DM's e fotos antigas da namorada

Nunca tive inclinações cuckold ou interesse em hotpast, e era até levemente ciumento e ficava incomodado com qualquer menção ao passado dela (como era o corpo dela, os ambientes em que vivia, o fato de morar sozinha muito jovem). Até que um dia, ela estava dormindo à tarde, eu estava com o celular dela e resolvi explorar. Nunca fui de fiscalizar o celular de nenhuma das minhas companheiras, mas tive o impulso de fazer isso, não por ciúme, mas simplesmente por curiosidade. Rolei bastante a DM do instagram e achei abas de conversas com alguns rapazes bonitos, ex-colegas, normalmente maiores e mais fortes que eu. Fucei despretensiosamente, apenas pra olhar, e li uns flertes mais picantes e uns sextings, fiquei incomodado de início e senti o ciúme me corroendo, mas segui lendo e inevitavelmente, inesperadamente, fui tomado pelo tesão. Me assustei com aquela sensação nova e estranha pois nunca imaginei que pudesse ter esse fetiche, mas fui rapidamente para o banheiro me masturbar enquanto olhava. As fotos e vídeos enviadas nas conversas eram todas de visualização única e já haviam expirado, mas fiquei imaginando os jeitos como minha princesinha tinha se mostrado pra eles. Alguns desses chats também continham conversas pré e pós-encontros: "tá chegando?", "tô assim esperando você", "saudades de sentar pra tu", "foi muito gostoso", o que me deu mais tesão ainda. Olhava o perfil deles e imaginava com detalhe as cenas intensas com ela, com 0 ciúmes. Olhei também a galeria, os nudes e vídeos se masturbando mais antigos (alguns ela já havia me mostrado) e fiquei orgulhoso de como ela era putona e safada, com inveja dos que aproveitaram ela antes de mim.

Alguém mais tem uma história parecida de como começou o fetiche ou gosta de ver conversas/fotos/vídeos antigas também?

reddit.com
u/Known-Home-7092 — 7 days ago

Noiva deu muito pro caminhoneiro enquanto eu esperava no carro

2 verões atrás, minha namorada (hoje noiva) e eu viajávamos de carro quando paramos numa lanchonete de beira de estrada pra lanchar. Era final de tarde e começava a anoitecer, a lanchonete era simples e estava relativamente vazia.

------------

Minha noiva é uma morena farta e alta, e estava com um shortinho curto, mas folgado que ela costuma usar de pijama. Ela entrou na minha frente e pude rapidamente perceber: um cara, pouca coisa mais velho que nós, apesar do ar de vivido e impressionantemente jovem para um caminhoneiro, que estava encostado no balcão trocando ideia com o balconista fitou-a de cima a baixo duas vezes, e foi difícil vê-lo tirar o olho dela após isso. Fizemos nosso pedido normalmente, fui ao banheiro, tudo normal, nada além das habituais encaradas, para as quais ela nem ligava já que estava de costas.

-----------

Ela finalizou o lanche dela e foi ao banheiro, eu pagaria a conta e respiraríamos um pouco antes de seguir viagem. Me aproximei do balcão e, enquanto aguardava o atendente voltar, aquele primeiro cara matou a leve desconfiança que tinha causado em mim e se revelou um rapaz simpático, jogamos conversa fora por alguns minutos sobre a estrada, seu trabalho e outras conversas simples.

----------

Com nossa conta paga, Gabi volta do banheiro e se aproxima de nós, colocando a mão nas minhas costas, reconheço brevemente aquele olhar de desejo voltando aos olhos do rapaz enquanto encara os peitos dela, e depois os olhos. Ali eu já entendia a intenção do rapaz e meus desejos cuckold antecipavam uma possível situação, então fiz questão de apresentá-la, apresentei-a como "minha esposa", do jeito que ela gostava, e como já sabia diferençar cada microexpressão dela, ao que ela estendeu a mão e olhou fixamente nos olhos dele para cumprimentar, senti uma leve admiração vinda da parte dela. Ela fez poucas perguntas à ele antes do assunto morrer, e perguntei se ela já queria ir se encaminhando ao carro, ao que ela foi.

---------

Nos posicionamos para assistir silenciosamente a caminhada da raba imensa dela até o carro, eu tentava observar o olhar dele e, ao que ela empinou para pegar algo no banco de trás, ele rompeu o silêncio com um simples "Sua esposa é bonita hein, cara, parabéns". Lisonjeado e sem saber como prosseguir sem tornar aquela situação mais estranha, concordei e agradeci. Depois complementei com um "Gostosa, né? Corpão" disfarçado por uma risada e obrigando-o a concordar discretamente. Perguntei-lhe se também já ia indo, e aproveitamos para caminhar juntos até o estacionamento, mas, na caminhada, retomei o assunto de antes e perguntei sobre seu caminhão, que não estava longe do nosso carro.

---------

Ao que ele me chamou para mostrar o veículo, chamei Gabi pra que vesse também e se despedisse de nosso amigo. O caminhão despertou o interesse dela, e a conversa se tornou mais entre os dois do que entre nós 3. Após alguns minutos olhando os detalhes do painel e a confortável cama gaúcha na cabine, chegou a hora de nos despedirmos, mas uma conexão invisível se criou entre os dois que a manteria ali, além de uma permissão não-verbal minha muito clara para os dois. Se entreolharam, ele um pouco mais alto que ela e de porte físico médio, sem saber como se despedir, perdidos entre um abraço, um beijo no rosto ou um simples aperto de mãos. Acabou que se abraçaram por poucos segundos, afagando as costas um do outro e com beijos simultâneos na bochecha um do outro.

------------

Ao que finalizaram, ela ficou parada ali na sua frente e acariciou a lateral do seu braço. Eu, a 1 metro de distância e fora daquele universo particular dos dois, tomei a atitude de deslocar o braço de meu novo amigo para a imensa bunda de minha noiva. Seu "Hehe, que isso" indicou que ele não entendeu muito bem, mas ela riu discretamente e, com sua expressão meiga, segurou-o num abraço carinhoso. Abri a porta da cabine para bloquear a visão da rodovia e, naquele estacionamento semi-deserto, começaram os dois a se beijar. O beijo encaixou, e claramente agradou a Gabi, a intensidade escalou rapidamente, aquele rapaz, aparentemente pouco instruído e com mais experiência de sexo casual do que de romance, segurava minha mulher firmemente em seus braços, e apertava sua bunda trazendo-a para ele. Admirei por minutos aquela pegação, até que finalmente pararam para respirar e ela, me olhando nos olhos com toda frieza do mundo, me disse:

----------

- Amor, vai pro carro que nós vamos entrar.

------------

Respeitosamente caminhei excitado até nosso carro, enquanto os dois se ajeitavam na cabine, que era daquelas com uma cama improvisada atrás do banco, apesar de nitidamente apertadíssima. Fiz questão de estacionar exatamente ao lado deles, e lá de dentro, espiar o movimento intenso daquela cabine onde os dois se apertavam à meia-luz amarela acesa. Quando pude distinguir o que estava acontecendo, ela já estava seminua, de quatro, e rebolava sensualmente jogando o quadril contra seu par, que estava somente de camiseta e cueca. Consegui perceber ela se virando, e abandonando a posição de quatro para ficar de barriga pra cima e pernas abertas.

------------

Ela o encarava com safadeza, e ele arriou sua calcinha azul-marinho para a metade de suas coxas lisas e fortes, tirando também sua cueca branca para libertar aquela piroca em pé que já ameaçava rasgar a cueca. Ele brincou com ela um pouco, arrastou sua piroca cabeçuda contra a buceta carnuda e meio peluda dela e se inclinou pra chupá-la. Eu completava o pouco que conseguia ver com os vídeos que ela me mandava em tempo real no whatsapp e ouvia pelos seus gemidos exagerados que ela sentia um prazer incomum e se deliciava intensamente enquanto espremia a cabeça de seu parceiro entre suas coxas e acariciava seu cabelo.

------------

Sua buceta estava mais molhada do que nunca, e a língua dele satisfazia cada centímetro dela. Já era noite, e eles se demoravam tanto a ponto de me causar um leve ciúmes, mesmo assim eu assistia os vídeos que ela me enviava com prazer e, orgulhoso dela, me masturbava sozinho no carro enquanto os dois se deliciavam sem parar. Sabia que ela já estava fraca e entregue ao seu comedor, pois era só ele quem gravava os vídeos pelo celular dela e pela maneira como ela se contorcia de olhos fechados enquanto ele dedilhava a buceta dela por dentro, era possível ouvir no vídeo ele falando de tudo: "isso, sua safada", "você é minha putinha", ao que ela respondia "eu sou, sou sua", o que me causava um gostoso dilacerante ciúme.

------------

Pelo vidro, que embaçou, eu já não conseguia ver nada, fora uma leve silhueta das curvas da minha mulher e seu grande cabelo cacheado, empinada em quatro apoios, sendo segurada por sua cinturinha gorda enquanto seus peitões imensos balançavam sem parar. Agora era possível ouvir seus estridentes gemidos abafados mesmo lá de dentro. Ela o chamava pelo nome, o chamava de gostoso, de tudo. Ele a puxava pelo cabelo e, no vídeo, suavam tanto que pareciam estar em uma sauna, e o corpo de minha mulher tinha sinais vermelhos desde a lateral de suas costas até sua grande e redonda raba.

------------

Eu admirava a maneira como sua piroca grossa de 19cm entrava inteira e lisa naquela buceta, e os gemidos dela formavam uma melodia com o impacto forte do saco dele espancando aquela bunda gorda maravilhosa. Trocaram de posição de novo... e de novo, e de novo, e de novo, e de novo. Eles se entrelaçavam e se beijavam de novo enquanto ele ia por cima dela e seus quadris dançavam lindamente enquanto ele socava firme e ela enrolava suas pernas ao redor do corpo dele. No momento seguinte, estava com uma perna apoiada no chão e outra no painel, enquanto ele metia sem parar nela de lado, toda posição encaixava perfeitamente. Por fim, quando já parecia que não teria fim, ainda ficou quarenta minutos cavalgando e rebolando na piroca preta dele numa linda cena, como eu adoro assistir aquele corpo dançando lindamente em cima de outro, suas gorduras balançando, a tatuagem na lateral de seu peito, a maneira como ela ajeitava seu cabelo volumoso e não tirava o olhar de seu comedor. Cavalgou de frente, sobre ele, com os joelhos no colchão, pela maior parte do tempo; depois, se empinou com os pés no chão e sentou de costas enquanto se apoiava nos bancos.

------------

Ao finalizar, já haviam se passado horas, e me mandou uma mensagem irônica com "acabamos já kkkkk" abri a porta do passageiro e sorrimos olhando um para o outro enquanto eu via os dois completamente suados, nus e ofegantes, jogados no colchão. Orgulhoso e morrendo de tesão, somente admirei sua figura em silêncio por um minuto, e quando a perguntei se gostou, imediatamente me disse que foi uma delícia. "Eu gozei... acho que seis vezes, né?" e olhou pra seu comedor com toda intimidade do mundo buscando confirmação. Com orgulho dela, eu admirava também o pau erguido dele, preto, cabeça roxa-levemente-rosada, com uma leve curva para a frente, que não amolecia de jeito nenhum. Ela o chamou de amor, disse que tinha que ir, e pegou seu contato.

------------

Enquanto ela se vestia, perguntei se gostou de conhecer minha esposa rs. Ela parou ao vestir a calcinha e olhou pra baixo, afirmando que sua buceta estava muito melada, ao que limpei com minha língua com prazer, e pude sentir o sabor dos dois misturados entre eles com suor e paixão. Descemos do caminhão, ambos de calças ainda desabotoadas, ele mostrando seu piru marcando na calça, ela vestindo um top, não paravam de sorrir, ela não queria largar ele.

------------

O estacionamento já estava deserto e perguntei a ela se não queria dar-lhe uma mamada de despedida, ao que sorriram e o fizeram ali mesmo na minha frente. Ela engolia inteiro aquele pau grande e grosso, enquanto olhava diretamente pros seus olhos e chupava com toda paixão do mundo. Assim foi por uns minutos, até que ela o tirou da boca, posicionou seu rostinho abaixo dele e o masturbou amorosamente da base até a cabeça sem parar, ambos não diziam nada, apenas se entreolhavam apaixonadamente, até que fortes jatadas de amor saíram, pintando o resto dela de leite. Ela se lambuzou com o que ficou na cabeça, engoliu como quem come um jantar 5 estrelas, e se despediu com um beijo na boca. Apertei a mão dele e agradeci, "vamos nos falando".

------------

Sentei no banco do motorista e ela ao meu lado, feliz, realizada, relaxada, quietinha. Dei partida enquanto ela ainda limpava o rosto com delicadeza. Seguimos viagem.

reddit.com
u/Known-Home-7092 — 7 days ago

Noiva ranqueou as melhores transas da vida dela e disse que estou em "segundo, talvez terceiro"

O que mais me deu tesão foi os detalhes que ela deu do primeiro lugar de como ela teve squirts em sequência enquanto ele fodia com o dedo na boca dela, e disse que os dedos dele eram mais grossos que o meu pau

reddit.com
u/Known-Home-7092 — 9 days ago