u/Rich_Math6262

Punheta no inverno é assim 🥶

Só quem vive no sul vai entender o que eu vou relatar aqui: não tem nada mais triste pra um punheteiro do que o inverno.

E quando eu digo inverno, eu estou falando do frio de 3° que faz aqui no Rio Grande do Sul. Nada mata mais a vibe da bronha do que botar a pica pra fora e a cabeça congelar pelo frio.

Mas é aquilo, mesmo nesse clima de pinguim, o punheteiro sempre da um jeito. E o jeito? Socar uma embaixo de três cobertas. Claro, existem desafios, mas o importante é gozar.

Semana passada eu estava nessa situação. Frio de rachar.
2° 🥶
Deitei, e como estava a um tempinho sem esvaziar o saco, resolvi que ia dar um jeito e dormir mais leve.

Coberto até a cabeça, só meti a mão por debaixo das cobertas e comecei a alisar meu pau, por cima da calça de pijama mesmo. Estava sem cueca, o que só facilitava.

Fui alisando de leve, dando umas apertadas até sentir que estava igual pedra, marcando no pijama e dando pra sentir o formato da cabeça pelo tecido.

Sou daqueles que vai sem pressa, então, ao invés de tirar pra fora de vez, comecei alisando a cabeça por cima do pijama com o indicador, fazendo uma pressão gostosa bem no freio. É incrível como essa é a parte mais sensivel do pau. Em questão de minutos estimulando desse jeito, ele começou a babar, e eu senti o melzinho passando pelo tecido do pijama.

Resolvi tirar a pica pra fora. Só abaixei a calça o suficiente pra meu pau sair. A coberta que estava por debaixo era daquelas mantas bem felpudas, confortáveis pra caralho pra dormir… e também pra passar a pica.

Segurei meu pau pela base e fui fazendo movimentos para frente e para trás, com a cabeça roçando na coberta felpuda. O freio do pau pegava direitinho, e a sensação, mesmo que suave, era o suficiente pra me fazer tremer, não de frio, mas de tesão.

Na verdade, o frio ja era a ultima coisa que eu sentia.

Minha pica babava e ia deixando a coberta cada vez mais melada. Com certeza ficaria com um cheirao de pau nela, mas eu ja não ligava.

Bagulho gostoso pra caralho!

Foram uns bons minutos assim. A pica ja tava durona e inchada, pedindo pra eu mandar ver. Eu também já não resistia a punhetar de vez. Peguei na rola e iniciei a bronha.

O sobe e desce ja estava gostoso demais, e nessa hora o cheiro da pica subiu pela coberta. Não ia demorar muito pra eu gozar daquele jeito.

E como que gozar no frio glacial do RS? Essa os punheteiros gaúchos conhecem bem.

Tirei minha camiseta por debaixo da coberta mesmo, enrolei no pau e mandei ver. Soquei gostoso!

O atrito do tecido com a cabeça dava um grau ainda maior na punheta. Não devo ter demorado dois minutos. Jorrei na camiseta embaixo das cobertas kkkk.

Nesse final, o calor ja tinha subido tanto que eu poderia até sair da cama pra me limpar melhor, mas eu que não ia arriscar com 2° do lado de fora.

Tirei a camiseta gozada, taquei no cesto no canto do quarto e agora, algumas gramas mais leve, podia dormir em paz e quentinho. Mais uma noite na Siberia brasileira 😴

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u/Rich_Math6262 — 5 days ago

Gozei na barraca durante o acampamento

Eae, gurizada!

Quando eu era mais novo, minha família tinha uma tradição anual: acampar todo começo de ano. Normalmente em janeiro, quando meus pais estavam de férias e meu irmão e eu também.

Nós íamos para um camping perto de uma barragem, a uns quarenta minutos de carro da cidade. Não era exatamente o fim do mundo, mas já era longe o suficiente para ficar sem sinal de celular, sem energia elétrica e praticamente isolado de qualquer coisa que lembrasse civilização. Meus pais adoravam aquilo. Devia ser relaxante para eles. Para mim e para meu irmão, era mais uma forma criativa de tortura.

A viagem durava cerca de uma semana. Para os meus pais, passava voando. Para mim, parecia um mês inteiro. No segundo dia eu já estava de mau humor, embora tentasse ficar na minha para não estragar a diversão dos outros. Afinal, ninguém tinha culpa de eu detestar aquele programa.

Meus pais levavam duas barracas: uma para eles e outra que eu dividia com meu irmão. Quer dizer, eu, meu irmão e os mosquitos. Os mosquitos adoravam meu sangue por algum motivo. Era praticamente tradição eu esquecer o repelente e voltar para casa coberto de picadas.

Aquele ano começou como todos os outros. Eu estava com 19 na época, de férias da facul e tentando fazer uma média com os velhos, então ao invés de optar por ficar em
casa, fui junto.

Saímos numa segunda-feira de manhã. Chegamos ao camping, montamos as barracas, descarregamos o carro e organizamos nossas coisas. Depois disso, começou oficialmente mais uma semana de tédio.

Meu pai passava boa parte do dia pescando na barragem ou deitado em uma cadeira de praia apreciando a paisagem. Meu irmão e eu geralmente ficávamos por perto, não porque achássemos aquilo interessante, mas porque simplesmente não havia muito mais o que fazer.

Depois do almoço, quase sempre vinha a sessão coletiva de cochilo. Meu pai dormia, minha mãe dormia, meu irmão dormia e, eventualmente, eu também acabava dormindo. Para ser justo, cochilar no meio do mato era uma das poucas partes realmente agradáveis daquela viagem. Havia uma paz estranha no lugar.

E assim os dias foram passando, lentos e iguais uns aos outros.

Bom, chegou sábado. Íamos embora no dia seguinte e eu não via a hora de meter o pé na estrada, chegar em casa, ligar meu PlayStation, jogar até de madrugada e depois bater um punheta das boas.

Essa ultima parte estava me deixando ansioso, afinal, eu ja estava a praticamente uma semana sem esvaziar o saco.

Bom, chegou a tarde, e como nos outros dias pós almoço, um por um fomos nos deitando em um lugar e apagando naquele cochilo maravilhoso.

Meu pai adormeceu na rede entre duas arvores, minha mãe na barraca, meu irmão reclinou os bancos do carro e eu, fui deitar na barraca, onde em poucos segundos capotei.

Acordei e eram umas 15h mais ou menos. Cochilei por umas duas horas, e pelo que percebi, não fui o único. Botei a cabeça pra fora da barraca e vi que geral ainda estavam em coma, então, achei melhor ficar mais um tempo deitado passando o tempo.

Nessa hora, ali dentro da barraca, foi me dando aquele tesão que vem depois de acordar de um soninho gostoso. Sabe quando você já acorda com a pica meia bomba? Era eu naquele momento. Estava deitado só de short, dei uma pegadinha na rola e ela ja deu sinal de vida. Aquela pulsadinha onde você ja sente ela começar a crescer na mão.

Eu fui apertando mais e mais, por cima do short, só sentindo minha pica expandir de tamanho, até o momento em que tinha uma terceira barraca armada no acampamento.

Bom, geral estava dormindo, e provavelmente iam continuar por um tempo. Resolvi que ia dar uma aliviada. Finalmente, tinha arrumado alguma coisa interessante pra fazer no camping.

Sem pressa, se alguém acordasse eu ia ouvir, então eu queria curtir pra valer.
Comecei a alisar a pica por cima do short mesmo. O que eu estava usando tinha um tecido fininho, daqueles bem leves. Estava de cueca, e sentindo que estava meio apertada. Meti a mão por dentro do short e abaixei ela um pouco, suficiente pra pica sair de dentro dela, mas não dele. Queria manter o pau dentro ainda, pra ir brincando de leve. Foi o que eu fiz.

Continuei alisando por cima do short. A cabeça da minha pica ja ficava desenhadinha no tecido, e era onde eu concentrava o toque. Pegava e juntava os dedos ali a ficava brincando lentinho, apertando um pouquinho sob o tecido e sentindo a rola pulsar com o toque.

O tecido também ajudava, fazendo uma pressão bem gostozinha no freio do meu pau. Era ali onde ficava mais gostoso, eu passada o dedo indicador em um movimento circular que me fazia tremer um pouquinho toda vez.

Não demorou muito pra pica começar a babar de leve, deu pra sentir o momento que a primeira gota do melzinho saiu pra fora e logo em seguida passou pelo tecido do short. Eu passei o dedo, deixando levemente molhado, o que só melhorava a brincadeira.

Nessa hora, ajeitei o short um pouco pra baixo, suficiente pra aparecer os pelos da base do meu pau, mas ainda com ele dentro do short. Isso aumentava a pressão na cabeça e dava ainda mais tesão. Peguei a rola com a mão toda dessa vez, e comecei a punhetar por cima do tecido. Ritmo lento, eu não queria apressar as coisas.

Agarrando bem firme, quando eu puxava pra baixo sentia o tecido pressionando certinho o topo da pica. A babinha, que antes era pouca, agora saia com mais intensidade, deixando meu short mais molhado ainda, ao mesmo tempo que dava uma leve transparência na area. Eu conseguia ver a cabeça da minha pica através do short, rosinha e durona. A cabeça ja parecia ter dobrado de tamanho.

Passei mais uma vez a mão sob ela, molhei os dedos no melzinho e não resisti a dar uma provadinha. Levei os dedos melados até a boca e senti o sabor da minha baba. Aquilo só aumentou o meu tesão, o sabor levinho da babinha é indescritível, começa levemente salgado e fica docinho no final.

Troquei a mão com que punhetava e levei a direita, ainda melada, até meu mamilo e comecei a acariciar ele de leve, passando o dedo molhado de baba e saliva nele. Senti um arrepio no corpo todo. Que sensação do caralho! A pressão do tecido do short na cabeça dura da minha pica, somado com o estimulo no mamilo e o sabor da minha própria rola na boca… Eu não aguentei, e soltei um gemido baixinho. Não alto o suficiente pra acordar ninguém.

Resolvi finalmente tirar minha pica pra fora de vez. Na hora que puxei o short pra baixo, minha pica voltou e bateu no meu abdômen com força, deixando ele levemente melado. Ela tava babadona e deu aquela pulsada, levantando um pouco até cair de novo perto do meu umbigo.

Peguei ela e comecei a bater, com movimentos circulares próximos da cabeça, aproveitando que estava bem melada. Não ia perder a chance de uma boa estimulada no cabeção. Ia variando, subindo lentamente até o topo e descendo, tudo ritmado enquanto sentia ela pulsando na minha mão.

Quando chegava na cabeça, dava aquele apertada que fazia ela babar mais. Só via o melzinho saindo do cabeção e na mesma hora passava tudo pelo corpo inteira da rola.

Com a mão livre, eu ficava brincando com meu saco, pesadão pelos dias sem esvaziar. Sentia o inchaço das bolas e nem precisava pensar muito pra saber que estavam cheias de leite e aquela gozada ia ser monstra.

Eu continuei daquele jeito por uns minutos, com os olhos fechados me deliciando na minha pica durona. Já estava num edging gostoso, só controlando o ritmo pra não gozar.

Mas os dias de abstinência sempre cobram um preço, e o preço nesse caso é aquele leve vazamento de leite. Mesmo tentando segurar como podia, teve uma hora onde senti o leite vindo com mais força. Eu parei na hora, soltei minha pica e deixei. Ela pulsou com força, deu uma levantada sob meu abdômen e um jato de leite saiu.

Respirei fundo, me recompondo daquela esporra. Ainda não tinha gozado pra valer, aquilo foi só uma vazadinha de leve. Quem nunca passou por isso?
Agora o cheiro de leite tinha tomado conta da barraca de vez. Eu estava nem ai.

Peguei o leite que saiu e passei por toda a rola de cima à baixo, e agora voltei a punhetar com mais força. A pica meladona de porra só deixava ainda mais gostoso, com a outra mão, eu passei o leite que ainda tinha sob a minha barriga pelo peito. Tava nem ligando se ia ficar fedendo a punheta.

Segui batendo naquele ritmo. O som de punheta tomava conta da barraca a cada sobe e desce, principalmente quando minha mão passava entre a cabeça e o corpo do meu pau. Musica para os ouvidos de qualquer punheteiro. O leite foi virando aquela espuma branquinha a medida que eu batia, sujando os pelos na base do meu pau.

Eu não estava mais aguentando quando resolvi que era hora de gozar. Não queria correr risco de alguém acordar antes mesmo de eu finalizar.

Nessa hora, resolvi que ia gozar com a pica o mais melada possível. Dei uma cuspida na mão e passei no pau. A mistura de baba, leite e cuspe deixou a pica encharcada e o cheiro tomou uma proporção ainda maior.

Eu segurei meu pau pela base, puxando pra baixo e deixando a cabeçona bem exposta, durona e inchada. Me concentrei nela, punhetando e girando a mão com vontade. Foi nessa hora que senti a leitada vindo. Me torci todo enquanto o leite subia por toda a minha pica até jorrar.

Devem ter sido uns 5 ou 6 jatos de porra. Voaram por tudo, acertaram meu pescoço, meu peito, meu abdômen… estava ate sem ar (e sem ar enquanto escrevo isso kkkk).

Depois de gozar, fiquei até fraco. Permaneci uns minutos ainda deitado, ali, daquele jeito, extasiado com aquela gozada deliciosa.

Eu podia contar o que aconteceu depois, e toda a zona que foi limpar a bagunça antes que alguém acordasse, mas acho que esse já ficou longo até demais kkkk.

Até mais, gurizada. Tmj! 👊💦

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u/Rich_Math6262 — 21 days ago

Improvisando com uma camisinha

Fala, gurizada!

Sabem o que dizem por ai? Ninguém é mais criativo que o punheteiro na hora de amaciar o peru. A gente sempre encontra uma maneira nova de brincar.

Comigo não é diferente. Desde novinho eu curto explorar formas inusitadas de tirar leite do pau, e até já contei algumas aqui no sub. Acho que já fiz de tudo, desde sarrar no colchão, até formas mais elaboradas, como uma bocetinha caseira feita com esponjas.

Mas é aquilo, as vezes o artista não tem muitos materiais disponíveis para criar, mas sabe o que dizem? Os maiores gênios são os que sabem trabalhar com o que tem.

Foi o que aconteceu comigo esses dias. Tava num tesão do caralho, queria uma coisinha diferente do clássico sobe e desce da mão. Era tarde da noite e inventar algo muito elaborado naquela hora seria complicado. Foi ai que comecei a pensar no que tinha no quarto e que pudesse servir.

Não muita coisa: lubrificante, algumas camisinhas… e minha mente já deu um estalo. Era mais que o suficiente!

Na minha cabeça eu ja tinha elaborado o passo à passo

Materiais necessários:
- Uma camisinha
- Lubrificante
- Uma coberta bem macia

E vamos as etapas:

1° - dobrar a coberta algumas vezes
2° - com a coberta dobrada, enrolar até formar um rolinho
3° - pegar a camisinha e colocar lubrificante dentro
4° - colocar a camisinha no pau

Tudo feito, agora é só curtir. E foi o que eu fiz.

Com a coberta enrolada igual um rolo, eu consegui meter o pau com a camisinha bem no meio. Tinha enrolado bem, o suficiente pra dar uma pressão legal.

Comecei a meter, e puta que pariu! Tinha ficado mais gostoso do que eu imaginava. A camisinha com bastante lub dentro deu uma sensação fenomenal! Era como quando a cabeça da pica bate bem no fundo da buceta! To falando pra vocês, tava sensacional!

Eu subi por cima e até tentei ir devagar, mas tava tão bom que eu só queria meter mais rápido. Botei igual um animal kkkk. A pica só pulsava de tesão. Sabe quando você sente a cabeça inchar de tanta pressão? Era assim que eu tava!
Acho que não durei 5 minutos nessa. Gozei, e gozei pra caralho! Quando tirei de dentro da coberta, a camisinha tava toda cheia de leite, nem sabia que tava com tanta porra acumulada assim kkkk.

Ser um punheteiro criativo rende umas gozadas tipo essa. E eu ainda descobri uma maneira nova de brincar que com certeza vou fazer mais vezes kkkk.

Enfim, é isso gurizada, e se testarem me contem se curtiram. Tmj! 👊💦

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u/Rich_Math6262 — 24 days ago

Provando minha leitada

Fala, Gurizada!

A dica da noite é: cuidado pra onde você aponta o pau.

Vou explicar…

Essa é uma história de como eu provei meu leite pela primeira vez.
E não, definitivamente não foi intencional.

Bom, pra explicar eu preciso voltar um pouquinho no tempo, quando eu era um iniciante na arte da punhetinha, sem saber muito bem o que estava fazendo.

Naquela época, eu ainda não dava aquela leitada turbinada. Sabe aquela jorrada monstra? Então, era uma coisa mais singela, parecia mais com uma torneirinha sem pressão.
Acho que todo nós já fomos assim, né?

Mas o tempo foi passando e a coisa foi mudando. E muito!
De um leitinho transparente e ralinho, ficou mais encorpado e bem… com pressão.

Mais pressão do eu esperava.

Numa noite, eu estava de boa dando carinho pra minha pica, deitadinho na minha cama, de boa só curtindo. Luz apagada, geral dormindo, clima perfeito.

Tudo ia bem, até que eu senti que a leitada estava subindo.

Eu ja sabia que meu pau tinha ganhado a habilidade de disparos sequenciais muito poderosos, mas até aquele momento, o máximo que aconteceu foi leitadinha no peito. Nada demais. Era o que eu achei que ia acontecer.

Mas eu subestimei o poder de contratação dos meus músculos pélvicos. E pra piorar, o otário aqui ainda tava de boca aberta, possivelmente com essa cara: 😩

Resultado? Uma jatada de leite bem na boca. O que me rendeu um susto do caralho.

Fiquei sem reação por uns segundos, e comecei a rir em seguida. Porra, quando eu ia imaginar que ia acetar tão longe? Eu imediatamente cuspi, mas ja era tarde. Tinha provado da produção direto da fonte e o gostinho já tinha tomado conta das minhas papilas gustativas.

O sabor? Achei meio amargo, o que foi decepcionante. Me imaginava o próprio pica de mel, na minha cabeça, era mais docinho.

Ficou uma lição aprendida, e desde então, nunca subestimo o poder do meu pau. É sempre melhor apontar em outra direção.

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u/Rich_Math6262 — 1 month ago

Gozadinha no carro

Fala, gurizada!

Quando eu era adolescente passei por aquela fase que todos nós lembramos, onde os hormônios falam tão alto que parece que não tem hora nem lugar pra bater uma punheta.

Eu sempre fui um moleque que tinha um autocontrole invejável, como já contei em outro conto, até rotina de punheta eu tinha. Era antes de dormir e em dias específicos. Cronograma bem estabelecido.

Porém, nessa fase da vida as vezes o pau não quer saber de horário, ele sobe e não tem o que fazer a não ser aliviar.
Foi o que rolou comigo num dia aleatório de semana.

Meu pai foi me buscar na escola de carro perto do horário do almoço.
Normalmente, a gente ia direto almoçar em algum lugar, mas naquele dia ele tinha que resolver alguma coisa no detran.

“Não deve demorar”

Foi o que ele disse.

Naquele dia, sabe la Deus porque, eu tava com um tesão do caralho. Ja tinha passado a manhã ficando de pau duro por qualquer ventinho e, para o meu azar, parecia que tinha piorado.

Todo mundo ja deve ter passado pela experiência de ficar de pau duro por causa do movimento do carro, né? O pau vai roçando dentro da cueca e quando vê, ta igual pedra.

Era a minha situação naquele momento, e somem isso com o tesão animal daquele dia… é, a coisa estava complicada.

Eu tentava a todo custo pensar em qualquer coisa diferente, mesmo assim, nada tinha efeito.

Coloquei a mochila no colo só pra disfarçar, mas parece que ela só piorou as coisas. Era como ter alguém sentando no meu colo. Minha cabeça também não ajudava.

Chegamos no detran, meu pai perguntou se eu ia ficar no carro. Era lógico, eu não tinha como me levantar daquele jeito.
Ele saiu e eu fiquei lá, com a pica de estaca criando aquela barraca no short de moletom que eu usava.

Tava torcendo pra pica baixar agora que o carro tinha parado, porém, parece que quanto mais eu pensava pior ia ficando.

Passou um minuto, dois, cinco… nada.
Ja sentia que meu pau tava querendo babar na cueca, o que só ia piorar as coisas.

Só parecia ter uma saída: vamos ter que gozar.

Não tinha muita gente passando na rua, e dependendo do ângulo, ninguém ia notar. Eu tinha visão da entrada do prédio, então se meu pai saísse eu ia ver.

Abri o porta luvas pra conferir se tinha papel higiênico (meu pai sempre deixa um lá).

Tinha.

Tudo certo. Era isso, mão na massa.
Só tirei a pica pra fora do short e realmente, tava começando a babar. Eu tava com muito tesão.

Punhetei rapidinho já que a intenção era gozar o quanto antes. Sempre cuidando se ninguém vinha pra não ser pego.

Não deve ter demorado nem dois minutos pra sentir a leitada vindo. Peguei um pedaço de papel, enrolei na cabeça da pica (todo punheteiro conhece essa), e jatei.

Porra, e que jatada. Quase que o papel não deu conta kkkkk.

Foi como tirar um peso das costas, ou nesse caso, so saco.
Sem muito tempo pra refletir, guardei o papel gozado na mochila, limpei mais um pouco a pica e de volta pro short. Nada aconteceu…

Meu pai saiu uns minutos depois. Até que não demorou muito mesmo.
Tinha aberto todos os vidros pra não ficar cheiro, embora acho que tava um pouco.

Acho que ele não reparou.

Depois disso fomos almoçar e dia que segue. Foi uma punheta mais por necessidade mesmo, mas não deixou de ser gostosa kkkkk.

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u/Rich_Math6262 — 1 month ago