r/u_BeatrizSub_ee_Dante

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Queremos conhecer rapazes com fantasias e desejos semelhantes aos nossos. O que faria se meu marido me entregasse a você? (leia o post inteiro, por favor)

O objetivo principal desta conta é conhecer pessoas com desejos parecidos com os nossos. Os relatos, fotos e descrições de fantasias servem para despertar o interesse.

Nós temos muito receio de sermos flagrados por algum conhecido, e raramente aprontamos aqui no Rio. Praticamente só "saímos da linha" durante nossas viagens. Mas meu marido quer que eu viva meus desejos e fantasias com mais frequência e, por isso, ordenou que eu buscasse rapazes a quem ele pudesse me entregar em outras cidades e outros estados. Mas eu devo achar pessoas que sintam tesão de verdade me submetendo às mesmas coisas a que meu dono me submete. Alguém que queira me despir completamente e me foder sempre que tiver vontade, mesmo em locais em que possamos ser flagrados. Alguém que sinta tesão me obrigando a usar roupas indecentes em lugares públicos e movimentados, e que deseje me exibir e me oferecer a outros homens, sejam eles estranhos, amigos ou até parentes.

Tem sido quase impossível encontrar rapazes que sintam tesão de verdade com essas coisas. Muitos dizem que "não curtem compartilhar". Eu mesma nunca teria a iniciativa de buscar outros homens. Não sou uma "hotwife", não sou uma "esposa liberada". Mas sou muuuito submissa, e poucos entendem que me oferecer a um estranho, no meu caso, não é compartilhar. É me tratar como propriedade, como um objeto. É me mostrar que tem poder sobre o meu corpo a ponto de decidir quem me come, quem usa camisinha ou não, quem goza dentro de mim ou não. Meu marido quer que eu sinta ainda mais prazer do que já sinto, e sabe que ser tratada assim me dá prazer.

Das poucas vezes em que, depois de muita conversa, realmente encontramos alguém com quem tivemos afinidade e desenvolvemos confiança, meu dono permitiu que eu viajasse a outros estados (alguns bem distantes), e todos os gastos com as minhas passagens, a minha hospedagem e todas as minhas demais despesas foram por nossa conta. É importante ressaltar isso, para deixar claro que não somos golpistas. Não queremos nada financeiro em troca.

Sabemos o quanto é difícil encontrar pessoas reais pela internet, mas já conseguimos algumas poucas vezes. E ainda não desistimos.

Agora me responda. O que faria se tivesse esse poder sobre o meu corpo? Me deixaria nua em público? Me foderia e permitiria que outras pessoas me vissem assim? Estranhos poderiam me tocar? Poderiam enfiar o pau na minha boceta e no meu cu? Com ou sem camisinha?

E os seus fetiches, as suas fantasias? Se eu fosse sua submissa, sua propriedade, me usaria para realizar quais dos seus desejos? Eu admito que não faço postagens sobre todos os meus, mas talvez você descubra mais alguns escondidos nos meus comentários.

Mesmo que não queira nada real comigo, se quiser bater papo, mande um "oi". Eu adoro conversar! 🥰

u/BeatrizSub_ee_Dante — 1 day ago
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Aqui está um pouquinho do nosso estilo de vida. (leia o post inteiro, por favor)

Resolvi fazer um post bem curto, para tentar me apresentar e falar um pouquinho do meu estilo de vida. É difícil, porque geralmente perco a mão e faço textos enormes, mas vou tentar ser sucinta.

Já tive outras contas aqui, mas acabo sempre me estressando com alguns babacas, mal educados e sem noção, e acabo apagando o perfil.

Meu nome é Beatriz, e Dante é meu marido, dono e senhor. Me descobri submissa com ele, e também com ele descobri a maior parte dos meus desejos, fantasias e fetiches.

Conheci o termo "free use" no Reddit, e talvez nosso estilo de vida tenha um pouco a ver com isso. O que me dá mais tesão é justamente a sensação de que sou propriedade do meu marido, um objeto que ele pode usar onde e quando quiser, e que pode exibir e emprestar a quem ele quiser.

Não tenho permissão para usar roupas em casa (a não ser que tenhamos visitas, obviamente), e uso apenas uma coleira de couro (para cães). Quando não estou trabalhando ou não tenho autorização expressa do Dante para fazer outras coisas (como conversar no Reddit), devo me comportar como uma cadela de verdade, sem falar, deitada ou sentada no chão, e só posso me deslocar de quatro. Mas é melhor deixar essa parte para outro post mais específico.

Quando deseja usar meu corpo, meu marido apenas olha para mim, estende a mão, e me ajuda a levantar. É o suficiente para que eu volte a me comportar como um ser humano, super ansiosa, porque sei que vou receber muito prazer.

Mesmo em lugares públicos, meu marido me deixa nua e me fode sempre que tem vontade. Praças, ruas desertas, parques, garagens comerciais. É óbvio que precisamos tomar algum cuidado e procurar cantinhos mais escondidos, para não sermos presos, mas não é tão raro que alguém me veja completamente nua, sendo fodida pelo meu marido. Não tem homem nenhum que me dê tanto prazer.

Meu dono também já me fez transar com estranhos, em lugares públicos, várias vezes. É comum, quando viajamos para lugares com praia, sairmos para caminhar de mãos dadas pelos quarteirões próximos à orla. Ele me faz usar apenas a parte de cima do biquíni e uma saída de praia que, na verdade, é uma microssaia que deixa parte do bumbum aparecendo, sem nada por baixo da saia. Entramos em todos os pequenos estabelecimentos, mercadinhos, mercearias, armarinhos, lojinhas de artesanato... Ele puxa assunto com o dono (às vezes é a única pessoa trabalhando na lojinha) ou com os funcionários. Quando eles são simpáticos, gentis e solícitos, ordena que eu me exiba de forma ainda mais explícita e permite que me toquem, que apertem e chupem meus seios, que enfiem os dedos na minha boceta e no meu cu, e até que me fodam. Já fui usada por estranhos atrás de arara cheias de roupas, atrás de gôndola de mercadinho...

Se meu marido percebe que o rapaz é bem inexperiente, permite que as brincadeiras sejam bem ousadas e "imprudentes". Dante diz que eu mudo totalmente quando noto que alguém é sexualmente inexperiente. Segundo ele, meu rosto, meu olhar, meus gestos, minha respiração e minha voz se alteram. Fico mais atenciosa e carinhosa. Ele diz que parece uma paixão de verdade, instantânea mas efêmera. Quando ele capta esses sinais, apenas diz "você sabe o que fazer". E eu sei que devo pegar aquele pau inexperiente de forma bem suave, passar entre os lábios da minha boceta, e deixar só a cabeça entrar e sair bem devagar, sem camisinha, por bastante tempo, enquanto beijo o rapaz de língua sem parar. À medida que a respiração dele acelera, eu deixo o pau entrar cada vez mais, sem parar de beijá-lo, até que ele goze dentro de mim. Nesses casos, geralmente meu marido permite que eu me encontre sozinha com o rapaz depois que ele sai do trabalho, que passemos a noite juntos e que nos encontremos outras vezes durante nossa estada na cidade.

Bem... Como já esperava, não consegui fazer um post curto 🤣. Nunca consigo 🤦🏻‍♀️.

Isso foi um pouquinho da minha vida. No geral, somos um casal bem normal. Temos nossas carreiras profissionais, parentes, amigos, hobbies, estudo... E procuramos nos comportar e ser bem discretos aqui onde moramos. Mas sempre tentamos aproveitar e aprontar bastante quando viajamos a outras cidades.

Eu adoro bater papo sobre desejos, fantasias e fetiches, e a única coisa que peço durante a conversa é gentileza, educação e que não peçam nem enviem fotos. Aguardo suas mensagens ☺️.

Beijos enormes para todos! ❤️🥰😘

u/BeatrizSub_ee_Dante — 10 days ago
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Meu marido já me emprestou a dois rapazes (irmãos), com quem morei por quase um ano. Foi um período muuuito intenso, em que permaneci sempre disponível para eles e para seus amigos. (leia o post inteiro, por favor)

Há cerca de dois anos, quando ainda usávamos o X/Twitter, conheci dois rapazes (irmãos) de outro estado, super educados e gentis, com fantasias e desejos quase idênticos aos nossos. Uma combinação perfeita.

Descobrimos bem rápido uma forte afinidade e começamos a trocar várias mensagens ao longo do dia (criamos um grupo no Telegram, para conversarmos os três juntos), que logo evoluíram e se tornaram planos sérios para um encontro real. Falávamos sobre os detalhes das aventuras e fantasias que desejávamos realizar juntos, das roupas, lingeries e biquínis que queriam que eu vestisse, e de questões práticas também.

Os dois moravam juntos, em uma casa com um quintal enorme, "emprestada" pelos pais, para que o mais velho ficasse mais perto da faculdade e do estágio. Queriam que eu me hospedasse com eles. A princípio, estava decidida a ficar num hotel, para que não tivessem gastos comigo, mas acabaram me convencendo pela praticidade e privacidade que teríamos na casa.

Em algumas semanas, criamos um novo grupo, em que incluímos dois amigos de infância do irmão mais novo, e estabelecemos algumas regras. Enquanto estivesse com eles, meus donos seriam os irmãos, e, regra geral, os amigos teriam permissão para me usar sempre que quisessem.

Pouco tempo depois, meu marido ordenou que eu viajasse para encontrá-los. Me organizei para ficar alguns dias, e estenderia minha estada se as coisas realmente funcionassem. Bem... Tudo deu muuuito certo. Alguns dias se tornaram semanas, que se tornaram vários meses. Quase um ano!

Logo na terceira semana, fui apresentada aos pais deles (e a vários outros parentes) como namorada do irmão mais velho. Todos foram maravilhosos comigo! Sempre me trataram muito bem, e nunca percebi qualquer incômodo com a diferença de idade ou com a intimidade que eu e meu "cunhado" demonstrávamos (assistíamos TV abraçadinhos no sofá, ficávamos de mãos dadas... o mesmo grude que eu tinha com meu "namorado oficial"). Eu era convidada para todas as festas e reuniões de família.

Quando estávamos só nós três, eu pertencia aos dois, sem hierarquia, e ambos me usavam e me disciplinavam sempre que desejavam. O quintal era minha segunda cama. Desde o início de nossas conversas pelo Twitter, eles ficaram loucos com a ideia de me ter como um pet de verdade. Acho que eu dormia no jardim em média duas vezes no meio da semana. E na maioria dos fins de semana.

Quase todos os dias, os dois amigos do meu dono mais novo nos visitavam e também me usavam. Às vezes passavam a noite. Antes que alguém pergunte, era comum que meus donos me comessem juntos. Não era raro ser fodida ao mesmo tempo pelo mais novo e seus dois amigos. Bem poucas vezes transei com os quatro juntos.

Nos encontros de família, meu "namorado oficial" adorava juntar os primos e sugerir jogos do tipo "verdade ou consequência". Por algum motivo qualquer, uma coincidência, uma ironia do destino 🙄😁, as prendas sempre envolviam me beijar, me tocar ou me morder em algum lugar inadequado 😁. Brincadeiras na piscina também invariavelmente se resumiam a me pegar, me agarrar e me imobilizar. Meus donos adoravam ver meu constrangimento, e eu admito que amava as sensações, o tabu e também a atenção que recebia. Acho que, durante aquele tempinho, fui a tia/prima favorita 🥰❤️.

Uma das coisas que mais dava tesão ao meu "cunhado" era me exibir e me compartilhar com outros amigos (além dos dois principais), e mostrar a eles o poder que tinha sobre mim. Ele me entregou a cada um de seus amigos, até que todos (ou quase todos) já tivessem me comido ao menos uma vez. Depois disso, começou a me levar a encontros regulares que eles faziam.

Ele e os amigos se reuniam para jogar jogos de tabuleiro, assistir à séries ou filmes, jogar videogame e bater papo. Eu nunca era a atração principal 🥹😁. Ficava o tempo todo nua, servia bebidas e petiscos, jogava e conversava com eles. Às vezes um deles me puxava para seu colo, beijava minha boca, e ficava brincando com minha boceta e meus seios, enquanto jogava ou assistia à TV. Quando um dos rapazes perdia uma rodada e saia da mesa, geralmente me pegava pela mão e me levava para o sofá ou para o quarto, para transarmos. Durante essas reuniões, raramente mais de um me fodia ao mesmo tempo. Eu era só mais um petisco 😁.

Era um bando maravilhoso, de jovens educados, gentis, estudiosos, tímidos e inexperientes. Um grupo de amigos nerds e bons moços. Eu fui a primeira mulher de quase todos (se não de todos). E sempre foram muito carinhosos comigo. Frequentemente um deles pedia ao meu dono mais jovem que me emprestasse para encontros a sós. Coisas simples como ir ao cinema e depois passear de mãos dadas (e namorar) numa praça à noite. Eu sou uma bobona romântica, e adoro programas assim. Só tomávamos algum cuidado com locais e horários, para não sermos vistos por algum parente dos meus donos.

Mesmo que tudo parecesse perfeito, a saudade do meu marido era quase insuportável. Eu vivia implorando que ele me visitasse. Algumas vezes consegui convencê-lo a viajar e passar alguns dias comigo. Ficar longe dele foi muito difícil. Mas, tirando essa saudade enlouquecedora, tudo foi maravilhoso. Muitas loucuras e aventuras. Muuuito carinho e chamego!

Nos dois últimos meses, tive um namorico com um dos primos dos meus donos. Os dois perceberam que ele começou a ficar chateado com os jogos de verdade ou consequência, e tentava me "defender" dos outros primos "abusados" e das prendas "inapropriadas" que escolhiam. Decidiram não fazer mais aquelas brincadeiras e ordenaram que eu me aproximasse do primo. Foi mais uma experiência incrível. Nunca transamos, mas eu amava os beijos apaixonados, amassos, e carinhos íntimos e salientes. Ficávamos assim por horas. Ainda mantemos contato, e eu devo viajar até o fim do ano para passar uma ou duas semanas só com ele.

Foi um ano absurdamente maravilhoso e intenso. Tão perfeito, que eu duvido que encontremos pessoas tão incríveis novamente. E tudo graças ao meu marido, dono e senhor, que me fez descobrir desejos que eu nunca havia imaginado antes, me incentiva a realizar todas as minhas fantasias, e nunca me julga, independente do quão depravados sejam meus fetiches.

u/BeatrizSub_ee_Dante — 10 days ago