u/eusouperditudo

Larissa realizou minha fantasia

Entrei na casa de Larissa naquela tarde quente, o ar carregado com o cheiro familiar de baunilha e canela do aromatizador que ela adorava. Mal avancei pelo corredor e parei bruscamente, o coração martelando contra as costelas.

Lá estava ela, banhada pela luz dourada e quente que entrava pela janela. A fantasia de colegial era pura provocação: a saia xadrez curtíssima mal cobria a curva inferior da bunda redonda, revelando a pele macia e bronzeada das coxas. A camisa branca, justa e quase transparente pelo calor, colava-se aos seios firmes, os botões abertos deixando à mostra o vale profundo e suado entre eles. A gravata frouxa pendia entre os montes arrepiados, e as meias 7/8 pretas subiam até o meio das pernas torneadas, terminando em um contraste delicioso com a pele quente. O perfume doce dela misturava-se ao cheiro sutil e íntimo de excitação feminina que já começava a se espalhar no ar.

— Surpreso, maninho? — sussurrou com voz rouca e aveludada, girando devagar. O tecido da saia farfalhou suavemente contra sua pele.
Meu pau endureceu instantaneamente, latejando dolorosamente dentro da calça. O desejo proibido que eu guardava há anos agora pulsava vivo diante de mim.

Depois do primeiro orgasmo intenso no sofá, onde gozei profundamente dentro dela, permanecemos unidos, suados e ofegantes. O cheiro almiscarado do nosso sexo preenchia a sala. Larissa contraiu os músculos internos ao redor do meu pau ainda semi-duro, arrancando-me um gemido baixo.

— Não acabou… — murmurou, mordiscando meu pescoço, a respiração quente e úmida contra minha pele. — Quero que você me sinta em todos os lugares.

No quarto, a luz suave do abajur criava sombras longas sobre seu corpo. Empurrei-a contra a cama, de quatro. Levantei a saia e abri suas nádegas com as mãos. O cheiro dela era inebriante: doce, quente, levemente salgado. Passei a língua devagar por toda a extensão da sua boceta inchada e molhada, saboreando o gosto cremoso e doce do nosso gozo misturado. Larissa gemeu alto, um som rouco e necessitado, empinando o quadril contra minha boca. Quando circulei o cuzinho rosado e apertado com a ponta da língua, senti seu corpo inteiro tremer e ouvi o gemido agudo que escapou de sua garganta.

Levantei-me e segurei seus quadris quentes e macios. Posicionei a cabeça grossa do meu pau na entrada escorregadia e meti fundo com uma estocada só. O calor apertado e pulsante dela me envolveu completamente. O som molhado e obsceno de carne contra carne ecoava no quarto enquanto eu a fodia com força. Suas paredes internas latejavam ao meu redor, quentes e encharcadas. Cada estocada fazia seus seios balançarem pesadamente, mamilos duros roçando o lençol.

Virei-a de frente. Seus olhos estavam vidrados de prazer, lábios entreabertos soltando gemidos entrecortados. Penetrei-a novamente, sentindo cada sulco e ondulação interna. Inclinei-me e capturei um mamilo com a boca, sugando com fome enquanto sentia o gosto levemente salgado da sua pele suada. Larissa cravou as unhas nas minhas costas, arranhando minha pele úmida, e gozou com violência — o corpo arqueando, a boceta apertando meu pau em espasmos quentes e rítmicos, um gemido longo e rouco saindo de sua garganta.

— Quero te chupar… — pediu, a voz rouca de tesão.

Deitei-me e Larissa se ajoelhou entre minhas pernas. O cabelo castanho caiu sobre meu ventre enquanto ela segurava meu pau latejante. Lambeu a cabeça devagar, saboreando os restos do nosso prazer, a língua quente e molhada girando lentamente. Depois desceu a boca inteira, engolindo-me até o fundo. O calor úmido e a sucção firme eram enlouquecedores. Segurei seus cabelos, guiando o ritmo, fodendo sua boca com estocadas cada vez mais profundas. Os sons molhados de sucção misturavam-se aos gemidos abafados dela. Quando gozei, explodi em jatos grossos e quentes dentro de sua garganta. Larissa engoliu tudo, lambendo-me depois com carinho, um filete branco escorrendo pelo canto dos lábios carnudos.

No banho, a água quente caía sobre nossos corpos suados. Larissa apoiou as mãos na parede, empinou a bunda perfeita e olhou para trás com desejo puro.

— Quero você no meu cuzinho hoje… — sussurrou.

Lubrifiquei seu pequeno buraco com gel e com meus dedos, sentindo o anel apertado relaxar aos poucos. Quando pressionei a cabeça do pau e comecei a entrar, o aperto era quase insuportável de tão intenso — quente, pulsante e extremamente justo. Larissa soltou um gemido longo e profundo, a voz ecoando no box. Centímetro por centímetro, invadi seu interior. Quando estava completamente enterrado, parei, sentindo suas paredes latejarem ao meu redor.

Comecei a me mover devagar, depois mais rápido, uma mão no seu clitóris inchado e a outra apertando seu seio molhado. A água escorria entre nossos corpos, facilitando o movimento. Larissa gozou violentamente, o cuzinho contraindo-se em espasmos fortes ao redor do meu pau, o corpo tremendo tanto que precisei segurá-la firme. O aperto delicioso me levou ao limite. Gozei fundo dentro dela com um gemido gutural, enchendo seu interior com jatos quentes enquanto a água quente continuava a cair sobre nós.

Exaustos, nos deitamos na cama ainda úmidos, a fantasia parcialmente colada ao corpo suado de Larissa. Ela aninhou-se no meu peito, traçando linhas preguiçosas com as unhas na minha pele, o cheiro de sexo e perfume ainda impregnado no ar.

— Pode vir sempre que quiser, maninho — murmurou, beijando meu pescoço com lábios quentes. — Essa colegial safada está sempre molhada e pronta pra realizar todos os seus desejos mais proibidos.

reddit.com
u/eusouperditudo — 4 days ago

Armadilha Perfeita

Meu nome é Douglas. Nunca pensei que ver minha esposa assistindo seria a coisa mais excitante da minha vida.

Tudo começou quando Laiane apareceu naquela tarde abafada de verão. Eu estava no sofá da sala, só de short, quando ela entrou com aquele sorriso perigoso. Vestia uma saia curta e uma blusa fina, quase transparente. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela apontou para o canto da sala.
Taiane estava lá. Sentada na poltrona larga, com os pulsos amarrados aos braços da cadeira por echarpes de seda. Os olhos dela estavam bem abertos, chocados, brilhando com lágrimas de humilhação. Uma mordaça improvisada deixava apenas seus gemidos abafados escaparem. Ela não conseguia desviar o olhar.

— Quero que ela assista tudo — sussurrou Laiane no meu ouvido, colando o corpo quente no meu. — Quero que sua esposinha veja cada centímetro do seu pau entrando em mim.

Meu coração disparou. Meu pau já endurecia só pela ideia de Taiane sendo obrigada a ver. Laiane me beijou devagar, de propósito, virando o rosto para que a irmã visse nossas línguas se enroscando. Eu correspondi, mas meus olhos não paravam de voltar para Taiane. Ela respirava rápido, o peito subindo e descendo, as coxas apertadas uma contra a outra.

Laiane se ajoelhou na minha frente, bem no centro da sala, de frente para a esposa. Puxou meu short para baixo e meu pau saltou, grosso, latejante e já molhado de pré-gozo. Ela lambeu a cabeça devagar, olhando para Taiane o tempo todo.

— Olha bem, irmã — provocou, antes de abrir a boca e engolir meu pau inteiro.

O barulho molhado da garganta dela enchia a sala. Laiane chupava com fome, babando, descendo até o fundo enquanto me olhava nos olhos e depois virava o rosto para a irmã. Eu gemia, segurando seus cabelos, mas o que realmente me deixava louco era ver o rosto de Taiane: as bochechas vermelhas, os olhos fixos na boca da irmã engolindo meu pau, as narinas dilatadas.

— Tá vendo como ele gosta, Taiane? — murmurou Laiane, tirando meu pau da boca e batendo ele molhado contra a própria língua. — Olha como está duro pra mim.

Ela se levantou, tirou a roupa devagar, exibindo o corpo perfeito para a plateia. Seios firmes, bicos escuros e duros, a boceta depilada brilhando de tesão. Virou-se de costas para mim, mas de frente para Taiane, e se inclinou sobre o sofá, empinando aquela bunda redonda.

— Vem, Douglas. Fode sua cunhada enquanto sua mulher assiste.

Eu me posicionei atrás dela e esfreguei a cabeça grossa do pau na entrada molhada da xota dela. Taiane soltou um gemido abafado pela mordaça quando empurrei devagar, centímetro por centímetro, enterrando tudo. Laiane gemeu alto, exagerado, só para humilhar.

Comecei a meter. Devagar no início, para que Taiane visse cada detalhe: o pau grosso saindo brilhante, depois entrando fundo novamente. O som molhado de pele contra pele ecoava. Eu olhava direto para minha esposa enquanto socava a irmã dela. Os olhos de Taiane estavam vidrados, uma mistura de dor, raiva e excitação involuntária. Ela se remexia na cadeira, apertando as coxas, claramente molhada contra a própria vontade.

— Olha pra ele, Taiane — gemeu Laiane entre estocadas. — Olha como seu marido está me arrombando. Ele nunca te comeu assim, né? Tão fundo
… tão gostoso…

Aumentei o ritmo, segurando a cintura de Laiane e metendo com força. Cada estocada fazia os seios dela balançarem. Eu virava o rosto para Taiane o tempo todo, querendo que ela visse meu prazer, meu tesão, o quanto eu estava curtindo foder sua irmã na frente dela. Laiane apertava minha rola por dentro, pulsando, gozando primeiro com um grito longo e teatral, a boceta esguichando levemente ao redor do meu pau enquanto o corpo tremia.
Eu não aguentei mais. Tirei o pau no último segundo e gozei forte, jatos grossos e quentes espirrando na bunda e nas costas de Laiane. Ela virou o rosto para a irmã, sorrindo vitoriosa, e passou o dedo no meu sêmen, lambendo devagar enquanto Taiane olhava, hipnotizada.

Depois, Laiane se aproximou de Taiane, ainda nua e marcada pelo meu gozo, e tirou a mordaça por alguns segundos.

— Viu tudo direitinho, irmãzinha? — perguntou, a voz rouca. — Ele gozou tanto… só porque você estava assistindo.

Taiane respirava pesado, o olhar perdido entre raiva, vergonha e desejo. Eu ainda estava ofegante, o pau semi-duro, sentindo um tesão novo ao ver minha esposa assim: obrigada a assistir, humilhada e, talvez, excitada contra a vontade.

Laiane olhou para mim e sorriu.

— Da próxima vez, vamos deixar ela mais perto.

reddit.com
u/eusouperditudo — 4 days ago

A lição que ela merecia

Era a enésima vez que Grazi faltava a um compromisso nosso. Eu havia preparado um jantar especial, reservei o restaurante, escolhi o vinho que ela gosta… e nada. Mensagens ignoradas, desculpas vagas de sempre. Dessa vez, algo dentro de mim se rompeu. Chega de paciência.

Dirigi até o prédio dela com a mente decidida. Subi as escadas, toquei a campainha e, quando ela abriu a porta com aquele sorriso inocente que sempre usava para me desarmar, não falei uma única palavra. Segurei seu pulso, virei-a de costas e prendi as algemas frias em torno de seus pulsos. O clique metálico soou como uma sentença.

— Douglas… o que você está fazendo? — murmurou ela, mas eu senti o tremor excitado em sua voz.
— Hoje você vai aprender a cumprir o que promete, Grazi.

Levei-a até o carro. Dirigi em silêncio até o motel, sentindo o peso do olhar dela sobre mim. Estava nervosa, mas molhada — eu conhecia bem aquele jeito dela.

Escolhi a suíte mais discreta. Assim que fechei a porta, tirei as algemas e dei a ordem com voz firme:

— Tire toda a roupa. Devagar. Quero ver cada centímetro seu.

Grazi obedeceu. Vi o vestido deslizar por seus ombros, o sutiã cair revelando aqueles seios perfeitos que eu tanto amava, e por fim a calcinha descer, deixando-a completamente nua diante de mim. Sua respiração já estava acelerada, os mamilos duros, e eu conseguia ver o brilho de excitação entre suas coxas.

Peguei a palmatória de couro que havia trazido e sentei na beira da cama.

— De quatro. Agora.

Ela subiu na cama, posicionando-se exatamente como eu queria: joelhos afastados, costas arqueadas, aquela bunda redonda e empinada oferecida para mim.

Aproximei-me e acariciei sua pele macia por um instante, sentindo-a arrepiar. Então, sem aviso, apliquei o primeiro golpe.

Grazi soltou um gemido agudo. A marca rosada surgiu imediatamente.

— Conte — ordenei.
— Um…

Continuei, alternando palmadas firmes com carícias suaves, vendo sua pele ficar cada vez mais vermelha e quente. A cada golpe ela gemia mais alto, empinando mais o quadril, implorando sem palavras. Entre suas pernas, sua boceta estava encharcada, escorrendo de desejo.

Quando parei, larguei a palmatória e abri minha calça. Meu pau estava latejando, duro de tanto tesão. Posicionei-me atrás dela e esfreguei a cabeça grossa em sua entrada molhada.

— Hoje você só goza quando eu permitir. Entendeu?

— Sim… por favor, Douglas…

Entrei nela de uma vez, fundo e forte. O gemido que ela soltou quase me fez perder o controle. Segurei seus quadris e comecei a fodê-la com estocadas intensas, sentindo seu calor apertado ao meu redor. De vez em quando aplicava mais uma palmada enquanto a penetrava, misturando dor e prazer até ela tremer inteira.

Quando senti que estava perto do limite, diminuí o ritmo e a virei de costas. Olhei em seus olhos enquanto abria suas pernas e voltava para dentro dela, agora mais devagar, mais fundo. Queria que ela sentisse cada centímetro.

— Goza pra mim — ordenei finalmente, quando não aguentei mais. — Agora.

Grazi explodiu em um orgasmo forte, apertando meu pau com espasmos quentes. Gozei logo depois, enchendo-a com jatos longos e profundos, grunhindo seu nome enquanto me derramava dentro dela.

Saí lentamente e me deitei ao seu lado. Puxei Grazi para meus braços com todo o carinho que sentia por ela. Beijei sua testa, suas pálpebras, o nariz e, por fim, seus lábios, num beijo lento e cheio de amor. Minhas mãos deslizavam suavemente por suas costas, massageando com ternura a pele avermelhada de sua bunda, aliviando o ardor.

— Eu te amo — sussurrei contra seus cabelos, apertando-a contra meu peito. — Por isso me importo tanto quando você some. Não quero te perder por bobagens, meu amor.

Ela se aninhou mais contra mim, a voz rouca e suave:

— Eu também te amo… Desculpa. Vou melhorar, prometo de verdade.

Sorri e beijei o topo de sua cabeça, mantendo-a segura em meus braços.

— Eu sei que vai. E se precisar de outra lição… estarei aqui para te dar. Agora descansa. Vou cuidar de você.

Ficamos ali, abraçados, o mundo lá fora completamente esquecido.

reddit.com
u/eusouperditudo — 6 days ago

Noite inesquecível

O ar da sala estava denso, carregado com o aroma almiscarado de excitação, suor e vinho tinto. Os três corpos suados brilhava à luz baixa do abajur. Luiza, ainda sentada no colo de Douglas, rebolava devagar, sentindo cada centímetro grosso e pulsante dele enterrado fundo dentro de sua boceta encharcada. As paredes internas dela pulsavam ao redor do pau dele, apertando e sugando com fome.

Lívia, ajoelhada entre as pernas dos dois, lambia com voracidade. Sua língua quente e molhada percorria o clitóris inchado da filha, depois descia até a base do pau de Douglas, saboreando o gosto misturado dos fluidos abundantes que escorriam. O som era obsceno: estalos molhados, gemidos roucos e o barulho ritmado da carne contra carne.

— Mais forte… por favor… — implorou Luiza, a voz trêmula.

Douglas segurou os quadris dela com firmeza e começou a estocar para cima com força, penetrando fundo e rápido. Cada investida fazia os seios firmes de Luiza saltarem. Lívia chupava o clitóris da filha com mais intensidade, enfiando dois dedos curvados dentro dela, massageando o ponto G enquanto a língua girava sem parar.

Mãe e filha se beijaram novamente — um beijo lésbico selvagem, babado, línguas se enroscando com desespero, saliva escorrendo pelos queixos enquanto Luiza era fodida e devorada ao mesmo tempo.

O clímax de Luiza veio como uma explosão violenta.

Seu corpo inteiro se retesou de repente. As coxas tremiam descontroladamente contra as pernas de Douglas. A boceta contraiu com força espasmódica ao redor do pau dele, apertando tão intensamente que Douglas soltou um gemido gutural. Um jorro quente e abundante jorrou dela, encharcando o pau, as bolas e as coxas de Douglas, enquanto Lívia lambia tudo com avidez, gemendo alto ao sentir o gosto forte do gozo da filha.
— Aaaahhh! Mamãe! Douglas! Eu… eu tô gozando! — gritou Luiza, a voz rouca e quebrada.

Ela continuou tremendo, ondas de orgasmo se sobrepondo, o corpo convulsionando enquanto Douglas não parava de meter fundo, prolongando o prazer até ela quase desmaiar de tanto gozo. Lágrimas de êxtase escorriam pelo rosto corado de Luiza.

Sem dar tempo para ela se recuperar, Lívia assumiu o controle. Empurrou a filha delicadamente para o lado no sofá e montou em Douglas com urgência. Sua boceta mais carnuda e experiente engoliu o pau inteiro num só movimento, soltando um gemido longo e profundo. Ela cavalgava com força bruta, os seios pesados batendo contra o peito dele, os quadris se movendo em círculos e estocadas violentas.

Luiza, ainda ofegante, ajoelhou-se atrás da mãe, abraçando-a por trás. Uma mão apertava os seios de Lívia, torcendo os mamilos duros, enquanto a outra descia até o clitóris inchado da mãe, esfregando rápido. As duas se beijavam por cima do ombro, gemidos abafados na boca uma da outra.
Douglas segurava a cintura de Lívia e metia para cima com tudo, batendo fundo, o som molhado ecoando alto na sala. O suor escorria pelos corpos. O cheiro de sexo era avassalador.

— Goza pra mim… goza no meu pau — rosnou Douglas.

Lívia explodiu segundos depois. Seu orgasmo foi ainda mais intenso: o corpo arqueou para trás, os músculos da boceta apertando o pau de Douglas em contrações poderosas e ritmadas. Ela soltou um grito gutural, quase um urro de prazer:

— Caralhooo! Tô gozando… tão forte… não paraaa!

Um jorro quente jorrou ao redor do pau dele, escorrendo abundantemente pelas coxas de Douglas. Luiza não parou de esfregar o clitóris da mãe, prolongando o orgasmo até Lívia tremer incontrolavelmente, lágrimas nos olhos, a boca aberta em um gemido silencioso de puro êxtase.

Sentindo as contrações fortes de Lívia, Douglas não aguentou mais. Com um rugido rouco, ele segurou os quadris dela com força e gozou violentamente, jorrando jatos grossos e quentes bem no fundo da boceta madura. Cada pulsação era intensa, enchendo Lívia até transbordar, o sêmen misturado aos fluidos dela escorrendo pela base do pau.

Os três ficaram colados, tremendo, ofegantes, os corpos suados e entrelaçados. Luiza beijou a mãe com ternura, depois beijou Douglas, enquanto os últimos espasmos de prazer percorriam os três.

A sala cheirava a sexo, vinho e satisfação absoluta. Nenhum dos três queria que aquela noite terminasse.

reddit.com
u/eusouperditudo — 7 days ago

No motel com Larissa

Eu sou Douglas e, naquela tarde abafada, entrei no motel com minha irmã Larissa como se fôssemos apenas mais um casal comum. O coração batia forte no peito enquanto fechávamos a porta do quarto. Ninguém precisava saber. O desejo que carregávamos havia anos finalmente tinha nos levado até ali.

Depois de um banho rápido, fomos direto para a sauna privativa da suíte. O vapor quente envolvia nossos corpos nus, tornando o ar denso e úmido. Sentei-me no banco de madeira, o suor já escorrendo pelo peito. Larissa, com aqueles cabelos molhados colados na pele clara, olhou para mim com os olhos cheios de luxúria. Seus seios firmes subiam e desciam com a respiração acelerada.

— Vem aqui, mana — murmurei, a voz rouca.

Ela se ajoelhou entre minhas pernas sem hesitar. Seu rosto bonito se aproximou do meu pau já duro, latejando de tesão. Larissa lambeu a cabeça grossa devagar, saboreando o pré-gozo que escorria.

— Delícia do irmãozinho… — sussurrou ela antes de abrir a boca e engolir meu caralho até o fundo da garganta.

Porra, que boquete gostoso. Ela chupava com fome, a língua girando ao redor da glande enquanto a mão massageava minhas bolas. O som molhado ecoava na sauna quente, misturado aos meus gemidos baixos. Larissa ia e vinha com a boca, sugando forte, deixando o pau brilhando de saliva. De vez em quando ela tirava para lamber toda a extensão, desde as bolas até a ponta, olhando nos meus olhos como a putinha safada que era.
— Isso, Larissa… Chupa o pau do seu irmão bem gostoso — eu dizia, segurando seus cabelos molhados.

Ela acelerou, enfiando meu caralho inteiro na boca quente, engasgando um pouco, mas sem parar. O calor da sauna deixava tudo mais intenso, o suor misturando-se à saliva que escorria pelo meu pau.

Não aguentei mais. Puxei ela para cima.

— Senta nele agora, vadia.

Larissa sorriu safada, virou de costas para mim e abriu as pernas. Sua boceta estava inchada, molhada de tesão e suor. Ela segurou meu pau grosso e foi descendo devagar, enfiando aquela xota apertada centímetro por centímetro.

— Ai, caralho… Que pauzão do meu irmão… — gemeu ela quando sentei todo dentro dela.

Começou a rebolar, subindo e descendo no meu colo. A boceta dela apertava meu caralho como um punho quente e molhado. Eu segurava sua cintura, metendo de baixo para cima, fundo, batendo forte contra sua bunda redonda. O barulho de pele molhada contra pele preenchia a sauna.

— Me fode, Douglas… Me fode com essa rola grossa de irmão — ela pedia, quicando cada vez mais rápido.

Eu metia com força, sentindo as paredes da xota dela pulsarem ao meu redor. Peguei seus seios por trás, apertando os bicos duros enquanto ela cavalgava meu pau sem parar. O vapor, o calor, o proibido de estar comendo minha própria irmã… tudo tornava o prazer insano.

Larissa tremia, gozando forte, apertando meu caralho com a boceta encharcada. Não demorei muito. Segurei ela firme e gozei fundo dentro dela, enchendo aquela xota incestuosa de porra quente.

Ficamos ali, ofegantes, unidos pelo suor e pelo gozo, sabendo que aquele motel seria apenas o começo de muitos outros segredos entre nós.

reddit.com
u/eusouperditudo — 8 days ago

Striptease de Aniversário

Douglas e Renata acabaram de terminar o jantar íntimo na sala de estar da casa dela. As luzes estavam baixas, apenas o brilho suave das velas iluminando a mesa. Renata, com seus 26 anos recém-completados, sorria com aquele olhar safado que Douglas conhecia bem. O vinho tinha deixado as bochechas dela coradas e o corpo quente.

— Obrigada pelo jantar, amor. E obrigada pelo presente… — murmurou ela, levantando-se devagar. — Agora eu vou usar ele pra você.
Ela desapareceu no quarto por alguns minutos. Douglas serviu mais uma taça de vinho, o pau já latejando dentro da calça só de imaginar. Quando a música começou — um som lento, sensual, com batidas graves que vibravam no ar —, Renata voltou.

Porra, que visão.

Ela vestia o conjunto de lingerie que ele havia comprado: um sutiã rendado preto que mal segurava os seios fartos e empinados, a calcinha fio-dental desaparecendo entre as nádegas redondas e macias, e uma cinta-liga que prendia meias finas pretas nas coxas grossas. O corpo dela era uma delícia: pele morena brilhando, cintura fina contrastando com os quadris largos, buceta já marcando um contorno úmido no tecido fino.
Renata começou a se mover no ritmo da música, os olhos fixos nos dele. As mãos deslizaram pelos cabelos soltos, descendo pelo pescoço até apertar os próprios peitos por cima do sutiã, gemendo baixinho enquanto apertava os mamilos duros.

— Gostou do que vê, Douglas? — perguntou com voz rouca, virando de costas e empinando a bunda. — Essa lingerie tá marcando minha bocetinha toda molhada pra você…

Ela rebolou devagar, fazendo a bunda carnuda balançar. As mãos desceram até a calcinha, puxando o fio-dental para o lado por um segundo, mostrando o cuzinho apertado e a entrada rosada da xota brilhando de tesão. Douglas apertou o pau por cima da calça, respirando pesado.
Renata virou de frente novamente, mordendo o lábio. Com um movimento lento, abriu o sutiã e deixou os peitos pesados saltarem livres — mamilos marrons escuros, duros como pedrinhas. Ela segurou um em cada mão, apertando e puxando enquanto rebolava, descendo o corpo como se estivesse cavalgando um pau invisível.

— Olha como meus peitos tão duros pra você mamar, amor… — gemeu ela, aproximando-se. Colocou um peito na boca dele por um instante, esfregando o mamilo nos lábios dele antes de se afastar, provocando.

As mãos dela desceram até a calcinha. Com um sorriso safado, virou de costas outra vez e começou a tirar a peça devagar, deslizando o fio-dental pelas coxas grossas. A buceta depilada apareceu inchada, lábios carnudos brilhando de melado, o clitóris saltado de tesão. Ela abriu as pernas um pouco e se curvou, mostrando tudo.

— Quer comer essa xota gulosa hoje, Douglas? Tá piscando pra você…

Douglas não aguentou mais. Levantou, agarrou ela pela cintura e a puxou contra o corpo, o pau duro pressionando entre as nádegas macias. Renata riu baixinho, safada, esfregando a bunda contra ele.

— Então me fode gostoso, meu presente de aniversário ainda não acabou…

A noite estava só começando.

reddit.com
u/eusouperditudo — 9 days ago

Eu me lembro como se fosse ontem. Diana e eu tínhamos sido colegas de faculdade, daqueles contatos que misturam aulas de literatura, cafés roubados entre uma prova e outra e olhares que duravam um segundo a mais do que o necessário. Depois da formatura, a vida nos separou — eu mergulhei no mercado de trabalho, ela seguiu seu caminho. Até que, anos depois, um evento de networking nos colocou frente a frente novamente.

Ela estava ainda mais deslumbrante. O cabelo castanho caía em ondas suaves sobre os ombros, e o vestido preto justo realçava cada curva que o tempo havia aprimorado. Conversamos por horas. O papo fluía fácil, carregado de nostalgia e algo mais denso, elétrico. Seus olhos castanhos encontravam os meus com uma intensidade que fazia o ar ao nosso redor parecer mais quente. Quando ela sugeriu continuarmos a conversa em um lugar mais tranquilo, não hesitei.

Chegamos ao apartamento dela, um espaço elegante e minimalista no bairro nobre da cidade. Mal fechei a porta e Diana se virou para mim, os lábios entreabertos num convite silencioso. Nos beijamos com fome acumulada. Minhas mãos desceram por sua cintura, sentindo o tecido fino do vestido. Ela gemeu baixinho contra minha boca quando apertei sua bunda firme, puxando-a contra mim.

— Douglas… — sussurrou ela, afastando-se apenas o suficiente para me olhar nos olhos. — Antes de continuarmos, quero te apresentar alguém.
Franzi a testa, confuso, mas ela sorriu com malícia e me guiou pela sala. No sofá branco, estava uma mulher idêntica a ela. Débora. A gêmea. O mesmo cabelo, os mesmos traços delicados, o mesmo corpo escultural. Usava um robe de seda curto que mal cobria as coxas torneadas. Quando se levantou para me cumprimentar, o robe se abriu ligeiramente, revelando o vale profundo entre os seios fartos e empinados — claramente resultado de implantes de silicone, perfeitos, redondos, com um brilho suave sob a luz baixa da sala.

— Prazer, Douglas — disse Débora com a voz rouca, idêntica à da irmã. Seus olhos percorreram meu corpo sem disfarce.

Diana se posicionou atrás de mim, colando o corpo no meu enquanto suas mãos deslizavam por meu peito.

— Nós sempre compartilhamos tudo — murmurou ela no meu ouvido, mordiscando o lóbulo. — E hoje… queremos compartilhar você.

O clima ficou insuportavelmente quente. Sentei no sofá entre as duas, sentindo o perfume idêntico delas me envolvendo. Diana foi a primeira a tirar o vestido, revelando um conjunto de lingerie preta que mal continha seus seios siliconados. Eram magníficos: cheios, firmes, com mamilos rosados já endurecidos. Passei as mãos por eles, apertando devagar, sentindo a textura lisa e perfeita da prótese sob a pele macia. Ela arqueou as costas, gemendo enquanto eu os massageava.

Débora se ajoelhou à minha frente, abrindo o zíper da minha calça com dedos ágeis. Quando meu pau saltou livre, já duro, ela lambeu os lábios.
— Que delícia… — sussurrou antes de tomá-lo na boca quente e molhada. Chupava com vontade, enquanto Diana beijava meu pescoço e guiava minha mão para seus seios. Eu os apertava com mais força, sentindo-os saltarem entre meus dedos, os mamilos roçando contra minhas palmas.

Troquei de posição. Deitei Diana no sofá e abri suas pernas. Sua boceta estava encharcada, brilhando. Entrei nela devagar, sentindo cada centímetro quente me engolir. Enquanto a fodia com estocadas firmes, Débora se sentou sobre o rosto da irmã, esfregando a própria boceta nos lábios de Diana. As duas gemiam em uníssono, um som que me deixava louco. Eu me inclinava para frente e chupava os seios de Débora — tão firmes quanto os da irmã, tão perfeitos. Mordiscava os mamilos enquanto apertava a carne siliconada, sentindo-os balançarem pesadamente a cada movimento.

Elas me viraram de costas para o sofá. Diana montou em mim, cavalgando meu pau com movimentos circulares lentos e profundos, os seios subindo e descendo hipnoticamente. Débora se ajoelhou ao lado, beijando a irmã e depois se inclinando para lamber meu pau enquanto ele entrava e saía da boceta molhada de Diana. As línguas delas se encontravam na minha carne, lambendo, chupando, me levando ao limite.

— Quero os dois ao mesmo tempo — pedi, a voz rouca.

Elas sorriram, cúmplices. Deitaram lado a lado no tapete macio, bundas empinadas, seios siliconados pressionados contra o chão. Entrei primeiro em Diana, depois em Débora, alternando entre as gêmeas idênticas. Cada estocada era recebida com gemidos sincronizados. Eu apertava aqueles seios perfeitos por trás, puxando-as contra mim, sentindo a firmeza artificial que tornava cada toque ainda mais excitante.

O clímax veio intenso. Gozei primeiro dentro de Diana, profundo, enquanto ela tremia num orgasmo forte. Débora se virou rapidamente e tomou o resto na boca, engolindo com prazer enquanto a irmã a beijava, compartilhando meu gosto.

Caímos os três no sofá, suados, entrelaçados. Diana e Débora, com os seios fartos subindo e descendo contra meu peito, trocaram um olhar satisfeito.
— Reencontros são sempre melhores do que eu imaginava — murmurei, beijando cada uma delas.

E, pela forma como sorriram, soube que aquela noite estava apenas começando.

reddit.com
u/eusouperditudo — 18 days ago

Aqui está a versão ajustada com maior intensidade BDSM, mantendo o foco na dominação do casal, controle rígido, dor controlada e prazer forçado. Aumentei o nível de restrições, humilhação leve, uso do chicote nesta sessão, comandos mais severos e sensações mais intensas:

Eu observava Luciana deitada na nossa cama, o corpo jovem ainda tremendo após eu ter tirado sua virgindade. Sua boceta inchada brilhava com minha porra escorrendo devagar pelas coxas. Aos 42 anos, ela parecia tão frágil e ao mesmo tempo tão perfeita para ser quebrada e moldada por nós.

— Você aguentou bem a primeira foda, marmita — falei, segurando seu queixo com força. — Mas agora começa de verdade. Hoje vamos te ensinar o seu lugar.

Taiane entrou no quarto, o robe de seda preta caindo aberto, revelando o corpo voluptuoso. Seus olhos brilhavam com aquela fome que eu conhecia tão bem.
— Prenda ela direito — ordenou minha esposa.

Eu prendi as algemas nos pulsos e tornozelos de Luciana, esticando seus braços acima da cabeça e abrindo bem suas pernas, fixando-as nas laterais da cama. Ela ficou completamente exposta, vulnerável. Taiane colocou a venda preta sobre os olhos dela e, por último, uma mordaça com bola na boca, ajustando-a com firmeza.

— Você só fala quando permitirmos. Você só goza quando mandarmos. Entendido?

— perguntei, dando um tapa forte na face interna da coxa dela. Luciana gemeu contra a mordaça e assentiu desesperadamente.

Taiane pegou o chicote de tiras de couro macio e deslizou as tiras sobre o corpo da garota, provocando arrepios. Eu lubrifiquei o plug anal médio e pressionei contra seu cuzinho virgem, girando devagar enquanto ela se contorcia.

— Relaxa esse cu, vadia. Vai engolir tudo — ordenei, empurrando o plug até o fim. Luciana soltou um gemido abafado e alto quando ele entrou por completo.

Taiane começou a trabalhar com o chicote. As tiras caíam ritmadas sobre os seios, a barriga e as coxas de Luciana, deixando marcas rosadas que a faziam arquear o corpo. Cada chicotada era seguida de minha mão ou da boca de Taiane acalmando a pele quente. Eu enfiava dois dedos na boceta dela, fodendo-a com força enquanto Taiane batia.

— Olha como ela molha toda quando apanha… que putinha safada — riu Taiane.
Quando Luciana estava à beira do orgasmo, nós paramos completamente. Ela choramingou contra a mordaça, o corpo tremendo de frustração.

— Ainda não — rosnei, apertando seus mamilos com força entre meus dedos. — Você vai aprender controle.

Soltamos apenas os tornozelos. Eu me deitei e puxei Luciana por cima de mim, segurando seus quadris com brutalidade e descendo-a com tudo sobre meu pau duro. O plug no cu dela deixava sua boceta absurdamente apertada. Comecei a meter fundo e rápido, usando-a como uma boneca.
Taiane tirou a mordaça por um momento, sentou-se sobre o rosto de Luciana e puxou seus cabelos com força.

— Lambe a boceta da sua Senhora direito. Enfia essa língua bem fundo. Se não me fizer gozar, vai levar mais chicotadas.

Enquanto eu a fodia com estocadas fortes, sentindo o plug pressionar meu pau por dentro, Luciana obedecia como uma boa submissa, lambendo e chupando a boceta molhada de Taiane. Eu dava tapas fortes na bunda dela a cada estocada, marcando sua pele.

Taiane se inclinou para frente e me beijou com selvageria, mordendo meu lábio enquanto rebolava no rosto da garota. Peguei o chicote e, sem parar de meter, apliquei algumas tiras no corpo de Luciana, especialmente nos seios e na barriga.

— Goza agora, marmita. Goza com meu pau enterrado bem fundo e a boceta da sua Senhora na sua boca — ordenei.

Luciana explodiu violentamente. Seu corpo inteiro convulsionou, a boceta apertando meu pau em espasmos fortes e longos. Eu gozei logo depois, enchendo-a com jatos grossos e quentes. Taiane gozou em seguida, gemendo alto e esfregando-se no rosto dela, inundando-a com seu prazer.

Depois do orgasmo, retiramos a venda e as algemas com cuidado. Taiane puxou Luciana para o meio de nós, acariciando seus cabelos suados enquanto eu beijava as marcas vermelhas em sua pele.

— Você aguentou muito bem para a primeira vez como nossa marmita — murmurei, mordendo de leve seu ombro. — Amanhã vamos amarrar você no cavalete, usar pinças nos mamilos e foder esse cuzinho virgem enquanto você chora de prazer.
Luciana, com a voz rouca e o corpo marcado, respondeu baixinho, submissa:

— Sim, Senhor… Obrigada, Senhora.

Eu sorri, passando os dedos pelas marcas que deixamos nela. Nossa marmita estava completamente nossa.

reddit.com
u/eusouperditudo — 18 days ago

Luciana tremia na porta do meu apartamento como se o chão pudesse se abrir a qualquer momento e engoli-la. Quarenta anos. Uma vida inteira construída sobre rigidez moral, renúncia e uma imagem de pureza intocável dentro da comunidade evangélica. Todos a admiravam. As jovens a viam como exemplo. E agora ali estava ela, olhos baixos, voz quase inaudível:

— Sr. Douglas… eu lutei tanto. Noites inteiras sem dormir, tentando apagar o que sinto pelo senhor. Eu me dediquei anos à minha fé, à minha reputação, ao meu testemunho. Mas o desejo venceu. Eu quero entregar ao senhor o que guardei a vida inteira. Por favor… me aceite.

Segurei seu queixo com força, forçando-a a me encarar.

— Duas condições. Vou te humilhar como você merece. Vou quebrar cada pedaço dessa pureza que você cultiva. E não existe amanhã. Depois que eu terminar, você some da minha vida para sempre. Entendido?

Ela engoliu em seco, lágrimas já descendo.

— Entendido, Sr. Douglas. Eu aceito.

No quarto, retirei sua blusa devagar. Quando o sutiã caiu, Luciana cobriu os seios cheios com as mãos, o rosto contorcido em agonia interna.

— Eu sou uma fraude… — murmurou para si mesma. — Quarenta anos dizendo não ao mundo, ensinando as outras a se guardarem, e agora estou aqui, me despindo para um homem como o senhor. O que eu fiz da minha vida? O que vão pensar de mim se souberem?

Puxei suas mãos para baixo e apertei seus mamilos entre os dedos.

— Continua. Quero ouvir tudo o que está passando nessa sua cabeça.

Luciana soluçou, mas obedeceu quando a coloquei de quatro na cama. Levantei sua saia e puxei a calcinha molhada para o lado, expondo a boceta virgem e inchada.

— Eu traí tudo — sussurrou, voz entrecortada. — Passei a vida inteira me preparando para um futuro santo, limpo. Reuniões, cultos, aconselhamentos…
eu era o exemplo. Agora estou aqui, molhada e ansiosa como uma qualquer. Sr. Douglas, eu me odeio por desejar tanto isso. Mas eu não consigo parar.
Deslizei dois dedos dentro dela, sentindo a resistência. Luciana gemeu alto, quadris tremendo, mas as palavras continuavam saindo como um rio de culpa:

— Eu vou perder o respeito de todos… as irmãs que me olham com admiração vão me ver como uma hipócrita. Eu preguei renúncia a vida inteira. Como vou olhar no espelho depois? Como vou voltar para aquela igreja sabendo que abri as pernas para o senhor como uma mulher sem caráter?

Encostei meu pau na entrada apertada e empurrei devagar. Quando rompi sua virgindade, ela soltou um grito longo, corpo inteiro tensionando.

— Dói… mas a dor é pequena perto da culpa — arquejou. — Sr. Douglas, eu estou destruindo quarenta anos de disciplina em uma única noite. Eu me sinto suja… indigna… mas meu corpo não obedece. Ele quer mais. Eu me odeio por isso.

Meti fundo, estocando com ritmo crescente. Puxei seu cabelo, arqueando suas costas.

— Fala mais alto. Quero ouvir cada pedaço da sua vergonha enquanto te fodo.

Luciana chorava sem parar, lágrimas molhando o lençol, mas empurrava o quadril contra mim com desespero.

— Eu sou uma falsa… — gemia entre estocadas. — Passei décadas dizendo que o corpo deve ser guardado, que ceder ao desejo é fraqueza. E olha pra mim agora: de quatro, gemendo como uma cadela no cio para o Sr. Douglas. Eu traí minha própria história. Traí as promessas que fiz a mim mesma. Amanhã vou acordar e ter que conviver com isso. Como vou esconder? Como vou fingir que ainda sou a mesma mulher pura?

Virei-a de frente, abri bem suas pernas e meti fundo, olhando em seus olhos atormentados.

— Diz pra mim, Luciana. Diz o quanto você despreza a si mesma agora.

— Eu me desprezo, Sr. Douglas… — soluçou alto, voz rouca de prazer e dor. — Eu me desprezo por amar isso. Por querer que o senhor me use, me degrade, me quebre. Quarenta anos de sacrifício jogados fora porque meu corpo traiu minha mente. Eu sou fraca. Sou uma decepção. Mas, por favor… não pare. Me humilhe mais. Eu mereço.

Cada palavra saía carregada de um conflito profundo. Seu corpo se entregava completamente — boceta apertando meu pau com força, quadris subindo para encontrar minhas estocadas —, enquanto sua mente se debatia em agonia. A vergonha, o medo de ser descoberta, o colapso de uma identidade construída ao longo de décadas, tudo se misturava ao prazer avassalador.

Aumentei o ritmo, batendo fundo e segurando seu pescoço com leve pressão.

— Goza pra mim, sua santa caída. Goza sabendo que está destruindo tudo o que era.

O orgasmo de Luciana foi brutal. Ela gritou, corpo convulsionando violentamente, unhas cravando em minhas costas enquanto ondas de prazer colidiam com a culpa esmagadora. Gozei logo depois, enchendo-a até transbordar.

Quando saí de dentro dela, Luciana ficou imóvel, esperma escorrendo pelas coxas, olhar perdido no teto. Sua respiração ainda estava entrecortada.

— Eu nunca mais vou conseguir me olhar da mesma forma… — sussurrou, quase para si mesma. — Quarenta anos apagados em uma noite. Eu me sinto vazia… suja… mas, ao mesmo tempo, viva como nunca estive.

- Douglas, o senhor me destruiu.

Levantei, fui até a cozinha e abri uma garrafa de espumante gelado. Servi uma taça para mim enquanto observava-a de longe, ainda deitada e marcada.
— Lembra da segunda condição — falei com frieza, tomando um gole. — Não existe amanhã, Luciana.

Ela se vestiu devagar, mãos trêmulas, ainda murmurando para si mesma fragmentos de culpa e arrependimento. Antes de sair, parou na porta e me olhou uma última vez, olhos vermelhos e cheios de um turbilhão de emoções.

— Obrigada por me mostrar quem eu realmente sou, Sr. Douglas. Uma mulher que passou a vida mentindo para si mesma.

A porta se fechou. Fiquei sozinho, saboreando o espumante, sorrindo no escuro. O conflito interno dela era mais delicioso do que o próprio ato. E eu sabia que aquela noite iria assombrá-la para sempre.

reddit.com
u/eusouperditudo — 21 days ago

Entrei na casa deles já com o pau latejando de tesão. O silêncio era pesado, delicioso. Cecília me esperava na sala, usando aquele roupão branco curto de seda que mal cobria sua bunda empinada. Assim que me viu, ela abriu um sorriso safado e deixou o roupão cair aos seus pés, revelando o corpo nu, os seios firmes com bicos duros e a boceta depilada já brilhando de tesão.

— Olha só, amor — disse ela, virando-se para Gabriel. — Ele chegou. O homem de verdade chegou.

Gabriel estava sentado na cadeira de madeira, completamente algemado: mãos presas atrás das costas, tornozelos amarrados às pernas da cadeira. Não podia se mover. Não podia tocar no pauzinho duro que marcava a calça de moletom. Apenas assistir. Seu rosto já estava vermelho, os olhos marejados de vergonha.

Caminhei até Cecília e agarrei sua bunda com as duas mãos, abrindo bem as nádegas enquanto a beijava com força. Enfiei dois dedos na boceta dela sem aviso, sentindo o quanto estava encharcada.

— Porra, Cecília… sua boceta tá pingando só de me ver. Seu marido deve estar com inveja pra caralho.

Ela gemeu alto, olhando direto para Gabriel.

— Tá sim, Douglas. O pauzinho dele nunca me deixou assim. Ele até tenta, coitadinho… mas é tão pequeno e fraco. Olha pra mim, amor. Olha como eu fico molhada pra outro homem.

Levei Cecília até o sofá, bem de frente para o marido, e abri as pernas dela bem abertas. Ajoelhei e enfiei a língua fundo na boceta quente, chupando o clitóris inchado com força. Cecília segurava minha cabeça e rebolava na minha cara.

— Ai, que delícia… Chupa minha buceta, Douglas! Ele nunca me lambe assim. Gabriel só fica lá embaixo, nervoso, dando lambidinhas rápidas como um cachorrinho. Você… você me devora.

Gabriel soltou um gemido abafado. Uma lágrima escorreu pelo seu rosto enquanto ele via a esposa se contorcer de prazer na minha boca. O pau dele pulsava visivelmente, mas as algemas o impediam de qualquer alívio. A humilhação queimava nos olhos dele.

Levantei, tirei a roupa e bati meu pau grosso e veioso no rosto de Cecília.

— Compara pra ele — ordenei.

Cecília pegou meu pau com as duas mãos, admirando-o com olhos brilhantes, e olhou para o marido com desprezo carinhoso.

— Olha o tamanho disso, amor. É grosso, longo, pesado… chega até minha garganta. O seu? É um pintinho bonitinho, mas não serve pra me foder de verdade. Por isso eu preciso chamar o Douglas… pra me dar o que você nunca conseguiu.

Ela abriu a boca e engoliu meu pau até o fundo, babando, engasgando, fazendo barulho molhado de propósito. Eu segurava seus cabelos e fodia sua garganta com estocadas firmes, enquanto olhava para Gabriel.

— Tá vendo, corno? Sua mulher é uma puta pra mim. Olha como ela baba no meu pau. Você deve estar doendo de tanto tesão, né? Preso aí, sem poder tocar nessa rola dura que não serve pra nada.

Cecília cuspiu no meu pau e sorriu para o marido:

— Ele tem razão, amor. Você é um corno manso. Eu te amo tanto… mas adoro te humilhar assim. Adoro você me ver sendo arrombada por um pau de verdade.

Virei Cecília de quatro, bem de frente para Gabriel, e meti tudo de uma vez na boceta encharcada. Comecei a foder com força, batendo forte contra a bunda dela. O barulho molhado ecoava na sala.

— Grita pra ele ouvir! — rosnei.

— Ai, caralho! Me fode, Douglas! Me rasga! Seu pau é muito maior… chega no meu útero! Gabriel, amor… você nunca chegou tão fundo. Você só me dá umas metidinhas tristes. Eu finjo gozar pra você não ficar triste, mas com ele… eu gozo de verdade!

Eu dava tapas fortes na bunda dela, deixando marcas vermelhas, puxava os cabelos e metia sem piedade. De vez em quando parava, tirava o pau todo para fora e batia na boceta aberta, mostrando para Gabriel como ela piscava, molhada e dilatada.

— Olha o estrago que eu faço na sua mulher, corno. Essa boceta era sua… agora tá viciada no meu pau.

Cecília gozou gritando, o corpo inteiro tremendo, a boceta apertando meu pau com força enquanto jorrava tesão. Eu continuei metendo durante o orgasmo dela, prolongando a tortura para Gabriel.

No final, puxei o pau e gozei muito, jatos grossos e quentes cobrindo o rosto, os seios, a barriga e a boceta aberta de Cecília. Ela passou os dedos na minha porra, lambendo devagar enquanto olhava para o marido.

— Tá vendo, amor? Ele me marcou todinha. Essa porra grossa é dele. Você vai dormir hoje sentindo o cheiro dele em mim. E vai continuar algemado, sem gozar, pensando em como eu sou muito mais puta pra ele do que pra você.

Eu me vesti calmamente e parei na frente de Gabriel. Segurei seu queixo com força, obrigando-o a olhar para mim.

— Olha pra mim, corno inútil. Olha o estado da sua mulher. Coberta de porra de outro homem, a boceta arrombada e vermelha. Seu pintinho patético deve estar doendo, latejando dentro dessa calça, mas você não merece gozar. Você merece sofrer. Merece ver ela gozando no meu pau enquanto você fica aí como um cachorro preso, babando de inveja.

Cecília se aproximou, ainda pingando minha porra, e beijou o topo da cabeça do marido como se ele fosse um animal de estimação.

— Eu te amo, meu cornozinho manso. Obrigada por ser tão fraco. Isso me deixa ainda mais molhada pra ele. Da próxima vez, talvez eu deixe você lamber a porra dele da minha boceta… se você implorar direitinho.

Gabriel tremia inteiro, lágrimas escorrendo, o pau latejando dolorosamente na calça, sem alívio nenhum. A degradação era total.
Eu dei um tapa leve no rosto dele e sorri.

— Boa noite, corno. Fica aí pensando na sua mulher sendo minha puta.

A porta se fechou atrás de mim, deixando os dois sozinhos com toda aquela dor, tesão, vergonha e amor completamente distorcido.

reddit.com
u/eusouperditudo — 21 days ago

Cecília tem vinte e três anos e um segredo que carrega com o coração acelerado todas as vezes que entra na clínica. Ela é a minha assistente pessoal. Para os pacientes, sou profissional calmo e competente. Para ela, é o homem que detém o controle absoluto — e que ela, voluntariamente, entrega.

A chuva bate contra as janelas quando fecho a última persiana. A clínica está vazia. Chamo-a com a voz calma, mas firme:

— Cecília, venha até o meu consultório. Feche a porta e tranque.

Ela obedece imediatamente. O som da fechadura ecoa como um selo. Quando se vira para mim, já vejo o rubor em suas bochechas e a respiração mais curta. Isso me agrada. Gosto do poder que ela me entrega voluntariamente — um poder que aceito com responsabilidade e com fome.

— Tire os sapatos. Depois a blusa. Devagar.

Observo cada movimento. Suas mãos tremem levemente enquanto desabotoa a seda branca, revelando os seios firmes presos na renda preta. Meu pau reage ao instante, mas mantenho o controle. O controle é o verdadeiro prazer aqui.

— Saia também. Fique só de calcinha.

Ela obedece, baixando os olhos. Caminho lentamente ao seu redor, apreciando o corpo jovem e macio, a curva da cintura, a forma como as coxas se apertam de expectativa. Paro atrás dela e seguro sua nuca com firmeza, inclinando seu tronco sobre a maca de tratamento.

— Você não é mais minha assistente aqui — digo perto de sua orelha, sentindo-a arrepiar. — Aqui você é minha. Diga.

— Sou sua, senhor — responde ela, a voz doce e submissa.

Deslizo a mão entre suas pernas e encontro a calcinha encharcada. Sorrio. Dois dedos afastam o tecido e penetram devagar, sentindo o calor apertado e molhado que me pertence. Movimente-os com precisão, curvando-os no ponto que a faz gemer e tremer. Quando percebo que está perto, paro.

— Ainda não. Você goza quando eu decidir.

Cecília choraminga, frustrada, mas não protesta. Isso me excita ainda mais — a obediência dela, a forma como entrega o próprio prazer nas minhas mãos. Abro a calça, liberto meu pau duro e roço a cabeça grossa contra sua entrada, torturando-a.
— Peça — ordeno.
— Por favor, senhor… me foda. Preciso de você dentro de mim.

Seguro seus quadris com força e entro de uma vez, profundo, até o fundo. Um gemido escapa de nós dois. Começo a estocar com ritmo firme, dominando cada movimento. Puxo seus cabelos, arqueando seu corpo, enquanto minha outra mão aperta sua cintura, marcando-a como minha. Cada investida reforça a dinâmica entre nós: eu comando, ela recebe e se entrega.

— Isso… aceite tudo — rosno, acelerando. — Seu corpo foi feito para me obedecer.
Sinto suas paredes pulsarem ao meu redor. Ela está desesperada.
— Por favor… posso gozar, senhor? — suplica, quase chorando de prazer.
— Goze. Agora. Mostre-me como se rende.

Cecília explode ao meu comando, contraindo-se violentamente, gemendo alto enquanto o orgasmo a toma. O aperto dela me leva ao limite. Dou mais algumas estocadas profundas e gozo forte dentro dela, enchendo-a com meu calor, marcando-a por dentro.

Fico alguns segundos enterrado, sentindo as últimas contrações. Depois, retiro-me devagar e a viro para mim. Seguro seu rosto com as duas mãos, limpando as lágrimas de prazer de seus olhos. Meu tom suaviza:

— Você foi perfeita hoje, Cecília. Entregou-se completamente. Estou muito orgulhoso de você.

Ela sorri, fraca e feliz, encostando o rosto no meu peito. Passo os dedos por seus cabelos enquanto a abraço. Esta é a verdadeira dinâmica entre nós: eu exerço o poder, ela se rende com confiança, e, no final, ambos encontramos um prazer que só existe porque confiamos um no outro.

Aqui, dentro desta sala, ela é inteiramente minha.

reddit.com
u/eusouperditudo — 21 days ago

Eu sempre soube que as duas eram minhas. Grazi podia ser namorada da minha irmã, mas naquela noite ela era apenas mais uma puta que eu iria usar. E Laiane... ah, Laiane era minha desde sempre.

Elas estavam na cama, esperando. Grazi de camisola fina, já com a boceta molhada só de imaginar o que ia acontecer. Eu subi devagar, segurando o queixo dela com força, apertando até ela gemer.

— Vocês duas vão fazer exatamente o que eu mandar hoje. Entenderam?

— Sim... — respondeu Grazi, voz manhosa.

Eu olhei para Laiane, minha irmãzinha, e sorri com frieza.

— E você, mana? Vai obedecer direitinho como eu te ensinei?

Laiane mordeu o lábio, mas assentiu. Eu sabia que por baixo daquela carinha safada ela adorava quando eu tomava o controle.

— Abre as pernas, Grazi. Mostra pra mim essa buceta que eu vou destruir.

Enquanto ela obedecia, eu empurrei a cabeça de Laiane para baixo sem pedir licença.

— Come. Lambe bem devagar. Quero ouvir o som da sua língua na buceta dela.

Laiane enfiou o rosto entre as coxas de Grazi e começou a lamber. Eu segurei seus cabelos, guiando o ritmo, fodendo o rosto da minha irmã contra a boceta da namorada.

— Mais fundo. Isso. Chupa esse clitóris como a putinha que você é.

Enquanto Laiane comia Grazi, eu me ajoelhei ao lado da cabeça dela e enfiei três dedos na boca da vadia.

— Chupa meus dedos, sua cachorra. Molha bem, porque vou enfiar todos na sua buceta depois.

Grazi chupava desesperada, babando. Eu puxei a camisola dela para cima e apertei seus seios com força, beliscando os mamilos até ela gemer alto contra meus dedos.

— Chega — ordenei para Laiane. — Agora é minha vez.

Eu troquei de lugar e me abaixei entre as pernas de Grazi. Abri a boceta dela com os polegares e cuspi direto no clitóris antes de atacar com a boca. Chupei com força, enfiando a língua fundo, fodendo ela sem piedade. Ao mesmo tempo, estiquei a mão e segurei o pescoço de Laiane, puxando-a para perto.

— Senta no rosto dela. Esfrega essa buceta na cara da sua namorada enquanto eu como ela.

Laiane obedeceu imediatamente, montando no rosto de Grazi e rebolando. Eu olhava para cima, admirando o espetáculo: minha irmã safada se esfregando, gemendo, enquanto eu destruía a buceta da namorada dela.

— Olha pra mim, Laiane — rosnei. — Você é minha. Essa buceta que tá molhando o rosto dela é minha. Entendeu?

— Sim, Taiane... — gemeu ela, voz falhando de prazer.

Eu dei um tapa forte na bunda de Grazi e enfiei três dedos grossos nela, fodendo com força enquanto chupava o clitóris sem parar. Grazi tremia inteira, gritando abafada contra a boceta da minha irmã.

— Goza, sua puta. Goza na minha boca agora.

O corpo de Grazi convulsionou. Ela esguichou forte, molhando meu queixo e o lençol. Eu não parei. Continuei chupando até ela implorar, tremendo.

Quando terminei, puxei Laiane pelo cabelo e a joguei de costas na cama, ao lado de Grazi.

— Abre as pernas, mana. Quero lembrar quem realmente manda aqui.

Laiane abriu as coxas imediatamente. Eu me abaixei e ataquei sua boceta com fome, enfiando a língua fundo, chupando seu clitóris inchado enquanto enfiava dois dedos no cuzinho dela. Eu conhecia cada ponto fraco da minha irmã. Sabia exatamente como fazer ela perder o controle.

— Você adora ser minha puta, não é? — rosnei entre lambidas. — Mesmo tendo namorada, você ainda abre as pernas pra mim quando eu quero.

Laiane gritava, segurando minha cabeça contra sua boceta, gozando violentamente na minha boca. Eu lambi tudo, devagar, marcando território.

Depois subi sobre as duas, uma de cada lado, segurando os cabelos delas com firmeza.

— Vocês duas são minhas hoje. E a noite ainda vai ser longa. Vou foder as duas até implorarem por misericórdia.

Grazi e Laiane me olharam com os olhos cheios de desejo e submissão. Exatamente como eu gosto.

reddit.com
u/eusouperditudo — 21 days ago

Eu nunca imaginei que chegaria a esse ponto. Cecília, minha recepcionista de 23 anos, estava parada diante da minha mesa com aquele olhar desesperado que eu já conhecia bem. Ela precisava de mais um adiantamento de salário. Eu havia jurado que seria a última vez.

— Doutor… eu faço qualquer coisa pelo dinheiro — disse ela, a voz baixa, quase trêmula.

Qualquer coisa. Essas duas palavras ficaram suspensas no ar entre nós. Olhei para ela com calma, analisando seu corpo jovem, o vestido justo, o jeito como mordia o lábio inferior. Algo dentro de mim mudou naquele momento.

— Esteja pronta às 19h em ponto. Vou te buscar. E não se atrase.

Às 19h em ponto, Cecília entrou no meu carro. O trajeto até o motel foi silencioso. Eu sentia o cheiro dela, leve e doce, misturado ao nervosismo que emanava de seu corpo. Quando entramos na suíte, fechei a porta e virei a chave.

— Tire o vestido. Devagar — ordenei.

Ela obedeceu. O tecido preto deslizou por sua pele até cair no chão. Só de calcinha, ela estava linda: seios firmes, cintura fina, pele macia. Eu me aproximei, segurei seu queixo e a fiz olhar nos meus olhos.

— Hoje você é minha, Cecília. Pode parar tudo dizendo “laranja”. Fora isso, eu decido o que acontece. Entendido?

— Sim, doutor… — respondeu ela, já com a voz rouca.

Prendi seus pulsos atrás das costas com as algemas de couro forradas que havia trazido. Depois, cobri seus olhos com a venda de seda preta. A escuridão a deixou ainda mais vulnerável e sensível. Eu adorava vê-la assim.

Comecei tocando-a devagar. Minhas mãos percorreram seus ombros, desceram pelos seios, apertando-os com firmeza. Meus dedos brincaram com seus mamilos até deixá-los duros e sensíveis. Desci pela barriga, pelas coxas, evitando de propósito o meio de suas pernas, onde eu já sabia que ela estava molhada.

Cecília se contorcia levemente, respirando rápido.

— Por favor… — sussurrou.

Dei um tapa firme, mas controlado, na lateral da sua nádega. O som ecoou no quarto.

— Ainda não. Você só implora quando eu permitir.

Virei-a de bruços na cama, com os pulsos algemados pressionados contra as costas. Beijei sua nuca, mordi de leve seu ombro e desci beijos quentes pela coluna vertebral. Separei suas coxas e expus sua intimidade completamente. Meus dedos deslizaram pela fenda molhada, sentindo o quanto ela já estava excitada. Circulei seu clitóris inchado com lentidão torturante, depois enfiei dois dedos dentro dela, sentindo o calor apertado me envolver.

Ela gemeu alto e empinou o quadril, buscando mais.

— Doutor… eu preciso… por favor…

Retirei os dedos e dei outro tapa na outra nádega, um pouco mais forte.

— Implora direito.

Continuei torturando-a por longos minutos. Lambia, chupava e mordia suavemente sua carne macia, mantendo-a sempre à beira do prazer sem permitir que chegasse lá. Cecília se debatia contra as algemas, o corpo brilhando de suor, a respiração entrecortada.

Finalmente, sua voz saiu quase chorosa:

— Por favor, Douglas… eu não aguento mais… Me fode… eu preciso do seu pau dentro de mim. Por favor… eu imploro… me penetra fundo… eu sou sua, usa mim como quiser, mas me fode agora!

Essas palavras mexeram comigo. Posicionei-me atrás dela, segurei seus quadris com força e rocei a cabeça grossa do meu pau contra sua entrada encharcada, provocando-a mais uma vez.

— Implora mais bonito — murmurei.

— Por favor… me fode com força! Eu preciso gozar no seu pau… me usa, doutor… me penetra fundo, eu imploro!

Não consegui mais esperar. Entrei nela de uma só vez, sentindo seu calor apertado me engolir por inteiro. Cecília soltou um gemido longo e rouco. Segurei as algemas como alça, puxando seus pulsos para trás enquanto começava a estocar com ritmo intenso e profundo. Cada vez que eu entrava até o fundo, seu corpo tremia.

A visão dela algemada, vendada e implorando era incrivelmente excitante. Eu aumentei o ritmo, uma mão descendo para esfregar seu clitóris enquanto a fodia com força. Quando senti que ela estava no limite, inclinei-me sobre ela e sussurrei em seu ouvido:

— Goza pra mim agora.

O orgasmo dela foi violento. Seu corpo inteiro tremeu, as paredes internas apertaram meu pau em espasmos fortes, e um grito rouco escapou de sua garganta. Continuei estocando através do clímax dela até que, com um gemido grave, eu também gozei, derramando-me fundo dentro dela.

Depois que terminamos, soltei as algemas com cuidado e retirei a venda. Cecília virou o rosto para mim, os olhos ainda vidrados de prazer. Acariciei seu rosto suado com delicadeza.

— O adiantamento estará na sua conta amanhã cedo — disse baixinho.

Ela sorriu fracamente.

— Obrigada… doutor.

Beijei sua testa e completei, com a voz calma:

— Da próxima vez que precisar de dinheiro… você já sabe o que fazer.

reddit.com
u/eusouperditudo — 24 days ago