u/GrimmPlayer_33

Transei com a namorada do meu colega de apartamento - Parte 2

Pra quem não leu a parte 1, segue o link!

https://www.reddit.com/r/ContosEroticos/s/wjx2eBotez

Boa leitura!!!

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O ruído suave da porta de correr cortou o silêncio tenso do quarto. Regina deslizou a folha de madeira e passou com a fluidez de quem já sabia exatamente o que queria. O ar do quarto, antes neutro, foi imediatamente impregnado por uma mistura do perfume doce dela com o calor do seu corpo. Ela vestia uma camisola branca semitransparente — um tecido tão fino que parecia fundir-se com a pele clara. Sob a penumbra, as aréolas escuras e os bicos rígidos dos seios fartos desenhavam-se com uma nitidez provocativa.

Ela veio na minha direção. Não houve hesitação. Ajoelhou-se ao lado da cama, fincando os joelhos no chão e aproximando o rosto do meu. O calor da respiração dela batia na minha coxa. Olhou de baixo para cima, com a boca entreaberta, a saliva brilhando nos lábios e os olhos fixos nos meus, carregados de uma sede acumulada por meses de rejeição. Baixou a voz para um sussurro quase inaudível:

Mostra para mim...

Eu vestia apenas um short de corrida bem leve, de pano mole. Com um movimento lento, puxei o elástico para baixo e soltei o membro. A reação dela foi física: a pupila dilatou e um arquejo curto saiu de sua garganta. À sua frente desdobrava-se um pau preto, denso, com cerca de 19 centímetros e uma largura bruta — daquelas que a mão curva sem conseguir fechar os dedos ao redor. O contraste da minha pele com a alvura do rosto dela ali tão perto deixava a cena ainda mais forte.

Sentei na borda do colchão. Regina envolveu a base do meu mastro com a mão fria, mas o contato da pele dela logo esquentou. Ela colou a boca e começou a devorar. Não era um toque delicado; era um movimento sedento. A língua quente e áspera percorria toda a extensão, desde a base até a cabeça, aplicando uma sucção forte, contínua e úmida. O som da saliva se misturando ao atrito da pele começou a ecoar no quarto.

O som estava alto demais para a madrugada. Segurei-a firme pelos cabelos negros, enfiando os dedos entre os fios grossos e puxando a cabeça dela levemente para trás. Inclinei meu rosto até a sua orelha e sussurrei com tom imperativo, rente à pele:

Menos barulho. O seu namorado está no quarto ao lado.

Ela deu um arfado contido, assentindo. Mas o ritmo não diminuiu. Resolvi testar o limite da submissão dela naquele instante: empurrei a rola de uma vez, fundo na garganta, preenchendo todo o espaço e segurando a cabeça dela no lugar. Senti os músculos da garganta dela se contraírem violentamente em espasmos de refluxo. Regina começou a bater na minha coxa com a palmada abafada e, em seguida, cravou as unhas compridas na minha carne, arranhando a perna em um pedido desesperado por ar. Sustentei por mais dois segundos antes de puxar de volta.

O membro saiu completamente banhado, refletindo a fraca luz do ambiente. Fios de baba espessa ligavam a cabeça do meu pau aos lábios dela, que pingava no próprio colo. Ela puxou o ar com força, o peito subindo e descendo descontrolado, encarando-me com uma mistura de choque e tesão indisfarçável.
Sem dizer uma palavra, ela se levantou, segurou meu pescoço com força, me empurrou de costas no colchão e declarou com a voz rouca: — Quero sentir isso dentro de mim.

Ela montou devagar, alinhando-se. Quando a cabeça do pau começou a abrir espaço, a pele dela se esticou ao limite. Ela desceu o quadril até engolir o comprimento inteiro. No instante em que me sentiu até o fundo, o corpo dela entrou em colapso. Regina travou. Começou a tremer dos pés à cabeça, enquanto as paredes internas dela se contorciam em espasmos violentos e involuntários, apertando o meu pau como uma prensa. A frustração, o medo de ser pego e o desejo represado explodiram de uma vez: ela gozou na primeira sentada, desmanchando-se em cima de mim, soltando um gemido abafado na minha curva do pescoço.

Para um homem, sentir a musculatura de uma mulher se contrair e se desazer dessa forma em cima de você é o ápice absoluto do domínio físico.
Mesmo ainda trêmula pelo orgasmo, o apetite dela parecia inesgotável. Ela me agarrou pelo pescoço e começou a subir e descer com fúria. Naquele momento, ela parecia tomada por uma necessidade cega de apenas usar o meu corpo. O ritmo acelerou, e o som molhado do sexo — um estalo úmido e contínuo da pele se chocando contra a pele — tomou o quarto. O cheiro de sexo e do suor que começava a brotar da pele dela dominou o ar. Na penumbra, eu olhava para baixo e via os lábios da vagem dela se esticando ao máximo toda vez que ela subia, e sumindo completamente quando descia de volta no meu pau grosso. É um espetáculo visual e tátil que só um membro com circunferência avantajada proporciona.

Mas eu sou dominador. Não deixaria o ritmo na mão dela por muito tempo.
Segurei firme na cintura dela, parei o movimento e a girei na cama. Coloquei Regina de quatro, puxando os dois braços dela para trás e prendendo os pulsos dela com uma só mão. A bunda grande e clara ficou totalmente exposta, elevada.

Ali, olhando para aquela posição, canalizei toda a irritação acumulada das brigas, dos gritos e do comportamento insuportável dela no dia a dia do apartamento. Comecei a socar fundo e com força. A cada estocada bruta, o corpo dela ia para a frente e a pele da bunda estalava com o impacto. O barulho do sexo ritmado e pesado era inevitável. Regina afundou o rosto contra o travesseiro, mordeando o pano para abafar os gritos e os gemidos que saíam descontrolados. Eu via a carne ceder e se moldar à entrada do meu pau, sentindo o calor e o aperto intenso a cada investida.

O ritmo foi escalando até que senti o ponto de não retorno. Puxei a rola para fora com um estalo úmido e ordenei:

Vira de frente.

Ela se virou rápido, desajeitada, com o cabelo caindo sobre o rosto e a respiração entrecortada. Segurei sua nuca e enfiei o pau inteiro de volta na boca dela, descendo até o limite da garganta. Descarreguei uma quantidade enorme de sêmen quente e espesso diretamente no fundo da boca dela. Regina engasgou, tentando engolir ao mesmo tempo em que a boca transbordava. O excesso escorreu pelo queixo, babando o pescoço e pingando fartamente sobre os seios transparentes e arfantes.

Quando finalmente a soltei, ela desabou de lado no colchão, puxando o ar com dificuldade e limpando a boca com as costas da mão. Olhou para mim com os olhos vermelhos e a pele corada pelo esforço, soltando entre dentes:

Filha da puta... seu cachorro desgraçado...

Olhei para ela de cima, com a autoridade de quem tinha imposto a vontade do início ao fim, e devolvi:

A putinha aqui é você. E a partir de hoje, eu vou querer toda semana.

Ela se levantou sem responder. Ajeitou a camisola manchada, abriu a porta com cuidado e escapou pelo corredor. Ouvi o ruído da água no banheiro social enquanto ela se limpava às pressas antes de voltar para a cama do namorado.

Cerca de vinte minutos se passaram. Eu ainda estava deitado, assimilando a adrenalina do momento, quando a tela do celular acendeu no escuro. Era ela.

“Está acordado?”

“Sim”, digitei.

“Você não vai acreditar.”

“No quê?”

“Quando eu voltei para a cama, o João acendeu de repente. Estava com vontade... o pau dele até esquentou, coisa que eu não via há meses. Ele tentou me penetrar, mas em três segundos ficou mole de novo. Aí ele me pediu desculpas e disse que queria me chupar... e ficou chupando a buceta que você tinha acabado de arrombar, cheia do seu leite, sem eu ter conseguido nem me limpar direito no banheiro.”

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u/GrimmPlayer_33 — 2 days ago

Transei com a namorada do meu colega de apartamento

Tenho 29 anos hoje, mas os fatos que vou narrar aconteceram quando eu tinha por volta dos 25. Sou moreno, de pele preta e constituição física atlética, bem cuidada pelo gosto por exercícios, mas sem exageros. Nunca me achei um homem fora do comum no quesito beleza, mas a vida acabou me dando um contraste interessante: olhos verdes marcantes e um sorriso fácil. Se somar a isso uma boa lábia e capacidade de escutar, o resultado sempre me abriu caminhos.

Naquela época, eu já havia saído da casa dos meus pais há alguns anos, mas passei por uma transição importante: consegui o emprego dos meus sonhos. O problema é que a remuneração inicial era menor do que o meu padrão anterior. Para me manter no orçamento sem abrir mão de um bom lugar, a solução foi dividir o apartamento com um colega.
Foi assim que o João entrou na história. Ele tinha cerca de 30 anos, o típico sujeito desligado do mundo, cujas maiores prioridades eram jogar videogame, fumar maconha e levar a vida no menor ritmo possível. Mesmo vindo de uma família de posses, ele trabalhava no turno da noite em um estacionamento e parecia plenamente satisfeito em apenas comer, beber, jogar e passar o tempo com a namorada. Ele não tinha muitas ambições, mas era um cara tranquilo.

O ponto de instabilidade atendia pelo nome de Regina. Ela também tinha por volta dos 30 anos e namorava o João há quase quatro. Ela tinha uma presença impossível de ignorar, marcada pela estética clássica e exuberante de uma mulher de traços italianos. A pele era extremamente clara, de um tom quase de porcelana, criando um contraste vívido com os cabelos intensamente negros e levemente ondulados que desciam até o meio das costas. O rosto tinha feições bem desenhadas, lábios carnosos e um olhar expressivo, quase provocativo por natureza. O corpo tinha curvas extremamente pronunciadas: ombros estreitos que abriam para seios volumosos e firmes, uma cintura bem marcada que contrastava com os quadris largos, as coxas grossas e o bumbum grande e bem desenhado. Era uma mulher visceralmente atraente e consciente do próprio apelo.

Porém, a personalidade era tão intensa quanto o tipo físico. Pavorosa no temperamento, brigava com o João o tempo todo — gritava por qualquer motivo, fechava a cara e, não raras vezes, a discussão escalava a ponto de saírem no tapa. A convivência com ela no apartamento era uma constante linha de tensão.

Com o tempo e com as vindas frequentes dela nos fins de semana, a proximidade fez com que ela passasse a se aproximar de mim para desabafar. Era visível o desgaste de uma mulher vaidosa, em pleno ápice da sua sensualidade, lidando com a frustração e a apatia do parceiro. Reclamava da passividade dele, da maturidade de um garoto e do quanto aquela resignação a desgastava como mulher.
Eu sempre fui do meio do swing e sempre tive atração pelo fetiche de me relacionar com mulheres casadas ou comprometidas — mas sempre dentro de um contexto consensual e fetichista, onde o parceiro sabia ou fazia parte. Nunca havia olhado para a Regina sob essa ótica. Honestamente, embora a achasse uma mulher atraente de corpo, eu a considerava bastante difícil e incômoda no dia a dia. Por cortesia de convivência, ouvia os desabafos, dava conselhos neutros e encerrava o assunto.
Contudo, os desabafos foram mudando de tom. Com o passar dos meses, Regina passou a expor a intimidade do casal sem filtros. Contou que não transavam há meses, que ele enfrentava problemas de ereção, que não a elogiava mais e que ela se sentia completamente frustrada e sem apelo sexual na própria relação.

Foi nessa época que comecei a notar uma mudança no comportamento dela em relação a mim. Ela passou a me reparar de forma diferente: quando eu saía do banho, ou quando andava pela casa usando apenas bermudas curtas de academia — um hábito meu por conforto, costumando dispensar a roupa íntima em casa. O jeito como ela olhava para o contorno do meu corpo deixava transparecer algo ardente e guardado.

O estopim aconteceu num dia aparentemente comum. Eu tinha acabado de sair do banho e estava no meu quarto quando Regina apareceu na porta. O João estava no outro quarto, a poucos metros dali.
Ela me olhou de cima a baixo e perguntou, com um tom meio provocativo, por que eu gostava tanto de andar quase sem roupa pela casa. Entrei na brincadeira e respondi que era a minha tentativa de seduzir o João. Ela deu uma risada curta, me encarou fixamente e soltou: — Você acertou o ninho, mas errou o passarinho...

Em seguida, completou dizendo que reparou que eu não usava cueca e que achava isso um pouco desrespeitoso. Eu devolvi a provocação no ato: perguntei por que ela andava reparando exatamente nessa parte. Ela apenas respondeu que o volume no calção deixava tudo muito evidente. Com um sorriso de canto, afirmei simplesmente que era porque o volume realmente era grande.

A conversa ficou suspensa no ar por um segundo, mas Regina ouviu um barulho no corredor e voltou rapidamente para o quarto onde o João estava.
Passaram-se apenas alguns minutos e o meu celular acendeu na cabeceira. Era uma mensagem dela.
Ao abrir, vi uma notificação no WhatsApp indicando que ela continuava digitando. Aguardei alguns segundos até chegar a frase:

“Fiquei curiosa. Quantos centímetros tem?”

Naquele momento, a provocação se tornou explícita. Sem pensar nas implicações, respondi curto: “Só quem já viu ao vivo tem essa informação.”
A notificação de que ela estava digitando apareceu e sumiu algumas vezes, sem nenhuma mensagem nova por um tempo. Até que a tela acendeu de novo:

“Acho que vou aí matar a curiosidade.”

Uma tempestade de pensamentos cruzou a minha mente. O João estava no quarto ao lado, a pouca distância da minha porta. Ele tinha suas falhas, mas era meu colega de apartamento e não merecia aquela situação. Mas a reação do meu corpo já era incontrolável, o desejo falou mais alto e a prudência foi deixada de lado.
Digitei apenas uma palavra:

“Vem.”

Segundos depois, ouvi o ruído sutil da maçaneta da minha porta girando.

- GALERA tem parte 2 e talvez 3. Se curtiram votem e comentem aí que já posto a parte 2

PS — Parte dois já disponível!!!!!

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u/GrimmPlayer_33 — 3 days ago

Meu nome é Guilherme. Sou de Curitiba e, hoje, aos 26 anos, olho para essa história como quem revisita uma noite que parece ter acontecido fora do tempo, num plano onde as regras sociais foram suspensas pelo peso do instinto. Há três anos, a vida tinha uma urgência diferente; o desejo não pedia licença, ele simplesmente reivindicava seu espaço.

Eu sempre fui um homem que sabe ocupar o ambiente. Tenho 1,85m de uma estatura imponente, ombros largos e uma presença firme que dispensa exageros. Sou o que muitos chamam de "fortinho" — não a musculatura estética e inflada de quem vive para o espelho das academias, mas uma robustez natural, uma carcaça bruta que transmite segurança e pegada. Sou pardo, de uma pele que carrega o calor do sol, contrastada por um par de olhos verdes que costumam ser o meu golpe de misericórdia. Na noite curitibana, esse olhar, aliado a uma simpatia genuína e um papo que flui sem esforço, sempre foi meu passaporte.

Nunca precisei ser o cara mais barulhento da balada. Eu sou o observador, aquele que percebe a brecha exata, o momento em que a tensão entre dois corpos deixa de ser uma promessa e se torna uma necessidade. Eu sei o valor da minha presença e sei como usá-la para conduzir o jogo. As mulheres medianas vinham pelo carisma; as mais lindas, pelo desafio que eu representava.

Mas aquela noite não seria sobre o meu jogo habitual. Seria sobre um pacto de carne, uma aliança de luxúria e uma ninfeta que testaria todos os meus limites. Antes de entender o que aconteceu naquela sala, você precisa entender quem eu sou: um homem que não recua diante do excesso e que, naquela madrugada, estava prestes a entregar exatamente a maderada que a inocência de fachada daquela menina implorava para receber.

Mas essa história começa com ela.

Mariana. Ela é uma força da natureza: quase da minha altura, pele morena que parece reter o calor, com uma boca carnuda feita para o pecado e coxas monumentais, moldadas em anos de vôlei e agachamento pesado e uma bunda que é um monumento à luxúria. Tínhamos um pacto: ela me promovia para as amigas, eu a exibia para os meus parceiros.

Mas o alvo daquela noite era a prima dela, Lorena.

Lorena era o oposto magnético de Mariana. Aos 19 anos, era uma ninfeta de 1,62m, pele de porcelana, cabelos castanhos e uma boquinha rosada que parecia desenhada. O corpo era um golpe: uma cintura fina que destacava uma bunda perfeitamente redonda, em formato de "coração", e seios médios, absurdamente firmes, cujos mamilos apontavam para frente, como uma deusa antiga.

O Prelúdio Digital e o Cenário do Pecado

Semanas antes, o grupo de WhatsApp já era um caldeirão. Fotos de botas de couro, chapéus e decotes generosos ditavam o tom. Lorena, a prima de 19 anos, era o destaque. Nas fotos, ela posava com uma inocência ensaiada, mas o brilho no olhar entregava a malícia. Eu passava horas analisando a cintura fina e os seios médios, cujos mamilos desenhavam relevos agressivos sob qualquer blusa.

A festa era uma daquelas "agrovets" gigantescas. O cheiro de terra batida, perfume caro e álcool barato infestava o ar. O som do sertanejo e do funk batia no peito, ditando o ritmo cardíaco. Logo nos primeiros baldes de cerveja e doses de gummy, o grupo se dissolveu no que só posso descrever como uma "suruba social".

Mariana não perdia tempo; ela dançava colada em mim, sua bunda roçando na minha ereção crescente enquanto ela sussurrava quem de nós deveria pegar quem. O suor começava a brilhar nas peles. Vi Marcus Vinícius (MV) num canto escuro, as mãos perdidas dentro da calça da loirinha safada, que gemia alto sem se importar com a multidão. Sérgio, o moleque magrelo, já estava num "amasso" triplo com a coroa e outra amiga, uma cena de pura sem-vergonhice.

Mas meu olhar voltava para Lorena. Ela dançava com uma garrafa na mão, a minissaia de couro preta subindo a cada movimento. Ela me olhava por cima do ombro, lambendo os lábios, deixando claro que a "inocência" tinha ficado no portão da faculdade. Em certo momento, no meio da pista, ela se aproximou, o corpo quente colando no meu. O cheiro dela — um misto de baunilha, suor jovem e vodca — era inebriante. Ela pegou minha mão e a levou para dentro da saia, por cima da calcinha de renda.

— "Sente como eu estou, Gui..." — ela murmurou, a voz rouca pelo álcool.

Ela estava em brasas. Ali mesmo, entre centenas de pessoas, meus dedos mapearam a umidade que escorria por suas coxas brancas.

O Embrião do Desejo no Carro

Quando a festa deu sinais de cansaço, o desejo estava em ponto de ebulição. MV sumiu com a loira, e sobramos nós no carro da coroa: eu, Sérgio, Mariana e a deliciosa Lorena. O trajeto foi um exercício de tortura erótica.

Espremida entre eu e Sérgio no banco de trás, Lorena começou o show. Enquanto sua língua explorava minha boca, sua mão pequena mergulhou entre minhas pernas, fechando sobre meu pau por cima do jeans. Ao mesmo tempo, ela empurrava a bunda contra a coxa de Sérgio, que assistia a tudo com os olhos injetados.

Puxei a barra daquela saia de couro, sentindo o material sintético deslizar pela pele macia. Enfiei a mão na calcinha e encontrei um pântano. Ela estava encharcada. Meus dedos mergulharam nela ali mesmo, sentindo a textura aveludada de seus lábios internos, ela gemia sujo no meu ouvido, enquanto o carro sacolejava pelas ruas desertas.

A Sala: O Teatro da Inocência

Na casa de Mariana, o silêncio era uma regra; sua filha de 3 anos dormia no quarto ao lado. A coroa, frustrada por não ter a atenção de Sérgio, foi embora, deixando a sala para nós três.

Lorena sentou-se no meu colo. Ela tentava manter uma conversa banal sobre a festa, fingindo uma sobriedade que não existia, enquanto abria as pernas deliberadamente para que Sérgio tivesse uma visão privilegiada de sua intimidade rosada.

— "A festa estava agitada, né?" — disse ela, com uma voz falsamente ingênua, enquanto arqueava as costas, fazendo os bicos dos seios roçarem no meu peito.

Eu a cheirava, louco pelo odor de sua pele de seda. Sérgio estava em estado neandertal. Ele apenas via aquela ninfeta se oferecer enquanto ela fingia que nada demais acontecia, mantendo o olhar fixo nele enquanto minha mão desaparecia entre suas pernas.

Ela finalmente quebrou o teatro. Mandou Sérgio sentar ao meu lado e ajoelhou-se. O primeiro ato foi a maestria do boquete: ela engoliu o pau do Sérgio com uma voracidade agressiva, os olhos fixos nos meus, desafiando minha sanidade. Então, ela virou aquele rabo perfeito para mim, ficando de quatro no sofá.

— "Chega de conversa, Guilherme. Me usa. Me come como se você fosse o dono dessa porra."

Saquei meu pau — escuro, grande, e principalmente grosso, com as veias saltadas e uma cabeça que exigia passagem. Enfiei sem aviso. No pelo. A sensação foi de um mergulho em lava; a bucetinha de 19 anos era um anel de fogo que tentava expelir, mas acabava prendendo meu pau com uma força absurda.

Lorena soltou um gemido abafado, a boca cheia pelo pau do Sérgio, as costas arqueadas em um arco de dor e prazer. Eu a madertei com violência controlada. A cada estocada, eu sentia o fundo do útero dela, e a pressão das paredes dela em volta da minha glande era algo transcendental. Ela estava no limite, as mãos agarrando o sofá, a cabeça balançando enquanto tentava processar a invasão dupla: o pau do meu amigo na garganta e o meu martelo destruindo-a por trás.

Trocamos. Sentei no sofá e ela montou de frente para mim. Seus peitos firmes balançavam na minha cara; eu os mordia e sugava com fúria. Lorena começou a cavalgar com uma técnica de quem nasceu para o pecado. Ela subia e, ao descer, contraía a buceta voluntariamente em volta do meu pau, como se quisesse ordenhar cada gota de mim.

Era uma tortura deliciosa. Eu via o desespero nos olhos do Sérgio, deixado de lado, assistindo àquela ninfeta se deleitar na minha altura, o corpo dela tremendo a cada vez que meu pau afundava por completo. Ela estava em delírio, os olhos revirando, a respiração entrecortada, totalmente entregue à sensação de ser preenchida por algo que parecia maior que ela mesma.

A parte final foi o caos. Deitei a vagabunda no sofá, de frente para nós, mas com as pernas jogadas por cima dos meus ombros. Ali, eu perdi o freio. Comecei a comê-la com uma agressividade animalesca. O som da carne batendo era seco e constante, um ritmo de abate.

A buceta dela já estava inchada, vermelha e transbordando um mel espesso que lubrificava cada entrada. Eu via a pele da entrada se esticando ao limite a cada vez que eu saía quase todo para, em seguida, entrar com todo o peso do meu corpo. Lorena não conseguia mais fingir silêncio; ela urrava, o corpo dela tendo espasmos enquanto eu a levava ao clímax mais violento de sua vida. Eu estava no êxtase absoluto, sentindo o aperto final daquela musculatura jovem se contraindo em volta de mim em um orgasmo que parecia não ter fim.

O Desfecho Surreal

A interrupção veio com a luz da sala estourando. Mariana apareceu, o rosto em choque, gritando pelo barulho. Lorena estava ajoelhada no centro da sala, nua, coberta de suor e fluidos, tentando mamar os dois ao mesmo tempo em um último esforço de devoção.

E na janela, o vizinho. O homem estava lá, com o pau para fora da calça, paralisado diante daquela cena de filme pornográfico real. O flagrante quebrou o transe. Fomos expulsos sob uma descarga de adrenalina, deixando para trás o rastro de uma noite onde a pele branca de Lorena foi marcada para sempre pelo nosso desejo. Foi a transa mais suja e memorável da minha história.

P.S.: Caro leitor, o que você acabou de ler não é fruto de uma imaginação fértil, mas sim o relato de uma noite real que ficou marcada na minha memória. Por motivos óbvios de privacidade e respeito aos envolvidos, os nomes foram alterados, mas a carga de adrenalina e o suor descritos em cada linha são absolutamente fiéis aos fatos.

Este é o meu primeiro texto postado aqui. Decidi colocar essas vivências no papel (ou na tela) porque acredito que histórias como essa merecem ser contadas com a crueza e a intensidade que o momento exigiu. Tenho muitas outras histórias — algumas tão intensas quanto, outras ainda mais surreais — que pretendo compartilhar com vocês em breve.

Espero que este seja o primeiro de muitos relatos. O apoio de vocês é fundamental para que eu continue escrevendo, por isso, sinta-se à vontade para deixar seu feedback. Conselhos, elogios ou críticas construtivas são muito bem-vindos; afinal, a ideia é evoluir a cada conto.

Fiquem atentos, pois a próxima lembrança já está batendo na porta.

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u/GrimmPlayer_33 — 4 months ago