u/Beatriz_ee_Dante

Image 1 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 2 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 3 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 4 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 5 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 6 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 7 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 8 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 9 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 10 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 11 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 12 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 13 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 14 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 15 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 16 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 17 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 18 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 19 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
Image 20 — Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)
▲ 113 r/hentai_ptbr+1 crossposts

Mulheres mais velhas ainda exercem algum fascínio sobre os rapazes mais jovens? (leia o post inteiro, por favor)

Meu marido diz que, durante a juventude, sempre foi louco por mulheres mais velhas. Sonhava perder sua virgindade com uma "coroa" e, se tivesse a oportunidade, até namorar uma mulher madura.

Ele sempre foi lindo e, hoje em dia, é confiante, charmoso e atlético, mas diz que, quando mais jovem, era o típico nerd estudioso e tímido, que perdia várias oportunidades com belas meninas por causa dessa timidez. Segundo meu marido, elas demonstravam interesse (Dante é realmente bonito ❤️), mas ele ou ficava com vergonha ou nem percebia o interesse da garota.

Acho que foram essas histórias dele que me fizeram desejar rapazes educados, gentis, estudiosos, inexperientes e tímidos. Detesto pensar que um jovem educado e estudioso não recebe a atenção que merece das garotas. Eles deveriam ser os mais valorizados por elas. Eu fico querendo compensar isso, ou fazer justiça. Sei lá, não sei se é realmente "compensar" ou "fazer justiça", mas acho que deu para entender.

Também por causa dessas conversas com meu marido, fico imaginando como me sentiria especial se conhecesse um rapaz como ele, e que quisesse compartilhar comigo sua primeira vez. Eu me sentiria a mulher mais especial do mundo. Seria inesquecível. Ficaria vários dias totalmente à disposição do rapaz. Sou uma bobona romântica e, se ele quisesse, adoraria sair, passear de mãos dadas, beijar, abraçar e namorar em público.

Mas tenho a impressão de que os jovens perderam esse interesse por mulheres mais velhas, e têm outras fantasias e fetiches hoje em dia.

E vocês, o que acham? Mulheres maduras ainda exercem algum fascínio sobre homens jovens?

u/Beatriz_ee_Dante — 12 days ago
▲ 13 r/u_Beatriz_ee_Dante+2 crossposts

Minha vida como uma cadela de verdade 🐶 (leia o post inteiro, por favor)

Já contei em outras publicações um pouco do meu estilo de vida, falei da minha submissão ao meu marido, e tentei descrever algumas das minhas muitas fantasias e da forma como meu marido exercita seu poder sobre o meu corpo e sobre a minha vontade (e, de quebra, me proporciona momentos incríveis de tesão e felicidade).

Hoje vou falar de outro aspecto também relacionado ao meu estilo de vida e à minha submissão. Se não me engano, o pessoal do BDSM chama de "pet play", e eu seria uma "pet girl". Não ligamos para denominações, mas, nesse caso, serve como referência.

Em casa, quando não estou trabalhando ou liberada pelo meu senhor para outras atividades (como bater papo no Reddit), devo sempre me comportar como uma cadela. Não tenho permissão para usar roupas, só uma coleira comum de cachorro, feita de couro. Não posso falar, e devo me deslocar de quatro, ou permanecer sentada ou deitada no chão. Se não for convidada pelo meu dono para me sentar à mesa, faço minhas refeições e bebo água também de quatro, em potes para cães (comida comum, em recipientes muito bem higienizados). Da mesma forma, se ele não me chamar para a cama à noite, durmo enrodilhada numa almofada para animais (grande e confortável). Também não posso usar o banheiro, apenas o tapete higiênico, na varanda do nosso apartamento, ou a caixa de areia, na área de serviço.

Quando viajamos e alugamos uma casa com um bom quintal, às vezes meu marido me deixa do lado de fora por dias, sem poder entrar em casa, tomar banho, usar o banheiro. Eu fico profundamente relaxada. Esqueço trabalho, preocupações, responsabilidades... Quanto mais tempo, mais me sinto um animal de verdade, mais livre e relaxada. Amo dormir ao relento, na terra morna e úmida. Geralmente, no segundo dia já estou imunda, cheia de lama pelo corpo. Pelo corpo INTEIRO, já que só posso me limpar esfregando meu cu e minha boceta na grama e na terra. Mas até isso é bom. Adoro a sensação da terra entre os lábios da minha boceta, me arranhando.

De madrugada, se o lugar for tranquilo e pouco movimentado, meu dono costuma me levar para passear pelo quarteirão e fazer xixi, nua, de quatro, de coleira e guia, como uma cadela de verdade.

Atualmente moramos em um apartamento, mas planejamos nos mudar para uma casa com um quintal bem grande, com grama, terra fofa e um bom lugar para fazer lama (descobri a duras penas que isso pode ser muuuito importante, quando aparecem mosquitos). Também pensamos em ter dois ou três ou cães, para que eu possa dormir aninhada com eles na terra ou no canil, e também aprender com eles como me comportar cada vez mais como um cachorro de verdade.

Obs.: Aproveito para deixar claro que não somos "praticantes de BDSM". Desde que virou modinha, talvez até antes disso, a comunidade BDSM se tornou insuportável. Os grupos estão repletos de discussões intermináveis, que mais parecem jogos de cartas Pokémon ou Super Trunfo (denunciei minha idade 😜😁), em que os participantes disputam para descobrir quem conhece mais nomes de práticas, acessórios exóticos, denominações diversas e regras às vezes inúteis. Conversas rasas, entre pessoas que não conseguem nem mesmo expressar claramente ideias simples, são conduzidas como se fossem debates filosóficos entre intelectuais. Entendo que algumas regras são importantes para proteger a saúde, a integridade física e a reputação, e que é interessante conhecer os nomes de práticas e de instrumentos, mas as ideias principais, como a dinâmica dominação/submissão, foram totalmente relegadas a um segundo plano.

u/Beatriz_ee_Dante — 11 days ago

Minha vida como submissa e propriedade do meu marido (continuação do conto "Minha vida como submissa") [submissão feminina; exibicionismo; free use]

Numa publicação anterior, falei da minha submissão ao meu marido e do prazer que sinto obedecendo a ele. É indescritível a sensação de não ter poder sobre o meu próprio corpo, e é absurdo o tesão de ser despida e fodida pelo meu senhor sempre que ele deseja, independente do lugar.

Mas não sou apenas submissa. Sou propriedade do Dante. Meu dono pode me exibir e me oferecer a quem ele quiser, e ele faz questão de exercer esse poder sempre que viajamos. Eu mencionei num post anterior os passeios de mãos dadas pela orla, quando ele me faz andar vestindo apenas a parte de cima do biquíni, uma microssaia sem calcinha e, geralmente, um plugue anal. Nós entramos em todos as mercearias, armarinhos, mercadinhos, lojinhas de artesanato, galerias pouco movimentadas... Enfim, todo estabelecimento comercial pequeno e simples que encontramos. E, nesses lugares, meu senhor puxa assunto com atendentes, faxineiros, zeladores, vendedores... Com qualquer funcionário que se mostre gentil, solícito e educado.

O papo geralmente começa com pontos turísticos da cidade, melhores praias, eventos... e, se houver afinidade e a conversa fluir, em algum momento estamos perguntando sobre lojas de moda praia feminina e falando sobre tamanho de biquínis e tipos de depilação feminina. A partir desse ponto, as coisas costumam evoluir bem rápido. Meu marido comenta que decide o que eu visto, que me proíbe de usar roupas íntimas, fala da minha obediência... Daí, é um pulo para ordenar que eu mostre meus seios, minha boceta, minha bunda... E, em instantes, eu tenho dedos de um desconhecido dentro da minha boceta e do meu cu, e uma boca (às vezes duas) beijando, chupando e mordendo meus seios.

Aprendemos durante essas aventuras que, nesses pequenos estabelecimentos, muitas vezes a única pessoa trabalhando é o dono ou o filho do dono, e que fechar a loja por uma tarde, para um pouco de diversão, não traz muito prejuízo, principalmente fora de temporada 😁. Também descobrimos que zeladores e equipes de limpeza de pequenas galerias comerciais sempre conhecem vários cantinhos interessantes do prédio, além de ter acesso às chaves desses lugares 😉. Ou seja, depois que começam os beijos e toques, e, quando não temos de parar por aí, cada uma de nossas peripécias se torna diferente, especial. Pode ser apenas uma punheta ou um boquete atrás de uma arara cheia de roupas, ou mesmo uma transa rápida, em pé, atrás da última gôndola do mercadinho. Todas são incríveis, mas, sem dúvida, algumas são realmente memoráveis.

Certa vez, conhecemos um senhor um pouco mais velho que a gente, com seus cinquenta e alguns, super conservado, charmoso e educado, dono de um armarinho sofisticado, meio "gourmet". Quando a conversa esquentou, ele fechou as portas da loja, e ficamos a tarde inteira nos divertindo. Até eu, que nunca bebo, me rendi ao vinho que ele nos serviu. A afinidade e o álcool fizeram as coisas passarem um pouquinho dos limites, mas foi tudo super espontâneo e prazeroso. Ele e Dante passaram muuuito tempo "testando" que produtos cabiam nos meus buracos 😁. Nosso novo amigo colocava morangos e uvas na entrada da minha boceta e do meu cu, e usava o pau para empurrar para dentro, bem fundo. Depois eu tinha que fazer força para expulsar as frutinhas, de cócoras ou de quatro, como uma cadelinha, enquanto os dois filhos da mãe ficavam assistindo 🤣. Mas podem ficar despreocupados, todas as frutinhas foram para o lixo depois da brincadeira 😬. E, quanto aos "limites ultrapassados", cada beijo, cada toque, cada carinho e joguinho "não usual" foi acontecendo tão naturalmente, que nem pensamos em camisinha. Eu uso pílula anticoncepcional, mas isso não me protege de doenças. Foi errado, foi imprudente, mas foi incrível, e felizmente sem consequências ruins. E admito que tivemos alguns outros momentos com esse amigo durante a viagem, todos sem camisinha.

Ainda com relação ao uso de proteção, se meu marido me mandasse ficar nua no meio da rua e transar sem camisinha com vários estranhos, eu faria sem vacilar. É isso que me dá mais prazer, obedecer a ele de forma irrestrita, e me sentir sua mera propriedade. Mas meu dono me ama, se preocupa com minha segurança e minha saúde, e, obviamente, não me faz transar sem camisinha com qualquer um. Ainda assim, ele conhece minhas fantasias, meus desejos e meus fetiches, e junta esse conhecimento e esse poder sobre mim, para me dar momentos de prazer indescritível. Querem um exemplo? Algo que me dá muito tesão é inexperiência, principalmente quando associada a gentileza, educação e timidez. Dante diz que, durante nossas aventuras, eu fico muito mais carinhosa e atenciosa quando percebo que o rapaz com quem estamos conversando tem essas características que mencionei. Ele diz que meu rosto, minha voz e minha linguagem corporal mudam.

Sempre que percebe que estamos conversando com alguém bem inexperiente, meu senhor conduz de forma especial nossas brincadeiras. Em vez de mandar que eu mostre meus seios, minha boceta e minha bunda, ele manda que eu segure as mãos do rapaz e guie seus toques pelo meu corpo. Também ordena que eu o beije na boca, de língua, como uma namorada dedicada e carinhosa. Se as coisas avançarem, Dante manda que eu pegue o pau do rapaz, passe entre meus lábios vaginais, e, logo em seguida, fique enfiando e tirando da minha boceta só a cabeça do pau dele, sem camisinha, e sem parar de beijar sua boca. Meu dono diz que, a partir daí, eu devo relaxar e me entregar. E eu sei o que devo fazer. Preciso prestar atenção à respiração do rapaz e, à medida que ela acelera, devo deixar seu pau entrar cada vez mais fundo na minha boceta. E não posso parar de beijá-lo, mesmo sentindo seu corpo se contrair enquanto goza dentro de mim. Se ele tem disponibilidade, aguardamos até o fim de seu expediente, para que possa me usar com mais calma, em algum lugar mais tranquilo, numa praça ou num parque com pouco movimento, ou numa parte da praia que fique deserta à noite. Se tudo for realmente gostoso, normalmente marcamos outros encontros durante a viagem. Eu nunca usei drogas, raramente bebo, mas me sinto meio que embriagada de tesão, quando me entrego a rapazes inexperientes. Dante diz que é como se eu me apaixonasse de verdade por algumas horas. Ele diz que eu me comporto como uma namorada adolescente. E, por causa do prazer que isso me proporciona, sempre que me oferece a alguém inexperiente, meu marido permite que o rapaz me foda sem camisinha e goze dentro de mim.

Recentemente, num passeio que fizemos à Região dos Lagos, tive um momento especial com um rapaz bem jovem, funcionário de um mercadinho. Ele nos levou até uma sala de descanso, onde conseguimos namorar bastante, sem interrupções. Foi incrivelmente fofo, carinhoso, gentil, educado... Mas eu fiquei sem chão quando, depois de gozar, ele me beijou, me abraçou com força e me disse que sua primeira vez não poderia ter sido mais maravilhosa. Sou super romântica, e me senti mal por ter acontecido daquela forma, em pé, numa salinha de descanso, sem conforto, sem preliminares, sem jantar à luz de velas. Mas ele apenas sorria, beijava minha boca e dizia que foi mágico. Realmente, houve magia, química, afinidade, mas não foi certo acontecer daquele jeito. Eu estava triste, mas Dante teve uma ideia louca e maravilhosa, que só poderia sair de sua mente criativa e pervertida. Ele disse que, para compensar a "trapalhada", eu poderia ficar a semana inteira à disposição do rapaz, para fazermos o que ele desejasse quando não estivesse trabalhando. Namorar, passear, transar... O que ele quisesse. Só nós dois. E foi uma semana maravilhosa. Um jovem tímido e inexperiente se revelou um homem safado e dominante, e chegou a me exibir para o irmão e até a me dividir um pouquinho com ele (só beijinhos e abraços). Foi a segunda vez que fui realmente "emprestada" a outro homem durante vários dias, porém foi a primeira vez que as coisas não foram previamente planejadas. E agora meu dono deve me deixar de novo com ele nessas férias de meio de ano. Mas vou deixar os detalhes dessas aventuras para outras publicações.

Algumas outras aventuras também mereciam longas descrições. Numa delas, eu e Dante passamos uma madrugada inteira percorrendo o prédio onde ficava uma pequena galeria comercial, acompanhados de dois jovens funcionários da equipe de limpeza. Eu fiquei completamente nua a noite toda. Minhas roupas trancadas num armário. Mas dessa vez usamos camisinha durante todo o tempo... Ou quase todo o tempo. Foi tudo tão gostoso que, no fim, Dante perguntou se, na hora de gozar, eles queriam tirar as camisinhas, enfiar apenas a cabeça do pau na minha boceta e ejacular dentro. Ambos quiseram 😜. Um de cada vez. Sim, usamos proteção na maioria das vezes, mas temos alguns momentos de bastante imprudência. E ninguém precisa ler o que escrevo, principalmente se não agradar. 🤷🏻‍♀️

É melhor ficar por aqui. Já me estendi demais. No próximo post, acho que vou falar da vez em que meu dono me emprestou de verdade a dois rapazes (dois irmãos), com quem morei por alguns meses.

reddit.com
u/Beatriz_ee_Dante — 13 days ago

Minha vida como submissa (conto introdutório) [submissão feminina; exibicionismo; free use]

Meu nome é Beatriz, e Dante é meu marido, dono e senhor. Ambos temos a mesma idade, mais de quarenta e menos de cinquenta. Somos um casal normal, com empregos convencionais e uma rotina profissional bem intensa. Nós dois trabalhamos remotamente (em empresas diferentes), e raramente precisamos comparecer presencialmente. O único detalhe que talvez nos torne um pouquinho diferentes é a minha total submissão e obediência ao meu marido. Amo sentir que meu corpo e minha vontade pertencem ao meu dono, que ele pode me deixar nua e me usar sempre que quiser, independente do lugar, além de me exibir e até me oferecer a quem ele quiser.

Em casa, não tenho permissão para vestir roupas (a não ser que tenhamos visitas, obviamente), e uso apenas uma coleira de couro comum, para cães. Quando não estou trabalhando ou liberada pelo meu senhor para outras atividades (como bater papo no Reddit), devo sempre me comportar como uma cadela de verdade, não posso falar, e devo me deslocar de quatro, ou permanecer sentada ou deitada no chão (mas isso é assunto para outra conversa). Quando deseja me usar, meu dono apenas se aproxima, estende sua mão, me ajuda a levantar... e me fode e me faz gozar várias vezes.

Conheci o termo "free use" aqui no Reddit. Nunca nos preocupamos com essas denominações, da mesma forma que nunca nos consideramos praticantes de BDSM. Eu sou apenas submissa ao meu marido, e amo viver assim.

Fora de casa, na nossa cidade (moramos no Rio de Janeiro), nos vestimos discretamente e geralmente nos comportamos de forma convencional. Temos uma ou outra aventura por aqui, mas evitamos nos expor, pelo receio de sermos vistos por parentes ou conhecidos.

Quando viajamos para outras cidades, Dante me faz usar roupas minúsculas em público, muitas vezes indecentes. Quando o lugar exige uma mínima discrição, uso vestidos de alcinha soltinhos, de tecido bem leve e fino, sem calcinha nem sutiã, e exageradamente curtos, no limite de mostrar um pouco do meu bumbum e da minha boceta. Mas geralmente uso apenas top (às vezes underboob) e microshorts que mais parecem biquínis, e deixam minha bunda quase toda exposta. Ou microssaias soltinhas, também sem calcinha.

Os biquínis que uso durante nossas viagens são praticamente invisíveis. A parte de cima de quase todos é tão estreita, que não cobre totalmente as aréolas, e a parte de baixo é tão pequena, que fica entrando na boceta o tempo todo, e eu tenho de ficar ajeitando para não deixar os lábios completamente expostos. Muitas vezes, meu senhor proíbe que eu ajeite o biquíni. Mas vale destacar que sempre tenho à mão uma saída de praia tipo roupão, que uso para me cobrir se houver crianças por perto ou se notarmos que alguém está incomodado com o meu biquíni.

É comum passearmos de mãos dadas pelos quarteirões próximos à orla, depois que cansamos da praia. Se percebemos que as pessoas e o lugar são receptivos a "pouca roupa", Dante me faz vestir uma microssaia, tirar a parte de baixo do biquíni e colocar um plugue anal, tudo isso ainda na areia. Eu tento fazer sentada numa canga, de forma discreta, mas não é raro alguém ver. As microssaias que uso nessas ocasiões, como "saída de praia", deixam praticamente metade da bunda exposta, e alguns dos meus plugues anais têm pingentes 😬... É vestida assim que meu marido me leva para caminhar pela orla. E faz questão de entrar comigo em cada mercadinho, armarinho, lojinha... Quanto menor, mais simples e com menos câmeras, melhor, porque meu dono sempre puxa assunto com atendentes e funcionários, e, se encontramos algum rapaz gentil, educado e solícito, ele tem uma boa chance de ganhar um "prêmio" pela simpatia. Mas esse também é um assunto para outra conversa 😜.

Eu sou super discreta e envergonhada. Não sou exibicionista, nunca teria a iniciativa de me exibir, e fico com muita vergonha quando Dante me obriga a usar roupas indecentes em público. Mas, ao mesmo tempo, sinto um tesão absurdo com esse constrangimento e, principalmente, com a sensação de ser propriedade do meu marido. Um mero objeto, que ele pode usar sempre que tiver vontade, além de exibir e oferecer para quem ele quiser.

Nas próximas oportunidades, falarei um pouquinho sobre algumas de nossas aventuras.

reddit.com
u/Beatriz_ee_Dante — 13 days ago
▲ 16 r/u_Beatriz_ee_Dante+1 crossposts

Sou propriedade do meu marido. Sou um mero objeto, que ele usa, exibe e oferece a quem ele quiser. E amo viver assim! 🥰 (leia o post inteiro, por favor)

Numa publicação anterior, falei da minha submissão ao meu marido e do prazer que sinto obedecendo a ele. É indescritível a sensação de não ter poder sobre o meu próprio corpo, e é absurdo o tesão de ser despida e fodida pelo meu senhor sempre que ele deseja, independente do lugar.

Mas não sou apenas submissa. Sou propriedade do Dante. Meu dono pode me exibir e me oferecer a quem ele quiser, e ele faz questão de exercer esse poder sempre que viajamos. Eu mencionei num post anterior os passeios de mãos dadas pela orla, quando ele me faz andar vestindo apenas a parte de cima do biquíni, uma microssaia sem calcinha e, geralmente, um plugue anal. Nós entramos em todos as mercearias, armarinhos, mercadinhos, lojinhas de artesanato, galerias pouco movimentadas... Enfim, todo estabelecimento comercial pequeno e simples que encontramos. E, nesses lugares, meu senhor puxa assunto com atendentes, faxineiros, zeladores, vendedores... Com qualquer funcionário que se mostre gentil, solícito e educado.

O papo geralmente começa com pontos turísticos da cidade, melhores praias, eventos... e, se houver afinidade e a conversa fluir, em algum momento estamos perguntando sobre lojas de moda praia feminina e falando sobre tamanho de biquínis e tipos de depilação feminina. A partir desse ponto, as coisas costumam evoluir bem rápido. Meu marido comenta que decide o que eu visto, que me proíbe de usar roupas íntimas, fala da minha obediência... Daí, é um pulo para ordenar que eu mostre meus seios, minha boceta, minha bunda... E, em instantes, eu tenho dedos de um desconhecido dentro da minha boceta e do meu cu, e uma boca (às vezes duas) beijando, chupando e mordendo meus seios.

Aprendemos durante essas aventuras que, nesses pequenos estabelecimentos, muitas vezes a única pessoa trabalhando é o dono ou o filho do dono, e que fechar a loja por uma tarde, para um pouco de diversão, não traz muito prejuízo, principalmente fora de temporada 😁. Também descobrimos que zeladores e equipes de limpeza de pequenas galerias comerciais sempre conhecem vários cantinhos interessantes do prédio, além de ter acesso às chaves desses lugares 😉. Ou seja, depois que começam os beijos e toques, e, quando não temos de parar por aí, cada uma de nossas peripécias se torna diferente, especial. Pode ser apenas uma punheta ou um boquete atrás de uma arara cheia de roupas, ou mesmo uma transa rápida, em pé, atrás da última gôndola do mercadinho. Todas são incríveis, mas, sem dúvida, algumas são realmente memoráveis.

Certa vez, conhecemos um senhor um pouco mais velho que a gente, com seus cinquenta e alguns, super conservado, charmoso e educado, dono de um armarinho sofisticado, meio "gourmet". Quando a conversa esquentou, ele fechou as portas da loja, e ficamos a tarde inteira nos divertindo. Até eu, que nunca bebo, me rendi ao vinho que ele nos serviu. A afinidade e o álcool fizeram as coisas passarem um pouquinho dos limites, mas foi tudo super espontâneo e prazeroso. Ele e Dante passaram muuuito tempo "testando" que produtos cabiam nos meus buracos 😁. Nosso novo amigo colocava morangos e uvas na entrada da minha boceta e do meu cu, e usava o pau para empurrar para dentro, bem fundo. Depois eu tinha que fazer força para expulsar as frutinhas, de cócoras ou de quatro, como uma cadelinha, enquanto os dois filhos da mãe ficavam assistindo 🤣. Mas podem ficar despreocupados, todas as frutinhas foram para o lixo depois da brincadeira 😬. E, quanto aos "limites ultrapassados", cada beijo, cada toque, cada carinho e joguinho "não usual" foi acontecendo tão naturalmente, que nem pensamos em camisinha. Eu uso pílula anticoncepcional, mas isso não me protege de doenças. Foi errado, foi imprudente, mas foi incrível, e felizmente sem consequências ruins. E admito que tivemos alguns outros momentos com esse amigo durante a viagem, todos sem camisinha.

Ainda com relação ao uso de proteção, se meu marido me mandasse ficar nua no meio da rua e transar sem camisinha com vários estranhos, eu faria sem vacilar. É isso que me dá mais prazer, obedecer a ele de forma irrestrita, e me sentir sua mera propriedade. Mas meu dono me ama, se preocupa com minha segurança e minha saúde, e, obviamente, não me faz transar sem camisinha com qualquer um. Ainda assim, ele conhece minhas fantasias, meus desejos e meus fetiches, e junta esse conhecimento e esse poder sobre mim, para me dar momentos de prazer indescritível. Querem um exemplo? Algo que me dá muito tesão é inexperiência, principalmente quando associada a gentileza, educação e timidez. Dante diz que, durante nossas aventuras, eu fico muito mais carinhosa e atenciosa quando percebo que o rapaz com quem estamos conversando tem essas características que mencionei. Ele diz que meu rosto, minha voz e minha linguagem corporal mudam.

Sempre que percebe que estamos conversando com alguém bem inexperiente, meu senhor conduz de forma especial nossas brincadeiras. Em vez de mandar que eu mostre meus seios, minha boceta e minha bunda, ele manda que eu segure as mãos do rapaz e guie seus toques pelo meu corpo. Também ordena que eu o beije na boca, de língua, como uma namorada dedicada e carinhosa. Se as coisas avançarem, Dante manda que pegue o pau do rapaz, passe entre meus lábios vaginais, e, logo em seguida, fique enfiando e tirando da minha boceta só a cabeça do pau dele, sem camisinha, e sem parar de beijar sua boca. Meu dono diz que, a partir daí, eu devo relaxar e me entregar. E eu sei o que devo fazer. Preciso prestar atenção à respiração do rapaz e, à medida que ela acelera, devo deixar seu pau entrar cada vez mais fundo na minha boceta. E não posso parar de beijá-lo, mesmo sentindo seu corpo se contrair enquanto goza dentro de mim. Se ele tem disponibilidade, aguardamos até o fim de seu expediente, para que possa me usar com mais calma, em algum lugar mais tranquilo, numa praça ou num parque com pouco movimento, ou numa parte da praia que fique deserta à noite. Se tudo for realmente gostoso, normalmente marcamos outros encontros durante a viagem. Eu nunca usei drogas, raramente bebo, mas me sinto meio que embriagada de tesão, quando me entrego a rapazes inexperientes. Dante diz que é como se eu me apaixonasse de verdade por algumas horas. Ele diz que eu me comporto como uma namorada adolescente. E, por causa do prazer que isso me proporciona, sempre que me oferece a alguém inexperiente, meu marido permite que o rapaz me foda sem camisinha e goze dentro de mim.

Recentemente, num passeio que fizemos à Região dos Lagos, tive um momento especial com um rapaz bem jovem, funcionário de um mercadinho. Ele nos levou até uma sala de descanso, onde conseguimos namorar bastante, sem interrupções. Foi incrivelmente fofo, carinhoso, gentil, educado... Mas eu fiquei sem chão quando, depois de gozar, ele me beijou, me abraçou com força e me disse que sua primeira vez não poderia ter sido mais maravilhosa. Sou super romântica, e me senti mal por ter acontecido daquela forma, em pé, numa salinha de descanso, sem conforto, sem preliminares, sem jantar à luz de velas. Mas ele apenas sorria, beijava minha boca e dizia que foi mágico. Realmente, houve magia, química, afinidade, mas não foi certo acontecer daquele jeito. Eu estava triste, mas Dante teve uma ideia louca e maravilhosa, que só poderia sair de sua mente criativa e pervertida. Ele disse que, para compensar a "trapalhada", eu poderia ficar a semana inteira à disposição do rapaz, para fazermos o que ele desejasse quando não estivesse trabalhando. Namorar, passear, transar... O que ele quisesse. Só nós dois. E foi uma semana maravilhosa. Um jovem tímido e inexperiente se revelou um homem safado e dominante, e chegou a me exibir para o irmão e até a me dividir um pouquinho com ele (só beijinhos e abraços). Foi a segunda vez que fui realmente "emprestada" a outro homem durante vários dias, porém foi a primeira vez que as coisas não foram previamente planejadas. E agora meu dono deve me deixar de novo com ele nessas férias de meio de ano. Mas vou deixar os detalhes dessas aventuras para outras publicações.

Algumas outras aventuras também mereciam longas descrições. Numa delas, eu e Dante passamos uma madrugada inteira percorrendo o prédio onde ficava uma pequena galeria comercial, acompanhados de dois jovens funcionários da equipe de limpeza. Eu fiquei completamente nua a noite toda. Minhas roupas trancadas num armário. Mas dessa vez usamos camisinha durante todo o tempo... Ou quase todo o tempo. Foi tudo tão gostoso que, no fim, Dante perguntou se, na hora de gozar, eles queriam tirar as camisinhas, enfiar apenas a cabeça do pau na minha boceta e ejacular dentro. Ambos quiseram 😜. Um de cada vez. Sim, usamos proteção na maioria das vezes, mas temos alguns momentos de bastante imprudência. E ninguém precisa ler o que escrevo, principalmente se não agradar. 🤷🏻‍♀️

É melhor ficar por aqui. Já me estendi demais. No próximo post, acho que vou falar da vez em que meu dono me emprestou de verdade a dois rapazes (dois irmãos), com quem morei por alguns meses.

Se alguém quiser conversar sobre fantasias, desejos e fetiches, é só chamar.

Mil beijos! 😘🥰❤️

u/Beatriz_ee_Dante — 15 days ago

Olá! Meu nome é Beatriz, e Dante é meu marido, dono e senhor. Ambos temos a mesma idade, mais de quarenta e menos de cinquenta (não digo a idade exata porque é uma informação que pessoas mal-intencionadas podem usar para tentar nos identificar).

Somos um casal normal, com empregos convencionais e uma rotina profissional bem intensa. Nós dois trabalhamos remotamente (em empresas diferentes), e raramente precisamos comparecer presencialmente. O único detalhe que talvez nos torne um pouquinho diferentes é a minha total submissão e obediência ao meu marido. Amo sentir que meu corpo e minha vontade pertencem ao meu dono, que ele pode me deixar nua e me usar sempre que quiser, independente do lugar, além de me exibir e até me oferecer a quem ele quiser.

Em casa, não tenho permissão para vestir roupas (a não ser que tenhamos visitas, obviamente), e uso apenas uma coleira de couro comum, para cães. Quando não estou trabalhando ou liberada pelo meu senhor para outras atividades (como bater papo no Reddit), devo sempre me comportar como uma cadela de verdade, não posso falar, e devo me deslocar de quatro, ou permanecer sentada ou deitada no chão (mas isso é assunto para outra conversa). Quando deseja me usar, meu dono apenas se aproxima, estende sua mão, e me ajuda a levantar... E me fode e me faz gozar várias vezes.

Conheci o termo "free use" aqui no Reddit. Nunca nos preocupamos com essas denominações, da mesma forma que nunca nos consideramos praticantes de BDSM. Eu sou apenas submissa ao meu marido, e amo viver assim.

Fora de casa, na nossa cidade (moramos no Rio de Janeiro), nos vestimos discretamente e geralmente nos comportamos de forma convencional. Temos uma ou outra aventura por aqui, mas evitamos nos expor, pelo receio de sermos vistos por parentes ou conhecidos.

Quando viajamos para outras cidades, Dante me faz usar roupas minúsculas em público, muitas vezes indecentes. Quando o lugar exige uma mínima discrição, uso vestidos de alcinha soltinhos, de tecido bem leve e fino, sem calcinha nem sutiã, e exageradamente curtos, no limite de mostrar um pouco do meu bumbum e da minha boceta. Mas geralmente uso apenas top (às vezes underboob) e microshorts que mais parecem biquínis, e deixam minha bunda quase toda exposta. Ou microssaias soltinhas, também sem calcinha.

Os biquínis que uso durante nossas viagens são praticamente invisíveis. A parte de cima de quase todos é tão estreita, que não cobre totalmente as aréolas, e a parte de baixo é tão pequena, que fica entrando na boceta o tempo todo, e eu tenho de ficar ajeitando para não deixar os lábios completamente expostos. Muitas vezes, meu senhor proíbe que eu ajeite o biquíni. Mas vale destacar que sempre tenho à mão uma saída de praia tipo roupão, que uso para me cobrir se houver crianças por perto ou se notarmos que alguém está incomodado com o meu biquíni.

É comum passearmos de mãos dadas pelos quarteirões próximos à orla, depois que cansamos da praia. Se percebemos que as pessoas e o lugar são receptivos a "pouca roupa", Dante me faz vestir uma microssaia, tirar a parte de baixo do biquíni e colocar um plugue anal, tudo isso ainda na areia. Eu tento fazer sentada numa canga, de forma discreta, mas não é raro alguém ver. As microssaias que uso nessas ocasiões, como "saída de praia", deixam praticamente metade da bunda exposta, e alguns dos meus plugues anais têm pingentes 😬... É vestida assim que meu marido me leva para caminhar pela orla. E faz questão de entrar comigo em cada mercadinho, armarinho, lojinha... Quanto menor, mais simples e com menos câmeras, melhor, porque meu dono sempre puxa assunto com atendentes e funcionários, e, se encontramos algum rapaz gentil, educado e solícito, ele tem uma boa chance de ganhar um "prêmio" pela simpatia. Mas esse também é um assunto para outra conversa 😜.

Eu sou super discreta e envergonhada. Não sou exibicionista, nunca teria a iniciativa de me exibir, e fico com muita vergonha quando Dante me obriga a usar roupas indecentes em público. Mas, ao mesmo tempo, sinto um tesão absurdo com esse constrangimento e, principalmente, com a sensação de ser propriedade do meu marido. Um mero objeto, que ele pode usar sempre que tiver vontade, além de exibir e oferecer para quem ele quiser.

reddit.com
u/Beatriz_ee_Dante — 17 days ago