

Diversão com a empregada
Hoje era dia de limpezas, o que queria dizer que era dia de uma empregada vir cá a casa. Não é que fossemos uma família muito rica, mas os meus pais passavam muito tempo fora de casa, e, para não me pôr em cima o trabalho de limpar uma casa inteira sozinho, eles contratavam uma empregada uma vez por mês. Havia um acordo entre eu e eles: eu aspirava e lavava a louça no dia anterior de limpezas, e a empregada trataria do resto da casa. Não era uma má proposta. A empregada ficava menos horas, ou seja, poupava-se mais, e eu depois ficava livre de fazer o que eu quisesse enquanto ela andava pela casa. Como os últimos dias tinham sido um inferno completo e ainda não tinha estado com os meus manos este verão, decidimos todos ir ao rio. Um ia levar comida, outro ia levar umas cartas e um chapéu de sol, e eu fiquei de levar umas grades de cerveja. Quando chegamos ao rio, pusemos as nossas coisas, estendemos as toalhas e fomos diretos para o rio. A água gelada que me cobriu quando mergulhei foi como uma explosão de dor e prazer ao mesmo tempo no meu corpo queimado pelo calor. Depois de estarmos um tempo na água fomos para a toalha comer e beber. Falamos de como estávamos, dumas gajas que tínhamos fodido na festa de São João de há umas semanas e um deles andou a contar como tinha conseguido sacar uma milf. Dei graças a Deus por estar com a piça fria por causa da água gelada, porque senão tinha ficado com uma tesão louca. Pouco depois já estava a ficar noite, ficou tempo de cada um voltar a sua casa. Estava com frio, mais que tocado por causa das minis todas e só queria mesmo um banho quente, mandar uma punheta para descarregar e estender-me no sofá.
Abri a porta de casa, subi até à casa de banho, tirei os meus calções de banho, ficando todo nu, e entrei pronto para ter o meu corpo relaxado e reaquecido por uma torrente de água. Só quando ouvi um gritinho é que reparei que a empregada estava lá dentro.
“Ó foda-se desculpe!”. Tapei a minha pila com as mãos e saí tão depressa como entrei. Comecei a andar para a outra casa de banho, com a cara a arder de vergonha. Merda, que ótima maneira de me introduzir à empregada: meio fodido e todo nu. Abri a porta da casa de banho do quarto dos meus pais. Não estava ninguém lá. Respirei de alívio. Agora que já me tinha passado o choque do início, até dava para ver que esta empregada era até gostosa. Loira, parecia ter para aí uns trinta, e, pelo pouco que vi, parecia ter um belo dum mamaçal. Estava tão distraído a ajustar a água que nem tinha reparado que tinha ficado totalmente teso. É o que dá andar a ouvir histórias de fodas e a beber a tarde foda. Não estava para punhetas agora. Só me queria enfiar no quarto e esperar que a mulher se fosse embora para não ter de a ver mais vez nenhuma. Saí da banheira, sequei-me todo e embrulhei uma toalha branca à volta da cintura, já que não tinha trazido roupa nenhuma. A última coisa que queria era levar com uma acusação de assédio. Quando pus a mão na maçaneta da porta, alguém bateu. Abri. Lá estava ela à minha frente, com uma cara envergonhada, e com os meus calções de banho numa mão.
“Peço desculpa, mas pode-me dizer onde devo pôr os seus calções?”. A voz dela era doce, parecia meio submissa e envergonhada, claro. Como ela não mencionou o desastre que tinha acontecido, decidi também ignorá-lo.
“Claro, siga-me, fica na parte de baixo da casa”.
Enquanto íamos descendo, conseguia sentir a minha pila a balançar na toalha com o volume bem visível, ainda mais quando descíamos as escadas até à garagem. E ou eu estava a ver mal, ou eu consegui vê-la a roubar uns olhares para a minha zona íntima…
Finalmente chegamos à garagem, onde estava a máquina de lavar.
“Pronto, podes só pode aqui dentro, sem problema.”
“Ah ok, muito obrigada.” Ela tentou abrir a máquina, mas não estava a conseguir. Ela puxava e puxava, mas aquilo não abria.
“Espera” - disse eu- “deixa-me ajudar-te.” Algo perigoso, porque para isso ia precisar das duas mãos livres. Retirei a mão que estava a segurar a toalha, mas esta não caiu. Fantástico. Dei o jeitinho necessário para que a porta se abrisse e, enquanto se ouvia o click da porta a abrir, a minha toalha caiu.
“Caralho outra vez! Descul…”
“Ah não faz mal senhor.” - ela soltou um risinho, abaixou-se, apanhou a toalha e pô-la dentro da máquina em conjunto com os meus calções. - “Não é a primeira vez que uma coisa assim me aconteceu.”
“Ah… a sério?” - pus as mãos à frente do pau para esconder que ele não estava totalmente mole.
“Sim, mas costumam ser uns velhos que fazem de propósito.” – ela deu um risinho. “Por isso não é nada que não tenha visto. Embora nunca tenha visto uma tão grande.”
“Ai sim?” - fiquei tão chocado que as minhas mãos saíram da frente do meu pénis.
“É verdade sim senhor, e nem sequer está totalmente teso, pois não?” - antes que qualquer resposta fosse possível, ela começou a acariciar a minha pila e os meus tomates com as mãos dela- “Mas isso é algo em que posso ajudar.”
Fiquei sem palavras. A mão direita dela massageava os meus colhões que estavam grandes por não me vir há dias, e não demorou muito para que a minha pila ficasse completamente ereta. Com os meus 20cm à sua frente, a cara dela acendeu-se de alegria e surpresa.
“Eu bem sabia que tinhas um bom caralho!”. Isto parecia mais um gemido do que uma exclamação. Com o meu membro a pulsar na mão dela, ela ajoelhou-se, e começou a chupar-me. Não pude evitar largar um grunhido. Ela sabia muito bem o que estava a fazer. Ela tentava meter tudo na boca, babando o meu pau por completo. As duas mãos dela trabalhavam no meu pau, enquanto a língua dela passava pela minha cabecinha. A sensação era completamente enlouquecedora. Os sons, a sensação, tudo me fazia cada vez mais teso, e fiquei tão teso que me doía o pau. Eu também queria senti-la. Tirei-lhe a t-shirt. Ela entendeu o que tinha de fazer e retirou o sutiã dela com rapidez para voltar o mais rápido possível a adorar o meu membro. As mamas dela ficaram finalmente soltas. Eram tão lindas como ela, grandes, com aréolas pequenas e bicos totalmente rijos. Fazia movimentos com o meu quadril, como se lhe estivesse a foder a boca como uma cona, e apalpava-lhe aquelas mamas tão boas. Senti uma força animal a surgir, agarrei na cabeça dela, e aumentei a força e a rapidez com que lhe fodia a boca. Só ouvia sons de engasgamento, mas não queria saber. A minha pila queria, o meu corpo todo pedia por violência e eu dava-lha. Enfiei-lhe tudo na garganta, a cara dela nos meus pentelhos e a boca dela a babar-me todo. Ela bateu com as mãos nas minhas pernas, mas deixei-me ficar a apreciar os movimentos dos músculos da garganta dela no meu pau. Quando ela não aguentava mais, tirei-a da garganta. Ela cuspia e arfava por ar, mas eu ainda não tinha acabado. Ela começou isto, ela ia acabá-lo.
“Já que estás a ser uma puta, vais-me dar uma espanholada.”. Ela sorriu para mim e eu bati-lhe com a piça na cara. Como ela me tinha deixado todo babado, o meu membro deslizava perfeitamente no meio daquelas grandes mamas. Sempre que a cabecinha se punha ao pé da boca dela, ela lambia-a e chupava antes de eu voltar com as minhas estocadas. Aumentei a minha velocidade, a boquinha dela a fazer maravilhas, mas parei. Conseguia sentir-me quase a vir. Mandei que se deitasse e pus-me numa posição de 69. Tirei-lhe os sapatos e as calças, revelando umas cuecas brancas todas ensopadas em suor e não só. Se era para acabar, acabava bem. Pus-lhe as cuecas para o lado, e a cona molhada dela ficou aos meus olhos.
“Chupa.”. A única ordem de que ela precisava. Sentia a boca dela outra vez ao redor da minha pila, com os meus quadris a seguir os movimentos dela. Quando pus um dedo dentro da cona dela, ouvi-a gemer com a minha pila na boca. Pus mais um e comecei a fodê-la. Caralho, ela estava tão molhada que não tinha de fazer esforço nenhum. A cona dela estava linda, a pedir pela minha língua. Não pude dizer que não. Comecei a comê-la. Ela sabia a suor e a desejo. Só me sentia cada vez mais animal, cada vez mais entregue ao prazer. O meu quadril moveu-se com mais rapidez, com mais força, enfiando a minha pila cada vez mais dentro da boca dela. A cona dela ia ficando mais perto da minha boca, subindo e descendo num ritmo frenético. Senti o meu corpo todo a ficar tenso, um calor imenso subiu pelo meu corpo todo e um orgasmo enorme fluiu do meu pénis até todas as minhas extremidades. Um grunhido grave saiu de mim enquanto sentia os jatos de leite quente que disparava para dentro da boca dela. As pernas delas puseram a cona dela na minha boca, enterrei-me nela, e consegui sentir o orgasmo que aquela linda puta estava a ter.
Depois disto vestimo-nos os dois, ela deu-me um longo e apaixonado beijo, e foi-se embora apressada, a dizer que já estava atrasada. Fui tomar um banho gelado, fiz uma sandes e deitei-me no sofá, exausto. Já tinha uma boa história para contar da próxima vez que visse os meus manos.