
Dúvida
Imagina que ias nas escadas rolantes do metro atrás de mim. Percebias que a minha saia tinha ficado presa na mala que trago ao ombro, fazendo com que ela subisse e revelando que não estava a usar toupa interior. Avisavas-me ou deixavas ficar?

Imagina que ias nas escadas rolantes do metro atrás de mim. Percebias que a minha saia tinha ficado presa na mala que trago ao ombro, fazendo com que ela subisse e revelando que não estava a usar toupa interior. Avisavas-me ou deixavas ficar?
Hoje deixo aqui um excerto de um dos capítulos do 1º volume das Crónicas do Meu Outro Eu*, onde revelo as minhas memórias eróticas mais secretas.*
Um amigo nosso recomendou-nos há uns tempos uma massagista que ele conhecera e com a qual fizera várias massagens sensuais. Disse-nos que era uma massagista brasileira fantástica, e que o levava às nuvens sobretudo com a sua bodymassage. De tal forma nos entusiasmou com as descrições que ia fazendo que decidimos experimentar. Ligámos e marcámos uma sessão. Combinámos que seria feita uma bodymassage para casal e, no dia marcado, lá fomos nós!
A Rita atendeu-nos com um vestido preto muito curto e decotado, que revelava umas pernas e umas coxas esculturais e um peito fascinante. Os cabelos loiros e encaracolados emolduravam um rosto simpático, bonito, onde sobressaíam uns olhos brilhantes e uns lábios delicados. A primeira impressão foi muito positiva e fomos recebidos com uma enorme simpatia.
Dirigimo-nos a um gabinete iluminado com várias velas e onde uma música ambiente relaxante nos convidava a entrar num mundo sensual. Não gostamos de sessões em que tudo se resume a uma estimulação dos órgãos genitais. Gostamos do envolvimento, de saborear o toque, de desfrutar de todas aquelas sensações que nos vão conduzindo, a pouco e pouco, até um estado de excitação enorme. E foi isso que combinámos: queríamos uma sessão em que ela nos deixasse naquele estado de prazer que só consegue quando o ambiente se torna bem descontraído e agradável.
Ela pediu-nos para nos despirmos e tomarmos um duche. Saiu da sala indicando que se ia preparar. Tomamos o duche e ela entrou, enrolada numa toalha. Pediu-nos para nos deitarmos de barriga para baixo no enorme colchão que cobria a maior parte do piso do gabinete. Ainda de pé, deixou cair a toalha e ficou apenas com uma tanguinha preta. Eu e o Jorge olhámos para aquele corpo e ficámos os dois com água na boca! Ela colocou-se de joelhos entre as minhas pernas e começou a massajar-me. Ia alternando entre mim e o Jorge, e as suas mãos percorriam ora o meu corpo, ora o dele. De vez em quando eramos tocados em simultâneo, uma mão em cada um. Os seus dedos percorriam-nos com suavidade, em movimentos que se iam tornando mais ousados à medida que o tempo passava. De vez em quanto escorregavam por entre as nossas coxas e tocavam-me no sexo, deslizando sobre a abertura dos meus lábios e acariciando os testículos do Jorge.
O prazer desses toques disparou quando ela se deitou sobre mim e roçou o se corpo no meu. Foi deslizando para cima e para baixo e eu sentia a maciez da sua pele, bem como o toque mais áspero dos seus mamilos sobre a minha pele. Também aqui ela alternou entre os dois, até que se deitou sobre nós perpendicularmente, abrangendo os dois ao mesmo tempo. Nesta fase mostrou uma agilidade tremenda. A bodymassage continuou com ela sentada em cima de cada um de nós e o seu rabo deslizando pelas nossas pernas, pelos nossos rabos, pelas nossas costas… Ao mesmo tempo as suas mãos iam tocando aqui e ali, assim de surpresa, numa dança sensual deliciosa.
Quando nos mandou virar já estávamos os dois bem animados. Ela seguiu o mesmo processo, primeiro alternou as suas mãos entre mim e o Jorge e, nessa fase, já a massagem se ia tornando mais íntima. O alvo preferido começou a ser a região dos nossos ventres. Os seus dedos iam explorando a entrada do meu sexo e pressionando a região do meu clitóris. Depois dedicavam-se ao pau do Jorge, agarrando-o e acariciando-o ora de alto a baixo, ora com toques apenas na cabeça, deixando-o num estado de excitação enorme. Havia momentos em que a Rita nos massajava em simultâneo, e, por vezes, o seu rosto roçava-nos a pele, muito ao de leve…
Quando passou para a bodymassage de novo, a nossa vontade já começava a ser a de a agarrarmos e a de a atacarmos os dois.
Achas que, durante a refeição, devo abrir totalmente o casaco para que o funcionário possa ver o meu peito sem nenhuma barreira?
Vieram dois senhores entregar o pequeno almoço ao quarto do hotel. Como eu só tinha este roupão totalmente tramsparente vestido, acho que consegues imaginar o que eles puderam ver de frente...