u/Fun_Wolverine_6555

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Filmes e séries

Pessoal sugestões de filmes e séries com várias cenas de sexo para ver em casal.

Não precisam de ser bons filmes, algo tipo 365 dias serve.

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u/Fun_Wolverine_6555 — 20 hours ago

Escrava (Parte 6 - extremo)

Dormi como um anjo nessa noite, quando acordei o Will ainda estava a dormir, mas já faltava pouco para o despertador tocar por isso decidi acorda-lo com uma boa mamada.

Fui por baixo dos lençóis e comecei a beijar as virilhas, depois meti a minha cara no meio das bolas dele e lambi, chupei até ficar tudo melado de tanta saliva, ele já tinha despertado, começou a gemer e eu meti a pila no fundo da minha garganta e chupei com toda a vontade, fodi a minha própria boca até ele se vir e encher a minha boca de leite. Tinha acabado de tomar o meu pequeno-almoço.

Antes de sair de casa o Will disse que tinha de ir ao shopping com a Sónia. Nós íamos jantar os três no fim de semana e ele queria que nós comprássemos vestidos novos e lingerie. Para o shopping tinha de usar um plug grande e um vibrador remoto.

Encontrei com a Sónia no shopping, mal me viu disse logo:

-Já sei o queres que te conte! O meu marido é um corno e sabe que ando a foder o Will! De ti não sabe nada!

-Mas e ele não faz nada? - perguntei.

-Eu disse que queria o divorcio e ele implorou para não o fazer por causa das aparências. Que não se importava que eu andasse com outras pessoas e que quase não falássemos, mas para ficar juntos! Basicamente ele paga tudo o que eu quiser e em troca eu não me separo.

-Bem! Que bom acordo. Fico um pouco desconfortável porque quando tivermos juntos ele vai olhar para mim como se eu fosse corna.

-Mas tu és uma corna! O Will fode-me e tu não podes fazer nada! Tu és um monte de merda, vaca, porca, cadela, puta, corna!

E deu-me um estaladão na cara no meio do shopping, várias pessoas ficaram a olhar, eu fiquei em choque e ela conclui:

-Não penses que por estares em público que deixas de ser a minha cadela! Só não és a minha cadela quando o Will quiser! Vai para a casa de banho e espera por mim!

Sentei-me na sanita de uma cabine à espera sem trancar a porta, 10 minutos depois a Sónia entre na cabine e ainda com a porta entreaberta começa a bater-me com violência, estalos de forma aleatória na cabeça, na cara, alguns foram nos ouvidos e fiquei com imensa dor e a certo ponto ela estremece. O Will ligou remotamente os vibradores, ela continuou a sua descarga de violência em mim, ouvimos alguém a perguntar se estava tudo bem e ela respondeu rapidamente que sim, para a pessoa não se preocupar.

Tivemos um orgasmo quase em simultâneo, a verdade é que eu estava a adorar apanhar assim. Ainda com os vibradores a funcionar ela tirou uma coleira da mala dela e colocou no meu pescoço.

-Agora sim, não te vais esquecer do que és. O que é que tu és?

-Uma cadela deusa!

Ela cuspiu na minha cara e fomos comprar os vestidos ainda com os vibradores a funcionar. Sentia muitos olhares em mim, a saliva ainda escorria pela minha cara vermelha das chapadas e a coleira não dava para disfarçar, era claramente uma coleira de cão. Ao inicio estava a sentir imensa vergonha, mas depois fui aceitando que eu sou uma cadela, uma puta em todos os lugares. Na loja de vestidos vi a Sónia agarrar-se a um expositor, estava a ter outro orgasmo e a tentar se controlar para não gemer. Aquilo deixou-me excitada e quando me estava para vir o vibrador desligou. Uma completa tortura, queria meter os dedos para terminar, mas sem autorização do Will ou da Sónia não o podia fazer.

Compramos os vestidos e fomos almoçar, durante o almoço o Will voltou a ligar os vibradores, mas desligou o meu pouco depois. Fiquei furiosa a ver a minha irmã a contorcer na cadeira enquanto tinha outro orgasmo e eu mais uma vez ficava no desejo.

Depois de almoço fomos comprar as lingeries e tive mais uma demonstração de quanto a Sónia aceitava o que era.

A loja estava vazia então as duas funcionárias dedicaram-se a nós. Usamos provadores diferentes, mas eu ouvia a Sónia a falar com as funcionárias, então espreitei e ela completamente nua, com um vibrador e um plug enfiado no corpo a pedir um tamanho a baixo. Uma das funcionárias foi buscar o novo tamanho enquanto a outra fixou os olhos no espelho para confirmar que a minha irmã tinha um plug.

-Está a gostar do que está a ver querida? - perguntou a Sónia.

-Desculpe, desculpe não queria a deixar desconfortável! - respondeu a empregada.

-Querida o que é bom é para se ver e apalpar! Olha que você também é bem gostosa devia mostrar mais pele! - a segunda funcionária está a chegar e fica incrédula com o que estava a acontecer - Pode sentir o toque!

A Sónia agarra nas mãos da funcionária e passa nas tetas, no rabo, mostra-lhe o vibrador e diz para ela abanar o plug. A funcionária (Patrícia) deixasse levar pelo momento e agarra no plug, a Sónia abraça-a e esmaga as mamas contra ela. A Patrícia começa a puxar o plug para fora e para dentro como se estivesse a foder o cu da minha irmã com o plug. A Sónia vê que eu estou a espreitar e diz à outra funcionária (Helen).

-Também te podes divertir, essa aí a espreitar é a minha cadela, podes fazer o que quiseres com ela! - a Helen puxa a cortina para traz e estou eu com um bodie vestido - Essas marcas todas no corpo são do meu chicote, essa gosta de dor, podes divertir à vontade!

A Helen começa a passar as mãos suavemente pelo o meu corpo, a acariciar as marcas do chicote, a minha face e quando eu pensava que ia ter uma experiência carinhosa, ela diz:

-A verdade é que sempre quis bater numa mulher! Vou ser despedida por causa disto, mas vou aproveitar bem!

Ela foi fechar o portão da loja para ninguém entrar e quando chega à minha beira começa a bater na cara, primeiro ao de leve e depois foi aumentando o ritmo.

A Patrícia já tinha a boca nas mamas da minha irmã, a Helen começou a puxar os meus bicos, depois mandou-me encostar a cara à parede e empinar o cu. Foi buscar a vara que usava para chegar aos soutien que estavam nas prateleiras mais altas e começou a bater no cu.

-Hahahahaha isso rebenta-lhe a vara no cu. Não tenhas pena dela! Ela gosta! - Dizia a Sónia já com a mão dentro das cuecas da Patrícia.

A Helen espancou o meu cu por completo, depois tirou as calças e as cuecas sentou-se no banco que estava no provador e mandou-me lamber a cona dela. No outro provador a Patrícia estava no colo da Sónia a mamar nas mamas dela enquanto a Sónia lhe fodia com os dedos, parecia que estava a amamentar e não demorou muito a se vir.

Senti o vibrador a ligar novamente, estava de joelhos a lamber a Helen enquanto as outras duas me davam pontapés nas costelas e na barriga. A Patrícia começou a foder-me com o plug e acabei por me vir ao mesmo tempo que a Helen, depois a Sónia ainda agarrou na minha cabeça e fez-me lambe-la até se vir na minha boca.

Saímos da loja com as lingeries, não pagamos porque a Helen e a Patrícia fizeram questão das oferecer. Pensava eu que ia para casa depois de toda aquela loucura, mas a Sónia tinha outra ideia. Entramos numa loja de tatuagens e mandou-me sentar numa cadeira. Pensei que era impossível que o Will a tivesse autorizado a tatuar-me e tinha razão.

Uma rapaz chegou junto de mim abriu o meu decote e espetou uma agulha nos meus mamilos sem me dizer uma única palavra, depois meteu-me 2 piercings e foi a vez da Sónia. Ela baixou as alças do vestido com se nada fosse ficando com o peito todo à mostra.

Chegamos a casa e o Will já estava à nossa espera. Estava sentado no sofá quando entramos.

-Tirem a roupa e venham até mim sem tirar o saltos altos. - disse ele.

Depois começou a examinar os nossos mamilos, foi cuidadoso, sabia que precisavam de tempo para curar. Ligou os vibradores no máximo e disse algo que eu não esperava ouvir.

-Quero as duas sem marcas no jantar por isso o resto da semana é sem grande violência, sem marcas. Mas hoje como a Clara já está bem marcada pode vingar-se do tratamento que tem recebido. Podes fazer o que quiseres à Sónia até ela ir embora.

Antes que a Sónia esboça-se alguma reação eu dei-lhe logo um murro na barriga, ela caiu no chão e o Will soltou um sorriso, ele ia se divertir a ver as suas escravas maltratarem-se.

Caguei literalmente o meu plug na cara dela e sentei bem nela de forma a ela não conseguir respirar e obriguei a lamber o meu cu. Ele estava tão aberto de ter passado o dia com o plug que a lingua dela ficava solta dentro do meu cu.

Depois já de pé comecei a dar pontapés nela, a esfregar os meus pés na cara dela e a foder a boca com os pés. Metia o pé dentro da boca dela até ficar com os dedos todos dentro. Cuspia na cara dela e chamava-a puta, vaca e depois coloquei em cima dela e caminhei pelo corpo dela, quando estava em cima da barriga dava saltos e ela gritava que nem uma vaca louca.

Depois pedi o cinto ao Will e comecei a bater no corpo, ela começou a fugir pela casa, rastejava a tentar fugir do cinto, mas eu batia cada vez com mais força. Pouco depois a campainha tocou. O Will tinha encomendado pizza para o jantar.

-Vai receber a pizza sua vaca! Não tentes te esconder atrás da porta. Deixa que o rapaz das entregas veja a vaca és!

Ela fez como ordenei, o rapaz estava espantado como é óbvio, mas não desviou o olhar nem por um instante. Sentamos na mesa a comer e ela ficou de quatro de baixo da mesa a lamber a minha cona. Eu esmagava pizza com a mão e metia na boca dela. Acabei por me vir enquanto comia pizza e ouvia o Will a contar o dia dele. Ela também esteve perto do orgasmo várias vezes, mas o Will desligava o vibrador a tempo.

Depois de jantar ela ficou em pé no centro da sala com as mãos atrás da nuca, eu voltei a usar o cinto no corpo dela e só parei quando o Will disse que estava na hora de tomar banho.

Tiramos os vibradores, eu ja me tinha vindo várias vezes e ela tinha sempre ficado no desejado. Depois tirei o plug do cu e enfiei-lhe na boca. Ela foi de quatro atrás nós para a casa de banho, completamente fodida, corpo todo vermelho e os olhos inchados de tanto chorar.

Ela ficou de joelhos no chão em posição de escrava e tanto o Will como eu usamos a boca dela como urinol. Ela deixou escapar umas pingas e eu castiguei com uns estalos na cara. Enquanto tomávamos banho ela ficou só a olhar para nós sempre em posição de escrava. Eu aproveitei o banho e comecei a chupar o Will que depois levou-me para o quatro e com a Sónia sempre em posição de escrava começou a foder a minha cona.

-Isto é que é uma cona boa! Não nada melhor que a tua cona! És perfeita!

O Will não parava de me elogiar, eu estava cada mais apaixonada por ele e cada vez mais excitada por ver a cara de humilhação da Sónia a ouvir que nunca iria ser como eu.

-Eu amo-te Clara, nunca te esqueças disso! O teu corpo é maravilhoso. Só tu me fazes vir sem controlo.

Tive vários orgasmos com a pila do Will dentro de mim até que ele me encheu de leite e caiu na cama.

-Anda vaca limpa a minha cona, quero dormir limpinha. Quando acabares aqui, limpa o chão da casa de banho, lava os brinquedos, arruma a cozinha e a sala e podes ir embora.

Ela lambeu tudo direitinho, e ainda me fez ter um mini orgasmo. Antes de ela ir ainda lhe cuspi na cara e vi bem nos olhos dela que quando ela tivesse oportunidade ia se vingar da porrada que lhe dei, mas naquele momento eu não queria saber. Estava nas nuvens com as palavras do Will e por me ter vindo na pila dele.

A Sónia fez tudo o que lhe ordenei e foi embora, eu deitei-me no peito do Will e acabei por adormecer ainda com a coleira no pescoço.

Afinal de contas, eu sou uma cadela!

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u/Fun_Wolverine_6555 — 7 days ago

Escrava (Parte 5 - extremo)

A minha vida estava um "paradisíaco inferno"!

Dentro de casa com o Will a vida continuava normal, o problema era a Sónia! Ela era completamente louca, a imaginação dela era muito fértil e perversa.

Aqui e ali o Will usava-a como escrava, já tinha sido muito violento com ela. Ela não só aguentou como pareceu gostar desde do primeiro segundo e nunca quis saber se o meu cunhado lhe ia fazer perguntas sobre as marcas no corpo ou da maneira como se vestia agora.

Ela tinha as mesmas regras que eu, não podia usar cuecas ou soutien sem autorização, na rua só de vestido ou leggings e top para fazer desporto e podia andar de sapatilhas para fazer desporto, fora isso salto alto ou descalça. A diferença é que em casa dela podia andar vestida. Mas ela era tão perversa que mesmo em casa andava a maior parte do tempo nua e não deixava o marido lhe tocar sequer. Desde do inicio do nosso acordo que cortou a intimidade com o marido e chamava-lhe corno mesmo em frente a outras pessoas.

Na maior parte dos dias, principalmente durante o horário de trabalho do Will, ela tinha autorização para fazer o quisesse comigo, apenas tinha de ir mantendo o Will atualizado com mensagens, fotos e vídeos nossas. Esta semana foi a mais louca da minha vida.

Logo na segunda-feira, mal o Will saiu de casa, recebi uma chamada dela a dizer para ir ao parque da cidade. Assim que lá chego ela encaminha-me para um zona mais escondida e como era segunda-feira de manhã o parque estava quase vazio. Ela levava um mochila bastante grande e assim que chegamos junto de uma árvore ela virou o contudo no chão.

Mandou tirar o salto alto, pegou em cordas e começou a amarrar à árvore, eu comecei logo a ficar nervosa com o que ia acontecer e acima de tudo se alguém nos ia ver. Tinha uma corda a prendar os pés, outra as coxas, uma aprender as mãos atrás da árvore, outra mesmo abaixo das minha mamas a prendar o meu tronco. Colocou uma gag ball na minha boca e tirou uma foto para o Will.

Logo depois pegou num chicote e sem qualquer tipo de preparação começou a chicotear as minhas coxas, peito e barriga. Tinha um sorriso perverso estampando na cara dela enquanto me chicoteava, algumas era tão fortes que o vestido começou a ficar rasgado. Ao fim de meia hora já estava toda vermelha, com o vestido em farrapos, cheia de dores e só me mantinha em pé porque estava amarrada à árvore. Depois pegou num vibrador e amarrou à minha coxa e desapareceu.

Tive vários orgasmo, devo ter ficado uns 40 minutos assim, a certo ponto os orgasmo já eram tortura, sentia lábios da cona inchados, vermelhos, em dor e êxtase. Durante esse tempo fiquei várias vezes em pânico por ouvir pessoas, mas tive sorte que nenhuma foi para onde eu estava, caso contrário iriam ver uma mulher quase a desmaiar, com saliva a escorrer pelo peito e marcas de chicote pelo corpo.

A Sónia lá apareceu, desamarrou-me e eu cai sem forças no chão e só vi a Sónia a desaparecer novamente, desta vez com os meus saltos altos numa mão e a minha chave de casa na outra. Tentei levantar o mais rápido possível para ninguém me ver assim com as cordas e o chicote ao meu lado, mas não conseguia. Tirei a gag ball e arrastei para trás de uns arbustos até conseguir recuperar as forças. Enquanto estava escondida vi que umas pessoas estavam a preparar um piquenique, assim que recuperei as forças e as pessoas foram para o parque infantil vigiar os miúdos, roubei a toalha e enrolei como se fosse um vestido correndo dali para fora.

Quando cheguei a casa a porta estava encostada, entrei à procura da Sónia e acabei por a encontrar na casa de banho que disse assim que me viu:

-Mesmo a tempo, preciso da tua língua.

Agarrou-me pelo cabelo e o meu corpo automaticamente ficou de joelhos, segurou bem a minha cabeça e meteu-a no meio das nádegas dela.

-Não sei o que comi que me fez ficar assim, mas ainda bem que tenho um puta porca como tu para me limpar o cu!

Meti a língua de fora e lambi bem o cu da minha deusa, ao inicio não senti nada de especial, mas ela começou a fazer o buraquinho do cu piscar e a minha língua começou a entender as queixas dela.

Arrastou-me pelos cabelos até à cozinha, foi ao frigorífico buscar um recipiente com arroz, legumes e carne que tinha sobrado do dia anterior e colocou a aquecer. Eu só queria tomar um banho, mas ela mandou-me ficar deitada no chão, com o meu vestido todo rasgado, suja da terra do parque e com a boca a saber a merda.

Ela preparou um prato de comida para ela, sentou-se e atirou o resto da comida para os pés dela.

-Anda porca, deves estar com fome! Não quero ver nem uma migalha no chão!

Fiquei de quatro como uma verdadeira porca e comecei a comer, pelo meio do arroz e dos legumes (não tive direito a carne), lambia os dedos da Sónia que por sua vez esmagava a comida com os pés e levantava para eu lamber da sola dela, aquilo era tão bom que eu até deixava escapar uns gemidos. Não ficou nem uma migalha.

-Uuuhhhh a minha porca comeu tudo, agora deve estar com sede! Abre essa boquinha imunda que eu vou te dar o néctar dos deuses!

Bebi o mijo todo dela, fiquei saciada. Um ótimo almoço para um porca!

-Obrigado minha deusa! Obrigado por partilhar tudo o que sai de si e matar a minha fome!

-Aaaaiiii que bom ouvir a minha porquinha! Anda atrás de mim, vou te dar um mimo, vais lamber o meu corpo todo até eu me vir.

Subi as escadas de quatro patas no chão atrás dela, estava radiante. Até aquele dia a minha irmã ainda não me tinha deixado dar-lhe um orgasmo. Finalmente tinha chegado o dia!

Ela sentou na ponta da cama e disse:

-Eu quero me lambas toda, e não estou só a falar da minha cona, eu quero que lambas o corpo todo sem escapar nenhum sitio. Quando eu decidir que é momento podes lamber a minha cona. Anda! Começa pelas costas e vai subindo!

Eu saltei para cima da cama e comecei a lamber o fundo das costas, fiz questão de salivar muito, queria a minha saliva espalhada naquele corpo, fui subindo e lambi o pescoço, as orelhas, as bochechas, o nariz, a testa, peguei na mão dela e lambi os dedos, as mãos, fui subindo os braços e quando cheguei aos sovacos senti a mão dela a segurar na minha cabeça. Cheirei e lambi durante minutos aqueles sovacos maravilhosos.

Voltei à cara e chupei o nariz perfeito da minha irmã, meti a língua e lambi o interior das narinas, lambi do queixo até às orelhas. Meti a língua o mais esticada possível para lamber o interior das orelhas.

Neste ponto a Sónia já começava a gemer e deitou-se de barriga para baixo, lambi dos calcanhares até ao rabo, meti a cara no meio das nádegas e esfreguei o meu nariz no buraquinho e senti o cheiro delicioso e meti logo a minha língua bem fundo. A Sónia gemia cada vez mais alto e já estava a esfregar o clitóris.

Voltou a sentar e fui lamber a barriga dela toda, como ela tem um umbigo que vem para fora comecei a chupar, nesse momento teve o primeiro orgasmo, só parei de chupar o umbigo quando o corpo dela parou de tremer. Depois sentei-me no colo dela e comecei a mamar nas tetas dela, tão grandes e deliciosas fiquei imenso tempo nelas, chupei até sentir leite na minha boca.

-Está na hora! Vais chupar os dedos dos pés e lamber as minhas pernas até chegares à minha cona!

Assim o fiz, quando acabei de chupar todos os dedos, lambi tudo até estar de caras com a cona da minha irmã! Olhei para os olhos dela a pedir autorização.

-Ataca!! - disse ela.

Meti a minha cara no meio das pernas dela como uma cadela raivosa, chupei tudo e lambi tudo como se a minha vida dependesse disso, comecei a sentir as pernas dela a tremer e a mão a segurar a minha cabeça para não fugir até que ela se vem num jato delicioso, tentei beber o máximo que conseguia, mas era tanto que ficou uma mancha na cama à volta da minha cabeça.

A Sónia ficou uns segundos a recuperar o fôlego, depois pegou no telemóvel, filmou a cama e beijou-me (nem acredito que isso aconteceu), ficamos uns segundos a partilhar a nossa saliva até que ela se vira para o telemóvel e diz:

-Mestre, olhe as tuas putinhas! Esta cadela hoje portou-se muito bem, fez com que eu deixasse a minha marca na vossa cama! Hoje podes dormir com o meu cheiro!

Depois disso ela levantou-se, eu seguia de quatro até à porta de casa.

-Pará! Fica cadelinha! Vou me embora agora, hoje foste uma boa cadela!

Vestiu o vestido dela e cuspiu-me na cara como se me estivesse a dar um biscoito e foi embora, sem tomar banho, sem se preocupar com o que marido lhe ia dizer quando chegasse a casa.

Nesse dia o Will chegou a casa já depois de jantar. Quando chegou foi direto para o quarto, sentou na poltrona com as pernas abertas em cima de cada apoio, eu como é obvio fui logo lhe lamber o cu e para minha felicidade ouço:

-Podes esfregar a tua cona enquanto lambes, ouvi dizer que hoje foste uma boa cadela!

Enquanto eu lhe lambia o cu e punhetava devagar ele começou a contar o motivo de ter chegado tão tarde a casa. Tinha ido até casa da Sónia.

Foi lá porque a Sónia lhe disse que queria dar todas as roupas que não se enquadravam na nova vida dela. Ele ficou curioso como ela ia fazer isso e passou lá.

Ele chegou bateu à porta e a Sónia abriu apenas com uma camisa de noite, disse ao Will para entrar que cumprimentou o nosso cunhado que estava na sala. Segundo o Will ele ficou espantado de o ver e a minha irmã apenas lhe disse que o Will ia levar umas caixas que eu tinha pedido, para ele ficar no sofá porque não serve para nada e pelo menos não atrapalhava.

Depois a Sónia levou-o para a garagem e efetivamente deu-lhe umas caixas cheias de roupa. Com calças, cuecas normais, soutiens, etc. O Will ficou curioso com até que ponto ela estava dedicada e o quão o nosso cunhado estava submisso a ela, então decidiu que ia ter um sessão com ela na garagem.

Mandou-a ficar nua e tirou a pila para fora e fodeu-lhe a boca, fez questão de a deixar bem vermelha e babada, foi dando umas chapadas na cara e cuspindo até estar pronto para se vir e mandou-a punhetar para as mamas. Encontrou um vestido nas caixas que era muito "tapado", pegou numa tesoura que tinha na garagem e cortou-o de forma a parecer apenas um bocado de pano que pouco cobria e mandou a Sónia fazer uma sandes e trazer uma cerveja garantindo que passava em frente ao marido tanto ao ir para a cozinha como a regressar.

Para espanto dele (não para o meu), ela fez exatamente o que ele pediu e o nosso cunhado olhou para ela e depois para o Will com cara de quem sabia o que se estava a passar, mas que nada podia fazer. Assim que ela chegou à garagem ele rasgou-lhe o resto do vestido, encostou-a ao carro deles e fodeu-lhe o cu com toda a força, ela não parava de gritar, ele rasgou-a por completo até ela ficar a chorar. Depois obrigou-a limpar a pila com a boca e deixou-a masturbar-se enquanto fazia, segundo ele, ela não demorou 30 segundos a ter um orgasmo. Mando-a nua para dentro de casa e saiu pela garagem.

No momento em que ele se estava para vir mandou-me chupar até ao fundo e eu tive um orgasmo enquanto ele se vinha na minha boca.

Ele levou-me para o chuveiro e acariciou o meu corpo marcado pelo chicote enquanto tomava banho e depois fomos dormir bem agarradinhos!

Estava ansiosa por ver a Sónia, queria saber o que aconteceu depois de entrar em casa com o cu rebentado!

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u/Fun_Wolverine_6555 — 8 days ago
▲ 18 r/sexoPT

Líquido pré-ejaculatório

Sempre que fico ereto começo a produzir liquido pré-ejaculatório com rapidez e numa quantidade considerável.

Quando estou com a minha namorada em casa ou em algum sitio privado é ótimo porque para além de ajudar na lubrificação, a minha namorada gosto de "brincar" com o liquido.

O problema é na rua ou em momentos com outras pessoas, nós temos uma vida sexual em que há muita provocação e eu acabo por andar ereto muitas vezes, mas tenho sempre algum receio porque às vezes o liquido é tanto que sinto logo os boxers a ficar molhados e tenho medo de ficar com manchas visíveis nas calças.

Mais alguém passa por isto que saiba como reduzir este risco?

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u/Fun_Wolverine_6555 — 13 days ago

Escrava (Parte 4 - extremo)

Na manhã após o casamento acordei com um liquido quente a bater na minha cara. Quando abri os olhos o Will estava em pé ao meu lado a mijar em mim.

Levantei-me com esforço, sentia imensa dor no meu cu e fiquei de joelhos numa mistura de mijo com vómito (eu tinha vomitado enquanto dormia), ele agarrou na minha cabeça e meteu a pila na minha boca.

-Chupa puta! Borraste a minha pila toda enquanto te fodia o cu, agora tenho merda seca na pila!

Para além de me obrigar a chupar a merda e de me foder o fundo da garganta, ainda me batia na cara e cuspia. Com a mistura de mijo, vomito e merda eu não aguentei e sempre que ele me fodia a garganta eu vomita mais. Acabou por tirar a pila da minha boca, enrolar o meu cabelo à volta da pila e punhetar até de se vir.

Enquanto ele tomava banho eu limpei a sala, tirei uma foto para ver o antes e o depois. O que ali se tinha passado ninguém conseguia dizer depois eu ter limpo. Fui também tomar banho, estava enjoada, com dores de cabeça e sentia o meu cu destruído. Quando cheguei à cozinha o Will já tinha preparado um pequeno almoço / almoço para os dois, disse para me sentar junto dele e acarinhou-me, foi romântico, demonstrou estar satisfeito comigo.

Após almoço fomos para a piscina relaxar, ele estava bastante meigo comigo, namoramos bastante até que ele me deitou na beira da piscina e começou a lamber a minha cona. Lambeu os meus pés, chupou os dedos, beijou as coxas, as virilhas, até que meteu a língua dentro da minha e cona e depois lambeu o clitóris até eu me vir na boca dele. Depois puxou-me para o colo dele e beijou-me. Ficamos a partilhar o sabor da minha cona com as nossas línguas até irmos dormir um pouco nas espreguiçadeiras.

Acordamos já ao final da tarde com a campainha a tocar, ele vestiu uns calções depois de ver no telemóvel quem era e mandou-me abrir a porta. Quando o fiz, nua porque não tinha recebido ordens em contrario, vi a minha irmã à porta. De repente tudo o que tinha acontecido no casamento veio à cabeça, fiquei com medo. Não sabia o que a minha irmã tencionava fazer, mas para estar a num domingo ao fim de tarde sozinha a bater na minha porta coisa boa não era.

-Olá maninha!!! Vejo que estas com o teu outfit favorito! Não me convidas para entrar? Onde está o Will?

-Claro que podes entrar, nós estávamos na piscina a descansar.

Assim que chegou à piscina o Will convidou para se sentar no sofá de jardim e fez sinal para eu ficar de joelhos no chão.

-Bem!!! Que bem mandada que a minha maninha é! Vou direta ao assunto, eu adorei ser tratada como uma deusa ontem e quero mais. Como sei que a minha irmã não tem direito a decidir nada, venho pedir a ti. Quero que ela faça tudo o que eu diga e quero que ela te veja a foder o meu corpo!

-Ora mais direta que isso não podias ser! - respondeu o Will - Tu és de facto muito bonita, mas quem te considera uma deusa é a tua irmã. Para mim não passas de uma vaca leiteira com umas mamas enormes.

A cara da Sónia ficou apreensiva, a conversa não estava a ter a direção que ela imaginou.

-Dito isto, eu vejo utilidade numa vaca como tu, podemos fazer muitas coisas os três e agrada-me a ideia de humilhar a Clara usando a irmã dela.

Já não ouvia o meu nome a sair da boca do Will há muito tempo.

-Então que sugeres? - Perguntou a Sónia.

-Podes submeter aos meus desejos, assim como a tua irmã faz. A dinâmica passará muito por tu seres tratada como uma deusa, mas se eu mudar de ideias tens de aceitar o papel que eu te der. Claro que tens sempre a hipótese de parar tudo, mas não há limites é tudo ou nada.

A Sónia ficou pensativa, houve um momento longo de silencio e depois ela respondeu:

-Ok! Eu já sei que a palavra de segurança é "elefante". Podemos começar quando quiseres.

-Muito bem! Como "prémio de boas vindas" pode fazer o que quiseres com ela agora! Só não podemos abusar do cu dela, ainda está em recuperação!

As palavras do Will demonstraram que ele tem sempre atenção às necessidades do meu corpo, mas também me deixaram num turbilhão de emoções. Por um lado eu ia deixar de ser a única mulher na vida dela, por outro a minha irmã ia entrar ainda mais na minha vida e mesmo sabendo o quanto errado era, eu estava genuinamente feliz e excitada com isso.

-Ok, posso fazer o que quiser, mas quais são os limites?

-Nenhum!

-Nenhum? Se quiser lhe bater? Pendura-la ao contrario na arvore? Enfiar coisas nela? Mandar fazer tarefas? Fazê-la lamber o meu cu? Prender os mamilos dela?

-Como disse, não há limites! Nem para ela, nem para ti! E neste momento eu digo que podes fazer o que quiseres com ela. Deixando o cu a recuperar, claro!

A minha irmã levantou-se e olhou para mim enquanto pensava. Dava para ver na cara dela que não sabia o que fazer nem acreditava que podia fazer o quisesse. Que não havia limites! Depois de pensar por bastante tempo lá disse:

-Vais me chamar deusa sempre que falares para mim!

-Sim deusa! - respondi.

-Roça-te na minha perna!

Eu agarrei a perna e comecei a roçar a minha cona na canela dela como um cão.  Enquanto isso ela começou a dar chapadas na cara. Ao princípio eram leves, mas depois ela foi ganhando gosto e começou a bater com mais força. Quando estava quase a vir na perna dela e já com a cara vermelha das chapadas ela disse:

-Pára!! Nem penses que te vais vir com tanta facilidade. Tira as minhas sapatilhas!

-Sim deusa!

-As meias!

-Sim deusa!

-Tira as minhas calças!

-Sim deusa!

-Lambe os meus dos pés sua cadela! Isso lambe bem entre os dedos! Chupa os dedos! Isso que linda cadela!

Eu lambi os pés todos até ela começar a dizer para subir, lamber as canelas, os joelhos, as coxas, as virilhas e depois empurrou-me para trás com um pontapé. Pisou a minha cabeça e disse:

-Mas tu achas que uma cadela imunda como tu tem direito a lamber a cona de uma deusa? Tu vais lamber o meu cu! Deixa-lo limpinho!

Ela tirou as cuecas e sentou-se na minha cara, meti logo a língua o mais fundo que conseguia, o cu da minha irmã é delicioso. Tinha dificuldade em respirar porque ela estava a usar a minha como se fosse um assento. O telemóvel dela começou a tocar e ela atendeu. Era o meu cunhado a perguntar se ela ainda demorava. Ela falou durante minutos com ele como se nada fosse, ele nem imaginava que a cunhada tinha a língua enterrada no cu da esposa dele!

-Bem, tenho que ir embora! - disse a Sónia enquanto se levantava.

-As meias, cuecas e soutien ficam! -exclamou o Will- Ainda hoje vais receber indicações de como deves comportar!

-Sim Mestre! - respondeu ela com um sorriso na cara - Xau Xau cadela!

Assim que ela saiu o Will baixou os calções e gatinhei até ele e comecei a mamar na pila, lambi os tomates o cu e voltei a mamar sempre com muita saliva a escorrer pelo queixo. Depois sentei no colo com a pila dentro da minha cona e comecei a cavalgar. Ele chupava os meus mamilos com força, lambia o meu pescoço e não demorou a me vir na pila dele. Depois meteu-me de quatro na espreguiçadeira e fodeu-me com força até estar quase a vir, agarrou-me pelo cabelo e meteu a pila na minha boca e encheu-a de leite.

Ficamos o resto do dia num estado de romantismo submisso, nem uma palavra sobre a minha irmã.  Por mim tudo ok até porque estava a gostar do carinho que estava a receber, mas também sabia que que o corpo iria sofrer muito próximos dias. Isso deixava-me feliz!!!

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u/Fun_Wolverine_6555 — 2 months ago

A vida corria bem, o Will andava satisfeito com a escrava que tinha e eu feliz com isso. Tinha me aproximado da Sónia outra vez, o Will autorizava a encontrar com ela sempre que quisesse, desde que não deixasse de cumprir as minhas obrigações. Com a aproximação as conversas levaram-me a contar a minha vida toda à Sónia, ela sabia o que eu era, o que fazia, e o que o Will me fazia. Havia coisas mais extremas que ela ficava chocada ao inicio, mas depois passava logo para modo curioso, fazia imensas perguntas e ficava maravilhada. Por outro lado também fiquei a saber mais da vida dela. Ela e o marido já tentavam ter um filho há muito tempo, mas não conseguiam e isso estava a destruir o casamento, mais discussões e menos intimidade. Nunca me tinha sentido tão próxima da minha irmã.

Por norma, o Will mantinha uma separação entre a nossa vida privada e eventos sociais. Sempre que saímos com família ou amigos eu apenas tinha de vestir de acordo com as instruções dele e trata-lo por amor, não me pedia mais nada porque acho que também não queria criar situações embaraçosas para ambos.

Nós íamos ter um casamento de um primo meu, sabia que o casamento ia ter uma parte tradicional rápida (o casamento estava marcado na igreja para as 18h) e depois só iriam ficar as pessoas mais novas na festa e de certo que iria haver muita bebida e diversão (o meu primo tinha fama de gostar muito de noite).

Uma semana antes do casamento, estávamos a jantar e eu disse ao Will que queria sentir mais o papel de escrava em público, que durante o casamento a maior parte da família que nós conhecemos iria embora cedo. Ele disse que ia pensar no assunto, mas que mesmo que concordasse nunca iria ser nada muito óbvio porque não queria criar uma situação difícil de explicar ao meus pais.

O dia do casamento chegou, o Will vestiu um fato azul escuro e gravata a condizer, estava mesmo bonito , viril, só de o ver fiquei com vontade de ser rebentada ainda antes de sair de casa, sentir a pila dele dentro do meu corpo até jorrar o leite todo. Eu calcei uma sandália em salto alto e vesti um vestido vermelho com o cabelo preso de forma expor o pescoço todo. O vestido era todo aberto nas costas pela linha do cóccix e a saia ficava pelo meio da coxa (bastava baixar um pouco e ficava toda exposta), a parte da frente tinha um decote enorme, era aberto desde da zona abaixo do umbigo, tinha apenas duas tiras de pano a tapar cada mama seguras nos ombros. A saia era soltinha mas a parte de cima era bem justa ao corpo expondo bem o perfil dos meus bicos.

O vestido já era suficiente para me sentir uma puta, não tinha mais nada vestido por baixo, o Will colocou um colar no meu pescoço muito elegante, mas que era um adereço de uma coleira e pousou 3 plugs (pequeno, médio, grande) em cima da cama e deixou-me escolher o que queria usar. Eu sabia que ia passar horas com aquilo enfiado no meu cu, por isso queria escolher o pequeno, mas como não ia usar cuecas tinha medo que algo corresse mal então escolhi o maior. O Will sorriu quando peguei nele e enquanto eu cuspia na mão dele, disse:

"Sempre ouvi dizer que quem tem cu tem medo!"

Passou a saliva no buraquinho do meu cu e forçou o plug a entrar. Senti o meu cu cheio e só pensava como ia aguentar tantas horas assim, até a andar me estava a custar.

Chegamos à igreja e o meu cu já se estava a habituar, senti os olhares todos em mim, todos que me cumprimentavam diziam que estava deslumbrante, mas também sentia os olhares de reprovação de algumas mulheres (que os maridos não conseguiam parar de olhar) e dos meus pais. A minha disse que era não roupa para entrar na igreja, mas o Will sussurrou ao meu ouvido:

-Estás de parabéns! És a puta mais desejada, todos querem passar as mãos em ti! Estás a deixar o teu mestre muito feliz, não te retraias!

Não precisava da aprovação de ninguém pois já tinha a do Will, mas logo depois aparece uma segunda aprovação, a da Sónia!

-Olá maninha, estás lindíssima, esse vestido é um máximo, o que é bom é para se ver, não é Will?

-Sim ela está muito linda, sinto-me orgulhoso de ter alguém como ela ao meu lado.

Os meus olhos até arregalaram a ouvir aquelas palavras a sair da boca dele. A Sónia também fazia virar cabeças, estava com umas sandálias parecidas com as minhas, um vestido longo verde, muito decotado com as mamas dela a rebentar para fora. O dia continuou e eu desfilava por entre as pessoas, tinha conversas onde os olhos da outra pessoa estavam sempre a desviar para o meu corpo, os bicos estavam sempre duros e quando me sentava tentava abrir bem as nádegas para o plug ficar a fazer pressão no meu cu. Estava tão excitada que sentia várias vezes o meu suco vaginal a escorrer pelas pernas.

Já depois de jantar, com muitas pessoas a ir embora e as que ficavam já bêbadas (alguma drogadas) o Will agarrou no meu braço e levou-me para uma arrecadação, a forma como me levou senti que algo não estava bem. Levantou o meu vestido de forma a expor o meu cu, tirou o cinto e começou a bater. Bateu mesmo com muita força, estava mesmo a castigar por alguma coisa, eu tentei conter o máximo que podia os gritos para ninguém ouvir e para não chorar e borratar a maquilhagem. Quando parou tinha o rabo bem vermelho (ele era bom no que fazia, bateu mesmo de forma ao vestido tapar as marcas), disse para me recompor e ir ao jardim.

Quando lá cheguei mandou sentar num banco de madeira sabendo que ia custar imenso, à frente dele estava a Sónia.

-Diz lá à tua irmã porque te custou tanto sentar!

-Porque o mestre castigou-me e bateu com o cinto até o meu rabo ficar todo vermelho! - a vergonha crescia dentro de mim com o olhar da minha irmã.

-E sabes porque?

-Isso não interessa mestre, se o senhor me castigou é porque eu mereço!

A Sónia estava incrédula, mesmo sabendo de tudo acho que ela não imaginava este nível de submissão. Então ela disse:

-Desculpa maninha, estávamos a conversar e ele percebeu que falavas comigo de tudo e acabei por contar que sabia da vossa dinâmica de casal!

-As putas não têm pedidos de desculpa! - disse o Will enquanto se levantava e com as mãos nos meus ombros pressionava o meu corpo contra o banco. - Diz-lhe o que estás a sentir agora!

Eu respondi:

-Estou a sentir agradecida pelo castigo, triste por não ter contado ao mestre que falava contigo sobre a nossa intimidade, dor por as minhas nádegas maltratadas estarem a ser pressionadas contra o banco, excitada porque tenho um plug grande metido no cu à horas e ele está cada vez mais dentro de mim! Envergonhada por estar a dizer isto e por teres pedido desculpa!

-Porque é que tens vergonha de ela te pedir desculpa?

-Porque eu sou uma puta que só serve para satisfazer e tu és uma deusa com um corpo perfeito. Eu sou uma vergonha para o meu mestre, não tenho mamas, tu tens tudo és maravilhosa, tão maravilhosa que eu já me vim a ver fotos tuas! - ela ficou com cara de chocada - Para além das fotos que tiramos na piscina eu fiz vídeos sem saberes para satisfazer o Will. Tu és uma deusa e ele merece ter orgasmos a ver deusas!

A cara dela mudou de chocada para um sorriso malvado e disse:

-Bem, as deus merecem ser adoradas, veneradas!

-Põe-te de joelhos e limpa-lhe os pés! - ordenou o Will.

Nós estávamos numa ponta do jardim, já estava escuro e a maior parte das pessoas estavam no interior a dançar, o álcool e as drogas já circulavam com força, quem olhasse para nós apenas iria ver uma silhueta em pé (Will), uma sentada de pernas cruzadas (Sónia) e uma de quatro na relva como se estivesse à procura de alguma coisa (eu). Eu lambia os pés, entre os dedos, meti a língua entre a sandália e a sola do pé, chupei os dedos, o cheiro e o sabor estavam a deixar super excitada até que ouvi um "para já" do Will.

O meu cunhado encaminhava para a nossa beira, começou a falar como o casamento estava a ser porreiro e só alguns minutos depois é que olhou para mim e perguntou o que eu estava a fazer de joelhos na relva. Eu ainda estava em posição de escrava, o Will não me tinha dado mais nenhuma ordem, apenas sorri e disse que estava à procura de um anel que tinha perdido, mas que não encontrei, se calhar tinha deixado noutro sitio.

O meu cunhado manteve-se o resto da noite junto à minha irmã, mas ainda assim ela conseguia provocar o Will (e a mim também), abanava as mamas, inclinava para mostrar ainda mais o decote e fazia questão de se roçar bem enquanto dançava. Já de madrugada o Will agarrou em mim, levou para uma casa de banho, e sem se preocupar com a porta estar fechada ou não, sentou-me em cima do lavatório e fodeu-me, puxou o cabelo, beijou-me, ferrou no pescoço, chupou no meus mamilos e olhou-me nos olhos enquanto se vinha dentro de mim e me vinha com ele dentro de mim.

Saímos logo da casa banho e a minha irmã veio a correr até mim porque tinha o vestido torto e uma mama à mostra, aproveitou e passou a mão no bico enquanto sussurrou ao meu ouvido:

-Aposto que tens essa cona toda rebentada, ele fodeu-te enquanto pensava em mim!

Aquilo excitou-me ainda mais e respondi:

-Sim mana, ele fodeu bem a mim cona e encheu-a de leite enquanto olhava nos meus olhos! Aposto que querias estar no meu lugar, mas não és tão puta como eu!

Ela encostou as mamas em mim, meteu os dedos no meio das minhas pernas que tinham o leite do Will a escorrer e disse enquanto os lambia:

-Nem imaginas o quão puta eu sou, um dia vou estar a beber este leite direto da pila do Will e tu não vais puder fazer nada! Tu és uma escrava enquanto eu sou uma deusa, acredita que não foi a última vez que me lambeste os pés e vais lamber muito mais! O teu namorado vai me foder tanto à tua frente e tu não vais puder fazer nada, vais ficar a vê-lo a encher o meu corpo de leite enquanto eu me venho com a pila dele!

Eu estava bêbada, drogada, fodida e ouvir aquilo ainda fez ficar mais excitada, mas ao mesmo tempo perceber que a minha irmã não era nenhuma santa e estava a preparar-se para se meter na minha relação com o Will e eu não podia fazer nada. Como ela disse, eu sou apenas uma escrava!

Chegamos a casa já o sol estava a nascer, o meu vestido e as minhas sandálias tinham ficado no chão do parque de estacionamento do casamento como o Will tinha ordenado, vim a viagem até casa a chupar a pila do Will enquanto ele brincava com o plug. Sai do carro e entrei em casa a gatinhar, o cu estava dorido pela horas todas com o plug, mas sabia que estava na hora de o tirar.

Fiquei de quatro em cima da mesa da sala e o Will puxou o plug para fora muito devagar, foi um misto de dor intensa e de alivio. Assim que o tirou meteu-o na minha boca para eu sentir o sabor do meu cu e encheu o meu rabo e o olho do cu de lubrificante. Depois colocou a gravata dele à volta do meu pescoço e puxou a gravata ao mesmo tempo que puxava o meu cabelo, meteu a pila forte e fundo no cu. Eu soltei um grito que foi abafado pelo plug.

Ficamos assim durante algum tempo, eu já estava em extasie total com tanta dor, prazer e excitação, depois ele, ainda com a pila no meu cu pegou em mim e fodeu de pé enquanto me segurava no ar, com a posição do corpo não resisti e comecei a mijar. Atirou-me para o chão e pisou a minha cara contra o mijo e continuou a foder o cu até se vir dentro dele. Ele caiu no sofá a dormir e eu fiquei deitada no chão em cima do meu mijo, com o cu todo rebentado.

Adormeci feliz tinha sido uma noite espetacular!

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u/Fun_Wolverine_6555 — 2 months ago

Quando o Will desceu para tomar o pequeno-almoço já eu tinha preparado tudo, fiquei de joelhos sentada nos meus calcanhares enquanto ele comia. Acabou, escovou os dentes e antes de sair deu-me um beijo na testa e disse:

-Linda menina, tens aqui a tua tarefa de hoje, se a cumprires deixo-te vir enquanto te fodo a cona!

Que incentivo! Ainda não tinha lido o bilhete, mas já sabia que ia fazer de tudo para cumprir. Abri o bilhete e li:

"Hoje quero me vir a ver uma mamas grandes, arranja maneira de trazer a tua irmã para a piscina e filma / tira fotos dela em biquíni."

A minha irmã Sónia era mais velha que eu 2 anos e eu sempre tive ciúmes dela porque eu não tenho mamas nenhumas (mesmo assim o Will, quando queria, conseguia dar umas boas chapadas nelas), mas ela tem um par de mamas enormes. Por um lado senti um pouco triste por não ter mamas que satisfaçam o Will, por outro fiquei radiante porque sabia que mais tarde ia me vir com a pila do Will a rebentar a minha cona.

O Will não sabia, mas eu e a minha irmã tínhamos uma relação muito intima. Toda a nossa vida usamos as cuecas uma da outra, andávamos nuas pela casa, tomávamos banho juntas, apalpávamos uma à outra, usávamos os mesmos brinquedos sexuais, durante a adolescência aconteceu entrar no quarto e a outra ser apanhada a masturbar, chegamos a ter até o mesmo parceiro sexual (nunca juntas e eles também não sabiam).

Liguei a convidar para vir passar o dia comigo na piscina, ela aceitou logo e até senti que ela ficou animada com a ideia. Já se tinha queixado várias vezes que eu estava mais distante desde que tinha deixado de trabalhar (ela não sabia que eu era uma escrava e que isso ocupava muito tempo).

O Will tinha como hobby fotografia, então não faltava maquinas fotográficas em casa. Coloquei várias a filmar a entrada, cozinha, jardim e a casa de banho de apoia à piscina. Iria ter de manter a minha irmã sempre nessas zonas, mas não iria ter dificuldades.

Tinha recebido autorização para andar de biquíni hoje, mas quando a minha irmã chegou deu de caras comigo toda nua quando lhe abri a porta. Ela abraço-me logo, senti as mamas enormes dela contra os meus bicos e fiquei com os bicos tesos. Ela olhou de cima baixo e disse:

-Bem, já não via este corpinho sexy há muito tempo, vejo que ainda gostas de andar a apanhar ar!- sorriu- Mas que marcas são estas? Caíste ou assim?

-Sou uma distraída ando sempre a bater contra coisas! Mas o moreno disfarça, entra vamos apanhar um solzinho na piscina. - respondi depois de ela reparar em algumas negras que eu tinha.

Fomos indo para a zona da piscina. ela tirou o vestido e já vinha de biquíni por baixo, sugeri logo tirar umas fotos para guardar o momento, tiramos várias e eu fiz o melhor para apanhar bem as mamas e ainda consegui convencer a fazer umas poses. Ela ainda questionou o facto de eu estar nua nas fotos, mas só respondi que não havia mal nenhum porque não ia publicar nas redes sociais. Fui buscar uma sangria que já tinha preparado e uns petiscos, já estava satisfeita, as fotos que tinha deviam ser suficientes para satisfazer o Will, mas assim que voltei à piscina tive certeza que ia ser bem fodida à noite. A Sónia estava nua.

-Decidi ficar livre também, já que tu estas toda nua não faz sentido eu estar aqui tapada sem aproveitar para apanhar sol no corpo todo! Podes deitar protetor?

Eu estava a radiar por dentro, estava correr tudo tão rápido e na perfeição, disse para ela se deitar numa espreguiçadeira que eu sabia que ia ser bem apanhada pela câmara que eu tinha escondido. Esfreguei bem o corpo todo e não me contive de passar os dedos pela cona dela, no cu e massajar as mamas gigantes dela. Vi ela a fazer algumas caras de surpresa, mas não disse uma palavra. Depois foi a minha vez e ela também não se fez de rogada, passou bem as mãos pelo o meu corpo e até puxou os bicos enquanto brincava com o tamanho das minhas mamas.

As horas passaram, comemos, bebemos, apanhamos sol, fomos à piscina e inevitavelmente as conversas levaram a eu acabar por contar a forma como vivia, a Sónia não reagiu de forma chocada, apenas disse que o importante era eu ser feliz (percebeu porque tinha negras e não sentia vergonha) e contou que no caso dela as coisas por fora pareciam muito bem, mas o casamento estava morto e não havia intimidade nenhuma. Fiquei com pena dela, mas não podia fazer nada. Tiramos mais fotos ao longo dia e aqui e ali eu mexia no corpo dela e ela no meu.

Quando ela foi embora pediu para eu não me afastar tanto, para marcar mais encontros. Ainda sobravam umas horas para o Will regressar então eu fui editar o mais rápido que conseguia as imagens que tinha (eu trabalhava como editora de fotos e vídeos de casamento antes de virar escrava). Quando o Will chegou a casa já eu estava à porta em posição escrava com uma pen no chão e o tablet com uma imagem da minha irmã a segurar nas mamas.

-Mestre tomei a liberdade de fazer uma compilação com imagens e clips da tarefa de hoje. A pen contem todos os ficheiros sem edição. Espero que seja do seu agrado.

-Vai preparar um banho para mim e para ti e fica à espera no quarto. - respondeu ele.

Fiz o que ele ordenou, quando ele entrou no quarto sentou-se na poltrona e pousou uma perna em cada braço da poltrona, eu já sabia o que tinha de fazer. Gatinhei até ele e meti a minha cara no cu, lambi e chupei bem o cu dele, meti a minha língua o mais fundo que conseguia e rodei dentro do cu dele. Adoro cheirar o cu dele ao fim do dia, a mistura de suor com o cheiro a cu, às vezes ele deixava-me masturbar enquanto o lambia, mas hoje estava atento ao tablet e não disse nada.

Ao fim de 30 minutos, mandou parar e entramos os dois na banheira. Ele ficou de pé e eu de joelhos, agarrou com as duas mãos na minha cabeça e fodeu a minha boca, meteu fundo e forte na minha garganta até eu começar a ter lágrimas a escorrer pela cara. Quando sentiu que se ia vir meteu a pila bem no fundo e segurou a cabeça para eu não fugir, conseguia sentir as bolas dele a ser esmagadas no meu queixo. Encheu a minha garganta de leite e eu não aguentei e acabei por vomitar um bocado, junto com o leite dele saíram pedaços de fruta que ficaram a boiar na agua. Olhou para mim enquanto saia da banheira a caminho do chuveiro e disse com o ar maldoso:

-Não se deita comida fora!

Eu comecei logo a apanhar todos os bocados de fruta e a comer. No fim mandou-me tomar banho de chuveiro e deixar tudo limpo. Quando voltei a entrar no quarto ouvi:

-Hoje foste uma excelente puta! Conseguiste mais do que eu esperava e por isso, para além do prémio prometido de manhã, podes ainda escolher 2 brinquedos.

-Obrigado mestre, se for do seu agrado gostava de usar as bolas anais roxas (eram todas do mesmo tamanho, de tamanho médio) e de ser chicoteada na mamas com o chicote que usam nos cavalos.

-Muito bem, põe-te de quatro na beira da cama e abre o cu!

Fiz o que ele disse, antes de começar a meter as bolas ele lambeu bem o meu cu, não estava nada à esperar, mas era sinal que ele estava satisfeito comigo. A cada bola que empurrava para dentro do meu cu dava uma chapada forte na minha cona. Quando as cinco bola estavam dentro de mim, fiquei de pé com as mãos atrás da nuca pronta para contar as chicotadas!

-Ficaste com ciúmes da irmã? A Sónia tem umas mamas deliciosas, tu tens o que? Uns caroços? És uma merda, com essas mamas nem para seres puta de estrada serves! Tens sorte de eu existir, mais ninguém te quer!

Entre chicotadas eu respondia:

-Sim mestre, ela é lin... 18... eu queria ser como ela. 19. Se não fosse o senhor eu nunca teria prazer! 20. Pareço uma tábua, o meu mestre merece mais, 21, merece a minha irmã!

-Uma mulher de verdade, uns tetos que dão vontade de chupar, vontade de a engravidar só para mamar leite deles!

-O... 32... leite dela deve ser... 33... delicioso! 34!

As lágrimas já me caiam pela cara, tanto pelo abuso verbal com pelas chicotadas, os meus bicos estavam sensíveis e o peito muito vermelho.

Depois ele colocou o tablet na ponta cama e mandou ficar de quatro a olhar para ele. Meteu a pila bem fundo na minha cona, sem preparação, sem cuidado, berrei de dor e prazer, finalmente ia ter um orgasmo com a minha cona a ser fodida pela deliciosa pila dele.

-Olha bem como ela boa, aposto que até tu tens vontade de meter a cara no meio daquelas mamas! De ferrar nos bicos e apertar com força!

Ele continuava a abusar verbalmente de mim, puxava bem o cabelo para garantir que tinha o olhos no tablet. Ele tinha razão, até eu ficava com vontade de abusar das mamas da Sónia. Estava a ficar maluca, fantasiava com a minha irmã, não podia ser!

A cada estocada que ele dava parecia que ia rasgar a minha cona, já tinha a mão dele marcada na minha nádega e estava a ficar com dores de cabeça de ter o cabelo puxado. Ao fim de algum tempo, comecei a sentir o meu corpo a tremer e tive um orgasmo enorme enquanto olhava para a foto da minha irmã. Logo após ele tirou a pila de dentro de mim e encheu as minhas costas e o meu rabo de leite.

Agarrou no cabelo e arrastou-me pelo chão até ao chuveiro.

-Quero mijar, abre a boca!

Ele começou a mijar em cima de mim, na cara, na cabeça, no peito e o que vinha parar à boca eu tentava beber tudo. Adoro a urina dele, enquanto o fazia fez questão de deixar humilhada outra vez.

-Só me vim porque estava a olhar para a tua irmã, se não fosse ela, tu não me fazias vir!

Depois da nossa sessão sexo ele foi fazer exercício, eu tomei banho e depois deixei o quarto arrumado. Fui preparar o um jantar para os dois enquanto ele tomava banho. Já ao final da noite sentamos os dois no sofá a ver um filme onde me deitei com a cabeça no peito dele enquanto me acariciava o cabelo.

Tinha sido um dia espetacular e estava a acabar com um momento romântico maravilhoso, mas uma coisa não me saia da cabeça. A Sónia. Só pensava como eu me tinha sido capaz de vir a ver fotos da minha própria irmã.

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