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Os peitos da minha namorada excitam meus amigos - PT 1

Me chamo Rafael é minha namorada (hoje esposa) se chama Carol.

Nós começamos a namorar bem novos e estamos até hoje juntos. Sempre estivemos rodeados de amigos e amigas, e por conta da igreja que frequentávamos estávamos sempre juntos.

Carol sempre foi gata. Mesmo na época em que era magrinha chamava atenção pois seu corpo estava começando a desenvolver. Perdi a conta de quantos amigos meus babavam por ela na época. Tivemos situações onde um amigo nosso encoxou ela na cara dura, outra em que olhavam para o decote dela. Ela sempre me contava quando acontecia algo, mas o mais interessante é que começou a me excitar.

A primeira situação que vou relatar foi o dia em que ela usou um vestido azul. Aquela altura, com 23 anos, seu corpo já tinha se desenvolvido demais. E adivinha o que mais cresceu? Sim os seus peitões. Eles eram deliciosos, branquinhos e firmes. E naquele corpo magro se destacava mais ainda.

Quando chegamos na festa de aniversário, ela estava deslumbrante. Vários de nossos amigos não saiam de perto dela, segundo ela, todos queriam dar uma olhada. Mas um em especial foi o sortudo da noite, Felipe.

Felipe tinha 18 anos, estava começando a ficar com algumas meninas da igreja, mas nunca tinha provado nada igual a Carol. Ele era tímido, mas era do tipo que não disfarçava quando estava frente a frente com a Carol, ele olhava para os peitos sem do. Parecia até que ele ficava hipnotizado, típico de um menino virgem.

Eu estava ajudando em algumas coisas da festa, pois a aniversariante era minha irmã. Mas sempre ficava de olho na Carol que estava em uma roda com 3 meninas, o Felipe é mais cinco rapazes. Confesso, no estado que o decote dela estava, meu pau estava dura na calça porque imaginava que todos ali na roda só tinha um objetivo, babar nos decote dela.

No meio da festa nos deparamos que uma cartinha que minha irmã queria entregar para cada um dos convidados agradecendo a vinda deles não estava totalmente pronta, e precisar de alguém para ir adiantando esse trabalho. Eu não tinha pra que pedir então fui até a roda e pergunte se a Carol poderia ir adiantado:

Eu: Amor, consegue ir adiantando aquelas cartinhas, eles não terminaram..

Carol: Claro, onde estão?

Eu: Na sala no andar de cima do salão

Carol: Vou sim…

Nenhuma das meninas se ofereceram para ajudá-la, mais João, marcos e Felipe sim. Carol então disse:

Ah, só o Felipe acho que já adianta.

Então fomos nós 3 para o andar de cima, e eu somente para mostrar onde era a sala.

Na sala tinha uma mesa, com uma cadeira. A pessoa que ficaria sentada era a pessoa que tinha que ficar colocando o cartão dentro do nivelo-me, e a pessoa que ficava e pé só colocava as caixas encima da mesa.

Felipe logo disse: Eu coloco as caixas encima da mesa (afinal eram pesadas)..

Carol: Nossa, isso aí, faz o trabalho pesado..

Carol fez um coque no cabelo e sentou na cadeira. O seu decote ficou ainda mais visível de cima e com o pescoço a mostra. Eu logo saquei que Felipe queria era ter aquela vista privilegiada.

Acompanhei por um tempo o trabalho, e percebi que toda hora que Carol fazia o movimento para colocar o envelope no cartão seus peitos balançavam demais. Fiquei um pouco preocupado mais cheio de tesão. Felipe colocava a caixa encima da mesa e tinha muito tempo para ficar olhando Carol, que por sua vez disse:

Carol: Vai lá amor, nós adiantamos aqui, Felipe me ajuda.

Eu: Tudo bem gente, obrigado em..

Felipe: Nada.

Eu, extremamente excitado, ao invés de descer me escondi no final da sala e fiquei assistindo um pouco aquela cena, apenas excitado pela visão de Felipe, mas não imaginava o que iria acontecer. Carol começa a puxar papo com ele:

Carol: E aí meu amigo, já beijou alguém nessa festa?

Felipe (todo tímido): Até parece, queria mesmo chegar na festa e poder beijar assim fácil..

Carol: Ahh, para, você tá na flor da idade, é só ir pra cima. Mulher gosta de atitude, porque você não chega na Eduarda hoje?

Felipe: Ah Carol, sabe o que é? Eduarda é legal mas não faz meu tipo, ela é muito magra…

Carol: Ué, mas se você tá sozinho não pode ficar escolhendo, qual é seu tipo então, as gordinhas?

Felipe: Não também..

Carol: Que tipo então?

Felipe: As gostosas ué kkk

Aquela altura eu já sabia pra onde a conversava caminhava, e juro pra vocês, estava com o pau duro é pra fora, estava esperando para iniciar a punheta mais gostosa que bateria. Eles então continuaram:

Carol: Descreva então o seu padrão de gostosa..

Felipe: A carol, você é minha amiga, mas não sei se deveria estar conversando isso com você né kk

Carol: Para menino, te conheço faz quanto tempo? Te peguei no colo quando era pequeno, para de graça, fala logo

Felipe: A, você sabe, mulher encorpada..

Carol: Então você gosta de perna, bunda grandes né?

Felipe: Não exatamente

Carol: Então eu não entendi mais nada..

Felipe: kkkk deixa pra lá

Naquele momento, uma das alças do vestido de carol caem do seu ombro, deixando aquele decote ainda mais visível, e parte da alça do sutiã a mostra. Carol era o tipo de mulher que não ligava, aquela típica moleco a sabe. Se os peitos dela estivessem aparecendo ela não tava nem aí e não fazia por mal. Naquele momento Felipe já estava bem excitado, quando disse:

Felipe: Quer mesmo saber?

Carol: Claro né

Felipe: Eu gosto de peitos Carol, peitos grandes, eu amo..

Continua…

Quem quiser ver a Carol, me chama

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u/Real-Level-82 — 20 hours ago

O vestido azul da minha namorada excitou a todos - PT 2

O salão paroquial ia ficando para trás e o ar ali dentro, carregado de expectativa, atingiu o ponto de ebulição. O Felipe ainda rondava, como um tubarão, mas a Carol, com uma calma soberana, cortou a investida dele com um sorriso polido. Ela caminhou até a mesa de som, onde eu recolhia os cabos, e tocou meu antebraço, um toque que carregava uma promessa silenciosa.
— Amor, pode ficar tranquilo arrumando tudo aqui, não precisa se apressar — ela disse, com a voz serena, ignorando a presença do Felipe a poucos metros. — Eu vou voltar com a Bruna e o Gabriel na carona. A gente se encontra em casa logo mais, certo?
Eu balancei a cabeça, fingindo estar focado, e a vi se afastar, o vestido azul balançando a cada passo, atraindo os olhares de todos. Ela não olhou para trás nem uma vez. No estacionamento, o Palio velho estava lotado. "Gente, não vai caber todo mundo com essas bolsas aqui atrás", reclamou Bruna, com as mãos no volante. Carol, já com o plano em mente, sorriu e abriu a porta traseira: "Ah, não vamos deixar as meninas para trás, Bruna. Gabriel, chega um pouquinho para o lado, vou no seu colo, uai".

Gabriel, vermelho, balbuciou um "tem espaço", enquanto as outras meninas se espremiam. O trajeto foi um martírio. A cada esquina uma descia, e o clima dentro do carro ficava mais denso. Quando finalmente só restaram Bruna, Gabriel e Carol, o silêncio no carro era cortado apenas pelo som do motor. Carol começou a se remexer: "Ai, gente, que calor é esse? Não aguento mais". Com uma naturalidade desconcertante, ela abriu o zíper do vestido azul: "Vou tirar esse sutiã, tá me apertando demais". Ela deslizou as alças para baixo, jogando a peça na bolsa. Os peitos, agora livres sob o tecido fino, balançavam a cada movimento. Em seguida, com um movimento ágil, deslizou a mão por baixo da saia, desfez o fecho da calcinha e a guardou na bolsa, deixando a pele nua roçar diretamente contra o jeans do Gabriel. Ele, num ímpeto, puxou o zíper da calça e, tremendo, deixou o pau solto dentro da cueca, sentindo o calor dela logo acima.

O carro estacionou em frente a nossa casa. Mesmo com o veículo vazio, Carol não se mexeu; continuou encaixada sobre o volume latejante de Gabriel. Bruna girou o corpo para trás, observando a cena com um sorriso de quem roteirizou aquele filme: "Vocês sempre foram próximos, né? Desde criança, um grudado no outro... Mas, nossa, agora vocês não se soltam nem com o carro vazio, hein? Tá tudo bem aí, meu irmão? Porque você está com uma cara de quem vai ter um ataque cardíaco".

Gabriel, vermelho até a raiz dos cabelos, não conseguia articular frases. "É que o Gabriel é muito prestativo, Bruna. Não queria me deixar desconfortável", Carol respondeu, inclinando-se para frente e fazendo os seios balançarem diante dos olhos dele. "Pode ir indo para dentro, Bruna. A gente termina de organizar as coisas aqui e já entra". Bruna gargalhou, piscou para o irmão e saiu, fechando a porta.
Quando o silêncio retornou, Carol se fixou nos olhos de Gabriel. O corpo dela começou a se mover com um ritmo lento contra ele. Ela sentia a rigidez dele através do tecido. "Agora estamos sozinhos", ela sussurrou, a mão subindo lentamente pela coxa dele. "A Bruna já foi. Ninguém vai ver. Você está excitado, Biel? Como é que você está aí embaixo, de verdade? Fala para mim, quero saber se você estava pensando em mim o tempo todo". Ela pressionou a base do membro dele, sentindo o pulsar frenético.

— Carol... — a voz dele saiu como um gemido, um pedido de socorro que soava como convite. — Eu não sei o que fazer.
Ela soltou uma risada baixa e predatória, inclinando-se mais, o peito nu roçando o peitoral dele.
— Você não precisa fazer nada, Biel. Eu já estou fazendo tudo por nós dois — ela respondeu. — Mas agora, tira essa mão do bolso e me mostra... eu quero ver o tamanho do estrago que esse vestido azul causou em você.

Gabriel, hipnotizado, levou a mão trêmula até o elástico da cueca, com o olhar perdido na curva do colo dela, sabendo que, a partir daquele instante, não havia mais volta. O segredo daquela noite estava prestes a ser consumado, enquanto eu, em casa, apenas aguardava o desenrolar desse jogo que eu mesmo tinha permitido começar.

Devo seguir com a PT 3?

Quem quiser ver o vestido, me chama

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u/Real-Level-82 — 2 days ago

O vestido azul da minha namorada excitou a todos - PT 1

O clima daquela noite já estava sendo desenhado há meses nos bastidores da nossa paróquia. Eu e a Carol namorávamos sério, eu com 25 anos e ela com 24. Mas dos 20 aos 24 anos, o corpo da Carol passou por uma transformação que virou o assunto silencioso da igreja.

Ela continuava magra, com a cintura fina, mas os seios tinham crescido e encorpado de um jeito absurdo. Era um contraste que chamava a atenção de longe. Nos bancos de trás da igreja, as mulheres olhavam de rabo de olho, comentando com aquela ponta de inveja disfarçada de santidade, enquanto os homens — dos mais novos aos casados — simplesmente babavam toda vez que ela passava para comungar.

E no meio de todo mundo, tinha o Gabriel.

O Gabriel tinha 19 anos. Ele era o irmão mais novo da Bruna, que era a melhor amiga da Carol. Como eles moravam na mesma rua que a gente, o Gabriel sempre foi aquele moleque magrelo que jogava bola na calçada enquanto a Carol e a Bruna ficavam conversando no portão. Só que o tempo passou, o Gabriel fez 19 anos, encorpou, a voz engrossou, mas a timidez continuava a mesma. E nós começamos a perceber que a Carol tinha virado uma espécie de obsessão platônica para ele. Dava para ver no jeito que ele travava quando ela dava um abraço de "oi", na forma como ele desviava o olhar rápido quando eu olhava, totalmente sem jeito. Ele estava experimentando um tipo de desejo que claramente nunca tinha sentido por nenhuma menina da idade dele.

No sábado do evento beneficente da igreja, tudo colidiu. Eu precisei ir duas horas antes para o salão paroquial para montar o equipamento de som e passar os microfones com o padre. Por isso, a Carol combinou de pegar carona com a Bruna. O problema é que, de última hora, mais três meninas do ministério de jovens pediram para ir junto, e o carro, um Palio antigo, ficou completamente lotado.

)

— Gente, não vai caber todo mundo com essas bolsas aqui atrás — reclamou Bruna, com as mãos no volante e o motor já ligado, olhando pelo retrovisor interno.
— Ah, não vamos deixar as meninas para trás por causa disso — Carol disse, já abrindo a porta traseira, com as amigas espremidas lá dentro. — Deixa que eu resolvo. Gabriel, chega um pouquinho para o lado. Vou no seu colo, uai.
Gabriel, que estava quieto no canto do banco, sentiu o sangue sumir do rosto instantaneamente. Ele olhou para a Carol como se ela tivesse feito uma proposta em outra língua.
— No... no meu colo? Pode ser... chega aí, tem espaço.
Carol entrou no carro, ajeitando o tecido liso do vestido azul escuro que tinha escolhido para a festa, e sentou-se direto no colo dele. A saia subiu um pouco pelas coxas, e o perfume doce dela inundou o espaço fechado do banco de trás.
O moleque ficou imediatamente rígido. Ele espalmou as duas mãos contra o banco de trás, os braços esticados, sem ousar encostar um dedo sequer na cintura dela, tentando mal respirar. Só que o trajeto até a paróquia era cheio de quebra-molas e buracos. A cada solavanco do carro, o quadril da Carol quicava e se acomodava mais fundo contra a virilha dele.
— Desculpa, Biel, esse asfalto tá horrível — ela disse, jogando o peso do corpo para trás de leve para se equilibrar, colando as costas macias e o calor do corpo dela diretamente no peito dele.
— Não... tudo bem, relaxa... — a voz do Gabriel saiu espremida, quase um oitavo acima do normal. A respiração dele, curta e quente, batia direto no pescoço da Carol.

O mormaço ali atrás ficou insuportável. Com o balanço contínuo e o roça-roça inevitável daquelas curvas contra ele, o corpo do moleque de 19 anos respondeu de forma bruta. O membro dele acordou e ficou completamente duro, pressionando com força a bunda da Carol. Ela sentiu perfeitamente a rigidez crescendo e se marcando sob ela, mas fingiu demência. Manteve o olhar fixo na janela do carro, embora um sorriso ladino, consciente do poder que tinha, desenhasse o canto de seus lábios. Gabriel estava vermelho, transpirando de puro nervosismo e tesão.

Quando o carro finalmente estacionou no pátio da igreja e todos desceram, Bruna puxou Carol pelo braço no canto da calçada, enquanto Gabriel saía andando rápido na frente para disfarçar o volume. Bruna sussurrou, rindo maliciosa:
— Amiga, olha o estado do meu irmão, ele tá até zonzo. Ele não vai esquecer esse dia nunca mais. Você acabou com o menino antes da festa começar.

Quando eu finalmente encontrei a Carol dentro do salão, fiquei sem ar. O vestido azul escuro tinha um decote profundo, generoso, que emoldurava o colo claro e os seios fartos de um jeito que hipnotizava qualquer um. Eu estava na mesa de som, que ficava numa parte mais alta, o que me dava uma visão perfeita de todo o salão. Foi quando vi o Felipe se aproximar dela.
O Felipe tinha uns 30 anos. Era um cara mais velho da comunidade, seguro de si, divorciado, que sempre olhava para as meninas mais novas com uma postura de predador. E ele estava com os olhos cravados no decote da Carol sem o menor pudor. Fiquei observando de longe, fingindo organizar uns cabos, sentindo o meu pau pulsar só de ver a minha mulher ser cobiçada daquele jeito tão agressivo.

— Carol! Que espetáculo, hein? — disse Felipe, dando um passo a mais para dentro do espaço pessoal dela, reduzindo a distância a quase nada. — Esse azul caiu muito bem em você. Destacou... o que já era difícil não notar.
— Obrigada, Felipe — Carol respondeu, com aquela voz mansa, e deu uma leve ajeitada na alça do vestido. O movimento sutil fez o busto balançar, atraindo o olhar dele como um ímã. — Deu um pouquinho de trabalho para achar, mas gostei do caimento.
Felipe deu um sorriso de canto, cruzando os braços e inclinando o corpo na direção dela, falando mais baixo, num tom quase confidencial.
— Cara, me desculpa a inconveniência... sei que é feio perguntar isso na igreja, mas preciso tirar essa dúvida de homem. Qual é o tamanho do seu sutiã, afinal? É 46? 48? Porque olha... você tá de parabéns.
A Carol ficou instantaneamente vermelha, mas deu uma risada contida, uma mistura de timidez com a vaidade inflada de quem sabe que está arrasando. Ela olhou de lado para ver se ninguém ouvia e deu um tapinha leve, quase íntimo, no braço dele.
— Ai, Felipe! Que pergunta é essa? Que feio! — ela riu, sustentando o olhar dele. — Mas errou. É 46, só que a fôrma desse vestido deixa parecer maior.
— 46 muito bem distribuído — Felipe rebateu, a voz aveludada de tesão, os olhos devorando o colo dela. — O seu namorado é um cara de muita sorte. Se eu tivesse uns anos a menos... ou se a gente estivesse em outro lugar...
Ela deu um sorriso misterioso, mantendo o jogo de sedução no ar antes de mudar de assunto. Eu, de longe, vendo aquele homem de 30 anos secando a Carol e ela devolvendo aquela malícia velada, senti meu pau marcar forte na calça. Aquela noite estava quente demais.

Mais tarde, o DJ da igreja aumentou o som e a pista de dança lotou. O salão virou uma estufa, um mormaço suado. A Carol foi dançar no meio do povo com a Bruna e o Gabriel, que ainda parecia meio chocado com o que tinha acontecido no carro. Pouco depois, o Felipe também se infiltrou no grupo, dançando por perto.
Sentindo o calor sufocante, Carol levou as mãos à nuca. Ela juntou os cabelos compridos, jogou a cabeça para trás e os prendeu num coque alto.
Esse movimento mudou tudo. Sem o cabelo para cobrir os ombros, o pescoço e o colo dela ficaram totalmente expostos. E ao levantar os braços, a postura dela empinou ainda mais os peitos para a frente, esticando o tecido azul ao limite máximo, deixando o decote quase rasgando.

O Gabriel estava bem na frente dela, dançando meio travado, completamente abobalhado. O garoto estava literalmente babando; dava para ver o brilho de saliva no canto da boca dele, totalmente nocauteado pelo desenho dos seios dela bem diante dele.

Foi quando a música ganhou uma batida mais cheia, mais envolvente. O Felipe, aproveitando o empurra-empurra natural da pista cheia, deu um passo à frente e colou o corpo dele exatamente atrás do da Carol. A cada movimento do ritmo, ele acompanhava o molejo dela. Quando a Carol jogou os quadris para trás num rebolado mais lento e marcado, ela sentiu a pressão exata, dura e volumosa do pau do Felipe contra a sua bunda.

Por estarem no meio da multidão da igreja, parecia apenas o aperto normal do ambiente, mas entre os dois a eletricidade era pura. Ela não se afastou. Continuou no mesmo ritmo, descendo sutilmente, sentindo aquela rigidez do cara de 30 anos cutucando o tecido do vestido a cada batida, fingindo que era apenas o fluxo da dança, enquanto o Felipe espalhava a mão de leve na lateral da cintura dela para ditar o passo.
No meio desse transe de calor, roça-roça e movimento, os seios da Carol balançavam de um jeito que prendia a atenção de quem estivesse por perto. De repente, num giro mais rápido para acompanhar a transição da música, a alça do vestido cedeu e o tecido desceu mais do que devia.

Por alguns segundos compridos, a auréola do peito esquerdo dela ficou completamente para fora, escura, nua e intocada, contrastando com o azul vivo do vestido.
Gabriel, que assistia a tudo de frente, parado na pista, viu na hora. As pupilas do moleque dilataram tanto que os olhos pareciam pretos. Ele paralisou no meio do salão, com o peito subindo e descendo numa respiração arfante, assistindo à Carol ser encoxada pelo Felipe enquanto exibia a auréola do peito bem na direção dele.
Carol sentiu o toque do ar frio na pele, olhou para baixo e percebeu o deslize. Com total controle da situação, ela deu um sorriso travesso, lento, direto nos olhos do Gabriel. Levou a mão ao decote e, devagar, puxou o tecido de volta para o lugar, cobrindo-se sem nenhum alarde para o resto do salão não notar.
Bruna, que tinha visto o irmão entrar em choque e quase cair para trás, chegou perto do ouvido da Carol e gritou por causa do som alto:
— Amiga, olha o Gabriel! Ele vai passar mal! Ele não vai esquecer esse dia nunca mais na vida dele. Primeiro no carro, agora isso... Você vai matar o meu irmão de tesão!

A Carol deu uma risada gostosa e olhou para trás, procurando por mim no fundo do salão. Quando os olhos dela cruzaram com os meus lá na mesa de som, ela me deu aquele sorriso cúmplice de quem sabia exatamente o que estava fazendo. Eu apertei as duas mãos contra o balcão, com o pau completamente rígido dentro da calça, assistindo de longe ao rastro de desejo e destruição que a minha mulher tinha deixado naquela pista de dança.

Posso continuar a parte 2? Me diga se gostaram!

Se quiserem ver o vestido azul, me chama!

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u/Real-Level-82 — 5 days ago

Os peitos da minha namorada e nosso conhecido Rafael . PT 01

O relato que vou iniciar realmente aconteceu e mexeu muito comigo e minha namorada. Me chamo Felipe e tenho 24 anos. Namoro a caro que tem 22 anos. Carol sempre foi aquela moça magra, sabe? Braço fino, pernas finas, mas sempre foi linda. Branquinha, cabelo castanho, o tipo de mulher que chama a atenção por ser gostosa mesmo não tendo tanta carne. Por volta dos 18 anos ela começou a encorpar, e o que mais cresceu nelas foram os seios. Era um destaque ver uma mulher magra, mas com aqueles peitos redondos e grande sabe? Qualquer tipo de roupa chamava muito a atenção e aquilo excitava muito a mim e aos meninos/homens a nossa volta.

Nós sempre formos católicos e frequentamos a missa. Carol às vezes ia de decote na missa ou evento, e era nítido o quanto os rapazes da paróquia sempre desviavam o olhar, lambiam os lábios e admiravam aqueles seios lindos. Isso me excitava, principalmente quando ela contava, e muitas foram as vezes.

O primeiro evento mais forte aconteceu em um dia vento da igreja. Era um evento de jovens, onde íamos para a chácara e passávamos o final de semana. Começou em uma sexta a tarde, com comes e bebes , fogueira e brincadeira. Como o evento era próximo de casa, não quis ficar para dormir, pois tinha um custo, mas, Carol ficou junto com as amigas delas e outras pessoas. O evento tinha aproximadamente 40 jovens e alguns liderando.

Na manhã seguinte eu retornei, e chegando na chácara, percebi que Carol estava com seu grupo bem próximo onde seria as palestras. Ela estava linda. Uma saia azul com flores, bem grande até os pés dela, mas uma blusa azul bem apertada e como um decote e V que estava comportando, mas por conta do volume dos peitos chamava a atenção. Chamava ainda bem pois não tinha tanta manga e dava pra ver que ela tinha o braço fino mas os peitos grandes. Mas uma coisa me chamou a atenção. Nessa roda de umas seis meninas, havia também Rafael, que não era nosso amigo, mas percebi que estava rindo e vincando com todas. Rafael não era do tipo fodão, mas era um rapaz de 22 anos, branco e bonito, mas era ainda mais magro do que Carol. Bem magro mesmo. Não apresentava perigo, mas era bonito. Percebi que ele estava de frente com a Carol e que ela valorizava muito se mexer na frente dele, me parecia que queria balançar os peitos propositalmente.

O evento estava pra começar e antes tivemos um quebra gelo, conduzido pelo líder. A brincadeira era sobre confiança. Tínhamos que formar dupla, tava os olhos da nossa dupla, e conduzir a pessoa de olhos fechados para mostrar que podíamos confiar uns aos outros. Uma das nossas amigas fechou os olhos da Carol que estava bem animada, outra do rafael, e eu de um outro amigo. Logo percebi que Carol jogou o ombro pra trás e não ficou com as mão para frente, confiando totalmente nessa amiga. Rafael já esticou as mãos mas me parecia que estava com o olho aberto pois estava com a cabeça mais baixa, podendo estar vendo por entre os dedos. Fui acompanhando a Carol e conduzindo meu amigo, mas não esperava que a amiga da Carol conduziria ela para a frente d Rafael, que sem pensar muito com as mão abertas apertou os peitos da Carol sem nenhum pudor. Ele não encostou a mão, ele agarrou os peitos com muita vontade, ao que Carol gritou:

Ai meus peitos rsrs.

Esse grito me acendeu um fogo, mas todo mundo fingiu que não ouviu. Depois que terminou chamei ela e disse, como você me grita isso? E ela:

Ela: Mas alguém apertou os meus peitos ..
Eu: Eu sei, eu vi que foi..
Ela: Sério, quem?
Eu: O Rafael…
Ela: Nossa, ele apertou com vontade..
Eu: Jura?
Ela: Sim. Sentir meus mamilos escaparem do sutiã na hora..
Eu: Puta que pariu..
Ela: Que safadinho…

Aquilo acendeu um fogo em mim, e percebi que nela também. E o mais engraçado eu não iria dormir ali na noite.

Percebi que Carol começou a olhar pra ele, e em determinado momento na fila do almoço ficamos atrás dele e das meninas. Percebi que Carol “sem querer” passou com os peitos nas costas dele que logo olhou pra trás procurando o volume. Como ele era magro, o shorts ficava grande e dava pra ver que a piroca dele estava daquele jeito. Eu acho que Carol também percebeu o volume. Aquilo me excitou de uma maneira tão grande, que comecei a ficar excitado. Antes de ir embora tomei uma atitude completamente movida pelo tesão …..

Procurei Rafael, o abracei e disse:

Eu: Rafa, estou indo embora, você cuida da Carol pra mim?
Ele disse: Claro meu amigo…

Continua…..

Querem parte 2? Quem quiser ver a blusa dela, me chama na DM

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