Tia Selma - parte 01
Dezembro de 2015.
Eu estava de férias da faculdade, havia voltado para minha cidade natal, para a casa onde minha mãe morava sozinha agora. Com 20 anos recém-completados, passava os dias sem muita coisa pra fazer. Certa tarde, a campainha tocou. Fui atender e me deparei com minha tia Selma. Ela estava com os olhos inchados de choro, cabeça baixa, carregando apenas uma mala, uma mochila e o velho cachorro na coleira.
Notei um hematoma no rosto dela. Antes mesmo de abraçá-la, minha mãe chegou à porta e a acolheu imediatamente. Deixei as duas no quarto conversando. Pelo que ouvi, ela havia sido agredida mais uma vez pelo marido bêbado após uma briga feia. Assim que ele saiu para trabalhar, ela juntou o que pôde, pegou um ônibus e fugiu para cá.
Minha mãe a confortou: disse que ela ficaria protegida, que podia ficar o tempo que precisasse. Pediu para eu arrumar o meu quarto para a Tia Selma, ela relutou, mas minha mãe insistiu. No fim, ela aceitou, desde que eu dormisse com ela no quarto — ela não queria ficar sozinha. Mesmo com toda a situação delicada, senti um clique proibido na cabeça. Dormir no mesmo quarto que a tia Selma... Aos 40 anos, ela era uma mulher incrivelmente gostosa: morena, traços indígenas marcantes, corpo de gordelicia atraente, com uma bunda grande, redonda e empinada que sempre me chamou atenção. Fazia anos que eu me masturbava fantasiando com ela. Naquele momento me senti sujo por ficar excitado, mas foi impossível controlar.
Organizei o quarto, coloquei um colchão no chão para mim e deixei tudo pronto para ela. Tia Selma tomou banho, vestiu uma camisola leve e, depois de tomar um calmante dado pela minha mãe, foi descansar. Ela mal tinha dormido na noite anterior, planejando a fuga.
Saí com uns amigos e voltei de madrugada, meio bêbado de vodka. Estava acostumado a dormir só de cueca, e resolvi tirar a roupa antes de entrar no quarto....Entrei no quarto só com meu pijama tradicional (a cueca samba canção), tentando não fazer barulho. A luz do abajur estava acesa. Na penumbra, vi minha tia deitada de lado. A camisola tinha subido, deixando à mostra sua bunda maravilhosa, coberta apenas por uma minúscula calcinha fio-dental vermelha.
Fiquei parado, observando. O álcool pareceu evaporar. Meu pau endureceu instantaneamente. Ela se mexeu um pouco e eu me deitei rápido no colchão, cobrindo-me com o lençol. Demorei a dormir, com o coração acelerado.
Acordei no meio da noite com uma sensação quente e molhada. Abri os olhos devagar e quase não acreditei: tia Selma estava de joelhos ao lado do meu colchão. Minha cueca estava abaixada e ela chupava a cabeça do meu pau com suavidade, quase com carinho.
Soltei um gemido baixo. Ela parou por um segundo, ainda segurando meu pau latejando, e me olhou nos olhos. Havia um sorriso leve, safado, em seu rosto. Sem dizer nada, tirou a camisola por cima da cabeça.
Mesmo na meia-luz, o corpo dela era espetacular: peitos grandes e pesados, mamilos escuros e rígidos, barriga macia, quadris largos e e uma buceta peludinha mal coberta pela calcinha vermelha.
Ela subiu sobre mim, puxou a calcinha de lado e encaixou a buceta quente e molhada no meu pau. Começou rebolando devagar, quase torturante, depois foi acelerando. Segurei aquela bunda gigante com as duas mãos, apertando a carne macia enquanto ela cavalgava. Os gemidos dela foram ficando mais altos. Por um segundo me preocupei com minha mãe no outro quarto, mas o tesão era maior que o medo.
Ela arranhava meu peito, acelerou o ritmo e gozou forte, esguichando no meu pau. Mesmo tremendo, continuou sentando até eu explodir dentro dela, enchendo sua buceta com jatos grossos e quentes.
Tia Selma deitou o corpo sobre o meu, meu pau ainda enterrado nela, e me deu um beijo molhado, profundo, quase apaixonado. Depois se levantou em silêncio, ajeitou a calcinha, vestiu a camisola e voltou para a cama, virou de lado e adormeceu, como se nada tivesse acontecido. Fiquei ali, ofegante, pau ainda duro, observando o amanhecer pela janela.
No dia seguinte, acordei com a cama dela vazia. Na cozinha, ela e minha mãe conversavam animadamente. Tia Selma me tratou com naturalidade, como se nada tivesse rolado. Me senti frustrado....cheio de tesão, mas, sem saber como falar com ela sobre o que tinha rolado....essa frustração durou só até aquela noite....nós íriamos continaur o que começamos....
continua....