Surpresa no dark room (mini conto)
A festa estava lotada, as batidas de post-punk e rock gótico ecoavam pelo lugar. Eu devia ter uns 19 anos e fui com uns amigos, mas acabei me perdendo deles na multidão. Não me importei muito. Fiquei dançando sozinho na pista, curtindo o clima escuro e a música alta.
Foi quando ela apareceu do meu lado. Uma mulher mais velha, alta, com um corpo que chamava bastante atenção: peitos grandes apertados num corset preto, bunda grande e redonda em uma saia curta, cabelo preto comprido caindo pelas costas. Usava roupa de couro, correntes penduradas é bem maquiada. Não consegui parar de olhar seu corpo se mexer.
Ela começou a dançar perto de mim, roçando de leve. Sorriu, se aproximou e falou no meu ouvido:
— Você tem uma carinha inocente demais pra uma festa dessas... Tem quantos anos?
— Dezenove. É minha primeira vez aqui mesmo. E você?
Ela não respondeu. Só riu baixinho e continuou dançando, agora na minha frente, como se estivéssemos juntos.
Em uma música mais lenta, ela segurou minha nuca e me beijou ali mesmo na pista. O beijo foi delicioso. Ela tomou totalmente o controle, eu só fui na dela.
Não demorou muito e ela pegou minha mão, entrelaçando os dedos com os meus, e me puxou pela multidão até um dark room nos fundos. Assim que entramos, a escuridão era total. Não via nada, só sentia o calor do corpo dela, o cheiro de couro e perfume.
Minhas mãos foram explorando as curvas dela. Apertei aqueles peitos macios por cima do corset, desci pela cintura, e segurei a bunda grande e firme. Beijei seu pescoço e sua boca, pressionando ela contra a parede.
Meu pau logo endureceu. Estava latejando dentro da calça. Encostei meu quadril no dela, esfregando pra que ela sentisse que eu estava pronto pra mais.
A recíproca me pegou de surpresa. Quando pressionei meu corpo contra o seu, senti um volume ainda maior pressionando de volta contra mim, dentro de sua saia.
Dei um passo pra trás surpreso.
Ela não me deixou ir longe. Colocou a mão na minha nuca, seus dedos entrelaçando meu cabelo. Apertou com firmeza, sem machucar, e sussurrou no meu ouvido:
— Relaxa.
Puxou meu rosto de volta pra ela e começou a me empurrar pra baixo, bem devagar. Eu obedeci. Novamente estava sendo guiado. Eu pude sentir que ela sabia exatamente o que queria, e eu queria obedecer.
Ela me abaixou até eu ficar de joelhos no chão escuro. Sua voz doce sussurrou:
— Bom garoto. Você sabe o que fazer agora.
Senti a cabeça do pau dela tocar meus lábios. Abri a boca e comecei a chupar. Primeiro devagar, sentindo o gosto, a textura e a grossura. Depois fui mais fundo, movendo a cabeça enquanto ela segurava meu cabelo com as duas mãos. Ela gemia baixinho, me incentivando:
— Isso… assim… tá tão gostoso...
Eu chupava com vontade, lambendo das bolas à cabeça, sentindo ela pulsar na minha boca.
Minhas mãos subiram pelas coxas grossas dela, apertando a carne macia enquanto eu me dedicava em seu mastro. O dark room inteiro parecia girar em volta daquele momento.
As coxas dela começaram a tremer. O pau pulsava forte na minha língua.
— Continua... assim mesmo. Eu tô quase… — ela gemeu.
Segundos depois ela gozou. Senti o leite quente e grosso, enchendo minha boca. Engoli o que deu, saboreando seu gosto doce.
Ela se abaixou, ainda ofegante, deu um beijo carinhoso na minha testa e sussurrou:
— Você foi perfeito. Obrigada.
Ajeitou a calcinha, baixou a saia e saiu como se nada tivesse acontecido.
Fiquei alguns segundos parado raciocinando o que tinha acabado de acontecer. Levantei devagar e saí dali ainda zonzo.
Não a encontrei mais no meio da multidão. Foi como se nunca tivesse acontecido.
Passei a língua nos lábios e senti uma gota que tinha sobrado no canto da boca. O gosto dela ainda estava ali.
Nunca esqueci aquela noite.