Como meu primo influenciou minha primeira punheta
Meus pais trabalhavam o dia inteiro e não tinha ninguém pra tomar conta de mim, então, pra economizar uma grana com babá, optaram por me deixar na casa da minha tia.
Eu estudava de manhã junto com meu primo Tiago. Como ele estudava na mesma escola, voltávamos juntos pra casa. A princípio, o Tiago não me dava muita bola porque queria voltar de galera fazendo bagunça. Só que ele tinha que me esperar na saída, andar do meu lado e me levar até em casa, e isso deixava ele visivelmente puto. No caminho, aquele corpo maior que o meu vinha
Além disso, qualquer coisa que ele fizesse de errado eu ia acabar dedurando, a pedido da minha tia, que era terrivelmente evangélica.
Resumindo: não nos dávamos bem. Eu entregava ele caso aprontasse, ele levava uma surra daquelas e, em compensação, se empenhava em fazer da minha vida um inferno o que quase sempre envolvia me segurar pelo braço com força, me dar gravata e usar a força física dele pra me dominar.
As coisas foram assim até eu mudar de ano na escola. Comecei a criar um pouco mais de personalidade e a negociar com ele, me emprestava o celular e, em troca, eu mantinha o bico calado. Nessas andanças pra casa, colado nele e nos amigos, ouvi pela primeira vez falarem de sexo. Como vinha de família crente, não fazia ideia do que era, mas passei a escutar o Tiago e o grupo dele falando todo tipo de putaria. Às vezes ele se gabava de ter ficado com umas garotas, e o jeito que ele falava daquilo me prendia a atenção de um jeito estranho. Mas a minha vibe na época era a obsessão por jogos, então eu disfarçava esse interesse contanto que meu tempo nos jogos estivesse garantido
Quando minha tia começou a trabalhar fora também, passamos a ficar em casa sozinhos. Os mesmos três moleques da escola iam pra lá. O Tiago logo me passava o celular dele, liberado nos jogos, me largando no sofá da sala pra eu ficar entretido e de bico calado enquanto eles subiam pro quarto e trancavam a porta. Vez ou outra um descia pra checar se eu tava quieto
O estalo na minha cabeça aconteceu no dia em que eles desceram pra sala depois de horas trancados lá em cima. Tavam os quatro suados, com a respiração pesada. O Tiago desceu sem camisa, largando a blusa no ombro, e veio direto pegar o celular da minha mão. Ele tinha o peitoral largo, já meio definido, e a barriga marcada. Subia aquele cheiro forte no ar, uma mistura pesada de suor e porra
O Tiago se jogou do meu lado no sofá, largado de perna bem aberta, respirando fundo enquanto tomava o celular da minha mão como tava só de short fino de tactel e sem cueca, o tecido meio grudado de suor colava direto na virilha, deixando ver o volume pesado e o desenho exato da cabeça da pica. Os outros moleques sentaram do lado, mas era no corpo do Tiago e naquele volume marcado que meu olho ficava vidrado. Aquela imagem me deu um estalo de curiosidade que não saiu mais da minha cabeça. Foi ali que decidi que precisava descobrir o que rolava naquele quarto.
No dia seguinte, quando subiram, o Tiago me jogou o celular como sempre pra me manter calado e ocupado. Mas eu bolei o plano deixei o aparelho de lado no sofá, me deitei e fingi que tinha pegado no sono pesado. Não deu outra o Leo desceu, chegou bem perto do meu rosto, encarou o celular largado e o meu rosto pra ver se eu tava apagado mesmo e voltou pra cima. Assim que ouvi os passos dele no topo da escada, levantei sem fazer barulho. Fui subindo os degraus devagarinho, degrau por degrau, com o coração disparado no peito.
Quando cheguei no corredor, a porta do quarto tava entreaberta, deixando sair uma fresta do brilho azulado da tela do computador ligado. Aquele cheiro quente de suor, soprava forte pelo vão, travando a minha respiração. Espiei lá dentro.
Tavam os quatro sentados em cadeiras de plástico brancas encarando a tela do computador, onde rolava um pornozão. As calças e shorts tavam arriados ou puxados de lado, e todos tavam batendo punheta devagar
O Diego era o único totalmente nu, largado na cadeira com as pernas abertas, talvez o fosse mais safado entre eles? Não sei. Mas foi um detalhe que achei curioso
Ao lado dele, o Leo tava com a calça de moletom cinza arriada até o joelho, com a cueca de algodão manchada baixada, descascando o pau de 14 cm meio armado, tinha uma piroca linda a cabeça brilhava
O Biel tinha puxado o short e a cueca pro lado da coxa. A pele dele, branca e clara sem pelo nenhum na virilha, destacava a cabeça avermelhada de uns 15 cm
E no meio deles tava o Tiago. Ele não usava cueca, só o short de tactel arriado na coxa era o pau mais lindo que vi na minha vida até hoje, eu fiquei impressionado ao ver o meu primo pelado pela primeira vez
Eu fiquei ali, paralisado na fresta da porta. Meu cérebro mal conseguia processar o que tava acontecendo, sem saber pra onde olhar primeiro: se pra pica do meu primo, pras coxas e pros corpos dos amigos dele, ou para o pornozão do computador
Com medo de ser pego, me afastei do vão da porta e desci as escadas bem devagarinho, pisando fofo pra não fazer barulho. Quando cheguei na sala, peguei o celular do Tiago de volta, me joguei no sofá, mas nada mais era como antes. Pela primeira vez na vida que eu me lembrava, minha pica era pequena deveria ter poucos cm tinha ficado completamente dura, fincada e queimando por baixo da cueca branca e do calção.
Eu tava profundamente excitado, sem nem entender direito o porquê daquela reação tão forte. Segurando o celular do meu primo numa das mãos, fechei os olhos no sofá e a imagem daquelas mãos subindo e descendo nos paus não saía da minha mente. De forma desajeitada e instintiva, levei a outra mão por cima do bermudão e comecei a me esfregar
O pano jeans roçava na pele sensível da cabeça lisa, gerando um atrito seco e travado que dava uma fisgada quente, quase dolorosa de tão intensa antes de virar prazer puro. Enfiei a mão por dentro da calça, puxei o elástico da cueca branca e passei os dedos direto na cabecinha, Como era a primeira vez, a pele seca puxava com certa dificuldade, mas fui ajustando o ritmo de subir e descer devagar, imitando o movimento que tinha acabado de ver o Tiago e os garotos fazendo no quarto. A cada apertada, as minhas coxas magras tremiam no sofá, a respiração travava curta no peito e o suor frio escorria pela teste
A minha intenção é contar as histórias que tive durante a minha adolescência, a comunidade aqui é pequena mas se vocês gostarem posso postar as continuações
**Obs** todos os nomes são ilustrativos e não esperem que a história se torne uma fantasia que eu fiz sexo com todos os amigos do meu primo porque é uma história real é obviamente isso não aconteceu