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Tia Selma - parte 01

Dezembro de 2015.

Eu estava de férias da faculdade, havia voltado para minha cidade natal, para a casa onde minha mãe morava sozinha agora. Com 20 anos recém-completados, passava os dias sem muita coisa pra fazer. Certa tarde, a campainha tocou. Fui atender e me deparei com minha tia Selma. Ela estava com os olhos inchados de choro, cabeça baixa, carregando apenas uma mala, uma mochila e o velho cachorro na coleira.

Notei um hematoma no rosto dela. Antes mesmo de abraçá-la, minha mãe chegou à porta e a acolheu imediatamente. Deixei as duas no quarto conversando. Pelo que ouvi, ela havia sido agredida mais uma vez pelo marido bêbado após uma briga feia. Assim que ele saiu para trabalhar, ela juntou o que pôde, pegou um ônibus e fugiu para cá.

Minha mãe a confortou: disse que ela ficaria protegida, que podia ficar o tempo que precisasse. Pediu para eu arrumar o meu quarto para a Tia Selma, ela relutou, mas minha mãe insistiu. No fim, ela aceitou, desde que eu dormisse com ela no quarto — ela não queria ficar sozinha. Mesmo com toda a situação delicada, senti um clique proibido na cabeça. Dormir no mesmo quarto que a tia Selma... Aos 40 anos, ela era uma mulher incrivelmente gostosa: morena, traços indígenas marcantes, corpo de gordelicia atraente, com uma bunda grande, redonda e empinada que sempre me chamou atenção. Fazia anos que eu me masturbava fantasiando com ela. Naquele momento me senti sujo por ficar excitado, mas foi impossível controlar.

Organizei o quarto, coloquei um colchão no chão para mim e deixei tudo pronto para ela. Tia Selma tomou banho, vestiu uma camisola leve e, depois de tomar um calmante dado pela minha mãe, foi descansar. Ela mal tinha dormido na noite anterior, planejando a fuga.

Saí com uns amigos e voltei de madrugada, meio bêbado de vodka. Estava acostumado a dormir só de cueca, e resolvi tirar a roupa antes de entrar no quarto....Entrei no quarto só com meu pijama tradicional (a cueca samba canção), tentando não fazer barulho. A luz do abajur estava acesa. Na penumbra, vi minha tia deitada de lado. A camisola tinha subido, deixando à mostra sua bunda maravilhosa, coberta apenas por uma minúscula calcinha fio-dental vermelha.

Fiquei parado, observando. O álcool pareceu evaporar. Meu pau endureceu instantaneamente. Ela se mexeu um pouco e eu me deitei rápido no colchão, cobrindo-me com o lençol. Demorei a dormir, com o coração acelerado.

Acordei no meio da noite com uma sensação quente e molhada. Abri os olhos devagar e quase não acreditei: tia Selma estava de joelhos ao lado do meu colchão. Minha cueca estava abaixada e ela chupava a cabeça do meu pau com suavidade, quase com carinho.

Soltei um gemido baixo. Ela parou por um segundo, ainda segurando meu pau latejando, e me olhou nos olhos. Havia um sorriso leve, safado, em seu rosto. Sem dizer nada, tirou a camisola por cima da cabeça.

Mesmo na meia-luz, o corpo dela era espetacular: peitos grandes e pesados, mamilos escuros e rígidos, barriga macia, quadris largos e e uma buceta peludinha mal coberta pela calcinha vermelha.

Ela subiu sobre mim, puxou a calcinha de lado e encaixou a buceta quente e molhada no meu pau. Começou rebolando devagar, quase torturante, depois foi acelerando. Segurei aquela bunda gigante com as duas mãos, apertando a carne macia enquanto ela cavalgava. Os gemidos dela foram ficando mais altos. Por um segundo me preocupei com minha mãe no outro quarto, mas o tesão era maior que o medo.

Ela arranhava meu peito, acelerou o ritmo e gozou forte, esguichando no meu pau. Mesmo tremendo, continuou sentando até eu explodir dentro dela, enchendo sua buceta com jatos grossos e quentes.

Tia Selma deitou o corpo sobre o meu, meu pau ainda enterrado nela, e me deu um beijo molhado, profundo, quase apaixonado. Depois se levantou em silêncio, ajeitou a calcinha, vestiu a camisola e voltou para a cama, virou de lado e adormeceu, como se nada tivesse acontecido. Fiquei ali, ofegante, pau ainda duro, observando o amanhecer pela janela.

No dia seguinte, acordei com a cama dela vazia. Na cozinha, ela e minha mãe conversavam animadamente. Tia Selma me tratou com naturalidade, como se nada tivesse rolado. Me senti frustrado....cheio de tesão, mas, sem saber como falar com ela sobre o que tinha rolado....essa frustração durou só até aquela noite....nós íriamos continaur o que começamos....

continua....

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Comi a Sapatão depois do jogo do Brasil

A churrasqueira do quintal de casa ainda estava quente quando o jogo acabou, vitória do Brasil, todo mundo meio bebado.... A maioria da galera já tinha ido embora, uns 3 caras ainda bebiam lá fora, na sala, eu e Cinthia, e no quarto um casal de amigos, nada discretos, dava para ouvir as estocadas da sala....

Eu e Cinthia, davamos risada da situação e cogitamos ir até lá dar uma espiada...Cinthia era lésbica assumida e casada, era uma mulher muito gata, sapata, mas bem feminina, tinha um corpo sarado, trabalhado por anos de musculação. Cabelos castanhos na altura dos ombros, pele morena clara, seios médios firmes, bunda redonda e coxas grossas. Estava vestindo um short jeans bem curto que marcava a curva da bunda, e um top de academia justo que deixava a barriga tanquinho à mostra, adornada por um belo piercing brilhante no umbigo. Eu estava sem camisa e de bermuda fina...

Havia um clima de tesão no ar, enquanto ouvíamos o casal...meu pau tava meia bomba por debaixo do short e notei os mamilos da Cinthia duros enquanto ouvíamos os sons vindo do quarto...

— Se minha esposa tivesse vindo, eu também já tinha arrumado um canto pra brincar — disse ela, rindo, mas com um brilho diferente no olhar.

— E eu ia ficar sozinho? — provoquei.

— Claro, iria ficar aqui ouvindo, dois casais se divertindo....

— Eu entrava junto em um dos quartos. Trisal resolve tudo.

Ela riu, tomou mais um gole de cerveja e confessou:

— Sabe… minha mina é bissexual. Já me propôs várias vezes. Eu nunca fiquei com homem na vida. Sou virgem de pau… tenho medo, mas alguma curiosidade.

Aquele papo, deixou meu pau bem duro, ainda mais quando notei ela olhando pro volume na minha bermuda. Estava bem bebado e ela também, resolvi arriscar, levantei da cadeira que tava sentado e fui na direção dela.

— Quer matar essa curiosidade hoje?

Ela me olhou espantada:

— Tá maluco? Somos amigos...

— Ninguém vai saber, eu vi você olhando pra ele...ela encarou meu shorts e mordeu o lábio...era a senha....me inclinei, peguei ela pelo pescoço e beijei...ela retribuiu....

O beijo foi quente, molhado, línguas se enrolando com urgência. Em minutos estávamos nos pegando no sofá. Levantei o top dela, sem ligar pros caras lá fora...ou pro casal no quarto....os peitos dela eram saborosos....chupei com vontade os bicos duros e bem escuros....enquanto ela gemia e apertava minha cabeça. Fui abaixando a bermuda enquanto ela foi tirando o short junto com a calcinha. A buceta de Cinthia era inchada, totalmente depilada, seu grelo era avantajado e se destacava, brilhando de tesão.

Abri as pernas dela e caí de boca, lambendo seu clitóris. Ela gemeu alto quando minha língua encostou...estava encharcada, rebolando contra minha boca. Quando senti que ela já estava no limite, levantei, e comecei a posicionar meu pau grosso na entradinha dela.

— Vai devagar, sua pica é grande, com calma… eu nunca dei — pediu, me olhando meio preocupada.

Fui pincelando a cabeça grossa devagar, ela tava com medo, mas rebolava e gemia, aos poucos fui entrando, até não aguentar mais e socar de uma vez.... Cinthia gemeu alto de novo, uma mistura de prazer e dor, senti seu hímen rompendo.... Ela cravou as unhas nos meus ombros.

— Ai… tá doendo… mas é gostoso...não para… quero sentir.

Comecei a estocar enquanto ela gemia, a buceta dela era deliciosa, percebi um filete de sangue escorrendo pela coxa dela, sujando o sofá.

Mesmo com dor, Cinthia estava louca de tesão. As pernas dela tremiam ao redor da minha cintura.

— Continua… porra… tá gostoso…

Aumentei o ritmo aos poucos, socando cada vez mais forte. Saí de dentro dela e virei ela de costas, ela entendeu o recado e empinou bem a bunda....meti por trás, segurando aquela bunda redonda e maravilhosa. Agora ela gemia descontroladamente, empinando mais e mais....a cada estocada funda. ficamos assim um tempo....

Virei ela de novo, de frente pra mim, segurei as suas pernas, deixando ela de frango assado....e voltei a meter enquanto chupava os seios. Estavamos bem suados, vi os olhos revirando, buceta pulsando ao redor do meu pau grosso.

— Vou gozar… ai, caralho… — gemeu.

Cinthia gozou primeiro, corpo inteiro tremendo, buceta apertando meu pau com força, esguichando e molhando todo o meu pau. O orgasmo dela foi tão intenso que ela quase desmaiou.

Eu não demorei muito. Dei mais algumas estocadas profundas e gozei forte dentro dela, enchendo a buceta virgem de porra quente.

Ela tava quase desfalecida, com as pernas abertas, toda gozada e melada....Ficamos ali, ofegantes um do lado do outro. Meu pau ainda continuava duro e ela ficou olhando pra ele. Ela olhou pro sofá, viu o sangue no sofá e deu uma risadinha.

— Seu safado, olha o que você fez...

— A gente fez, fudemos bem gostoso, acho que você não é sapatão...

Ela sorriu e respondeu:

— Nem eu sei mais...

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u/Sea-Masterpiece-9150 — 6 days ago

Encontrei a Professora do meu filho no Pagode e Comi ela no carro

Reunião de pais, quarta-feira, final da tarde, cheguei atrasado mas lá estava eu....minha ex-mulher pediu para que eu fosse....meio que a contragosto, mas fui, afinal, não deixava de ser uma obrigação de pai.... entrei na sala do Jardim 1, meio sem graça, os outros pais e mães estavam sentados e ouviam atentamente a fala da coordenadora pedagógica, ninguém deu muita atenção para a minha presença....apenas a bela mulher ao lado da coordenadora, que me presenteou com um sorriso acolhedor....de cara ela me chamou a atenção, tinha uns trinta e poucos anos, loira, de cabelos cacheados até o ombro, apesar dos óculos dava pra notar belos olhos verdes, e apesar da roupa comportada, coberta por um jaleco branco, dava pra notar que tinha um corpo curvilíneo, mais tarde, descobri que ela era a professora do meu filho e seu nome era Laura...

No atendimento individual, ela me encantou ainda mais, sempre sorrindo, foi só elogios ao meu filho, conversamos por quase meia hora. Eu, com com minha cara de negão cafajeste como dizia minha ex, por algum motivo, senti que também tinha chamado a atenção dela, mas, fiquei na minha....

Chega o final de semana, sábado à noite, fui convidado para o aniversário de um amigo, em um pagode perto de casa, estava lotado e bem animado....ficamos bem ao lado da banda, o som grave do surdo vibrava. Eu tava junto dos meus amigos, só analisando o ambiente e a mulherada com a cerveja na mão quando o meu olhar cruzou com o dela, Prof. Laura.... estava com uma amiga...usava um jeans justo que marcava suas curvas e uma blusa decotada o suficiente para mostrar o vale entre os seios.....ela abriu um sorriso quando me viu e deu um tchauzinho com a mão.... Cochichou algo para a amiga, que me olhou curiosa. Não pensei duas vezes, caminhei até ela, beijinho no rosto dela e da amiga, não falei muito e já chamei pra dançar....

— Você aqui... — murmurei no ouvido dela, colando meu peito no dela.

— Que surpresa né... — respondeu, sorrindo.

Nossos corpos se encaixaram perfeitamente, colados, no ritmo do samba, Meu pau já estava meia-bomba, pressionando contra contra o corpo dela. Eu descia o nariz pelo seu cangote, sentindo o cheiro doce da sua pele misturado com perfume. Senti o arrepio percorrendo seu corpo, mãos entrelaçadas e a outra, na cintura, pouco acima daquela bela bunda, marcando território...

Foi rápido, ela virou o rosto em direção ao meu e nos beijamos, um selinho que foi esquentando e virou um beijo quente e molhado, uma língua, quente, macia e ansiosa se entrelaçava na minha, dava pra sentir o tesão dela naquele beijo....e eu, já tava de pau duro....saímos da pista de dança e fomos para um canto....prensando seu corpo contra a parede.

— Professorinha... você tá me matando — descendo a boca para o pescoço dela.

— Isso é loucura... eu não deveria tá fazendo isso, você é pai do meu aluno — sussurrou ela, ofegante, mas suas unhas cravavam nas minhas costas por cima da camisa.

— Esquece isso, ninguém vai saber...

Meti a mão por dentro da blusa dela, sentindo a pele macia da barriga até alcançar o sutiã. Os seios eram cheios, pesados. Apertei um deles por cima do tecido, sentindo o bico duro contra minha palma. Laura soltou um gemido abafado e mordeu meu lábio inferior...

— Para doido — pediu sorrindo, aqui não, tem gente olhando...

— Vamos pra um lugar mais quieto

Ela hesitou por um segundo, mas o desejo venceu. Saímos do pagode em direção ao estacionamento....Entramos no meu carro. Mal fechei a porta e ela já estava em cima de mim, beijando com fome. Puxei o banco para trás e inclinei....Laura montou no meu colo. O jeans dela roçava direto no meu pau duro. Eu abri o botão da calça dela e desci o zíper, enfiando a mão por dentro da calcinha. Ela estava encharcada.

— Que delícia sua bucetinha molhada... — passando dois dedos entre os lábios inchados da boceta dela.

Laura gemeu alto, rebolando contra minha mão. Tirei os óculos dela com cuidado e joguei no banco de trás. Os cachos loiros caíam no rosto enquanto ela se esfregava em mim. Baixei a calça e a cueca o suficiente para libertar meu pau grosso e escuro, latejando. Ela olhou para baixo e mordeu o lábio.

— É grande... — sussurrou, quase com reverência.

Ela saiu do meu colo e tirou a calça e a calcinha, enquanto eu também ficava nu da cintura pra baixo...ela voltou a vir por cima....segurei a base do meu pau e esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada dela. Laura desceu devagar, sentando até o talo. O calor apertado da boceta dela me envolveu por completo. Ficamos os dois imóveis por um segundo, curtindo a sensação. Depois ela começou a cavalgar.

As mãos dela apoiadas no meu peito, os seios balançando dentro da blusa, os gemidos cada vez mais altos enquanto eu socava para cima, metendo fundo. O carro balançava no ritmo. Eu segurava aquela bunda macia, abrindo as bandas enquanto metia com força.

— Que delícia... — ela gemia, completamente entregue.

O som molhado da boceta dela ecoava. Laura gozou primeiro, tremendo inteira, apertando meu pau com espasmos. Eu não aguentei muito mais. Segurei os cachos dela e gozei forte, enchendo aquela boceta quente com porra grossa.

Ficamos ofegantes, suados, colados. Ela me olhou com aqueles olhos verdes, ainda vidrados de prazer.

— Isso não pode se repetir... — disse, sem nenhuma convicção, ainda com meu pau dentro da buceta dela...

— Pode sim, professora. E vai se repetir. Muitas vezes.

Essa foi a primeira, de muitas fodas com a professora do meu filho...

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u/Sea-Masterpiece-9150 — 28 days ago

A Gordinha da Faculdade - Rainha do Anal

João era o típico nerd de computação: magro, óculos, poucos amigos e zero experiência com garotas. Naquela noite, ele só foi à festa do curso porque Luiz, seu colega de república e único amigo de verdade, insistiu.

Luiz era o oposto: extrovertido, alto, bonito e com fama de pegador. Mal chegaram na festa e ele já estava no meio da galera, agarrando uma das meninas mais bonitas do curso. João tentou se enturmar, mas logo se sentiu deslocado. Bebeu mais do que devia e, quando decidiu ir embora, passou pelo banheiro e ouviu alguém chorando baixinho.

Hesitou, mas girou a maçaneta. Sentada no vaso, com o rímel escorrendo, estava Laura. A gordinha simpática, presidente do DCE, sempre sorridente, que abraçava todo mundo e oferecia ajuda a quem precisasse. Agora ela chorava como uma criança.

— Laura? Você tá bem?

Ela não respondeu. Apenas se levantou e o abraçou forte, apertando o rosto molhado contra o peito dele.

— Vamos embora daqui... por favor.

Saíram da festa sem ninguém notar. Caminharam sem rumo pela rua escura do campus. Laura desabafou tudo: o cara que tinha prometido ficar com ela aquela noite, os nudes que trocaram, as sacanagens no chat... e como ele estava beijando outra garota quando ela virou as costas.

João logo percebeu que o cara era o Luiz. Ficou sem saber o que dizer. Era seu amigo, mas ver Laura tão magoada mexeu com ele.

Sem perceberem, chegaram em frente ao prédio do DCE. João ia se despedir, mas ela segurou sua mão.

— Fica comigo um pouco... você merece uma recompensa por ter sido legal comigo hoje.

Ele não entendeu, mas a seguiu. Entraram em uma sala pequena que ela tinha a chave. Assim que fechou a porta, Laura o empurrou para sentar na cadeira, abriu o zíper dele e puxou o pau para fora. Sem dizer nada, caiu de boca.

Chupava com fome, molhado, fazendo barulho. A boca quente e macia deslizava fundo, enquanto a mão gordinha massageava as bolas. João endureceu rapidinho. Laura tirou o vestido, revelando o corpo cheio: peitos grandes e pesados, barriga macia, quadris largos e uma bunda enorme, redonda e branca.

Ela subiu nele, encaixou o pau na buceta molhada e desceu gemendo. Cavalgou gostoso, os peitos balançando no rosto dele. João apertava aquela bunda enorme com força enquanto ela rebolava.

— Ai, que delícia... — ela gemia.

Laura gozou primeiro, tremendo inteira. Depois se levantou, virou de costas sobre a mesa, empinou a bunda gorda e pediu:

— Quero no meu cu agora... arromba ele pra mim.

Cuspiu no pau dele e no próprio cuzinho. João posicionou e foi empurrando devagar. O buraco apertado foi cedendo aos poucos. Laura gemia alto, mordendo o braço. Quando ele estava todo dentro, começou a meter com mais força, vendo aquela bunda grande tremendo a cada estocada.

Ela enfiou a mão entre as pernas e siriricou o clitóris rápido.

— Mais forte... arromba meu cu, João!

Ele segurou os quadris largos e meteu fundo, cada vez mais rápido. O cuzinho dela apertou forte quando ela gozou de novo, gemendo alto. João não aguentou: puxou o pau e gozou jatos grossos direto dentro do cu arrombado, enchendo ela de porra quente que escorreu pelas coxas gordas.

A partir daquela noite, tudo mudou.

João se tornou o “PA” oficial de Laura — pau amigo, protetor, confidente e foda particular. Durante os quatro anos de faculdade, sempre que ele precisava, ela estava lá. Provas difíceis, noites estressantes de projeto, brigas com Luiz, solidão... bastava mandar uma mensagem.

Mesmo depois de ela começar a namorar com seu amigo Luiz, Laura liberava tudo, principalmente o cuzinho. Ela adorava quando ele a chamava. Às vezes no DCE depois do expediente, às vezes no apartamento dela, outras no carro dele estacionado no escuro. Ela tirava a roupa, empinava aquela bunda gorda, abria as nádegas e pedia baixinho:

— Vem arrombar seu cuzinho favorito...

João metia fundo, forte, do jeito que ela gostava. Ela siriricava enquanto ele socava, gozando gostoso com o cu cheio de pau, apertando ele até João gozar lá dentro ou pintar a bunda inteira de porra.

Era um acordo silencioso e safado. Ela retribuía o apoio daquela noite de festa com seu corpo, especialmente com o buraco mais apertado e proibido. E João, o nerd tímido, encontrou na gordinha sorridente o alívio e o prazer que nunca imaginou ter na faculdade.

Quando se formaram, os dois se abraçaram forte. Sem promessas de namoro, sem cobranças. Apenas a cumplicidade de quem viveu quatro anos de safadeza secreta e cumplicidade.

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u/Sea-Masterpiece-9150 — 1 month ago

Abdução

Lucas caminhava tranquilamente pela rua escura do bairro, voltando da aula de reforço. Eram quase dez da noite de uma sexta-feira. Com os fones de ouvido bem encaixados, ele ouvia uma playlist de rap, a cabeça balançando levemente ao ritmo da música. Tinha acabado de completar 18 anos e pensava em como passaria o final de semana quando, de repente, um feixe de luz azul intensa desceu do céu, envolvendo todo o seu corpo.

Ele mal teve tempo de tirar os fones. Tudo ficou branco e depois preto.

Acordou deitado em uma superfície, uma espécie de maca, macia e morna, completamente nu. A sala era branca, com luz baixa e suave, quase aconchegante, mas claramente estranha. Paredes lisas com padrões luminosos sutis pulsando de leve.

Sentiu algo úmido e quente, entre suas pernas, algo envolvia seu pau....ao olhar pra baixo, seu coração quase parou....um ser verde-esmeralda estava entre suas pernas, chupando seu pau com fome. Sua pele era brilhante e lisa. O corpo extremamente curvilíneo: seios grandes e pesados, cintura fina e quadris largos. O rosto era claramente o clichê alienígena dos filmes — olhos enormes e completamente pretos, cabeça ligeiramente alongada e oval, não tinha lábios. Duas pequenas antenas vibravam sobre as sobrancelhas.

Mas o que mais o chocou foi a língua: longa, grossa e bifurcada como a de uma serpente. As duas pontas se moviam separadamente, enrolando-se ao redor do seu pau enquanto ela descia fundo, babando.

Lucas gemeu, confuso e excitado. Quando sentiu que estava quase gozando, aquele ser estranhamente belo parou, tirou o pau da boca e se posicionou de quatro na maca, empinando a bunda perfeita para ele.

As nádegas eram grandes, redondas e de um verde intenso. No meio delas, o cuzinho pequeno piscava ritmicamente. Mais abaixo, a vagina contrastava violentamente com o resto do corpo: de um rosa shocking, pequena, suculenta e inchada. Ela pulsava devagar, abrindo e fechando como se o chamasse, e quando abria, ele parecia ver uma luz, dentro da buceta da E.T..... enquanto um líquido rosa gelatinoso e brilhante escorria pelos lábios carnudos.

Lucas sentiu uma vontade louca de chupar aquela boceta alienígena, mas ao ficar em pé, parece que algo lhe empurrou e o fez encaixar de uma vez na buceta rosa. Ele então agarrou os quadris largos e meteu tudo de uma vez. A boceta era apertada, quente e absurdamente molhada. O líquido rosa gelatinoso escorria com cada estocada, lubrificando tudo. A vagina pulsava ao redor do pau, massageando e sugando. A alienígena não emitia nenhum som — apenas empinava mais a bunda, recebendo as metidas em silêncio absoluto, só os barulhos das estocadas e o seu gemido eram ouvidos naquela sa....

Lucas a currava com força, batendo fundo, segurando firme na cintura verde. O contraste daquela bocetinha rosa pulsante com a pele verde o deixava insano. Não demorou muito, ele enterrou o pau até o fundo e gozou intensamente, enchendo-a de porra quente.

O orgasmo foi tão forte que sua visão escureceu. Ele desmaiou sobre o corpo da alienígena.

Não sabia quanto tempo havia ficado inconsciente. Ainda sonolento, corpo pesado e mente confusa, acordou mais uma vez sentindo algo quente e extremamente molhado envolvendo seu pau. Havia um peso firme sobre seu quadril.

Abriu os olhos.

Desta vez outro ser exótico e desta vez com a pele roxa, estava sobre ele, quicando no seu pau bem devagar..... baixinha e compacta, como uma anã, não passava de 1,40m. os seios eram pequenos e bem feitos, coxas grossas e cintura fina. Seus olhos amarelos grandes o encaravam enquanto ela quicava, subindo e descendo.

A bocetinha roxa era apertada e molhada, engolindo todo o seu pau. Ela acelerou, rebolava e quicava rápido, fazendo os pequenos seios pesadamente na frente do rosto dele.

Mesmo grogue, Lucas gemeu e segurou aquela cintura fina. A alienígena roxa acelerou, cavalgando com mais intensidade, apertando os músculos internos ao redor dele. Ele não aguentou muito tempo. Com um gemido, gozou forte dentro dela, enchendo a bocetinha roxa com jatos grossos de porra.

A alienígena se tremeu, ele teve a impressão de ver ela sorrir, ela se inclinou como se fosse beijá-lo, mas, ao invés disso aplicou uma injeção no seu pescoço.

Tudo escureceu novamente.

Lucas acordou sobressaltado, como se acordasse de um sonho, estava na sua cama, com o pijama que costumava usar pra dormir, suado, com a luz do sol da manhã entrando pela janela. Olhou ao redor, aliviado por estar em casa, foi só um sonho, que sonho louco. Mas quando se sentou, percebeu que algo estava muito errado.

Sentiu uma pontada no pescoço, no local da agulhada, foi no espelho e viu o sinal de uma agulha, será? Tirou a roupa e na sua pele haviam vários arranhões vermelhos finos pelo peito, abdômen e coxas. O seu pau parecia estar inchado, latejando, mesmo mole, e o mais estranho, estava roxo , um roxo escuro — exatamente da mesma cor da alienígena baixinha que tinha cavalgado nele.

Ele se senta na beira da cama, passa as mãos pelo rosto, incrédulo. O coração batia forte.

— Ninguém vai acreditar nisso... — murmurou para si mesmo, olhando para o vazio do quarto. — Perdi o cabaço com duas ETs....

Ele ficou ali, sentado, revivendo as imagens da boceta rosa pulsante da alien verde e da pequena roxa quicando ferozmente sobre ele. As marcas no corpo latejavam, provando que tudo tinha sido real.

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u/Sea-Masterpiece-9150 — 1 month ago

Viuvo, fui consolado pela minha Sogra

Rodrigo:

Fazia exatamente dois meses que minha esposa, Carla, havia falecido, depois de anos de uma dura batalha contra um câncer. Apesar de ser uma doença terminal e eu já esperar, caí em depressão, assim que ela partiu, sem ânimo pra fazer nada, mal saía de casa, recusava convites e não recebia ninguém, só dormia, assistia TV (ou fingia assistir), além de ficar vendo as fotos antigas de Carla, relembrando nossos momentos e pensando como a vida era injusta

.....apenas minha sogra, Dona Helena, que tinha a chave de casa e toda semana me visitava....mal conversavamos, ela chegava, me perguntava como eu estava, trocavamos meia dúzia de palavras e ela começava a limpar, faxinava a casa toda sem eu pedir, preparava comida (suficiente pra uma semana), deixando tudo no congelador, recolhia o lixo, e ía embora, sem avisar.

Dona Helena era uma mulher na faixa dos 60 anos, tinha um corpo normal para uma mulher da idade dela, cabelos grisalhos preso em um coque, corte de cabelo curto, típico das coroas, gostava de novela e ir a missa....nunca me passou pela cabeça ter nada sexual com ela...na veradde, naqueles dias, depois do falecimento de Carla, eu não tinha vontade de fazer nada sexual com ninguém....

...

Helena:

Acordei assustada, percebi que estava molhada, e que meus dedos estavam dentro da minha fenda, como pode, que pecado, por que eu tinha sonhado com isso. Não estava acreditando em mim mesma, estava me sentindo suja, mas, ao mesmo tempo, não conseguia parar de esfregar os dedos no meu grelinho, estava muito gostoso e aquele sonho, que delícia, meu genro, me comendo, com força, na lavanderia, como se eu fosse dele, como se ele não fosse o meu genro e eu fosse sua sogra, ele me comia com força, com brutalidade, me fazia sentir dor e prazer ao mesmo tempo, como pode, ah tempos não ficava molhada para nenhum homem, há tempos não sentia aquele desejo, desde a morte do meu marido....aumentei o ritmo da siririca e logo gozei...lembrando daquele sonho sujo...já raiava os primeiros raios de sol, e hoje era sexta, dia de visitar o meu genro...nossa, que coisa inesperada...já estava atrasada...fui pro banho e tratei de tirar aqueles pensamentos da cabeça...a perna meio mole depois da gozada gostosa que há tempos não sentia....

Meu genro, aquele homem grande, forte, preto, imponente, mas desde a morte da minha filha, tão frágil, tão calado, não dava abertura, não conversava, mas só de imaginar, dos flashs daquele sonho onde ele simplesmente me pegava com força, meu corpo todo se arrepiava, tratei de pensar em outras coisas, era sexta dia de ir até lá, provavelmente encontraria a casa suja e bagunçada e ele naquele estado de desanimo, desde que minha filha morreu...tomei um banho rápido, algo quase incosciente me fez ter vontade de me depilar e assim o fiz, deixando minha xota lisinha e macia....da mesma forma, naquele dia coloquei uma calcinha vermelha de renda, bem cavada, algo que não usava há muito tempo....só de colocar aquela calcinha minha xota pulsou, que loucura, do nada, voltei a sentir vontade de transar e não só vontade, eu estava me preparando, pra isso...

....

Rodrigo:

Acordei com o barulho no andar de baixo, era sexta, quase 10 da manhã, sabia que minha sogra tinha chegado, tava cheio de preguiça, não queria descer, mas, tinha que recebe-la, me levantei, coloquei só uma cueca samba canção e fui lavar o rosto...nem pudor eu tinha mais, em outros tempos, colocaria pelo menos uma bermuda...ao descer as escadas, percebi algo diferente, minha sogra de vestido, algo que quase nunca tinha visto, florido e mais curto que o usual, ela também estava perfumada, o cheiro foi entrando pelas minhas narinas a medida que eu ía descendo as escadas, era o mesmo perfume que Carla usava, sua falecida filha.

Desci as escadas devagar e logo notei que algo estava diferente. Dona Helena usava um vestido florido mais justo e curto, que marcava levemente os quadris e deixava à mostra parte das coxas maduras. Ela se movia pela cozinha com uma lentidão proposital, inclinando-se sobre o balcão de forma que o tecido subia pela sua bunda. O perfume — o mesmo de Carla — invadia o ar. Quando passou perto de mim, seu corpo roçou no meu braço de propósito.

Meu pau, adormecido há meses, começou a inchar dentro da cueca samba-canção.

— Dona Helena… a senhora está bem hoje? — perguntei, a voz mais grave que o normal.

Ela se virou, olhos brilhando de forma estranha.

Helena:

— Estou sim, Rodrigo… — respondi baixinho, mordendo o canto do lábio. — Só tive um sonho diferente essa noite. Acordei toda agitada, molhada… nem consegui voltar a dormir direito.

Ele se aproximou mais um passo, o peito largo e escuro bem na minha frente.

— Que sonho? — insistiu, curioso.

Senti o rosto queimar de vergonha, mas continuei o jogo:

— Não posso falar… é coisa suja. Uma sogra não deve sonhar essas coisas com o genro.

Enquanto falava, me aproximei ainda mais, deixando meu peito roçar no braço dele. Passei a mão devagar pelo meu decote, como se estivesse com calor, e olhei para baixo, reparando no volume que começava a crescer na cueca dele.

Rodrigo:

Aquilo foi o limite. O olhar, o tom de voz, o jeito como ela se oferecia sem oferecer abertamente… Eu estava excitado como não ficava há muito tempo. Meu coração batia forte.

Sem pensar duas vezes, agarrei Helena pela cintura com firmeza e a puxei contra meu corpo. Meu pau já duro pressionou contra a barriga dela.

Helena:

— Rodrigo! Meu Deus… o que você está fazendo?! — exclamei, fingindo choque e tentando me afastar, com as mãos espalmadas no peito dele.

Mas quando ele segurou meu rosto com as duas mãos grandes e colou a boca na minha com força, toda a minha falsa indignação desmoronou. Abri os lábios e retribuí o beijo com fome, gemendo contra a língua dele. Nossas bocas se devoraram, molhadas e desesperadas. Minhas mãos subiram para o pescoço dele, puxando-o mais para mim.

Rodrigo:

O beijo ficou selvagem. Helena me chupava a língua, esfregando o corpo contra o meu como uma cadela no cio. Agarrei sua bunda por baixo do vestido e a levantei, sentando-a com força na mesa da cozinha. Abri suas pernas e me enfiei entre elas.

Puxei o vestido até a cintura e quase rosnei ao ver a calcinha vermelha de renda, já escura de tesão. Enfiei a mão dentro dela e senti sua xota lisinha, inchada e encharcada.

— Caralho, Helena… você tá pingando — grunhi, enfiando dois dedos grossos nela.

Helena:

— Ai, Rodrigo… nós não devíamos… — gemi, mas abri mais as pernas, empinando a boceta contra a mão dele.

Ele arrancou minha calcinha com um puxão violento, rasgando o tecido. Quando ele tirou a cueca, vi aquela rola grossa, preta, veiada e latejando. A cabeça brilhava de pré-gozo. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele segurou meus quadris e meteu tudo de uma vez, com brutalidade.

— Aaaahhh! — gritei alto, sentindo minha boceta sendo aberta e preenchida completamente. A dor inicial misturou-se com um prazer intenso.

Rodrigo:

Comecei a foder com força selvagem. Estocadas profundas, pesadas, fazendo a mesa bater contra a parede. A boceta da Helena era quente, molhada e apertava meu pau como um punho. Cada vez que eu entrava até o fundo, minhas bolas batiam contra sua bunda.

Segurei o coque grisalho dela com uma mão, puxando sua cabeça para trás, e meti ainda mais forte, olhando nos olhos dela.

— Isso… toma essa rola, sua safada — rosnei, dando tapas fortes na lateral da bunda dela.

Helena:

Cada estocada me fazia gemer alto. Ele me comia com raiva e desejo acumulado, batendo fundo, acertando meu ponto mais sensível. Meu corpo inteiro tremia. Os peitos balançavam soltos dentro do vestido. Eu sentia o pau grosso dele pulsando dentro de mim, esticando minhas paredes.

— Mais forte… me fode mais forte, Rodrigo! — implorei, sem vergonha nenhuma. — Me usa… me quebra!

Ele aumentou o ritmo, metendo como um animal. O som molhado e obsceno da rola entrando e saindo da minha xota enchia a cozinha. Senti o orgasmo crescendo rápido, violento.

Rodrigo:

A boceta dela começou a pulsar forte ao redor do meu pau. Helena jogou a cabeça para trás, o corpo inteiro convulsionando. Eu não parei. Continuei metendo fundo, rápido e bruto, sentindo minhas bolas apertarem.

— Vou gozar, Helena… vou encher você todinha! — rosnei.

Helena:

— Goza dentro… goza dentro da sua sogra! — gritei, gozando violentamente.

Meu corpo inteiro tremeu. A boceta apertou o pau dele em espasmos fortes, esguichando um pouco de tesão. No mesmo instante, senti Rodrigo enterrar até o fundo e explodir dentro de mim. Jatos grossos e quentes de porra me encheram, transbordando enquanto ele continuava metendo devagar, prolongando o prazer.

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u/Sea-Masterpiece-9150 — 1 month ago