(Parte 2) Video-game e punhetinha na casa do Júnior (REAL)
No texto anterior, eu relatei como começaram as tardes de video-game na casa do meu vizinho, o Junior. Apostávamos quem ia vencer, e o perdedor tinha que "dar uma pegadinha" no pau do outro. Contei que tive que pegar por cima do shorts e depois por dentro, e que o pauzão grosso dele babou muito na minha mão até eu precisar voltar pra casa. Tudo que estou contando é real e aconteceu ali por volta de 2009 - 2010.
No dia seguinte, me lembro de voltar lá com bastante curiosidade e entusiasmo, me perguntando se ele ia apostar denovo, pois aquilo apesar de "proibido", era muito diferente, interessante e até gostoso pra mim. Nunca havia segurado em outro pau, ainda mais um tão diferente do meu, enorme e grosso.
Sentamos no sofá pra jogar Playstation 1, e como os pais estavam sempre trabalhando e só a avó em casa, a nova aposta não demorou muito. E logo que eu perdi, eu nem esperei ele mandar, já abri o shorts dele e enfiei a minha mãozinha macia no pintão grosso dele. Me sentia muito submisso por estar segurando naquele pau muito maior que o meu enquanto ele jogava. Como já estava menos tímido, já massageava bem gostosinho pra ele.
Nesse dia jogamos diversos jogos diferentes e eu também ganhei algumas partidas, e ele também pegava no meu pau, mas eu tinha um pouco de vergonha e estava mais interessado em massagear o dele. Só parávamos quando a avó dele passava do corredor para a cozinha ou voltava pro quarto. Ela tinha pouca percepção das coisas por ser bem idosinha. Até que a proposta avançou:
"Te dou um jogo pra vc por na boca."
Eu que já estava segurando na base do cacete dele, nunca pensei que faria isso, mas aceitei, afinal jogos eram difíceis de se conseguir e relativamente caros. Me abaixei e lambi a cabeça do pau dele só uma vez e parei, por não fazer ideia de como era pra fazer de verdade. Ele respondeu irritado:
"Assim, não! Assim não vale, não vai ganhar o jogo. Tem que lamber de verdade e por mais tempo."
Então eu fiquei de 4 no sofá, segurei o pauzão e comecei a lamber mais, mas não sabia como fazer. Foi quando ele segurou minha cabeça e me mandou colocar a língua toda bem pra fora, e esfregou minha língua desde a base do cacete dele até a cabeça, indo e voltando várias vezes. Eu percebia a respiração dele ofegante enquanto ele esfregava minha língua quente e molhada naquela tora de pau e também no saco.
"Agora chupa!"
Eu disse que não, e então ele esperou eu deslizar a boca até a cabeça do pau pra me segurar e forçar o pau dentro dela. Eu gemi reclamando, mas ele não tirou e me segurou assim por alguns segundos, quase engasgando. Pela primeira vez eu estava mamando um pintão. Eu fui relaxando e me acostumando com aquele pau na minha boquinha e fui parando de oferecer resistência, até que ele tirou as mãos e eu continuei sozinho tentando mamar aquele cacetão delicioso enorme. Me lembro direitinho do gosto do pauzão dele, do cheiro e fico morrendo de tesão ao escrever. Ele me guiava, mandava eu segurar e cuspir nele e tentava me fazer engolir cada vez mais fundo, mas só entrava até a metade, pois eu engasgava forte e isso me fazia babar muito, então eu tirava da boca por reflexo. Parávamos quando ouvíamos a avó, mas assim que ela passava eu mesmo já ficava de 4 no sofá e voltava a mamar sem ele pedir, porque era muito diferente de tudo e eu estava achando bem gostoso e diferente, mesmo que eu estivesse mamando de um jeito desajeitado.
Quando a avó passou de volta pro quarto e se deitou, não demorou muito ele me puxou falando "Vem", encostou mais a porta dela e me levou pro banheiro, trancou, tirou o shorts e a cueca e me mandou mamar mais. Eu não sabia muito bem como era pra fazer, então em pé mesmo, de lado pra ele eu abaixei pra chupar (bastante desajeitado). Quando fiz isso, ele deslizou a mão dele por dentro do meu shorts e ficou apertando a minha bunda. Eu nunca tinha sentido tanto prazer, ele passava a mão muitoo gostoso na minha bunda, apertava ela bem gostoso, passava no meu cuzinho, enquanto eu tentava aprender a mamar o pintão grosso dele, que estava latejando de tão duro.
Ele então pegou minha mão que estava segurando o pau dele e me mostrou como queria que eu tocasse: bem rápido e muito forte. E foi assim que eu fiz, de lado pra ele enquanto ele alisava meu cuzinho de um jeito muito gostoso, eu peguei bem firme naquele pauzão, parei de mamar e soquei bem forte da cabeça até as bolas e senti o corpo dele enrijecendo inteiro até ver ele esporrar MUITA porra e bem forte, sem avisar no chão do box. Até hoje não sei porque ele não me fez mamar o leitinho, mas eu estava em êxtase com aquilo. Foi a primeira vez que fiz aquele pintão delicioso jorrar.
(H32) Video-game e punhetinha na casa do Júnior (REAL)
Me chamo Rafael, tenho 32 anos hoje, e essa história real aconteceu quando eu ainda era adolescente.
Moro no interior de MG, e na minha adolescência ali pelos 14-15 anos, sempre gostei muito de videogames mas era muito difícil conseguir jogos, que eram CDs de PlayStation 1 e na época eram relativamente caros. E quando ganhei meu primeiro video-game, tinha poucos jogos, então às vezes ia na casa do Junior, meu vizinho alguns anos mais velho (tinha uns 17 talvez).
Junior morava com os pais que estavam sempre trabalhando durante o dia, e a avó, que já era bem idosinha. A gente jogava a tarde toda depois da escola, e fomos criando bastante intimidade.
Certa tarde, Junior que já era mais experiente me fez uma aposta. Se ganhasse num jogo de corrida de carros, eu ia ter que "dar uma pegadinha" no pau dele, por cima do shorts. Bem aposta clichê de adolescente mesmo. Eu fiquei muito curioso com aquilo, pois nunca tinha nem visto outro pau na minha vida. Obviamente como ele era dono do video-game, mais experiente e mais velho, fez a aposta sabendo que iria ganhar. E ganhou. Pela primeira vez e com muita curiosidade, eu senti um pau na minha mãozinha, mesmo que por cima do shorts. E que pau! Me surpreendeu muito, pois mesmo por cima da cueca e do shorts de tactel dava pra sentir que era o dobro do tamanho meu, tanto em comprimento quanto em grossura. Era uma tora!!! Aquilo me deixou muito curioso, mas eu também era bastante tímido. Apertei um pouquinho meio sem jeito e parei porque senti ficando duro, mas era nítida a expressão imensa de prazer e tesão no rosto dele. Ele então muito esperto, disse:
"Vamos apostar de novo. Quem perder dessa vez precisa pegar por dentro do shorts."
E eu que tinha ficado muito curioso pois nunca tinha visto e sentido um pauzão daqueles, apostei já com vontade de perder (e mesmo que eu tentasse ganhar, não ganharia). Me lembro então de ele ter logo puxado minha mão por cima do shorts, me fez apertar um pouco assim me guiando, e logo abriu o shorts e a cueca puxando para cima dizendo "Pega.". De início eu recusei por vergonha, mas ele segurou firme na minha mão e forçou dentro da cueca. Eu resisti um pouco mas deixei.
E nossa! Que sensação indescritível segurar um pintão grande e grosso daqueles pela primeira vez! Eu estava muito surpreso, animado, com vergonha, adrenalina da avó dele aparecer, mas no fundo estava com muitoo tesão! Só que eu não dizia nada, só segurava surpreso aquela tora e dava uma "massageadinha" tímida admirando a grossura daquele cacete enquanto ele jogava. Quando ele desceu o shorts, eu vi pular pra fora um pintão branco e grosso, com a cabeçona grossa mas o corpo mais grosso ainda, que minha mão ficava até pequena segurando. Eu deixava minha mão macia bem soltinha no pintão dele porque me sentia muito submisso pegando assim pra ele, e ele segurava meu pulso e me fazia tocar deslizando do saco à cabeçona daquele pintão, mas eu estava com vergonha, e logo a avó dele voltou pra sala nesse dia, e tivemos que parar, mas voltei pra casa surpreso pelo que tinha acabado de acontecer, e com minha mão toda babada do caralho enorme do Junior.
(Rolou mais coisa, se gostarem eu continuo, pois fico extremamente excitado contando).