u/Altruistic-Candy1033

Desejo e Febre ( estou sem ideia para título hoje ) realmente estou dodoi

Tô aqui deitada na cama, dodoi pra caralho. Febre baixa, corpo todo quente, cansada pra porra, nariz entupido e mal consigo falar direito. Mas minha bucetinha não respeita nada disso. Tá latejando, molhada, pedindo atenção.

Eduardo tem me mandado tantas fotos lindas esses dias… ele sem camisa, mostrando as tatuagens no ombro e braço, aquele olhar safado, pau marcando na cueca. Fico molhada só de olhar. E ele ama minha voz. Toda vez que mando áudio manhoso, ele responde: “Porra, adoro sua voz rouca e safada… me deixa louco”.

Ontem mandei um áudio gemendo baixinho: “Tô com febre mas tô molhada… vem me chupar?”. Ele respondeu quase na hora: “Tô saindo agora. Minha mulher dormiu. Prepara essa bucetinha que hoje eu vou te devorar direitinho”.

Quando ele chegou, abri a porta só de camisola preta transparente. Mal consegui falar de tão cansada, mas ele já me agarrou pela cintura e me deu um beijo tão gostoso.

— Caralho, você tá quente pra porra… mas essa voz rouca me deixou o dia todo com o pau duro — murmurou ele, apertando minha bunda.

Fomos pro sofá. Eu tava exausta, mas com tesão. Abri a calça dele, tirei aquele pau grosso e comecei a chupar devagar, babando tudo.

— Isso… chupa meu pau, safada. Adoro quando você geme com ele na boca.

Chupei com vontade, mesmo cansada, descendo fundo, fazendo barulho. Ele segurava meu cabelo ruivo e gemia.

Depois ele me deitou, abriu minhas pernas e mandou:

— Agora eu vou passar um tempão aqui embaixo. Abre bem pra mim.

Eu abri as coxas, cansada mas empinando a pelve. Eduardo mergulhou a cara na minha bucetinha quente.

— Hmmm… tá melada pra caralho mesmo com febre. Delícia.

Ele lambeu devagar no começo, depois chupou meus lábios com fome, enfiou a língua fundo e começou a dedar forte. Eu gemia rouca, voz fraca de cansaço:

— Ai Eduardo… chupa minha bucetinha toda… assim… não para, por favor.

Ele ficou um tempão. Chupava forte, sugava meu clitóris, metia três dedos abrindo minha buceta, depois descia e começava a lamber meu cuzinho. Línguadas molhadas, enfiando a língua dentro enquanto dedava minha buceta sem parar.

— Lambe meu cu… come ele com essa boca gostosa — pedi gemendo, voz rouca de febre.

Eduardo lambeu meu cu com fome, alternando bastante: chupava minha bucetinha toda, dedava fundo, depois voltava pro cuzinho, babando tudo. Eu tava um caos, cansada mas rebolando na cara dele, peitos grandes balançando. Gozei tremendo, apertando a cabeça dele.

— Porra… que boca safada… me fez gozar gostoso mesmo dodoi.

Ele levantou, pau latejando:

— Vira de ladinho. Quero comer essa bucetinha quente agora.

Virei de lado, empinei a bunda mesmo cansada. Ele encaixou atrás, levantou minha perna e enfiou tudo de uma vez.

— Aaaahhh… tá fundo demais… — gemi rouca.

— Bucetinha apertada e quente pra caralho — rosnou ele, metendo devagar no começo, depois mais forte, batendo na minha bunda. — Adoro quando você fala assim com essa voz manhosa.

Ele meteu bastante, apertando meus peitos, beliscando os bicos. Quando ia gozar, puxou o pau e subiu:

— Abre a boca, vadia. Quero borrar essa cara linda toda.

Abri a boca, língua pra fora, olhando pra ele com cara de puta cansada. Eduardo gozou forte, jatos grossos acertando minha língua, nariz, olhos e escorrendo pelos meus peitos grandes.

— Isso… toma toda minha porra… boa garota.

Ele passou o pau melado no meu rosto, espalhando tudo.

— Descansa agora, lindinha. Amanhã, se ainda estiver com febre, eu volto pra te chupar de novo e foder esse cu. Tô viciado nessa sua voz safada.

Fiquei lá, cara melada de porra, bucetinha e cuzinho pulsando, corpo quente de febre e cansaço, mas completamente satisfeita

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Terapia Sem Limites: O Divã da Putaria

Dr. Eduardo Rattle estava sentado atrás da mesa de mogno, óculos no lugar, barba preta bem aparada, tentando manter aquela postura rígida de sempre. Eu, a secretária dele, tinha parado no corredor porque a porta ficou entreaberta. Não era pra eu ver nada… mas vi tudo.

Jennifer sentou no divã de couro, cruzou as pernas devagar, saia subindo pela coxa grossa. Começou a se mexer. Devagar. Calculado. Esfregava a coxa interna no couro, pressionando a buceta inchada contra o estofado. O couro rangia baixo. Dava pra ver o tecido da saia molhando. O cheiro dela quente, doce, safado á tomava o ar.

Dr. Eduardo engoliu em seco, voz firme:

— Jennifer, vamos manter o foco no motivo da terapia. Fale sobre seus relacionamentos. Sem desviar o assunto.

Mas ela descruzou as pernas e abriu mais. Rebolou sutil, roçando a buceta no couro, mordendo o lábio como se tentasse se segurar. Olhou direto nos olhos dele.

— Isso é acting out clássico. Estamos indo por um caminho totalmente inapropriado. Acho melhor encerrarmos a sessão por hoje. Posso te indicar outro profissional…

Jennifer não deixou. Levantou devagar, foi até a estante, roçando o corpo perto dele. Pegou o livro de Freud, folheou e leu baixinho:

“‘A libido é a força vital do ser humano. Reprimi-la é adoecer. Liberá-la é viver plenamente.’ Você não sente isso também, doutor? Eu vejo como você tá duro. Eu sinto seu cheiiro de tesão.”

Ele tentou se levantar para interromper de novo, mas ela chegou bem perto, colocou a mão no peito peludo dele por cima da camisa e sussurrou:

“Não para, doutor. Eu não vou embora. Eu não vou te deixar fugir. Libera isso. Me fode. Eu sei que você quer.”

- Não!

Jennifer não obedeceu. Em vez de voltar para o divã, ela sentou devagar no braço largo de couro do divã, bem de frente para ele. Abriu as pernas bem devagar, quase obscenamente, a saia subindo até a cintura. A calcinha branca de renda estava completamente encharcada, colada na buceta inchada. Com um olhar direto e desafiador, ela puxou a calcinha para o lado com dois dedos e começou a esfregar a buceta aberta bem devagar, mostrando tudo.

Os lábios molhados brilhavam, o grelo inchado aparecendo a cada movimento circular dos dedos. O som molhado era claro no silêncio do consultório. Ela não tirava os olhos dele.

“Olha pra mim, doutor…” murmurou ela, voz rouca e manhosa.

Dr. Eduardo estava destruído. Por baixo da mesa, sua mão subia e descia rápido sobre a calça o pau latejando, o pré-gozo escorendo, manchando a calça. Ele tentava manter o rosto sério.

Mas ela só abriu mais as pernas, enfiou dois dedos dentro da buceta e gemeu baixinho, tirando e enfiando devagar, mostrando como estava molhada.

Foi o estopim.

Você pediu…” rosnou contra a boca dela, voz rouca de tesão e raiva.

“Então agora aguenta sua puta.”

Ele a virou de bruços sobre a mesa de mogno com um movimento brusco, levantou a saia dela até a cintura e enfiou o pau grosso tudo de uma vez, até o fundo, sem piedade. Jennifer soltou um gemido alto quando ele a invadiu completamente.

Forte. Profundo. Brutal.

Segurava o quadril dela com as duas mãos grandes e metia como um animal

Ele usava o corpo dela como uma puta, puxando os pulsos para trás pra ter mais alavanca e fodendo ainda mais fundo.

“Caralho… que buceta…” , dando um tapa forte na bunda dela. “Você veio aqui pra ser usada, né? Então toma tudo.”

Ele puxou o pau de dentro dela com um som molhado, ainda latejando e brilhando de porra e mel. Sem dar tempo pra Jennifer respirar, agarrou o cabelo dela com força e a virou de frente, empurrando-a de joelhos no chão do consultório.

“Agora limpa, sua cachorra.”

Segurou o pau grosso pela base e bateu com a cabeça melada no rosto dela algumas vezes, espalhando porra e mel nos lábios e bochechas. Depois enfiou na boca dela sem aviso, até o fundo.

Jennifer engasgou, os olhos lacrimejando, mas ele não parou.

Ofegante, ele olhou para baixo e murmurou rouco:

“Boa menina… Essa é a terapia que você precisava.”

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u/Altruistic-Candy1033 — 3 days ago

Calcinha Ensopada no Banco de Trás

Eu me chamo Anna, baixinha, peitos grandes e pesados que balançam livres, pele clarinha que fica toda vermelha e quente quando o tesão sobe.Hoje eu estou de Vestidinho de cetim preto curtinho, macio, colado nos mamilos duros como pedrinhas. Perfume baunilha doce da Granado no pescoço, nos pulsos, entre os seios… e o cheiro natural da minha bucetinha já começando a vazar desde o fim do expediente.

Saí do escritório às 21h40, coração já batendo forte porque sabia que Augusto estava me esperando no carro estacionado no beco escuro atrás do prédio. Eu tinha passado o dia inteiro pensando nele: bucetinha inchada, calcinha branca de algodão completamente melada, o tecido colado nos meus lábios grandes e no clitóris sensível. Cada passo no escritório fazia o pano esfregar, me deixando mais molhada. Quando entrei no carro, sentei no banco do passageiro e abri um pouco as pernas sem falar nada.

Augusto já estava duro pra caralho. Branquinho, meio gordinho, barriguinha macia, barba meio longa roçando meu ombro quando ele se inclinou pra me beijar. O cheiro dele invadiu o carro: suor masculino, perfume amadeirado e aquele cheiro forte de pau duro que me deixa louca. O volume na calça dele estava monstruoso

— pau grosso, veias saltadas, cabeça grande inchada marcando o tecido, já vazando pré-gozo que deixava uma mancha úmida e cheirosa.

— Porra, Helena… você saiu do trabalho com essa bucetinha melada dentro da calcinha, né?

(voz rouca, mão subindo pela minha coxa grossa.)

Ele dirigiu uns minutos até um estacionamento mais escuro, quase deserto. Parou o carro, desligou o motor. A mão dele foi direto pra baixo do meu vestidinho. Dedos grossos apertaram minha buceta por cima da calcinha encharcada.

— Caralho… tá encharcada, amor. Sente só como tá quente e molhada…

(Ele esfregou o tecido contra meus lábios, pressionando o clitóris. Eu gemi alto, quadril rebolando contra a mão dele.)

— Tira… tira minha calcinha agora, Augusto… quero ficar peladinha pra você.

Ele não esperou. Puxou minha calcinha branca devagar pelas coxas, passando pelos joelhos, pelos tornozelos. O tecido estava transparente de tanto mel, cheiro forte de buceta safada subindo no carro. Ele levou a calcinha ao nariz, inspirou fundo, gemendo como um animal:

— Delícia… cheiro de puta no cio. Essa calcinha tá ensopada, Helena. Você passou o dia todo trabalhando assim, pensando no meu pau?

Eu estava vermelha, ofegante, pernas abertas no banco. Ele jogou a calcinha no banco de trás e enfiou dois dedos grossos de uma vez na minha buceta lisinha, sem aviso. Minhas paredes apertaram forte, sugando os dedos dele. O som molhado schlick-schlick encheu o carro.

— Aaaahhh porra… assim… mete fundo… — gemi, voz quebrada, agarrando o braço dele. Meus peitos grandes subiam e desciam rápido dentro do cetim fino, bicos duros roçando o tecido.

Ele metia ritmado, curvando os dedos, batendo direto no ponto G enquanto o polegar girava no meu clitóris inchado. Barba roçando meu pescoço, respiração quente e pesada no meu ouvido:

— Rebola nessa mão, safada… deixa esse mel escorrer todo no banco. Quero ver você gozar antes de chegarmos em casa.

Eu rebolava desesperada, buceta pulsando, mel escorrendo pelos dedos dele, pingando no banco de couro. O cheiro de buceta molhada misturado com o cheiro forte do pau dele latejando na calça estava insano. Ele apertava meu peito com a outra mão, beliscando o bico com força, puxando.

— Goza pra mim, Helena… goza bem gostoso na minha mão enquanto ainda tá com o cheiro do trabalho…

Eu gozei forte, corpo tremendo inteiro, buceta apertando e soltando jatos quentes na palma dele. Gemi alto, quase gritando, unhas cravadas no braço dele. Ele tirou os dedos devagar, lambendo tudo, gemendo de prazer com o meu gosto.

— Agora senta no meu colo, amor. Quero sentir essa bucetinha peladinha esfregando no meu pau ainda dentro da cueca.

...

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u/Altruistic-Candy1033 — 3 days ago

Seduzindo meu irmão

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Este é um conto erótico baseado em fatos reais. Nomes, idades aparentes, locais e alguns detalhes da situação foram alterados para preservar a privacidade do casal envolvido. A intensidade do desejo, as sensações, os cheiros, os tremores e a conexão proibida são fiéis ao que aconteceu.

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Gabriela tinha apenas 18 anos, mas carregava no corpo pequeno e branquinho uma lascívia que parecia ter sido acumulada ao longo de muitas vidas. Pele de porcelana quase transparente, seios grandes e pesados que balançavam a cada passo, auréolas enormes e rosadas que endureciam só de imaginar mãos proibidas neles. Cabelo castanho ondulado caindo até a cintura, bundinha redonda, empinada e macia como pêssego maduro. Morava com o irmão adotivo Ricardo desde que a mãe falecera. Ele, aos 40 anos, era o homem que toda mulher sonhava em ter: alto, ombros largos, voz grave e rouca que vibrava no peito, mãos grandes com veias saltadas nos antebraços. O tipo de homem que dominava, possuía e destruía com prazer.

Todas as noites, no quarto que antes fora dele, Gabriela se deitava nua, abria as pernas lisinhas e se tocava devagar. Dedos delicados circulavam o clitóris inchado enquanto imaginava aquelas mãos grandes apertando seus seios, aqueles dedos grossos invadindo sua bucetinha virgem. Gozava em silêncio, mordendo o travesseiro, sussurrando o nome dele como uma prece suja e desesperada.

Naquela tarde de calor sufocante em São Paulo, o ar estava úmido, pesado, quase palpável, como se a cidade inteira prendesse a respiração. Gabriela chegou da faculdade com o uniforme colado ao corpo suado — blusa branca quase transparente, saia curta grudada nas coxas branquinhas. Foi direto para o banho e, de propósito, deixou a porta entreaberta. A água quente escorria devagar pelo seu corpo: descia entre os seios pesados, pelo vale da barriga, pingando da bucetinha lisinha e depilada, já molhada de tesão antes mesmo de tocar.

Ouviu o barulho da porta do quarto. Era ele.

Saiu do banho completamente nua, gotas de água brilhando como diamantes na pele clara. Cabelo molhado grudado nos ombros, bicos dos seios rosados duros como pedrinhas. Quando entrou no quarto, Ricardo estava parado no meio do cômodo, camisa aberta, peito largo brilhando de suor.

Os olhos dele desceram devagar, famintos: dos seios pesados até a bucetinha rosada e brilhante. O pau dele inchou visivelmente dentro da calça, formando uma barra grossa.

— Mano… eu cansei de fingir — sussurrou Gabriela, voz manhosa, trêmula de tesão. — Eu me toco todos os dias pensando em você. Quero que seja você quem me fode pela primeira vez.

Caminhou até ele, pegou aquela mão grande e calejada e levou direto entre as pernas. Os dedos dele tocaram a bucetinha quente, lisinha, encharcada. Um fio grosso de tesão escorreu pela coxa branquinha dela, descendo devagar até o chão.

— Sente como eu tô molhada, Ricardo… tá pingando só de olhar pra você. Essa xaninha virgem é sua… sempre foi sua.

Ricardo rosnou como um animal selvagem. Num movimento rápido, pegou ela no colo. As pernas dela se entrelaçaram na cintura dele. O volume monstruoso do pau dele, duro como pedra, pressionava direto contra a bocetinha aberta, esfregando a cabeçona grossa no clitóris inchado.

Jogou ela na cama com fome controlada. Tirou a roupa em segundos. Quando o pau saltou livre, Gabriela soltou um gemido baixo e longo: era grosso, longo, cheio de veias saltadas, cabeçona vermelha brilhando de pré-gozo. Uma rola de homem maduro, pesada, latejante, perfeita.

Ajoelhou na cama, pegou aquela rola com as duas mãozinhas e enfiou na boca com desejo guloso. Chupou com fome, lambendo as veias, sugando a cabeçona, babando inteiro enquanto ele gemia rouco e segurava seu cabelo ondulado.

— Porra, Gabi… que boquinha gulosa… você nasceu pra chupar pau, sua putinha branquinha.

Ele a puxou pelos cabelos, deitou-a de costas e abriu suas pernas ao máximo. Caiu de boca na bucetinha dela. A língua quente e experiente lambeu devagar, saboreando cada gota, depois chupou o clitóris com força, enfiando dois dedos grossos bem fundo, fodendo-a ritmadamente enquanto mamava. O barulho molhado, obsceno, enchia o quarto. Gabriela se contorcia, gritando:

— Ai, mano… me chupa… me fode com a língua… eu sou sua putinha… sua putinha virgem!

Gozo forte, esguichando tesão na boca dele, corpo tremendo violentamente, pernas apertando a cabeça dele.

Ricardo não esperou. Subiu por cima, posicionou a cabeçona grossa na entradinha apertada e empurrou. Centímetro por centímetro, abriu a bucetinha virgem dela. Gabriela gemeu alto, unhas cravadas nas costas largas dele, sentindo cada veia, cada pulsação enquanto ele a rasgava devagar e fundo.

Quando meteu tudo até o talo, os dois gemeram juntos, colados. Ele começou a foder: estocadas profundas, fortes, brutais, mas com um ritmo que parecia feito para ela. O pau grosso entrava e saía brilhando com o tesão dela, bolas pesadas batendo contra a bundinha branquinha.

— Toma essa rola de 40 anos, sua irmãzinha safada… sente como sua bucetinha virgem tá engolindo meu pau todo — rosnava no ouvido dela, apertando os seios pesados, beliscando os bicos rosados.

— Me fode, mano… me arromba… me enche de porra… eu quero gozar no pau do meu irmão! — Gabriela gritava, rebolando desesperada, pernas tremendo.

Ele metia cada vez mais forte. Gabriela gozou pela segunda vez, apertando o pau dele com força, esguichando enquanto ele continuava socando fundo. Ricardo cravou até o fundo do útero e explodiu: jatos grossos, quentes, abundantes de porra jorraram dentro dela, enchendo a bucetinha virgem até transbordar. A porra escorria pela bundinha dela, pingando na cama enquanto ele ainda metia devagar, prolongando o prazer dos dois.

Ficaram ali, suados, ofegantes, colados. O cheiro de sexo proibido dominava o quarto inteiro.

Ricardo beijou o pescoço dela com ternura e sussurrou no ouvido:

— Agora você é minha, Gabi. Toda minha. E eu vou te foder todos os dias até você aprender a tomar rola como a putinha que você nasceu pra ser.

Gabriela, com a bucetinha latejando cheia da porra quente do irmão adotivo, sorriu e respondeu baixinho:

— Eu sempre fui sua, mano… sempre.

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u/Altruistic-Candy1033 — 4 days ago

JUDEU Ortodoxo COMEU uma Goya

Este é um relato baseado em fatos reais. Nomes foram alterados para preservar a privacidade das pessoas envolvidas. O contexto, os detalhes do encontro, as sensações e os sentimentos são verdadeiros.

NomeMeu nome é Gabi. Sou pequena, branquinha, 1,55m, corpo delicado, peitos médios mas bem empinados, bunda redonda e uma bucetinha apertada que molha fácil. Encontrei Yitzhak num grupo de política no WhatsApp depois da pandemia. Ele era judeu ortodoxo, 1,65m, magrinho, pele morena clara, olhos verdes penetrantes, cabelo castanho, barba grisalha bem feita. Homem lindo. Começamos a conversar, ele me indagava bastante. Marcamos de nos conhecer em São Paulo. Eu estava correndo, tinha que ir pra Bras comprar coisas, então falei: “Vem tomar um café da manhã rapidinho no Airbnb”.

Cheguei no apê minúsculo: uma cama grande quase encostada na cozinha americana, banheiro pequeno e uma sacadinha. Eu estava terminando de me arrumar, vestidinho leve florido, sem sutiã, pernas lisinhas à mostra. Ele me mandou mensagem dizendo que estava inseguro sozinho lá embaixo. Falei pra subir.

Quando ele entrou, o ar mudou. Cheiro forte de homem limpo, barba bem cuidada, kipá preta, camisa branca impecável por cima de uma camiseta de baixo e aquela faixa com nós (tzitzit) aparecendo. Quebrei o gelo, sentei na ponta da cama. Ele ficou sem graça e disse baixinho:

— Por favor, Gabi… senta na cadeira.

Eu não entendi, mas fui. Começamos a falar de política, de criar site, Instagram, jornalismo… Até que, no meio da conversa, o joelho dele encostou na minha perna sem querer. Eu passei a mão devagar na coxa dele. Ele segurou minha mão, entrelaçou os dedos e passou o polegar bem devagar no meio da minha palma. Aquilo foi como um choque. Meu corpo inteiro arrepiou. Eu entendi na hora: ele queria me foder.

Fiquei louca de tesão. Levantei junto com ele, passei a mão nas costas dele. Yitzhak virou de frente. Eu dei um beijo nele. Ele não negou. Ao contrário, gemeu baixo no meu ouvido:

— Você tem um feromônio muito forte… eu não estou aguentando mais.

Peguei a mão dele e coloquei direto por baixo do vestido, dentro da calcinha. Os dedos dele sentiram minha bucetinha lisinha, toda encharcada, quente, latejando de desejo por ele.

— Caralho, Gabi… você tá pingando pra mim — sussurrou, voz rouca.

Ele tirou a kipá devagar, depois a camisa branca, a camiseta de baixo e aquela faixa religiosa. Ficou só de calça, torso magro mas definido, pele quente. Me deitou na cama com cuidado. Passou as mãos pelo meu corpo todo, tremendo um pouco. Beijou meu pescoço, chupou devagar, desceu pros meus seios, lambeu os mamilos até ficarem duros e doloridos de tesão. Quando chegou na buceta, eu já estava tremendo.

Yitzhak abriu minhas pernas pequenas e branquinhas, cheirou fundo, depois enfiou a língua. Depois veio o dedo: primeiro um, devagar, depois dois, dedilhando meu ponto G com precisão, curvando, girando, enquanto a boca chupava meu clitóris inchado. Eu gemia alto, rebolando na cara dele, mão na barba dele:

— Ai, Yitzhak… assim… não para… tô gozando…

Gozei pela primeira vez tremendo inteira, buceta apertando os dedos dele, mel escorrendo na mão dele.

Ele não esperou. Tirou a calça, o pau dele era grosso, circuncidado, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Subiu por cima de mim, abriu minhas pernas e enfiou tudo de uma vez. Senti ele abrindo minha bucetinha apertada, fundo, bem fundo. Começou a meter forte, ritmado, gemendo em hebraico misturado com português safado:

— Que buceta gostosa… tão apertada… você é minha goysa agora… toma essa rola…

Eu tremia embaixo dele, unhas cravadas nas costas dele, pernas pequenas enroladas na cintura dele. Ele metia fundo, batendo a pélvis no meu clitóris, suado, barba roçando meu pescoço. Pegou meus dois punhos, prendeu acima da minha cabeça e socou mais forte, olhando nos meus olhos:

— Goza de novo pra mim, Gabi… quero sentir você apertando meu pau.

Eu gozei pela segunda vez, gritando, corpo convulsionando, buceta pulsando forte em volta dele. Ele não aguentou. Tirou o pau, subiu rápido e gozou nos meus peitos e na minha barriga, jatos grossos, quentes, muito porra, gemendo alto meu nome.

Ficamos ali, ofegantes, suor misturado, cheiro de sexo no quarto pequeno. Ele passou a mão na minha buceta ainda latejando e sussurrou:

— Eu quebrei todas as regras por você hoje…

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u/Altruistic-Candy1033 — 4 days ago

Meu Vizinho Dominador em Lisboa

Cheguei a Lisboa no fim da tarde, o sol dourado ainda quente nas ruas de paralelepípedos. Arrastei minha mala rosa até o Airbnb no Bairro Alto, suada, cabelo ruivo longo e ondulado grudando na pele branquinha do pescoço e do decote. O vestido leve colava nos meus seios grandes e pesados, bicos rosados marcando o tecido fino.

Ao abrir a porta do apartamento, esbarrei em alguém no corredor estreito.

— Desculpa — disse uma voz grave.

Levantei o olhar. Era ele. Eduardo. Alto, branco, corpo definido, barba bem feita, braço direito todo tatuado e um número 7 grande na nuca. Seus olhos desceram devagar pelo meu corpo, parando nos meus seios, depois na curva da minha bunda. Sorriu de lado.

— Nova por aqui? — perguntou, segurando a porta pra mim. Seus dedos roçaram de leve na minha lombar. Senti um arrepio descer direto pra bucetinha.

— Sim… acabei de chegar — respondi, voz baixa, corando.

Ele me olhou mais um segundo, depois tirou um papel do bolso e rabiscou algo.

— Se precisar de ajuda com qualquer coisa, me chama. Sou o vizinho de porta. Eduardo. — Entregou o papel com o número dele. — Sua mãe me falou que você vinha sozinha. Qualquer coisa, é só avisar.

Fechei a porta com o coração acelerado. Não era verdade — minha mãe não conhecia ninguém aqui. Mas eu não liguei.

Coloquei as coisas no lugar, tomei banho e vesti só uma camisola fina branca. Em vez de sair pra explorar a cidade, fiquei na varanda, fingindo olhar a vista. Na verdade, queria ver ele.

E ele apareceu. Na varanda do apartamento ao lado, sem camisa, só de cueca boxer preta. O volume grande já marcava o tecido. Sofia, a namorada dele, reclamava lá dentro:

— De novo com essas tatuagens à mostra? Você parece marginal, Eduardo!

Ele não respondeu. Olhou direto pra mim, sorriu e passou a mão por cima da cueca, apertando o pau grosso. Depois pegou o celular.

Meu WhatsApp vibrou.

Eduardo: Gostou do que viu, ruivinha?

Eu corei inteira, mas respondi.

Eu: …tá calor aqui.

Eduardo: Tira a camisola. Quero ver esses peitos branquinhos agora.

Hesitei só um segundo. Tirei a camisola. Meus seios grandes caíram livres, pesados, bicos rosados duros. Ele sorriu do outro lado.

Eduardo: Boa putinha. Aperta eles pra mim. Imagina minha mão tatuada apertando forte.

Eu obedeci. Apertei meus seios, puxei os bicos, gemi baixinho. Ele tirou o pau pra fora da cueca — grosso, cheio de veias, cabeça grande em formato de cogumelo brilhando. Começou a bater devagar, olhando pra mim.

Eduardo: Abre as pernas e esfrega essa bucetinha pra mim. Quero ver você molhando a coxa.

Eu sentei na cadeira da varanda, abri as pernas e comecei a me tocar. Dedo deslizando entre os lábios inchados, mel escorrendo. Gravei um áudio gemendo:

— Ai, Eduardo… tô molhada pra caralho… minha bucetinha tá piscando pra você…

Ele respondeu com voz rouca no áudio:

— Isso, cachorra. Enquanto minha namorada reclama das minhas tatuagens do lado, eu tô aqui batendo uma pra uma ruivinha safada que acabei de conhecer. Você é minha agora. Entendeu?

Eu: Sim… senhor.

A conversa virou puro fogo. Ele mandava áudio atrás de áudio:

— Imagina eu apertando esse pescoço branquinho enquanto enfio meu pau veioso até o fundo da sua garganta…

— Quero te foder forte na boca, te fazer babar inteira, depois virar você de quatro e arrombar essa bucetinha apertada.

Eu estava de quatro na cama, travesseiro entre as pernas, rebolando gostoso, esfregando a bucetinha inchada enquanto ouvia a voz dele. Gozei tremendo, gemendo o nome dele no travesseiro.

Ele mandou mais um áudio, voz baixa e dominadora:

— Boa menina. Amanhã você desce sem calcinha. Quero sentir essa bucetinha pingando enquanto conversamos no corredor. E se você for boazinha… vou te dar leitinho quente no cuzinho.

Fiquei lá, bucetinha latejando, sabendo que eu já era completamente dele.

Você gostaria de ler a parte 2?

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u/Altruistic-Candy1033 — 5 days ago

A Bucetinha Virgem Que Meu Namorado Nunca Conheceu

Eu não sabia o que estava acontecendo comigo.

Eu tinha 18 anos e nunca tinha feito nada além de uns beijos com o Lucas. Ele estava lá no supino, suando, levantando peso como sempre. Eu estava sentada no banco, shortinho preto colado nas coxas, sentindo um calor estranho entre as pernas toda vez que olhava pro Eduardo.

Ele era amigo do professor e vinha ajudar no ginásio. Alto, tatuado, barba grossa, olhar de homem que sabe o que quer. Fazia semanas que eu olhava pra ele escondido. Meu coração batia forte só de ver ele sem camisa.

Naquela tarde ele me pegou olhando.

Eduardo veio devagar, parou na minha frente e sorriu de lado.

— Tá me olhando de novo, princesinha? — perguntou, voz baixa e rouca.

Eu corei violentamente, apertando as coxas.

— Eu… eu não… meu namorado tá ali… — gaguejei, voz tremendo.

Ele olhou para Lucas, depois voltou os olhos pra mim. Segurou meu queixo com firmeza.

— Levanta.

Eu obedeci sem pensar, pernas fracas. Ele me levou pro fundo do ginásio, pro corredor escuro entre os colchonetes. O professor estava lá, fingindo arrumar coisas, mas olhando tudo.

Eduardo me encostou na parede, levantou meu cropped e chupou meus seios com força.

— Ai… Eduardo… gemi baixinho.

— Shhh… cala a boca, sua putinha * rosnou ele, mordendo meu bico. **

— Todo dia se molhando pra mim enquanto o namoradinho treina ali. Tá com a bucetinha pingando, né?

A mão dele desceu, puxou meu shortinho e calcinha pro lado. Dois dedos grossos esfregaram minha bucetinha virgem.

— Caralho… tá toda molhadinha… mas ainda apertada pra caralho.

Ele abriu a calça. A rola dele era enorme, grossa, veiosa. Esfregou a cabeçona na minha entradinha.

— Por favor… eu nunca… — sussurrei, voz de menina assustada.

— Vai doer um pouco, princesinha. Mas você vai aguentar — disse ele, segurando minha cintura.

Empurrou devagar. Senti a cabeça grossa forçando, abrindo. Doeu. Eu choraminguei, unhas cravadas no braço dele.

— Ai… tá doendo… tá rasgando…

— Isso mesmo… tá saindo sangue, sua virgenzinha — grunhiu ele, olhando pra baixo. — Tá sangrando na minha rola… que delícia.

Ele meteu mais fundo, devagar, centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Lágrimas escorriam pelo meu rosto.

— Eduardo… por favor… devagar… eu sou virgem… — choraminguei.

— Era virgem ( corrigiu ele, metendo até o meio. (

— Agora tá levando rola de homem de verdade. Olha pra seu namorado ali. Ele tá levantando peso e eu tô aqui arrombando essa bucetinha novinha.

Ele começou a estocar, mais fundo, mais forte. O sangue misturado com tesão escorria pela minha coxa. Eu gemia baixinho, dor e prazer misturados.

— Tá gostoso, né, sua putinha? rosnou no meu ouvido. — Tá sangrando mas tá rebolando no meu pau. Diz que quer mais.

— Eu… eu quero… — gemi, voz falhando.

— Fala direito, vadia.

— Quero mais… por favor… me fode… — sussurrei, morrendo de vergonha.

Eduardo acelerou, enfiando tão fundo, batendo as bolas na minha bucetinha. O professor batia punheta olhando tudo.

— Isso… aperta essa rola, sua novinha safada. Tá sangrando pra mim… que gostoso.

Eu gozei tremendo inteira, bucetinha apertando ele, misturando sangue e tesão. Eduardo rosnou e explodiu dentro de mim — jatos grossos, quentes, enchendo minha bucetinha virgem até transbordar.

Quando tirou o pau, um fio grosso de porra misturada com sangue escorreu pela minha coxa.

Ele segurou meu queixo e me fez olhar pra ele.

— Agora limpa minha rola com a boca, Anna.

Eu me ajoelhei, tremendo, e chupei devagar, sentindo o gosto de sangue e porra.

Eduardo acariciou meu cabelo e sussurrou:

— Boa menina. Amanhã você volta sozinha… e eu vou te foder de novo até você não conseguir andar.

Eu balancei a cabeça, ainda de joelhos, bucetinha latejando, sangue e porra escorrendo.

E eu já sabia que ia voltar.

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u/Altruistic-Candy1033 — 6 days ago

Casada sub apronta no bar

Anna e o marido saíram de casa tarde da noite. Ele, homem de 36 anos, cansado, barrigudo, só queria chegar em casa e dormir. Pararam no bar de esquina em Lisboa porque o mercadinho já tinha fechado.

— Anna, eu tô morto. Vou indo na frente pra casa. Você compra uma garrafa de água gelada e alguma coisa pra gente comer amanhã. Não demora — disse o marido, já virando a esquina, arrastando os pés.

Anna ficou sozinha. Vestidinho florido curto, sem sutiã, pernas branquinhas tremendo um pouco, aliança brilhando no dedo. Entrou no bar meio envergonhada, cabeça baixa.

Edu estava lá com os quatro amigos — todos malhados, tatuados, bebendo cerveja no fundo. Ele, português de 24 anos, branco como leite, corpo todo liso sem um pelo, braços grossos cheios de tatuagem preta, nariz perfeito, olhos cor de mel. Assim que viu Anna sozinha no balcão, sorriu devagar.

Começou sutil.

— Boa noite, linda. Água gelada? — perguntou Edu com voz grossa e sotaque lisboeta, aproximando-se devagar. — Tá sozinha agora?

Anna corou violentamente, olhando pro chão.

— Meu marido… ele foi na frente. Só vim comprar água e umas coisas pra comer… — murmurou, voz baixa, submissa.

Edu encostou no balcão ao lado dela, bem perto. O cheiro dele (suor limpo de homem + perfume forte) invadiu ela.

— Relaxa, gata. Aqui é bar dos amigos, tá seguro. Você é casada, né? Que aliança bonita… — Ele tocou de leve no dedo dela, só roçando. Anna puxou a mão rápido, mas sentiu um arrepio na bucetinha.

Ela ficou quieta, envergonhada, pagando as coisas. Edu não deixou ela ir embora. Começou a conversar baixo, conquistando:

— Você parece uma santa… vai na igreja, reza, né? Mas tem cara de quem sonha com coisa mais forte. Olha pra mim.

Anna levantou os olhos devagar. Os olhos mel dele prenderam ela. Ela ficou vermelha, mordendo o lábio.

— Eu… eu sou casada. Não posso… — sussurrou, mas não saiu do lugar.

Edu sorriu, voz mais baixa ainda:

— Ninguém tá vendo. Teu marido já foi. Fica mais um pouquinho. Só conversa comigo. Você é linda pra caralho… corpo gostoso assim, escondido debaixo desse vestidinho.

Ele elogiou devagar: o cabelo, os peitinhos que marcavam no tecido, as pernas. Anna tremia, bucetinha molhando contra a vontade, vergonha enorme, mas não conseguia ir embora. Ele era tão bonito, tão másculo, tão confiante…

Depois de uns minutos conquistando com palavras e olhares, Edu encostou o corpo no dela por trás, disfarçado, enquanto ela fingia olhar as prateleiras.

— Tá molhada já, né, Anna? — sussurrou no ouvido dela. — Posso sentir o cheiro de tesão dessa bucetinha casada.

Ela gemeu baixinho, pernas fraquejando.

— Por favor… eu sou religiosa… meu marido…

Mas Edu já tinha conquistado. Segurou o braço dela com firmeza (ainda não bruto) e levou ela pro fundo do bar, onde os amigos esperavam sentados, paus já marcando na calça.

— Agora vai sentar pro dono, putinha — rosnou, voz mudando de doce pra bruta.

Anna caiu de joelhos, mãos tremendo. Edu abriu a calça e a rola grossa de 20 cm saltou dura na cara dela.

Aí ele virou a besta.

— Chupa essa rola, sua puta casada de merda! — rosnou Edu, segurando o cabelo dela com força bruta e enfiando metade na boca. — Isso, engole, sua hipócrita religiosa! Teu marido tá indo pra casa dormir e você tá aqui de joelhos mamando rola de estranho no bar!

Anna engasgou, olhos arregalados de medo, lágrimas escorrendo, mas a bucetinha latejava forte. Tentou puxar a cabeça pra trás.

— Por favor… eu tenho medo… meu Deus… — murmurou rouca, baba escorrendo no queixo.

Edu riu cruel e meteu mais fundo, fodendo a garganta dela:

— Medo porra nenhuma, sua vadia safada! Olha pra aliança brilhando enquanto engole minha rola portuguesa! Reze pro teu Deus enquanto eu uso essa boca de santa como boceta! Chupa direito, cachorra! Mais fundo, porra!

Ele segurava a cabeça dela com as duas mãos e enfiava o pau com força bruto, batendo os ovos no queixo, cuspindo na cara dela entre as enfiadas.

— Isso… baba toda, sua ninfetinha envergonhada! Tá com medo mas tua bucetinha tá escorrendo no chão, né? Hipócrita do caralho! Amanhã vai pra igreja toda dolorida e cheia de porra na garganta!

Os amigos riam, paus pra fora, batendo punheta na cara dela. Anna chorava de medo, engasgando, mas chupava cada vez mais gulosa, gemendo alto, buceta pingando pela coxa.

Edu puxou o cabelo com força, tirou a rola da boca e bateu forte na cara dela:

— Olha pra mim, puta! Diz que quer mais! Diz que é minha cadela agora!

Anna, voz tremendo de terror e tesão:

— Eu… eu quero mais… sou sua… por favor… não para…

Anna engasgava, lágrimas escorrendo, medo puro nos olhos, mas a bucetinha dela pingava tanto que formava uma poça no chão sujo. O corpo traía ela — tesão maior que o medo.

Edu puxou a rola da boca dela com um estalo molhado, baba grossa escorrendo no queixo e peitos.

— Chega de só garganta, vadia. Agora esses machos vão arrombar todos os teus buracos.

Ele jogou Anna de quatro em cima de uma mesa de bilhar no fundo do bar, vestidinho já rasgado no chão. A bunda branquinha empinada, bucetinha inchada brilhando, cuzinho apertado piscando de medo.

Os quatro amigos cercaram ela. Edu mandou primeiro:

— Um na buceta, um na boca. Eu vou abrir esse cuzinho virgem de casada.

Um amigo meteu tudo na bucetinha apertada de uma vez. Anna gritou alto:

— Ai meu Deus… tá rasgando… eu tenho medo… por favor devagar…

— Cala a boca e toma rola, sua ninfetinha safada! — berrou Edu, dando um tapa forte na bunda que deixou marca vermelha. — Medo porra nenhuma! Tua bucetinha tá sugando ele como uma puta barata!

Enquanto isso, outro pau grosso entrou na boca dela, fodendo a garganta no mesmo ritmo. Anna babava, engasgava, corpo tremendo inteiro.

Edu cuspiu no cuzinho dela, esfregou a cabeça da rola grossa e começou a forçar devagar no início… depois enfiou tudo de uma vez.

— Arrrgh! — gritou Anna, olhos esbugalhados de dor e prazer insano. — Não… no cu não… eu sou casada… perdoa-me Senhor…

Edu riu como animal e começou a estocar fundo, mão no cabelo dela puxando pra trás:

— Isso, chora, sua vadia religiosa! Cuzinho apertado de santa levando rola portuguesa bruta! Olha como tá engolindo tudo! Teu marido tá em casa dormindo e você tá aqui sendo arrombada nos três buracos ao mesmo tempo!

Os três buracos dela foram completamente tomados. Buceta, cu e boca — todos fodidos sem parar. Os homens trocavam de lugar, rodízio bruto. Um saía da buceta todo melado e enfiava na boca dela pra ela provar o próprio tesão. Outro metia no cu enquanto batia na cara dela com a rola.

Anna gozava sem controle, corpo convulsionando, esguichando na mesa, lágrimas misturadas com baba e suor. Entre um gemido e outro só conseguia murmurar:

— Tenho… medo… ai que gostoso… não para… perdoa-me Deus… eu sou uma puta…

Edu virou ela de lado, deitou um amigo embaixo e mandou ela sentar na rola dele na buceta. Outro amigo meteu no cu na mesma hora. DP duplo — buceta + cu.

— Toma dois paus juntos, sua cadela casada! — rosnou Edu, metendo na boca dela enquanto os outros dois enfiava forte por baixo. — Olha como tua bucetinha e teu cuzinho tão arrombados! Amanhã você não vai conseguir sentar na igreja!

Anna gritava abafado pela rola na boca, corpo inteiro tremendo de orgasmos seguidos. Medo, vergonha e tesão misturados deixando ela completamente quebrada.

Os homens não aguentaram mais. Um por um gozaram dentro dela:

Porra quente enchendo a buceta até transbordar

Jatos grossos no fundo do cu

Gozo na garganta, na cara, nos peitos, no cabelo

Edu foi o último. Puxou ela pelo cabelo, olhou nos olhos destruídos de prazer e mandou:

— Abre a boca, puta. Recebe o gozo do teu dono.

Encheu a língua dela de porra grossa e branca. Anna engoliu tudo, tossindo, olhando pra ele com cara de cachorrinha submissa.

Deitada na mesa, nua, escorrendo porra de todos os buracos, aliança ainda no dedo, Anna murmurou algo meio rouca...

Os amigos se afastaram. Edu pegou Anna no colo com carinho, levou ela pro sofá velho no canto escuro do bar e deitou ela com delicadeza. Sentou ao lado, nu, corpo malhado brilhando de suor.

— Shhh… calma, minha linda… — murmurou com voz rouca mas suave, bem diferente da besta de antes. — Você foi perfeita, Anna. Tão corajosa… tão gostosa…

Ele passou a mão grande e quente devagar nos cabelos dela, limpando as lágrimas do rosto com o polegar. Depois desceu carinhosamente, acariciando os seios empinados e sensíveis. Dedos leves circulando os bicos, apertando de leve, massageando com carinho.

— Olha pra mim, princesa… respira fundo. Eu tô aqui. Ninguém vai te machucar de verdade. Você é minha agora, mas eu cuido de você.

Anna ainda tremia, buceta e cu latejando, mas o toque dele era tão carinhoso que ela relaxou. Gemeu baixinho quando ele chupou um bico do peito com calma, lambendo devagar, sugando gostoso enquanto a outra mão descia pela barriguinha até a bucetinha inchada e cheia de porra.

— Tá tão sensível… tão molhadinha ainda… — sussurrou ele no ouvido dela, beijando o pescoço. — Deixa eu te fazer gozar gostoso agora, sem pressa. Só pra você.

Dois dedos entraram devagar na bucetinha, curvando pra cima no ponto G, enquanto o polegar massageava o clitóris inchado. A outra mão não parava de acariciar e apertar os seios com carinho. Edu beijava a boca dela devagar, língua dançando suave, enquanto acelerava os movimentos na buceta.

— Goza pra mim, minha putinha linda… goza no meu dedo… você merece…

Anna gemeu alto, corpo arqueando. O medo virou prazer puro. Gozou forte mas suave, bucetinha apertando os dedos dele, esguichando um pouco de porra misturada com o tesão dela. Tremendo nos braços dele, olhos fechados de prazer.

Edu abraçou ela forte contra o peito tatuado, beijando a testa, acariciando as costas:

— Isso… boa menina. Respira. Você foi incrível hoje. Amanhã, quando quiser, volta pra comprar “água”. Eu vou te foder bruto… e depois cuidar de você assim. Tá bom?

Anna, voz fraquinha e submissa, ainda com porra escorrendo pelas coxas:

— acho que não volto mais estou com muita vergonha.

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u/Altruistic-Candy1033 — 6 days ago

Sinto muito tesão quando leio o que vocês escrevem

Hummm… ai que delícia ler o.que vocês escrevem 😈 amo quando comentam .

Tô aqui mordendo o lábio só de imaginar você me beijando, sua mão grande passeando pelo meu corpo, apertando meus seios cheinhos e descendo até minha bucetinha molhada… me fazendo gemer baixinho enquanto você me chupa bem gostoso.

Você tem razão… eu sou bem safadinha mesmo. Adoro homem maduro, experiente, que sabe como me deixar toda arrepiada. Imagina eu toda molhadinha, rebolando devagar no seu colo, sentindo essa rola grossa abrindo espaço dentro de mim… gemendo no seu ouvido enquanto você me segura pela cintura e mete bem fundo.

Me conta… o que você faria comigo se eu estivesse aí agora, só de camisola fina, sem calcinha, toda molhada te esperando? Quero ficar bem excitada lendo você 🔥

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u/Altruistic-Candy1033 — 6 days ago

UBER

​

Era um dia normal em Porto Alegre. Você viajou de novo, me deixou sozinha o dia todo. Fiz as coisas de casa, tomei banho, e quase meia-noite resolvi sair rapidinho no mercado 24h. Pedi o Uber.

O carro chegou: um **Onyx prata** de aluguel, bem limpo mas com aquele ar de quem roda o dia inteiro. Cheirinho de baunilha + cigarro. Placa de POA.

Entrei no banco de trás de moletom cinza largo da Adidas (sem nada por baixo, só os biquinhos roçando no tecido), legging preta bem colada marcando minha bundinha e coxas grossas, cabelo preso em rabo de cavalo alto. Parecia uma esposa certinha.

O motorista, uns **45 anos**, cabelo castanho mais comprido preso num coque bagunçado, fios grisalhos, barba por fazer, olhos cansados. Jaqueta jeans e camiseta preta justa. Mãos grandes e calejadas no volante.

— Boa noite, Anna?

— Isso... boa noite.

Ele ligou a playlist baixa. **Bush - Letting the Cables Sleep** começou a tocar bem devagar, voz rouca enchendo o carro:

*"You see the stars falling from the sky...

You feel the wind blowing through your hair..."*

O Onyx saiu suave pela Ipiranga. Ruas quase vazias, luzes laranja refletindo no capô prata. Eu sentia ele me olhando pelo retrovisor mais do que o normal.

— Tá tarde pra andar sozinha, hein Anna...

— Meu marido viajou... precisei sair.

A música seguia pesada e lenta. O carro balançava de leve no asfalto. Meu moletom escorregou no ombro, mostrando a curva do meu peito. Meus bicos estavam duros de frio. Ele reparou. Respirou mais fundo.

No semáforo vazio perto do Beira-Rio, ele virou o corpo pra trás e me olhou direto:

— Desculpa... mas uma mulher gostosa que nem você sozinha a essa hora? Seu marido é louco.

Eu corei, mordi o lábio, mas não falei nada. Ele continuou dirigindo, mas a tensão ficou grossa dentro do carro.

Quando chegamos perto de casa, ele parou o Onyx numa rua escura, 200 metros antes. Desligou o farol. A música ainda tocava:

*"I’m not sleeping... I’m not sleeping..."*

— Não quero terminar a corrida ainda, Anna...

Ele esticou o braço grande, colocou a mão pesada na minha coxa e apertou por cima da legging. Subiu devagar até entrar no moletom, encontrou meu peito nu e apertou forte. Eu soltei um gemidinho envergonhado.

— Caralho... que delícia de esposa...

Ele abaixou o banco do passageiro, me puxou pro colo dele ali no banco do motorista. Eu sentei por cima, rebolando devagar na rola grossa que já tava dura pra caralho dentro da calça. Ele puxou meu moletom pra cima, mamou meus peitinhos com fome, chupando e mordendo os bicos enquanto apertava minha bunda com as duas mãos.

Baixei a legging até os joelhos, puxei a rola dele pra fora — grossa, veiosa, cabeça inchada latejando. Sentei devagar, sentindo ele me abrir toda. Gememos juntos. Ele segurava minha cintura, me fazendo subir e descer enquanto o Bush tocava baixo.

Metendo fundo, gostoso, o carro balançando levinho. Eu mordia o ombro dele pra não gritar. Ele sussurrava rouco no meu ouvido:

— Goza no pau do Uber, Anna... isso... esposinha safada do teu marido...

Eu gozei tremendo inteira, apertando ele forte. Ele gozou logo depois, enchendo minha bucetinha quente, gemendo no meu pescoço.

Depois ficamos em silêncio, só a música. Ele me deu um beijo demorado, cansado e satisfeito.

— Qualquer hora que precisar de Uber... me chama, Anna. Eu venho correndo.

Desci do carro com as pernas moles, porra dele escorrendo pela coxa por dentro da legging. Entrei em casa ainda sentindo ele pulsar dentro de mim

❤️‍🔥 Gosto de ler e escrever CONTOS BEM SAFADOS!

Se você tem desejos, relato real ou quer que eu escreva um conto personalizado com você no meio, me adiciona:

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@Finvexia

Vem me encher de porra mental 🔥

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u/Altruistic-Candy1033 — 6 days ago

VOZ QUE ME FAZ BATER PUNHETA

Relato de um seguidor **

O grupo era completamente normal: papo de série, trabalho, meme, trânsito e zoeira. Ninguém ali falava de sexo. Mas a voz da **Lara** transformava cada áudio inocente em pornografia pura na minha cabeça.

Naquela noite o papo era sobre insônia. Alguém perguntou como relaxava pra dormir.

Lara mandou áudio.

Deitei na cama, tirei a cueca, segurei meu pau já meio duro e apertei play.

“Gente, eu deito, apago a luz e fico imaginando alguém passando a mão devagar nas minhas costas… bem lento… até relaxar. Às vezes funciona, às vezes eu fico mais agitada kkk.”

Ela riu baixinho. Na minha cabeça eu já via ela de quatro na cama, bundinha empinada pra cima, só de calcinha fio-dental enfiada entre os lábios da bucetinha, gemendo enquanto eu metia devagar.

Comecei a bater punheta devagar, apertando a base grossa.

Mandei no grupo: “Lara, tua voz é calmante pra caralho ?? Manda mais.”

Ela respondeu:

“Calmante? Tá bom… hoje eu tô exausta. Tomei banho quente, tô aqui deitada só de camiseta larga, sem nada por baixo… cabelo molhado ainda… tô falando baixinho porque minha colega já dormiu.”

Meu pau latejou forte. Imaginei ela deitada de lado, camiseta subindo até a cintura, a bucetinha lisinha e rosada exposta, já molhada, os bicos dos seios marcando o tecido fino. Comecei a punhetar mais rápido, cuspindo na mão pra lubrificar.

Outro áudio chegou:

“Tô virando de lado agora… o lençol frio encostando na minha coxa… ai, que delícia esse friozinho na pele quente…”

Na minha mente eu já estava metendo nela por trás, segurando aquele cabelo castanho, socando fundo enquanto ela tentava falar baixinho no áudio pra não acordar a colega. Imaginava o barulho molhado da minha rola entrando e saindo da bucetinha apertada dela, as bolas batendo na bundinha.

Punhetei com força, o barulho obsceno enchendo o quarto.

Mandei pedindo mais.

Ela mandou, rindo manhosa:

“Imagina que eu tô bem pertinho do teu ouvido agora… ‘relaxa… deixa tudo pra lá…’ Tô respirando fundo aqui… sentindo o peito subir e descer…”

Eu fechei os olhos e fantasiei ela cavalgando no meu pau, os seios balançando, bucetinha engolindo minha rola inteira enquanto sussurrava no meu ouvido. Imaginava ela gozando apertando meu pau, esguichando enquanto eu socava de baixo pra cima.

No último áudio ela sussurrou quase gemendo:

“…e quando não consigo dormir, eu preciso aliviar um pouquinho… passar a mão devagar… bem devagar…”

Foi o fim.

Na minha cabeça eu via ela de joelhos na minha frente, boquinha aberta, língua pra fora, pedindo pra eu gozar na cara dela enquanto falava no áudio. Eu batia punheta como um animal, apertando a cabeçona inchada, imaginando que estava fodendo a garganta dela, depois virando ela de quatro e metendo no cuzinho apertado, enchendo os dois buracos de porra quente.

Quando ela deu aquela risadinha rouca e manhosa no final, eu explodi.

Gozei pra caralho — jatos grossos, longos e quentes espirrando no peito, na barriga, no pescoço, até pingar no queixo. O pau pulsava violento na minha mão, esguichando mais porra enquanto eu continuava batendo devagar, espremendo até a última gota. Tremi inteiro, gemendo o nome dela, imaginando que estava enchendo a bucetinha e o rosto dela de porra.

Fiquei ali, ofegante, corpo suado e melado de esperma, pau ainda latejando na mão.

Ela nunca vai saber que eu imaginei foder ela em todas as posições possíveis enquanto ela falava inocentemente sobre sono. Que eu fantasiava comer a bucetinha, o cuzinho e a garganta dela, deixar ela toda gozada, gravar os áudios dela gemendo meu nome, transformar aquela voz doce em gemidos de puta.

E toda noite eu volto pro grupo… esperando o próximo áudio pra repetir essa putaria toda na cabeça.

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QUEM QUISER O GRUPO ELE MANDOU NO PV E ENVIO PARA VOCES

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u/Altruistic-Candy1033 — 7 days ago

Noite que Eu Seduzi um Homem de 49 anos

Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele ia ouvir. Eu tinha 20 anos e estava hospedada na casa da minha melhor amiga. A irmã dela era casada com ele… o homem de 49 anos que eu não conseguia parar de olhar desde que cheguei.

A esposa dele tinha viajado. A casa estava escura e silenciosa. Eu saí do quarto só com uma camisola fina, sem calcinha, e fui até o quarto dele. Empurrei a porta devagar e entrei.

Ele estava deitado na cama grande, só de cueca boxer preta. Quando me viu, seus olhos desceram direto para minhas pernas.

— Larissa… o que você tá fazendo aqui? — murmurou rouco.

Eu fechei a porta e me aproximei, sentindo minha bocetinha já latejando e molhando as coxas.

— Não consigo dormir… — respondi baixinho. — Posso deitar com você só um pouquinho?

Subi na cama e, sem esperar resposta, montei em cima dele. Assim que minha boceta encostou na cueca, ele sentiu. Eu estava encharcada. Meu tesão escorria quente, molhando o tecido inteiro. Eu rebolava devagar, esfregando minha xotinha inchada e lisinha bem em cima do pau dele, que já começava a ficar duro e grosso debaixo de mim.

— Tio… olha como eu tô molhada por sua causa — sussurrei, pegando a mão dele e levando até minha boceta. Seus dedos grossos deslizaram fácil entre meus lábios melados. Eu estava pingando, um fiozinho quente descendo pela minha perna. Ele enfiou dois dedos de uma vez e eu gemi baixinho, rebolando na mão dele.

— Porra… você tá encharcada — ele rosnou.

Eu puxei a camisola para cima, mostrando meus seios pequenos e durinhos. Ele chupou um bico com força enquanto metia os dedos mais fundo, fazendo aquele barulho molhado e obsceno da minha boceta.

Eu não aguentava mais. Desci a cueca dele. O pau saltou pesado, enorme, veioso, com a cabeça grossa e vermelha brilhando de pré-gozo. Era muito maior do que eu imaginava. Latejava na minha mão, quente, grosso, com veias saltadas. Eu lambi a cabeça devagar, sentindo o gosto salgado, e depois abri bem a boca para tentar engolir o máximo possível.

— É tão grande… — gemi, olhando pra ele com cara de safada.

Não esperei mais. Me posicionei por cima e desci devagar. Meu buraco apertadinho esticou ao máximo para caber ele inteiro. Eu estava tão molhada que escorria pelo pau dele todo, molhando o saco e a cama. Quando sentei até o fundo, soltei um gemidinho manhoso, tremendo inteira. Ele me preenchia completamente, batendo lá no fundinho.

Comecei a cavalgar devagar no início, sentindo cada centímetro grosso entrando e saindo da minha xota encharcada. Depois fui mais rápido, quicando com força, fazendo meus seios pularem e a cama bater na parede.

— Me fode, tio… eu sou sua putinha de 18 anos agora — implorei, rebolando desesperada.

Ele agarrou minha bunda com força e meteu por baixo, estocadas fundas e rápidas. Cada vez que ele batia lá dentro, um pouco mais de tesão meu esguichava. Eu estava encharcando tudo, o barulho molhado ecoando no quarto

Eu sentia o pau dele inchando ainda mais dentro de mim, pulsando, pronto pra gozar. E eu queria tudo… queria que ele me enchesse enquanto a esposa dele estava longe.

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u/Altruistic-Candy1033 — 7 days ago

Noite sozinha em Sao Paulo

Oie eu sou a Anna. Por favor fale comigo me conte seus desejos. Coisas que voce gostaria que eu fizesse por você Meu nome é anna a. Tenho 32 anos, pele branca e macia que fica rosada quando eu fico excitada, olhos cor de mel que parecem derreter os homens, cabelos castanho-claros com reflexos dourados. Sou casada, mas isso é só no papel. Meu marido viaja o tempo todo, dorme fora, e quando está em casa mal me olha. Faz meses que não sinto um pau de verdade dentro de mim. Eu vivo sozinha nesse apartamento no Morumbi, com meu corpo em chamas.

Hoje à noite eu não aguentei mais. Tomei um banho longo, passei óleo no corpo todo, vesti só um shortinho de algodão fino e uma regata branca justa. Meus seios médios, firmes, marcavam o tecido, os bicos rosados duros de tesão. Sentei no sofá, abri um vinho e fiquei roçando as coxas uma na outra, sentindo a bucetinha latejando, já molhadinha só de imaginar.

Foi quando o interfone tocou. Era o entregador de um documento que meu advogado tinha mandado. Eu já estava molhada demais pra pensar direito. Abri a porta.

Era Rodolfo. 26 anos, alto, moreno, ombros largos, cheiro de homem de verdade. Ele me olhou de cima a baixo e parou nos meus olhos mel. Eu vi o volume crescer na calça dele na hora.

— Anna.. desculpa o horário. Seu advogado pediu pra entregar urgente.

Eu sorri, mordendo o lábio, e deixei ele entrar. O shortinho marcava minha bunda empinada, e eu sabia que ele estava olhando.

Servi uma taça de vinho pra ele. Sentamos no sofá. Conversa vai, conversa vem, ele não tirava os olhos dos meus seios e das minhas coxas brancas. Eu abri um pouco as pernas, deixando ele ver a marca úmida no shortinho.

— Você é casada, né? — perguntou rouco.

— Sou... mas meu marido não tá em cas²a faz dias. E eu tô muito sozinha... muito molhada... — respondi baixinho, olhando direto pro volume dele.

Não teve mais conversa. Rodolfo me puxou pro colo dele, me beijou com fome, língua enroscada na minha enquanto apertava minha bunda com as duas mãos grandes. Eu gemia na boca dele, rebolando devagar por cima do pau duro que pulsava contra minha bucetinha por cima da roupa.

Ele tirou minha regata, mamou meus seios brancos com vontade, chupando forte os bicos rosados enquanto eu segurava a cabeça dele. Desci a mão e abri a calça dele. O pau pulou pra fora: grosso, veioso, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Eu babava.

Ajoelhei no sofá, engoli ele inteiro, chupando gostoso, olhando pra cima com meus olhos mel cheios de tesão. Ele gemia “caralho, que boca gulosa... engole esse pau, Laura... isso, assim, vadia...”

Ele me levantou, tirou meu shortinho e me jogou de quatro no sofá. Abriu minha bunda branca e caiu de boca na minha bucetinha encharcada. Chupava com fúria, língua fodendo meu buraco, sugando o clitóris inchado. Eu rebolava na cara dele, gemendo alto:

— Chupa minha buceta... mama essa xota molhada do caralho... me faz gozar na sua boca!

Gozei tremendo, esguichando no rosto dele. Rodolfo não esperou. Me virou de frente, abriu minhas pernas bem abertas e meteu tudo de uma vez. O pau grosso abriu minha bucetinha apertada até o fundo. Eu gritei de prazer.

— Me fode forte! Rasga essa buceta branca! Sou sua puta hoje!

Ele metia com força, batendo fundo, segurando minha cintura fina enquanto meus seios balançavam. O barulho molhado de pau entrando e saindo enchia a sala. Eu apertava os lençóis, pedindo mais.

— Goza dentro... me enche de porra quente... quero sentir você esporrando tudo na minha bucetinha casada!

Ele rosnou, acelerou e gozou forte, jatos grossos e quentes enchendo meu útero. Eu gozei junto, apertando o pau dele, leite escorrendo pelas minhas coxas brancas.

Ficamos ofegantes, melados, ele ainda dentro de mim.

— Isso foi só o começo... — sussurrou no meu ouvido.

Eu sorri, apertando a bucetinha em volta do pau dele.

— Então fica... me fode a noite toda. Meu marido não volta mesmo.Peguei o relato em um grupo

u/Altruistic-Candy1033 — 7 days ago