(Parte 3) Video-game e punhetinha na casa do Júnior (REAL)

Nos dois relatos anteriores, eu contei como eu (H), quando era adolescente, masturbava e mamava meu vizinho Junior na casa dele em troca de que ele me deixasse jogar no Playstation 1 que ele tinha, e como isso evoluiu pra ganhar CDs de jogos em troca de mamar pra ele. Tudo isso acontecia com a avó dele em casa, mas os pais dele sempre ausentes. Contei como eu o fiz gozar no box do banheiro batendo uma bem forte depois de mamar o pintão grande e grosso dele pela primeira vez. Neste relato eu vou contar como isso progrediu bastante.

As tardes seguintes na casa dele não eram muito diferentes. Eu chegava pra jogar depois da escola, ele me perguntava:

"Qual jogo vc quer hoje? Escolhe e vejo se posso te dar."

E eu escolhia na case de CD, sentava ao lado dele no sofá e, sem ninguém dizer nada, enquanto ele ainda ligava o videogame eu já deslizava minha mão por dentro da cueca e começava a massagear o pintão grosso delicioso que nem fechava na minha mãozinha, sempre reparando a expressão de tesão intenso que ele ficava. Não haviam mais apostas, eu fazia tudo pra ele: tocava e mamava a tarde toda com a desculpa de "ganhar um jogo", mas o fato é que eu estava amando segurar e mamar aquele pau. Era diferente e prazeroso, e eu ainda ganhava jogos.

Passei a me atrair mais pelo pauzão dele, então sempre que estava seguro eu ficava de 4 no sofá virado pra ele e mamava, lambia o cacete, lambia as bolas e punhetava enquanto ele jogava, e nas pausas ele passava saliva nos dedos e acariciava meu cuzinho, me fazendo até virar os olhos de prazer.

Com as semanas, fui ficando melhor e fazendo ele gozar cada vez mais leitinho e mais intenso. E não íamos mais pro banheiro pra ele gozar: ele sempre lambuzava minhas mãos, minha boca ou minha cara. No começo eu corria pro banheiro lavar porque achava "nojento", mas depois dele passar a gozar na minha boca e pedir pra engolir eu passei a me acostumar e gostar cada vez mais. Ás vezes ele me dava tanta porra que espirrava na minha camisa e depois minha mãe perguntava o que era aquela mancha, e eu não sabia responder. Muitas vezes voltei embora sentindo o gosto e o cheiro da porra dele ou com o rosto gozado.

Um certo dia, ele me surpreendeu. A avó tinha saído de casa, e ao invés de jogarmos ele colocou um filme pornô. Nesse dia as coisas esquentaram muito. Eu estava assistindo a um filme pornô muito excitante, sozinho com ele, que estava sem roupa nenhuma ao meu lado no sofá enquanto eu segurava o caralho enorme dele latejando na minha mãozinha ao mesmo tempo que ele apertava minha bunda e passava os dedos no meu cuzinho.

Então ele se levantou e veio de frente pra mim no sofá, me fez mamar até engasgar, me fazendo babar muito no pintão dele sem tirar da minha boca. Ele me segurava pela nuca e socava forte me fazendo engasgar muito, lacrimejar e babar, mas como eu via que ele estava com muito tesão, aguentei. Foi quanto ele disse:

"Levanta!"

Eu, inocente, respondi "Pra quê?", e então ele me puxou pela mão, me pegou pela cintura e me virou de costas pra ele, abriu o velcro do meu shorts e tirou de uma vez meu shorts e minha cueca, e me empurrou até eu ajoelhar no sofá. Eu estava nervoso, curioso e com tesão, e perguntei:

"O que vc vai fazer?"

E sem dizer nada, ele me segurou na cintura, se aproximou, e começou a deslizar a cabeçona grossa e babada no meu cuzinho, bem suave, só por fora. Eu estava com o shorts abaixado até os joelhos, de 4 no sofá com um macho muito pauzudo me fazendo empinar, cuspindo e esfregando o cacete todo no meu rabinho. Eu nunca tinha sentido nada mais delicioso, até gemia de prazer. Foi a primeira vez que eu estava gemendo pra ele assim.

Acho que ele gostou tanto de me ver gemer que senti ele parar, cuspir no meu cuzinho e enfiar o dedão dele no meu cu devagarinho. Doeu no início, mas eu estava tão excitado pra ele e ouvindo os sons do vídeo pornô, que eu fui rebolando e deixando. Ele foi me acostumando com os dedos no meu cuzinho, levou a outra mão pela frente e me masturbava, pq meu pau estava até babando com o prazer que eu estava sentindo. Me lembro dele esfregando meu cuzinho, me masturbando e perguntando:

"Dá pra mim?"

"Ahh não...vai doer muito, seu pintão é muito grande..."

"Te dou 3 jogos. E vou devagarinho."

"...Ta bom, mas se doer vc para."

Me lembro dele me puxar, tirar o restante da minha roupa e de me colocar com as mãos apoiadas no sofá. Me fez empinar e ficar na pontinha dos pés, cuspiu mais no pintão e no meu cuzinho. Eu estava sentindo uma mistura intensa de medo e excitação, mas quando ele segurou forte na minha cintura me deixou sem reação e completamente submisso. Então ele foi esfregando aquela tora no meu cuzinho e cada vez mais pressionando a cabeça molhada, indo e voltando devagar, porém firme, me fazendo gemer e abrindo meu cuzinho todo, até aquela cabeçona entrar.

Eu quase gritei de dor, pedi pra parar, mas ele me agarrou firme e deixou assim por uns segundos até meu cuzinho relaxar e se acostumar pra ele entrar mais. Me assustava um pouco o quanto aquele caralho abria meu cuzinho, mas ele não parava de falar coisas como "Ai que cuzinho gostoso", "Nossa que bunda gostosa", "Que delícia", "Dá pra mim vai", enquanto eu pedia pra parar que estava doendo, e ele ignorava, porém ia devagar.

Após uns 15 minutos dele colocando devagarinho, a dor foi se transformando em prazer, e quando ele percebeu que o pauzão dele estava entrando inteiro sem esforço após escapar, ele passou a socar mais forte, e eu senti um prazer indescritível. É como se eu tivesse nascido pra aquele momento, pra ser a putinha dele, daquele caralho grande e delicioso socado no meu cu que estava me fazendo quase delirar de prazer. É como se aquele pintão tivesse sido feito pra socar no meu cuzinho e me fazer dele.

Eu que estava lacrimejando de dor antes, passei a sentir um misto de uma dorzinha suave e MUITO prazer que me fazia gemer quase chorando no caralho enorme dele, igual uma putinha. Nunca imaginei que fosse gostar tanto de me contorcer na pontinha dos pés enquanto dava pra um macho pauzudo, maior e mais forte, e que eu ia me sentir submisso assim. Quando eu passei a gemer mais ele socou no meu cuzinho por mais alguns minutos e não aguentou, me agarrou com as duas mãos, meteu até as bolas no meu cu e gozou igual um cavalo. Eu sentia as contrações do pauzão dele latejando e os jatos de porra quentinha. Gozou tanto que eu senti a porra dele escorrer nas minhas coxas assim que ele tirou. Naquele momento eu soube que eu ainda ia ser putinha dele por muito tempo.

Neste dia eu me lembro perfeitamente de estar descendo o morro da minha casa com 3 jogos e em êxtase pelo que tinha acontecido, pensando no que tinha acontecido mas com o cu inteiro arrombadinho, lambuzado de porra e escorrendo.

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u/Pouso-Alegre035 — 6 days ago

(Parte 2) Video-game e punhetinha na casa do Júnior (REAL)

No texto anterior, eu relatei como começaram as tardes de video-game na casa do meu vizinho, o Junior. Apostávamos quem ia vencer, e o perdedor tinha que "dar uma pegadinha" no pau do outro. Contei que tive que pegar por cima do shorts e depois por dentro, e que o pauzão grosso dele babou muito na minha mão até eu precisar voltar pra casa. Tudo que estou contando é real e aconteceu ali por volta de 2009 - 2010.

No dia seguinte, me lembro de voltar lá com bastante curiosidade e entusiasmo, me perguntando se ele ia apostar denovo, pois aquilo apesar de "proibido", era muito diferente, interessante e até gostoso pra mim. Nunca havia segurado em outro pau, ainda mais um tão diferente do meu, enorme e grosso.

Sentamos no sofá pra jogar Playstation 1, e como os pais estavam sempre trabalhando e só a avó em casa, a nova aposta não demorou muito. E logo que eu perdi, eu nem esperei ele mandar, já abri o shorts dele e enfiei a minha mãozinha macia no pintão grosso dele. Me sentia muito submisso por estar segurando naquele pau muito maior que o meu enquanto ele jogava. Como já estava menos tímido, já massageava bem gostosinho pra ele.

Nesse dia jogamos diversos jogos diferentes e eu também ganhei algumas partidas, e ele também pegava no meu pau, mas eu tinha um pouco de vergonha e estava mais interessado em massagear o dele. Só parávamos quando a avó dele passava do corredor para a cozinha ou voltava pro quarto. Ela tinha pouca percepção das coisas por ser bem idosinha. Até que a proposta avançou:

"Te dou um jogo pra vc por na boca."

Eu que já estava segurando na base do cacete dele, nunca pensei que faria isso, mas aceitei, afinal jogos eram difíceis de se conseguir e relativamente caros. Me abaixei e lambi a cabeça do pau dele só uma vez e parei, por não fazer ideia de como era pra fazer de verdade. Ele respondeu irritado:

"Assim, não! Assim não vale, não vai ganhar o jogo. Tem que lamber de verdade e por mais tempo."

Então eu fiquei de 4 no sofá, segurei o pauzão e comecei a lamber mais, mas não sabia como fazer. Foi quando ele segurou minha cabeça e me mandou colocar a língua toda bem pra fora, e esfregou minha língua desde a base do cacete dele até a cabeça, indo e voltando várias vezes. Eu percebia a respiração dele ofegante enquanto ele esfregava minha língua quente e molhada naquela tora de pau e também no saco.

"Agora chupa!"

Eu disse que não, e então ele esperou eu deslizar a boca até a cabeça do pau pra me segurar e forçar o pau dentro dela. Eu gemi reclamando, mas ele não tirou e me segurou assim por alguns segundos, quase engasgando. Pela primeira vez eu estava mamando um pintão. Eu fui relaxando e me acostumando com aquele pau na minha boquinha e fui parando de oferecer resistência, até que ele tirou as mãos e eu continuei sozinho tentando mamar aquele cacetão delicioso enorme. Me lembro direitinho do gosto do pauzão dele, do cheiro e fico morrendo de tesão ao escrever. Ele me guiava, mandava eu segurar e cuspir nele e tentava me fazer engolir cada vez mais fundo, mas só entrava até a metade, pois eu engasgava forte e isso me fazia babar muito, então eu tirava da boca por reflexo. Parávamos quando ouvíamos a avó, mas assim que ela passava eu mesmo já ficava de 4 no sofá e voltava a mamar sem ele pedir, porque era muito diferente de tudo e eu estava achando bem gostoso e diferente, mesmo que eu estivesse mamando de um jeito desajeitado.

Quando a avó passou de volta pro quarto e se deitou, não demorou muito ele me puxou falando "Vem", encostou mais a porta dela e me levou pro banheiro, trancou, tirou o shorts e a cueca e me mandou mamar mais. Eu não sabia muito bem como era pra fazer, então em pé mesmo, de lado pra ele eu abaixei pra chupar (bastante desajeitado). Quando fiz isso, ele deslizou a mão dele por dentro do meu shorts e ficou apertando a minha bunda. Eu nunca tinha sentido tanto prazer, ele passava a mão muitoo gostoso na minha bunda, apertava ela bem gostoso, passava no meu cuzinho, enquanto eu tentava aprender a mamar o pintão grosso dele, que estava latejando de tão duro.

Ele então pegou minha mão que estava segurando o pau dele e me mostrou como queria que eu tocasse: bem rápido e muito forte. E foi assim que eu fiz, de lado pra ele enquanto ele alisava meu cuzinho de um jeito muito gostoso, eu peguei bem firme naquele pauzão, parei de mamar e soquei bem forte da cabeça até as bolas e senti o corpo dele enrijecendo inteiro até ver ele esporrar MUITA porra e bem forte, sem avisar no chão do box. Até hoje não sei porque ele não me fez mamar o leitinho, mas eu estava em êxtase com aquilo. Foi a primeira vez que fiz aquele pintão delicioso jorrar.

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u/Pouso-Alegre035 — 7 days ago
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(H32) Video-game e punhetinha na casa do Júnior (REAL)

Me chamo Rafael, tenho 32 anos hoje, e essa história real aconteceu quando eu ainda era adolescente.

Moro no interior de MG, e na minha adolescência ali pelos 14-15 anos, sempre gostei muito de videogames mas era muito difícil conseguir jogos, que eram CDs de PlayStation 1 e na época eram relativamente caros. E quando ganhei meu primeiro video-game, tinha poucos jogos, então às vezes ia na casa do Junior, meu vizinho alguns anos mais velho (tinha uns 17 talvez).

Junior morava com os pais que estavam sempre trabalhando durante o dia, e a avó, que já era bem idosinha. A gente jogava a tarde toda depois da escola, e fomos criando bastante intimidade.

Certa tarde, Junior que já era mais experiente me fez uma aposta. Se ganhasse num jogo de corrida de carros, eu ia ter que "dar uma pegadinha" no pau dele, por cima do shorts. Bem aposta clichê de adolescente mesmo. Eu fiquei muito curioso com aquilo, pois nunca tinha nem visto outro pau na minha vida. Obviamente como ele era dono do video-game, mais experiente e mais velho, fez a aposta sabendo que iria ganhar. E ganhou. Pela primeira vez e com muita curiosidade, eu senti um pau na minha mãozinha, mesmo que por cima do shorts. E que pau! Me surpreendeu muito, pois mesmo por cima da cueca e do shorts de tactel dava pra sentir que era o dobro do tamanho meu, tanto em comprimento quanto em grossura. Era uma tora!!! Aquilo me deixou muito curioso, mas eu também era bastante tímido. Apertei um pouquinho meio sem jeito e parei porque senti ficando duro, mas era nítida a expressão imensa de prazer e tesão no rosto dele. Ele então muito esperto, disse:

"Vamos apostar de novo. Quem perder dessa vez precisa pegar por dentro do shorts."

E eu que tinha ficado muito curioso pois nunca tinha visto e sentido um pauzão daqueles, apostei já com vontade de perder (e mesmo que eu tentasse ganhar, não ganharia). Me lembro então de ele ter logo puxado minha mão por cima do shorts, me fez apertar um pouco assim me guiando, e logo abriu o shorts e a cueca puxando para cima dizendo "Pega.". De início eu recusei por vergonha, mas ele segurou firme na minha mão e forçou dentro da cueca. Eu resisti um pouco mas deixei.

E nossa! Que sensação indescritível segurar um pintão grande e grosso daqueles pela primeira vez! Eu estava muito surpreso, animado, com vergonha, adrenalina da avó dele aparecer, mas no fundo estava com muitoo tesão! Só que eu não dizia nada, só segurava surpreso aquela tora e dava uma "massageadinha" tímida admirando a grossura daquele cacete enquanto ele jogava. Quando ele desceu o shorts, eu vi pular pra fora um pintão branco e grosso, com a cabeçona grossa mas o corpo mais grosso ainda, que minha mão ficava até pequena segurando. Eu deixava minha mão macia bem soltinha no pintão dele porque me sentia muito submisso pegando assim pra ele, e ele segurava meu pulso e me fazia tocar deslizando do saco à cabeçona daquele pintão, mas eu estava com vergonha, e logo a avó dele voltou pra sala nesse dia, e tivemos que parar, mas voltei pra casa surpreso pelo que tinha acabado de acontecer, e com minha mão toda babada do caralho enorme do Junior.

(Rolou mais coisa, se gostarem eu continuo, pois fico extremamente excitado contando).

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u/Pouso-Alegre035 — 8 days ago