Transei com a namorada do meu colega de apartamento - Parte 2
Pra quem não leu a parte 1, segue o link!
https://www.reddit.com/r/ContosEroticos/s/wjx2eBotez
Boa leitura!!!
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O ruído suave da porta de correr cortou o silêncio tenso do quarto. Regina deslizou a folha de madeira e passou com a fluidez de quem já sabia exatamente o que queria. O ar do quarto, antes neutro, foi imediatamente impregnado por uma mistura do perfume doce dela com o calor do seu corpo. Ela vestia uma camisola branca semitransparente — um tecido tão fino que parecia fundir-se com a pele clara. Sob a penumbra, as aréolas escuras e os bicos rígidos dos seios fartos desenhavam-se com uma nitidez provocativa.
Ela veio na minha direção. Não houve hesitação. Ajoelhou-se ao lado da cama, fincando os joelhos no chão e aproximando o rosto do meu. O calor da respiração dela batia na minha coxa. Olhou de baixo para cima, com a boca entreaberta, a saliva brilhando nos lábios e os olhos fixos nos meus, carregados de uma sede acumulada por meses de rejeição. Baixou a voz para um sussurro quase inaudível:
— Mostra para mim...
Eu vestia apenas um short de corrida bem leve, de pano mole. Com um movimento lento, puxei o elástico para baixo e soltei o membro. A reação dela foi física: a pupila dilatou e um arquejo curto saiu de sua garganta. À sua frente desdobrava-se um pau preto, denso, com cerca de 19 centímetros e uma largura bruta — daquelas que a mão curva sem conseguir fechar os dedos ao redor. O contraste da minha pele com a alvura do rosto dela ali tão perto deixava a cena ainda mais forte.
Sentei na borda do colchão. Regina envolveu a base do meu mastro com a mão fria, mas o contato da pele dela logo esquentou. Ela colou a boca e começou a devorar. Não era um toque delicado; era um movimento sedento. A língua quente e áspera percorria toda a extensão, desde a base até a cabeça, aplicando uma sucção forte, contínua e úmida. O som da saliva se misturando ao atrito da pele começou a ecoar no quarto.
O som estava alto demais para a madrugada. Segurei-a firme pelos cabelos negros, enfiando os dedos entre os fios grossos e puxando a cabeça dela levemente para trás. Inclinei meu rosto até a sua orelha e sussurrei com tom imperativo, rente à pele:
— Menos barulho. O seu namorado está no quarto ao lado.
Ela deu um arfado contido, assentindo. Mas o ritmo não diminuiu. Resolvi testar o limite da submissão dela naquele instante: empurrei a rola de uma vez, fundo na garganta, preenchendo todo o espaço e segurando a cabeça dela no lugar. Senti os músculos da garganta dela se contraírem violentamente em espasmos de refluxo. Regina começou a bater na minha coxa com a palmada abafada e, em seguida, cravou as unhas compridas na minha carne, arranhando a perna em um pedido desesperado por ar. Sustentei por mais dois segundos antes de puxar de volta.
O membro saiu completamente banhado, refletindo a fraca luz do ambiente. Fios de baba espessa ligavam a cabeça do meu pau aos lábios dela, que pingava no próprio colo. Ela puxou o ar com força, o peito subindo e descendo descontrolado, encarando-me com uma mistura de choque e tesão indisfarçável.
Sem dizer uma palavra, ela se levantou, segurou meu pescoço com força, me empurrou de costas no colchão e declarou com a voz rouca: — Quero sentir isso dentro de mim.
Ela montou devagar, alinhando-se. Quando a cabeça do pau começou a abrir espaço, a pele dela se esticou ao limite. Ela desceu o quadril até engolir o comprimento inteiro. No instante em que me sentiu até o fundo, o corpo dela entrou em colapso. Regina travou. Começou a tremer dos pés à cabeça, enquanto as paredes internas dela se contorciam em espasmos violentos e involuntários, apertando o meu pau como uma prensa. A frustração, o medo de ser pego e o desejo represado explodiram de uma vez: ela gozou na primeira sentada, desmanchando-se em cima de mim, soltando um gemido abafado na minha curva do pescoço.
Para um homem, sentir a musculatura de uma mulher se contrair e se desazer dessa forma em cima de você é o ápice absoluto do domínio físico.
Mesmo ainda trêmula pelo orgasmo, o apetite dela parecia inesgotável. Ela me agarrou pelo pescoço e começou a subir e descer com fúria. Naquele momento, ela parecia tomada por uma necessidade cega de apenas usar o meu corpo. O ritmo acelerou, e o som molhado do sexo — um estalo úmido e contínuo da pele se chocando contra a pele — tomou o quarto. O cheiro de sexo e do suor que começava a brotar da pele dela dominou o ar. Na penumbra, eu olhava para baixo e via os lábios da vagem dela se esticando ao máximo toda vez que ela subia, e sumindo completamente quando descia de volta no meu pau grosso. É um espetáculo visual e tátil que só um membro com circunferência avantajada proporciona.
Mas eu sou dominador. Não deixaria o ritmo na mão dela por muito tempo.
Segurei firme na cintura dela, parei o movimento e a girei na cama. Coloquei Regina de quatro, puxando os dois braços dela para trás e prendendo os pulsos dela com uma só mão. A bunda grande e clara ficou totalmente exposta, elevada.
Ali, olhando para aquela posição, canalizei toda a irritação acumulada das brigas, dos gritos e do comportamento insuportável dela no dia a dia do apartamento. Comecei a socar fundo e com força. A cada estocada bruta, o corpo dela ia para a frente e a pele da bunda estalava com o impacto. O barulho do sexo ritmado e pesado era inevitável. Regina afundou o rosto contra o travesseiro, mordeando o pano para abafar os gritos e os gemidos que saíam descontrolados. Eu via a carne ceder e se moldar à entrada do meu pau, sentindo o calor e o aperto intenso a cada investida.
O ritmo foi escalando até que senti o ponto de não retorno. Puxei a rola para fora com um estalo úmido e ordenei:
— Vira de frente.
Ela se virou rápido, desajeitada, com o cabelo caindo sobre o rosto e a respiração entrecortada. Segurei sua nuca e enfiei o pau inteiro de volta na boca dela, descendo até o limite da garganta. Descarreguei uma quantidade enorme de sêmen quente e espesso diretamente no fundo da boca dela. Regina engasgou, tentando engolir ao mesmo tempo em que a boca transbordava. O excesso escorreu pelo queixo, babando o pescoço e pingando fartamente sobre os seios transparentes e arfantes.
Quando finalmente a soltei, ela desabou de lado no colchão, puxando o ar com dificuldade e limpando a boca com as costas da mão. Olhou para mim com os olhos vermelhos e a pele corada pelo esforço, soltando entre dentes:
— Filha da puta... seu cachorro desgraçado...
Olhei para ela de cima, com a autoridade de quem tinha imposto a vontade do início ao fim, e devolvi:
— A putinha aqui é você. E a partir de hoje, eu vou querer toda semana.
Ela se levantou sem responder. Ajeitou a camisola manchada, abriu a porta com cuidado e escapou pelo corredor. Ouvi o ruído da água no banheiro social enquanto ela se limpava às pressas antes de voltar para a cama do namorado.
Cerca de vinte minutos se passaram. Eu ainda estava deitado, assimilando a adrenalina do momento, quando a tela do celular acendeu no escuro. Era ela.
“Está acordado?”
“Sim”, digitei.
“Você não vai acreditar.”
“No quê?”
“Quando eu voltei para a cama, o João acendeu de repente. Estava com vontade... o pau dele até esquentou, coisa que eu não via há meses. Ele tentou me penetrar, mas em três segundos ficou mole de novo. Aí ele me pediu desculpas e disse que queria me chupar... e ficou chupando a buceta que você tinha acabado de arrombar, cheia do seu leite, sem eu ter conseguido nem me limpar direito no banheiro.”