[Real] Viagem pra búzios - acabaram com ela (parte 2)

Depois de formados, a gente separou um tempo para comemorarmos e relaxarmos antes de começar a trabalhar mesmo, e perder a rotina. Nossas famílias sempre tiveram boas condições, e nos permitiam viajar e aproveitar. Tínhamos ganhado carro e éramos cercados de amigos. Estudamos sempre em escolas muito boas.

Essa é a parte 2 da história do sítio, que vejo que gostaram. De novo, são histórias reais que vivemos, só mudando os nomes para censurar, mas tudo isso realmente aconteceu.

Algumas semanas depois da viagem ao sítio, Rafaela e eu estávamos vivendo um momento especial. Eu tinha descoberto um prazer inesperado em vê-la sendo admirada por outros homens, e ela, mesmo sem admitir completamente, parecia gostar da atenção. Quando os amigos dela do colégio e alguns da faculdade nos chamaram para dez dias numa casa alugada em Búzios, aceitamos animados.
O grupo tinha quinze pessoas: três casais e nove solteiros (sete homens e duas mulheres), todos eram amigos e gostavam da gente e vice versa. Os caras eram impressionantes — altos, com corpos fortes e definidos, bronzeados pelo sol da praia. A casa era grande, de frente para o mar, com quartos compartilhados, o que criava uma convivência constante e íntima. Rafaela, com sua pele branquinha, 1,70m de curvas perfeitas e um sorriso fácil, chamava atenção naturalmente.

Os primeiros dias foram leves e divertidos. De manhã, tomávamos café na varanda com vista para o mar. Rafaela aparecia de shortinhos e blusinhas leves, o corpo relaxado após o banho. Os caras conversavam com ela, elogiando o bronzeado que começava a aparecer na pele clara. Olhares discretos percorriam seu corpo quando ela se alongava ou caminhava.
À tarde, íamos para a praia. Ela de biquíni, correndo atrás da bola no altinha, rindo. Toques casuais aconteciam: mãos ajudando a levantar da areia, corpos roçando na água gelada. Nada demais, mas eu percebia como os olhos deles demoravam nela. Rafaela ficava corada, mas sorria, claramente gostando da admiração. À noite, jantares na casa ou passeios pela Orla. Na primeira balada, dançamos juntos, mas alguns caras se aproximavam, dançando perto, mãos na cintura dela por alguns segundos. Ela se afastava sutilmente, voltando para mim.
Eu sentia aquele calor familiar crescendo. Ver o desejo nos olhos deles me excitava de forma silenciosa.

No meio da viagem, o clima esquentou aos poucos. De manhã, na piscina, Rafaela tomava sol deitada. Os caras passavam protetor nas costas dela “para ajudar”. Dedos firmes deslizavam pela pele branquinha, descendo um pouco mais que o necessário pela lateral do corpo. Ela pedia para parar com um sorriso nervoso, mas não impedia completamente.
À tarde, caminhadas na praia ou passeios de buggy. Num dia, durante um mergulho, vi mãos tocando os quadris dela debaixo d’água, puxando-a para brincadeiras. Rafaela resistia levemente, dizendo “ei, calma”, mas o corpo dela respondia com arrepios. À noite, nas baladas de Búzios, a bebida ajudava. Danças mais coladas, corpos pressionados, mãos descendo pelas costas até o limite da bunda. Ela voltava para mim com o rosto corado e a respiração alterada. Transávamos no quarto compartilhado, em silêncio, com tesão acumulado.
Os toques eram sempre velados — nunca algo escandaloso na frente de todos. Um roçar “acidental” na cozinha, um sussurro no ouvido durante o jantar, um olhar demorado quando ela cruzava as pernas. Rafaela me contava que se sentia desejada, mas ainda resistia, dizendo que era só brincadeira.

Nos dias seguintes, a tensão ficou palpável. Os caras estavam mais ousados, mas sempre discretos. Uma tarde, na varanda, enquanto eu jogava cartas com outros, vi de longe um deles passar a mão na coxa dela por baixo da mesa, apertando de leve. Rafaela puxou a perna, olhando ao redor preocupada, mas o desejo nos olhos dela era visível. À noite, nas festas, danças mais intensas. Mãos fortes apertavam sua cintura, puxando-a contra o corpo, roçando levemente. Ela se afastava depois de alguns segundos, voltando para mim com as pernas trêmulas.
Eu percebia tudo. Os olhares cúmplices, os sorrisos discretos. Meu tesão só aumentava com aquela admiração constante. Rafaela estava dividida — gostava da sensação de ser desejada por homens tão atraentes, mas lutava contra a culpa.

No último dia, decidimos fazer uma festa de despedida na casa. Bebemos bastante, rimos, dançamos. Rafaela estava linda num vestido leve e curto que marcava suas curvas. A noite avançou e, em determinado momento, ela foi até a cozinha pegar mais gelo. Demorou. Eu estava distraído conversando, mas notei que o Lucas e o Tiago também tinham sumido.
O que aconteceu foi no quarto do fundo, o mais afastado. Eles a encurralaram ali. Rafaela tentou sair: “Não, por favor… eu tenho namorado… não posso fazer isso com vocês”. A voz dela tremia. Lucas fechou a porta e Tiago segurou sua cintura por trás, sussurrando no ouvido: “Você passou dez dias nos provocando… agora vai sentir o que a gente quer te dar”.
Ela resistiu, empurrando o peito deles, dizendo “não… para… eu não sou assim”. Mas eles eram fortes e insistentes. Lucas segurou o rosto dela e a beijou profundamente enquanto Tiago levantava o vestido, passando as mãos grandes pelas coxas e apertando a bunda. Rafaela gemia contra a boca dele, ainda tentando se soltar, mas o corpo traía. Eles a colocaram sentada na beira da cama. Lucas puxou o vestido para baixo, expondo os seios branquinhos, chupando e mordendo os mamilos enquanto Tiago tirava a calcinha dela e começava a esfregar o pau duro entre suas pernas, sem penetrar ainda.
“Por favor… não faz isso…”, ela implorava baixinho, lágrimas nos olhos, mas a boceta estava encharcada. Eles a deitaram. Tiago abriu as pernas dela e entrou devagar, metendo fundo enquanto Lucas colocava o pau na boca dela. Rafaela resistia no início, virando o rosto, gemendo “não… eu não aguento…”, mas aos poucos o prazer foi tomando conta. O pau grosso do Tiago esticava ela completamente, estocadas ritmadas que faziam os seios balançarem. Lucas segurava a cabeça dela, fodendo sua boca com calma.
Eles trocaram de posição várias vezes. Viraram ela de quatro. Tiago metia por trás com força, segurando os quadris, enquanto Lucas enfiava na boca. Mãos fortes apertavam os seios, estapeavam de leve a bunda, puxavam o cabelo. Rafaela tentava abafar os gemidos, ainda murmurando resistências fracas, mas o corpo dela empurrava contra eles, buscando mais fundo. O prazer que ela sentia era avassalador, diferente de tudo que já tinha vivido — um tesão proibido que fazia ela tremer inteira.
Ela revelou para eles que sentia muito prazer ao beijarem seus pés. Thiago não hesitou, estava de frente para ela e enquanto colocava seu pau enorme nela, começou a chupar seus dedinhos com muito tesão, enquanto Lucas continuava na boca. Isso foi o ápice e Rafaela teve um orgasmo intenso, o corpo convulsionando, olhos revirando de prazer nunca antes sentido. Ficou deitada na cama por alguns minutos, recuperando o fôlego, o corpo marcado e satisfeito.
Quando voltou para a sala, estava com o cabelo arrumado e o vestido no lugar, mas as pernas ainda fracas. Me deu um beijo longo e fomos dormir. Eu sentia que algo grande tinha acontecido naquela noite, mas o mistério só aumentava meu desejo por ela.
No dia seguinte, voltamos para casa. A viagem terminou, mas o fogo que acendeu entre nós — e os segredos dela — ficaram para sempre.

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u/FoxIllustrious4063 — 3 days ago

[Real] Viagem de formatura, namorada desejada pelo grupo (parte 1)

Bom, vejo que curtiram alguns contos que já publiquei aqui, ressalto que todos são reais. Hoje a gente é casado mas namoramos desde os 21 anos.
Essa história aconteceu há um tempo, mas foi minha primeira experiência vendo algo do tipo acontecer, e me deixou fascinado. Foi uma viagem de formatura que fizemos com um grupo, e tudo que vou contar realmente aconteceu. Essa é a parte 1. Posso trazer a continuação dessa história do que aconteceu depois dessa viagem , se vocês gostarem. Segue abaixo:

Eu a Rafaela tínhamos acabado de nos formar. Ela, em Psicologia, eu em Administração. Depois de meses de provas, trabalhos e stress, decidimos comemorar com uma viagem de uma semana para um sítio enorme no interior de São Paulo. Um amigo nosso havia alugado o lugar para um grupo grande: 20 pessoas no total, entre casais e solteiros. Era perfeito — piscina, churrasqueira, trilhas, quartos espalhados pela casa principal e pelas cabanas ao redor. Rafaela estava radiante. Com seu 1,70m, pele branquinha que parecia brilhar sob o sol, corpo bem desenhado e um sorriso que desarmava qualquer um, ela era o tipo de mulher que chamava atenção sem esforço.
Eu a amava loucamente. Mas nessa viagem, descobri algo sobre mim que nunca tinha imaginado.

Dia 1 – A Chegada

Chegamos no fim da tarde. O sítio era impressionante: gramados vastos, árvores antigas e um pôr do sol laranja que pintava tudo. A Rafa usava um short jeans curto que marcava suas coxas firmes e uma blusinha cropped branca que deixava à mostra um pedacinho da barriga lisa. Os cabelos castanhos soltos caíam sobre os ombros. Enquanto descarregávamos as malas, os olhares dos outros caras já notavam ela. Discretos, mas presentes.
À noite, fizemos um churrasco. Todo mundo bebendo cerveja gelada, rindo alto. A rafa sentou ao meu lado, mas o círculo era grande. Vi o Rafael, um dos solteiros de 25 anos, alto e atlético, conversando com ela sobre a faculdade. Ele ria das piadas dela, os olhos descendo por um segundo a mais para o decote sutil da blusa. Em vez de ciúme, senti um calor estranho na barriga. Era… excitante. Ver ela sendo admirada. Ver o desejo nos olhos dele.
Quando fomos dormir, no nosso quarto aconchegante, fiz amor com Sofia devagar, sussurrando no ouvido dela como estava linda. Ela gozou gemendo baixo, apertando as unhas nas minhas costas. Eu gozei pensando naquele olhar do Rafael.

Dia 2 – O Calor Aumenta

O dia foi de piscina. A Rafa apareceu de biquíni preto, simples mas mortal. O tecido marcava perfeitamente seus seios médios e empinados, a cintura fina e a bunda redonda e empinada. A pele branquinha contrastava com o preto. Ela passou protetor solar devagar, e eu ajudei, sentindo os olhares ao redor.
Passamos a tarde jogando vôlei na piscina. A rafa pulava, ria, o corpo molhado brilhando. Os caras do grupo — especialmente Rafael, o Pedro e o Lucas (outro solteiro) — estavam bem próximos, “ajudando” ela a subir no ombro de alguém para pegar a bola. Toques inocentes na cintura, nas costas. Ela sorria, natural, feliz com a atenção.
À noite, no jantar coletivo, as coisas esquentaram um pouco mais. Sentamos em uma mesa longa. A rafa estava ao meu lado, mas Rafael ficou na frente dela. A conversa fluía solta. Em determinado momento, senti o pé dela roçando o meu. Depois, vi que o pé dela — aqueles pés lindos, branquinhos, tamanho 36, unhas pintadas de branco perolado, perfeitamente cuidados — deslizou devagar por baixo da mesa e subiu pela perna de Rafael.
Ele parou de falar por um segundo, os olhos se arregalaram levemente, mas manteve o sorriso. A rafa continuou conversando como se nada estivesse acontecendo, o pé macio subindo e descendo lentamente pela panturrilha dele, um carinho sutil, escondido. Eu observava tudo por baixo da mesa, o coração acelerado. Meu pau endureceu instantaneamente dentro da bermuda. Não era raiva. Era um tesão novo, profundo. Ver ela desejada. Ver ela dando aquele prazer secreto para outro homem enquanto eu estava ali. Descobri, naquele momento, que eu gostava disso.
Quando voltamos pro quarto, transei com ela com mais fome que nunca. Ela estava molhada, excitada. “Você viu como eles olham pra mim?”, ela sussurrou, sem saber que eu tinha visto o pé. Eu só gemi, gozando forte enquanto beijava os pés da Rafaela e chupava os seus dedinhos.

Dia 3 – A Noite das Bebidas

No terceiro dia, fizemos uma trilha leve pela manhã e passamos a tarde relaxando. À noite, rolou uma fogueira com drinks mais fortes — caipirinhas, cerveja e shots. Rafaela bebeu um pouco mais que o normal. Estava alegre, rindo alto, o corpo solto no vestidinho leve de alças finas que marcava cada curva. O tecido branco colava sutilmente nos seios, mostrando o contorno dos mamilos quando o vento batia.
Sentamos em círculo. Ela entre mim e o Rafael. Com o álcool, as conversas ficaram mais íntimas. Em certo momento, enquanto todos riam de uma história, vi a mão do Pedro, discretamente, pousar na cintura dela por trás, os dedos deslizando devagar sobre o quadril, apertando de leve a carne macia. Rafa não afastou. Só mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando. Depois foi a vez do Rafael: a mão dele desceu pelas costas dela e parou no quadril, um aperto sutil, possessivo, escondido pela escuridão e pela posição. Ela se inclinou um pouco para frente, como se estivesse só ajustando a postura, mas eu vi o arrepio na pele branquinha dos braços dela.
Meu pau latejava. Eu estava duro o tempo todo, vendo aqueles toques escondidos, vendo ela corar de prazer discreto. Nenhum deles passou do limite — era tudo sutil, tesão no ar, admiração. E eu, pela primeira vez, sentia um prazer imenso com isso. Era como se o desejo deles aumentasse o meu.

Dia 4 e 5 – A Tensão no Ar

Os dias seguintes foram uma mistura deliciosa de atividades durante o dia e tensão sexual à noite. Rafaela usava roupas cada vez mais provocantes: saias curtas, tops que mostravam o colo, biquínis diferentes. Os caras do grupo orbitavam em volta dela, sempre respeitosos comigo, mas claramente atraídos. Eu participava das conversas, mas meu foco estava nela — no jeito como ela cruzava as pernas, no sorriso que dava, nos olhares que trocava.
Houve mais momentos: um mergulho noturno na piscina onde mãos roçavam coxas debaixo d’água, danças coladas na sala de jogos, sussurros. Eu e Rafaela transávamos todas as noites, mais intensos que nunca. Eu contava pra ela o que via, e ela ficava molhada, excitada com o fato de eu gostar. “Você fica louco quando eles me querem, né?”, ela gemia enquanto eu entrava nela.

Dia 6 – O Ápice

No penúltimo dia, o clima explodiu. Tinha uma festa maior à noite. Rafaela estava deslumbrante: vestido curto preto, justo, que marcava a cintura, os quadris e a bunda perfeita. Sem sutiã. Os seios balançavam levemente quando ela andava. Bebemos, dançamos. Em determinado momento, na varanda mais afastada, Rafael e Pedro estavam conversando com ela. Eu observava de uma distância curta, escondido pela penumbra.
Eles a encostaram de leve contra a parede. Mãos nos quadris, subindo devagar pela lateral do corpo, roçando a curva dos seios por cima do tecido. Rafaela respirava mais rápido, os lábios entreabertos. Um deles (não consegui ver quem) deslizou a mão por baixo do vestido, apertando a bunda com firmeza, mas ainda discreto. Ela gemeu baixinho, os olhos encontrando os meus por um segundo. Havia desejo puro ali.
Voltei para perto, e ela me puxou para um beijo profundo. Mais tarde, no quarto, contamos tudo um pro outro enquanto fazíamos amor de forma selvagem. Eu gozei imaginando as mãos deles nela, e ela gozou gritando meu nome.

Dia 7 – A Volta

No último dia, voltamos para casa exaustos, mas diferentes. Eu tinha descoberto um lado meu que não conhecia: o prazer de ver minha namorada sendo desejada, admirada, tocada sutilmente. Rafaela sabia disso agora. E entre nós, o tesão só tinha aumentado.
A viagem terminou, mas aquela chama ficou acesa.

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u/FoxIllustrious4063 — 3 days ago

[Real] Esposa Safada na praia (parte 2) - foto semelhante nos comentários

Quatro meses e meio
O verão estava no auge e Rafaela já não escondia mais o quanto gostava da atenção. O biquíni vermelho quase invisível virou o favorito dela. Quando ela andava pela areia, a cordinha fina sumia entre as nádegas bronzeadas e redondas, deixando praticamente tudo à mostra. Os vendedores ambulantes já nem fingiam mais: paravam, conversavam, elogiavam o bronzeado, os olhos descendo sem pudor pelo corpo dela. Um deles, o Moreno, um cara forte de uns 25 anos que vendia cerveja gelada, passou a trazer “brindes” só para ela — uma latinha extra, um pedaço de coco fresco — e ficava agachado ao lado da canga conversando enquanto eu fingia ler.
Uma tarde, Rafaela me chamou com aquela voz manhosa que eu já conhecia bem:
— Amor, o Junior me convidou pra dar uma aula particular de surf amanhã cedo. Só nós dois na água. Você se importa?
Eu senti aquele frio gostoso na barriga outra vez. Concordei. No dia seguinte, observei de longe. Ela saiu do mar rindo, o corpo molhado brilhando, o biquíni branco (novo, ainda menor) quase transparente quando molhado. Junior ajudava ela a se equilibrar na prancha, as mãos firmes na cintura dela, descendo às vezes até o quadril. Quando uma onda maior veio, ele a segurou colado ao corpo dele para não cair. Vi os seios dela pressionados contra o peito dele por alguns segundos. Rafaela voltou para a canga com as bochechas coradas e o olhar brilhando.
— Foi incrível… ele é muito paciente — disse ela, deitando de bruços ao meu lado.
Eu passei o protetor nela dessa vez, mas sabia que não era mais só eu quem tocava aquele corpo.
Cinco meses
As aulas de surf viraram rotina. Rafaela saía cedo, voltava quase na hora do almoço com o cabelo molhado e salgado, o corpo marcado pelas marcas do biquíni ainda mais evidentes. Uma vez ela chegou com uma mordida leve no ombro. Quando perguntei, ela riu baixinho:
— Foi um acidente na prancha… o Junior me puxou rápido pra não bater.
Mas o sorriso safado entregava. Eu não insisti. Naquela noite ela me chupou com uma fome nova, gemendo enquanto me olhava nos olhos, como se estivesse revivendo algo na cabeça. Gozei na boca dela pensando nas mãos daquele surfista bronzeado apertando minha mulher na água.
O Moreno também se aproximou mais. Uma tarde, enquanto Junior dava aula, ele ficou conversando com Rafaela na canga. Eu estava nadando, mas vi de longe: ele passou protetor nas pernas dela. As mãos grandes subindo pelas coxas, demorando na parte interna. Rafaela estava de lado, rindo, mas com uma das mãos apoiada na areia, apertando os dedos. Quando voltei, ela estava com o olhar distante, excitada.
— Ele tem mãos fortes… — comentou casualmente enquanto guardávamos as coisas.
Eu a fodi com força assim que chegamos em casa, imaginando aquelas mãos pretas contrastando na pele dela.
Seis meses
As coisas escalaram de vez. Rafaela começou a ir à praia até sozinha em alguns dias. Uma tarde eu cheguei mais cedo e não a encontrei na canga de sempre. Caminhei pela areia e os vi: ela e Junior atrás de umas pedras mais afastadas, onde quase ninguém ia. Ele estava sentado na pedra, ela de pé entre as pernas dele. O biquíni dela estava desamarrado na frente, os seios bonitos expostos enquanto ele passava as mãos neles, devagar, espalhando protetor (ou o que fosse) com os polegares circulando os mamilos. Rafaela tinha a cabeça inclinada para trás, boca entreaberta.
Fiquei escondido atrás de uma duna, o pau latejando dentro do short. Vi quando ele desceu uma mão pela barriga dela e enfiou os dedos por baixo da calcinha mínima. Rafaela gemeu baixinho, as pernas tremendo levemente. Eles não transaram ali — pelo menos não naquele momento —, mas o que vi foi suficiente para eu quase gozar só de olhar.
Quando ela voltou para casa mais tarde, fingiu que tinha ficado só bronzeando. Eu não disse nada. Apenas a puxei para o quarto, tirei o biquíni ainda úmido e comi ela com vontade, sentindo o cheiro diferente na pele — uma mistura de protetor, mar e algo mais masculino. Ela gozou gemendo alto, cravando as unhas nas minhas costas, e eu soube que ela estava pensando nele.
Sete meses
Agora Rafaela já não escondia quase nada. Me contava pedaços: que Junior tinha um pau grosso e bronzeado como o resto do corpo, que ele gostava de chupar os seios dela até ficarem sensíveis, que uma vez ele a fez gozar só com os dedos atrás das pedras enquanto o Moreno vigiava de longe. Ela me dizia essas coisas sussurrando no meu ouvido enquanto eu a penetrava devagar, molhada como nunca.
Uma noite ela chegou da praia mais tarde que o normal. O cabelo bagunçado, os lábios inchados, uma marca roxa discreta no pescoço. Tirou o short e o biquíni na minha frente. A calcinha estava úmida, quase encharcada. Ela subiu na cama, abriu as pernas e falou com a voz rouca:
— Hoje ele me comeu na van dele, amor… bem devagar no começo, depois bem fundo. Eu gozei duas vezes.
Eu entrei nela sentindo o calor e a umidade que outro homem havia deixado. Transamos como animais. Eu gozei dentro dela imaginando a cena toda: minha mulher gemendo o nome dele enquanto era fodida na van estacionada perto da praia.
Rafaela continuava sendo minha. Dormia na minha cama, me beijava com carinho, planejava nosso futuro. Mas a praia tinha despertado uma versão dela que eu nunca imaginei — safada, exibida, livre. E eu, estranhamente, estava mais apaixonado e excitado do que nunca.
Essa nova Rafaela, com a pele bronzeada, o olhar de quem sabe o poder que tem e o corpo que agora conhecia o toque de outros homens, era a mulher mais viva e desejável que eu já tive. E eu não queria que isso acabasse.

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u/FoxIllustrious4063 — 4 days ago

[Real] Esposa Safada na praia (parte 1)

Meu nome é Carlos, tenho 31 anos. Moro com a Rafaela há quatro anos em uma cidade litorânea. Ela tem 28 anos, um corpo naturalmente bonito, pele que bronzeia rápido, cabelos castanhos ondulados, olhos expressivos e uma bunda redonda que sempre chama atenção na areia, mesmo sem ela querer.
Decidimos aproveitar mais a praia este ano. Rafaela começou a descer quase todos os dias no final da tarde. Eu ia sempre que podia.
No começo era inocente. Ela usava um biquíni preto básico, caminhava na beira do mar, bronzeava. Mas logo notei que os homens olhavam. Vendedores ambulantes passavam mais devagar, viravam o pescoço, alguns até gaguejavam quando ofereciam água de coco ou espetinho. Eu fingia que não via, mas por dentro sentia um tesão estranho em ver minha mulher sendo admirada daquele jeito.
Primeiras semanas
Rafaela começou a se arrumar mais para ir à praia. Passou a usar um perfume leve e doce antes de sair. O biquíni continuava simples, mas ela bronzeava de barriga para baixo, com a cordinha de cima desamarrada. Quando voltava para casa, estava com aquele glow de sol na pele e um sorriso relaxado que eu adorava.
Foi nessa época que conhecemos o Junior. Ele era instrutor de surf, morava perto da praia e dava aulas particulares. Corpo definido, bronzeado, jeito tranquilo. Ele cumprimentava a gente com respeito.
Uma tarde, enquanto eu lia um livro na areia, Rafaela me chamou baixinho:
— Amor, você pode passar protetor nas minhas costas?
Eu passei. Mas notei que Junior estava olhando de longe. No dia seguinte, ela foi sozinha e, quando voltou, comentou casualmente:
— Hoje o Junior me ajudou com o protetor solar. Minhas costas estavam queimando um pouco.
Senti um frio na barriga, mas também uma excitação. Perguntei como tinha sido. Ela disse que foi rápido, profissional. Só passou nas costas e ombros.
Um mês depois
Rafaela comprou um biquíni novo. Mais ousado: calcinha com laterais finas e top que valorizava os seios. Na praia, os vendedores ambulantes demoravam ainda mais perto dela. Um deles, um rapaz novo que vendia pareô, passou três vezes seguidas só para oferecer. Eu via de longe ele olhando descaradamente para a bunda dela enquanto ela bronzeava de bruços.
Uma tarde quente, Rafaela me olhou com um sorrisinho:
— Amor, você se importa se o Junior passar protetor em mim hoje? Minhas costas estão pegando fogo e você está lendo…
Eu concordei. Fiquei sentado na canga enquanto ele se aproximava. Junior passou o creme devagar, com as mãos grandes espalhando bem o produto. Vi as mãos dele descendo pelas laterais do corpo dela, perto da curva dos seios. Rafaela ficou quietinha, mas eu notei que ela apertava levemente as coxas. Quando ele terminou, ela agradeceu com um sorriso bonito.
Naquela noite em casa, ela estava especialmente carinhosa e molhada. Transamos com mais vontade. Eu não perguntei detalhes, mas imaginava aquelas mãos grandes tocando minha mulher.
Dois meses
O ritual se repetiu várias vezes. Às vezes ela mesma pedia para o Junior passar protetor. Outras vezes eu mesmo sugeria, fingindo que era só para ajudar. Ele sempre era educado, mas as mãos demoravam mais. Passava nas costas, descia para a lombar, às vezes roçava a lateral dos seios “sem querer”. Rafaela ficava com a respiração um pouco mais pesada.
Os biquínis foram ficando menores. Ela comprou um modelo vermelho com fio quase invisível atrás. Quando bronzeava de bruços, a bunda ficava praticamente toda exposta. Os vendedores ambulantes babavam literalmente. Um deles parou um dia e ficou uns bons minutos conversando com ela, os olhos fixos no corpo dela. Eu fingia estar distraído, mas meu pau ficava duro dentro do short.
Rafaela sabia que eu via tudo. Às vezes, quando voltávamos para casa, ela me provocava baixinho:
— Hoje os meninos da praia estavam me comendo com os olhos…
Eu nunca cobrava. Gostava de ver ela se sentindo desejada, confiante, sensual.
Três meses e meio
Uma tarde, cheguei mais cedo na praia e vi de longe: Rafaela estava de bruços, Junior passando protetor. As mãos dele deslizavam devagar, quase massageando. Ele desceu até a curva da bunda, espalhando o creme com calma. Rafaela tinha a cabeça virada para o lado, olhos semicerrados. Fiquei observando escondido por uns minutos antes de me aproximar.
Depois daquele dia, os encontros com Junior na praia ficaram mais frequentes. Às vezes eles conversavam bastante enquanto eu nadava. Eu sabia que algo mais estava acontecendo, mas preferia não perguntar diretamente. Gostava do mistério, do tesão de imaginar.
Rafaela continuava sendo minha. Em casa, o sexo estava mais quente. Ela estava mais solta, mais molhada, mais gemedora. Eu adorava quando ela chegava da praia ainda com o cheiro de sol e protetor na pele, o corpo quente, e me dava um beijo longo.
Ela nunca contou tudo. Eu nunca forcei. Mas eu sabia (e ela sabia que eu sabia)que Junior tinha tocado mais do que só as costas. Que os olhares na praia tinham virado algo mais íntimo. Que minha mulher estava vivendo uma fase de pura sensualidade.
E eu, estranhamente, estava curtindo cada segundo dessa nova Rafaela: mais confiante, mais admirada, mais viva.

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u/FoxIllustrious4063 — 4 days ago

[Real] O que aconteceu com a gente depois que minha mulher mudou de emprego

Meu nome é André . Tenho 33 anos e sou casado com a Beatriz há quase sete anos. Nós nos conhecemos ainda na faculdade, sempre fomos um casal bem unido, daqueles que os amigos acham que vai durar pra sempre. Beatriz tem 29 anos, é uma mulher muito bonita: 1,65m, corpo bem feito, pele clara, cabelos castanhos longos, olhos verdes e um jeito doce que conquista as pessoas fácil. Sempre foi vaidosa, mas nunca exagerada.
Tudo começou quando ela conseguiu uma promoção importante numa agência de publicidade. O salário era bem melhor, mas o cargo exigia mais tempo e contato direto com o cliente. O chefe direto dela era o Rafael, um cara de 41 anos, separado, que tinha reputação de ser competente e carismático no trabalho.
No início era só isso: ela falava dele como um chefe exigente, mas que valorizava o trabalho dela. Com o tempo, percebi que as conversas sobre ele eram mais frequentes. Ela chegava em casa mais animada, se arrumava melhor para o escritório, comprava roupas novas e até lingerie mais bonita (coisa que eu notava, mas não comentava).
A primeira vez que desconfiei mesmo foi numa viagem de trabalho que ela fez com a equipe. Voltou diferente. Mais quieta, mas com um brilho no olhar. Naquela noite, depois de um banho longo, ela deitou do meu lado e disse:
— Amor, preciso te contar uma coisa… mas promete que não vai surtar.
Meu estômago gelou. Ela me contou que tinha rolado uma atração forte com o Rafael durante a viagem. Depois de um jantar com clientes e algumas taças de vinho, eles acabaram no quarto dele. Não foi planejado, segundo ela. Aconteceu.
Ela descreveu tudo de forma honesta, quase envergonhada: como ele foi carinhoso no começo, como o beijo esquentou rápido, como ela ficou nervosa quando viu o tamanho dele, e como acabou se entregando. Disse que gozou de um jeito que não acontecia há muito tempo.
Eu deveria ter ficado com raiva. Mas a verdade é que senti ciúme, sim… mas também uma excitação estranha que eu não conseguia explicar. Acabamos transando aquela noite. Foi diferente, mais intenso. Ela percebeu e me perguntou se eu estava com tesão de imaginar ela com ele. Confessei que sim.
A partir daí, as coisas evoluíram naturalmente. Não viramos um casal “hotwife” do dia pra noite. Foi gradual.
Rafael sabia que eu sabia. No começo era algo discreto: mensagens, alguns encontros depois do trabalho. Beatriz me contava quase tudo. Às vezes eu pedia detalhes, outras vezes ela me mandava uma foto ou um áudio quando estava com ele. Ver ela se arrumando para encontrá-lo, saber que ele estava tocando minha mulher, me deixava louco.
Com o tempo, ele começou a vir em casa algumas vezes. Nada escandaloso. Tomavam vinho na sala, conversavam, e depois iam para o quarto. Eu ficava na sala ou saía para dar espaço. Quando ela terminava, me chamava. A bucetinha dela sempre estava vermelha, molhada e com o cheiro dele. Eu a comia assim, sentindo o que tinha acabado de acontecer.
Beatriz nunca me desrespeitou. Continua sendo carinhosa, me beija, dorme abraçada comigo. Mas o tesão que ela sente pelo Rafael é visível. Ela diz que com ele consegue se soltar de um jeito que não consegue comigo — não por eu ser ruim, mas porque a situação toda, o proibido, a diferença de idade e o jeito dominador dele mexem muito com ela.
Hoje em dia é uma dinâmica que funciona pra gente. Não é todo dia, não é todo final de semana. Acontece quando rola. Eu continuo amando minha mulher. Ela continua me amando. Só que agora tem esse outro elemento na nossa relação que, por mais louco que pareça, acabou aproximando a gente de um jeito estranho.
É complicado explicar pra quem nunca viveu. Mas é real. E é o que está acontecendo na nossa vida agora.

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u/FoxIllustrious4063 — 5 days ago

Relato

Meu nome é Thiago, tenho 31 anos. Sou casado com a Júlia há quatro anos. Ela é simplesmente a mulher mais gostosa que eu já vi na vida: 27 anos, 1,64m, corpo escultural feito de academia, pele morena dourada, cabelos pretos lisos que chegam na bunda, olhos castanhos que ficam pidões quando ela tá com tesão, peitos naturais médios com bicos rosados que endurecem fácil, cintura fina e uma bunda grande, empinada e macia que faz qualquer homem babar.
Eu sempre soube que ela chamava muita atenção, mas nunca imaginei que ia curtir tanto ser uma puta pra outro cara.
Tudo começou quando a Júlia decidiu voltar pra academia com mais intensidade. Eu a incentivei. Ela começou a treinar com o César, um personal trainer novo da academia. O cara é enorme: quase 1,90m, corpo de atleta, braços grossos, peito largo, tatuagens e uma cara de macho alfa que deixa as mulheres molhadas só de olhar.
No começo eram só treinos normais. Depois ela começou a chegar em casa falando dele o tempo todo. “O César é tão forte…”, “Ele me corrigiu a postura hoje e eu senti ele encostando…”. Eu ficava com ciúme, mas também com o pau duro pra caralho. Um dia, brincando na cama, confessei pra ela que tinha fantasia de corno. Júlia ficou surpresa, mas depois sorriu maliciosa:
— Sério? Você ia gostar de me ver com outro homem? — perguntou enquanto esfregava a bucetinha molhada no meu pau.
A partir daí o jogo começou.
Ela passou a usar roupas cada vez mais safadas pros treinos: legging cavada que marcava a bundona e a vagina, tops cropped que mal cobriam os peitos. César começou a mandar mensagens pra ela fora do treino. Eu lia tudo. Ele elogiava o corpo dela sem vergonha. Júlia respondia com fotos no espelho do vestiário, mostrando a bunda suada.
Uma noite ela chegou do treino com o olhar brilhando.
— Amor… o César me chamou pra tomar uma cerveja depois do treino amanhã. Só nós dois. Posso ir?
Meu coração disparou. Eu disse que sim.
No dia seguinte ela se arrumou como se fosse pra um encontro: shortinho jeans que deixava metade da bunda de fora, blusinha decotada sem sutiã e uma calcinha fio-dental que eu mesmo escolhi. Antes de sair ela me deu um beijo e sussurrou:
— Se rolar alguma coisa… eu te conto tudinho.
E rolou.
Ela voltou pra casa quase duas da manhã, cabelo bagunçado, lábios inchados e um cheiro forte de sexo. Sentou na cama, tirou o short e a blusa e me mostrou a buceta inchada, vermelha, pingando porra.
— Ele me comeu no carro dele, amor… bem no estacionamento escuro da academia. O pau dele é enorme… eu gozei tanto que tremi inteira.
Eu estava louco de tesão. Comi ela ali mesmo, sentindo o creme do César ainda dentro da bucetinha da minha mulher. Enquanto eu metia, ela me contava os detalhes:
— Ele puxou meu short pro lado, colocou aquela rola grossa e me arrombou… eu tentei aguentar, mas ele é muito grande. Fiquei gemendo feito uma cadela no banco de trás.
A partir daquele dia virou rotina.
César começou a vir na nossa casa. No começo era “só um amigo”, mas logo ele parava no sofá com a Júlia no colo, mão enfiada dentro da calcinha dela enquanto eu preparava cerveja na cozinha. Ele me olhava com cara de superioridade e dizia:
— Sua mulher tem a buceta mais apertada e gulosa que eu já comi, mano.
Júlia virava puta completa perto dele. Um sábado à tarde, ela me chamou pra assistir. Estava de quatro no sofá, completamente nua, enquanto César metia nela por trás com força. A bundona dela tremia a cada estocada. O pau dele era realmente monstruoso — uns 24cm, grosso, veioso. Entrava e saía brilhando com os cremes dela.
— Olha, Thiago… olha como ele me abre toda — gemia ela, olhando pra mim com cara de vadia. — Meu marido tem um pintinho bonitinho… mas o pau do César me destrói de um jeito que você nunca conseguiu.
César ria e dava tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas.
— Fala pra ele pra quem essa buceta pertence agora — mandou ele.
— É sua, César! Essa bucetinha é sua! Me usa quando quiser!
Ele puxou o cabelo dela, arqueou as costas dela e meteu ainda mais fundo. Júlia gozou gritando, gozo escorrendo pelas coxas. César não parou. Virou ela de lado, levantou uma perna dela e continuou metendo, mostrando pra mim como o pau dele entrava até o talo.
Depois ele mandou ela se ajoelhar na minha frente.
— Chupa o pau do seu marido enquanto eu como você por trás.
Júlia obedeceu. Enquanto ela me chupava (sem muito entusiasmo, confesso), César metia nela com força, fazendo o corpo dela empurrar pra frente. Eu gozei rápido na boca dela. César gozou logo depois, enchendo a buceta da Júlia de porra grossa e quente. Quando ele tirou o pau, um rio de sêmen escorreu da bucetinha dela pro chão.
— Limpa, corno — ele mandou.
Eu me ajoelhei e chupei todo o creme dele da buceta da minha mulher enquanto ela gemia e passava a mão no meu cabelo.
Desde então viramos um casal hotwife de verdade. César vem em casa duas ou três vezes por semana. Às vezes ele traz um amigo. Júlia adora ser usada pelos dois ao mesmo tempo — um na boca, outro na buceta ou no cu (que ela liberou só pra ele). Eu filmo tudo, bato punheta assistindo e, no final, limpo a bagunça.
Minha mulher nunca esteve tão safada e feliz. E eu… eu nunca gozei tanto na vida.

reddit.com
u/FoxIllustrious4063 — 5 days ago

Relato

Meu nome é Thiago, tenho 31 anos. Sou casado com a Júlia há quatro anos. Ela é simplesmente a mulher mais gostosa que eu já vi na vida: 27 anos, 1,64m, corpo escultural feito de academia, pele morena dourada, cabelos pretos lisos que chegam na bunda, olhos castanhos que ficam pidões quando ela tá com tesão, peitos naturais médios com bicos rosados que endurecem fácil, cintura fina e uma bunda grande, empinada e macia que faz qualquer homem babar.
Eu sempre soube que ela chamava muita atenção, mas nunca imaginei que ia curtir tanto ser uma puta pra outro cara.
Tudo começou quando a Júlia decidiu voltar pra academia com mais intensidade. Eu a incentivei. Ela começou a treinar com o César, um personal trainer novo da academia. O cara é enorme: quase 1,90m, corpo de atleta, braços grossos, peito largo, tatuagens e uma cara de macho alfa que deixa as mulheres molhadas só de olhar.
No começo eram só treinos normais. Depois ela começou a chegar em casa falando dele o tempo todo. “O César é tão forte…”, “Ele me corrigiu a postura hoje e eu senti ele encostando…”. Eu ficava com ciúme, mas também com o pau duro pra caralho. Um dia, brincando na cama, confessei pra ela que tinha fantasia de corno. Júlia ficou surpresa, mas depois sorriu maliciosa:
— Sério? Você ia gostar de me ver com outro homem? — perguntou enquanto esfregava a bucetinha molhada no meu pau.
A partir daí o jogo começou.
Ela passou a usar roupas cada vez mais safadas pros treinos: legging cavada que marcava a bundona e a vagina, tops cropped que mal cobriam os peitos. César começou a mandar mensagens pra ela fora do treino. Eu lia tudo. Ele elogiava o corpo dela sem vergonha. Júlia respondia com fotos no espelho do vestiário, mostrando a bunda suada.
Uma noite ela chegou do treino com o olhar brilhando.
— Amor… o César me chamou pra tomar uma cerveja depois do treino amanhã. Só nós dois. Posso ir?
Meu coração disparou. Eu disse que sim.
No dia seguinte ela se arrumou como se fosse pra um encontro: shortinho jeans que deixava metade da bunda de fora, blusinha decotada sem sutiã e uma calcinha fio-dental que eu mesmo escolhi. Antes de sair ela me deu um beijo e sussurrou:
— Se rolar alguma coisa… eu te conto tudinho.
E rolou.
Ela voltou pra casa quase duas da manhã, cabelo bagunçado, lábios inchados e um cheiro forte de sexo. Sentou na cama, tirou o short e a blusa e me mostrou a buceta inchada, vermelha, pingando porra.
— Ele me comeu no carro dele, amor… bem no estacionamento escuro da academia. O pau dele é enorme… eu gozei tanto que tremi inteira.
Eu estava louco de tesão. Comi ela ali mesmo, sentindo o creme do César ainda dentro da bucetinha da minha mulher. Enquanto eu metia, ela me contava os detalhes:
— Ele puxou meu short pro lado, colocou aquela rola grossa e me arrombou… eu tentei aguentar, mas ele é muito grande. Fiquei gemendo feito uma cadela no banco de trás.
A partir daquele dia virou rotina.
César começou a vir na nossa casa. No começo era “só um amigo”, mas logo ele parava no sofá com a Júlia no colo, mão enfiada dentro da calcinha dela enquanto eu preparava cerveja na cozinha. Ele me olhava com cara de superioridade e dizia:
— Sua mulher tem a buceta mais apertada e gulosa que eu já comi, mano.
Júlia virava puta completa perto dele. Um sábado à tarde, ela me chamou pra assistir. Estava de quatro no sofá, completamente nua, enquanto César metia nela por trás com força. A bundona dela tremia a cada estocada. O pau dele era realmente monstruoso — uns 24cm, grosso, veioso. Entrava e saía brilhando com os cremes dela.
— Olha, Thiago… olha como ele me abre toda — gemia ela, olhando pra mim com cara de vadia. — Meu marido tem um pintinho bonitinho… mas o pau do César me destrói de um jeito que você nunca conseguiu.
César ria e dava tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas.
— Fala pra ele pra quem essa buceta pertence agora — mandou ele.
— É sua, César! Essa bucetinha é sua! Me usa quando quiser!
Ele puxou o cabelo dela, arqueou as costas dela e meteu ainda mais fundo. Júlia gozou gritando, gozo escorrendo pelas coxas. César não parou. Virou ela de lado, levantou uma perna dela e continuou metendo, mostrando pra mim como o pau dele entrava até o talo.
Depois ele mandou ela se ajoelhar na minha frente.
— Chupa o pau do seu marido enquanto eu como você por trás.
Júlia obedeceu. Enquanto ela me chupava (sem muito entusiasmo, confesso), César metia nela com força, fazendo o corpo dela empurrar pra frente. Eu gozei rápido na boca dela. César gozou logo depois, enchendo a buceta da Júlia de porra grossa e quente. Quando ele tirou o pau, um rio de sêmen escorreu da bucetinha dela pro chão.
— Limpa, corno — ele mandou.
Eu me ajoelhei e chupei todo o creme dele da buceta da minha mulher enquanto ela gemia e passava a mão no meu cabelo.
Desde então viramos um casal hotwife de verdade. César vem em casa duas ou três vezes por semana. Às vezes ele traz um amigo. Júlia adora ser usada pelos dois ao mesmo tempo — um na boca, outro na buceta ou no cu (que ela liberou só pra ele). Eu filmo tudo, bato punheta assistindo e, no final, limpo a bagunça.
Minha mulher nunca esteve tão safada e feliz. E eu… eu nunca gozei tanto na vida.

reddit.com
u/FoxIllustrious4063 — 5 days ago

[C] relato

Meu nome é Thiago, tenho 31 anos. Sou casado com a Júlia há quatro anos. Ela é simplesmente a mulher mais gostosa que eu já vi na vida: 27 anos, 1,64m, corpo escultural feito de academia, pele morena dourada, cabelos pretos lisos que chegam na bunda, olhos castanhos que ficam pidões quando ela tá com tesão, peitos naturais médios com bicos rosados que endurecem fácil, cintura fina e uma bunda grande, empinada e macia que faz qualquer homem babar.
Eu sempre soube que ela chamava muita atenção, mas nunca imaginei que ia curtir tanto ser uma puta pra outro cara.
Tudo começou quando a Júlia decidiu voltar pra academia com mais intensidade. Eu a incentivei. Ela começou a treinar com o César, um personal trainer novo da academia. O cara é enorme: quase 1,90m, corpo de atleta, braços grossos, peito largo, tatuagens e uma cara de macho alfa que deixa as mulheres molhadas só de olhar.
No começo eram só treinos normais. Depois ela começou a chegar em casa falando dele o tempo todo. “O César é tão forte…”, “Ele me corrigiu a postura hoje e eu senti ele encostando…”. Eu ficava com ciúme, mas também com o pau duro pra caralho. Um dia, brincando na cama, confessei pra ela que tinha fantasia de corno. Júlia ficou surpresa, mas depois sorriu maliciosa:
— Sério? Você ia gostar de me ver com outro homem? — perguntou enquanto esfregava a bucetinha molhada no meu pau.
A partir daí o jogo começou.
Ela passou a usar roupas cada vez mais safadas pros treinos: legging cavada que marcava a bundona e a vagina, tops cropped que mal cobriam os peitos. César começou a mandar mensagens pra ela fora do treino. Eu lia tudo. Ele elogiava o corpo dela sem vergonha. Júlia respondia com fotos no espelho do vestiário, mostrando a bunda suada.
Uma noite ela chegou do treino com o olhar brilhando.
— Amor… o César me chamou pra tomar uma cerveja depois do treino amanhã. Só nós dois. Posso ir?
Meu coração disparou. Eu disse que sim.
No dia seguinte ela se arrumou como se fosse pra um encontro: shortinho jeans que deixava metade da bunda de fora, blusinha decotada sem sutiã e uma calcinha fio-dental que eu mesmo escolhi. Antes de sair ela me deu um beijo e sussurrou:
— Se rolar alguma coisa… eu te conto tudinho.
E rolou.
Ela voltou pra casa quase duas da manhã, cabelo bagunçado, lábios inchados e um cheiro forte de sexo. Sentou na cama, tirou o short e a blusa e me mostrou a buceta inchada, vermelha, pingando porra.
— Ele me comeu no carro dele, amor… bem no estacionamento escuro da academia. O pau dele é enorme… eu gozei tanto que tremi inteira.
Eu estava louco de tesão. Comi ela ali mesmo, sentindo o creme do César ainda dentro da bucetinha da minha mulher. Enquanto eu metia, ela me contava os detalhes:
— Ele puxou meu short pro lado, colocou aquela rola grossa e me arrombou… eu tentei aguentar, mas ele é muito grande. Fiquei gemendo feito uma cadela no banco de trás.
A partir daquele dia virou rotina.
César começou a vir na nossa casa. No começo era “só um amigo”, mas logo ele parava no sofá com a Júlia no colo, mão enfiada dentro da calcinha dela enquanto eu preparava cerveja na cozinha. Ele me olhava com cara de superioridade e dizia:
— Sua mulher tem a buceta mais apertada e gulosa que eu já comi, mano.
Júlia virava puta completa perto dele. Um sábado à tarde, ela me chamou pra assistir. Estava de quatro no sofá, completamente nua, enquanto César metia nela por trás com força. A bundona dela tremia a cada estocada. O pau dele era realmente monstruoso — uns 24cm, grosso, veioso. Entrava e saía brilhando com os cremes dela.
— Olha, Thiago… olha como ele me abre toda — gemia ela, olhando pra mim com cara de vadia. — Meu marido tem um pintinho bonitinho… mas o pau do César me destrói de um jeito que você nunca conseguiu.
César ria e dava tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas.
— Fala pra ele pra quem essa buceta pertence agora — mandou ele.
— É sua, César! Essa bucetinha é sua! Me usa quando quiser!
Ele puxou o cabelo dela, arqueou as costas dela e meteu ainda mais fundo. Júlia gozou gritando, gozo escorrendo pelas coxas. César não parou. Virou ela de lado, levantou uma perna dela e continuou metendo, mostrando pra mim como o pau dele entrava até o talo.
Depois ele mandou ela se ajoelhar na minha frente.
— Chupa o pau do seu marido enquanto eu como você por trás.
Júlia obedeceu. Enquanto ela me chupava (sem muito entusiasmo, confesso), César metia nela com força, fazendo o corpo dela empurrar pra frente. Eu gozei rápido na boca dela. César gozou logo depois, enchendo a buceta da Júlia de porra grossa e quente. Quando ele tirou o pau, um rio de sêmen escorreu da bucetinha dela pro chão.
— Limpa, corno — ele mandou.
Eu me ajoelhei e chupei todo o creme dele da buceta da minha mulher enquanto ela gemia e passava a mão no meu cabelo.
Desde então viramos um casal hotwife de verdade. César vem em casa duas ou três vezes por semana. Às vezes ele traz um amigo. Júlia adora ser usada pelos dois ao mesmo tempo — um na boca, outro na buceta ou no cu (que ela liberou só pra ele). Eu filmo tudo, bato punheta assistindo e, no final, limpo a bagunça.
Minha mulher nunca esteve tão safada e feliz. E eu… eu nunca gozei tanto na vida.

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u/FoxIllustrious4063 — 5 days ago