Desejo e Febre ( estou sem ideia para título hoje ) realmente estou dodoi
Tô aqui deitada na cama, dodoi pra caralho. Febre baixa, corpo todo quente, cansada pra porra, nariz entupido e mal consigo falar direito. Mas minha bucetinha não respeita nada disso. Tá latejando, molhada, pedindo atenção.
Eduardo tem me mandado tantas fotos lindas esses dias… ele sem camisa, mostrando as tatuagens no ombro e braço, aquele olhar safado, pau marcando na cueca. Fico molhada só de olhar. E ele ama minha voz. Toda vez que mando áudio manhoso, ele responde: “Porra, adoro sua voz rouca e safada… me deixa louco”.
Ontem mandei um áudio gemendo baixinho: “Tô com febre mas tô molhada… vem me chupar?”. Ele respondeu quase na hora: “Tô saindo agora. Minha mulher dormiu. Prepara essa bucetinha que hoje eu vou te devorar direitinho”.
Quando ele chegou, abri a porta só de camisola preta transparente. Mal consegui falar de tão cansada, mas ele já me agarrou pela cintura e me deu um beijo tão gostoso.
— Caralho, você tá quente pra porra… mas essa voz rouca me deixou o dia todo com o pau duro — murmurou ele, apertando minha bunda.
Fomos pro sofá. Eu tava exausta, mas com tesão. Abri a calça dele, tirei aquele pau grosso e comecei a chupar devagar, babando tudo.
— Isso… chupa meu pau, safada. Adoro quando você geme com ele na boca.
Chupei com vontade, mesmo cansada, descendo fundo, fazendo barulho. Ele segurava meu cabelo ruivo e gemia.
Depois ele me deitou, abriu minhas pernas e mandou:
— Agora eu vou passar um tempão aqui embaixo. Abre bem pra mim.
Eu abri as coxas, cansada mas empinando a pelve. Eduardo mergulhou a cara na minha bucetinha quente.
— Hmmm… tá melada pra caralho mesmo com febre. Delícia.
Ele lambeu devagar no começo, depois chupou meus lábios com fome, enfiou a língua fundo e começou a dedar forte. Eu gemia rouca, voz fraca de cansaço:
— Ai Eduardo… chupa minha bucetinha toda… assim… não para, por favor.
Ele ficou um tempão. Chupava forte, sugava meu clitóris, metia três dedos abrindo minha buceta, depois descia e começava a lamber meu cuzinho. Línguadas molhadas, enfiando a língua dentro enquanto dedava minha buceta sem parar.
— Lambe meu cu… come ele com essa boca gostosa — pedi gemendo, voz rouca de febre.
Eduardo lambeu meu cu com fome, alternando bastante: chupava minha bucetinha toda, dedava fundo, depois voltava pro cuzinho, babando tudo. Eu tava um caos, cansada mas rebolando na cara dele, peitos grandes balançando. Gozei tremendo, apertando a cabeça dele.
— Porra… que boca safada… me fez gozar gostoso mesmo dodoi.
Ele levantou, pau latejando:
— Vira de ladinho. Quero comer essa bucetinha quente agora.
Virei de lado, empinei a bunda mesmo cansada. Ele encaixou atrás, levantou minha perna e enfiou tudo de uma vez.
— Aaaahhh… tá fundo demais… — gemi rouca.
— Bucetinha apertada e quente pra caralho — rosnou ele, metendo devagar no começo, depois mais forte, batendo na minha bunda. — Adoro quando você fala assim com essa voz manhosa.
Ele meteu bastante, apertando meus peitos, beliscando os bicos. Quando ia gozar, puxou o pau e subiu:
— Abre a boca, vadia. Quero borrar essa cara linda toda.
Abri a boca, língua pra fora, olhando pra ele com cara de puta cansada. Eduardo gozou forte, jatos grossos acertando minha língua, nariz, olhos e escorrendo pelos meus peitos grandes.
— Isso… toma toda minha porra… boa garota.
Ele passou o pau melado no meu rosto, espalhando tudo.
— Descansa agora, lindinha. Amanhã, se ainda estiver com febre, eu volto pra te chupar de novo e foder esse cu. Tô viciado nessa sua voz safada.
Fiquei lá, cara melada de porra, bucetinha e cuzinho pulsando, corpo quente de febre e cansaço, mas completamente satisfeita