No ônibus rodoviário com uma coroa desconhecida
Aos meus 18 anos, eu tinha muita tara em coroas. Hoje, aos 27, ainda sinto muito tesão nos corpos, nos assuntos, no tabu, mas na época era ainda mais forte. E então tive duas experiências com mulheres mais velhas em ônibus rodoviário, além de uma no avião. Vou contar a primeira delas.
Era fim do dia e eu estava indo para outra cidade prestar vestibular. Depois da viagem de 3h de ônibus, eu iria para a casa de uma amiga minha, Joyce – a gente tinha sido conhecido em retiros da igreja, paramos de frequentar mais ou menos na mesma época e trocavamos conversa por Whats. De vez em quando rolava umas insinuações de safadeza nas mensagens. Eu estava louco por esse momento, ela era um ano mais nova, porém tinha uma postura cativante, de mulher decidida, além de um desenho escultural em seu rosto e pernas. Não consigo nem dizer gostosa, pois seria pouco: ela era divina, realmente virou modelo depois. Mas aí, no dia antes, recebo a pior mensagem:
“Voltei a namorar com o Lucas. Ele vai jantar com a gente quando tu chegar!”
Puta merda.
E eu com tesão acumulado, pau depilado, peguei aquele ônibus das 19h.
Sentou ao meu lado uma mulher com cerca de 55 anos de idade. Para ajudar a imaginação de vocês: 1,60cm de altura, cabelo preto curto, morena, gordinha, peitos grandes e um quadril também avantajado. E tinha uma energia boa, só um pouco tímida, mas fomos tocando o assunto: eu perguntei se ela era da cidade para a qual estávamos indo, ela disse que sim, pois tinha acabado de voltar de férias com umas amigas. Foram para a praia. Eu, na sinceridade, mostrei interesse – amo conhecer pessoas novas e é um ótimo jeito de passar o tempo. Vera, pelo que lembro de seu nome, foi me contando do roteiro e eu observava aquele mulherão ficando cada vez mais à vontade naquele ônibus escuro. Suas duas amigas acabaram ficando a duas fileiras atrás do nosso banco.
Ela tinha um bom perfume. Recém-divorciada, falava com muito gosto da saidinha que tinha acabado de dar. Eu não consegui evitar pensamentos pervertidos, até perguntei se ela conquistou muita gente pela praia, mas ela deu uma risadinha e negou. Fingindo inocência, pedi para ver fotos da viagem.
Ela foi passando pela galeria. Perto do mar, sempre estava de maiô, frequentemente com uma saia ou vestido “saída-de-praia”. Até que, de repente, amém, apareceu uma foto dela de biquíni. Que coxas, senhoras e senhores. Deu para ver que era no quarto de hotel com as amigas. Mas, tímida, minha colega de viagem passou rapidamente pelas fotos – “essas aqui não são para ver”, disse com uma risadinha.
Rindo, respondi: “não me importo, ué! Até estava me perguntando se tu não ia se bronzear nada.”
“Não sou muito do biquíni, não gosto como fico. Estava só usando para minhas amigas verem”, disse Vera.
“Não vejo o porquê…” disse esperando a reação e vi que ela abriu um sorriso, então continuei. “Estava bem gata naquele vermelho, ia ter chamado bastante atenção se usasse. Eu amaria ver de novo se tu quiser mostrar.”
“Tu é louco”, disse rindo.
“Só te achei bonita, ué! Respeito, mas eu adoro uma mulher assim.”
Seguimos conversando sobre outros assuntos, sobre noites que ela bebeu, sobre ela ter sim se bronzeado no hotel. Ela me pediu para falar de garotas, contei sobre o ocorrido de Joyce. “Ela está perdendo”, disse Vera. Então pedi para dizer um segredo pra ela.
No ouvido de Vera, falei que ainda estava pensando naquela foto de biquíni. Ela riu e eu deixei meu rosto cair no ombro dela, rindo também de leve. Fizemos contato visual. Fui me aproximando daquela boca carnuda, lentamente.
Ela pedia para a gente fazer silêncio, que as amigas dela estavam atrás. Mas continuávamos nos beijando. Minha mão estava na nuca dela e pouco a pouco foi descendo pelo cabelo ondulado até chegar perto do seio.
Vera estava muito excitada, mas seguia me chamando de louco. O que não impediu ela de atender meu pedido: “deixa eu ver o quanto tu se bronzeou, bem escondido”. Ela exibiu aquele peito de coroa, com areola escura. Mulheres, eu sei que algumas de vocês são inseguras disso, mas para mim me deixa louco como o peito fica com o tempo. Esse mamilo durinho, mais inchado, essa cor, aaaahhh que tesão de lembrar! Tá, seguindo, eu toquei neles, cabiam na minha mão e eram bem firmes, tipo a sensação de panturrilha. Elogiei no ouvido o quão gostosa ela era e fui descendo com meu beijo até colocar o seio daquela mulher na minha boca. Devo ter lambido por uns 5 minutos até ela pedir para cuidarmos.
Vale dizer que ela estava no lado do corredor e eu na janela, o que facilitava a discrição: ela ficava virada para mim e ninguém via nada. Mas para o que veio a seguir, eu honestamente não sei como nos livramos. Acho que só por ter estado em uma das primeiras fileiras, sem alguém na diagonal que nos enxergaria.
Depois de esconder o peito, nos beijamos um pouco e conversamos sobre a loucura. “Suas amigas nem imaginam como tu é safada”, eu disse. Então pedi pra sentir como que ela estava na calcinha. Ela negou, dizendo que não estava preparada, mas me contou no meu ouvido que estava bem molhada. Falei que se não podia chupar ela, precisava pelo menos sentir o gosto. “Seja comportado, menino”, ela falou com tom maternal e abriu um sorriso.
Acho que faltava uma hora de viagem a essa altura. Falei para descansarmos da adrenalina então, porque gostei do cheiro dela. Ficamos meio de conchinha, ela sentindo meu pau duro contra a calça. De vez em quando voltava para trás e me chamava de sem vergonha. Foi ela quem então tomou a iniciativa de colocar uma mão para trás. Respondi abrindo o ziper. Acho que ela não tinha se dado conta até então dos meus 19cm de comprimento, pois soltou um suspiro bem gostoso.
Abusado, eu perguntei se podia pegar uma coberta e gozar nela. Ela disse que não, mas que ia me ajudar. E então, bem discretamente, se virou e colocou a boca em mim. Que molhada aquela boca, porra. Mas não durou muito. Ela se virou de lado para me acobertar de novo e então eu peguei aquela sacolinha do ônibus e fui me tocando. Quando eu estava prestes a gozar, ela me mostrou o peito de novo. Então eu explodi (esvaziei meu saco na sacola kk), melando um pouco o jeans dela.
Tenho um profundo arrependimento de não ter pedido imediatamente o número de dona Vera. Antes ter ficado com ela do que de vela nos dias seguintes kkkk. Acontece que parte minha estava um pouco em êxtase/transe, então deixei para pedir na hora de desembarcar. Bolei até uma justificativa/cantada para ela (vai que eu precisasse de uma guia turística para minha próxima viagem).
No entanto, mal saímos do ônibus e estava simplesmente a filha e o genro dela esperando à porta. Realmente tinham a mesma idade que eu. Fiquei meio sem graça, acho que ela sentiu. Então nos demos um abraço, durante o qual eu agradeci a conversa e a companhia na viagem. Trocamos um sorriso sincero e com bastante cumplicidade.