Eu não posso contar a minha história de amor com a minha mãe, a Mel, sem antes dar um longo contexto sobre como tudo começou. E a verdade é que começou ainda antes de eu nascer. Minha mãe veio de um lar completamente desestruturado. Meus avós (já falecidos) eram ausentes, omissos e pouco se importavam com ela, ainda que ela fosse filha única. Isso gerou uma sensação de carência e abandono nela. Acredito que, por conta disso, ela acabou iniciando sua vida sexual muito cedo, aos 12 anos. Meu pai, a quem eu nunca conheci e que era dois anos mais velho, tinha o oposto. Pais amorosos, ricos e presentes.
Eu não sei detalhes sobre como meus pais se conheceram, só sei que foi na escola. O relacionamento deles, feliz ou infelizmente, acabou cedo e em tragédia. Meu pai faleceu num acidente de carro. Minha mãe não sabia, na época, que estava grávida. Por causa da gravidez, foi expulsa de casa pelos pais, mas acolhida pelos meus avós paternos, que estavam de luto e viram nela a chance de manter vivo um pedaço do filho.
Eles fizeram de tudo para que minha mãe e eu fôssemos felizes e tivéssemos toda a estrutura do mundo. Minha mãe pôde terminar de estudar, ter um lar com pessoas boas, presentes e amorosas como nunca teve antes, e ainda teve muita ajuda para me criar. Assim foi até eu completar 8 anos de idade. A essa altura, minha mãe, já com 21 anos, resolveu ir morar sozinha comigo. Meus avós, embora tristes, aceitaram. Aliás, não só aceitaram como enviam até hoje uma mesada muito boa para mim e minha mãe, que permite que ela sequer precise trabalhar.
Apesar de todo o amor e estrutura que meus avós paternos forneceram, a verdade é que a vida da minha mãe não foi nada normal. Veio de um lar desestruturado, primeiro amor acabou tragédia e sexo na adolescência virou gravidez indesejada. Ela sofreu demais e lidou com isso da forma que pôde. Mas é estranho que a forma dela de aguentar a vida foi se afastar de todos, como se o mundo externo fosse uma ameaça – exceto, é claro, de mim, que sou o centro de absolutamente tudo na vida dela.
E eu amo essa bolha. Sempre percebi que eu era tudo para ela, absolutamente tudo MESMO. Nunca a vi sair com uma amiga ou um boy. Nada. Nada mesmo. Sempre que olhei o celular dela, só vi mensagens minhas e uma ou outra dos meus avós, com quem nos encontramos apenas quinzenalmente hoje em dia. Vocês podem achar estranho, mas eu realmente sempre me senti confortável e seguro assim também. É muito reconfortante sabe que a pessoa que você mais ama e confia no mundo está 100% disponível para você. E nossa relação, embora absurdamente próxima, profunda e umbilical, não era sexual até 6 meses atrás.
Apesar disso, sempre tive curiosidade em relação ao corpo dela. Isso se deve a apenas uma lembrança, muito específica, que me marcou mais do que qualquer outra. Com 9 anos de idade, eu abri a porta e a vi enquanto trocava de roupa. Eu vi de relance um corpo absolutamente perfeito: seios firmes e curvas lindas. Mas uma coisa, mais do que qualquer outra, me chamou a atenção: os pelos de suas partes íntimas. Impressionou-me a densidade, quantidade e escuridão daqueles pelos.
O fato é que a visão dos pelos pubianos dela me marcou de forma impressionante. Eu nunca mais esqueci aquilo que vi. Aos 12 anos, quando comecei a ver pornografia e me masturbar, fazia isso apenas assistindo a vídeos dos anos 70 ou de fetiche com mulheres peludas. Passou a ser o meu maior objeto de interesse sexual – de longe. Sei lá se é fetiche ou não, afinal, pelos são uma coisa tão natural. Seja como for, é o que eu gosto. E como doía nunca mais ter visto aqueles pelos maravilhosos da minha mãe.
Fora isso, nossa relação era perfeita. Ela me acordava com café na cama, passava a mão no meu cabelo, perguntava se eu tinha sonhado com ela. Era atenciosa, carinhosa, disponível para tudo. O único “defeito” era o ciúme extremo. Ela nunca gostou de me ver frequentar a casa de um amigo, por exemplo. Se eu dormia fora, a encontrava com cara de choro na manhã seguinte, como se tivesse a abandonado. Me sentia culpado. Nunca esqueço do dia em que eu falei que ia no aniversário de 15 anos da Camila. Ela ficou na porta do quarto por alguns segundos depois que eu disse que ia sair. Não falou nada. Só perguntou que horas eu voltava — duas vezes. Saiu batendo o pé.
Por outro lado, como também era muito próximo e dependente dela, me sentia triste por ter ficado longe dela e nunca aproveitei momentos normais de uma criança ou de um adolescente com a leveza que seria esperada. Sempre pensava na minha mãe, aquele ser quase onipresente em minha vida. Assim a relação se desenvolveu ao longo dos anos. Devoção, dependência e muito amor. Era tudo relativamente normal, até ela mexer no meu celular, há 6 meses. Ela vivia mexendo e eu sabia disso. Acho que fazia parte do jeito ciumento e controlador dela. Queria saber se eu estava conversando com alguma garota ou se planejava sair no final de semana. Eu, estranhamente, gostava disso. Mas, para preservar um mínimo de privacidade, costumava excluir meu histórico do navegador. Contudo, naquele dia específico, estava tudo lá, todo o meu histórico de pornô da semana.
Ela ficou paralisada na frente da tela por alguns segundos, o coração acelerando enquanto rolava os vídeos e imagens. Mulheres peludas, pelos densos e escuros, bucetas naturais bem cheias… exatamente como a dela. Sentiu um calor subir rapidamente, uma excitação súbita e proibida que há anos não sentia. Os bicos dos seios endureceram na hora e, sem perceber, apertou as coxas uma contra a outra. A descoberta mexeu com algo profundo dentro dela: o filho, o seu menino, tinha o mesmo fetiche que ela sempre teve vergonha de assumir. Aquilo a deixou molhada quase instantaneamente. Um misto de choque, vaidade e desejo tomou conta do corpo dela. Pela primeira vez em muito tempo, sentiu a buceta pulsar de tesão de verdade. Ela se deu conta de que podia ser TUDO para mim, não só mãe, como mulher também, e me satisfazer de formas que nenhuma outra pessoa poderia fazer. Foi ali que uma ideia ousada nasceu: ela decidiu passar a andar apenas de calcinha em casa, deixando a mostra os pelos pubianos que saíam para fora da roupa íntima.
Eu nunca vou esquecer da primeira vez, em quase 10 anos, que pude revê-la assim. Foi um choque. Meu corpo estremeceu, a garganta secou e o coração disparou. Lembro que ela me perguntou algo banal, sobre se eu queria café preto ou café com leite no café da manhã...eu balbuciei algumas palavras impossíveis de se discernir e corri para o banheiro. Quando recuperei o fôlego e pude processar o que vi, meu pau já estava duro feito pedra. Bati a punheta mais rápida da história. Em questão de 5 ou 10 segundos, deixei o vaso sanitário repleto de sêmen. Certamente a empresa de saneamento básico precisou usar mais cloro naquele mês.
Mas, na verdade, além das provocações, que frequentemente provocavam ereções (as quais ela notava) em mim, ela passou a ficar ainda mais próxima e ciumenta. Estava sempre ao meu lado, querendo fazer coisas comigo. Quando eu mencionava ir a uma festa ou churrasco, ela chorava, dizia que ia ficar sozinha por horas e que, ainda por cima, ficaria preocupada comigo, e que certamente não conseguiria dormir até eu voltar. Por conta disso, passamos a ficar ainda mais tempo juntos. Ela fazia cada vez mais contato físico, e eu tinha cada vez mais dificuldade em esconder meu pau duro.
Até que, certo dia, ela me pediu para dormir com ela. Chorou dizendo que se sentia muito sozinha, que as noites eram terríveis para ela, que passar 8h longe de mim, ainda que dormindo, eram uma tortura. Eu cedi. A verdade é que eu me sentia da mesma forma, odiava qualquer distância física dela.
Contudo, estava morrendo de medo de dormir ao lado da mulher mais atraente e com os pentelhos mais lindos e vastos do mundo. Eu sempre me considerei um homem controlado, mas estava morrendo de medo de ceder a impulsos e acabar agarrando a minha própria mãe, tamanha era a minha vontade de me perder naquela mata maravilhosa.
As noites foram passando e dormíamos perto, mas nem tanto. Até que, certo dia, ela me pediu para abraçá-la de conchinha. Eu estava dormindo com uma cueca bastante apertada (para tentar disfarçar minhas ereções) desde que ela me convidou para passar a dormir com ela e, portanto, pude dormir de conchinha com ela sem que minha ereção estivesse tão marcada e a pressionasse tanto. E assim se passaram mais algumas semanas...dormindo agarrado com ela, com o meu pau duro razoavelmente contido. Ela passou a falar cada vez mais sobre sentimentos comigo...sobre se sentir só, sobre eu ser o centro da vida dela, chegava até a dizer que se um dia eu arranjasse uma namorada e saísse de casa, ela provavelmente faria uma besteira. Eu sempre a tranquilizava, dizendo que nunca sairia de casa, tampouco arranjaria namorada, e que ela era a única mulher da minha vida. Só isso a tranquilizava em suas crises. Ela, obviamente, também dizia que eu era o único homem da vida dela. Aquilo soava como música para os meus ouvidos. A verdade é que eu também não seria capaz de vê-la com outro homem, pois certamente terminaria em um tribunal do júri ou me mataria.
As coisas se desenrolaram assim por meses. Um leve aumento de toques, conversas emocionais e tensão sexual. Mais proximidade e intimidade dividindo a cama juntos, mas ainda com uma certa barreira por conta da relação de mãe e filho. É estranho como, nessa época, o fato de sermos mãe e filho só estava contribuindo para que nos mantivéssemos distantes fisicamente. Afinal, não fosse por isso, eu teria comido ela muito antes...era só aquele medo de não ser correspondido e estragar a relação nos segurando. A tensão e o desejo sexual estavam ali, era só uma convenção idiota de que mãe e filho não podem se dar prazer nos impedindo de fazer tudo aquilo que tínhamos vontade. No entanto, chegou AQUELA sexta-feira.
O dia em que, felizmente, tudo mudou. A gente comeu pizza, como sempre. Contudo, naquela noite, minha mãe resolveu beber vinho - muito vinho. E, diferente do que sempre fez, naquela noite ela me incentivou a beber. Ela estava solta, alegre, como se estivesse celebrando algo. Falava besteira, ria alto e fazia mais contato físico que de costume, sempre me tocando enquanto contava suas histórias. Eu estranhei um pouco, embora hoje veja que aquilo não tinha nada de estranho: ela estava planejando a primeira transa comigo.
Fomos conversando sobre situações cotidianas, até que ela mudou o rumo da conversa. Passou a perguntar sobre a minha vida sexual e preferências. Eu falei que era virgem e que me incomodava com isso, pois estava sempre com tesão (falei isso em outras palavras, é claro, ela ainda era “só” a minha mãe gostosa até esse momento). Acabei confessando que adorava mulheres morenas com pelos naturais, assim como ela. Ela mordeu os lábios com a minha confissão e me disse que também vivia com tesão. Passou longos minutos dizendo, basicamente, o quão horrível era ser uma mulher fogosa que não transa há quase 20 anos, mas que não transa porque a morte do meu pai a traumatizou e porque certamente se sentiria como se estivesse me traindo caso transasse com outro homem.
Após se dar conta do que disse, ela se corrigiu um pouco e disse que era porque não haveria espaço para outro homem na vida dela que não fosse eu, embora entendesse que fossem relacionamentos diferentes. De qualquer forma, a tensão sexual estava gritante e minha cueca estava encharcada de líquido pré-ejaculação, afinal, eu estava, finalmente, podendo falar (quase) abertamente sobre sexo com a mulher dos meus sonhos. Após essa conversa toda, ela disse que estava cansada e que queria ir deitar, me mandando ir deitar junto com ela. Mas foi muito estranho: ela não estava nada cansada e levou o resto da garrafa de vinho pra cama. Eu percebi isso e fiz algo novo: em vez da cueca apertada, usei uma cueca samba-canção, com um tecido fino a ponto de ser completamente incapaz de sequer disfarçar minha ereção, e fui para cama com ela.
Conversamos um pouco embaixo das cobertas, demos risadas e ela me pediu para deitar de conchinha com ela. Apesar do álcool e da minha coragem - típica de um jovem que nunca se decepcionou de verdade na vida – eu estava morrendo de medo de pressionar meu pau, duro como pedra, na bunda dela. Fiquei pensando, apesar de todos os sinais que ela dava de que me queria mais do que apenas como filho, “ e se ela não me quiser assim?”, “e se ela me achar esquisito? Eu não quero estragar tudo”. Mas não resisti, a agarrei por trás e pressionei meu pau na bunda dela. O que veio em seguida foi épico: um longo gemido, seguido pela bunda dela pressionando contra o meu pau. Rapidamente, a pressão virou leves e sutis movimentos circulares, seguidos de mais gemidos (agora meus também).
Não demorou muito e ela falou duas palavras que eu jamais vou esquecer: “me come”. Eu, completamente esbaforido e quase sem conseguir falar, respondi “tem certeza?”. Ela disso “tenho, vem”. E ali tudo começou.
Minhas mãos tremiam quando eu puxei a alça da camisola dela para baixo. Os seios grandes e pesados saltaram livres, com aquelas aréolas enormes. Eu me joguei neles com a fome de uma vida inteira. Chupei, lambi, mordi de leve enquanto ela gemia baixo, segurando minha cabeça contra o peito. Seu corpo cheirava a vinho, perfume e aquela excitação feminina que eu nunca tinha sentido de perto.
Desci beijando sua barriga, tremendo de expectativa. Quando cheguei entre as pernas dela, puxei a calcinha para o lado devagar. Ali estava. A mata escura, densa e brilhante que eu sonhei por anos. Os pelos grossos, pretos e molhados de tesão. Eu enfiei o rosto ali, lambendo tudo, sentindo os pelos roçando no meu nariz, na minha língua. Ela abriu mais as pernas e gemeu alto, apertando minha cabeça com as coxas.
— Isso, meu amor… lambe a sua mãe inteira — ela sussurrou, em meio a gemidos de prazer.
Eu não aguentei mais. Subi, tirei a cueca samba-canção e meu pau pulou para fora, latejando, completamente molhado de pré-gozo. Ela olhou para ele com olhos vidrados de desejo e já abriu a boca, num movimento quase involuntário. Eu me aproximei mais dela e ela segurou meu pau pela base, lambendo todo o líquido que já estava ali. Ela começou chupando devagar, centímetro por centímetro, com aquela boca maravilhosa e quente, lábios carnudos, não economizando a língua em cada movimento. Logo depois foi pras bolas, lambendo com a voracidade de uma mulher que não transava há 20 anos.
Depois de vários minutos me chupando intensamente, ela disse: “quero sentir você dentro de mim”. Ela guiou o meu pau até a buceta dela, com os pelos completamente úmidos, e ficou esfregando meu pau ali, enquanto gemia. Eu estava ofegante e quando a cabeça do meu pau finalmente entrou nela, eu parei por um segundo. Era real. Era minha mãe. Era Mel. Eu finalmente estava onde queria estar e ela me queria tanto quanto eu a queria.
Empurrei devagar. O calor apertado dela me engoliu centímetro por centímetro. Ela soltou um gemido longo e rouco quando eu entrei até o fundo. Fiquei parado ali, sentindo as paredes dela pulsando ao meu redor, os pelos pubianos roçando na base do meu pau.
— Meu Deus… você é tão grosso, me preenche toda — ela gemeu, cravando as unhas nas minhas costas.
Comecei a me mover. Primeiro devagar, sentindo cada detalhe: o jeito como a buceta dela me sugava, o barulho molhado, o cheiro de sexo preenchendo o quarto. Depois fui aumentando o ritmo. Ela rebolava por baixo de mim, subindo o quadril para encontrar minhas estocadas.
— Mais forte… me fode, filho… me fode como você sempre quis — ela pediu, a voz saindo quase desesperada.
Eu segurei os quadris dela e comecei a meter com força. A cama batia contra a parede. Seus seios balançavam a cada estocada. Eu olhava para baixo e via meu pau entrando e saindo daquela buceta peluda, brilhando com os líquidos dela. Era a visão mais erótica da minha vida.
Virei ela de quatro. Segurei aqueles cabelos pretos longos como rédea e meti ainda mais fundo. Ela gritava meu nome, empinando a bunda, pedindo mais. Eu dava tapas fortes na bunda dela enquanto entrava e saía.
Não aguentei muito tempo na primeira vez. Senti o gozo subindo como uma onda.
— Mãe… eu vou gozar…
— Goza dentro de mim, por favor — ela implorou.
Eu enfiei até o fundo e explodi. Jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela. Ela tremeu inteira, gozando junto comigo, apertando meu pau com espasmos.
Eu nem saí de dentro. Continuei duro. Virei ela de lado, levantei uma perna dela e voltei a meter. Dessa vez mais devagar, olhando nos olhos dela enquanto a fodia. Beijamos com a língua, mordendo lábios.
Aquela noite virou uma maratona. Eu gozei no rosto dela, nos seios, na barriga, na boca. Ela engoliu tudo com a fome de uma viúva solitária. Gozei dentro dela mais três vezes. Em uma delas, ela sentou no meu pau e cavalgou como uma louca, os pelos roçando em mim enquanto os seios pulavam. Eu segurava a bunda dela e ajudava a descer com força.
Quando o sol já entrava pelas frestas da janela, estávamos suados, melados de sêmen e gozo, abraçados. Meu pau ainda meio duro dentro dela, pulsando de vez em quando.
Ela beijou meu pescoço e sussurrou no meu ouvido:
— Agora você é meu homem. Todo meu. Pra sempre.
Eu apertei ela contra mim e respondi:
— E você é minha mulher, Mel. Só minha.
É difícil colocar em palavras tudo o que aconteceu naquela noite. Imaginem só: o primeiro sexo da minha vida, aos 18 anos, e com a mulher que era tudo pra mim e que eu mais amava no mundo. Ela, uma mulher absurdamente carnal que não transava há quase duas décadas.
Senti o nosso amor completo pela primeira vez. Finalmente, tudo estava em seu devido lugar. Como foi bom poder ver, pela primeira vez, o outro lado da minha mãe. Ela mamando, rebolando no meu pau, gemendo o meu nome, enquanto eu ainda a chamava de mãe. Hoje, a chamo pelo nome. Ela também não me chama mais de filho. Não cabe. Somos muito mais do que isso um para o outro. A gente transa, diariamente, várias vezes por dia.
Acontece que o nosso amor é muito maior que qualquer outro, somos muito mais, um para o outro, do que qualquer outro casal que vocês vão conhecer. Vocês nunca vão entender como isso é possível. Ela simplesmente não consegue se cansar de mim e do meu pau, está sempre implorando para que eu jorre meu sêmen no corpo dela inteiro, o que eu faço com prazer. É como uma marcação de território, na minha cabeça – e acho que na dela também. Se nenhuma parte do corpo dela estiver com resquícios da minha porra, é como se algo estivesse errado...é como se eu pudesse perdê-la. É impossível cansar ou enjoar de um amor assim, que começou no útero e nunca irá acabar. Sexo e amor nunca são demais para nós. Nossos corpos são um só e eu só me sinto realmente bem quando estou com o meu pênis e a minha língua dentro dela. Esse é o meu habitat natural. E é só ali que eu consigo encontrar o misto de paz e excitação que só o corpo dela é capaz de me proporcionar.