Larissa realizou minha fantasia
Entrei na casa de Larissa naquela tarde quente, o ar carregado com o cheiro familiar de baunilha e canela do aromatizador que ela adorava. Mal avancei pelo corredor e parei bruscamente, o coração martelando contra as costelas.
Lá estava ela, banhada pela luz dourada e quente que entrava pela janela. A fantasia de colegial era pura provocação: a saia xadrez curtíssima mal cobria a curva inferior da bunda redonda, revelando a pele macia e bronzeada das coxas. A camisa branca, justa e quase transparente pelo calor, colava-se aos seios firmes, os botões abertos deixando à mostra o vale profundo e suado entre eles. A gravata frouxa pendia entre os montes arrepiados, e as meias 7/8 pretas subiam até o meio das pernas torneadas, terminando em um contraste delicioso com a pele quente. O perfume doce dela misturava-se ao cheiro sutil e íntimo de excitação feminina que já começava a se espalhar no ar.
— Surpreso, maninho? — sussurrou com voz rouca e aveludada, girando devagar. O tecido da saia farfalhou suavemente contra sua pele.
Meu pau endureceu instantaneamente, latejando dolorosamente dentro da calça. O desejo proibido que eu guardava há anos agora pulsava vivo diante de mim.
Depois do primeiro orgasmo intenso no sofá, onde gozei profundamente dentro dela, permanecemos unidos, suados e ofegantes. O cheiro almiscarado do nosso sexo preenchia a sala. Larissa contraiu os músculos internos ao redor do meu pau ainda semi-duro, arrancando-me um gemido baixo.
— Não acabou… — murmurou, mordiscando meu pescoço, a respiração quente e úmida contra minha pele. — Quero que você me sinta em todos os lugares.
No quarto, a luz suave do abajur criava sombras longas sobre seu corpo. Empurrei-a contra a cama, de quatro. Levantei a saia e abri suas nádegas com as mãos. O cheiro dela era inebriante: doce, quente, levemente salgado. Passei a língua devagar por toda a extensão da sua boceta inchada e molhada, saboreando o gosto cremoso e doce do nosso gozo misturado. Larissa gemeu alto, um som rouco e necessitado, empinando o quadril contra minha boca. Quando circulei o cuzinho rosado e apertado com a ponta da língua, senti seu corpo inteiro tremer e ouvi o gemido agudo que escapou de sua garganta.
Levantei-me e segurei seus quadris quentes e macios. Posicionei a cabeça grossa do meu pau na entrada escorregadia e meti fundo com uma estocada só. O calor apertado e pulsante dela me envolveu completamente. O som molhado e obsceno de carne contra carne ecoava no quarto enquanto eu a fodia com força. Suas paredes internas latejavam ao meu redor, quentes e encharcadas. Cada estocada fazia seus seios balançarem pesadamente, mamilos duros roçando o lençol.
Virei-a de frente. Seus olhos estavam vidrados de prazer, lábios entreabertos soltando gemidos entrecortados. Penetrei-a novamente, sentindo cada sulco e ondulação interna. Inclinei-me e capturei um mamilo com a boca, sugando com fome enquanto sentia o gosto levemente salgado da sua pele suada. Larissa cravou as unhas nas minhas costas, arranhando minha pele úmida, e gozou com violência — o corpo arqueando, a boceta apertando meu pau em espasmos quentes e rítmicos, um gemido longo e rouco saindo de sua garganta.
— Quero te chupar… — pediu, a voz rouca de tesão.
Deitei-me e Larissa se ajoelhou entre minhas pernas. O cabelo castanho caiu sobre meu ventre enquanto ela segurava meu pau latejante. Lambeu a cabeça devagar, saboreando os restos do nosso prazer, a língua quente e molhada girando lentamente. Depois desceu a boca inteira, engolindo-me até o fundo. O calor úmido e a sucção firme eram enlouquecedores. Segurei seus cabelos, guiando o ritmo, fodendo sua boca com estocadas cada vez mais profundas. Os sons molhados de sucção misturavam-se aos gemidos abafados dela. Quando gozei, explodi em jatos grossos e quentes dentro de sua garganta. Larissa engoliu tudo, lambendo-me depois com carinho, um filete branco escorrendo pelo canto dos lábios carnudos.
No banho, a água quente caía sobre nossos corpos suados. Larissa apoiou as mãos na parede, empinou a bunda perfeita e olhou para trás com desejo puro.
— Quero você no meu cuzinho hoje… — sussurrou.
Lubrifiquei seu pequeno buraco com gel e com meus dedos, sentindo o anel apertado relaxar aos poucos. Quando pressionei a cabeça do pau e comecei a entrar, o aperto era quase insuportável de tão intenso — quente, pulsante e extremamente justo. Larissa soltou um gemido longo e profundo, a voz ecoando no box. Centímetro por centímetro, invadi seu interior. Quando estava completamente enterrado, parei, sentindo suas paredes latejarem ao meu redor.
Comecei a me mover devagar, depois mais rápido, uma mão no seu clitóris inchado e a outra apertando seu seio molhado. A água escorria entre nossos corpos, facilitando o movimento. Larissa gozou violentamente, o cuzinho contraindo-se em espasmos fortes ao redor do meu pau, o corpo tremendo tanto que precisei segurá-la firme. O aperto delicioso me levou ao limite. Gozei fundo dentro dela com um gemido gutural, enchendo seu interior com jatos quentes enquanto a água quente continuava a cair sobre nós.
Exaustos, nos deitamos na cama ainda úmidos, a fantasia parcialmente colada ao corpo suado de Larissa. Ela aninhou-se no meu peito, traçando linhas preguiçosas com as unhas na minha pele, o cheiro de sexo e perfume ainda impregnado no ar.
— Pode vir sempre que quiser, maninho — murmurou, beijando meu pescoço com lábios quentes. — Essa colegial safada está sempre molhada e pronta pra realizar todos os seus desejos mais proibidos.