Se exibindo pros punheteiros - Parte 1
Essa história aconteceu há um bom tempo atrás. Na época, eu tava começando a namorar com uma garota chamada Isabella. Ela era simplesmente deliciosa: Branquinha, alta pros padrões femininos, peitos médios bem durinhos e uma bunda enorme. Quando começamos a ficar, eu não fazia ideia, mas um pouco depois descobri que ela era virgem. Eu já tinha tido algumas experiências sexuais, e fiquei com muito medo daquilo ser um problema, então resolvi me conter o máximo o possível e não apressar ela em nada, deixar as coisas rolarem no ritmo dela. O que eu não fazia ideia é que, apesar de virgem, a Isa era uma safada de primeira.
Na época, ambos estávamos na faculdade, e quando as aulas acabavam a gente ia pra um lugar especifico, perto do campus onde ela estudava, pra ficar conversando e se pegando. Era um lugar ao ar livre, bem arborizado, com alguns bancos e umas quadras, mas quase ninguém circulava por lá. Nesse dia, não foi diferente.
Depois de alguns minutos conversando, começamos a nos beijar, e junto, meu fogo já subiu. Até então, o máximo que a gente fazia era se pegar mesmo, e as vezes ela sentava no meu colo. Eu ja tava tanto tempo sem fuder que qualquer toque fazia meu pau virar pedra em um segundo, e ela sabia bem disso. Nesse dia, ela sugeriu que fossemos pra um lugar um pouco mais afastado, próximo a uma pequena arquibancada que ficava ao lado de uma das quadras. Ali, segundo ela, a gente estaria mais "à vontade". Entendi logo a maldade na fala dela.
Levantamos e fomos até o lugar que ela sugeriu. Realmente, era um lugar extremamente propício pra pegação: a arquibancada protegia a gente da visão tanto da rua quanto das pessoas que vinham do campus próximo, e do outro lado era apenas algumas quadras abandonadas e árvores/mato, então daria pra fazer o que quisesse sem que ninguém nos visse. Ela imediatamente sentou no meu colo e começou a me beijar, e meu pau endureceu instantaneamente.
— Caralho, vai devagar... Assim tu vai me deixar maluco!
— Essa é exatamente a intenção — Ela disse, descendo e beijando meu pescoço.
— Não vou me responsabilizar pelos meus atos, hein!
Ela olhou pra mim e deu um sorriso safado.
— Fica tranquilo. Se eu achar que tá indo muito rápido eu aviso.
Ficamos nos beijando por um tempo, ela roçando no meu colo, e eu sentia meu pau cada vez mais duro dentro da cueca. Aos poucos, comecei a ficar doido, a respiração ofegante... A vontade era de tirar o cabaço dela ali mesmo e foda-se. Comecei a lentamente descer o beijo do pescoço pro colo dela, me aproveitando do decote em sua blusa. Ela começou a roçar mais no meu colo e a soltar leves gemidos no meu ouvido, o que me deixou cada vez mais maluco.
— Se eu fizer algo que vc não gostar vc vai me parar, né? — Perguntei.
Ela fez que sim com a cabeça.
Lentamente comecei a subir a mão por dentro da blusa dela. Olhava ela a todo instante, e a cara de safada dela era impagável. Cheguei nos peitos dela, por cima do sutiã, e apertei. Ela deu uma respirada forte, e eu senti imediatamente o meu pau babando dentro da cueca.
Foi então que eu vi.
Atrás de algumas árvores, do outro lado do campo, pareciam ter duas silhuetas. Não dava pra ver bem o que as pessoas estavam fazendo pois estava escuro.
— Caralho, tem duas pessoas ali.
— Onde? — Ela perguntou, olhando pra trás.
Ela ficou um tempo olhando pra trás, então se virou pra mim e falou baixinho:
— Caralho Pedro.... eu acho que eles estão tocando uma...
Eu olhei bem na direção deles, tentando forçar a vista. Realmente, era o que dava a impressão. Estavam os dois atrás de uma árvore, um de cada lado, olhando em nossa direção. Os braços não pareciam se mover muito, mas dava pra ver que realmente eles pareciam estar tocando uma.
— Caralho Isa... Porra, você quer ir embora?
Ela olhou pra trás mais uma vez, depois olhou pra mim
— Eles estão longe. Vamos continuar. Fica de olho.
Voltei a apertar aqueles peitos macios, o tesão tava a mil, e saber que aqueles caras estavam olhando a gente só meu deu mais tesão ainda. Lentamente levantei o sutiã dela e peguei nos peitos dela pela primeira vez. Eram macios, firmes, estavam com os bicos durinhos. Não me aguentei, levantei a blusa dela e caí de boca naqueles peitos. Ela começou a gemer gostoso no meu ouvido.
— Você é um safado!
— Eu? Caralho, olha como vc me deixou.
— Tá muito duro mesmo — Ela disse — Uma delicia roçando assim em mim
Olhei na direção dos caras. Um deles tava um pouco mais exposto, com a bermuda visivelmente abaixada.
— Caralho... os caras tão se matando assistindo a gente
Ela riu.
— Acha que eles tão gostando do que estão vendo?
— Com certeza...
Ela deu um sorriso safado, apertou meu pau por cima da bermuda e falou baixinho no meu ouvido
— Aposto que vc queria uma punhetinha tbm, né?
Aquilo me deixou morrendo de tesão, muito mais do que eu ja estava.
— Caralho Isa... Não brinca com isso.
Ela começou a desabotoar minha bermuda. Sentei pra trás, olhando. Deu pra ver os caras visivelmente excitados: um deles começou a bater mais rápido, o outro se agitou tentando uma vista melhor. Ela abaixou minha cueca, e meu pau pulou pra fora. Aquela era a primeira vez que ela viu e pegou no meu pau.
— Caraca amor... É grande hein?
— Gostou? — Perguntei. Ela fez que sim com a cabeça enquanto olhava pra mim com um sorriso safado e começou a lentamente bater uma no meu pau. Meu pau tava duro como pedra, e o movimento de vai e vem tava me deixando doido. Fazia tempo que eu sonhava com ela pegando na minha rola, mas não imaginei que ia rolar tão cedo.
— Eu aposto que eles devem estar morrendo de inveja de você — Ela disse, se sentando do meu lado enquanto punhetava minha piroca.
— Sua safada do krl... desse jeito eu vou gozar!
— Goza Pedro... deixa eu ver como é o leite saindo...
Não demorou muito e comecei a sentir o leite vindo. Avisei que ia gozar, e ela ficou olhando atentamente pro meu pau enquanto me ordenhava. O leite começou a jorrar do meu pau e ela apertou minha pica, sentindo ela pulsando na mão dela. Aquilo me deu mais tesão ainda.
— Caralho, vc é maluca menina! — Falei, ofegante
Ela riu.
— Caralho, sou mesmo. Agora vamos antes que algum deles resolva se engraçar pra cá.
Levantamos, levei Isa até o ponto de ônibus onde ficamos nos beijando mais um pouco, e coloquei ela no ônibus. Mas o meu tesão ainda estava alto. Queria muito saber o que os caras acharam do nosso pequeno showzinho?
E se eu voltasse lá onde os caras tavam tocando uma e tocasse uma com eles também?
Continua na parte 2.