Pego no flagra pt.2
Depois que postei minha história aqui, muita gente pediu para eu contar o que aconteceu depois que meu irmão mais velho me pegou batendo punheta, então aqui estou.
Ao contrário das espectativas de vocês, os dias que se seguiram ao flagra não aconteceu nada de diferente. Depois da nossa conversa e dele ter compartilhado algumas experiências dele, a gente meio que entrou num acordo silencioso de agir como se nada tivesse acontecido. Acordávamos de manhã, trocávamos um "bom dia" e tomávamos café com os outros familiares sem mais interações.
Porém, o precedente já estava aberto. Quando ficávamos sozinhos, geralmente à noite, eu sabia que podia conversar com ele com relação a tudo. Eu aproveitei que ele estava me cedendo esse espaço e perguntei muito sobre sexo, sobre coisas do corpo masculino, sobre DSTs e, claro, sobre as experiências dele. Ouvir meu irmão falando sobre putaria me deixava com um tesão tão doido que é até difícil de explicar. Eu chegava a ter tremores de nervosismo/tesão, dando a desculpa de que "estava com frio" enquanto meu pau estralava de tão duro dentro da bermuda. Quando ficava muito tarde e cada um ia pro seu quarto, eu me acabava na punheta imaginando meu irmão em todas as situações que ele descrevia para mim. Não demorou para ele se tornar o herói das minhas fantasias mais pervertidas. Imaginar ele em cenários sexuais me deixava ardendo de tão excitado. Ele até mesmo chegou a compartilhar as técnicas das punhetas dele comigo! Cara, o tanto de bronha que eu soquei imaginando como seria ele fazendo os mesmos movimentos não está escrito.
Enfim, ficamos nessa situação por várias semanas, até que um fatídico dia nós tivemos um problema. Era perto do fim do ano e minha família inteira iria se reunir para comemorar. A festa não era na nossa casa, mas alguns parentes precisaram se hospedar conosco. A minha avó ficou no meu quarto e um primo nosso ficou com a mulher dele no quarto do meu irmão, logo eu e ele tivemos que ceder nossos quartos e dormir na sala. O dia tinha sido de comemoração e todo mundo tinha tomado suas doses de cachaça até ficar com a língua embolada. Nessa época eu ainda era de menor, mas meu irmão deu um jeito de contrabandear umas doses pra mim também. Lá para duas horas da madrugada, todo mundo já tinha ido dormir, porém eu e meu irmão ficamos jogando conversa fora no jardim. Como sempre, eventualmente o papo tomou um rumo sexual e toda a situação mais o álcool me deixaram com um tesão absurdo. Eu relatei pro meu irmão que eu estava morrendo de vontade de bater punheta, porque fiquei alguns dias sem ter privacidade pra fazer, e até mostrei pra ele o volume da minha pica marcando pela bermuda. Ele só olhou de lado e deu uma risada fraca, dizendo "É foda mesmo". Eu continuei insistindo, dizendo que eu precisava muito gozar e que meu pau já estava doendo. Era verdade, mas eu também queria ver até onde ele daria corda pro assunto. Quando eu vi que ele não estava mudando de assunto e nem parecendo estar desconfortável, eu pensei em jogar uma isca pra ver se ele morderia.
Eu falei "Cara, não tá dando. Tô com as bolas doendo já, preciso bater uma. Vou ali na sala tocar, cê fica de olho no corredor pra ver se ninguém acorda? É no máximo uns 10 minutos."
Na hora ele já respondeu com um "Quê isso cara, fica de boa. Tá todo mundo dormindo, vai lá que qualquer coisa eu te aviso. Só deixa a luz ligada porque daí eu consigo ver se tiver alguém se aproximando."
Eu falei "beleza" e fui para sala com o coração disparado enquanto ele terminava o cigarro. Manos, meu tesão tava a mil. Tocar uma no meio da sala em um espaço totalmente aberto e tendo a consciência de que meu irmão sabia que eu estaria punhetando me deixou maluco. Eu ainda hesitei por um momento, sem acreditar que aquilo realmente iria acontecer, mas tem momentos que a pica é quem toma o controle. Eu abaixei a calça até os joelhos, saquei o pau pra fora e comecei a bater um puta punhetão largado no sofá. A todo momento eu estava atento pra ouvir caso a porta de algum dos quartos abrisse, mas confesso que a bronha estava tão deliciosa que eu precisei desacelerar o ritmo para não gozar logo de cara. Eu ainda tinha uma armadilha montada.
Não demorou nem 5 minutos e, para o meu deleite, a minha hipótese se concretizou. Com pouco tempo, meu irmão aparece no corredor olhando para minha direção. Vejam, ele sabia que eu estaria batendo punheta, pois eu disse isso pra ele. A gente tinha combinado que ele iria ficar de olho no corredor, e mesmo assim ele veio até a sala para dar uma espiada. PQP! Isso me deixou maluco. Com os lábios eu perguntei "alguém acordou?" E ele veio até o sofá com a desculpa de que "não tinha entendido o que eu falei direito" enquanto dava uma BAITA encarada no meu piru. E eu não parei de bronhar em nenhum momento. Olhar dentro dos olhos do meu irmão ao mesmo tempo que eu batia punheta provavelmente será uma das cenas mais excitantes que eu irei vivenciar na vida, até hoje fico duro só de lembrar. Ele viu minha punheta, deu um sorriso meio safado e ainda falou pra mim "acelera logo aí, pô." enquanto me assistia descabelando o palhaço. Foi só ele falar isso que o meu tesão explodiu igual gasolina, eu acelerei a mão e num instante cheguei no ápice. Eu gozei litros de porra enquanto ele me assistia. Puta que pariu! Que orgasmo intenso do caralho! Ele não desviou o olhar por um segundo e quando eu tava todo mole depois de dar aquela jatada, ele ainda se ofereceu para buscar papel higiênico para eu me limpar.
Depois disso ocorreu mais uma situação com ele que também é uma bela história, mas essa daqui já ficou muito longa, então deixem aí nos comentários se gostariam de uma terceira e última parte.