

Sou propriedade do meu marido. Meu corpo e minha vontade pertencem a ele. Meu dono me usa sempre que deseja, independente do lugar, e me exibe e me oferece a quem ele quer. (leia o post inteiro, por favor)
Numa publicação anterior, falei da minha submissão ao meu marido e do prazer que sinto obedecendo a ele. É indescritível a sensação de não ter poder sobre o meu próprio corpo, e é absurdo o tesão de ser despida e fodida pelo meu senhor sempre que ele deseja, independente do lugar.
Mas não sou apenas submissa. Sou propriedade do Dante. Meu dono pode me exibir e me oferecer a quem ele quiser, e ele faz questão de exercer esse poder sempre que viajamos. Eu mencionei num post anterior os passeios de mãos dadas pela orla, quando ele me faz andar vestindo apenas a parte de cima do biquíni, uma microssaia sem calcinha e, geralmente, um plugue anal. Nós entramos em todos as mercearias, armarinhos, mercadinhos, lojinhas de artesanato, galerias pouco movimentadas... Enfim, todo estabelecimento comercial pequeno e simples que encontramos. E, nesses lugares, meu senhor puxa assunto com atendentes, faxineiros, zeladores, vendedores... Com qualquer funcionário que se mostre gentil, solícito e educado.
O papo geralmente começa com pontos turísticos da cidade, melhores praias, eventos... e, se houver afinidade e a conversa fluir, em algum momento estamos perguntando sobre lojas de moda praia feminina e falando sobre tamanho de biquínis e tipos de depilação feminina. A partir desse ponto, as coisas costumam evoluir bem rápido. Meu marido comenta que decide o que eu visto, que me proíbe de usar roupas íntimas, fala da minha obediência... Daí, é um pulo para ordenar que eu mostre meus seios, minha boceta, minha bunda... E, em instantes, eu tenho dedos de um desconhecido dentro da minha boceta e do meu cu, e uma boca (às vezes duas) beijando, chupando e mordendo meus seios.
Aprendemos durante essas aventuras que, nesses pequenos estabelecimentos, muitas vezes a única pessoa trabalhando é o dono ou o filho do dono, e que fechar a loja por uma tarde, para um pouco de diversão, não traz muito prejuízo, principalmente fora de temporada 😁. Também descobrimos que zeladores e equipes de limpeza de pequenas galerias comerciais sempre conhecem vários cantinhos interessantes do prédio, além de ter acesso às chaves desses lugares 😉. Ou seja, depois que começam os beijos e toques, e, quando não temos de parar por aí, cada uma de nossas peripécias se torna diferente, especial. Pode ser apenas uma punheta ou um boquete atrás de uma arara cheia de roupas, ou mesmo uma transa rápida, em pé, atrás da última gôndola do mercadinho. Todas são incríveis, mas, sem dúvida, algumas são realmente memoráveis.
Certa vez, conhecemos um senhor um pouco mais velho que a gente, com seus cinquenta e alguns, super conservado, charmoso e educado, dono de um armarinho sofisticado, meio "gourmet". Quando a conversa esquentou, ele fechou as portas da loja, e ficamos a tarde inteira nos divertindo. Até eu, que nunca bebo, me rendi ao vinho que ele nos serviu. A afinidade e o álcool fizeram as coisas passarem um pouquinho dos limites, mas foi tudo super espontâneo e prazeroso. Ele e Dante passaram muuuito tempo "testando" que produtos cabiam nos meus buracos 😁. Nosso novo amigo colocava morangos e uvas na entrada da minha boceta e do meu cu, e usava o pau para empurrar para dentro, bem fundo. Depois eu tinha que fazer força para expulsar as frutinhas, de cócoras ou de quatro, como uma cadelinha, enquanto os dois filhos da mãe ficavam assistindo 🤣. Mas podem ficar despreocupados, todas as frutinhas foram para o lixo depois da brincadeira 😬. E, quanto aos "limites ultrapassados", cada beijo, cada toque, cada carinho e joguinho "não usual" foi acontecendo tão naturalmente, que nem pensamos em camisinha. Eu uso pílula anticoncepcional, mas isso não me protege de doenças. Foi errado, foi imprudente, mas foi incrível, e felizmente sem consequências ruins. E admito que tivemos alguns outros momentos com esse amigo durante a viagem, todos sem camisinha.
Ainda com relação ao uso de proteção, se meu marido me mandasse ficar nua no meio da rua e transar sem camisinha com vários estranhos, eu faria sem vacilar. É isso que me dá mais prazer, obedecer a ele de forma irrestrita, e me sentir sua mera propriedade. Mas meu dono me ama, se preocupa com minha segurança e minha saúde, e, obviamente, não me faz transar sem camisinha com qualquer um. Ainda assim, ele conhece minhas fantasias, meus desejos e meus fetiches, e junta esse conhecimento e esse poder sobre mim, para me dar momentos de prazer indescritível.
Querem um exemplo? Algo que me dá muito tesão é inexperiência, principalmente quando associada a gentileza, educação e timidez. Dante diz que, durante nossas aventuras, eu fico muito mais carinhosa e atenciosa quando percebo que o rapaz com quem estamos conversando tem essas características que mencionei. Ele diz que meu rosto, minha voz e minha linguagem corporal mudam.
Sempre que percebe que estamos conversando com alguém bem inexperiente, meu senhor conduz de forma especial nossas brincadeiras. Em vez de mandar que eu mostre meus seios, minha boceta e minha bunda, ele manda que eu segure as mãos do rapaz e guie seus toques pelo meu corpo. Também ordena que eu o beije na boca, de língua, como uma namorada dedicada e carinhosa. Se as coisas avançarem, Dante manda que pegue o pau do rapaz, passe entre meus lábios vaginais, e, logo em seguida, fique enfiando e tirando da minha boceta só a cabeça do pau dele, sem camisinha, e sem parar de beijar sua boca. Meu dono diz que, a partir daí, eu devo relaxar e me entregar. E eu sei o que devo fazer. Preciso prestar atenção à respiração do rapaz e, à medida que ela acelera, devo deixar seu pau entrar cada vez mais fundo na minha boceta. E não posso parar de beijá-lo, mesmo sentindo seu corpo se contrair enquanto goza dentro de mim. Se ele tem disponibilidade, aguardamos até o fim de seu expediente, para que possa me usar com mais calma, em algum lugar mais tranquilo, numa praça ou num parque com pouco movimento, ou numa parte da praia que fique deserta à noite. Se tudo for realmente gostoso, normalmente marcamos outros encontros durante a viagem. Eu nunca usei drogas, raramente bebo, mas me sinto meio que embriagada de tesão, quando me entrego a rapazes inexperientes. Dante diz que é como se eu me apaixonasse de verdade por algumas horas. Ele diz que eu me comporto como uma namorada adolescente. E, por causa do prazer que isso me proporciona, sempre que me oferece a alguém inexperiente, meu marido permite que o rapaz me foda sem camisinha e goze dentro de mim.
Recentemente, num passeio que fizemos à Região dos Lagos, tive um momento especial com um rapaz bem jovem, funcionário de um mercadinho. Ele nos levou até uma sala de descanso, onde conseguimos namorar bastante, sem interrupções. Foi incrivelmente fofo, carinhoso, gentil, educado... Mas eu fiquei sem chão quando, depois de gozar, ele me beijou, me abraçou com força e me disse que sua primeira vez não poderia ter sido mais maravilhosa. Sou super romântica, e me senti mal por ter acontecido daquela forma, em pé, numa salinha de descanso, sem conforto, sem preliminares, sem jantar à luz de velas. Mas ele apenas sorria, beijava minha boca e dizia que foi mágico. Realmente, houve magia, química, afinidade, mas não foi certo acontecer daquele jeito. Eu estava triste, mas Dante teve uma ideia louca e maravilhosa, que só poderia sair de sua mente criativa e pervertida. Ele disse que, para compensar a "trapalhada", eu poderia ficar a semana inteira à disposição do rapaz, para fazermos o que ele desejasse quando não estivesse trabalhando. Namorar, passear, transar... O que ele quisesse. Só nós dois. E foi uma semana maravilhosa. Um jovem tímido e inexperiente se revelou um homem safado e dominante, e chegou a me exibir para o irmão e até a me dividir um pouquinho com ele (só beijinhos e abraços). Foi a segunda vez que fui realmente "emprestada" a outro homem durante vários dias, porém foi a primeira vez que as coisas não foram previamente planejadas. E agora meu dono deve me deixar de novo com ele nessas férias de meio de ano. Mas vou deixar os detalhes dessas aventuras para outras publicações.
Algumas outras aventuras também mereciam longas descrições. Numa delas, eu e Dante passamos uma madrugada inteira percorrendo o prédio onde ficava uma pequena galeria comercial, acompanhados de dois jovens funcionários da equipe de limpeza. Eu fiquei completamente nua a noite toda. Minhas roupas trancadas num armário. Mas dessa vez usamos camisinha durante todo o tempo... Ou quase todo o tempo. Foi tudo tão gostoso que, no fim, Dante perguntou se, na hora de gozar, eles queriam tirar as camisinhas, enfiar apenas a cabeça do pau na minha boceta e ejacular dentro. Ambos quiseram 😜. Um de cada vez. Sim, usamos proteção na maioria das vezes, mas temos alguns momentos de bastante imprudência. E ninguém precisa ler o que escrevo, principalmente se não agradar. 🤷🏻♀️
É melhor ficar por aqui. Já me estendi demais. No próximo post, acho que vou falar da vez em que meu dono me emprestou de verdade a dois rapazes (dois irmãos), com quem morei por alguns meses.
Se alguém quiser conversar sobre fantasias, desejos e fetiches, é só chamar.
Mil beijos! 😘🥰❤️