Parte 3 - Deixei meu primo gozar bem fundo dentro da minha buceta
Oi gente… finalmente a parte 3 kkkkk
Naquela noite eu fui dormir na casa do meu primo Gustavo. Tava chovendo forte lá fora, um temporal daqueles. Meus tios (pais dele) já tinham ido dormir cedo. Eu e ele ficamos na sala vendo filme, debaixo de uma coberta grande no sofá. Eu tava toda provocante. Coloquei um shortinho bem folgado sem calcinha e uma blusinha fina. Durante o filme eu ficava abrindo as pernas devagar, mostrando minha bucetinha lisinha pra ele, passando o dedo por cima só pra provocar. Ele olhava disfarçando, já ficando louco.
Em certo momento eu deitei com a cabeça no colo dele. Senti imediatamente o pauzão dele endurecendo embaixo da minha bochecha. Comecei a passar a mão bem devagar por cima do short, sentindo aquele volume pesado, grosso, latejando. Fiquei massageando até ele ficar duríssimo. Num determinado momento o pau dele tava tão duro que eu só puxei o shortinho dele um pouquinho pro lado… e ele pulou pra fora, batendo forte na minha cara.
Eu virei o rosto pra ele e sussurrei bem séria:
- Se você falar qualquer coisa ou parar de olhar pro filme, eu paro na hora. Entendeu?
Ele só balançou a cabeça concordando, já respirando pesado.
Aí eu comecei. Lambi bem devagar da base até a cabeça, passando a língua devagar em toda aquela grossura. Chupei a cabecinha gostoso, fazendo barulhinho baixinho de sucção. Depois fui descendo, engolindo ele aos poucos. Consegui colocar quase tudo, sentindo ele bater no fundo da minha garganta. Cheguei até a passar a língua nas bolas dele enquanto o pau tava todo enfiado. Quando não aguentava mais e começava a engasgar, eu subia rápido, babando tudo, deixando o pau dele inteirinho melado de saliva escorrendo até as bolas.
Fazia tudo bem quietinho, só o barulho da chuva e do filme ajudando a disfarçar. O pau dele tava brilhando, todo babado. Quando vi que ele já tava desesperado, eu subi, tirei meu shortinho e montei nele. Posicionei a cabecinha na entrada da minha bucetinha e desci devagar, sentando gostoso. Ele abriu a boca pra falar mas eu olhei pra ele:
- Cala a boca e me fode bem gostoso.
Ele segurou minha cintura e meteu fundo. Aquele pauzão me esticou toda, pulsando dentro de mim como se fosse me rasgar no meio. Eu comecei a subir e descer controlando o ritmo, rebolando devagar. Ele tava delirando, apertando minha bundinha.
- Yuna… porra… não vou conseguir ver o filme assim…
Eu só sorri e respondi baixinho:
- Então para de falar e fode sua putinha.
Fiquei cavalgando nele por uns 20 minutos. Controlava a velocidade, às vezes ia bem devagar, outras descia tudo de uma vez. Ele se contorcia, sussurrando pra eu parar senão ele ia gozar. Eu parava, tirava quase tudo e voltava a engolir ele inteiro. Em certo momento tirei o pau da buceta e bati a cabecinha bem no meu cuzinho. Ele delirou, achando que eu ia sentar. Deixei só a cabeça entrar um pouquinho e falei baixinho:
- Hoje não… quem sabe um dia você não conquista isso.
Voltei a colocar na buceta e ele revirou os olhos de tesão. Depois de deixar ele completamente louco, eu virei pra ele e sussurrei:
- Tá na hora de você gozar dentro de mim.
Ele achou que era brincadeira e respondeu nervoso:
- Eu te aviso pra você sair… mas porra, tá muito gostoso, não vou aguentar muito tempo.
Eu continuei cavalgando. Saía quase até a ponta e sentava tudo, forte. Minhas pernas já tavam tremendo, eu tinha gozado umas três vezes no pau dele. Até que ele falou desesperado:
- Sai que eu vou gozar…
Mas eu queria tanto sentir ele gozando dentro… Sentei firme, engolindo o pauzão todo. Senti ele pulsar forte dentro da minha bucetinha e jatos quentes e grossos enchendo tudo. Gozou tanto que começou a escorrer pra fora mesmo com o pau dentro. A sensação de estar toda preenchida me deixou louca e eu gozei de novo, tremendo inteira em cima dele.
Quando acabei, ele ainda ofegante falou:
- Você tá doida, Yuna… e agora?
Eu sorri safada e respondi:
- No pior dos casos eu tomo uma pílula… mas eu precisava sentir minha bucetinha inchada de tanto gozo seu.
Quando levantei, um monte de porra escorreu da minha buceta, molhando o short dele inteiro. A gente começou a rir baixinho. Esperamos um pouco, ele foi tomar banho no quarto dele e eu no quarto de hóspedes. Não nos falamos mais naquela noite.
No dia seguinte no café da manhã, todo mundo tava na mesa: meus tios, ele e eu. Minha tia perguntou sorrindo:
- Dormiu bem, Yuna? Como foi a noite?
Eu olhei pro Gustavo com um sorrisinho e respondi:
- Maravilhosa.
Ele quase engasgou com o café, rindo de canto de olho, fingindo que não entendeu a indireta.