



Esta sou eu! ❤️🐶 (leia o post inteiro, por favor)
Olá! Meu nome é Beatriz, e Dante é meu marido, dono e senhor. Ambos temos a mesma idade, mais de quarenta e menos de cinquenta (não digo a idade exata porque é uma informação que pessoas mal-intencionadas podem usar para tentar nos identificar).
Somos um casal normal, com empregos convencionais e uma rotina profissional bem intensa. Nós dois trabalhamos remotamente (em empresas diferentes), e raramente precisamos comparecer presencialmente. O único detalhe que talvez nos torne um pouquinho diferentes é a minha total submissão e obediência ao meu marido. Amo sentir que meu corpo e minha vontade pertencem ao meu dono, que ele pode me deixar nua e me usar sempre que quiser, independente do lugar, além de me exibir e até me oferecer a quem ele quiser.
Em casa, não tenho permissão para vestir roupas (a não ser que tenhamos visitas, obviamente), e uso apenas uma coleira de couro comum, para cães. Quando não estou trabalhando ou liberada pelo meu senhor para outras atividades (como bater papo no Reddit), devo sempre me comportar como uma cadela de verdade, não posso falar, e devo me deslocar de quatro, ou permanecer sentada ou deitada no chão (mas isso é assunto para outra conversa). Quando deseja me usar, meu dono apenas se aproxima, estende sua mão, e me ajuda a levantar... E me fode e me faz gozar várias vezes.
Conheci o termo "free use" aqui no Reddit. Nunca nos preocupamos com essas denominações, da mesma forma que nunca nos consideramos praticantes de BDSM. Eu sou apenas submissa ao meu marido, e amo viver assim.
Fora de casa, na nossa cidade (moramos no Rio de Janeiro), nos vestimos discretamente e geralmente nos comportamos de forma convencional. Temos uma ou outra aventura por aqui, mas evitamos nos expor, pelo receio de sermos vistos por parentes ou conhecidos.
Quando viajamos para outras cidades, Dante me faz usar roupas minúsculas em público, muitas vezes indecentes. Quando o lugar exige uma mínima discrição, uso vestidos de alcinha soltinhos, de tecido bem leve e fino, sem calcinha nem sutiã, e exageradamente curtos, no limite de mostrar um pouco do meu bumbum e da minha boceta. Mas geralmente uso apenas top (às vezes underboob) e microshorts que mais parecem biquínis, e deixam minha bunda quase toda exposta. Ou microssaias soltinhas, também sem calcinha.
Os biquínis que uso durante nossas viagens são praticamente invisíveis. A parte de cima de quase todos é tão estreita, que não cobre totalmente as aréolas, e a parte de baixo é tão pequena, que fica entrando na boceta o tempo todo, e eu tenho de ficar ajeitando para não deixar os lábios completamente expostos. Muitas vezes, meu senhor proíbe que eu ajeite o biquíni. Mas vale destacar que sempre tenho à mão uma saída de praia tipo roupão, que uso para me cobrir se houver crianças por perto ou se notarmos que alguém está incomodado com o meu biquíni.
É comum passearmos de mãos dadas pelos quarteirões próximos à orla, depois que cansamos da praia. Se percebemos que as pessoas e o lugar são receptivos a "pouca roupa", Dante me faz vestir uma microssaia, tirar a parte de baixo do biquíni e colocar um plugue anal, tudo isso ainda na areia. Eu tento fazer sentada numa canga, de forma discreta, mas não é raro alguém ver. As microssaias que uso nessas ocasiões, como "saída de praia", deixam praticamente metade da bunda exposta, e alguns dos meus plugues anais têm pingentes 😬... É vestida assim que meu marido me leva para caminhar pela orla. E faz questão de entrar comigo em cada mercadinho, armarinho, lojinha... Quanto menor, mais simples e com menos câmeras, melhor, porque meu dono sempre puxa assunto com atendentes e funcionários, e, se encontramos algum rapaz gentil, educado e solícito, ele tem uma boa chance de ganhar um "prêmio" pela simpatia. Mas esse também é um assunto para outra conversa 😜.
Eu sou super discreta e envergonhada. Não sou exibicionista, nunca teria a iniciativa de me exibir, e fico com muita vergonha quando Dante me obriga a usar roupas indecentes em público. Mas, ao mesmo tempo, sinto um tesão absurdo com esse constrangimento e, principalmente, com a sensação de ser propriedade do meu marido. Um mero objeto, que ele pode usar sempre que tiver vontade, além de exibir e oferecer para quem ele quiser.
Obs. 1: Adoro conversar. Se alguém quiser bater papo, é só chamar. Só peço que não envie fotos nem vídeos.
Obs. 2: As fotos estão com a marca d'água da nossa conta no Twitter, que foi banida (eu descrevia com detalhes algumas fantasias e fetiches pouco usuais 😬🙈). Quando tiver paciência, atualizarei com o nome de usuário do Reddit.