
E se o maior tabu não fosse o desejo, mas a liberdade?
Confesso que esse é um dos cenários que mais me fascinam. Não pelo número de pessoas envolvidas, mas pela cumplicidade que a cena sugere.
Meu maior desejo é que um dia minha esposa se sinta completamente livre para viver os próprios desejos, sem o peso das amarras culturais que frequentemente confundem amor com exclusividade.
Para mim, a verdadeira segurança nunca nasceu do controle, mas da confiança. Talvez a lealdade seja muito mais profunda quando decorre de uma escolha livre do que quando depende da obrigação de seguir um modelo relacional previamente imposto.
E você? Acredita que um relacionamento se fortalece mais pela liberdade compartilhada ou pela exclusividade obrigatória?