido para bater uma, me curvando de tesão.

Aumentei o ritmo de novo, batendo mais rápido, firme. A mão deslizava fácil com todo o líquido. As bolas dele subiam e desciam no ritmo. Bruno começou a gemer sem controle, com o quadril fodendo a minha mão.

— Agora... porra... vou gozar...

— Vai gozar, então goza. Põe tudo pra fora, vai. — disse, provocando.

Não parei. Bati mais rápido ainda, apertando a cabeça a cada subida. O primeiro jato veio forte, quente, atravessando o tecido fino e molhando minha mão e a coxa dele. Depois veio outro, e outro — jatos grossos, pulsantes. O esperma quente escorria pela perna dele, encharcando a bermuda. O cheiro era forte, almiscarado, delicioso. Bruno gemia alto, com o corpo inteiro tremendo e as mãos agarrando as almofadas.

Continuei batendo devagar até o último espasmo, ordenhando tudo. Ele ficou ofegante, olhando pro teto, o pau ainda semiduro pulsando na minha mão.

— Caralho, Conrado... — sussurrou, com a voz rouca. — Obrigado, porra. Isso foi... foda.

Eu sorri, com a mão ainda nele, sentindo o calor do gozo. Meu próprio pau doía de tão duro.

— Cara, faz isso mais vezes. — ele pediu, ainda ofegante.

— Claro! Vai ter mais. Só te digo isso.

Bruno virou o rosto pra mim, um sorrisinho safado aparecendo nos lábios.

— Agora não sou só eu que vou ficar sujo de porra, não.

Antes que eu pudesse responder, a mão dele deslizou pra dentro da minha bermuda, com os dedos quentes envolvendo meu pau latejante. Ele puxou a cabeça pra fora, já escorrendo de baba.

Me ajeitei, deixando ele me aliviar. Ele fazia firme, variando a velocidade. Como aquilo era bom.

— Que coisa boa! — eu falei, ofegante.

— Sua vez. — ele murmurou, acelerando o ritmo.

E ali, sentados no sofá, com o cheiro do gozo dele ainda no ar, eu me entreguei completamente à mão do meu melhor amigo, sabendo que aquilo ido fino. Comecei a mover a mão para cima e para baixo, devagar no começo, sentindo cada veia, a cabeça inchando. O pré-gozo começou a vazar quase de imediato, formando uma manchinha úmida e escura bem na ponta. O cheiro dele subiu leve — suor limpo, sabonete, tesão puro.

— Ai, cara! O que você tá fazendo? — disse, sem fôlego, com o corpo se encurvando de tesão.

Bruno gemeu baixo, as pernas se abrindo ainda mais. O peito dele subia e descia rápido.

— Caralho... você... — Ele não terminou a frase. Eu aumentei o ritmo, apertando a palma contra a glande a cada subida. O tecido molhado deslizava fácil agora, facilitando o movimento. Sentir o pau dele assim, quente, duro, pulsando só pra mim me deixava zonzo de excitação. Meu próprio pau estava ficando duro vendo ele naquela situação, mas eu ignorei.

— Cara, não para. Haaaar! Que gostoso! — ele disse, mexendo o quadril no ritmo em que eu punhetava.

— Tá gostando?

— Muito, que delícia. — Acelerei o movimento, ouvindo ele gemer mais alto, o que me fazia ficar com muito tesão. Eu já sentia meu pau babando na cueca.

— Deixa eu pausar o jogo. Para um pouco, não quero gozar agora.

Ele pausou o jogo e pediu para eu fazer uma massagem nas bolas dele, o que logo fiz. Ele fechou os olhos e encostou a cabeça no encosto, gemendo de prazer e sentindo muito tesão. A bermuda dele estava molhadinha de pré-gozo, e ver aquela mancha no tecido vermelho estava me deixando com muita vontade de bater uma. Mas eu iria terminar a dele primeiro.

Voltei a punhetar quando ele pediu, abrindo ainda mais as pernas e colocando uma delas, inclusive, no meu colo. Alternei o ritmo. Rápido, depois lento, torturante. Desci a mão e massageei as bolas dele por cima da bermuda novamente, sentindo elas pesadas, contraídas. Bruno soltou um gemido mais alto, com o quadril se erguendo involuntariamente contra a minha palma.

— Para quando eu falar que vou gozar... — ele pediu, com a voz entrecortada. — Quero que dure.

Obedeci. Cada vez que sentia ele tensionar demais, diminuía o ritmo, apertava a base e deixava ele respirar. O pré-gozo encharcava a bermuda agora, com o tecido colado na pele. Passei o polegar por cima, circulando, pressionando a cabeça do pau. Bruno tremia de prazer.

E não era só ele, viu. Eu também estava doido para bater uma, me curvando de tesão.

Aumentei o ritmo de novo, batendo mais rápido, firme. A mão deslizava fácil com todo o líquido. As bolas dele subiam e desciam no ritmo. Bruno começou a gemer sem controle, com o quadril fodendo a minha mão.

— Agora... porra... vou gozar...

— Vai gozar, então goza. Põe tudo pra fora, vai. — disse, provocando.

Não parei. Bati mais rápido ainda, apertando a cabeça a cada subida. O primeiro jato veio forte, quente, atravessando o tecido fino e molhando minha mão e a coxa dele. Depois veio outro, e outro — jatos grossos, pulsantes. O esperma quente escorria pela perna dele, encharcando a bermuda. O cheiro era forte, almiscarado, delicioso. Bruno gemia alto, com o corpo inteiro tremendo e as mãos agarrando as almofadas.

Continuei batendo devagar até o último espasmo, ordenhando tudo. Ele ficou ofegante, olhando pro teto, o pau ainda semiduro pulsando na minha mão.

— Caralho, Conrado... — sussurrou, com a voz rouca. — Obrigado, porra. Isso foi... foda.

Eu sorri, com a mão ainda nele, sentindo o calor do gozo. Meu próprio pau doía de tão duro.

— Cara, faz isso mais vezes. — ele pediu, ainda ofegante.

— Claro! Vai ter mais. Só te digo isso.

Bruno virou o rosto pra mim, um sorrisinho safado aparecendo nos lábios.

— Agora não sou só eu que vou ficar sujo de porra, não.

Antes que eu pudesse responder, a mão dele deslizou pra dentro da minha bermuda, com os dedos quentes envolvendo meu pau latejante. Ele puxou a cabeça pra fora, já escorrendo de baba.

Me ajeitei, deixando ele me aliviar. Ele fazia firme, variando a velocidade. Como aquilo era bom.

— Que coisa boa! — eu falei, ofegante.

— Sua vez. — ele murmurou, acelerando o ritmo.

E ali, sentados no sofá, com o cheiro do gozo dele ainda no ar, eu me entreguei completamente à mão do meu melhor amigo, sabendo que aquilo

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

Relatório de punheta

Oi, povo! Hoje quero fazer algo diferente. Vou fazer um relatório de punheta. A ideia é que vou me masturbar e vou colocando aqui o que vou fazendo.

21:00 PM

Estou comendo miojo e, ao mesmo tempo, apertando meu pau por cima da bermuda e da cueca. Ele já está melado e estou sentindo muita vontade de tirar ele para fora e começar a punhetar com mais força. Mas não vou fazer isso ainda. Isso é só para eu sentir mais tesão. Estou gemendo de prazer enquanto faço isso. Quando o aperto fazendo o vai e vem, escuto o som do pré-gozo que molha a cueca. Que coisa boa!

21:26 PM

Depois do miojo e de colocar o prato na pia, deito de barriga para baixo na cama e, com as pernas abertas, começo a me esfregar para cima e para baixo. Sinto um calor entre meu pau e o colchão. Gente, se eu continuar, vou gozar. Estou ofegante e gemendo de prazer. Que pau gostoso! Sinto jatos de líquido pré-ejaculatório molhando a cueca.

21:34 PM

Dou uma parada para não gozar de cara. Vou tomar banho para meu membro se acalmar um pouco. Depois que ele se acalma, debaixo da água, eu o pego e começo a punhetar. Faço com uma mão, e como isso é bom. Agora coloco as duas e movimento o quadril junto com as mãos. Paro para não gozar e sinto ele soltar jatos de pré-gozo.

22:29 PM

Termino o banho e me seco. Visto uma bermuda cargo de tactel cinza e uma regata dry fit preta. Volto para o quarto e me sento de frente para o notebook. Pego novamente meu membro e volto a punhetar, mas desta vez por cima da bermuda, molhando o tactel de pré-gozo. Estou fazendo o vai e vem com a mão de forma firme e está muito bom. Sinto o tesão aumentar e, quando estou quase lá, paro, deixando sair um jato de líquido pré-ejaculatório e um gemido de prazer. Ai, que gostoso!

22:38 PM

Tiro meu pau para fora e o cubro com a camiseta, voltando a punhetar. Faço algumas vezes, mas quando sinto que vou gozar, paro. Vou intercalando a punheta com uma massagem no pau por inteiro, deixando um pouco de pré-gozo molhar a regata. Caralho, que delícia!

22:44 PM

Tiro a camiseta de cima e passo o dedo por toda a extensão do membro. Sinto a pele quente, a rigidez do membro e a baba na cabeça. Ela está espumosa e, quando eu tiro o dedo, ela estica, formando uma linha fina entre meu dedo e a cabeça do pau. Que gostoso! Faço movimentos circulares na cabeça, sentindo meu dedo deslizar na gosma. Volto a punhetar. Meu pau está fazendo barulho de gosma e mexo o quadril sentindo muito tesão. Mais um pouco de pré-gozo saiu, caindo na bermuda. Que gostoso!

22:52 PM

Coloco o membro novamente na bermuda e volto a punhetar. Estou escutando o som do tecido fazendo barulho, o pré-gozo fazendo barulho. Cara, está chegando. Sinto o tesão aumentando. Vou gozar. Ejaculo me contorcendo de prazer enquanto minha roupa recebe meu gozo.

Relaxo e respiro. Cara, como isso foi bom. Espero que tenham gostado e batido uma lendo isso. Bater punheta é bom demais!

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u/Imaginary-Tower-9181 — 1 month ago

Conto: Me masturbei com um amigo e foi maravilhoso

Luís fechou a porta do carro e se ajeitou, colocando a mochila no colo. O motorista Perguntou se o endereço estava certo, o que o jovem confirmou. E assim a corrida teve início.

O ar-condicionado do carro era um alívio, o que fez sua pica dar sinal dentro do short de tactel. Pressionou a mochila sobre o membro para fazê-lo ficar entre as pernas e não dar tão na cara, apesar de a mochila já estar tampando, o que lhe deu uma sensação boa. Mas aquela não era a hora de sentir tesão. Quando voltasse para casa, no domingo, resolveria o problema.

Para amolecer o amigo ali, começou a pensar em várias coisas aleatórias, como o trabalho que ele e os amigos tinham que concluir. Tudo já estava pronto, só faltava Tiago ajustar os slides para o grupo apresentar no seminário.

Sendo sincero, se não fosse sua panelinha, ele já tinha trancado o curso há muito tempo. Era seu grupo que o ajudava, fazendo adaptações quando os professores não faziam, incluindo-o nos trabalhos em grupo. E, de sua turma, quem mais ajudava era Tiago, preparando textos para ele ler, descrevendo os vídeos que os professores passavam em aula e sendo um ouvinte para seus desabafos.

E ele não fazia isso por obrigação; fazia porque queria. Aquele lá realmente vivia a inclusão de verdade, não a que as pessoas adoram fingir que fazem para postar em rede social.

O carro parou. Luís pagou pelo aplicativo, o motorista o ajudou a descer e o portão de ferro rangeu ao abrir. Passos conhecidos se aproximaram.

— E aí, cara! — disse Tiago, abraçando-o.

— Depois que você encheu meu saco pra vir, eu vim, né?

— Bora entrar, sair desse sol.

Eles então caminharam, com o jovem sentindo o chão com a bengala, até que veio uma sombra, que ele identificou como a varanda. Passos à frente, uma porta, que logo entendeu ser a sala por causa do sofá em que esbarrou.

— Cadê o povo? — perguntou, já estranhando o silêncio, sentando-se no sofá.

— Deram bolo. O Pedro teve que ir pro hospital ver a avó, e o Lucas viajou de última hora pra Minas encontrar uma tia que não via há anos. Ficamos só nós dois pro churrasco. Mas tudo bem, né? A gente dá conta.

Enquanto preparavam a churrasqueira no quintal, o sol batia nas costas deles através das camisetas finas de algodão. Tiago falava sem parar, com a voz relaxada. Contou que tinha terminado com Cátia.

— Ela era muito ciumenta, cara. Não aguentava mais. Qualquer coisa já achava que eu tava olhando pra outra.

Luís riu baixo, virando as linguiças com o garfo que Tiago colocara em sua mão.

— Falta de falar não foi. Eu nunca liguei muito pra namoro. Não é uma prioridade na minha vida agora.

— Acho que você já falou sobre isso uma vez, de tá esperando a pessoa certa e tal.

— Quero fazer meus cursos antes, passar num bom concurso e ter minha casa própria, sair do aluguel. E também as pessoas não têm muito interesse. Acham que cego é puro. Coitadas!

A conversa derivou naturalmente. Primeiro sobre paqueras na faculdade, depois sobre desejo, até que o amigo começou a descrever suas aventuras sexuais. E isso fez o colega de Luís ficar animado de novo, o que ele rezou para não ficar aparente.

Logo o assunto foi para a punheta, e começaram a contar suas experiências. Tiago batia mais de três por dia e já tinha batido uma em cada lugar inusitado. Já Luís era mais tranquilo nisso: batia duas por dia, uma quando acordava e outra quando ia dormir. Compartilharam fetiches e as posições que mais os excitavam, e o pau de Luís já soltava aquela baba.

— Porra, Luís… esse papo todo tá me dando um tesão do caralho. — falou Tiago, direto e reto.

E realmente a vontade de Luís era enfiar a mão no meio das pernas e bater ali mesmo, no meio do quintal.

— Cara, bora bater uma junto.

Luís ficou tipo: oi. Tiago queria bater uma com ele. Era isso mesmo, Brasil? Até então ele nunca tinha tido aquela experiência; todas as vezes que fazia isso era no quarto. Só que a perspectiva o estava deixando com muito tesão e, ao mesmo tempo, desconfortável.

— Eu não sei...

— Tudo bem! Se você não tiver bem pra fazer. Mas, assim, o que acontecer fica aqui.

— Eu... nunca fiz isso com alguém por perto — murmurou.

— Ah, cara. Começa, e se não se sentir bem pra continuar, a gente para e não fala mais nisso.

Luís estava, sim, com vontade, mas se sentia meio errado. Só que Tiago era um cara em quem ele podia confiar, e seu pau já estava implorando para ele topar. Bom, pelo menos teria uma nova experiência.

— Tá, vamo então. — disse, suspirando. — Mas nada de chupar, beijo, só a punheta. No máximo a gente bate um pro outro.

— Ok! Vamos lá pra sala.

Eles entraram no cômodo e, enquanto Luís se sentava no sofá, o amigo foi fechando as cortinas para terem privacidade. O jovem estava com o coração a mil, se perguntando o que estava fazendo e como aquilo seria.

— Você começa. — disse, sem coragem de dar o primeiro passo.

Tiago se sentou ao seu lado e começou a fazer o vai e vem por cima da bermuda de tactel, fazendo questão de produzir bastante barulho para o amigo ouvir. Estava o motivando.

Luís tocou o membro, sentindo o volume dele sob a roupa. Ficou um tempo parado, com o coração martelando no peito. Deu uma apertada, o que o fez gemer de prazer. O amigo parou de bater.

— Vai, cara, se solta.

Luís tacou um "foda-se" na mente, levantou do sofá, abriu as pernas e começou a massagear o pau, que já encharcava a cueca e molhava a bermuda. Soltou um gemido mais alto enquanto o amigo dizia "é isso aí" e voltava a se dar prazer.

Luís puxou a bermuda e a cueca para baixo de uma vez, deixando o membro esticado. Deu algumas punhetadas, sujando a mão de líquido pré-ejaculatório, jogou a cueca no sofá e voltou a vestir a bermuda. Segurou o pau por cima do tecido, curtindo o momento. Começou devagar, ouvindo o ritmo de Tiago ao lado: o som molhado, ritmado, da punheta. Um gemido baixo escapou da garganta do amigo — grave, rouco, sem vergonha.

Aquilo estava acontecendo. Outra pessoa estava vendo e sentindo o mesmo tesão que ele. Aquela liberdade era muito gostosa: ter outra pessoa que passava pelo mesmo que ele para lhe fazer companhia.

Ele voltou a se sentar no sofá, com as pernas um pouco abertas e a coxa encostando na do amigo. Começou a fazer com mais velocidade e força, acompanhando os movimentos dos quadris no ritmo da mão. Cara, como aquilo estava bom!

— Quer tocar no meu? — ofereceu o amigo.

Movido pelo tesão, ele nem pensou muito. Apenas levou a mão até o pinto do amigo, percebendo que ele também estava fazendo por cima da bermuda.

— Você não tirou?

— Resolvi experimentar.

Isso dava mais tesão para Luís: ter outra pessoa batendo como ele fazia.

Ele voltou a focar no próprio membro, que já estava deixando a região da glande bem encharcada.

— Quer que eu bata pra você? — ofereceu Tiago.

Luís assentiu, incapaz de falar. A mão de Tiago envolveu o pau dele com confiança, o polegar deslizando pela glande. Tiago começou o vai e vem de forma firme e forte, fazendo questão de produzir barulho. Luís soltou um gemido mais alto, a cabeça tombando para trás. Sua própria mão encontrou o membro do amigo e, da mesma forma, resolveu retribuir o favor.

Eles se masturbavam mutuamente agora. Gemiam alto e pediam para o outro não parar. Quando estavam quase gozando, diminuíam o ritmo e se acalmavam para não acabar rápido demais. Luís, em determinado momento, chegou a jorrar um pouco de pré gozo, o que molhou ainda mais a bermuda, aumentando o prazer.

Sem dúvidas, aquela estava sendo a melhor sessão de punheta que ele já tinha tido. Só faltava estar com a roupa molhada, mas ele não queria sair dali para se molhar no chuveiro.

O clímax veio forte, quase ao mesmo tempo. Tiago gemeu primeiro, um som gutural, longo, o pau pulsando na mão de Luís, com jatos quentes molhando a bermuda. Isso empurrou Luís para o limite. Seu corpo inteiro se retesou, as bolas apertadas, e ele gozou com força, o sêmen quente escorrendo pela perna.

Ficaram ali, ofegantes, os corpos ainda tremendo. Luís sentia o peito subir e descer rapidamente, o coração aos saltos. Uma sensação estranha de leveza o invadia — alívio, conexão, prazer puro, sem julgamento.

Tiago riu baixo, cansado, apertando levemente o ombro dele.

— Caralho, que delícia. Você tá bem?

Luís sorriu, ainda com a respiração irregular.

— Acho que sim.

— Quando te der vontade de bater, manda a ver. Agora que já vi, a gente não precisa mais fazer escondido.

Luís assentiu e se levantou, pegando a cueca sobre a qual estava sentado. Caminhou até a mochila, pegou outra bermuda e foi se trocar.

***

Um conto que escrevi parailustrar as condições para eu considerar me masturbar com alguém. Espero que gostem, ele me deu muito tezão escrevendo.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 2 months ago

Uma bermuda e uma gozada

Oi, povo! Já que o Reddit nos deixa mais livres, quero relatar aqui algo que amo fazer quando estou em uma sessão de punheta. Gosto de me masturbar usando bermudas e shorts.

Isso é desde novo, desde quando eu tinha por volta dos seis anos e comecei a me masturbar. Pelo que me lembro, quando estava debaixo do chuveiro, tomando banho de short — não sei se alguém aqui já tomou banho de roupa — eu sentia meu pau ficar duro dentro da cueca com aquela roupa molhada. Até então eu não fazia nada, apenas curtia a sensação, que na época eu não entendia.

Conforme fui crescendo, fui adicionando novas formas de sentir prazer. Tinha o banho, como falei, me esfregar na areia, me esfregar na cama, e tudo isso me levava ao orgasmo. Sim, eu era uma criança que chegava lá.

A primeira vez que me masturbei tomando banho, desta vez estimulando o membro, foi quando estava sozinho em casa e me lembrei da época em que tomava banho de short e sentia muito tesão. Então pensei: por que não tomar banho de bermuda novamente, mas desta vez batendo uma?

Foi o que fiz. Fui para o banheiro, peguei uma bermuda no cesto de roupa suja, tirei a roupa que estava usando e vesti o short. Caminhei até o chuveiro e o liguei, deixando a água cair sobre a minha pele, encharcando a roupa e fazendo-a grudar no corpo. Então levei a mão até meu pau, que já estava muito duro, e comecei a fazer o vai e vem por cima do tecido molhado. Cara, como era bom!

O tactel molhado, o pré-gozo escorrendo, o tesão que eu sentia... tudo isso contribuiu para eu dar aquela gozada. Sabe aquela que, quando vem, você fica até tonto, com um zumbido no ouvido, e as pernas tremem? Foi essa, meus amigos punheteiros.

Quando minha mãe comprou uma piscina, na minha juventude, daquelas de ferro e lona que você monta, eu adorava bater uma dentro d'água.

Eu entrava na piscina com um bom short, é claro, e começava a festa. Ia molhando a roupa aos poucos: uma perna, depois a outra e, por último, a bunda. Meu membro doido para sair da cueca e começar a punheta. Sabe como é pré adolescente, né? A gente não pensa muito nessa época.

Então eu sentava, abria as pernas, tirava o pau da cueca e começava a punhetar por cima do tactel ou do moletom, de forma lenta e prazerosa. Depois chegava a melhor parte: gozar.

Hoje acho isso nojento, já que outras pessoas vão usar a água e existe uma grande chance de alguém ver. Então não faço mais isso e nem recomendo que ninguém faça.

Também tem as minhas sessões de punheta na madrugada. Tiro a cueca, fico só de bermuda e começo a bater uma. Faço isso sentado na cadeira gamer, vendo vídeos no computador — e não são pornôs, são vídeos sobre qualquer assunto. Já bati várias ouvindo histórias de terror. Também me esfrego na cama e já dei várias gozadas assim. E tem a punheta clássica, feita apenas com a mão por cima do tecido. Às vezes até tiro o pau para fora e gozo, deixando o esperma quente molhar uma das pernas do short. Que delícia!

Agora estou dormindo sem cueca, não só para bater uma sem precisar vestir a peça depois, mas também porque acho mais confortável. Cara, como é bom bater uma de madrugada quando você volta do banheiro.

Já bati sem roupa nenhuma. Foi bom, mas senti que faltou aquele tempero que um short traz. O bom é que, se estiver de bermuda, mesmo que não faça por cima do tecido, o tesão é o mesmo. Então, quando for transar com uma mulher, basta tirar a rola para fora e ser feliz.

Mais alguém tem esse fetiche? Já ouvi dizer que tem gente que gosta de bater uma de calcinha.

Ah, e se você nunca fez, experimente. O bom é que é prático, porque você goza na bermuda e ela é a única coisa que suja. Depois de um tempo, ela seca. Também acho muito bom bater uma no chuveiro. Escolha um dia e simplesmente entre debaixo da água de roupa. Uma regata e um short mais molinho são muito bons, mas, se quiser sentir mais o tecido, recomendo uma bermuda de moletom.

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u/Imaginary-Tower-9181 — 2 months ago