Empina mais e Sofre: Edging Cruel com a mesa
Luna estava curvada sobre a mesa, bunda grande e redonda empinada, esfregando o clitóris com força contra o canto afiado. A calcinha fina já estava encharcada. Seus movimentos eram vigorosos, desesperados. A bundona tremia a cada vai e vem, as coxas queimando de esforço.Ela chegou perto várias vezes. O corpo tensionava, os gemidos ficavam agudos, as pernas tremiam… mas a fadiga muscular chegava antes. As coxas fraquejavam e ela perdia a pressão perfeita.“Curva mais pra baixo. Empina essa bunda bem alto.”Ela obedeceu, tronco quase paralelo ao chão, bundona empinada no limite. A nova posição fez as pernas queimarem ainda mais rápido.“Última chance. Tenta gozar agora.”Luna tentou com tudo que tinha. Movimentos curtos, rápidos, desesperados. A bunda balançando forte, gemendo alto:“Papai… tô quase… tô quase… não para…”Mas as pernas cederam. Tremiam violentamente, joelhos dobrando. Ela não conseguia mais manter o ritmo. Ficou ali, bunda empinada e tremendo no ar, buceta latejando sem alívio, lágrimas de frustração nos olhos.“Não consigo… minhas pernas tão destruídas… eu tentei tanto…”Foi carregada no colo até a cama. Suas pernas estavam moles, tremendo sem parar. Colocada por cima, cabeça descansando no peito dele.“Descansa, minha boa garota…”Enquanto recuperava o fôlego, a mão dele deslizou pela bunda nua, apertando devagar. Depois tirou sua calcinha completamente.“Pode encostar o clitóris na minha coxa… mas não pode se mexer.”Luna pressionou o clitóris quente e inchado contra a coxa musculosa, pele com pele, e ficou imóvel. O corpo inteiro tremia de esforço.A mão dele voltou a acariciar sua bunda, dedos passando bem perto da buceta, depois roçando bem leve com a parte externa no clitóris. Micro movimentos quase imperceptíveis. Círculos lentos. Dedo parado. E novamente micro movimentos.Cada toque arrancava gemidos sofridos:“Ahhhhh… papai… assim não…”
“Tá me matando… eu tô tão perto…”
“Por favor… eu vou ser boa… não vou mexer… mas tá doendo de tão bom…”Lágrimas escorriam pelo rosto dela. O clitóris pulsava forte contra o dedo, a buceta escorrendo na coxa, o corpo vibrando inteiro de tesão negado.Finalmente ele parou.“Chega de toque por hoje.”Luna soltou um soluço frustrado, escondendo o rosto no peito:“Papai… eu tô ardendo… tô toda molhada e você não me deixou gozar…”Ele a abraçou forte e começou a beijá-la intensamente, língua dominando a dela, enquanto uma mão subia e brincava com seus mamilos — apertando, girando, puxando de leve.Ela gemia dentro do beijo, corpo arqueando:“Papai… meus mamilos tão sensíveis… cada puxadinha me faz latejar lá embaixo…”Luna sussurrou, voz manhosa e destruída:“Eu sou sua boa garota… mesmo sem ter gozado.”