r/ContosEroticos

Parte 3 - Deixei meu primo gozar bem fundo dentro da minha buceta

Oi gente… finalmente a parte 3 kkkkk

Naquela noite eu fui dormir na casa do meu primo Gustavo. Tava chovendo forte lá fora, um temporal daqueles. Meus tios (pais dele) já tinham ido dormir cedo. Eu e ele ficamos na sala vendo filme, debaixo de uma coberta grande no sofá. Eu tava toda provocante. Coloquei um shortinho bem folgado sem calcinha e uma blusinha fina. Durante o filme eu ficava abrindo as pernas devagar, mostrando minha bucetinha lisinha pra ele, passando o dedo por cima só pra provocar. Ele olhava disfarçando, já ficando louco.

Em certo momento eu deitei com a cabeça no colo dele. Senti imediatamente o pauzão dele endurecendo embaixo da minha bochecha. Comecei a passar a mão bem devagar por cima do short, sentindo aquele volume pesado, grosso, latejando. Fiquei massageando até ele ficar duríssimo. Num determinado momento o pau dele tava tão duro que eu só puxei o shortinho dele um pouquinho pro lado… e ele pulou pra fora, batendo forte na minha cara.

Eu virei o rosto pra ele e sussurrei bem séria:

  • Se você falar qualquer coisa ou parar de olhar pro filme, eu paro na hora. Entendeu?

Ele só balançou a cabeça concordando, já respirando pesado.

Aí eu comecei. Lambi bem devagar da base até a cabeça, passando a língua devagar em toda aquela grossura. Chupei a cabecinha gostoso, fazendo barulhinho baixinho de sucção. Depois fui descendo, engolindo ele aos poucos. Consegui colocar quase tudo, sentindo ele bater no fundo da minha garganta. Cheguei até a passar a língua nas bolas dele enquanto o pau tava todo enfiado. Quando não aguentava mais e começava a engasgar, eu subia rápido, babando tudo, deixando o pau dele inteirinho melado de saliva escorrendo até as bolas.

Fazia tudo bem quietinho, só o barulho da chuva e do filme ajudando a disfarçar. O pau dele tava brilhando, todo babado. Quando vi que ele já tava desesperado, eu subi, tirei meu shortinho e montei nele. Posicionei a cabecinha na entrada da minha bucetinha e desci devagar, sentando gostoso. Ele abriu a boca pra falar mas eu olhei pra ele:

  • Cala a boca e me fode bem gostoso.

Ele segurou minha cintura e meteu fundo. Aquele pauzão me esticou toda, pulsando dentro de mim como se fosse me rasgar no meio. Eu comecei a subir e descer controlando o ritmo, rebolando devagar. Ele tava delirando, apertando minha bundinha.

  • Yuna… porra… não vou conseguir ver o filme assim…

Eu só sorri e respondi baixinho:

  • Então para de falar e fode sua putinha.

Fiquei cavalgando nele por uns 20 minutos. Controlava a velocidade, às vezes ia bem devagar, outras descia tudo de uma vez. Ele se contorcia, sussurrando pra eu parar senão ele ia gozar. Eu parava, tirava quase tudo e voltava a engolir ele inteiro. Em certo momento tirei o pau da buceta e bati a cabecinha bem no meu cuzinho. Ele delirou, achando que eu ia sentar. Deixei só a cabeça entrar um pouquinho e falei baixinho:

  • Hoje não… quem sabe um dia você não conquista isso.

Voltei a colocar na buceta e ele revirou os olhos de tesão. Depois de deixar ele completamente louco, eu virei pra ele e sussurrei:

  • Tá na hora de você gozar dentro de mim.

Ele achou que era brincadeira e respondeu nervoso:

  • Eu te aviso pra você sair… mas porra, tá muito gostoso, não vou aguentar muito tempo.

Eu continuei cavalgando. Saía quase até a ponta e sentava tudo, forte. Minhas pernas já tavam tremendo, eu tinha gozado umas três vezes no pau dele. Até que ele falou desesperado:

  • Sai que eu vou gozar…

Mas eu queria tanto sentir ele gozando dentro… Sentei firme, engolindo o pauzão todo. Senti ele pulsar forte dentro da minha bucetinha e jatos quentes e grossos enchendo tudo. Gozou tanto que começou a escorrer pra fora mesmo com o pau dentro. A sensação de estar toda preenchida me deixou louca e eu gozei de novo, tremendo inteira em cima dele.

Quando acabei, ele ainda ofegante falou:

  • Você tá doida, Yuna… e agora?

Eu sorri safada e respondi:

  • No pior dos casos eu tomo uma pílula… mas eu precisava sentir minha bucetinha inchada de tanto gozo seu.

Quando levantei, um monte de porra escorreu da minha buceta, molhando o short dele inteiro. A gente começou a rir baixinho. Esperamos um pouco, ele foi tomar banho no quarto dele e eu no quarto de hóspedes. Não nos falamos mais naquela noite.

No dia seguinte no café da manhã, todo mundo tava na mesa: meus tios, ele e eu. Minha tia perguntou sorrindo:

  • Dormiu bem, Yuna? Como foi a noite?

Eu olhei pro Gustavo com um sorrisinho e respondi:

  • Maravilhosa.

Ele quase engasgou com o café, rindo de canto de olho, fingindo que não entendeu a indireta.

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u/yunabuctuda1 — 7 hours ago

Parte 2 - Meu primo gozou na minha mão enquanto assistíamos filme com meus pais

Repostando pq o Reddit me bloqueou dnv, n sei pq. Vou postar a parte 1 aqui também, e continuar pra parte 2. Vamos laaa

Parte 1

Essa é a Parte 1 da história que rolou com meu primo Gustavo.

Ontem à noite nossos pais tinham viajado e ficamos só nós dois em casa. A gente resolveu beber umas cervejas e uma garrafa de vodka que tinha guardada. Rapidamente ficamos bem bêbados, rindo à toa e sem filtro nenhum. Aí eu tive a ideia:

  • Vamos jogar verdade ou desafio?

Ele topou na hora. Começamos com coisas bobas: ele me mandou dançar, eu mandei ele tirar a camisa… o clima foi esquentando rápido.

Chegou minha vez de desafiar. Eu tava bem soltinha de bebida e falei com um sorrisinho safado:

  • Desafio você a tirar o pau pra fora e me mostrar.

Gustavo riu, meio envergonhado, mas a bebida ajudou. Ele abriu o short, puxou pra fora aquele pauzão branco, bem grosso, veioso… fácil uns 20cm ou mais. Tava meio duro já. Eu fiquei olhando fixamente, mordendo o lábio.

Depois foi a vez dele. Ele me olhou com aquele olhar safado e disse:

  • Desafio você a ficar de joelhos na minha frente… sem tocar no meu pau de jeito nenhum.

Eu ri, achando que ia ser fácil. Fui até ele, me ajoelhei no chão da sala, bem na frente dele. O pauzão dele tava ali, balançando na minha cara. Era tão grande, tão grosso… eu fiquei hipnotizada. Meu bucetão já tava encharcado.

Fiquei uns segundos só olhando, resistindo… mas não aguentei. Cheguei meu rosto mais perto e passei a língua bem devagar na cabeça rosada dele. Só a língua. Ele soltou um gemido baixo.

  • Caralho Yuna…

Eu não respondi. Continuei passando a língua devagar, circulando toda a cabeça grossa, lambendo a frestinha, molhando tudo. O pau dele começou a latejar. Eu só usava a ponta da língua, lambendo, beijando de leve, babando bastante. Tava deixando ele todo melado de saliva, pingando.

Ele tava respirando pesado, segurando o sofá. Eu continuei lambendo só a cabeça, bem safada, olhando pra cima pra ele. Não encostei a mão nem uma vez. Só a língua trabalhando.

De repente ele gemeu mais alto:

  • Porra… tô gozando…

E gozou. Jatos grossos e quentes saíram direto da cabeça do pau, caindo na minha língua, no meu queixo e nos meus peitinhos. Eu continuei lambendo devagar enquanto ele gozava, limpando tudo com a língua. Foi absurdamente safado.

Depois disso a gente riu, meio sem graça, limpou tudo e foi dormir.

Agora são 11h da manhã e eu acabei de acordar. Fiquei relembrando tudo… aquele pauzão branco na minha cara, o gosto dele, ele gozando só com minha língua… Meu bucetão ficou todo molhado na hora.

Tô aqui na cama agora, só de camiseta, escrevendo esse post com uma mão enquanto a outra tá entre minhas pernas. Tô me tocando bem gostoso, dois dedinhos dentro da buceta e o polegar no grelo. Tô lembrando da cara dele quando gozou… ai porra…

Acabei de gozar agora enquanto escrevia. Gozei forte, dei um squirt bem gostoso que molhou o lençol todo, tá uma poça aqui kkkk.

Parte 2

No dia seguinte, à noite, tava um friozinho gostoso em SP. Meus pais sugeriram assistir um filme de ação na sala. A gente arrumou os sofás, colocou uma coberta grande por cima de mim e do Gustavo (porque ele “tava com frio”) e meus pais ficaram no outro sofá, mais pra frente. Eu tava só de shortinho de pijama e blusinha fina. Assim que o filme começou, eu me aconcheguei do lado dele debaixo da coberta. Meus pais tavam distraídos com o filme e comendo pipoca.

Comecei passando a mão na coxa dele bem devagar. Subi devagarinho até chegar no pau. Ele já tava meio duro. Eu sorri por dentro e comecei a massagear por cima da calça. Gustavo olhou pra mim de canto de olho, mas não falou nada. Aproveitei um momento que o filme tava mais calmo e enfiei a mão dentro da calça dele. Puxei aquele pauzão pra fora bem quietinho. Meu Deus… era enorme. Eu tenho 1,60 de altura, sou bem baixinha, e ver aquele pau branco, grosso, veioso de mais de 20cm na minha mãozinha pequena era surreal. Não conseguia nem fechar a mão em volta dele.

- Tá louca? - ele sussurrou bem baixinho, quase sem som.

Eu só sorri safada e comecei a passar o dedo bem devagar na cabecinha dele, circulando, sentindo a pele lisinha e quente. Ele tava duríssimo, pulsando na minha mão. Quando o filme teve uma cena de ação com tiro e explosão bem alta, eu cuspi na mão, deixei bem babada e comecei a bater uma punheta lenta nele. O pau deslizava gostoso na minha mão molhada. Gustavo apertava o braço do sofá, tentando disfarçar.

- Você é uma putinha… - ele sussurrou no meu ouvido quando o som do filme permitiu.

Eu ri baixinho e respondi no ouvido dele:

- E você adora… olha como seu pauzão tá babando pra mim.

Continuei. Sempre que dava, cuspia mais na mão pra deixar tudo bem molhado e escorregadio. O pau dele tava brilhando de saliva, fazendo barulhinho baixinho debaixo da coberta. Eu ia devagar na maior parte do tempo, mas nas cenas barulhentas eu acelerava, apertando mais a cabeça grossa. Ele tava doido. Eu via na cara dele: mandíbula travada, respiração pesada, olhos meio fechados. Tava se segurando pra não gemer. Cheguei mais perto e comecei a focar só na cabecinha. Girava a mão em cima dela, apertando e soltando, bem safada. O polegar passando na frestinha. Ele tava louco.

- Yuna… para… eu vou gozar… - ele sussurrou desesperado.

Eu não parei. Na cena mais barulhenta do filme, com tiros e música alta, eu girei a mão rapidinho na cabeça dele. Ele gozou forte pra caralho. Senti o pau pulsar na minha mão e jatos grossos e quentes saírem, enchendo minha palma e escorrendo entre meus dedos. Foi muito porra. Eu continuei passando a mão devagar nele, judiando do pau sensível, espalhando o gozo todo enquanto ele tremia. Ele tava se segurando pra não se contorcer. O rosto vermelho, mordendo o lábio. Minha mãe, do nada, virou a cabeça e perguntou:

- Gustavo, você ainda tá com frio filho?

Ele respondeu com a voz rouca, tentando disfarçar:

- Não… tô bem. É que… a posição do sofá tá ruim pra minha coluna.

Eu quase ri. Continuei passando a mão bem devagar no pau dele, que ainda tava duro e todo melado de porra. Assim que deu, ele levantou rápido, segurando a coberta pra esconder o short molhado e foi pro banheiro. Eu esperei uns 30 segundos e fui atrás, dizendo que ia pegar água. No banheiro ele me olhou e a gente começou a rir baixinho. Limpei tudo na pia, ele também se ajeitou e a gente voltou pro sofá como se nada tivesse acontecido. Terminamos o filme sentadinhos, mas eu ainda passei o dedo de leve no pau dele por baixo da coberta de vez em quando, só pra provocar. Tô molhada pra caralho agora lembrando disso tudo…

Querem a Parte 3? Lá eu conto quando meus pais saíram de novo e ele me fodeu de verdade rs.

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u/yunabuctuda1 — 14 hours ago

No estoque do restaurante.

Olá, espero que esse seja o primeiro de muitos contos.

Tenho 30 anos, sou morena, com cabelo liso e bem longo, chega até a bunda, preto e corpo bem magrinho.

Esse dia aconteceu em um restaurante que costumava trabalhar.

Sai da minha cidade natal no interior do Ceará com meu marido e minha filha para tentar melhorar de vida em uma cidade de MG, estamos juntos desde a adolescência e sempre soube das puladas de cerca do meu marido, mas como morávamos em uma cidade do interior eu sempre tive medo de devolver os chifres e ficar falada.

Chegando em MG as coisas mudaram, uma mulher bonita como eu logo chamou a atenção de vários homens no shopping que eu trabalhava, como minha vida estava uma bosta no relacionamento, não havia motivo pra não aproveitar o momento na cidade grande onde eu passaria invisível no meio de tanta gente.

Comecei a trabalhar em um restaurante e logo recebi cantadas do gerente e dos cozinheiros, todos imaginavam que eu era uma mocinha tímida de roça e eu continuei fingindo que era pra manter o papel.

O primeiro que conseguiu foi o gerente, ele era uns 5 anos mais velho, shape de pai que malha e trabalha mas não é definido, tinha uma barriguinha e uns bração, aquilo me deixava doida. Mas como ele era casado não tinha tanto tempo pra mim e depois que comecei a aprontar queria mais, então cedi pra um cozinheiro magrelo que era feio mas tinha umas mãos enormes e fortes de mexer panela.

Como uma boa safada mantive por um tempo o relacionamento dos dois escondido, mas um dia o gerente acabou me vendo entrar no carro do cozinheiro e descobriu tudo.

Pra minha surpresa os dois eram mais safados que eu e armaram pra me dar o "troco" por enganar os dois.

Fui avisada que deveria chegar mais cedo pra contar estoque e fui, o estoque era um lugar conhecido por mim já que costumava pegar o gerente lá, chegando lá para minha surpresa estavam os dois:

- Conversamos e decidimos que se você queria os dois, agora você vai ter - afirmou o gerente me puxando pra dentro e trancando a porta.

- Para de gracinha, me deixa sair. - fingi que não queria, já sentindo meu coração disparar e ficando completamente molhada, sempre sonhei em ficar com dois, mas como eu disse, passei grande parte da minha vida morando em cidade pequena e não queria meu nome na boca da cidade inteira.

O cozinheiro estava de frente pra mim e me puxou, enfiando a língua toda na minha boca antes mesmo de eu conseguir empurrar o corpo dele, aquela ação me fez ficar até meio mole de tanto tesão que senti com aquela pegada.

Não passou muito tempo o cozinheiro já estava com a mão explorando todo meu corpo, apertava minha bunda e me pressionava meu quadril quanto o dele, eu sentia o pau pulsando contra minha ppk que nesse momento estava encharcada.

O gerente chegou por trás, beijando minha nuca e me encoxando com o pau também duro como uma rocha.

Eu não conseguia nem raciocinar direito, mas naquele momento não tinha mais como voltar atrás, entreguei meu corpo a fantasia e deixei eles livres pra fazer o que quisessem comigo.

O cozinheiro que estava na frente foi o primeiro a tirar o pau e puxar minha cabeça para chupa-lo. Apesar do estoque não ser pequeno, também não era tão grande assim, então empurrei com a bunda meu gerente pra trás e me curvei pra começar mamar o cozinheiro, a adrenalina estava nas alturas e comecei a chupar aquele pau enquanto sentia o gerente abaixar minha legging e me deixar só de calcinha com a bunda empinada. Modéstia parte, minha bunda é linda empinadinha e redonda que dá um contraste maravilhoso com minha cintura fina.

É quase indescritível a sensação de um trisal, chupar um homem enquanto o outro está lá chupando você é uma sensação viciante, gozei enquanto estava com aquele pau quente na minha boca e o gerente passava a língua no meu cuzinho.

O gerente percebeu e decidiu que era hora de me comer, jogou uma coxa de papelão que estava vazia no chão e deitou em cima, subi nele e comecei a cavalgar e mamar o cozinheiro, acabei gozando dnv e eles pediram pra trocar.

- Você é muito gostosa, mas quero comer esse cuzinho - o cozinheiro falou já querendo colocar no meu cu, eu deixei, mas virei de costas pra ele e deixei o cabelo cair nas costas.

O tesão era tanto que entrou com facilidade, senti aquele pau delicioso no fundo da minha bunda e olhei com a cara mais safada do mundo pro gerente, que estava se masturbando e apreciando a cena.

Cozinheiro deitado, eu de costas pra ele sentando, não demorou até o gerente sugerir uma DP, naquele momento, com aquele tesão eu faria qualquer coisa que eles me pedissem, eu era deles e eles gostaram disso.

Deitei minhas costas no peito do cozinheiro que já estava embaixo de mim, senti a respiração dele no meu ouvido, ofegante, falando que eu era gostosa e que estava levando ele a loucura, aquela sensação, de ter dois homens loucos por mim estava me excitando cada vez mais.

Abri as pernas e deixei o gerente me penetrar, ele colocou a cabeça, estava apertado com o pau do cozinheiro no meu cuzinho, mas ele conseguiu.

Começou devagar, me abrindo, preenchendo na frente e atrás, dois homens dentro de mim. Era exatamente o que eu queria, comecei a movimentar o quadril, como conseguia entre os dois e o gerente que estava por cima de nós começou a bombar com mais força, não aguentei, gozei dnv, nem lembro quantas vezes foram, eu já não estava muito consciente de nada, minha mente estava aproveitando aquele momento de realização.

Não demorou muito, senti o corpo do cozinheiro se contrair e ele gozou no meu cu, me enchendo de porra e soltando um urro no meu ouvido.

- Vou sair primeiro e tomar um banho no vestiário - disse o cozinheiro juntando suas coisas quando saímos de cima dele.

Comecei a juntar as minhas, já estava sentindo os sinais do meu corpo cansado depois do que havia acontecido.

- Onde você pensa que vai? - foi a pergunta do meu gerente quando, ainda de pau duro, me viu juntando as roupas.

- Eu também preciso tomar banho, estou dolorida.

- Eu ainda não terminei com você, fica de quatro. - falou firme puxando meu braço e apontando pro papelão já molhando de suor e sêmen no chão.

Obedeci, eu não tinha mais forças mas iria terminar o serviço como a boa putinha que era.

Pensei que ele ia foder minha ppk, mas ele estava com fome de cu.

- Você acha que só ele iria ter esse cuzinho hoje? Eu também quero. - e colocou no meu cu, já estava aberto e lubrificado, depois de tanta porra escorrer dele.

Ele bombou, com força e eu gritei, pensei que em algum lugar do shopping algum segurança iria ouvir e começar a procurar de onde vinha aquele som, gritei, gemi, senti tesão, dor e gozei, mais uma vez, mas não me rendi, rebolei de quatro com ele dentro de mim e senti ele finalmente gozando, nunca vi nem senti tanta porra assim, nem sabia que era possível gozar tanto, ele deve ter tomado alguma coisa.

- Agora sim, pode ir sua Vadia gostosa. Isso é pra você aprender a não mentir mais pra mim e querer dar para meus funcionários.

Vesti minhas roupas, peguei a mochila e fui pro vestiário.

Depois de algum tempo e de um banho demorado, voltei pro restaurante com a cara mais sonsa do mundo e fui atender meus queridos clientes.

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u/ruivakzada — 13 hours ago
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FICAR COM A IRMÃ MAIS NOVA DO MELHOR AMIGO

Alguém aqui tem alguma experiência assim? Ter gostado ou pegado a irmã mais nova do melhor amigo? No caso voce e o amigo ali da mesma faixa de idade e a irmã um pouco mais nova, seja época colegial ou até mesmo na fase adulta conhecer a irmã de algum amigo e ter ficado com ela ?

meu caso é que gosto da irmã mais nova do meu melhor amigo (recentemente 18+ mas eu já a conheço a muito tempo,e eu sou um pouco mais velho que ela) e tava pensando se isso é ideia errada, ou se é normal, se já passaram por isso queria ouvir histórias pra ver só curiosidade mesmo kkkk

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u/Own_Order_1794 — 22 hours ago

Tesão

Olá, pessoal!! Eu queria compartilhar aqui com vcs um pouco uma aventura sexual minha que tive recentemente, eu não sou nova nesta comunidade, é nela que eu pego conteúdo para me masturbar, mas na minha conta principal. Está aqui será uma conta descartável pois, muitas vezes, vem gente me cobrando papo e foto sendo que eu sou do tipo que prefere conversar com alguém antes. Enfim, se alguém chegar a ler, espero que aproveite.

Creio que muitos aqui já tiveram um dia, em algum momento da vida, em que o tesão falou tão alto e tão ardente, que chegava a ser insuportável de lidar e vc não conseguiria fazer absolutamente nada sem antes aliviar este desejo. Bom, hoje este foi meu caso.

Eu havia acabado de voltar do trabalho, e como era de tarde, eu estava em casa sozinha; eu me sentei para descansar o corpo e fiquei mexendo no celular quando do nada, me veio um tesão avassalador do nada! Eu tentei ignorar, pois não estava com ânimo para isso, mas vcs, meus caros leitores sabem que este tipo de desejo ardente que surge do nada, não dá para ser ignorado. Então em um impulsou meu corpo entrou em ação e começou a trabalhar na caça para alcançar meu prazer.

Agora vejam, eu sou uma pessoa bem safada, não vou mentir, e possuo muitos brinquedos e "estimulantes" para meu prazer pessoal; destes brinquedos e estimulantes eu tenho os meus favoritos que são: Um dilto de silicone, a varinha mágica (que é um vibrador para quem não sabe), um lubrificante comestível de menta e um gel que ao passar na sua região, ele esquenta e fica uma sensação bem gostosa. Com eles e mão (e também uns pregadores de mamilo com sininho), eu comecei a procurar uma parede onde pudesse grudar o dilto de silicone para que eu pudesse me fuder de quadro. Colocado em uma parede, eu tirei minha roupa e passei o gel estimulante bem na área do meu clitóris e esperei reagir antes de começar a me penetrar, infelizmente, eu não sei se a parte que gruda não está grudando direito, ou se eu fui "rápida" (acho difícil, nem tinha começado a brincadeira), mas ele não grudou e nem quis mais grudar, então eu fui para outra técnica que era grudar em uma cadeira e cavalgar de 4. Neste momento, em que tive que trocar meu plano, meu coração estava batendo a mil, o tesão era tão grande que chegava a ser desconfortável e tudo que eu queria era sentir prazer então, assim que grudei, não perdi tempo, me sentei com tudo nele e desta vez, coloquei até os pregadores de mamilo, mas eu desta vez, quicava tão rápido que toda hora desgrudava e eu não aguentava mais isso, eu não estava com paciência e nem tempo para pensar então apenas me sentei com as pernas dobradas e comecei eu mesma a me penetrar com o dilto com vontade. Minha bct estava completamente molhada, meus mamilos estavam durinhos e doloridos pq eu apertei mesmo os pregadores (estes que eu tenho, vc escolhe a força que apertam), eu gemia como louca e meu corpo tremia em resposta, mas mais uma vez, ainda sim, não era isso que meu tesão estava querendo, então parti para minha última tática. Me levantei, fiquei na borda da minha cama em pé e de bunda empinada e voltei a me penetrar com tudo, pronto!! Aí sim!! Eu tinha chegado aonde queria, eu sentia o dilto mais fundo em mim, por estar inclinada na cama os pregadores de mamilo acabavam apertando mais meus seios e eu sentia meu pré-gozo escorrer para minhas mãos de tão molhada que estava.

Quando estava chegando perto, eu peguei a varinha e coloquei ela bem acima do meu clitóris e a liguei em vibração máxima, e eu gozei como nunca havia gozado; minhas pernas por fim fraquejaram e acabei indo para ao chão, minha voz estava rouca devido aos gemidos e ao tirar os pregadores meus mamilos estavam tão sensíveis que só de passar levemente a mão eu gemia, eu ainda na curiosidade, chupei o dilto para sentir meu gosto e o do lubrificante e estava tão docinho (creio que pelo lubrificante), que eu chupei ele até ficar limpinho.

Claro que isto tudo, foi só a primeira rodada, como eu disse, eu estava com muito calor. Eu ainda me masturbei umas duas vezes, mas a primeira que foi inesquecível.

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u/Sunshine2069_ — 1 day ago

Desafiei meu primo a mostrar o pau e acabei fazendo ele gozar só com a língua

Meu nome é Yuna, 20 anos, japonesinha misturada com brasileira, magrinha, cabelo preto liso e um bucetão carnudo bem safado. Essa é a Parte 1 da história que rolou com meu primo Gustavo.

Ontem à noite nossos pais viajaram e ficamos só nós dois em casa. Começamos bebendo cerveja e depois abrimos uma garrafa de vodka. Rapidamente ficamos bem bêbados, rindo de qualquer coisa e sem filtro.

Aí eu sugeri:

  • Vamos jogar verdade ou desafio?

Gustavo topou na hora. No começo as coisas eram leves. Até que em um certo momento, ele me desafiou a dançar uma música bem sensual. Eu ri, mas levantei e coloquei uma música lenta no celular. Comecei a dançar devagar na frente dele, rebolando, passando as mãos no corpo. Como tava calor e eu já tava bem solta, tirei a blusinha fina que eu usava, ficando só de sutiã.

Enquanto dançava, fui chegando mais perto dele. Acabei sentando no colo dele de frente, rebolando devagar. Foi aí que eu senti… o pauzão dele já tava duro pra caralho, latejando embaixo de mim, marcando forte contra minha bucetinha por cima da roupa. Aquilo me deixou louca na hora. Fiquei esfregando devagar, sentindo ele pulsar enquanto dançava no colo dele.

Voltei pro meu lugar rindo, mas já molhada. Chegou minha vez de desafiar.

  • Desafio você a tirar o pau pra fora e me mostrar – falei olhando direto pra ele.

Gustavo riu, meio sem graça:

  • Tá louca Yuna? kkk

Eu insisti, com carinha de safada:

  • Se você não mostrar, você perde a brincadeira… tem que cumprir o desafio.

Ele ficou me olhando uns segundos, bebeu mais um gole de vodka e acabou cedendo. Abriu o short, puxou pra fora aquele pauzão branco, grosso, veioso… uns 20cm ou mais. E o melhor: já tava bem duro, latejando na frente do meu rosto, a cabeça rosada brilhando.

Eu fiquei olhando fixamente, mordendo o lábio. Minha bucetinha deu uma latejada forte.

Depois foi a vez dele. Ele me olhou com aquele olhar quente e disse:

  • Desafio você a ficar de joelhos na minha frente… sem tocar no meu pau de jeito nenhum.

Eu ri, achando que ia ser fácil. Fui até ele, me ajoelhei no chão da sala bem na frente dele. O pauzão dele tava ali, enorme, latejando bem na minha cara. Fiquei uns segundos só olhando, resistindo… mas não aguentei.

Cheguei meu rosto mais perto e passei a língua bem devagar na cabeça grossa dele. Só a língua. Ele soltou um gemido baixo:

  • Caralho Yuna…

Eu não respondi. Continuei passando a língua devagar, circulando toda a cabeça, lambendo a frestinha, babando bastante. Deixei o pau dele todo melado de saliva, pingando. Ficava olhando pra cima pra ele enquanto lambia, bem safada.

Ele tava respirando pesado, apertando o sofá. Eu continuei só com a língua na cabeça, sem encostar as mãos. O pau dele latejava forte na minha boca.

De repente ele gemeu mais alto:

  • Porra… tô gozando…

E gozou forte. Jatos grossos e quentes saíram direto, caindo na minha língua, no meu queixo, nos meus peitinhos. Eu continuei lambendo devagar enquanto ele gozava, limpando a cabeça com a língua até ele parar de tremer.

Depois disso a gente riu, meio sem graça, limpou tudo e foi dormir.

Agora são umas 12:30h e eu acabei de acordar. Fiquei relembrando tudo… aquele pauzão branco latejando na minha cara, o gosto dele, ele gozando só com minha língua… Meu bucetão ficou encharcado na hora.

Tô aqui na cama agora, só de camiseta, escrevendo esse post com uma mão enquanto a outra tá entre minhas pernas. Tô me tocando bem gostoso, dois dedinhos dentro da buceta e o polegar no grelo, lembrando da cena toda. Acabei de gozar agora enquanto escrevia… dei um squirt forte que molhou o lençol inteiro, tá uma poça aqui kkkk. Minhas pernas ainda tão tremendo.

Essa foi a Parte 1… se vocês curtirem bastante eu conto a Parte 2 do que rolou depois disso.

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u/NoHost4280 — 1 day ago

Tia Selma - parte 01

Dezembro de 2015.

Eu estava de férias da faculdade, havia voltado para minha cidade natal, para a casa onde minha mãe morava sozinha agora. Com 20 anos recém-completados, passava os dias sem muita coisa pra fazer. Certa tarde, a campainha tocou. Fui atender e me deparei com minha tia Selma. Ela estava com os olhos inchados de choro, cabeça baixa, carregando apenas uma mala, uma mochila e o velho cachorro na coleira.

Notei um hematoma no rosto dela. Antes mesmo de abraçá-la, minha mãe chegou à porta e a acolheu imediatamente. Deixei as duas no quarto conversando. Pelo que ouvi, ela havia sido agredida mais uma vez pelo marido bêbado após uma briga feia. Assim que ele saiu para trabalhar, ela juntou o que pôde, pegou um ônibus e fugiu para cá.

Minha mãe a confortou: disse que ela ficaria protegida, que podia ficar o tempo que precisasse. Pediu para eu arrumar o meu quarto para a Tia Selma, ela relutou, mas minha mãe insistiu. No fim, ela aceitou, desde que eu dormisse com ela no quarto — ela não queria ficar sozinha. Mesmo com toda a situação delicada, senti um clique proibido na cabeça. Dormir no mesmo quarto que a tia Selma... Aos 40 anos, ela era uma mulher incrivelmente gostosa: morena, traços indígenas marcantes, corpo de gordelicia atraente, com uma bunda grande, redonda e empinada que sempre me chamou atenção. Fazia anos que eu me masturbava fantasiando com ela. Naquele momento me senti sujo por ficar excitado, mas foi impossível controlar.

Organizei o quarto, coloquei um colchão no chão para mim e deixei tudo pronto para ela. Tia Selma tomou banho, vestiu uma camisola leve e, depois de tomar um calmante dado pela minha mãe, foi descansar. Ela mal tinha dormido na noite anterior, planejando a fuga.

Saí com uns amigos e voltei de madrugada, meio bêbado de vodka. Estava acostumado a dormir só de cueca, e resolvi tirar a roupa antes de entrar no quarto....Entrei no quarto só com meu pijama tradicional (a cueca samba canção), tentando não fazer barulho. A luz do abajur estava acesa. Na penumbra, vi minha tia deitada de lado. A camisola tinha subido, deixando à mostra sua bunda maravilhosa, coberta apenas por uma minúscula calcinha fio-dental vermelha.

Fiquei parado, observando. O álcool pareceu evaporar. Meu pau endureceu instantaneamente. Ela se mexeu um pouco e eu me deitei rápido no colchão, cobrindo-me com o lençol. Demorei a dormir, com o coração acelerado.

Acordei no meio da noite com uma sensação quente e molhada. Abri os olhos devagar e quase não acreditei: tia Selma estava de joelhos ao lado do meu colchão. Minha cueca estava abaixada e ela chupava a cabeça do meu pau com suavidade, quase com carinho.

Soltei um gemido baixo. Ela parou por um segundo, ainda segurando meu pau latejando, e me olhou nos olhos. Havia um sorriso leve, safado, em seu rosto. Sem dizer nada, tirou a camisola por cima da cabeça.

Mesmo na meia-luz, o corpo dela era espetacular: peitos grandes e pesados, mamilos escuros e rígidos, barriga macia, quadris largos e e uma buceta peludinha mal coberta pela calcinha vermelha.

Ela subiu sobre mim, puxou a calcinha de lado e encaixou a buceta quente e molhada no meu pau. Começou rebolando devagar, quase torturante, depois foi acelerando. Segurei aquela bunda gigante com as duas mãos, apertando a carne macia enquanto ela cavalgava. Os gemidos dela foram ficando mais altos. Por um segundo me preocupei com minha mãe no outro quarto, mas o tesão era maior que o medo.

Ela arranhava meu peito, acelerou o ritmo e gozou forte, esguichando no meu pau. Mesmo tremendo, continuou sentando até eu explodir dentro dela, enchendo sua buceta com jatos grossos e quentes.

Tia Selma deitou o corpo sobre o meu, meu pau ainda enterrado nela, e me deu um beijo molhado, profundo, quase apaixonado. Depois se levantou em silêncio, ajeitou a calcinha, vestiu a camisola e voltou para a cama, virou de lado e adormeceu, como se nada tivesse acontecido. Fiquei ali, ofegante, pau ainda duro, observando o amanhecer pela janela.

No dia seguinte, acordei com a cama dela vazia. Na cozinha, ela e minha mãe conversavam animadamente. Tia Selma me tratou com naturalidade, como se nada tivesse rolado. Me senti frustrado....cheio de tesão, mas, sem saber como falar com ela sobre o que tinha rolado....essa frustração durou só até aquela noite....nós íriamos continaur o que começamos....

continua....

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EXIBINDO A NAMORADA - Parte 02

Parte 01

Assim que minha namorada foi tomar banho e mandei uma foto dela nua no chuveiro para meu amigo. Ele em seguida mandou uma foto do pau dele duro pra caralho:

- Se liga como fiquei com a Moni pelada.

Ri pra caramba da foto e fui até o banheiro para mostrar a ela e ela disse:

- Só pode ser fake haha. Capaz do pau dele ser tão grande assim.

Quando ela saiu do banho, mandei outra mensagem para meu amigo:

- Quer assistir ela trocando de roupa ou já chega por hoje?

E ele:

- Com certeza, quero gozar muito pra ela!

Então fui no quarto e comecei a gravar. Ela se secou e começou a passar creme no corpo. Suas mãos em seus peitos grandes e salientes deixando seu mamilo durinho me deu tanto tesão que também comecei a bater pra ela também. Nisso tive a brilhante ideia de uma ligação de vídeo. Mandei mensagem pra ele e disse pra atender e ir em lugar privado.

Liguei e ele atendeu. Na chamada, Monique toda nua se olhando no espelho, passando o creme em seu corpo e se agachando olhando a bunda grande dela. Meu amigo instantaneamente começou a bater pra ela.

Quando Monique se virou e viu o celular apontado pra ela disse nada, apenas continuou o que estava fazendo, mas começou a realizar uns toques em sua buceta. Novamente, olhou para câmera e perguntou:

- Vocês gostam disso? Posso continuar mas quero ver vocês gozando…

Foi aí que tesão subiu e meu amigo e eu começou a bater com mais vontade vendo a Monique nua. Ela se aproximou, subiu na cama e começou a se masturbar. Nisso ela toma meu celular, vira para câmera e diz para meu amigo:

- Realmente você tem um pauzão, mas prefiro um aqui que esta na minha frente.

Ela me entregou o celular e começou a me chupar e disse:

- Você pode gozar imaginando seu pau aqui.

Meu amigo na chamada ficou ofegante e começou a bater mais forte e disse:

- Vou gozar agora, Moni.

Monique então pegou o celular e com meu pau na boca dela olhou fixamente meu amigo gozar e disse:

- Vai filho da puta, goza bem gostoso pensando em mim! Quero ver sua porra saindo!!

Quando ele terminou de gozar, ela desligou a chamada de vídeo e disse para mim:

- Agora é sua vez!

Começou a bater uma punheta bem molhada e gozei tão forte que jorrou em todo meu corpo e lambuzando a mão dela. Ao final, mandei uma uma última foto da minha namorada nua pro meu amigo com as mãos toda melada e lambendo os dedos:

- Ela adorou a experiência. Que fique entre nós.

Meu amigo então manda a seguinte mensagem:

- Combinado. Essa foi uma das melhores punhetas que já bati pra ela. A Monique é espetacular de gostosa!!!

Nisso ficou provado que ele sempre teve tesão nela e ela manda um áudio pra ele:

- Já sabia. Você só é mais um dos que desconfiava. Não conte para ninguém.

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u/dragonstrip — 1 day ago

SPA em Jarinu - Parte 4 - Final

Quem quiser recapitular este relato:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Boa tarde queridos e queridas,

Quem vós fala sou eu de novo! Finalizando a saga com Dudu!

“-Mas por que você demora tanto?”
“-aiii…. Você não faz anal, cade os peitos???”
“-Te chamei na DM, você demora pra responder…”

1-Demoro por que não nasci rica… sou CLT Premium… a vida não se resume em escrever contos e relatos.. 😀
2-Estão aqui guardados a 7 chaves…
3-Dependendo do horário ou estou desfalecida e morta de cansaço mental, ou cuidando de casa, às vezes tô trepando com meu marido! Não necessariamente nesta ordem! 

(Tô ouvindo Van Halen enquanto escrevo, “Can’t stop Loving You” - amo de paixão 🥰, depois veio “You’re my number one” da Sandy com o Enrique Iglesias ! Tem que ter fofura afinal!)

Voltando ao relato:

O Edu e eu acordamos não de conchinha como tínhamos ido dormir, mas totalmente largados na cama! Levantei primeiro, aquele magrelo largado na cama, nem roncava! 

Fui ao banheiro fazer xixi, porta aberta dava pra ver a cama, ele se mexe, meio atordoado! 

Olha pra mim com cara de “tomei todas e tô de porre” deu uma espreguiçada absurda!

Uma observação:

-Porra Mirela, cadê o sexo selvagem no relato???

-Calma gente, acabei de acordar, nem tomei café! Quer sexo do começo ao fim leia os contos “reais” de pessoas que transaram com a prima da vizinha do dono da boate em cima de um camelo na Faria Lima! Eu heim!!

Fim da observação! 

Levantamos, conversamos , ele se arrumou como pode com a roupa do dia anterior, eu por minha vez me arrumei com um vestido, não lembro cor nem nada, mas era um dos muitos que levei, lavei o rosto, me penteei, etc…

Ele saiu rapidamente por onde entrou, eu saí pela porta e fui em direção ao restaurante aproveitar o café da manhã , ainda dava tempo!

Estava com fome, gosto de iogurte, cereais, laticínios, então comecei por eles e finalizei com pães e queijos! Não consigo comer ovos e bacon no café da manhã….

Café tomado, voltei pro quarto, liguei para meu pai, conversamos , depois liguei pra Fernanda.

-Volta quando Mi?

-Amanhã fe!

-Aprontou bastante? Vai me dar detalhes?

(A Fernanda sempre foi curiosa desde pequena)

-O que você quer saber Fe? -rindo ao telefone

-Tudo, como transou, onde transou, como ele é realmente, tamanho, se aguentou tudo, se chupou…

-Tá, entendi, depois conto..

Desligamos e fui ver a programação..

Tinha piscina, sauna, massagem! Pensei, vou em todos! Último dia!

Fui a piscina primeiro, tinha aqueles exercícios de “velhinhos”, com espaguetes

Obs: Não sei nadar, sabiam dessa? Nem boiar eu consigo direito!

Cheguei e tinha um instrutor, fiquei lá vagando em um canto da piscina olhando a aula, o instrutor viu e perguntou se eu queria participar, fiquei ao lado das senhoras da sauna!

-Bom diaaaaaa querida!! -aquele sorriso de vó estampado no rosto.

-Bom dia! Retribui recebendo os espaguetes

Fazendo  a aula, minutos depois aparece ele e outro funcionário “bombadinho”... Deram a volta na piscina para ir em outro local e sumiram, mas ele me acompanhou no olhar…

As duas do lado se entreolharam, rindo , depois olharam pra mim…

-Esses “meninos” estão cada dia mais joviais e fortes né querida? 

Eu estava viajando em pensamento e uma delas repetiu a pergunta, aí entendi e respondi.

-Ah sim, mas nem reparei do que vocês estavam falando! - fingi demência para parecer “inocente”

-Aqueles dois ali, uma delas apontando ao fundo…

-Ah simmmm … eu vi, são bonitos!!

-Você é jovem menina, devia ser mais namoradeira!!! Aproveita!!! -disse uma delas

Passou um filminho na minha cabeça na hora relembrando desde o dia que cheguei! Fiquei até com vergonha de falar qualquer coisa!

-Mas aqui é para aproveitar e descansar, né?

Uma delas, que não falava muito… parou… lembro porque olhando pra ela, certeza que estava passando um filme na cabeça dela…. Ficou eu e outra senhora esperando a deixa dela…

-Fui casada durante x anos (não lembro o tempo que ela falou) e durante esse tempo fui fiel… mas ele não! Ele faleceu e continuei minha vida sem ninguém só cuidando de filho e netos…

Aí ela se vira para mim, eu lá, esperando qualquer mensagem motivacional de “qualquer” senhorinha avózinha… 

-Querida, você é jovem…. Você namora?

-Não, terminei faz um tempinho…

-Olha aí que maravilha… tem tempo menina!

-Vim mais pra descansar o corpo e a mente!

Mantendo aquela conversa em alto nível com as vovós, tirando as 2 tinham mais umas 4 na piscina e o instrutor….

-Quer descansar o corpo querida???? Trepe bastante!

Os risos foram gerais, eu devo ter ficado corada na hora porque não imaginava ouvir aquilo… e continuaram 

-Filha, se eu tivesse na sua idade com esse corpinho…. Só iam me tirar de cima deles com um pé de cabra! 

Obs: (Ah Mirela, você tá inventando que elas falaram isso….. Não, essa frase hoje é dita com guindastes…. E como eu sou muito criativa fiquei imaginando um pé de cabra 🐐 na relação…. Guardei a mensagem pra vida)

Risos gerais e eu abracei um espaguete , cobrindo a cara por conta do que estava ouvindo e o instrutor sem fôlego de rir! 

Pensei: “Onde estão as vovós dos crochês?”

Aí deslanchou para as falas de besteiras 

Uma falando mais absurdos que a outra… clima ficou leve… nem falei nada que aconteceu naqueles últimos dias ali! Já estava imaginando elas em roda me questionando várias coisas! Não conseguiria falar! Mais uma vez fiquei quieta fazendo a pose de “netinha” inocente!

Instrutor depois dos risos deu uma cortada, falou que era pra pegar os espaguetes e repetir os movimentos….

Terminou a aula, me sequei, sai da piscina, as senhorinhas fogueteiras saíram e dispersaram…

Fui à sauna, onde mais senhoras estavam! Entrei e lembro de ter falado aqueles “ois” arrastados e “surpresos”..me sentei e fiquei assando por lá durante uns 40 minutos alternando saída, ducha e voltando (era sauna a vapor)

Sentia todos os poros do corpo limpos !

Lembro que fui ao quarto, tirar o maiô e colocar roupas mais secas!

Sai e fui a recepção, queria ver a agenda de massagem, quase não fiz muitas…

Não sei porquê caralhos estava lotado e tinha sessão só de tarde pra noite (não lembro horário…) só sei que a janela era curta… 

Marquei e fiquei lá vagando pelo SPA! 
Tinham outras coisas, mas decidi ir a piscina, já que era pra não fazer nada, que seja tomando solzinho..

Biquíni colocado e lá vamos…

Piscina mais cheia, algumas senhorinhas, uns senhores e casais novos que chegaram durante a semana…. 

Peguei uma das poucas cadeiras disponíveis.. coloquei a toalha e tô ali no meu banho de Sol…

(Bom, isso era o que eu lembrava….)

Cruzava olhares com ele passando as vezes, estava acompanhado de outro rapaz igualmente atraente… não sei se eram da mesma função ou faziam tudo lá…

Ficamos nessas cruzadas de olhares até próximo do almoço..

Chegou a hora de comer, eu faminta na fila, desta vez no restaurante mais cheio… mais barulho… menos lugares….

Fiz meu pratinho e tentei me dirigir a uma mesa vazia, não tinha…

Mesa das senhorinhas tinha lugar e uma tinha o Eduardo com o rapaz que eu não conhecia e mais uma funcionária… poderia ir lá mas achei melhor não “misturar” as coisas 

(Obs: Essa parte eu escrevi ouvindo Hotel California, quem já conversou aqui comigo sabe que sou aleatória)

Sentei a mesa das senhorinhas, realmente foi uma escolha divertida…

Almocei e conversei demais com elas ! Falamos de tudo… deram conselhos pra vida… umas fofas….

Uma delas sentada de frente pra mim e de frente para a mesa do Eduardo diz:

-O mocinho da piscina não para de ficar olhando pra você! 

-Oi? 

Ela repete e eu finjo demência… 

As senhorinhas mais vividas que eu começam a falar da juventude, as “transgressões” que viviam na época adolescente, uma conta de apanhou do pai quando fez uma tatuagem…. Outra que casou meio que forçada, mas aprendeu a gostar do marido… (fiquei meio passada na época)

Contei a elas que eu havia perdido a virgindade com 15 para 16 anos… (sem entrar em detalhes….) 

(Obs: Ouvindo “Infinity - James Young, amo…)

A maioria delas perderam a virgindade bem, mas bem mais velhas que eu, algumas com 19, 20, outras com 22…

Perguntei se elas saiam sempre em grupo… afirmaram que sim e lembrei que na época perguntei o que iriam fazer depois de lá 

-Cruzeiro, passear e aproveitar, querida!

Uma delas emenda, a sem filtro…

-Transar seria bom também…

Risadas gerais, eu já tinha largado a vergonha no quarto…

-Tá certa, vocês são muito jovens ainda!

-Jovem é você, meus peitos são caídos. Se eu colocar um vestidinho assim igual ao seu seu não ficaria bonito.

-Olha só (esqueci o nome dela)! Olha que peito durinho….

Sentada ao meu lado ela por cima do vestido aperta meu peito… 
Fico sem graça, e elas continuam até chegar o garçom e perguntando se íamos querer sobremesa.. umas pedem uns doces lá e eu peço Petit gateau…

Chegam e comemos!

Engraçado do Petit gateau é que ele é um bolinho de chocolate com calda e o sorvete de creme, um Yin-yang ☯️perfeito. Quem entendeu, entendeu…. (Corta pra eu ouvindo Take on Me agora…💃🏼Ah, peguei a manhã de hoje pra escrever mais esse trechinho na empresa! 😅)

Conversamos mais um pouco nos deleitando nos doces! Levantamos e vou bater perna pelo local.

Horas passam, canso de tanto descansar e não fazer nada! Às vezes cruzava os olhares com o Eduardo pelos locais.

Chegou a hora de fazer massagem, me dirijo ao local e lá chegando já estavam algumas pessoas. Não lembro exatamente o que estava vestindo, mas acredito ser um biquíni ou roupa leve! Cada maca de massagem tinha seu espaço sendo separado por cortinas (tipo hospital) e tinha aqueles locais para colocar o rosto (olhando para o chão)

Me deito e uma mulher vem ser minha massagista! (Misto de decepção e ansiedade)

-Tudo bem? Mirela né? 
-Sim
-Tem alguma preferência? Local? Intensidade?
-Pode usar força mesmo, principalmente mãos e pés!

Deitei e ela começou, foram uns 30 minutos de massagem !

Praticamente dormindo na maca, “acordei” com ela me chamando! 

Lembro que agradeço, pois massagem é boa de qualquer jeito, mas esperava mais e saio.

Bom, que eu me lembro até aqui, fiquei perambulando até chegar a noite. Ia sair no dia seguinte pela manhã.

Sei que estava querendo o Eduardo de novo. Mais do que nunca.

Lembro que durante as idas e vindas e quando nos encontramos nos locais públicos, intimei ele a ir ao meu quarto: (Diálogos aproximados)

-Amanhã estou indo embora….

-Mas já?

-Sim… 

-Quer sair de novo! Dar outro passeio, conheço outros locais legais aqui!

-Ah não, queria ficar quietinha no quarto hoje! De preferência namorando…

-ok…

-Só ok? Queria a sua massagem também …

-Passo lá então depois do expediente…

Jantei, socializei com as senhorinhas, me dirigi ao quarto…

Fiquei lá moscando, falei com a Fernanda, contei detalhe por detalhe que ela ficava perguntando e depois  com meu pai….

Tomei aquele banho e fiquei bem cheirosa..

Coloquei uma roupinha leve, tipo vestidinho…

Deitei na cama, liguei a tv do quarto, tinha nada que prestava….

Ficava olhando o janelão… sei lá quanto tempo depois ele aparece:

-Achei que não vinha mais…

-Tava me despedindo do pessoal e passei em casa…

-Pra que?

-Fui me arrumar e pegar uns óleos de massagem… você não quer massagem?

-Nossa… achei que você viria e seria uma massagem simples…

-Já que é pra fazer, que seja bem feito né?

Bom, daqui pra frente, a parte importante que eu lembro foi a seguinte, nos pegamos ali mesmo, na porta… e ele já foi me conduzindo para a cama… aquela mão grande dele apertando o que podia em mim…

Deitei na cama de costas e ele já sem camisa e só de cueca, eu ainda estava com vestido…

Ele começa a massagear os pés, aquilo sim era massagem…. Sentia os dedos dele apertando tudo, cada ponto da planta dos pés… juntando o óleo ainda fazia o deslize das mãos dele ficarem ainda melhor….

Começa a subir e pede pra ficar de bruços, lembro que estava de pernas abertas com ele entre elas, mas ainda estava de calcinha 😅…

Apertava toda a região das pernas, as mãos dele eram bem quentes…

Continua por bons minutos e então sobe para as coxas.. sinto ele pingando o óleo nelas…

-Consegue abrir mais as pernas?

Lógico que massagem normal não era assim , e já sabia como iria terminar, eu estava querendo assim…

Abri o quanto pude delas, sentia os joelhos dele encostando na parte interna das coxas…

Ele bem eficiente massageia as duas coxas, os dedos dele chegam bem perto dela, esbarrando  na calcinha, aquela hora eu já devia estar molhada .. mas ele continua firme na massagem.
Cada dedão de sua mão passa por baixo da minha bunda, percorrendo a região próxima da coxa, deitada, seus dedos escorrem por dentro da pele….
Lembro de ter falado algo como se ele estivesse fazendo massa de pão, ambos rimos.

Ele me pede para retirar o vestido e fico só de calcinha, continuo de bruços enquanto ele besunta meu cóccix e costas com mais óleo.

Ele espalha rapidamente e suas mãos percorrem abertas de baixo pra cima.. ele senta de cueca encaixando seu membro na minha bunda, ele já estava duro, dava pra sentir…
Percorre quase toda extensão das minhas costas com os polegares no centro e os outros dedos quase que nas laterais, passando pelas costelas até abaixo das axilas, neste momento eu ri pois tenho sensibilidade nesta área:

-Arrepiou foi? 

-Não Edu, cócegas mesmo,,, continua mais no meio das costas! Falando abafado com a cara enfiada entre dois travesseiros.

-Calma, tem que pegar a região toda…

-Menos aí…. 

Ele então continua sua jornada pelo meu corpo chegando nos ombros, fica uns bons minutos neles e ele praticamente deitou sobre mim, sinto seu peito encostar nas minhas costas, sua boca quente perto da nuca e o pau dele mais duro dentro da cueca cutucando minha bunda…

-Ta gostando? Sua voz do lado do meu pescoço arrepia…

-Sim! Continua… (abafado)

-Ta mas agora precisa tirar a calcinha… excesso de roupa sabe? (Lembro dessa frase por que eu ri já sabendo o que ia acontecer)

Só levantei o quadril e as mãos grandes dele nas laterais fizeram o resto, sinto ela deslizar pelas coxas, ele levanta um pouco as pernas para tirá-la completamente 

Ouço uma movimentação estranha, já sabia que ele tinha tirado a cueca, mas não estava vendo….

Ele separa as duas pernas e fica entre elas de joelhos, sinto ele pingar mais óleo nas pernas e coxas

Suas mãos espalham mais até chegar na minha bunda. Ele pega uma almofada e pede para eu erguer a bunda e colocar por baixo, tô lá empinada sem ver nada. Sinto uns pingos no meu rego.. curiosamente sua mãos adentra minha bunda , pelo rego e ele massageia a parte interna, ali estava de certa forma agradável… (para quem me conhece, sabe sobre a região)

Seus dedos baixam mais e encostam nela, já devia estar encharcada, se não era de tesão por conta da massagem era do óleo..

-Abre, mais as pernas Mi…

Abri e estava na posição 08:25, lembro porque falei que não era bailarina.

-Agora tá bom…

-Foca na massagem Du… (eu já sabia que ia ter merda de massagem nenhuma😅😅😅)

Tô ali empinada e aberta, besuntada de óleo, cara enfiada entre dois travesseiros, sem saber o que estava acontecendo….

Sinto a mão dele cobrir ela, dedo do meio tocando por fora os lábios, mais pingos de óleo…

Sua mão desce e sobe nela…. Minha excitação vai às alturas com ele roçando nela, sinto aquele dedo grosso separar ela e invadir por fora.. me masturbar devagar e começo a arquear o quadril parecendo uma gatinha no cio…

-Tá com tesão já Mi??

-Tô…. Continua…

-Tá querendo administrar a massagem e a foda dos outros? (Ele me solta essa).

-Continua… indaguei.

Ele  ergue mais o meu quadril, tô praticamente de quatro, seus dedos percorrem minha buceta de cima a baixo, por fora e por dentro… já não havia mais onde ele massagear, apertar ou alisar nela…

Se afasta e então “ela” sente a respiração dele… a língua grande e grossa dele começa a limpar aquele óleo e a invadir… a língua quente me fazia ter espasmos…. Cada vez que ele enfiava aquela língua eu levantava mais a bunda como se quisesse ele dentro dela naquela hora… eu já estava mordendo as fronhas da cama… sem ver nada o que acontecia lá embaixo….

Gozei na boca dele, não lembro quantas vezes..

Ele de sacanagem quando ia chupar lá sentia seu nariz cutucar meu cuzinho (🤣🤣, quem me conhece aqui sabe que não “curto”)

Até que ele me dá uma bela lambida nele, sem dó ele sai de baixo e passa a extensão toda nele.. óbvio que ligou o alerta automático e contrai a bunda quase que instantaneamente..

Foi ali que reclamei com ele até que ele faz a posição 245 do kamasutra (nem sem como ele fez aquilo mas estava bom) vou tentar explicar a posição:

Tô lá de quatro empinada, ele sobe nas minhas costas. Meu rosto no colchão entre suas pernas. Ele abraça meu quadril erguendo, ali eu percebi que era flexível, seu pescoço encaixa no rego da minha bunda…
E ali eu tomo uma surra de língua. 

Não sei explicar, mas a língua dele alcançava locais que me faziam ir longe.. e ele não se cansava… não dava pausa…

Mudamos a posição, deitada de costas ele continua a massagem agora focando nos meus seios… mais óleo, mais escorregadio sinto as mãos enormes dele…

-Não tá bom de óleo não Du?

-Não reclame, ta ruim?

-Não, mas tá empolgado! Tô me sentindo uma receita…

Ele sobe e desce na minha barriga até a base dos seios. Mais óleo neles… começa a massageá-los.

Ele pega uma toalha e cobre meu rosto, aquela sensação de não ver nada dá mais tesão…
Aquelas mãos grandes segurando eles e apertando os mamilos como se fossem controles… não sei que técnica ele fazia mas arrepiava, do nada sinto a boca dele em um deles… aquela língua quente dele circulando a auréola, me fazia arrepiar todo o corpo, 

Determinado momento ele vem montando minha barriga, sem ver já sabia que ele ia fazer…. Mais óleo, desta vez nele… tiro a toalhinha do rosto e vejo aquele membro lubrificado na minha frente..

Olho pra cima e ele me encarando…

-Põe a toalha de volta…

-Quero ver essa massagem…

Rimos e ele massageia o pau dele no meio dos meus seios, e ele tinha um pau bonito… diga-se de passagem 🤣🤣🤣

Eu já olhava para ele imaginando dentro da minha boquinha. Mas ele continua lá…

-Sobe mais Edu…..

-Quer ele onde?

-Aqui… (apontando para minha boca)

Ele brilhava com óleo, cheiro de chocolate pra todo lado… 

Ele completamente duro na minha frente, sem rodeios coloco a cabeça dele e minha língua começa a circular em volta… punhetava ele com metade dele na minha boca… via ele revirar os olhos às vezes… ele leva as mãos para trás tateando minhas coxas e começa e me masturbar quando acha minha boceta molhada…

Sinto aquele dedo grande dele me invadir enquanto os outros massageavam meus lábios “inferiores”. 

Minha boca não comportava aquele pau preto… mas fazia questão de colocar tudo que dava… ele começou a meter na minha boca num vai e vem… ela já estava ensopada no dedo dele:

-Porra Mi, que boca macia….

Continuava chupando… não dava pra responder nada, mas estava gostando….
Ele gemia cada vez mais frequente

-Vou gozar….

Tiro da boca…

-Mas já???

-Não tô aguentando…..

Voltei para  minha boca, aquela cabeça dura prestes a explodir dentro dela…
Nem deu tempo de pensar, já senti ele gozando…. Segurei dentro da boca como pude… a língua na base do pau dele sentia cada contração… engoli tudo que tinha pra sorver ali.

(Pra não pensar em você - Zezé de Camargo)

Ficamos deitados juntinhos, conversamos muito sobre muitas coisas! 

Algum tempo depois levantei e disse que ia tomar banho, ele prontamente disse que ia também… entramos no chuveiro, esfregamos um ao outro. Namoramos no banho…

(Escrevendo isso já imaginei na época que tinha achado minha alma gêmea, que ia casar, ter filhos, já viajei nas idéias, sou assim)

(Aquela pessoa - Henrique e Juliano)

Lembro que voltamos pra cama, de cabelo molhado mesmo enrolado na toalha. Deitamos e ficamos lá um tempinho, abraçados, aquele calor gostoso… sei que ele deu uma leve cochilada na cama, deveria estar cansado do dia. Fiquei olhando ele cochilando um pouco, lembro de ter deitado no peito dele e acabei dormindo também.

Esse cochilo durou um tempo, pois ele deu um “tranco” na cama dizendo que precisava ir embora, a hora marcava 02 e pouco da manhã! 

-Mi, preciso ir, capotei…..

-Fica aqui du.. vai sair essa hora?? Pra que? (desnorteada por ter acordado aquela hora)

-Mas tô sem sono e preciso estar aqui de manhã…

Lembro que eu abracei ele de novo quase subindo nele…

-Fica logo e vai trabalhar daqui…

-Não trouxe roupas… 

-Usa a mesma ué…

Ele aquietou já aceitando a derrota, lembro porque ele ficava tentando me tirar de cima dele e eu não deixava 🤣.

(This is me - Demi Lovato)

Eu já estava sem sono também, nos dois no escuro, sei que estava doida pra dar…

Ele conversando, e eu só ouvindo a voz dele naquele breu.. subi mais um pouco até achar a boca dele.. ele foi parando de falar e me beijou…

Sabe aqueles beijos que você dá no escuro de olhos abertos para ver a pessoa? É ali que o tesão começa!! A respiração muda, as línguas se procuram dentro da boca um do outro…

(Wide awake - Kate Perry)

Estava deitada sobre ele, aquele calor da pele com pele, aquele peito nu dele, uma boca grande  e lábios grossos…

Beijei muito, daquele beijo que descompassa a respiração como se estivesse se afogando e você luta pra ficar na superfície…

Ele segura minha cintura com força, já tentando tirar minha calcinha, me movimento em cima dele deitada deixando ele empurrar ela até embaixo na coxa… uma das suas mãos já apertam minha bunda com força… sinto ele me puxando pra cima…

-Sobe…

-Vai me chupar???

-Quero ela na minha boca…

Fui me esgueirando por cima dele, com paradas estratégicas, primeiro ele grudou nos meus seios por um bom tempo enquanto me seguro no batente da cama…

Continua me lambendo, até chegar ao umbigo, suas mãos apertando minha bunda com desejo de alguém que estava muito tempo sem relações..

Ele deitado, continuo escalando…. Paro sentada no peito dele…

-Vai logo Mi, esfrega essa buceta na minha cara…

Eu ri subindo aos poucos ajoelhada, parei com ela bem no queixo dele…

-Quer mesmo??

-Vai logo porra…

Levantei e deixei ela e poucos centímetros da boca dele, sinto a primeira passada de língua…seus braços envolvem minhas coxas abraçado com toda força e ele me forçando para baixo….

-Calma Du, devagar (rindo)

-Solta o corpo…

-Você não vai respirar…..

Fiquei receosa de soltar o peso, mas ele estava nem aí, relaxei e sentei na cara dele…

Fiquei olhando os olhos dele fechados , o nariz sendo amassado roçando meu "capozinho" e a língua dele fazendo intercâmbio na minha buceta!

Ali eu já estava praticamente rebolando, relaxei tanto que em determinada hora ele me levantou pra pegar ar e continuou! (se disse que era pra sentar, sentei….)

Enquanto ele me chupava ali, olhei pra traz e o pau dele duro dando pulinho e descansando na barriga apontando pra mim….

Aproveitei pra deixar ele mais duro.. ficava masturbando ele, acariciando aquele saco preto cheio, estava sedenta…

Perdi a noção do tempo dele embaixo de mim, mas vi que ele estava em ponto de bala pra querer me foder…

Levantei da cara dele toda melada, tinha uma luz ao lado da cabeceira, liguei e comecei a rir ao ver o estado dele…a língua limpando onde alcançava, meu melzinho e saliva dele escorrendo pela bochecha, pescoço puro suor de esforço muscular…

Vou descendo, não sem antes ele grudar nos bicos do seio novamente..

-Chega Du, dá ele aqui…

-Copo de água e um peitinho não se nega..

-Quero ele, para de enrolação…

Deitada por cima  e beijando ele , peguei com a mão pra direcionar, nem preciso falar que entrou sem resistência..

Lembro que no começo eu deitei sobre ele, e ficava “subindo e descendo” enquanto esfregava meus seios nos peitos dele, e a cada “subida” eu beijava ele.. 
outra ida lambia a boca dele…
Noutra eu mordia os lábios dele…

Como a cavalgada na horizontal estava gostosa, comecei a gemer perto do ouvido dele, ele só acompanhava os movimentos me segurando pela bunda.

Determinado momento aquele Edu comedido que eu conhecia me solta essa:

-Mi, quero te foder com força!

Parei com ele dentro de mim, olho no olho…

-Ué, e fizemos o que nesses dias todos?

-A gente transou, mas hoje quero te foder com vontade!

Eu incrédula pensei e falei:

-Nos outros dias estava sem vontade?

-Não, não é isso…

Comecei a rir dele pra variar…

-Eu entendi Du, você quer sem pudor? É isso?

-É… “tipo isso”.... (Lembro desta frase , porque ele desviou o olhar achando que eu ficaria espantada ou então assustada com algo)

-Du, eu cheguei faz uns 3 dias e o que fizemos foi sem pudor pra mim…. 

Desta vez levantei e fiquei sentada, apoiada no peito dele enquanto cavalgava….

-Só o que me faltava…. Sem pudor a essa hora! (balançando a cabeça negativamente e rindo enquanto quicava na rola dele).

Ele rígido dentro de mim, saio , fico ao lado dele de quatro, empino a bunda o máximo que eu consigo…

-Vem Du, sem pudor…

Ele levanta rápido, vem por trás, agarra minha bunda, pincela o pau dele na entrada e soca nela sem rodeios, aquela hora eu já estava em transe sentindo aquele pau entrando em mim…

Ele me prensa contra a cabeceira e começa a socar forte, senti que ele estava querendo fazer valer aquela que poderia ser a última transa entre a gente!

Ele aumentou a pegada sobre mim, senti ele mais bruto, o barulho dele socando em mim e batendo na minha bunda fazia eu segurar na cabeceira pra não dar cabeçada nela.

Cada estocada dele, me fazia soltar um gemido , mesmo abafado ele ouvia e isso era um combustível para ele… 

Uma hora precisei segurar ele com a mão para  “ir devagar”, aquela brutalidade tinha nome, tesão desenfreado…

Suas mãos calejadas na minha cintura puxando pra ele a cada arremetida me faziam sentir uma atriz porno na mão dele.

-Du…. devagar…. 

-Tá bom assim…. Deixa…..

-Bom, mas vai devagar….

Ignorando qualquer pedido, até porque eu estava adorando aquilo pra ser honesta, deixo ele usar meu corpo como bem entendia…

Me abro como podia pra receber seu membro dentro de mim… sentia sua cintura colidir com minha bunda, que amortecia cada estocada… a sensação dele dentro de mim cada vez mais fundo me fazia gozar demais…

Ele sai de mim, pau em riste…. me levanto olhando aquele membro me encarando 

-Deita mi, abre bem essas perninhas….

Fiz o que ele mandou. Me deitando , perna abertas e ele repousando sobre mim, ela ali toda babada, de mim e dele, recebe novamente aquele mastro preto e duro, vem me preenchendo…

Desta vez olho no olho, vejo Edu me encarando… sua cintura batendo em mim, me penetrando… ele não sabia se olhava minha boca, meus olhos ou olhava pra baixo pra ver entrando e saindo dela!

Segurei seu rosto com as duas mãos e disse:

-Du, olha pra mim enquanto me fode…

-Caralho Mi…

-Isso… me olha enquanto me fode…

Não sei se foi o jeito que eu falei, a forma de segurar o rosto dele, se foi quando eu abri mais as pernas pra receber seu pau  e segurei ele dentro de mim cruzando sobre ele ou foi tudo isso junto…

Puxei ele pra me beijar enquanto ele dava suas últimas estocadas em mim, sinto ele gozar enquanto me beija…. Ele geme na minha boca enquanto recebo sua carga dentro da minha buceta!

Ele relaxa o corpo sobre o meu, eu o abraço forte… e sua respiração no meu pescoço vai ficando cada vez mais relaxada! Baixo minhas pernas com ele dentro de mim…ainda.

Faço cafuné com ele desfalecido, sinto seu peso aumentar com ele relaxado…

Ficamos bons minutos naquele momento…

Ele levanta do meu pescoço, mais suados, me dá um beijo demorado…. Nossos olhos se fixam , um silêncio sepulcral ….

Ele levanta, saindo de mim e deita ao meu lado…. Meu instinto foi me virar 

-Du, me abraça?...

Nus mesmo, ele me abraça de conchinha… seu calor aquece minhas costas e sua respiração na minha nuca vai ficando suave….

Apago a luz da cabeceira… dormimos…

(Uma parte deste relato eu escrevi enquanto estava na casa do meu pai…

No dia seguinte, enquanto estávamos tomando café, perguntei a ele se ele lembrava de ter me levado lá e então ele me fala o seguinte:

-Filha, aquela semana você estava tão desanimada quando te deixei lá e quando fui te buscar você parecia ter mais vida…

Eu sorri e agradeci o presente que ele me deu! )

Voltando:

Acordamos com ele abraçado a mim… me disse, bom dia… nos beijamos … tomamos banho juntos, namoramos mais um pouquinho… 

Queria sair do quarto com ele de mãos dadas… mas não era possível…

Ele saiu por onde entrou, eu me dirigi ao restaurante para um último café…

Volto ao quarto para arrumar as coisas e passa um tempo e meu pai está na recepção

Agradeço a hospitalidade… me despeço de quem deu, inclusive duas senhorinhas estavam lá… vou cumprimenta-las..

Ele não está ali…

Entro no carro, destino São Paulo… 

Um tempo depois encontro o que seria o amor da minha vida em uma papelaria… 😊😊😊

Espero que tenham gostado do relato e da minha "playlist"!!

Só porque estou puta com esse time do Brasil! Postei 3 fotos e 2 videos! Eram pra ser 6! fica pra próxima copa!

u/MirelaVP — 2 days ago

EXIBINDO A NAMORADA

Devido ao relato que fiz nos últimos dias, resolvi contar uma história que se tornou rotineira e agora faz parte das nossas “brincadeiras”.

Os nomes serão alterados por motivos óbvios e para fim de entendimento melhor da história:

- Eu: Flávio
- Minha namorada: Monique
- Meu amigo: Renan

Minha namorada e eu, estamos nessa fase de exibicionismo há alguns meses. Nos últimos dias estamos “provocando” um amigo nosso. Ele é um cara gente boa, confiável e é casado. Minha amizade com esse meu amigo é de longa data e conversamos sobre tudo na vida e de nossas respectivas parceiras, e foi em uma dessas conversas que tudo começou, de certa forma sem querer.

Um dia, estávamos conversando sobre algum assunto aleatório e mandei uma foto do quarto que estava com minha namorada. Porém, a foto pegou um ângulo indiscreto da minha namorada. Ela estava de pijama daqueles um pouco transparente e dava pra ver os mamilos dela bem destacado. Na hora não tinha percebido e só fui me dar conta com o seguinte comentário dele:

- Oloco! A Moni está de pijama até essa hora?! Haha (Figurinha de safadeza)

Quando percebi o tom de safadeza, não me importei e disse pra ele que ela costuma andar até sem roupa pela casa. Então minha namorada deitou ao meu lado e viu a conversa e ela disse:

- Você é louco mandar uma foto assim? Tô feia e vai que o Renan salva… da próxima manda em visualização única…

Disse a ela que estava linda e perguntei se teria problema de mandar outra mas com mais detalhes. Ela topou mas apenas se fosse de visualização única.

Voltei na conversa com meu amigo e mandei um video dela tirando o pijama e colocando a tolha e disse na legenda:

- Só porque você disse que está de pijama ela foi tomar banho.

Renan ficou maluco com o vídeo e disse:

- Mano, a Moni é gostosa demais! Com todo respeito. Não imaginava como ela é tão boa pelada! Haha

Disse a ele que ambas nossas parceiras é gostosa e que temos sorte, meio que distraindo do assunto. Ao final ele disse:

- Quando ela voltar do banho me avisa (Figurinha safada)

Mandei uma foto dela tomando banho com a seguinte legenda:

- Acho que ela vai demorar, provavelmente vai siriricar um pouco haha

Se quiserem continuação ou outro relato posso postar mais nos próximos dias.

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u/dragonstrip — 3 days ago

Sexo inusitado com a estagiária

Olá, gostaria de contar uma história que se passa há dois anos atrás, que rolou comigo H26 e a minha antiga estagiária M22, que vou chamar de Beatriz.

Era março do ano anterior ao fato e fui solicitado pra trocar de turno do trabalho, trocaria com um colega de equipe, e ficaria no período da tarde e também da noite. No período da noite, trabalhavam somente os dois: Meu colega de setor, um cara extremamente correto, até chato no trabalho e a Beatriz.

Antes de iniciar no turno da noite, já tinha tido alguns contados com a estagiária, mas sempre muito cordiais, bom dia, boa tarde e às vezes um papo sobre a vida e nada mudou muito quando mudei para o setor. Chegávamos a ficar horas sem trocar nenhuma palavra. Até que pra tentar tirar aquele clima pesado, puxava alguns papos pra poder quebrar o gelo e ela sempre respondeu muito bem à isso. Até que começamos a nos enturmar mesmo, ter conversas mais longas, falar sobre o dia a dia, contar novidades, até mesmo trocar conversas de coisas mais íntimas (mas não tanto). Nessas conversas soltamos um para o outro que somos bissexuais, ela namorava e eu solteiro.

Bom, para contextualizar, a Beatriz nunca foi uma mulher no qual meu olhar se fixasse, de verdade. Eu sempre gostei mais de outros tipos de garotas, bem diferentes fisicamente e em personalidade. Ela sempre foi muito expansiva, até meio inconsequente às vezes. E fisicamente ela é magrinha, com seios bem pequenos, uma bunda pequena mais redondinha, e com um rosto muito bonito, lábios relativamente carnudos, olhos castanhos e cabelos morenos ondulados. O que quero dizer com isso é que, até então, ambas as partes considerava um ao outro, bons amigos.

Nossa amizade foi ficando cada vez mais forte e próxima, eu contava tudo da minha vida, ela da dela (inclusive os detalhes do término dela). Ela já me arrumou uma amiga dela, eu já arrumei um colega pra ela também e assim fomos. Em geral nos divertíamos muito no trabalho até, o turno passava voando. Até o dia do aniversário dela.

No dia do aniversário dela, no ano seguinte a minha troca de turno, resolvi fazer uma surpresa. Comprei um bolo, escrevi uma carta à mão (apesar de parecer, não tinha nenhum conteúdo romântico ou algo do tipo) e um presente daora. Eu pedi pra ler a carta pra ela e vi os olhos dela enchendo de lágrimas ao terminar de ler. Nos abraçamos e naquela hora ela me deu um beijo no canto da boca. Aquilo virou uma chave em mim - Será que foi sem querer? - Mas logo percebi que não. O clima da sala mudou, os silencios longos de quando nos conhecemos voltou, os olhares mudavam de lugar, o semblante era sério com um "q" de dúvida. Mas seguimos assim até uns 30 minutos antes do fim do turno. Como tinhamos comido o bolo, fui lavar os talheres numa cozinha geral, e voltei para o setor, numa sala separada pra guardar eles. Quando olho para trás está Beatriz apoiada no batente da porta me olhando com uma cara extremamente séria.

Resolvi fazer uma piada, pra tentar aliviar a tensão, mas ela olhou pra cima e continuou muito séria. Com o histórico do que tinha acontecido, resolvi caminhar até ela pra ver o que poderia acontecer e para minha surpresa ela nem titubeou. Cheguei bem próximo ao rosto dela, peguei por trás do pescoço dela e a beijei.

Até hoje sinto que no nosso sub consciente aquilo já estava por um fio de acontecer, nosso beijo encaixou muito, tanto que nos primeiros segundos já estava com o pau duro. Coloquei ela contra o batente da porta e nos beijávamos loucamente. Agarrei ela pela cintura, por dentro do moletom dela, ela suspirou forte. E continuávamos nos beijando até que escutamos um barulho na porta. Fui verificar e não era nada. Como naquele momento faltavam só 15 minutos pro fim do expediente, ela deu a ideia de trancar a porta e apagar a luz pra ninguém flagrar a gente ali. Ao mesmo tempo que pensava que ela tinha razão, minha mente já sabia que aquela ideia não era de uma pessoa que só queria ficar nos beijos. Mas mais que depressa, tranquei e apaguei as luzes.

Não houve conversa, não houve sussurro, mal-mal uma troca de olhares, levei ela até uma mesa meio capenga (com as pernas todas tortas) e estava pra levantar e colocar ela sentada lá, até que quase caímos juntos nela kkk pra não perder a ideia, tirei o teclado da minha mesa e coloquei ela sentada lá. Ficamos nos beijos ali. Eu tirei o moletom dela e ela estava com um top de crochê e aproveitei para tirar junto. Ela tirou a minha camiseta também e ficamos ali sentindo a pele um do outro, até eu me abaixar um pouco pra poder chupar aqueles seios pequenos, mas lindos dela. Os bicos estavam extremamente acesos e assim que encostei a minha língua ela soltou um suspiro de tesão alto e segurou a minha cabeça mais forte. (Continua na parte 2)

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u/BossPositive6052 — 2 days ago

Sexo inusitado com estagiária - parte 2

Estávamos naquela sala escura, somente com o som do ar ligado e nossos suspiros ofegantes, enquanto chupava os peitos de Beatriz. Vez ou outra beijava ela novamente, com os mamilos dela esfregando nos meus e sentia ela rebolar de tesão na mesa. Desci a minha mão e desabotoei a calça dela. Ela se assustou, segurou a minha mão por meio segundo, mas assim que ela olhou no meu olho, ela mesmo já começou a tirar a calça.

Ela estava com uma calcinha de renda azul claro e naquele momento percebi que queria aproveitar o máximo daquele momento. Não tirei a calcinha dela, ao invés disso, comecei a beijar cada parte do corpo dela, enquanto ela se debruçava sobre a mesa quase encostando no monitor atrás. Eu me levantei e ela levantou a perna e apoiou o pé no meu peito. Comecei a beijar a panturrilha e fui descendo até próximo a virilha dela. Quanto mais eu chegava perto, mais ela suspirava fundo, na parte da interna da coxa ela começou a soltar alguns gemidinhos. Fui com a minha língua bem na borda da calcinha dela, bem próximo da buceta dela e a perna dela tremeu de tanto tesão. Voltei a beijar ela enquanto esfregava meus dedos sobre a calcinha dela. Já sentia tudo molhado, quase escorrendo pelas laterais. Vez ou outra parava de beijar ela pra ouvir ela gemendo no meu ouvido e rebolando nos meus dedos quase implorando pra que eu tirasse tudo.

Ela se ergueu, prendeu as pernas nas minhas costas e começou a abrir a minha calça. Naquele momento eu dedilhava ela com o polegar, ainda por cima da calcinha. Peguei ela pela cintura, minha calça quase caindo, segurei ela e meu pau dentro da cueca começou a esfregar na buceta dela. Ficamos naquele movimento ali durante alguns segundos, todo aquele movimento, ela esfregando no meu pau, sentindo a buceta dela molhando a minha cueca quase me fez gozar ali mesmo. Mas desci ela, e pedi pra ela se apoiar com as mãos na mesa. E assim ela fez.

Baixei a calcinha dela e comecei a esfregar meu pau na bunda dela. Ela olhava pra trás com uma cara de safada absurda. Segurei ela muito firme, ela gemeu alto, ecoando na sala toda. Tirei a minha cueca, e ela só me olhava enquanto estava apoiada ainda na mesa. Me abaixei, abri um pouco mais as pernas dela e comecei a chupar aquela bucetinha deliciosa, os labios bem pequenos, depois viria a descobrir que com alguns pelinhos o que me deixou com ainda mais tesão. Enquanto chupava, ela rebolava na minha cara e até o cheiro daquela buceta era delicioso. Me deixava tanto tesão que não conseguia mais me segurar.

Me levantei, e meu pau estava estralando. Pedi pra ela continuar naquela posição. E fui colocando meu pau bem aos poucos, cada centímetro que meu pau entrava, era um gemido que ela soltava. Conseguia sentir aquela bucetinha apertando meu pau. Por muito pouco não gozei na primeira entrada. Mas consegui segurar

Comecei a enfiar com um pouco mais de velocidade, na sala começou a ecoar o barulho das minhas coxas batendo nas dela, assim como o barulho da mesa batendo na parede. Desde o início, nós praticamente não trocamos nenhuma palavra, mas o olhar dela me desafiava, me instigava. Continuamos ali, por alguns minutos. Comecei a segurar e puxar o cabelo dela. Nessa hora ela mudou, ficou quase possuída, o gemido mudou, por vezes até perdia o ritmo. Eu continuei estocando, naquele ritmo, mas com mais pressão, indo cada vez mais fundo. Até que uma hora ela cravou as unhas em um dos meus braços, ela parou de gemer, começou a tentar se levantar, mas ela perdeu a sustentação das pernas que tremiam como controle de video game. Eu segurei ela e senti a respiração dela até descontrolada.

Sentei numa cadeira e sentei ela no meu colo. O coração dela começava a desacelerar e uma risada começava a sair de nós dois. Meu pau estava duro ainda, entre as pernas dela. Ela ainda sorrindo começou a bater uma pra mim. Pela primeira vez ela disse algo "agora é minha vez de te fazer gozar",

Ela se virou, ajoelhou e começou a me chupar. E que boquete, ela subia e descia no meu pau com uma leveza que me fazia quase delirar. Ela parava com a boca bem na cabeça e começava a bater uma. E em poucos segundos, eu senti que iria gozar. Ela recebeu a primeira na boca e engoliu, mas continou recebendo as outras no peito enquanto sorria pra mim.

Ficamos alguns minutos ali na cadeira, com ela sentada no meu colo, abraçando meu pescoço. Senti que queríamos falar algo para o outro, mas não sabíamos como. Ajudei ela a limpar os peitos, e sorríamos um para o outro o tempo todo.

Juntamos nossas coisas, nos despedimos com um beijo longo e fomos embora. Enfim, rolaram coisas parecidas, mais umas 3 vezes e posso contar por aqui. Mas sempre que dava, nos beijávamos, às vezes uma chupada aqui, outra ali e foi assim até o estágio dela terminar

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u/BossPositive6052 — 2 days ago

O jogo agr é outro

(FIC) Porém c alguns dados reais rsrs.

Nomes alterados.

Eu e minha namorada Giulia estávamos juntos há 4 anos, e sempre fazemos nossas resenhas na casa dela, e sempre tivemos amigos muito abertos, até que um dia, convidamos o Daniel para tomar uns drinks como de costume, porém essa noite foi muito diferente das outras.

Dan mandou mensagem para ela dizendo q se mudaria do condomínio portanto queria nos ver antes da mudança,

Marcamos então um sábado próximo a noite para tomarmos algo, ouvir músicas e jogarmos alguns jogos.

Quando chegou ele trouxe uma garrafa de vinho para ela e uma de whisky para nós, eu havia comprado cerveja e começamos a brincadeira.

Bebemos e nos divertimos jogando uno, poker, jogos de adivinhação entre outros, até q um momento da noite Dan sugeriu jogarmos um jogo diferente:

Dan: eu tinha um grupo de amigos q jogávamos uno strip, quem ganha Mantem a roupa e quem perde tira uma peça.

Eu percebi que Giulia estava embriagada e relutante porém curiosa sobre a brincadeira, então resolvi ajudar pois queria saber onde isso daria.

Eu: amor, vc sempre ganha, vai acabar com nois dois pelados e você com roupa.

Ela: kkk verdade, tá bom vai, mas só pq tô muito bêbada.

Eu: eu percebi, então vamos começar.

A primeira partida eu ganhei, ambos tiraram um peça, ele a camisa e ela as meias( ela gosta de jogar sujo, mal sabia ela que eu tbm) ao decorrer dos jogos eu e o Dan ganhamos a maioria quando demos conta ela estava apenas de calcinha e sutiã e eu ainda tinha duas peças de roupa, quando ganhei, fiz ela tirar o sutiã e ele ficou de cueca e uma meia, então ela ganhou e finalmente deixou eu de cueca e ele tbm.

Naquele momento o álcool estava falando mais algo, eu via a cara dela vermelha de vergonha e tesão, olhei para Dan e pisquei ( ele entendeu o recado, vamos nos ajudar para ganhar) dito e feito, eu ganhei e fiz ambos ficarem totalmente pelados.

Ela ficou com vergonha mas estava com tesão demais para se importar, no fim, bebemos e dançamos pelados na sala, parecia não ter maldade no ar, foi divertido até q eles me fizeram tirar a cueca tbm.

Quando Dan foi ao banheiro Giulia pulou em cima de mim, totalmente entregue ao desejo me beijou e começou e me chupar e pediu o eu meter, ela queria sentir, dizia que não aguentava mais.

Até q ouvimos Dan sair do banheiro, e ela me empurrou, eu fui para janela para disfarçar a ereção porém Dan percebeu e começou a rir, perguntando: oq querem fazer agora?

(A partir de agr será fic)

Eu abracei a Giulia por trás e me joguei no sofá com ela, e disse q faria oq ela quisesse, dando a entender que estava disposto a ir além da brincadeira entrei eu e ela.

Beijei seus pescoço enquanto pegava um seio e com a outra mão dedava ela.

Ela: Amor o Dani está olhando ( disse ela gemendo)

Eu: idai? Voce não estava louca p transar?

Dani: finjam q não estou aqui rsrs.

Ela olhou para ele e viu q ele está duro deixando ela mais exitada, enquanto isso Dan sentou no sofá de frente para ela, então a levantei ela e meti com ela no meu colo, e ela olhava fixamente p pau dele enquanto sentava em mim.

Eu: tá olhando bastante em amor, você quer ?

Ela: amooor, è nosso amigo, n posso fazer isso.

Eu: eu sei q você quer, mas se o problema for esse, abre a boca e fecha os olhos, só p saber como é.

Então ela o fez, Dan se levantou colocou o pau na cara dela, e bateu na língua dela, ela segurou o pau dele e disse: não acredito q vou fazer isso, e engoliu o pau dele com toda vontade, naquele momento ela estava sendo preenchida por baixo e por cima, eu nunca tinha visto ela tão empolgada, nunca vi ela chupar um pau com tanta vontade, aí percebi o quanto ela desejava isso.

Eu : amor acho q ele merece saber como é gostoso estar dentro de você

Ela, foda-se quem, só me comam.

Dan sentou se no sofá e a fiz sentar para ele, de frente para mim, e comecei a beijar ela loucamente, então ela disse: eu quero os dois dentro de mim, quero os dois na minha buceta.

O desejo de uma dama é uma ordem, levante as pernas dela com o pau do Dan ainda dentro, e meti nela, pela 1 vez ela sentou duas rolas penetrando sua buceta, ela gritava de prazer, cada gemido seu me fazia foder ela mais forte.

Até a ela gozou e pediu para gozarmos nela pq ela não aguentaria mais, então começamos a foder ela com mais força ate q ambos gozamos, ele nas costas dela e eu dentro dela.

Fim haha,

Nosso insta, se forem educados mostro ela para vocês : hi.sp.hmh

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u/Ok-Choice1018 — 2 days ago

[Real] Viagem de formatura, namorada desejada pelo grupo (parte 1)

Bom, vejo que curtiram alguns contos que já publiquei aqui, ressalto que todos são reais. Hoje a gente é casado mas namoramos desde os 21 anos.
Essa história aconteceu há um tempo, mas foi minha primeira experiência vendo algo do tipo acontecer, e me deixou fascinado. Foi uma viagem de formatura que fizemos com um grupo, e tudo que vou contar realmente aconteceu. Essa é a parte 1. Posso trazer a continuação dessa história do que aconteceu depois dessa viagem , se vocês gostarem. Segue abaixo:

Eu a Rafaela tínhamos acabado de nos formar. Ela, em Psicologia, eu em Administração. Depois de meses de provas, trabalhos e stress, decidimos comemorar com uma viagem de uma semana para um sítio enorme no interior de São Paulo. Um amigo nosso havia alugado o lugar para um grupo grande: 20 pessoas no total, entre casais e solteiros. Era perfeito — piscina, churrasqueira, trilhas, quartos espalhados pela casa principal e pelas cabanas ao redor. Rafaela estava radiante. Com seu 1,70m, pele branquinha que parecia brilhar sob o sol, corpo bem desenhado e um sorriso que desarmava qualquer um, ela era o tipo de mulher que chamava atenção sem esforço.
Eu a amava loucamente. Mas nessa viagem, descobri algo sobre mim que nunca tinha imaginado.

Dia 1 – A Chegada

Chegamos no fim da tarde. O sítio era impressionante: gramados vastos, árvores antigas e um pôr do sol laranja que pintava tudo. A Rafa usava um short jeans curto que marcava suas coxas firmes e uma blusinha cropped branca que deixava à mostra um pedacinho da barriga lisa. Os cabelos castanhos soltos caíam sobre os ombros. Enquanto descarregávamos as malas, os olhares dos outros caras já notavam ela. Discretos, mas presentes.
À noite, fizemos um churrasco. Todo mundo bebendo cerveja gelada, rindo alto. A rafa sentou ao meu lado, mas o círculo era grande. Vi o Rafael, um dos solteiros de 25 anos, alto e atlético, conversando com ela sobre a faculdade. Ele ria das piadas dela, os olhos descendo por um segundo a mais para o decote sutil da blusa. Em vez de ciúme, senti um calor estranho na barriga. Era… excitante. Ver ela sendo admirada. Ver o desejo nos olhos dele.
Quando fomos dormir, no nosso quarto aconchegante, fiz amor com Sofia devagar, sussurrando no ouvido dela como estava linda. Ela gozou gemendo baixo, apertando as unhas nas minhas costas. Eu gozei pensando naquele olhar do Rafael.

Dia 2 – O Calor Aumenta

O dia foi de piscina. A Rafa apareceu de biquíni preto, simples mas mortal. O tecido marcava perfeitamente seus seios médios e empinados, a cintura fina e a bunda redonda e empinada. A pele branquinha contrastava com o preto. Ela passou protetor solar devagar, e eu ajudei, sentindo os olhares ao redor.
Passamos a tarde jogando vôlei na piscina. A rafa pulava, ria, o corpo molhado brilhando. Os caras do grupo — especialmente Rafael, o Pedro e o Lucas (outro solteiro) — estavam bem próximos, “ajudando” ela a subir no ombro de alguém para pegar a bola. Toques inocentes na cintura, nas costas. Ela sorria, natural, feliz com a atenção.
À noite, no jantar coletivo, as coisas esquentaram um pouco mais. Sentamos em uma mesa longa. A rafa estava ao meu lado, mas Rafael ficou na frente dela. A conversa fluía solta. Em determinado momento, senti o pé dela roçando o meu. Depois, vi que o pé dela — aqueles pés lindos, branquinhos, tamanho 36, unhas pintadas de branco perolado, perfeitamente cuidados — deslizou devagar por baixo da mesa e subiu pela perna de Rafael.
Ele parou de falar por um segundo, os olhos se arregalaram levemente, mas manteve o sorriso. A rafa continuou conversando como se nada estivesse acontecendo, o pé macio subindo e descendo lentamente pela panturrilha dele, um carinho sutil, escondido. Eu observava tudo por baixo da mesa, o coração acelerado. Meu pau endureceu instantaneamente dentro da bermuda. Não era raiva. Era um tesão novo, profundo. Ver ela desejada. Ver ela dando aquele prazer secreto para outro homem enquanto eu estava ali. Descobri, naquele momento, que eu gostava disso.
Quando voltamos pro quarto, transei com ela com mais fome que nunca. Ela estava molhada, excitada. “Você viu como eles olham pra mim?”, ela sussurrou, sem saber que eu tinha visto o pé. Eu só gemi, gozando forte enquanto beijava os pés da Rafaela e chupava os seus dedinhos.

Dia 3 – A Noite das Bebidas

No terceiro dia, fizemos uma trilha leve pela manhã e passamos a tarde relaxando. À noite, rolou uma fogueira com drinks mais fortes — caipirinhas, cerveja e shots. Rafaela bebeu um pouco mais que o normal. Estava alegre, rindo alto, o corpo solto no vestidinho leve de alças finas que marcava cada curva. O tecido branco colava sutilmente nos seios, mostrando o contorno dos mamilos quando o vento batia.
Sentamos em círculo. Ela entre mim e o Rafael. Com o álcool, as conversas ficaram mais íntimas. Em certo momento, enquanto todos riam de uma história, vi a mão do Pedro, discretamente, pousar na cintura dela por trás, os dedos deslizando devagar sobre o quadril, apertando de leve a carne macia. Rafa não afastou. Só mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando. Depois foi a vez do Rafael: a mão dele desceu pelas costas dela e parou no quadril, um aperto sutil, possessivo, escondido pela escuridão e pela posição. Ela se inclinou um pouco para frente, como se estivesse só ajustando a postura, mas eu vi o arrepio na pele branquinha dos braços dela.
Meu pau latejava. Eu estava duro o tempo todo, vendo aqueles toques escondidos, vendo ela corar de prazer discreto. Nenhum deles passou do limite — era tudo sutil, tesão no ar, admiração. E eu, pela primeira vez, sentia um prazer imenso com isso. Era como se o desejo deles aumentasse o meu.

Dia 4 e 5 – A Tensão no Ar

Os dias seguintes foram uma mistura deliciosa de atividades durante o dia e tensão sexual à noite. Rafaela usava roupas cada vez mais provocantes: saias curtas, tops que mostravam o colo, biquínis diferentes. Os caras do grupo orbitavam em volta dela, sempre respeitosos comigo, mas claramente atraídos. Eu participava das conversas, mas meu foco estava nela — no jeito como ela cruzava as pernas, no sorriso que dava, nos olhares que trocava.
Houve mais momentos: um mergulho noturno na piscina onde mãos roçavam coxas debaixo d’água, danças coladas na sala de jogos, sussurros. Eu e Rafaela transávamos todas as noites, mais intensos que nunca. Eu contava pra ela o que via, e ela ficava molhada, excitada com o fato de eu gostar. “Você fica louco quando eles me querem, né?”, ela gemia enquanto eu entrava nela.

Dia 6 – O Ápice

No penúltimo dia, o clima explodiu. Tinha uma festa maior à noite. Rafaela estava deslumbrante: vestido curto preto, justo, que marcava a cintura, os quadris e a bunda perfeita. Sem sutiã. Os seios balançavam levemente quando ela andava. Bebemos, dançamos. Em determinado momento, na varanda mais afastada, Rafael e Pedro estavam conversando com ela. Eu observava de uma distância curta, escondido pela penumbra.
Eles a encostaram de leve contra a parede. Mãos nos quadris, subindo devagar pela lateral do corpo, roçando a curva dos seios por cima do tecido. Rafaela respirava mais rápido, os lábios entreabertos. Um deles (não consegui ver quem) deslizou a mão por baixo do vestido, apertando a bunda com firmeza, mas ainda discreto. Ela gemeu baixinho, os olhos encontrando os meus por um segundo. Havia desejo puro ali.
Voltei para perto, e ela me puxou para um beijo profundo. Mais tarde, no quarto, contamos tudo um pro outro enquanto fazíamos amor de forma selvagem. Eu gozei imaginando as mãos deles nela, e ela gozou gritando meu nome.

Dia 7 – A Volta

No último dia, voltamos para casa exaustos, mas diferentes. Eu tinha descoberto um lado meu que não conhecia: o prazer de ver minha namorada sendo desejada, admirada, tocada sutilmente. Rafaela sabia disso agora. E entre nós, o tesão só tinha aumentado.
A viagem terminou, mas aquela chama ficou acesa.

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u/FoxIllustrious4063 — 3 days ago

[Real] Esposa Safada na praia (parte 2) - foto semelhante nos comentários

Quatro meses e meio
O verão estava no auge e Rafaela já não escondia mais o quanto gostava da atenção. O biquíni vermelho quase invisível virou o favorito dela. Quando ela andava pela areia, a cordinha fina sumia entre as nádegas bronzeadas e redondas, deixando praticamente tudo à mostra. Os vendedores ambulantes já nem fingiam mais: paravam, conversavam, elogiavam o bronzeado, os olhos descendo sem pudor pelo corpo dela. Um deles, o Moreno, um cara forte de uns 25 anos que vendia cerveja gelada, passou a trazer “brindes” só para ela — uma latinha extra, um pedaço de coco fresco — e ficava agachado ao lado da canga conversando enquanto eu fingia ler.
Uma tarde, Rafaela me chamou com aquela voz manhosa que eu já conhecia bem:
— Amor, o Junior me convidou pra dar uma aula particular de surf amanhã cedo. Só nós dois na água. Você se importa?
Eu senti aquele frio gostoso na barriga outra vez. Concordei. No dia seguinte, observei de longe. Ela saiu do mar rindo, o corpo molhado brilhando, o biquíni branco (novo, ainda menor) quase transparente quando molhado. Junior ajudava ela a se equilibrar na prancha, as mãos firmes na cintura dela, descendo às vezes até o quadril. Quando uma onda maior veio, ele a segurou colado ao corpo dele para não cair. Vi os seios dela pressionados contra o peito dele por alguns segundos. Rafaela voltou para a canga com as bochechas coradas e o olhar brilhando.
— Foi incrível… ele é muito paciente — disse ela, deitando de bruços ao meu lado.
Eu passei o protetor nela dessa vez, mas sabia que não era mais só eu quem tocava aquele corpo.
Cinco meses
As aulas de surf viraram rotina. Rafaela saía cedo, voltava quase na hora do almoço com o cabelo molhado e salgado, o corpo marcado pelas marcas do biquíni ainda mais evidentes. Uma vez ela chegou com uma mordida leve no ombro. Quando perguntei, ela riu baixinho:
— Foi um acidente na prancha… o Junior me puxou rápido pra não bater.
Mas o sorriso safado entregava. Eu não insisti. Naquela noite ela me chupou com uma fome nova, gemendo enquanto me olhava nos olhos, como se estivesse revivendo algo na cabeça. Gozei na boca dela pensando nas mãos daquele surfista bronzeado apertando minha mulher na água.
O Moreno também se aproximou mais. Uma tarde, enquanto Junior dava aula, ele ficou conversando com Rafaela na canga. Eu estava nadando, mas vi de longe: ele passou protetor nas pernas dela. As mãos grandes subindo pelas coxas, demorando na parte interna. Rafaela estava de lado, rindo, mas com uma das mãos apoiada na areia, apertando os dedos. Quando voltei, ela estava com o olhar distante, excitada.
— Ele tem mãos fortes… — comentou casualmente enquanto guardávamos as coisas.
Eu a fodi com força assim que chegamos em casa, imaginando aquelas mãos pretas contrastando na pele dela.
Seis meses
As coisas escalaram de vez. Rafaela começou a ir à praia até sozinha em alguns dias. Uma tarde eu cheguei mais cedo e não a encontrei na canga de sempre. Caminhei pela areia e os vi: ela e Junior atrás de umas pedras mais afastadas, onde quase ninguém ia. Ele estava sentado na pedra, ela de pé entre as pernas dele. O biquíni dela estava desamarrado na frente, os seios bonitos expostos enquanto ele passava as mãos neles, devagar, espalhando protetor (ou o que fosse) com os polegares circulando os mamilos. Rafaela tinha a cabeça inclinada para trás, boca entreaberta.
Fiquei escondido atrás de uma duna, o pau latejando dentro do short. Vi quando ele desceu uma mão pela barriga dela e enfiou os dedos por baixo da calcinha mínima. Rafaela gemeu baixinho, as pernas tremendo levemente. Eles não transaram ali — pelo menos não naquele momento —, mas o que vi foi suficiente para eu quase gozar só de olhar.
Quando ela voltou para casa mais tarde, fingiu que tinha ficado só bronzeando. Eu não disse nada. Apenas a puxei para o quarto, tirei o biquíni ainda úmido e comi ela com vontade, sentindo o cheiro diferente na pele — uma mistura de protetor, mar e algo mais masculino. Ela gozou gemendo alto, cravando as unhas nas minhas costas, e eu soube que ela estava pensando nele.
Sete meses
Agora Rafaela já não escondia quase nada. Me contava pedaços: que Junior tinha um pau grosso e bronzeado como o resto do corpo, que ele gostava de chupar os seios dela até ficarem sensíveis, que uma vez ele a fez gozar só com os dedos atrás das pedras enquanto o Moreno vigiava de longe. Ela me dizia essas coisas sussurrando no meu ouvido enquanto eu a penetrava devagar, molhada como nunca.
Uma noite ela chegou da praia mais tarde que o normal. O cabelo bagunçado, os lábios inchados, uma marca roxa discreta no pescoço. Tirou o short e o biquíni na minha frente. A calcinha estava úmida, quase encharcada. Ela subiu na cama, abriu as pernas e falou com a voz rouca:
— Hoje ele me comeu na van dele, amor… bem devagar no começo, depois bem fundo. Eu gozei duas vezes.
Eu entrei nela sentindo o calor e a umidade que outro homem havia deixado. Transamos como animais. Eu gozei dentro dela imaginando a cena toda: minha mulher gemendo o nome dele enquanto era fodida na van estacionada perto da praia.
Rafaela continuava sendo minha. Dormia na minha cama, me beijava com carinho, planejava nosso futuro. Mas a praia tinha despertado uma versão dela que eu nunca imaginei — safada, exibida, livre. E eu, estranhamente, estava mais apaixonado e excitado do que nunca.
Essa nova Rafaela, com a pele bronzeada, o olhar de quem sabe o poder que tem e o corpo que agora conhecia o toque de outros homens, era a mulher mais viva e desejável que eu já tive. E eu não queria que isso acabasse.

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u/FoxIllustrious4063 — 4 days ago

[Real] Viagem pra búzios - acabaram com ela (parte 2)

Depois de formados, a gente separou um tempo para comemorarmos e relaxarmos antes de começar a trabalhar mesmo, e perder a rotina. Nossas famílias sempre tiveram boas condições, e nos permitiam viajar e aproveitar. Tínhamos ganhado carro e éramos cercados de amigos. Estudamos sempre em escolas muito boas.

Essa é a parte 2 da história do sítio, que vejo que gostaram. De novo, são histórias reais que vivemos, só mudando os nomes para censurar, mas tudo isso realmente aconteceu.

Algumas semanas depois da viagem ao sítio, Rafaela e eu estávamos vivendo um momento especial. Eu tinha descoberto um prazer inesperado em vê-la sendo admirada por outros homens, e ela, mesmo sem admitir completamente, parecia gostar da atenção. Quando os amigos dela do colégio e alguns da faculdade nos chamaram para dez dias numa casa alugada em Búzios, aceitamos animados.
O grupo tinha quinze pessoas: três casais e nove solteiros (sete homens e duas mulheres), todos eram amigos e gostavam da gente e vice versa. Os caras eram impressionantes — altos, com corpos fortes e definidos, bronzeados pelo sol da praia. A casa era grande, de frente para o mar, com quartos compartilhados, o que criava uma convivência constante e íntima. Rafaela, com sua pele branquinha, 1,70m de curvas perfeitas e um sorriso fácil, chamava atenção naturalmente.

Os primeiros dias foram leves e divertidos. De manhã, tomávamos café na varanda com vista para o mar. Rafaela aparecia de shortinhos e blusinhas leves, o corpo relaxado após o banho. Os caras conversavam com ela, elogiando o bronzeado que começava a aparecer na pele clara. Olhares discretos percorriam seu corpo quando ela se alongava ou caminhava.
À tarde, íamos para a praia. Ela de biquíni, correndo atrás da bola no altinha, rindo. Toques casuais aconteciam: mãos ajudando a levantar da areia, corpos roçando na água gelada. Nada demais, mas eu percebia como os olhos deles demoravam nela. Rafaela ficava corada, mas sorria, claramente gostando da admiração. À noite, jantares na casa ou passeios pela Orla. Na primeira balada, dançamos juntos, mas alguns caras se aproximavam, dançando perto, mãos na cintura dela por alguns segundos. Ela se afastava sutilmente, voltando para mim.
Eu sentia aquele calor familiar crescendo. Ver o desejo nos olhos deles me excitava de forma silenciosa.

No meio da viagem, o clima esquentou aos poucos. De manhã, na piscina, Rafaela tomava sol deitada. Os caras passavam protetor nas costas dela “para ajudar”. Dedos firmes deslizavam pela pele branquinha, descendo um pouco mais que o necessário pela lateral do corpo. Ela pedia para parar com um sorriso nervoso, mas não impedia completamente.
À tarde, caminhadas na praia ou passeios de buggy. Num dia, durante um mergulho, vi mãos tocando os quadris dela debaixo d’água, puxando-a para brincadeiras. Rafaela resistia levemente, dizendo “ei, calma”, mas o corpo dela respondia com arrepios. À noite, nas baladas de Búzios, a bebida ajudava. Danças mais coladas, corpos pressionados, mãos descendo pelas costas até o limite da bunda. Ela voltava para mim com o rosto corado e a respiração alterada. Transávamos no quarto compartilhado, em silêncio, com tesão acumulado.
Os toques eram sempre velados — nunca algo escandaloso na frente de todos. Um roçar “acidental” na cozinha, um sussurro no ouvido durante o jantar, um olhar demorado quando ela cruzava as pernas. Rafaela me contava que se sentia desejada, mas ainda resistia, dizendo que era só brincadeira.

Nos dias seguintes, a tensão ficou palpável. Os caras estavam mais ousados, mas sempre discretos. Uma tarde, na varanda, enquanto eu jogava cartas com outros, vi de longe um deles passar a mão na coxa dela por baixo da mesa, apertando de leve. Rafaela puxou a perna, olhando ao redor preocupada, mas o desejo nos olhos dela era visível. À noite, nas festas, danças mais intensas. Mãos fortes apertavam sua cintura, puxando-a contra o corpo, roçando levemente. Ela se afastava depois de alguns segundos, voltando para mim com as pernas trêmulas.
Eu percebia tudo. Os olhares cúmplices, os sorrisos discretos. Meu tesão só aumentava com aquela admiração constante. Rafaela estava dividida — gostava da sensação de ser desejada por homens tão atraentes, mas lutava contra a culpa.

No último dia, decidimos fazer uma festa de despedida na casa. Bebemos bastante, rimos, dançamos. Rafaela estava linda num vestido leve e curto que marcava suas curvas. A noite avançou e, em determinado momento, ela foi até a cozinha pegar mais gelo. Demorou. Eu estava distraído conversando, mas notei que o Lucas e o Tiago também tinham sumido.
O que aconteceu foi no quarto do fundo, o mais afastado. Eles a encurralaram ali. Rafaela tentou sair: “Não, por favor… eu tenho namorado… não posso fazer isso com vocês”. A voz dela tremia. Lucas fechou a porta e Tiago segurou sua cintura por trás, sussurrando no ouvido: “Você passou dez dias nos provocando… agora vai sentir o que a gente quer te dar”.
Ela resistiu, empurrando o peito deles, dizendo “não… para… eu não sou assim”. Mas eles eram fortes e insistentes. Lucas segurou o rosto dela e a beijou profundamente enquanto Tiago levantava o vestido, passando as mãos grandes pelas coxas e apertando a bunda. Rafaela gemia contra a boca dele, ainda tentando se soltar, mas o corpo traía. Eles a colocaram sentada na beira da cama. Lucas puxou o vestido para baixo, expondo os seios branquinhos, chupando e mordendo os mamilos enquanto Tiago tirava a calcinha dela e começava a esfregar o pau duro entre suas pernas, sem penetrar ainda.
“Por favor… não faz isso…”, ela implorava baixinho, lágrimas nos olhos, mas a boceta estava encharcada. Eles a deitaram. Tiago abriu as pernas dela e entrou devagar, metendo fundo enquanto Lucas colocava o pau na boca dela. Rafaela resistia no início, virando o rosto, gemendo “não… eu não aguento…”, mas aos poucos o prazer foi tomando conta. O pau grosso do Tiago esticava ela completamente, estocadas ritmadas que faziam os seios balançarem. Lucas segurava a cabeça dela, fodendo sua boca com calma.
Eles trocaram de posição várias vezes. Viraram ela de quatro. Tiago metia por trás com força, segurando os quadris, enquanto Lucas enfiava na boca. Mãos fortes apertavam os seios, estapeavam de leve a bunda, puxavam o cabelo. Rafaela tentava abafar os gemidos, ainda murmurando resistências fracas, mas o corpo dela empurrava contra eles, buscando mais fundo. O prazer que ela sentia era avassalador, diferente de tudo que já tinha vivido — um tesão proibido que fazia ela tremer inteira.
Ela revelou para eles que sentia muito prazer ao beijarem seus pés. Thiago não hesitou, estava de frente para ela e enquanto colocava seu pau enorme nela, começou a chupar seus dedinhos com muito tesão, enquanto Lucas continuava na boca. Isso foi o ápice e Rafaela teve um orgasmo intenso, o corpo convulsionando, olhos revirando de prazer nunca antes sentido. Ficou deitada na cama por alguns minutos, recuperando o fôlego, o corpo marcado e satisfeito.
Quando voltou para a sala, estava com o cabelo arrumado e o vestido no lugar, mas as pernas ainda fracas. Me deu um beijo longo e fomos dormir. Eu sentia que algo grande tinha acontecido naquela noite, mas o mistério só aumentava meu desejo por ela.
No dia seguinte, voltamos para casa. A viagem terminou, mas o fogo que acendeu entre nós — e os segredos dela — ficaram para sempre.

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u/FoxIllustrious4063 — 3 days ago

EXIBIR A NAMORADA

Já faz alguns meses que estou exibindo minha namorada. Em especial mando sempre fotos dela para um amigo meu de confiança, seja ela trocando de roupa ou saindo do banho. Acredito que ele já deve ter se masturbado vendo ela. O que vocês acham disto? E se tem uma história semelhante vamos trocar ideia.

Já faz alguns meses que estou exibindo minha namorada. Em especial mando sempre fotos dela para um amigo meu de confiança, seja ela trocando de roupa ou saindo do banho. Acredito que ele já deve ter se masturbado vendo ela. O que vocês acham disto? E se tem uma história semelhante vamos trocar ideia.

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u/dragonstrip — 4 days ago

Sexo surpresa enquanto eu dormia no sofá

É a primeira vez que eu escrevo aqui, espero que gostem!
O que eu vou contar aconteceu comigo na época em que eu ainda estava na faculdade, e sem duvida quando o assunto é putaria poucas coisas superam a vida universitária.
Só para elucidar melhor, tenho 26 anos, 1,82, corpo atletico/normal que não é um absurdo mas tb nunca me fez ter insegurança. Eu tinha 20 anos quando isso aconteceu.
No dia estávamos dando uma festa na minha casa para comemorar o aniversário de alguns dos moradores que eram proximos. Tinha muita gente, muito mais gente do que cabia e muita gente que eu não tinha intimidade, só conhecia de ter visto pela facul. O role começou cedo por volta de umas 14 da tarde, e todo mundo já tinha começado a beber bem. Festa legal, enchendo, geral doidão, tinha dado uns bjos já em algumas garotas da festa mas nada mais que isso, nem tava querendo perder muito tempo de role também. Quando era umas 5 da manhã tinha muita gnt maluca ainda mas eu já estava completamente intoxicado pelo álcool e o sono tava me vencendo pós todas essas horas de bebedeira. Decidi então deitar um pouco no sofá da sala e só taquei o foda se para o resto do pessoal que estava lá fora.
Claro que eu acabei pegando no sono no sofá mesmo kkk
Só sei que depois de uma hora mais ou menos que eu estava capotado comecei a sentir uma mão passando na minha perna, fazendo carinho e subindo até o pescoço. O problema é que eu tava tão louco ainda que nem abrir o olho para ver quem era eu conseguia. Então ja pensei que fosse meus amigos me zoando por ter dormido. Até que eu comecei a sentir uns beijos no rosto e de repente um aperto no meu pau. Abri o olho assustado pq eu sabia que eles não iriam tão longe só para me zuar. Quando consegui me orientar lá estava ela. Raquel era da minha turma mas não da minha sala. Quase não tinhamos contato e nunca nem tinhamos trocado se quer um oi. Ela era do tipo mais reservada e não participava muito dos eventos sociais. A Raquel era bem gata, tipica loira bronzeada, uma bunda empinadinha e bem redonda que fazia um par maravilhoso com seus peitos grandes e naturais de dar inveja em muito silicone por ai. Então imaginem o meu espanto quando tive essa visão ao acordar. Totalmente desorientado perguntei o que ela tava fazendo ali e ela disse que me achava bonito e que estava com um fogo incontrolável, nunca tinha transado com ninguém da facul e tinha beijado 2 caras só nesse período.
Como eu não sou bobo nem nada já puxei ela para cima de mim e começamos a se pegar forte no sofá. Ela rebolava por cima de mim esfregando a leggin preta dela no meu pau que naquela altura já estava estourando a calça de tão duro. Falei para gnt ir p meu quarto mas ela recusou. Como mais gnt do que de costume ia dormir lá, tínhamos jogado um colchão no chão da sala bem na frente do sofá e foi ali mesmo. O pessoal continuava o role do lado de fora o nosso tesão só aumentava com o risco de sermos pegos no ato, mas do jeito que estava se isso acontecesse bem provável que iam querer participar da foda tb kkk.
Enfim, falei p elq ajoelhar no colchão e já fui tirando meu pau da cueca. Sabe quando tá tão duro que no hora que vc tira ele chicoteia? então, tava nesse nivel. Meu pau não é enorme, tem 17cm e grosso, mas ela ficou elogiando ele. Falando o quanto ela queria colocar a cabeça do meu pau na boca pq parecia um morango rosinha kkk Ela segurou ele e encostou na bochecha e continuo falando putaria para mim. Quando ela finalmente colocou ele na boca, meus queridos leitores, QUE BOQUETE. Ela não conseguiq colocar tudo nq boca, mas chupava enquanto punhetava girando a mão e cuspindo toda hora para ficar bem babado. Ela ficou quase 15 minutos assim, de extrema dedicação ao meu pau. Nunca tinha recebido um oral de alguém com tanta vontade de chupar uma rola. Ficava batendo de leve com meu pau na cara, falando o quanto eu ia preencher a bucetinha dela. queria muito saber de onde veio toda essa habilidade kkk. Depois disso foi minha vez de retribuir o favor. Que buceta maravilhosa. Parecia que tinha sido desenhada cada detalhe. Tinha labios lindos e era bem rosa. Coloquei 2 dedos nela enquanto chupava e lambia seu clitoris em movimentos bem lentos. não demorou muito e ela me disse que ia gozar daquele jeito. Só parei quando senti ela apertando minha cabeça com as coxas e se revirando toda. Nada melhor que isso. Perguntei se ela queria esperar um pouco pela sensibilidade mas ela disse que não precisava e ja voltou a me punhetar. Fizemos um pouco de 69 que não durou muito e a vontade de fuder falou mais alto.
Ela ja estava por cima, tirou a calcinha preta de renda maravilhosa que ela tava usando e se ajeitou de costas pra mim. Segurei ela firme pelo cabelo e pela cintura e tentei deslizar meu pau para dentro. Mas ela tinha uma bocetinha realmente apertada e deliciosa. Demorou um pouco até que de fato entrasse a maior parte e ela começasse a quicar mesmo. Depois disso ela sentou de frente e eu pude ver aqueles peitos maravilhosos indo pra cima e pra baixo violentamente a cada estocada. chupei o maximo que deu os dois, sem desperdiçar nada. Ela gemia muito gostoso, ofegante, e ficava falando meu nome no meu ouvido só para dificultar mais ainda segurar o gozo. Coloquei ela de 4 e ja fui dando um monte de tapa na bunda dela antes de meter. essa altura já não estávamos mais nem ai com as pessoas que tinham sobrado na casa. Sendo que a qualquer momento era só alguém colocar a cabeça na janela para ver o que estava acontecendo. Ela pediu então para fazer papai e mamãe pq de 4 tava doendo muito. Coloquei ela de frente e fui metendo enquanto esfregava bem a bucetinha apertada dela com a mão. Ela fazia uma cara de safada que tava me deixando maluco de tesão. Disse pra ela que eu queria gozar e ela respondeu que também queria. Aumentei um pouco o ritmo e chegamos juntos em um orgasmo simultâneo sensacional. Enchi ela de leite, e foi lindo ver tudo aquilo de porra escorrendo de dentro dela. Chegamos a ficar mais algumas vezes mas nada supera essa primeira. ainda fico duro só pensar.
É isso, espero que tenham gostado. Aceito sugestões e posso contar outros relatos dessa época também.

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u/Civil-Cockroach4967 — 3 days ago

[Real] Esposa Safada na praia (parte 1)

Meu nome é Carlos, tenho 31 anos. Moro com a Rafaela há quatro anos em uma cidade litorânea. Ela tem 28 anos, um corpo naturalmente bonito, pele que bronzeia rápido, cabelos castanhos ondulados, olhos expressivos e uma bunda redonda que sempre chama atenção na areia, mesmo sem ela querer.
Decidimos aproveitar mais a praia este ano. Rafaela começou a descer quase todos os dias no final da tarde. Eu ia sempre que podia.
No começo era inocente. Ela usava um biquíni preto básico, caminhava na beira do mar, bronzeava. Mas logo notei que os homens olhavam. Vendedores ambulantes passavam mais devagar, viravam o pescoço, alguns até gaguejavam quando ofereciam água de coco ou espetinho. Eu fingia que não via, mas por dentro sentia um tesão estranho em ver minha mulher sendo admirada daquele jeito.
Primeiras semanas
Rafaela começou a se arrumar mais para ir à praia. Passou a usar um perfume leve e doce antes de sair. O biquíni continuava simples, mas ela bronzeava de barriga para baixo, com a cordinha de cima desamarrada. Quando voltava para casa, estava com aquele glow de sol na pele e um sorriso relaxado que eu adorava.
Foi nessa época que conhecemos o Junior. Ele era instrutor de surf, morava perto da praia e dava aulas particulares. Corpo definido, bronzeado, jeito tranquilo. Ele cumprimentava a gente com respeito.
Uma tarde, enquanto eu lia um livro na areia, Rafaela me chamou baixinho:
— Amor, você pode passar protetor nas minhas costas?
Eu passei. Mas notei que Junior estava olhando de longe. No dia seguinte, ela foi sozinha e, quando voltou, comentou casualmente:
— Hoje o Junior me ajudou com o protetor solar. Minhas costas estavam queimando um pouco.
Senti um frio na barriga, mas também uma excitação. Perguntei como tinha sido. Ela disse que foi rápido, profissional. Só passou nas costas e ombros.
Um mês depois
Rafaela comprou um biquíni novo. Mais ousado: calcinha com laterais finas e top que valorizava os seios. Na praia, os vendedores ambulantes demoravam ainda mais perto dela. Um deles, um rapaz novo que vendia pareô, passou três vezes seguidas só para oferecer. Eu via de longe ele olhando descaradamente para a bunda dela enquanto ela bronzeava de bruços.
Uma tarde quente, Rafaela me olhou com um sorrisinho:
— Amor, você se importa se o Junior passar protetor em mim hoje? Minhas costas estão pegando fogo e você está lendo…
Eu concordei. Fiquei sentado na canga enquanto ele se aproximava. Junior passou o creme devagar, com as mãos grandes espalhando bem o produto. Vi as mãos dele descendo pelas laterais do corpo dela, perto da curva dos seios. Rafaela ficou quietinha, mas eu notei que ela apertava levemente as coxas. Quando ele terminou, ela agradeceu com um sorriso bonito.
Naquela noite em casa, ela estava especialmente carinhosa e molhada. Transamos com mais vontade. Eu não perguntei detalhes, mas imaginava aquelas mãos grandes tocando minha mulher.
Dois meses
O ritual se repetiu várias vezes. Às vezes ela mesma pedia para o Junior passar protetor. Outras vezes eu mesmo sugeria, fingindo que era só para ajudar. Ele sempre era educado, mas as mãos demoravam mais. Passava nas costas, descia para a lombar, às vezes roçava a lateral dos seios “sem querer”. Rafaela ficava com a respiração um pouco mais pesada.
Os biquínis foram ficando menores. Ela comprou um modelo vermelho com fio quase invisível atrás. Quando bronzeava de bruços, a bunda ficava praticamente toda exposta. Os vendedores ambulantes babavam literalmente. Um deles parou um dia e ficou uns bons minutos conversando com ela, os olhos fixos no corpo dela. Eu fingia estar distraído, mas meu pau ficava duro dentro do short.
Rafaela sabia que eu via tudo. Às vezes, quando voltávamos para casa, ela me provocava baixinho:
— Hoje os meninos da praia estavam me comendo com os olhos…
Eu nunca cobrava. Gostava de ver ela se sentindo desejada, confiante, sensual.
Três meses e meio
Uma tarde, cheguei mais cedo na praia e vi de longe: Rafaela estava de bruços, Junior passando protetor. As mãos dele deslizavam devagar, quase massageando. Ele desceu até a curva da bunda, espalhando o creme com calma. Rafaela tinha a cabeça virada para o lado, olhos semicerrados. Fiquei observando escondido por uns minutos antes de me aproximar.
Depois daquele dia, os encontros com Junior na praia ficaram mais frequentes. Às vezes eles conversavam bastante enquanto eu nadava. Eu sabia que algo mais estava acontecendo, mas preferia não perguntar diretamente. Gostava do mistério, do tesão de imaginar.
Rafaela continuava sendo minha. Em casa, o sexo estava mais quente. Ela estava mais solta, mais molhada, mais gemedora. Eu adorava quando ela chegava da praia ainda com o cheiro de sol e protetor na pele, o corpo quente, e me dava um beijo longo.
Ela nunca contou tudo. Eu nunca forcei. Mas eu sabia (e ela sabia que eu sabia)que Junior tinha tocado mais do que só as costas. Que os olhares na praia tinham virado algo mais íntimo. Que minha mulher estava vivendo uma fase de pura sensualidade.
E eu, estranhamente, estava curtindo cada segundo dessa nova Rafaela: mais confiante, mais admirada, mais viva.

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u/FoxIllustrious4063 — 4 days ago

Agora acredito que os contos são reais aqui vai minha contribuição!

Uma vez fui pra thermas de excursão eu e uma ex minha na hora de voltar embora ela insistiu que eu tomasse banho e eu não queria porque tava cansado de nadar o dia todo não tava suado pois tava na água né 😂 mais blz fui tomei banho e coloquei a roupa limpa, fomos pro ônibus e o ônibus tava lotado foi vendido todos os bancos porém na volta tava todo mundo cansado né porque curtiu o dia todo me lembro que começou a escurecer e logo o motorista apagou as luzes do busão nisso ela pegou cobertinha e jogou sobre a gnt e nisso começou a passar à mão no meu pau por cima do short não demorou eu fiquei de pau duro e ela foi evoluindo aos poucos colocou a mão por dentro foi massageando quando vê ela já começou tocar uma punheta pra mim por baixo das cobertas e a gnt tava sentado no meio do ônibus e eu sentando na cadeira do corredor, foi dando um medo de ser visto e um tesão absurdo meu pau tava duro igual pedra e tesão era tanto que tava babando tudo na cobertinha, ela ficou um tempo batendo uma punheta pra mim depois ela deitou a cabeça na minha barriga e ficou atravessada nos bancos, depois ela simplesmente enfiou a cabeça embaixo da coberta e começou a me chupar e vou te falar viu pensa em um boquete gostosa que ela fazia! Eu lembro que eu sentia a babá dela escorrer e ela foi me masturbando e me chupando dentro do ônibus lotado eu tentei segurar o máximo porque tava muito gostoso só que chegou um momento que eu não consegui mais, gozei! E gozei muito e a safada engoliu cada gotinha de porra que soltei dentro da boca dela.

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u/Money-Captain-3323 — 4 days ago