Se exibindo pros punheteiros - Parte 1

Essa história aconteceu há um bom tempo atrás. Na época, eu tava começando a namorar com uma garota chamada Isabella. Ela era simplesmente deliciosa: Branquinha, alta pros padrões femininos, peitos médios bem durinhos e uma bunda enorme. Quando começamos a ficar, eu não fazia ideia, mas um pouco depois descobri que ela era virgem. Eu já tinha tido algumas experiências sexuais, e fiquei com muito medo daquilo ser um problema, então resolvi me conter o máximo o possível e não apressar ela em nada, deixar as coisas rolarem no ritmo dela. O que eu não fazia ideia é que, apesar de virgem, a Isa era uma safada de primeira.

Na época, ambos estávamos na faculdade, e quando as aulas acabavam a gente ia pra um lugar especifico, perto do campus onde ela estudava, pra ficar conversando e se pegando. Era um lugar ao ar livre, bem arborizado, com alguns bancos e umas quadras, mas quase ninguém circulava por lá. Nesse dia, não foi diferente.

Depois de alguns minutos conversando, começamos a nos beijar, e junto, meu fogo já subiu. Até então, o máximo que a gente fazia era se pegar mesmo, e as vezes ela sentava no meu colo. Eu ja tava tanto tempo sem fuder que qualquer toque fazia meu pau virar pedra em um segundo, e ela sabia bem disso. Nesse dia, ela sugeriu que fossemos pra um lugar um pouco mais afastado, próximo a uma pequena arquibancada que ficava ao lado de uma das quadras. Ali, segundo ela, a gente estaria mais "à vontade". Entendi logo a maldade na fala dela.

Levantamos e fomos até o lugar que ela sugeriu. Realmente, era um lugar extremamente propício pra pegação: a arquibancada protegia a gente da visão tanto da rua quanto das pessoas que vinham do campus próximo, e do outro lado era apenas algumas quadras abandonadas e árvores/mato, então daria pra fazer o que quisesse sem que ninguém nos visse. Ela imediatamente sentou no meu colo e começou a me beijar, e meu pau endureceu instantaneamente.

— Caralho, vai devagar... Assim tu vai me deixar maluco!

— Essa é exatamente a intenção — Ela disse, descendo e beijando meu pescoço.

— Não vou me responsabilizar pelos meus atos, hein!

Ela olhou pra mim e deu um sorriso safado.

— Fica tranquilo. Se eu achar que tá indo muito rápido eu aviso.

Ficamos nos beijando por um tempo, ela roçando no meu colo, e eu sentia meu pau cada vez mais duro dentro da cueca. Aos poucos, comecei a ficar doido, a respiração ofegante... A vontade era de tirar o cabaço dela ali mesmo e foda-se. Comecei a lentamente descer o beijo do pescoço pro colo dela, me aproveitando do decote em sua blusa. Ela começou a roçar mais no meu colo e a soltar leves gemidos no meu ouvido, o que me deixou cada vez mais maluco.

— Se eu fizer algo que vc não gostar vc vai me parar, né? — Perguntei.

Ela fez que sim com a cabeça.

Lentamente comecei a subir a mão por dentro da blusa dela. Olhava ela a todo instante, e a cara de safada dela era impagável. Cheguei nos peitos dela, por cima do sutiã, e apertei. Ela deu uma respirada forte, e eu senti imediatamente o meu pau babando dentro da cueca.

Foi então que eu vi.

Atrás de algumas árvores, do outro lado do campo, pareciam ter duas silhuetas. Não dava pra ver bem o que as pessoas estavam fazendo pois estava escuro.

— Caralho, tem duas pessoas ali.

— Onde? — Ela perguntou, olhando pra trás.

Ela ficou um tempo olhando pra trás, então se virou pra mim e falou baixinho:

— Caralho Pedro.... eu acho que eles estão tocando uma...

Eu olhei bem na direção deles, tentando forçar a vista. Realmente, era o que dava a impressão. Estavam os dois atrás de uma árvore, um de cada lado, olhando em nossa direção. Os braços não pareciam se mover muito, mas dava pra ver que realmente eles pareciam estar tocando uma.

— Caralho Isa... Porra, você quer ir embora?

Ela olhou pra trás mais uma vez, depois olhou pra mim

— Eles estão longe. Vamos continuar. Fica de olho.

Voltei a apertar aqueles peitos macios, o tesão tava a mil, e saber que aqueles caras estavam olhando a gente só meu deu mais tesão ainda. Lentamente levantei o sutiã dela e peguei nos peitos dela pela primeira vez. Eram macios, firmes, estavam com os bicos durinhos. Não me aguentei, levantei a blusa dela e caí de boca naqueles peitos. Ela começou a gemer gostoso no meu ouvido.

— Você é um safado!

— Eu? Caralho, olha como vc me deixou.

— Tá muito duro mesmo — Ela disse — Uma delicia roçando assim em mim

Olhei na direção dos caras. Um deles tava um pouco mais exposto, com a bermuda visivelmente abaixada.

— Caralho... os caras tão se matando assistindo a gente

Ela riu.

— Acha que eles tão gostando do que estão vendo?

— Com certeza...

Ela deu um sorriso safado, apertou meu pau por cima da bermuda e falou baixinho no meu ouvido

— Aposto que vc queria uma punhetinha tbm, né?

Aquilo me deixou morrendo de tesão, muito mais do que eu ja estava.

— Caralho Isa... Não brinca com isso.

Ela começou a desabotoar minha bermuda. Sentei pra trás, olhando. Deu pra ver os caras visivelmente excitados: um deles começou a bater mais rápido, o outro se agitou tentando uma vista melhor. Ela abaixou minha cueca, e meu pau pulou pra fora. Aquela era a primeira vez que ela viu e pegou no meu pau.

— Caraca amor... É grande hein?

— Gostou? — Perguntei. Ela fez que sim com a cabeça enquanto olhava pra mim com um sorriso safado e começou a lentamente bater uma no meu pau. Meu pau tava duro como pedra, e o movimento de vai e vem tava me deixando doido. Fazia tempo que eu sonhava com ela pegando na minha rola, mas não imaginei que ia rolar tão cedo.

— Eu aposto que eles devem estar morrendo de inveja de você — Ela disse, se sentando do meu lado enquanto punhetava minha piroca.

— Sua safada do krl... desse jeito eu vou gozar!

— Goza Pedro... deixa eu ver como é o leite saindo...

Não demorou muito e comecei a sentir o leite vindo. Avisei que ia gozar, e ela ficou olhando atentamente pro meu pau enquanto me ordenhava. O leite começou a jorrar do meu pau e ela apertou minha pica, sentindo ela pulsando na mão dela. Aquilo me deu mais tesão ainda.

— Caralho, vc é maluca menina! — Falei, ofegante

Ela riu.

— Caralho, sou mesmo. Agora vamos antes que algum deles resolva se engraçar pra cá.

Levantamos, levei Isa até o ponto de ônibus onde ficamos nos beijando mais um pouco, e coloquei ela no ônibus. Mas o meu tesão ainda estava alto. Queria muito saber o que os caras acharam do nosso pequeno showzinho?

E se eu voltasse lá onde os caras tavam tocando uma e tocasse uma com eles também?

Continua na parte 2.

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u/Devaneios2026 — 3 days ago

Não aguento mais criadoras de conteúdo no reddit

Sendo sincero, é uma pena o quanto essa prática se normalizou. A impressão que dá é que toda mulher que tá por aqui é criadora de conteúdo. Parece que normalizou a mulher desconhecida só sentir tesão se tiver dinheiro envolvido. Isso é uma pena.

Eu super entendo a questão do assédio, de muitas mulheres terem suas DMs invadidas, e principalmente com um monte de foto que não pediu. Mas caramba, não dá pra sentir tesão e ser exibicionista sem ter alguem pagando por isso?

Enfim, é mais um desabafo. Nada contra quem quer vender foto e tirar um dinheiro em cima de quem pague, mas sdds de quando as pessoas sentiam tesão por sentir tesão, e não por dinheiro.

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u/Devaneios2026 — 17 days ago

Uma tarde de domingo perfeita

Eu e a Mari somos amigos de longa data. Ela, sinceramente, é uma delícia, e já rolaram algumas brincadeiras entre a gente. Ela tem 28 anos, é baixinha, tem cabelo cacheado meio castanho, e um corpinho delicioso.

Nesse dia, estava um domingo chuvoso e eu estava sem nada pra fazer. Mari falou que estava sozinha em casa jogando fortnite, e se eu não queria ir pra lá ficar com ela, que aí poderíamos jogar conversa fora e pedir algo pra comer. Claro que eu aceitei. Botei meu switch na mochila e fui.

Quando cheguei, ela estava na sala, com um shortinho curto e uma blusinha de malha soltinha, Além de um par de meias. O dia estava levemente frio, e dava pra ver os mamilos dela marcando na blusa. Aquilo já me deu um tesão do caralho. Cumprimentei ela, entrei, e sentei no sofá.

Passamos um tempo conversando casualmente enquanto jogávamos, ela curtindo o fortnite dela, eu curtindo meu switch. Até que comecei a prestar atenção na gameplay dela. E nossa, ela tava perdendo toda hora. Comecei a zoar ela, e ela respondeu:

— Tu acha que é fácil mas não sai do Zelda. Quero ver é jogar algo competitivo que nem eu.

— Eu não tenho paciência pra competitivo pela comunidade e vc sabe — respondi. — Mas podemos fazer uma competiçãozinha nossa aqui, o que acha?

— Como assim? — Ela me olhou com uma cara curiosa.

Sorri com uma cara safada.

— Vamos fazer uma aposta então... Enquanto você não perder eu fico te fazendo massagem nos pés... Mas pra cada partida que vc perder, você tira uma peça de roupa.

Ela me olhou com uma cara de safada, e de chocada.

— Que safado! E só eu que vou ficar pelada? É mole?

— É ué, aposta é aposta...

— Então vamos melhorar essa aposta... Pra cada partida que eu ganhar, você tira uma peça de roupa também.

Eu ri.

— Beleza. Pelo visto eu vou terminar com roupa do mesmo jeito...

Ela se endireitou no sofá, estalou os dedos, e eu sentei na beira do sofá, com os pés dela no meu colo, pronto pra começar a massagem. Na primeira partida, ela matou cerca de 6 jogadores até ser encurralada dentro de uma casa e morrer. Dei um sorriso. Ela fez menção que ia tirar a blusa, mas tirou apenas uma das meias.

— Relaxa... estamos apenas começando... — Ela disse, tranquila.

Mais uma partida. Mais uma derrota dela. Mais uma meia.

Os pezinhos dela eram deliciosos e sendo sincero estava sendo uma delícia massageá-los. Acabei parando de prestar atenção na jogatina e começando a focar nos pés delas. Eram macios, estavam quentinhos, e ela dava pequenos gemidos com os apertos que eu dava neles. Já tinha esquecido da gameplay até ver ela dar um grito, animada. Olhei pra tela... vitória. Ela me olhou e abriu um sorriso grande dizendo "AHÁ".

Eu só estava de bermuda e camiseta, então não tinha muito o que tirar. Tirei a camisa, e voltei pra massagem, mas agora prestando mais atenção na partida. Ela parecia se empenhar cada vez mais, mas dessa vez a partida não durou muito e ela perdeu de novo. Ela tirou a blusa, revelando aqueles peitinhos branquinhos que eu amava. Minha boca encheu d'água, e eu fiquei morrendo de vontade de chupar eles.

Mais uma partida. Vitória da Mari. Tirei o short, ficando apenas de cueca branca. Eu ja estava morrendo de tesão e não conseguia mais disfarçar o volume na cueca, mas a Mari parecia empenhada em me fazer perder a ultima peça de roupa. É claro que eu não podia deixar aquilo acontecer. Comecei levemente a subir a massagem, massageando sua panturrilha, sua coxa, até mover a mão pro interior das coxas dela. Ela não tirava o olho da TV, tentando se concentrar, mas a respiração pesada dela entregava que estava cada mais difícil pra ela. Até que num momento de distração, e faltando 6 jogadores restantes, ela morreu.

— Não vale. Você tava me distraindo. — Ela falou, brava.

— Não tinha nenhuma regra que impedisse isso. — Falei com um sorriso malicioso na cara — Pode tirando esse short, fica só de calcinha pra mim.

Dessa vez foi ela quem respondeu com um sorriso malicioso, enquanto levantava do sofá

— Que calcinha?

Ao abaixar o short, o paraíso. Ela estava sem calcinha, a buceta levemente peludinha, com os pêlos combinando com a cor de seu cabelo castanho. Ela sentou novamente, abrindo as pernas e deixando a buceta bem exposta pra mim.

— Hora de fazer você tirar essa cueca branca — Ela disse com um sorriso na cara.

— Não se eu puder impedir.

Comecei a beijar seus pés, subindo lentamente em direção a sua coxa e dando leves mordidas no interior das coxas dela. Ela soltava leves gemidos enquanto minha boca buscava sua buceta, mas não chupei de cara. Fiquei provocando ela, passando a língua levemente ao redor da intimidade dela, beijando, e saboreando o mel que escorria dela. Ela fazia barulhos de excitação e mordia o lábio a todo tempo. Peguei no seu peito, e o mamilo durinho dela me deixou maluco. Comecei levemente a passar a língua no grelo dela, sentindo ela se contorcer a cada lambida, seu corpo implorando por mais.

— Que foi Mari — perguntei despretensiosamente — Tá díficil se concentrar, é?

— Você é um filho da puta, Pedro!

— Eu sou — respondi, safado, enquanto lambia do grelo dela.

Ela puxou minha cabeça em direção a buceta dela

— Chupa vai — Disse ela, forçando minha cabeça — Me chupa toda.

Comecei a chupar ela com gosto, me acabando naquela buceta melada. Ela rebolava a cintura na minha boca, tarada, sedenta, até que começou a gemer mais forte e se contorcer, forçando a minha boca contra sua buceta

— ISSO CARALHO — Ela falava, descontrolada — NÃO PARA! EU TO GOZANDO!

Sentia a buceta dela pulsando contra minha boca. Quando ela terminou, a minha barba estava completamente melada do mel dela. Levantei, ficando em pé na frente dela, minha cintura quase na altura do seu rosto. Uma marca úmida na minha cueca branca revelava o quanto eu tinha ficado excitado em lamber ela.

— Era isso que você queria que eu tirasse? — Disse, abaixando lentamente a cueca. Meu pau saiu apressado da cueca, duro, apontando diretamente pra cara dela. Ela fez que sim com a cabeça, enquanto segurava no meu membro.

— Tava morrendo de saudade dele — disse, enquanto encarava meu pau, quase enfeitiçada. Então, lentamente, ela se aproximou dele, lambendo primeiro o fio de baba que escorria pela cabeça, depois a cabeça, e depois colocando ele inteiro na boca.

Deixei ela aproveitar do meu pau como queria. Ela chupou gostoso, lambendo tudo que tinha direito. Depois, pegou na minha bunda, puxando ela em direção à sua boca, fazendo um movimento de vai-e-vem natural enquanto apertava minha bunda. Fodi sua boca com gosto, dando pausas breves pra ela respirar, enquanto o meu pau ficava cada vez mais babado. Não demorou muito pra que eu sentisse que ia gozar. Ela, ao perceber, puxou a minha bunda e enterrou a boca no meu pau, me forçando a gozar direto dentro da garganta dela. Senti meu pau pulsando na sua boca enquanto o leite saía em jatos fortes. Quando terminei, a força fugiu das minhas pernas, e eu desabei no sofá.

Ficamos ali por alguns instantes, apenas recuperando o fôlego, enquanto a chuva continuava batendo nas janelas da sala. Mari se ajeitou no sofá, rindo baixinho ao notar minha expressão completamente exausta.

— Acho que a competição saiu um pouquinho do controle...

Soltei uma risada.

— Um pouquinho só.

Ficamos nos encarando por alguns segundos, até que ela encostou a cabeça no meu ombro. Lá fora, a chuva diminuía, e o cheiro de terra molhada entrava pela janela entreaberta.

Então ela quebrou o silêncio:

— Tá... depois de toda essa maratona...

Olhei para ela, curioso.

Ela abriu um sorriso travesso.

— O que você quer comer agora?

Segurei a risada ao perceber o brilho malicioso nos olhos dela.

— Você tá falando da comida que a gente ia pedir... ou de outra coisa?

Mari mordeu o lábio para esconder o riso.

— Vai depender da sua resposta.

Balancei a cabeça, vencido.

— Você não perde uma, né?

— Nunca.

Ela pegou o celular na mesinha de centro e encostou novamente em mim.

— Então, escolhe logo. Antes que eu mude de ideia... sobre o pedido.

Sorri, passei um braço em volta dela e comecei a olhar os aplicativos de entrega enquanto ela apoiava a cabeça no meu peito. Entre risadas, provocações e a chuva que insistia em cair lá fora, o resto daquele domingo prometia ser tão gostoso quanto tudo o que tinha acontecido antes.

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u/Devaneios2026 — 1 month ago

(REPOST) O dia que eu toquei siririca na minha cunhada

(Repost de uma antiga que eu perdi. Os nomes são fake.)

Eu ja tava namorando com a Isabella, uma branquinha rabada gostosa demais, fazia quase 6 anos. Depois de muita luta, finalmente nosso casamento tava chegando, faltava só uma semana.

Os pais da Isa sempre foram muito conservadores e a gente sempre lutou muito contra isso. Eles davam a desculpa de que a irmã a Isa, Aline, ainda era pequena e que ela nao podia ver/saber de certas coisas. Quando eu comecei a namorar com a Isa, a Aline tinha uns 12 anos, ainda tinha aquele jeitinho de sapeca, mas conforme ela foi crescendo ela foi ficando um mulherão. Agr a Aline tinha 18 e tava pra fazer 19 já.

Nesse dia, eu tava dormindo no quarto delas (sim, elas dividiam o quarto). Armaram a minha cama no meio da cama delas, eu normalmente dormia ali msm num colchão no chão pq os pais da Isa não deixavam a gente dormir junto (mesmo depois de sei la quantos anos de namoro e da gente estar noivo). Eu ficava puto, mas como era a casa deles, eu não reclamava. Logo logo a gente ia estar na nossa casa e poder fazer o que quiser.

Nos preparamos pra dormir, e eu subi na cama da Isa pra ficar um pouco de conchinha até ela pegar no nosso. Era meio que um ritual nosso fazer isso. É claro que eu normalmente me aproveitava pra tocar uma siririca na Isa ou até mesmo fuder ela quando notávamos que a Aline ja tinha dormido. E nesse dia foi a mesma coisa.

Comecei colocando a mão por dentro da calcinha da Isa e brincando com o grelinho dela enquanto eu apalpava o peito dela. Ela começou a rebolar no meu pau, e logo que percebemos que a Aline tava quieta demais, ela abaixou a calcinha. Comecei a dedar a buceta dela que ja estava encharcada, enquanto ela enfiava o rosto no meu ouvido e tentava segurar a respiração e o gemido. Continuei brincando com aquela bucetinha até que ouvi o pedido bem baixinho no meu ouvido: "me fode amor?"

Coloquei meu pau pra fora, ela virou de novo pra conchinha e coloquei meu pau pra dentro. Era muito dificil fuder e nao fazer barulho, principalmente pq a cama da Isa era de ferro, e fazia um rangido horroroso se a gente se movimentasse mais (sempre achei que aquilo era estratégia dos pais dela pra saber se a gente tava fudendo). Fiquei socando devagarzinho, mas com o pau atolado dentro da buceta dela enquanto tocava uma siririca nela, e nao demorou muito pra ela gozar no meu pau e pegar no sono logo depois. Fiquei por um tempo ali deitado do lado dela, ainda com meu pau dentro da buceta dela, doido pra meter mais, mas fiquei com medo da cama fazer barulho, e como a Isa ja tinha dormido, resolvi deitar na minha cama pra evitar pegar no sono na cama dela e dar merda.

Foi então que eu ouvi.

O barulho era bem baixinho, mas quem conhece sabe: aquele barulho inconfundível de buceta molhada sendo esfregada.

Olhei pro lado na direção da cama da Aline, mas estava muito escuro e nao dava pra ver direito. Consegui notar que ela tava deitada de barriga pra cima, mas parecia imóvel. "Devo ter imaginado", pensei.

Ouvi de novo.

Dessa vez, além do barulho, ouvi um suspiro. Não tinha duvida: a Aline certamente tava tocando uma siririca.

Eu nao sabia o que fazer além de sentir tesão. Comecei a tocar uma punheta ouvindo aquele som de buceta molhada, a respiração dela, era quase um ASMR. Aline tava socando a buceta bem gostoso e parecia estar encharcada. Fiquei mais ousado e tirei a coberta, mas ela nao notou. Continuamos ali por um tempo, ela tocando e eu ouvindo e pensando se criava coragem de fazer algum barulho.

Depois de algum tempo, é claro que o tesão ja tava falando mais alto. Eu ja tava com tesão acumulado de ter brincado com a Isa e nao ter terminado, e eu ja tava morrendo de tesão pela Aline ha um bom tempo. Resolvi fazer um movimento e ir pra minha cama. Se eu fosse pra cama dela ela podia se assustar e acabar acordando a Isa e ser um caralho, mas se ela percebesse que eu tava acordado eu poderia perceber melhor o que ela faria e pensar como reagir na situação.

Quando eu levantei, eu notei que o barulho subitamente parou. A Isa ja tava no milésimo sono, eu deitei, ainda com o pau pra fora, e não me cobri. Continei batendo punheta e depois de alguns segundos comecei a ouvir os barulhos de novo vindo da cama da Aline. "Ou ela acha que eu ja to dormindo ou ela sabe que eu to acordado e não se importa", pensei. Comecei a respirar mais fundo, mais ofegante, de modo que eu fizesse claro que eh tava acordado e tava que nem ela. Não demorou muito pra eu notar a silhueta da cabeça dela olhando pra baixo pra ver o que eu tava fazendo. Peguei o celular e ativei a tela, clareando o meu pau. O barulho de molhado intensificou. Era tudo que eu precisava ouvir. Continuei batendo por um tempo, ativando a tela enquanto ouvia o barulho dela esfregando gostoso a buceta. Ja estava doido pra fazer uma loucura. Liguei o foda-se.

Lentamente subi na cama da Aline.

Ela foi se acomodando pro lado, e eu deitei de barriga pra cima, enquanto ela tava de lado, com a boca próxima do meu ouvido. Ela sussurou bem baixinho: "Você é maluco". Fiz que sim com a cabeça.

Primeiro ficamos ali quietinhos. Ela se tocando, eu batendo minha punheta. Com o tempo, ela foi se abrindo: primeiro virou de barriga pra cima, depois botou a perna por cima da minha. O calor do corpo dela, a respiração dela, tudo era excitante e eu ja tava tendo que bater devagar pra não gozar. "Voce ta acordada desde cedo?" Perguntei. Ela fez que sim com a cabeça. Depois falou "eu ouvi tudo". Meu pau ja tava latejando. Tive que parar um pouco de bater senão eu a acabar esporrando tudo e ia ser bem dificil explicar depois. "Eu toquei uma siririca gostosa na sua irmã até ela gozar" eu falei, bem baixinho, no ouvido dela. Ela respirou fundo. Eu conseguia sentir o braço dela se movendo freneticamente, o barulho da buceta dela completamente encharcada, e ela se segurando pra não gemer. "Me toca tbm?" Ela pediu. Juro, eu senti a porra vindo até a cabeça do meu pau com aquela pergunta. Depois de uns 10 segundos pensando todo tipo de besteira pra nao gozar (minha vó de bikini, Power ranger tem a força, etc), reuni coragem pra perguntar de novo, vai que eu ouvi errado né?

"O que vc disse?" Perguntei. Ela botou a boca no meu ouvido e falou bem baixinho. "Me toca tbm. Me faz gozar", e então pegou na minha mão. Na hora que ela pegou na minha mão eu ja senti a mão dela completamente molhada e melada, mas meus amigos, eu nao tava pronto pro que veio depois.

A buceta dela era peludinha, do jeito que eu amo. Os pelinhos tavam completamente encharcados de tanto que a buceta dela tava melada. Eu conseguia sentir tudo melado: as coxas, a virilha, o cu. Passei o dedo lentamente pela buceta dela e senti ela respirando fundo. Ela deu um leve gemido no meu ouvido.

Comecei a tocar a buceta dela bem lentamente, brincando com ela. Passei muito os dedos na região ao redor da buceta dela, nos grandes lábios, no cuzinho... depois eu vim passando do final da buceta dela até quase chegar no clitóris dela, mas quando eu ia chegando, eu parava e voltava. Conseguia sentir a respiração dela mais ofegante, quase que implorando pra que eu parasse de maltratar ela e esfregando logo o grelo dela. Depois de algum tempo torturando (e me deliciando com aquela buceta), comecei a esfregar bem gostoso o grelinho dela. Na primeira vez que eu toquei no clitóris dela, ela se contorcer, e senti ela mordendo meu braço. Continei esfregando, no que ela botou a boca no meu ouvido de novo e falou "quero gozar que nem a Isa".

Eu sabia que a Aline ja namorava, mas nao sabia até onde ela ja tinha ido com o namorado. Eu tava morrendo de vontade de comer ela ali mesmo, com a minha noiva (e irmã dela!) Na cama do lado dela, com risco dela acordar e pegar a gente. Fui descendo o dedo mas quando tava prestes a enfiar o dedo, Aline segurou minha mão. "Não. Só esfrega". Continuei fazendo como ela queria, sentindo minha mão melada de tanto mel que a Aline tava naquela buceta. Quantas vezes será que ela ja tinha ouvido a gente fuder de noite?

"Posso chupar seu peito?" Pedi. Ela assentiu que sim, e virou de lado, levantando a camisola e colocando aqueles peitos pra fora. Eram médios, macios, e o bico tava bem duro. Cai de boca, sugando aqueles peitos enquanto esfregava a buceta dela. Ela segurou no meu cabelo, e foi apertando até que eu percebi: ela vai gozar. E então veio. Ela começou a se estremecer, se segurando muito pra não gozar. Ela segurou com força no meu cabelo, puxando a minha cabeça junto pro corpo dela, enterrando minha boca no peito dela. Conseguia sentir os espamos da buceta dela, e a perna dela se contorcendo e espremendo minha mão entre elas. Ficamos assim por alguns segundos, até que foi passando, ela foi se acalmando e soltou meu cabelo. Ela então falou "vai pra sua cama", levantou e foi pro banheiro.

É claro que eu não conseguia dormir. Se antes eu tava com tesão, agora eu tava pra explodir. Depois de alguns minutos, ouvi a Aline abrindo a porta do quarto. Ela subiu na minha cama, e pegou no meu pau, que ainda tava meia bomba. Senti a boca dela envolvendo meu pau, e tive que me segurar pra nao gozar quase que imediatamente. O meu pai ficou duro na hora, e ela sugou um pouco, lambendo ele, mas não demorou muito até eu perceber que estava prestes a gozar. Comecei a bater no ombro e na cabeça dela como que tentando fazer ela parar, mas ela só foi engolindo mais e mais, até que a porra veio e eu joguei inteira dentro da boca dela. Eu me senti gozando muito, fazia tempo que não gozava tanto. Ela engoliu toda a porra, levantou, me deu um beijo na bochecha e falou "boa noite, dorme bem" e se deitou na cama dela. Eu ainda fiquei deitado por quase uma hora tentando pegar no sono e pensando tudo que rolou ali.

No dia seguinte, acordamos, e a Aline agiu como se nada tivesse acontecido. Deixei quieto tbm, e não toquei no assunto. Naquele dia, fui embora pra casa, e essa foi a última vez que dormi na casa dos pais da Isa antes da gente casar. Um pouco depois do nosso casamento, a Aline passou pra faculdade em outro estado e agora a gente quase não se vê mais. Mas eu nunca esqueci desse dia. Foi um dos mais excitantes que ja tive.

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u/Devaneios2026 — 2 months ago
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Watch me shout out TrashyBonersEww before tasting my own piss off the floor in a London street

u/Devaneios2026 — 11 days ago

Minha vizinha me assistiu tocando uma

Conto fresquinho, acabou de rolar.

Moro no RJ mas trabalho pra uma empresa de SP. Hoje foi feriado pra mim, mas minha mulher saiu pra trabalhar. Decidi passar meu dia jogando videogame pra aproveitar o feriado.

Sentei no sofá, comecei a jogar, e não demorou muito pro tesão começar a bater. Fechei um pouco a cortina e comecei a procurar material no reddit enquanto acariciava o pau. Meu pau logo ficou duraço e comecei a tocar uma gostosa. Olhei pra fora, pra ver se alguem conseguia me ver, mas a casa da frente, de dois andares, tava com todas as janelas fechadas. Imaginei que deviam estar trabalhando, já que hj não é feriado aqui, e continuei batendo tranquilo.

Ja tava cheio de tesão e com o pau todo babado quando olhei pra frente e notei a vizinha na janela olhando diretamente pra mim pela fresta da cortina. Ela é loira, cerca dos 50 anos, dona de casa, mto gostosa. No primeiro momento eu tomei um susto e parei, subindo o short. Ela continuou olhando na mi ha direção, com cara de decepção. Resolvi testar então. Coloquei o pau pra fora, duro. Ela abriu um sorriso e fez que sim com a cabeça. Foi tudo o que eu precisava pra continuar.

Tirei totalmente a bermuda, e comecei a bombar o pau. Ela olhava atentamente na minha direção. Conseguia ver o braço dela se movendo, e a ideia de que ela podia estar tocando uma siririca me assistindo me deixou com mais tesão ainda. Continuei batendo, olhando fixamente pra ela, acariciando o pau com mto tesão. De vez em quando eu parava e balançava o pau duro, pra que ela pudesse apreciar. Ela sempre abria um sorriso qdo eu fazia.

Não demorou mto e eu senti que não ia mais conseguir segurar. O leite saiu em jatos fortes, voou e quase caiu na minha cara, de tão forte que eu gozei. Continuei ali deitado no sofá, olhando pra ela. Ela continuou ali por um tempo, me olhando, depois deu um tchauzinho e fechou a janela novamente.

Eu to até agora morrendo de tesão. Amanhã eu vou estar em casa novamente. Espero que a gente consiga brincar assim de novo. Trago atualizações pra vcs se tiver alguma!

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u/Devaneios2026 — 2 months ago