u/OversharingPanda

Surpresa no dark room (mini conto)

A festa estava lotada, as batidas de post-punk e rock gótico ecoavam pelo lugar. Eu devia ter uns 19 anos e fui com uns amigos, mas acabei me perdendo deles na multidão. Não me importei muito. Fiquei dançando sozinho na pista, curtindo o clima escuro e a música alta.

Foi quando ela apareceu do meu lado. Uma mulher mais velha, alta, com um corpo que chamava bastante atenção: peitos grandes apertados num corset preto, bunda grande e redonda em uma saia curta, cabelo preto comprido caindo pelas costas. Usava roupa de couro, correntes penduradas é bem maquiada. Não consegui parar de olhar seu corpo se mexer.

Ela começou a dançar perto de mim, roçando de leve. Sorriu, se aproximou e falou no meu ouvido:

— Você tem uma carinha inocente demais pra uma festa dessas... Tem quantos anos?

— Dezenove. É minha primeira vez aqui mesmo. E você?

Ela não respondeu. Só riu baixinho e continuou dançando, agora na minha frente, como se estivéssemos juntos.

Em uma música mais lenta, ela segurou minha nuca e me beijou ali mesmo na pista. O beijo foi delicioso. Ela tomou totalmente o controle, eu só fui na dela.

Não demorou muito e ela pegou minha mão, entrelaçando os dedos com os meus, e me puxou pela multidão até um dark room nos fundos. Assim que entramos, a escuridão era total. Não via nada, só sentia o calor do corpo dela, o cheiro de couro e perfume.

Minhas mãos foram explorando as curvas dela. Apertei aqueles peitos macios por cima do corset, desci pela cintura, e segurei a bunda grande e firme. Beijei seu pescoço e sua boca, pressionando ela contra a parede.

Meu pau logo endureceu. Estava latejando dentro da calça. Encostei meu quadril no dela, esfregando pra que ela sentisse que eu estava pronto pra mais.

A recíproca me pegou de surpresa. Quando pressionei meu corpo contra o seu, senti um volume ainda maior pressionando de volta contra mim, dentro de sua saia.

Dei um passo pra trás surpreso.

Ela não me deixou ir longe. Colocou a mão na minha nuca, seus dedos entrelaçando meu cabelo. Apertou com firmeza, sem machucar, e sussurrou no meu ouvido:

— Relaxa.

Puxou meu rosto de volta pra ela e começou a me empurrar pra baixo, bem devagar. Eu obedeci. Novamente estava sendo guiado. Eu pude sentir que ela sabia exatamente o que queria, e eu queria obedecer.

Ela me abaixou até eu ficar de joelhos no chão escuro. Sua voz doce sussurrou:

— Bom garoto. Você sabe o que fazer agora.

Senti a cabeça do pau dela tocar meus lábios. Abri a boca e comecei a chupar. Primeiro devagar, sentindo o gosto, a textura e a grossura. Depois fui mais fundo, movendo a cabeça enquanto ela segurava meu cabelo com as duas mãos. Ela gemia baixinho, me incentivando:

— Isso… assim… tá tão gostoso...

Eu chupava com vontade, lambendo das bolas à cabeça, sentindo ela pulsar na minha boca.

Minhas mãos subiram pelas coxas grossas dela, apertando a carne macia enquanto eu me dedicava em seu mastro. O dark room inteiro parecia girar em volta daquele momento.

As coxas dela começaram a tremer. O pau pulsava forte na minha língua.

— Continua... assim mesmo. Eu tô quase… — ela gemeu.

Segundos depois ela gozou. Senti o leite quente e grosso, enchendo minha boca. Engoli o que deu, saboreando seu gosto doce.

Ela se abaixou, ainda ofegante, deu um beijo carinhoso na minha testa e sussurrou:

— Você foi perfeito. Obrigada.

Ajeitou a calcinha, baixou a saia e saiu como se nada tivesse acontecido.

Fiquei alguns segundos parado raciocinando o que tinha acabado de acontecer. Levantei devagar e saí dali ainda zonzo.

Não a encontrei mais no meio da multidão. Foi como se nunca tivesse acontecido.

Passei a língua nos lábios e senti uma gota que tinha sobrado no canto da boca. O gosto dela ainda estava ali.

Nunca esqueci aquela noite.

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u/OversharingPanda — 7 days ago
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Went to my bachelorette party with my female friends and this is the surprise they planned for me

u/OversharingPanda — 7 days ago

Dicas de depilação

Sissyzinhas, eu tenho algumas dúvidas sobre depilação íntima (bunda, cu, virilha, saco...) e queria ver se vocês podem me ajudar.

  1. Laser ou luz pulsada? Qual dura mais, qual dói menos, qual demora menos sessões... Tenho dúvidas de qual escolher.

  2. Sabem indicar algum lugar em São Paulo que faça esses procedimentos em homens? Vejo muito falar sobre depilação íntima feminina, não sei se pra homens é tão fácil de encontrar.

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u/OversharingPanda — 8 days ago

O ex da minha namorada (parte 3)

[Parte 1]

[Parte 2]

Depois daquela noite com o Bruno, a Laura veio se desculpar pra mim. Disse que estava arrependida por não me dar mais atenção na cama, e disse que as coisas iam mudar.

Começamos a nos beijar apaixonadamente. Com a voz cheia de tesão, Laura disse no meu ouvido:

— Ainda sinto o gosto dele na sua língua... E acho que vou sentir pra sempre.. corninho.

Aquilo me deixou maluco. Fui tomado por uma mistura de raiva e tesão, joguei a Laura na cama e a fodi como não fodia há tempos.

Me senti um homem de verdade. Foi uma boa sensação, mas eu podia sentir que não ia durar.

---

Na quinta-feira da mesma semana, o Bruno chegou e foi direto pro quarto com a Laura. Poucos minutos depois, eu a ouvi me chamando.

— Amor, vem aqui rapidinho!

Entrei. Bruno estava de pé, pelado e com o pau duro como pedra. Laura estava de joelhos na frente dele, segurando seu pau com as duas mãos e olhando com o mesmo desejo de um cachorro faminto.

— Tira o pau pra fora e vem cá— ela mandou, sem nem tirar os olhos do pau dele — Hoje você vai brincar com a gente.

Obedeci, sentindo um tesão indescritível. Era hora de mostrar que eu ainda poderia ser um homem de verdade. Meu pau já estava duro, mas quando cheguei perto já percebi o quão ridículo ele parecia perto do Bruno.

Laura sorriu, segurou o pau do Bruno pela base e colocou por cima do meu, comparando os dois.

— Olha amor… só a cabeça dele já cobre o seu quase inteiro — disse ela, rindo. — Tá vendo como é grosso? Mal cabe na minha mão… — ela disse isso segurando o meu apenas com dois dedos.

Bruno deu uma risadinha por cima e balançou o quadril de leve, fazendo o peso do seu pau empurrar o meu pra baixo.

Laura começou a chupar ele com vontade. Lambia toda a extensão, enfiava o máximo que conseguia na boca, babava bastante enquanto massageava as bolas, o serviço completo.

De vez em quando virava o rosto e dava só uma lambida rápida na cabeça do meu pau ou chupava superficialmente, mas logo voltava pro monstro do seu ex.

Ela masturbava ele com as duas mãos e eu só com dois dedinhos, rápido e fraco. A humilhação era foda. Ver ela tão dedicada pro pau dele enquanto mal ligava pro meu…

Não aguentei. Gozei em menos de um minuto, jorrando fraco nos dedos dela e no chão.

Laura tirou o pau do Bruno da boca com um estalo e olhou pra mim com cara de surpresa e deboche:

— Mas já? A gente tava só começando, amor…

Ela limpou a mão suja de porra na minha coxa e falou:

— Deita na cama. Vou te deixar durinho de novo.

Deitei de costas. Laura subiu em cima de mim em posição de 69, colocando sua buceta molhada na minha cara e boca no meu pau. Começou a me chupar devagar, tentando me deixar duro outra vez enquanto brincava com minhas bolas. Eu estava concentrado nos seus gemidos enquanto lambia sua buceta, quando senti a cama balançar.

Bruno tinha subido atrás dela. Colocou o pau pesado em cima da sua bunda dela e posicionou a cabeça grossa na portinha do cu.

— Pode deixar que eu cuido desse buraco aqui — ele disse.

Ele cuspiu e começou a forçar pra dentro. Laura soltou um gemido de dor no meu pau, que logo se transformou em prazer quando o pau dele acabou de entrar. Sem muita dificuldade.

Quanto mais Bruno metia no cu dela, mais fundo ela engolia meu pau. O corpo dela era empurrado pra frente com força a cada estocada. A cama toda rangia e balançava.

De baixo eu via tudo: o pau grosso do Bruno abrindo o cu da Laura, entrando e saindo, e as bolas pesadas dele batendo direto na minha cara toda vez que ele metia até o fundo, o som dos tapas ecoando por todo o quarto...

Em determinado momento Bruno tirou o pau inteiro do cu dela de uma vez. Com uma mão, empurrou a bunda da minha namorada pra frente, e com a outra posicionou seu pau pra baixo, em minha direção. Como que por instinto, abro a boca o máximo que pude. Sem aviso, ele enfiou tudo na minha garganta. Enfiou e tirou algumas vezes, e logo voltou pro cu da Laura que já estava implorando pra voltar a ser fodida.

Ficou revezando: tirava do cu dela e enfiava na minha boca, depois voltava...

— Porra… a boca desse corno é mais apertada que o seu cu, Laurinha — Bruno riu, metendo fundo na minha garganta.

Depois de alguns minutos fazendo isso, minha boca dolorida (e imagino que o cu de Laura também), Bruno se levantou da cama e ficou de pé.

— As duas putinhas de joelhos. Agora.

Laura e eu obedecemos. Ficamos lado a lado, de joelhos no chão, com língua pra fora.

Bruno bateu punheta olhando pra gente. Parecia um animal faminto olhando suas presas. E era exatamente aquilo que éramos... Sua expressão começou a mudar... Os movimentos ficadam mais rápidos... Eu sabia o que estava por vir.

Jatos grossos e quentes acertaram nossos rostos inteiros. Testa, olhos, nariz, cabelo, boca, língua... Ficamos completamente pintadas de porra.

Quando ele terminou, olhei pra Laura. Ela me olhou de volta, o rosto completamente melado da porra do ex. Os dois cansados e cobertos de suor. Mesmo assim, senti uma onda de amor misturada com aquela humilhação toda.

— Eu te amo — falei.

— Eu também te amo, meu corno — ela respondeu, com um sorrisinho.

A gente se aproximou e nos beijamos ali mesmo, de joelhos. O beijo foi molhado, quente e nojento. A porra grossa e viscosa do Bruno escorria entre nossas bocas, misturando em nossas línguas. Eu sentia o gosto forte dele passando de boca em boca, escorrendo pelo queixo, grudando no nosso rosto. Laura gemia enquanto me beijava, segurando minha nuca, lambendo mais para não perder uma gota de leite...

Quando nos separamos, ela olhou pra baixo e viu meu pau duro e latejando. Ainda sujo com os restos de porra que escorreram de mim.

— Vem, agora é sua vez — disse ela, com a voz safada.

Laura deitou na cama de barriga pra cima, abriu bem as pernas e puxou os joelhos pro peito, oferecendo o cu pra mim. O cuzinho dela ainda estava bem aberto, vermelho, piscando e com restos de lubrificante escorrendo.

Subi em cima dela, posicionei meu pau na entrada alargada e empurrei. Entrei fácil. O cu dela tava completamente arrombado pelo pau de Bruno. Quentinho, molhado e frouxo em volta do meu.

— Isso… me come — ela gemeu. — Me come com a porra do meu amante ainda na sua cara.

Comecei a meter. O tesão era insano. Eu via o rosto dela todo pintado de porra do Bruno, sentia o cheiro forte dele e sua porra pingando do meu próprio rosto pingava enquanto eu metia, caindo nos peitos dela a cada estocada. Eu metia com força, aproveitando aquele cu aberto e escorregadio.

— Isso amor… mete gostoso nesse cu que o Bruno acabou de arrombar — ela provocava, rebolando embaixo de mim. — Tá sentindo como ele me deixou larga pra você? Pode vir com tudo que eu mal consigo te sentir.

Eu metia cada vez mais rápido, suado, ofegante, completamente dominado pelo tesão. De repente, senti um volume pesado e quente encostando na minha bunda.

— Até parece que eu não ia participar… — Bruno falou atrás de mim, com a voz rouca e debochada.

Ele me empurrou com força pra baixo, contra o corpo da Laura. Meu pau ainda fundo no cu dela, Laura cruzou as pernas com força nas minhas costas, me prendendo ali, me impedindo de sair. Meu pau enterrado dentro dela e minha bunda empinada pra cima, totalmente exposta.

Preso entre as pernas dela, olhei pra trás. Bruno estava bem atrás de mim, passando lubrificante naquele pau monstruoso, olhando pro meu cu com um sorrisinho.

Senti o peso dele atrás de mim. Os dedos melados de lubrificante entrando sem dó e alargando meu cu virgem

Laura puxou meu rosto pra perto do dela, nossos rostos ainda melados de porra, e sussurrou no meu ouvido:

— Relaxa amor… Você viu como eu me divirto. É hora de você aproveitar também.

Bruno não esperou. Segurou minha cintura com as duas mãos e começou a empurrar.

A cabeça enorme forçou a entrada. Meu cu ardeu como eu nem sabia que era possível. Era grosso demais. Eu soltei um gemido alto, meio dor, meio desespero. Ele empurrou mais forte e a cabeça passou. Uma queimação forte, uma pressão absurda, como se ele estivesse me rasgando por dentro.

— Isso… vai abrindo esse cu virgem — Bruno rosnou, metendo mais fundo.

Laura gemia baixo no meu ouvido, apertando as pernas em volta de mim:

— A cabeça já foi... aposto que a dor já virou prazer... não é?

Eu mal conseguia falar, então apenas assenti com a cabeça. Pude ver a Laura dando um sorrisinho pro Bruno, como dissesse "pode ir com tudo".

Eu perdi totalmente o controle. Meu corpo tremia. Só conseguia rebolar devagar, empinando a bunda pra trás enquanto Bruno metia com força. Cada estocada dele empurrava meu corpo pra frente, fazendo meu pau entrar e sair do cu ainda aberto da Laura.

Os três gemíamos juntos. Laura gemia no meu ouvido enquanto me chamava de coisas como corno, puta, fraco, patético...

Eu gemia alto, quase chorando de prazer e dor. Bruno grunhia atrás de mim, dando tapas fortes na minha bunda.

— Toma, puta! Sente meu pau inteiro no cu! — ele metia cada vez mais fundo, as bolas batendo nas minhas. — Tá apertadinho pra caralho hein… melhor que a sua namorada larga.

Ele acelerou, me arrombando sem dó. A dor foi virando um tesão doentio. Meu cu pulsava em volta daquele monstro, completamente cheio. Cada vez que ele metia, eu ficava mais perto de gozar.

— Tô quase… — Laura gemeu, apertando o cu em volta do meu pau.

Bruno colocou seu corpo em cima do meu. Com o pau inteiro dentro de mim, disse no meu ouvido:

— Goza com ela corno. Goza com meu pau inteiro dentro do seu cu.

Gozei primeiro. Meu pau latejou e esporrou dentro do cu da Laura, fraco, ainda estava meio duro. Quase no mesmo instante Laura gozou, se tremendo inteira, apertando meu pau com o cu.

Enquanto eu gozava, senti meu pau apertando o pau grosso do Bruno. Aquilo foi o limite pra ele também...

Senti o primeiro jato quente explodindo fundo dentro de mim. Ele continuou metendo enquanto gozava, enchendo minha bunda de porra. Eu sentia seu leite transbordando meu cu arrombado.

Meu próprio pau amoleceu devagar dentro da Laura, escorregando pra fora enquanto a porra do Bruno ainda saía de dentro de mim.

Nós três caindo na cama e ficamos ali, ofegantes, suados e melados.

Eu finalmente tinha voltado a fazer parte da vida sexual da minha namorada, só um pouco... Diferente.

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u/OversharingPanda — 8 days ago
▲ 16 r/Sissy

Do you remember how you became addicted to cock?

I want to read your stories! I believe I'm not the first who went from "regular straight guy" to "cock addicted sissy".

I'd like to read more about your personal journeys

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u/OversharingPanda — 14 days ago

O ex da minha namorada (parte 2)

[Parte 1 aqui]

Depois daquela primeira vez com o Bruno, as coisas mudaram rápido.

Laura começou a sair com ele com frequência. E parou quase completamente de transar comigo. Quando eu tentava alguma coisa, ela dizia que ainda estava dolorida. Ou sugeria que eu me masturbasse já que ela não ia sentir nada mesmo...

Fizemos um combinado de que ela sempre me manteria informado das transas com o Bruno. Acho que isso me fazia pensar que eu ainda tinha algum controle sobre a situação.

Não era raro eu receber fotos no whatsapp dela segurando o pau enorme dele (com as duas mãos), da bunda dela de quatro esperando ele entrar, selfies com o pau dele na boca...

Eu ficava louco vendo aquilo. Só me restava agradecer e me masturbar. Essa era minha vida sexual agora.

Precisei trabalhar em um sábado, então ela saiu logo cedo pra se divertir na casa do ex e me deixou em casa. No final da tarde recebi uma mensagem. Era uma foto, acompanhada pela imagem "Desculpa amor, vacilamos"

Abri a foto pra entender: era a buceta dela bem de perto. Vermelha, inchada e completamente melada com a porra grossa do Bruno.

Veio a segunda mensagem: "Acabamos fazendo sem camisinha. Eu sei que não foi o que a gente combinou, mas estamos transando o dia inteiro, ele queria muito gozar na minha bucetinha!"

Fiquei olhando a foto por uns dois minutos. Meu cérebro queria brigar, mas o meu pau doía de tão duro. Respondi quase sem pensar:

“Vem pra casa agora.

Nem toma banho. Vem direto.”

Ela respondeu com um simples “Ok”.

Pouco depois a chave girou na porta. Laura entrou com o rosto corado, cabelo bagunçado e o seu vestido bem solto. Assim que fechou a porta, ela começou a pedir desculpas

:

— Amor, me desculpa… eu não queria ter feito sem camisinha, mas ele ficou tão empolgado e eu…

— Tira a roupa — eu cortei ela no meio da fala.

Laura ficou surpresa com o meu tom. Tirou o vestido devagar, mostrando que já estava sem calcinha. Sua buceta estava um desastre: vermelha, inchada, lábios abertos...

Havia porra seca em suas coxas e nos pentelhos finos e dourados. Um pouco ainda escorria de dentro dela.

Me ajoelhei ali mesmo na sala, segurei suas coxa, enfiei a cara entre suas pernas e comecei a lamber

— Ai porra… vai com calma, ainda tá sensível.

Eu lambia tudo: chupava os lábios, enfiava a língua o mais fundo possível, lambia as coxas e sugava cada gota de porra que ainda saía de dentro dela. O gosto era forte e salgado, e se misturava com o gosto da buceta dela.

Laura foi recuperando a força nas pernas. Me segurou pelos cabelos, me pressionando contra seu corpo:

— Olha pra você… morrendo de tesão lambendo a porra de outro macho… Isso, corninho… come tudo que ele deixou dentro de mim. Mostra pra que você serve...

Eu estava completamente dominado pelo tesão. Segurei a bunda dela e enfiei a língua ainda mais fundo.

— Ai que delícia… você tá gostando né? Tá gostando de sentir o gosto de um homem de verdade dentro da sua namoradinha puta.

Não demorou dois minutos e Laura gozou forte. Tremendo, apertando minha cabeça contra a buceta dela e gemendo alto.

Quando ela terminou de gozar, ainda ofegante, olhou pra baixo e sorriu, passando a mão no meu cabelo:

— Acho que agora você entende por que eu preciso dele, né? Porquê é ele que me come, e não você.

Eu continuava de joelhos com o meu pau latejando dentro da calça. Olhei pra baixo e percebi que eu já tinha gozado...

---

Acordei cedo no domingo e estava mexendo no celular enquanto a Laura dormia. Recebi uma mensagem do Bruno, com só uma pergunta:

— Acordado?

— Estou sim. Mas a Laura tá dormindo ainda. Acho que você cansou bem ela ontem... Tá tudo bem?

A próxima mensagem era uma foto de visualização única... A curiosidade falou mais alto e abri de uma vez.

Eram as bolas do Bruno. Grandes e cheias. Era possível ver um pouco do seu pau, mas as bolas ocupavam quase toda a tela.

Fiquei hipnotizado olhando aquilo. Só parei quando ele enviou a próxima mensagem:

— Tô precisando esvaziar... Agora.

— A Laura tá dormindo... Ela vai ficar puta se eu a acordar.

— Se eu quisesse a puta da sua namoradinha, eu mandava mensagem pra ela. Vem aqui.

Não demorei muito pra chegar na casa dele. Bruno abriu a porta só de shorts, sem camisa. Assim que entrei, ele sentou no sofá, puxou o short pra baixo e deixou o pau mole cair pesado entre as pernas.

— Fica de quatro e vem, cadelinha.

Tirei a roupa e obedeci. Mesmo mole, aquele pau parecia um monstro. Bruno o segurou com uma mão e começou a balançar.

Quando cheguei perto, ele olhou bem no fundo dos meus olhos e disse:

— Abre.

Enfiei o pau dele na boca. Mesmo mole, era bem mais grosso que o meu. Eu nunca tinha feito isso. Segurei aquele monstro com as duas mãos e coloquei na boca devagar.

Sentir ele endurecendo na minha boca quente e molhada, me deu uma sensação nova... E eu estava gostando.

— Você aprendeu rapidinho, hein? Sabia que depois de lamber minha porra da buceta daquela puta, você ia querer um pouquinho direto da fonte.

Eu chupava obediente, babando tudo, enquanto ele gemia e menosprezava o que restou da minha masculinidade. O pau dele parecia não parar de crescer. Logo preencheu toda a minha boca. E ainda parecia faltar metade pra engolir tudo.

Depois de uns minutos ele tirou o pau da minha boca, segurou na base e começou a bater punheta bem em cima do meu rosto.

Pude ver aquele mastro de perto. Agora que estava duro, era do tamanho da minha cabeça. Eu estava assustado e maravilhado.

— Abre a boca e bota a língua pra fora.

Eu obedeci. Bruno grunhiu alto e gozou forte. Jatos grossos, quentes e espessos acertaram meu rosto inteiro — testa, olhos, nariz, bochechas, língua... Porra escorria pra todo lado.

Ele respirou fundo, satisfeito. Pra finalizar, segurou minha cabeça com uma mão e esfregou aquela cabeça grossa na minha cara, como se fosse uma toalha.

— Continua de joelhos. Não sai daí, puta.

Obedeci. Logo ele voltou com o celular em mãos. Segurou meu queixo com aquela mão forte e colocou o pau semi-duro em cima do meu rosto completamente coberto de porra. Olhei pra cima e sorri enquanto ele tirava a foto.

— Ficou perfeita. Já mandei pra Laura. Agora ela vai saber onde você estava enqanto ela dormia.

Ele deu um tapinha no meu rosto e sorriu:

— Pode ir pra casa agora, corno. Não esquece de dar um beijo bem gostoso naquela puta pra ela sentir o gostinho também.

Fui pra casa me sentindo humilhado. E, ao mesmo tempo, satisfeito e orgulhoso...

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u/OversharingPanda — 14 days ago
▲ 13 r/Sissy

Is there any "sissy" sexuality tests?

I know it's dumb, but I love those tests. Like "how sissy you are", "what kind of sissy you are", things like that

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u/OversharingPanda — 15 days ago

O ex da minha namorada (parte 1)

Laura (M27) e eu (H25) namoramos há quase dois anos. O sexo entre a gente sempre foi bom, carinhoso e tudo mais, mas eu sempre senti que não era o bastante pra ela.

Sempre considerei meu pau "normal". Tem uns 14cm e uma grossura boa. Pra mim, esse negócio de pau grande sempre foi coisa de pornô mesmo.

Uma noite, estávamos um pouco bêbados depois de uma festa e resolvemos transar. Laura estava com mais vontade que o normal, então resolvi dominar a situação. Nos beijamos com vontade, e logo tiramos as roupas e joguei ela na cama.

Logo que eu comecei a meter, ela soltou:

— Enfia mais fundo. Vai, mete tudo

Meu pau já estava inteiro dentro dela. Achei que era questão de força, então comecei a foder mais forte

— Enfia direito, caralho. Eu não tô nem sentindo!

Aquilo acabou comigo. Broxei quase na hora. Tentamos mais um pouco. Ela pareceu bem brava quando foi dormir...

No dia seguinte ela pareceu já ter esquecido tudo. Efeito do álcool, né. Mas pra mim não funcionou. Aquilo ficou martelando na minha cabeça.

---

Alguns dias depois, ela estava arrumando o cabelo e pedou pra eu ver alguma coisa no celular dela. Quando fui ver os aplicativos aberto, tinha uma conversa do whatsapp com uma foto...

Era um pau enorme. Grosso, cheio de veias, cabeça rosada e bem grande. Parecia pesado só de olhar. Do tipo que eu nem sabia que existia. Me assustei e derrubei o celular no chão.

Laura saiu correndo do banheiro por causa do barulho. Ela viu o celular na mão e ficou pálida.

— A...amor... Aconteceu alguma coisa?

— Laura... Que foto era aquela? — eu estava em choque demais para ficar bravo. Ela entendeu na hora do que eu estava falando.

— Promete que não vai ficar bravo?

Ela me explicou que era o Bruno. Ex ficante dela. Ela jurou que não tinha me traído e que não via ele há anos, mas trocavam mensagens há alguns meses.

No começo ela nem dava trela, mas ele mandou uma foto do pau, e ela não resistiu. Desde então as conversas ficaram mais quentes. Ele mandava fotos com frequência e falava abertamente como sentia falta de foder ela.

— E... você sente falta de dar pra ele? — perguntei, já sabendo a resposta.

— Bom.. você viu como ele é, né? — ela parecia bem sem graça, mas não pude deixar de perceber o sorrisinho no canto da boca.

— Laura… como você conseguia aguentar um pau desse tamanho?

Ela respondeu com sinceridade:

— Ah, no começo doía um pouco… mas depois entrava tudo e eu acostumei. No cu doía um pouco mais, mas eu... — ela parou no meio da fala e se corrigiu — Desculpa, amor. Sei que você não deve querer ouvir esse tipo de coisa...

Eu fiquei em silêncio. Me senti derrotado como homem. Percebi que nunca conseguiria satisfazer ela daquele jeito. Laura me abraçou forte e disse:

— Amor, você não precisa competir com isso. Eu te amo do jeito que você é. Só queria que fosse um pouco... maior. E mais grosso.

Fiquei quieto pelo que pareceu uma eternidade. Ela quebrou o silêncio falando:

— Sabe... tem um jeito da gente ficar juntos e você garantir que eu estou sempre satisfeita! — sua expressão mudou quando disse isso.

— Como?

— O Bruno tá morando aqui perto. Ele pode vir aqui de vez em quando e... Dar um jeito. Não vai ter sentimento nenhum! Você é meu namorado e isso não vai mudar, eu só preciso... de um pau.

Eu tinha medo pra caralho de perder ela. Pensei um dia inteiro e acabei aceitando.

---

O dia marcado.

No sábado à tarde a campainha tocou. Laura correu pra atender. Estava usando um vestidinho curto, bem leve. Daqueles que com qualquer brisa já mostram a bunda. E mais animada do que nunca.

Ela abriu a porta e deu um abraço apertado no Bruno. Ele era alto, forte, ombros largos. Logo que ela o abraçou, suas mãos desceram e pegaram a bunda dela por baixo do vestido. Não pude deixar de reparar nas veias grossas das suas mãos e braços enquanto ele apertava a bunda da minha namorada como se eu nem estivesse ali. Laura soltou um gemidinho e riu.

— Vocês querem beber alguma coisa? Conversar antes…? — perguntei, tímido.

Bruno olhou pra mim, sorriu e falou:

— Relaxa, corno. A linguiça aqui já tá pronta e do jeito que ela gosta — ele virou pra mim e balançou os quadris quando disse isso, chacoalhando o volume em seus shorts.

Ele deu um tapinha forte no meu ombro e puxou Laura pela mão em direção ao quarto. Ela saiu rindo, quase saltitante. Eu fui atrás.

---

Assim que chegamos no quarto, Laura ajoelhou na frente dele e abaixou o seu shorts de uma vez. Quando o pau enorme do Bruno saltou pra fora, balançou pesado e caiu como um tapa no rosto dela, quase cobrindo metade da sua cara.

— Meu Deus… como eu senti falta disso — ela murmurou, praticamente salivando

Ela segurou o pau grosso com as duas mãos, o admirando, e começou a chupar com vontade. Lambia toda a extensão, beijava aquela cabeça inchada e tentava enfiar o máximo possível na boca, babando bastante enquanto massageava as bolas.

Bruno segurou o cabelo dela e empurrou um pouco mais fundo. Laura engasgou, cuspindo baba no chão.

— Porra, Laurinha... tá destreinada hein? — ele riu. — Acostumou com pau pequeno, foi? — ele olhou diretamente pra mim quando disse isso.

Ela sorriu safada segurando o pau dele e disse.

— É igual andar de bicicleta... logo logo eu pego a prática de novo.

Eles tiraram o resto das roupas e foram pra cama. Bruno jogou a calcinha dela pra mim. Assim que eu peguei, percebi o quanto ela ficou encharcada só de chupar o ex

Ele deitou Laura na cama e ficou por cima dela. Esfregou a cabeça grossa na buceta molhada e bateu com ela algumas vezes antes de começar a empurrar. Laura gemeu alto quando ele foi entrando.

— Ai Bruno… é tão grande… tão gostoso... vai devagar, eu quero sentir cada centímetro me abrindo.

Ele obedeceu no começo, mas logo acelerou. O barulho das bolas batendo na buceta buceta molhada enchia o quarto. Laura cravava as unhas nas costas dele enquanto todo o seu corpo tremia de tesão

— Caralho, como eu senti saudade de dar pra um pau de verdade...

Bruno olhava pra mim enquanto metia e falou, quase rindo:

— Pois é, né. Que bom que eu tô aqui fazendo esse favor pro meu novo melhor amigo.

Logo eles resolveram trocar de posição. Bruno saiu de cima, virou Laura de lado, deitou atrás dela e logo encaixou novamente. Agora a entrada foi bem mais fácil. Ele segurou o pescoço dela com uma mão, puxando o corpo da minha namorada bem pra perto do dele, e começou a meter com força, ainda mais fundo. Laura gemia descontrolada, quase sem ar.

— Mais forte… fode forte… ninguém me come como você…

Ele apertava o pescoço dela com firmeza, metendo fundo, e sussurrou no ouvido dela:

— Caralho, como você tá apertada hoje… parece que tá virgem de novo.

Ele sempre olhava pra mim quando falava essas coisas. Minha namorada estava tendo a melhor foda da sua vida, e eu estava sentado em uma cadeira. Assistindo... Esperando...

Em seguida, Laura pediu pra ser comida de quatro. O Bruno levantou o corpo dela como se não fosse nada, e a colocou bem de frente pra mim.

— Eu tô com inveja de você. Tá assistindo o show do melhor lugar da casa — dessa vez ele não segurou o riso enquanto falava comigo. Laura riu também — Agora olha e tenta aprender um pouquinho.

Ele sgurou o cabelo dela com força, puxando a cabeça pra trás. Com a outra mão, esfregou o pau grosso na bucetinha molhada dela, deixando ele bem lubrificado. Logo ele subiu, e começou a passar a cabeça bem na portinha do cu apertado dela.

Laura olhou pra mim com uma cara safada, mordendo o lábio. Quando ele começou a forçar pra dentro, a expressão dela mudou. Um misto de desejo e medo pela dor que ia sentir.

— Ai… devagar… — ela gemeu.

O Bruno era um cara bem forte, e até mesmo ele parecia estar fazendo bastante força pra conseguir entrar nela. Ele empurrou um pouco mais e a cabecinha entrou. Laura deu um grito agudo e quase caiu pra frente. Eu levantei da cadeira preocupado:

— Amor, você tá bem??

Ofegante, Laura levantou o rosto que já estava afundado na cama, olhou pra mim e falou quase implorando:

— Não… não para… deixa ele enfiar tudo… eu quero.

Bruno se empolgou com a resposta dela. Puxou o cabelo dela com mais força, colocou a outra mão na cintura dela e meteu com tudo, enfiando metade do pau de uma vez. Laura soltou um grito alto, misturado de dor e prazer, o corpo tremendo.

— Isso porra… seu cuzinho continua guloso — ele parecia quase rosnar enquanto falava, e logo emendou essa ferocidade dando um tapa forte na bunda dela. O som ecoou no quarto.

Ele começou a meter cada vez mais fundo, usando o cabelo dela como rédea. A cada duas ou três estocada, mais um tapa, seguido de xingamentos como "puta", "cachorra" e "safada".

Laura rebolava sua bunda que já estava vermelha por causa dos tapas, marcada com a mão enorme daquele homem. Ela não parecia sentir mais dor. Só prazer. Puro e sem qualquer mentira ou fingimento.

— Me arromba... me arromba mais... mostra pro meu corningo o que é foder de verdade! — ela falava quase implorando.

Bruno fez um sinal me chamando pra perto. Fui pelo lado da cama e ele apontou pra bunda dela. Eu fiquei chocado vendo aquele pau monstruoso sumindo inteiro dentro dela a cada estocada.

Ele olhou pra mim, tirou o pau de dentro e virou a bunda da minha namorada pra mim, abrindo suas nádegas com as mãos.

— Tá vendo isso, cara? Aposto como ela nunca ficou assim com você.

O pau dele tinha saído por inteiro, mas o cu dela continuava aberto. Largo e piscando por mais...

— Porra, coloca de volta, eu ainda não terminei!

— E aí, devo obedecer? Você é quem manda aqui... — ele olhou pra mim com um olhar de deboche.

— Eu... eu...

— Amor, por favor. Eu preciso disso. Vai ser bom pra nós dois... — ela virou pra trás e olhou no fundo dos meus olhos enquanto pedia.

— Tá bom tá bom. Pode meter. Termina o trabalho.

— Obrigado amor. Vem aqui na frente.

Fui até a frente da cama e fiquei de joelhos. A cama balançou quando o Bruno segurou de novo a cintura de Laura e enfiou aquele monstro dentro dela. Ela segurou meu rosto e me beijou apaixonadamente.

Pude ouvir o grito da Laura dentro da minha boca. Uma mistura de grito e gemido abafados pelo nosso beijo. Ela tinha gozado.

— Puta que pariu, finalmente — o Bruno disse antes de dar um rugido longo, anunciando que também estava gozando.

Saiu de dentro dela da forma mais natural do mundo e levantou da cama.

— Preciso tomar um banho — enquanto andava em direção ao banheiro, ele tirou sua camisinha cheia de porra, deu um nó e jogou pra mim — Uma recordação do nosso primeiro encontro, corno. Tenta não beber tudo de uma vez.

Laura, ainda ofegante e suada, continuou segurando meu rosto e falou baixinho:

— Eu te amo. Obrigada por ter aceitado isso.

Ela olhou pro meu pau duro na calça e sorriu, carinhosa:

— Se quiser, da próxima vez você pode ficar mais perto...

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u/OversharingPanda — 15 days ago

Um dos rostos mais lindos e corpos mais perfeitos que eu já vi

A Bruna Santos é simplesmente perfeita pra mim

u/OversharingPanda — 15 days ago
▲ 5 r/Sissy

This happened a few years ago. I didn’t know much about the whole sissy thing back then. I knew I liked some submissive play and anal play, but I had never been with a man before.

So I decided to try a erotic massage place near my house to "explore my options". The first time I went I was extremely shy. I loved being touched and massaged by that strong guy, got hard and even came at the end, but I didn’t even have the courage to touch the masseur’s cock.

A while later I went back. This time I finally got brave enough to play with his dick a little. It was the first time I ever touched another man like that. I got surprisingly turned on by it, but it was only that.

It was on my third visit that I made up my mind (I had already spent a LOT of money to just keep exploring the surface): I was going to go all in and let myself be treated like a sissy. During the massage I started provoking him hard. Aching my back, rubbing my ass against him, telling him how huge his cock looked and how good it felt pressing against me.

While he was on top of me, his hard cock sliding between my ass cheeks, I finally said it:

"Please… call me your slut.”

That flipped a switch in him. Everything changed. He laid his full weight on me and whispered in my ear, “So the little slut likes feeling a real cock on her ass, huh?”

I moaned “yes” with the most feminine voice I could.

He started thrusting hard, dry humping me, pounding his thick cock between my cheeks with real force. I was moaning like a whore, pushing my ass back against him.

There was a big mirror in front of us. Since we were laying down, I couldn't look at myself in it. I have longer hair, so I begged him to pull it. He grabbed my hair, yanked my head back and arched my body so I was forced to look at myself in the mirror while he dominated me from behind.

“Look at you… what a fucking sissy. Getting dominated by a real man.”

Seeing my own face — flushed, mouth open, sweaty — while this strong guy was on top of me completely broke something in me. In that moment I knew this is what I wanted for my life.

He then flipped me over, sat on my chest and started rubbing his heavy cock and balls all over my face. He slapped my cheeks with it a few times and said

“Open your mouth, bitch.”

I stuck my tongue out like a good whore, licking his balls and the underside of his cock, tasting him. I didn’t even suck it properly, just worshipped it while he rubbed it on me.

After that he took total control. He threw me around the bed, choked me, spanked my ass hard, used me like a toy.

Time was running out, so he reached for my cock to finish me. I stopped him and said I wanted to cum like a girl.

He grinned, grabbed me, lifted me up with one arm around my neck in a chokehold and started rubbing his fingers against my hole. Then he put me on all fours and pressed that massive hard cock against my ass again, rubbing and pushing while still choking me, without ever penetrating (I don't know why, but that made it even hotter to me).

He started talking stuff like “Cum like the little whore you are… look at your pathetic tiny dick swinging while I grind on your ass with my huge meat.”

He pounded harder between my cheeks, really aggressive. I couldn’t hold it anymore. I let out a loud, embarrassing moan and came harder than I ever had in my life, shooting all over the bed while he kept humping me.

While I was still shaking and catching my breath, he stood up, shoved his cock back against my mouth and made me lick the head with my tongue. Like a small treat for being a good slut.

While I was paying, he said: “Next time I’m finishing the job and fucking this sissy ass for real.”

Still one of the most intense sexual experiences of my life.

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Sorry for any mistakes, english is not my first language. The story is 100% real, I've maybe just changed some details because it happened a few years ago. I still think about it and masturbate

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u/OversharingPanda — 16 days ago

Essa história começou como uma viagem normal entre amigos, como tantas outras que já fizemos.

Eramos eu (H25), minha namorada Julia (H23) e quatro amigos nossos. Vamos chamá-los de Rafael, Pedro, Thiago e Lucas. O pai do Thiago tem essa casa em Ubatuba que a gente gosta de usar sempre que possível.

Era um fim de semana prolongado, então fomos pra lá na sexta de manhã pra aproveitar bastante. Álcool, piscina, praia, festas... O de sempre, né? Pelo menos era o que eu pensava...

Pouco depois da gente chegar, a Julia reuniu todo mundo na sala e ficou de pé na nossa frente. Disse que ia anunciar algo importante.

- Ooooi gente! Desculpa atrapalhar o rolê, mas eu preciso falar uma coisa muito importante pra vocês. Eu acho que vocês vão gostar bastante. Bom, o meu namorado talvez não goste muito...

Todo mundo ficou confuso, mas fomos levando. Ela continuou.

- Há algumas semanas, eu descobri que estava sendo traída. Muitas e muitas vezes....

Todos olharam pra mim na mesma hora. Eu travei e não falei nada.

- Não adianta mentir, disfarçar ou inventar história. Eu tenho vários prints do seu computador, estão ali em cima da mesa da cozinha pra qualquer um ler. Eu fiquei triste e pensei em cancelar a viagem, mas tive uma ideia bem melhor... Vamos aproveitar o fim de semana da mesma forma, mas com algumas regrinhas diferentes.

Eu já estava olhando pro chão, com a mão na cabeça e imaginando mil cenários diferentes. Ela ia me expulsar? Meus amigos iam me bater? Qual era esse plano?

- Regra número 1: eu não vou usar roupas durante esses 3 dias — Ela nem esperou terminar de falar e já tirou tudo. É importante destacar uma coisa aqui: a Julia é muito gostosa. Cintura fina, bunda enorme, peitos pequenos, mas bem redondinhos. O silêncio tomou conta da sala enquanto todos olhavam pra ela.

Ela continuou.

- Regra número 2: com exceção do meu namorado. Todos podem me comer e fazer o que quiser comigo. Ele não vai poder nem se masturbar. Dependendo de como esse fim de semana rolar, está tudo perdoado e ninguém fala mais disso. Combinado?

Eu nunca vi ela daquele jeito. Falando com tanta convicção. Assim que ela saiu andando, eu fui atrás para pedir desculpas e tentar mudar a cabeça dela. Aquilo era loucura! Ser fodida pelos meus amigos?? Pelos nossos amigos? Isso não existe.

- Você ouviu as regras muito bem. Não vou discutir isso com você. Podemos conversar sobre qualquer coisa, aproveitar e ter um fim de semana divertido, ou você pode ir embora e a gente termina.

O Pedro veio por trás de mim, colocou a mão no meu ombro e disse:
- Relaxa cara... Ninguém vai fazer nada com a Julia. Deixa ela esfriar a cabeça por esses dias e logo logo tudo volta ao normal.

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Sexta-feira à tarde.

Tirando alguns olhares, meus amigos pareceram que não iam fazer nada com a Julia mesmo. Eu ainda nem tinha certeza se ela estava falando sério. Começamos a beber e jogar videogame na sala como se nada tivesse acontecido. Até que o Rafael fez o primeiro passo...

Ele estava sentado do lado da Julia enquanto ela jogava, então começou a passar a mão nas coxas grossas dela. Olhei pro lado e vi que ele já estava de pau duro, quase estourando o shorts.

Ela me passou o controle e disse
- Amor, termina a partida pra mim? Acho que o Rafa quer uma punheta

E colocou a mão por dentro do shorts dele

- Punheta?? Você tá maluc...
- Shhh. Continua o jogo amor, relaxa.

Nesse momento ela já tinha tirado o pau dele do shorts e estava lentamente o masturbando

- Mmmm... é tão grande e grosso — Enquanto falava, ela foi abaixando a cabeça, se aproximando daquela rola — Acho que não vou ficar só na mão não...

Ela começou a lamber devagar. Da base até a cabeça. Todo mundo parou para assistir aquela cena. Minha namorada, chupando o pau do nosso amigo, com a bunda pra cima e gemendo como se fosse a melhor coisa que ela já colocou na boca. E talvez fosse mesmo.

- Ah, foda-se. Desculpa, irmão, ela é muito gostosa — Depois de falar isso, o Rafa segurou a cabeça dela e enfiou o pau inteiro em sua garganta. Começou a foder a boca da minha namorada como se ela fosse uma puta qualquer, e eu não podia fazer nada.

Não demorou muito pra ele gozar em toda a cara dela. Ela simplesmente levantou, pegou o controle e disse:

- Onde a gente estava mesmo?

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Sexta-feira à noite.

Eu e a Julia estávamos tomando banho juntos. Seguindo suas ordens, não falei nada, e nem tentei nada com ela. Ela cortava na hora qualquer tentativa de discussão ou toque.

A porta do box abriu de repente, e o Thiago já entrou de pau duro.

- Porra, essa bunda fica ainda mais bonita ensaboada...
- Gostou? Pode entrar rs

Sem falar mais nada, ele pegou a Julia pela cintura e a virou de costas. Ela se apoiou contra o meu corpo, com os peitos molhados pressionando contra mim. O Thiago cuspiu na própria mão e começou a passar os dedos no cu dela.

- Devagar... O pau do meu namorado é bem menor que o seu, talvez eu esteja meio apertada.
- A gente resolve isso rapidinho...

Ele enfiou o pau inteiro na bunda dela. Quase de uma vez. Ela soltou um gemido de dor, mas claramente estava gostando, pois começou a rebolar e pedir para ele não parar.

A força das estocadas fez com que ela caíssem ainda mais em cima de mim, me forçando contra a parede. Eu estava em choque, mas não pude evitar ficar de pau duro. Ela olhou pra baixo e riu.

- Não era pra você estar gostando, seu corno... — Ela deu um tapa forte no meu pau e continuou dando pro meu amigo — Não esquece, você só pode assistir...

Thiago acelerou. Ele metia cada vez mais forte, batendo na bunda dela e a chamando de puta enquanto isso.

- Porra... Tá apertado mesmo... Mas tá engolindo tudo bem gostoso. Não acredito que você tem sorte de comer essa gostosa sempre que puder. Vou precisar aproveitar bastante esse fim de semana.

Ele segurou o cabelo da Julia com as mãos e puxou ela pra mais perto. Fazendo o pau entrar ainda mais fundo. Com a outra mão, que estava em sua cintura, ele começou a dedar a buceta dela.

Não demorou muito para os dois gozarem. Estavam presos um ao outro e respirando pesado.

Thiago tirou o pau mole de dentro dela, a soltou e disse:
- Valeu corno. Deixei ela bem aberta pro próximo.

E simplesmente foi embora. Julia caiu no chão, ainda ofegante. Levantou e continou o banho como se nada tivesse acontecido.

- Me ajuda aqui amor. Limpar porra é um inferno.

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Sábado de manhã.

Acordei com a cama tremendo e ouvindo sons de gemido.
- Caralho... Isso... Rebola mais sua puta.

Era a voz do Pedro. Quando ele viu que eu estava acordado, falou na maior naturalidade.

- Eu tentei resistir, mas... Sabe como é, né? Pode dormir, eu termino aqui.

Levantei da cama sem falar nada e fui fazer café da manhã. Sai do quarto ouvindo os gemidos dos dois ecoando por toda a casa.

Alguns momentos depois, Julia e Pedro apareceram pelados na cozinha. Os caras já tinham parado de usar roupa também. Disseram que ia "facilitar o acesso".

Entreguei o café da manhã da Julia e continuei meu café. Estávamos sentados um do lado do outro da mesa, quando eu vi o pau duro do Lucas na altura da nossa cabeça.

- Licença, licença

Ele falava acelerado e com a respiração ofegante. Ele segurou com força a cabeça do pau e colocou ele em cima do iogurte da Julia.

- Aaaahhh... — Uma quantidade inimaginável de porra caiu no pote de iogurte — Agora sim. Pode continuar comendo Ju, tenho certeza que está ainda mais gostoso.

- Ahhh, que amor. Obrigada — Enquanto dizia isso, ela deu um beijo na cabeça gozada do pau dele, que saiu andando e se sentou na cadeira na nossa frente.

Ela continuou comendo, fazendo sons de prazer a cada colherada.

- Amor, tá uma delícia, você precisa provar
- Não, eu... eu tô sem fome.

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Sábado à tarde e à noite.

Durante o resto do dia, vi minha namorada sendo fodida de todas as formas imagináveis. Na piscina enquanto eu fazia churrasco. Apoiada na varanda enquanto dava tchauzinho pra quem passasse na rua. De quatro enquanto eu tentava assistir um filme...

A pior parte é que ela fazia questão de gemer alto, e até gritar. Eu não sei se era pra me provocar, ou simplesmente porque ela estava gostando muito da situação. Tentei não pensar muito nisso. Eu mal sabia que o pior ainda estava por vir.

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Domingo de manhã.

Era o último dia da nossa viagem. Iríamos embora cedo, e eu não podia estar mais ansioso para esse pesadelo terminar.

Acordei com a Julia me chacoalhando. Ela ainda estava sem roupa.

- Amor, amor. Vem pra sala, temos uma coisa especial pra você.

Ela estava muito animada. Saiu saltitando em e puxando pelo braço até a sala.

Quando chegamos, os quatro já estavam nos esperando. Todos sem roupa, com seus paus duros, pesados e latejando. Eles soriam pra gente.

Julia me levou até o sofá, me empurrou pra sentar e deu um beijo na bochecha.

- Aproveita o show, amor. E fica tranquilo, vai doer mais em mim do que em você rs.

Ela caminhou até o meio da sala rebolando aquela bunda enorme, e logo ficou de quatro. Bem empinada. Os caras a cercaram imediatamente.

O que se seguiu foi selvagem.

Rafael enfiou o pau grosso na boca dela até a garganta, sem nenhuma preparação. Lucas se ajoelhou atrás, cuspiu no cuzinho e forçou a entrada. Pedro e Thiago esfregavam e batiam os paus no seu corpo. Julia gemia engasgada, com baba voando de sua boca a cada estocada do pau do Rafa.

Eles trocavam de posições o tempo todo. Pedro deitou no chão, e a Julia sentou no pau dele. Entrou fácil na sua buceta molhada, que há menos de 2 dias, era bem mais apertada. Rafael veio por trás e enfiou no cu. Os dois começaram a meter ao mesmo tempo, de forma ritmada. Julia gritava de prazer:

- Ai caralho… tão fundo… tão gostoso... eu nunca me senti tão preenchida.

Thiago e Lucas não perderam tempo e calaram sua boca, enfiando os dois paus ao mesmo tempo, esticando os lábios dela ao máximo, baba pingando no queixo e nos peitos

- Cala a boca, puta. Conversar você conversa com o seu corno, você tá aqui pra dar.

Ela tirou os paus da boca só pra olhar pra mim, com a voz rouca e ofegando a cada estocada:

- Tá vendo, corno? É assim que seus amigos me veem agora.

Julia percebeu quão duro estava o meu pau. E ainda sendo empalada, sorriu e disse em voz alta:

- Olha gente, o corno tá de pau duro… Amor, como você foi um bom corninho o fim de semana inteiro. Pode tirar a roupa e bater punheta agora. Mas não goza antes da gente terminar, entendeu?

Obedeci e tirei a roupa. Meu pau pulou pra fora, e comecei a me masturbar, assistindo minha namorada sendo destruída pelos quatro ao mesmo tempo.

Lucas olhou pra mim, e sem parar de meter disse:

- Olha que engraçado. Seu pau é menor que todos os nossos. Quando você tentar foder ela de novo, ela vai estar tão larga que nem vai sentir nada.

Rindo, o Thiago disse:

- Fica tranquilo, irmão. É só chamar a gente que a gente deixa ela bem preenchida.

Todos riram alto. Eu fiquei vermelho e morrendo de vergonha. Mas o tesão era maior, e continuei me masturbando.

O gangbang ficou insano. Em determinado momento, a Julia ficou de quatro, abrindo seu cu com as mãos. Cada um dos quatro revezava, enfiando o pau e tirando. O gemido mostrava que ela gostando, mas eles entravam com tanta facilidade que ela parecia nem sentir.

Davam tapas fortes na sua bunda, puxavam o cabelo, xingavam. Julia gemia como uma cadela no cio. Como se não fosse o bastante e ela quisesse ainda mais...

Quando viu que eles estavam quase no limite, ela mandou parar. Saiu de cima deles, se ajoelhou no meio da sala, e abriu bem a boca.

- Hora do gran finale. Podem gozar

Os quatro cercaram ela e começaram a se masturbar violentamente. Rafael foi o primeiro a gozar. Jatos grossos voaram na cara dela. Alguns acertaram a boca, mas principalmente pintaram sua cara. Lucas mirou nos peitos, cobrindo seus bicos rosados. Pedro a pegou pelo pescoço e enfiou o pau em sua boca, soltando todo o leite em sua garganta. Ela tossiu engasgada, e a porra que não engoliu começou a escorrer por seu queixo. Thiago finalizou na sua barriga, fazendo com que a porra escorresse até sua buceta vermelha e inchada.

Julia estava destruída. Marcas de tapa, porra escorrendo por todo o corpo, misturada com litros de suor.

Devagar, ofegante e com as pernas tremendo, ela levantou e veio até mim. Bem devagar, sentou no meu colo e me abraçou. No instante em que sua pele quente e gozada encostou no meu pau, eu fiquei ainda mais excitado. Ela me abraçou forte, colando o corpo melado contra o meu, e me deu um beijo de língua bem fundo e demorado.

Senti o gosto forte da porra dos meus quatro amigos misturada na boca dela. A língua dela enrolava na minha enquanto porra escorria pelo canto dos nossos lábios.

Foi demais.

Eu gozei forte, jatos de porra espirrara, entre nossos corpos, sujando a barriga dela e a minha enquanto ela ainda me beijava.

Os caras aplaudiram e assobiaram alto.

Julia nem ligou. Continuou o beijo mais alguns segundos, depois afastou o rosto só o suficiente pra sussurrar no meu ouvido, e ainda sentada no meu colo disse:

- Estamos quites agora. Não vou mais te trair e nem você me trai. Tá pronto pra fingir que nada disso aconteceu?

Fiquei em silêncio, olhando pra ela. Ofegante, sentindo a porra escorrendo no canto da minha boca e olhando pros meus amigos conversando sobre o fim de semana incrível que tiveram, descrevendo cada centímetro do corpo da minha namorada.

Ela olhou pra trás. Olhou pra mim novamente, sorriu, passou o dedo no meu lábio e falou:

- Se você quiser, a gente pode vir pra cá de novo no próximo feriado... Quem sabe a gente até chama mais amigos.

Eu só acenei com a cabeça, concordando...

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u/OversharingPanda — 16 days ago

Ela me olhou com um sorriso diferente. Era uma mistura de orgulho e tesão. Como se fosse me engolir.

Ela passou horas me transformando, me depilando, me vestindo.

Agora eu estava ali, de quatro na cama, com o coração acelerado.

A saia que eu usava mal cobria minha bunda empinada. E a calcinha fio dental entrava no meu cu aberto. Ele era tão apertado antes... Esse tempo parece que foi há uma eternidade.

Minha esposa subiu atrás de mim. O consolo grosso na sua cintura balançava a cada movimento.

"Hoje você vira minha putinha de verdade."

Senti o gel frio primeiro. Seus dedos entravam com facilidade, espalhando o lubrificante sem qualquer cerimônia ou delicadeza, me preparando pro "prato principal".

A cabeça foi a parte mais dolorida. Ela era grossa. Bem mais grossa do que a do meu pau. Depois que entrou com dificuldade, ela começou a empurrar cada vez mais fundo.

Suas mãos apertavam minha cintura, fazendo força para entrar tudo. Eu gemia baixo. Meu rosto afundado no travesseiro, minha bunda empinada. Completamente passivo, tentando com todas as minhas forças focar no prazer e esquecer a dor.

Pensava em como chegamos aqui.

Nas conversas, nas roupas dela que eu experimentei escondido, nos dedos me invadindo sempre que ela chupava o meu pauzinho com aquela cara entediada.

"Relaxa... olha como sua bundinha está engolindo tudo tão fácil. Já entrou inteiro"

Ouvir aquilo me encheu de orgulho. Olhei pra trás e vi pela sua expressão, que ela sentia o mesmo.

Ela metia de forma ritmada, segurando firme meus quadris e pressionando suas unhas contra o meu corpo.

Sua voz vinha pausada, parando para respirar e enunciando bem cada palavra, no ritmo das estocadas

"Você. Não. É. Mais. Homem!"

Apoiou seu corpo sobre o meu, e terminou no meu ouvido:

"...minha cadelinha."

Fora da calcinha, meu pau balançava. Inofensivo como sempre, mas livre da pressão de precisar performar uma masculinidade que nunca existiu dentro de mim.

"Estou te abrindo bem direitinho... Te preparando pra um homem de verdade. Porque você não serve mais pra foder ninguém. Você só serve pra ser fodida."

Gozei tremendo ao ouvir aquelas palavras. Não precisei me tocar. Ou fazer qualquer tipo de esforço. Aquilo era... natural.

Ela deitou ao meu lado. Me abraçando, me protegendo. Meu cu ainda latejava, mas minha mente estava relaxada. Dormi sentindo aquele consolo repousado em minha bunda.

Minha nova primeira vez foi perfeita. Eu estava pronta para assumir o meu novo papel.

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u/OversharingPanda — 18 days ago

No escuro nos beijávamos.

Meus olhos não te vêem,

mas minhas mãos exploram tuas curvas.

Em minhas calças, enrijeci.

Seu corpo logo correspondeu.

Um volume ainda maior surgiu em sua saia, pressionando contra mim.

"Relaxa..." .

Tua voz suave sussurrou em meu ouvido

enquanto suas mãos me guiaram até ele.

Minha boca se transbordou com você

e minha alma se sentiu completa.

Saí com os lábios inchados.

O brilho do seu gozo denunciando o ocorrido.

E meu sorriso denunciando meu desejo.

Queria mais.

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Tentando uma coisa diferente, espero que gostem! Comentários são sempre muito bem-vindos ❤️

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u/OversharingPanda — 18 days ago

Quis fazer esse post pra discutir e entender como a feminização/ sissyficação na vida de vocês.

Pra vocês, é uma identidade de gênero? Um estilo de se vestir? Ou é algo puramente sexual, como um fetiche?

Pra mim, é sexual. Não me sinto mulher ou feminino no meu dia a dia ou nas interações sociais, mas gosto de me ser feminizada e me sentir uma putinha durante o sexo (seja real ou sexting mesmo).

Sei que é algo individual de cada um, então queria trazer essa conversa pra cá e entender a visão de vocês :)

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u/OversharingPanda — 19 days ago