u/mrdemonslayer17

Devo retomar esse meu livro?

...Com um sorriso malicioso, ela se posicionou por cima de Marsh, sua boceta deslizando lentamente sobre o pau dele. A lua banhando os dois com sua luz, Marsh a segurou pela bunda, seus olhos fixos no espelho do armário dentro do quarto, onde ele podia a boceta dela engolindo lentamente sua rola.

July começou devagar, rebolando suavemente, suas mãos firmemente apoiadas no peito de Marsh. Ele a observava, o corpo dela se movendo ritmicamente, a bunda balançando com cada movimento. A visão era hipnotizante, e ele sentia o prazer crescer ainda mais forte ao ver a cena refletida.

— Você é tão linda... — Marsh gemeu, os olhos vidrados no reflexo no espelho, enquanto July aumentava o ritmo, cavalgando com mais intensidade.

Ela olhou para trás conferindo a cena, seus cabelos caindo sobre os ombros, enquanto movia os quadris com precisão, sentindo-o profundamente dentro dela. O prazer era quase avassalador, e o som dos gemidos deles e da rede balançando preenchia o quarto.

— Ah, porra... — July gemeu, o corpo inteiro vibrando à medida que o prazer crescia.

Marsh segurou firme os quadris dela, guiando seus movimentos. Ele estava à beira de perder o controle, o calor e a visão dela cavalgando o levando ao limite. July rebolava com mais força, sentindo o corpo dele pulsar dentro dela.

— Eu vou gozar de novo... — ela murmurou, a voz entrecortada.

Marsh não conseguia desviar o olhar do espelho, vendo a bunda dela quicar sobre o seu pau intensamente, completamente entregue ao prazer. O ritmo aumentou, e July começou a gemer alto, o orgasmo se aproximando rapidamente.

Enquanto July cavalgava sobre ele, Marsh começou a sentir a estranha sensação de estar sendo observado. Era como se olhos invisíveis estivessem fixos neles, observando cada movimento.

Ele olhou ao redor do quarto, tentando disfarçar sua preocupação para que July não percebesse. Ela continuava a cavalgá-lo, completamente entregue ao prazer, buscando ser preenchida pela porra dele. Marsh, porém, não conseguia mais ignorar. Um arrepio ameassador subiu pela sua espinha, e ele começou a procurar freneticamente ao redor do quarto.

— Vai, goza pra mim... — Marsh sussurrou, sua voz rouca de desejo, mas sua mente já estava parcialmente distraída pela paranoia crescente.

Com um último movimento forte, July gritou, o corpo inteiro se arqueando enquanto o orgasmo a tomava por completo. Ela continuou a mover-se sobre ele, prolongando o prazer, enquanto Marsh, cada vez mais perturbado, ainda olhava ao redor.

Foi então que ele os viu.

No canto do quarto, refletidos no espelho do armário, duas figuras sombrias não só os observavam. Um íncubo, de olhos sombrios e sorriso malicioso, estava atrás de July, suas mãos invisíveis para ela, guiando os quadris dela, como se controlasse cada movimento. E uma súcubo, com longos cabelos negros e um corpo sedutor, lambia toda a extensão do pau de Marsh, passando pelas bolas, e subindo pela boceta de July até o cu dela, lubrificando cada parte com sua língua.

Marsh sentiu o sangue gelar, mas antes que pudesse questionar July se ela também os via, o clímax o tomou de assalto. Ele gemeu alto, o prazer explodindo em seu corpo, enquanto ele gozava profundamente dentro dela, seu corpo tremendo sob o dela. Cada vez que July quicava mais forte, ele sentia o toque da súcubo, as lambidas dela intensificando o prazer de uma maneira sobrenatural.

— Ahh, caralho! — ele gritou, gozando profundamente dentro de July, seus olhos ainda fixos no espelho, vendo o íncubo e a súcubo sorrindo enquanto os guiavam.

Ofegante, ainda tentando processar o que acabara de ver, Marsh finalmente conseguiu sussurrar:

— July... você os vê?

July sentindo seu clímax aumentar pela sensação da porra dele a esquentando por dentro. Mas no momento em que seus olhos se abriram e ela olhou para o espelho, ela os viu.

— Ahh! — July gritou, o terror tomando conta de sua voz. Ela desviou rapidamente o rosto, abraçando Marsh com força, seu corpo ainda tremendo com o orgasmo, o pau dele ainda pulsando dentro dela.

As criaturas sumiram instantaneamente, como se nunca tivessem estado ali. Marsh estava ofegante, enquanto July tremia em seus braços.

— Você... você viu eles? — Marsh perguntou, a voz rouca, tentando acalmá-la, enquanto acariciava suas costas.

July assentiu, ainda assustada, enterrando o rosto no peito dele...

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u/mrdemonslayer17 — 1 day ago

Um novo treinamento - Pt. 1

A vida no ensino médio já não estava muito fácil no último ano e já fazia três dias que a coceira não me largava.

No começo era só um formigamento discreto na cabeça da rola, quase inocente. Mas logo as bolinhas surgiram: pequenas, avermelhadas.

Só poderia ter sido a vagabunda da Tamires. Fodi com ela no começo da semana atrás do ginásio. A filha da puta estava com tanto fogo que só tirou da boca e encaixou meu pau, eu enfiei até o fundo daquela boceta gulosa, nem lembrei da camisinha olhando a bunda dela engolir meu pau. Na hora foi bom pra caralho.

Não ia falar com minha mãe. Além do esporro eu nunca tinha falado dessas coisas com ela. Ela já carregava o mundo sozinha desde que o meu pai sumiu, e eu não aguentava a ideia de ver a decepção no rosto dela. Os moleques do time então… impossível. Bastava um deles desconfiar e a zoação não ia parar nunca.

Restava o Treinador Fabio. Com o treinamento intenso de futebol pro interclasses que eu adorava, ele era o único homem que eu respeitava de verdade. Depois do treino da tarde, enquanto os outros iam pro vestiário rindo e se empurrando, eu fiquei pra trás. Ele estava guardando os cones e as bolas, a camisa preta colada no peito largo pelo suor, o cabelo curto molhado na nuca. Parecia apressado, como sempre.

Cheguei perto, a voz mais baixa do que o normal:

— Senhor… preciso de uma ajuda. É uma dúvida… pessoal.

Ele levantou o olhar, ainda ofegante do treino. Os olhos escuros passaram por mim rápido.

— Agora não dá Biel. Tenho a turma das cinco daqui a pouco. Mas passa na minha sala depois das aulas que eu te ajudo sim.

Não deu nem tempo de dispensar. Ele só deu a ordem e virou as costas, pegando a prancheta. Eu fiquei parado por um segundo, o coração batendo forte já imaginando como seria a conversa. Fui pros chuveiros me lavar e aliviar aquilo um pouco.

Passei o resto da tarde tentando não coçar. A calça jeans deixava tudo mais difícil e abafado, a cueca suada grudando na pele. Cada passo fazia o tecido roçar até eu não conseguir mais e meter a mão dentro das calças pra coçar. Quando o sinal final tocou e o corredor começou a esvaziar, eu já estava a caminho.

O ginásio já estava em silêncio quando cheguei no corredor da sala dele. A porta de madeira clara estava entreaberta, a luz acesa por dentro.

Levantei a mão e bati duas vezes, baixo. E a ordem veio rápida.

— Entra.

Empurrei a porta e fechei atrás de mim. O Cheiro bruto de suor velho misturado com o chulé de meias e chuteiras largadas no canto subiu na hora pro meu nariz, e por baixo disso um cheiro mais pesado, mais fechado, que eu ainda não sabia identificar. A sala era pequena e quente.

Ele estava na mesa, debruçado sobre o computador. Nem levantou a cabeça quando eu entrei. Os ombros largos se moviam só o suficiente pra digitar.

Fiquei parado na frente da mesa, as mãos apertadas uma na outra, eu sentia o coração batendo no fundo da goela.

— Senhor… eu…

Ele continuou digitando, os dedos firmes no teclado, sem pressa.

— Fala, Biel. O que tá rolando?

Minha voz saiu baixa, quase engasgada.

— É que já tem uns dias… e eu não sei o que é. Nem com quem falar.

Ele me olhou rápido, só um segundo, antes de voltar pra tela.

— Não sabe o que é o quê, cara. Pode falar. Vai.

Engoli seco. O calor subiu pelo pescoço até as orelhas.

— É que… meu pau…

A palavra quase não saiu. Baixei os olhos na mesma hora.

— Começou com uma coceira. Eu achei que fosse só irritação, mas… depois apareceram umas bolinhas.

Parei. A garganta parecia ter fechado. Ele não disse nada. Só esperou. O silêncio ficou pesado o bastante pra eu ouvir o próprio sangue no ouvido. Respirei fundo, ainda sem conseguir olhar pra ele.

— É bem na cabeça. Já tem alguns dias… e não tá melhorando. Não sei mais o que fazer.

Os dedos dele pararam no teclado por um instante. Não muito. Só o bastante pra eu perceber que tinha ouvido tudo. Meu estômago afundou. Por um segundo me arrependi de ter aberto a boca. Ele voltou a digitar, mais devagar.

— Tá doendo ou ardendo?

— Um pouco.

Assenti, apertando as mãos entre as pernas. Ele ficou em silêncio de novo. Mais longo dessa vez. O bastante pra minha cabeça começar a imaginar mil coisas.

— E você ficou esse tempo todo sem me falar?

Baixei ainda mais os olhos. As palmas estavam suadas.

— Eu achei que fosse passar.

Ele soltou o ar pelo nariz. O calor voltou, mas agora era diferente — mais fundo, no peito.

— Eu fiquei com vergonha.

Os dedos dele pararam outra vez. Dessa vez, quando olhou pra mim, não desviou.

— De falar comigo?

Balancei a cabeça rápido.

— Não… da situação.

Minha voz saiu menor do que eu queria. Ele não mudou a expressão, mas a voz saiu um pouco mais baixa, mais perto.

— Tá. Acho que entendi.

Continuou sentado por mais alguns segundos. Depois fechou o que estava fazendo na tela.

— Tranca a porta. Tira a calça e deita ali na maca.

Eu pisquei, sem ter certeza se tinha ouvido direito.

— Senhor?

— Tira a calça. E a cueca. Deita na maca. Tô terminando aqui e vou dar uma olhada pra você. Mas não deve ser nada.

A cadeira rangeu quando ele levantou. As mãos grandes fecharam o notebook com um clique seco. Quando ficou de pé, a sala pareceu menor. Os ombros ocupavam mais espaço do que eu lembrava.

Meu peito apertou na mesma hora. O corpo reagiu antes da cabeça: o ombro recuou meio centímetro, o joelho tremeu, e eu dei um passo curto pra trás sem nem perceber. Ele viu.

— Confia em mim?

Engoli seco. A vergonha ainda estava ali, mas agora era outra coisa. Menos medo dele, mais medo de me expor daquele jeito.

 

— Confio.

Ele sustentou meu olhar por um instante.

— Então tá tudo bem.

A voz veio baixa, firme, sem pressa. Indicou a maca com a cabeça. E eu fiquei parado mais um segundo, o coração batendo forte demais, antes de finalmente me mexer.

Travei a porta. O clique soou alto demais na sala pequena.

Fiquei de costas pra ele por um segundo, respirando fundo. Depois empurrei a calça jeans pra baixo. A cueca veio junto, grudada na pele. Tirei tudo de uma vez. A rola balançou mole entre as pernas, pesada, e o ar frio da sala bateu nela. O rosto esquentou na mesma hora.

Deitei na maca. O plástico frio grudou nas minhas costas. Não sabia o que fazer com as mãos. Acabei apertando a beira com força.

Ele já estava do meu lado quando terminei de me ajeitar. A sombra dele cobriu metade do meu corpo. Eu não sabia pra onde olhar.

— Não deve ser nada demais. Só vou dar uma olhada direito.

Senti a mão dele primeiro. Grossa, quente, seca. Os dedos envolveram a base da minha pica com cuidado. Ele levantou o pau devagar, como se estivesse pesando. Meu estômago contraiu. Assim que ele começou o exame, meu corpo resolveu me trair.

Primeiro foi só um latejo. Depois a carne engrossou um pouco, enchendo mais a mão dele. Eu senti o sangue descendo devagar, traidor, e quis desaparecer dentro da maca.

— Merda…

Ele ergueu os olhos por um instante.

— Relaxa, Biel.

Puxou a pele pra trás com o polegar e o indicador, expondo a cabeça por completo. A mão dele era grande demais, cobria quase tudo. Os dedos se moviam com precisão, apertando de leve. Eu sentia o calor do corpo dele se aproximando. A camisa suada quase roçava minha coxa.

Ele se inclinava mais. O peito largo ocupava o espaço acima de mim. Eu senti o calor da respiração dele bem perto da cabeça do pau. Ele cheirou baixo, uma vez, depois outra, mais fundo. O nariz quase roçou a glande. Eu fechei os olhos com força, senti o pau pulsar.

— Hm.

Meu pau continuou reagindo. Engrossou de verdade agora. Um fio de umidade já começava a aparecer. Eu abri os olhos de novo e vi o pau duro, totalmente ereto, bem na frente do rosto dele. A vergonha veio quente e súbita.

— Senhor…

A voz saiu quebrada.

Ele não tirou a mão. Continuou segurando, o polegar passando devagar pela fenda, espalhando a umidade. Meu quadril tremeu sem eu conseguir controlar.

— Você tá tomando testo demais pros treinos.

Fechei os olhos por um segundo. A frase bateu estranho. Franzi a testa, me fazendo de desentendido.

— Como assim?

Ele me olhou por um segundo, a mão ainda firme em volta do pau duro.

— Não se faz de trouxa. Teu pau ficou duro e tá vazando aqui só de eu tocar nele.

Eu engoli em seco. As coxas quiseram se fechar na mesma hora, o quadril deu um solavanco curto pra trás e a respiração travou no peito. Eu apertei a beira da maca com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos.

— Vou te ajudar com isso também.

A frase saiu baixa, quase casual. Antes que eu conseguisse responder, a mão dele começou a se mover.

Os dedos apertaram um pouco mais a base e deslizaram pra cima. O movimento era firme, controlado, sem pressa. Minha pica latejou forte dentro da mão dele.

Tentei levantar o tronco. O peito saiu da maca uns centímetros. Mas a outra mão dele veio rápido. Aberta, quente, pressionou meu peito e me empurrou de volta pra baixo. O plástico frio bateu nas minhas costas de novo.

— Relaxa.

A palavra saiu baixa, mas não era pedido. Era ordem.

— Senhor… eu…

 

A frase morreu na boca. O impulso de levantar sumiu na mesma hora. Soltei o ar que estava prendendo e deixei o peso do corpo afundar outra vez na maca, sem discutir. As mãos apertaram a beira. Fiquei quieto. Só a respiração saía pesada, misturada com o barulho da mão dele subindo e descendo no meu pau.

Ele percebeu. Baixei o olhar e fiquei onde ele tinha me colocado.

Os dedos apertaram um pouco mais e o movimento alongou, subindo até a glande e descendo até a base com pressão constante. Cada vez que a mão subia, a cabeça do meu pau sumia quase toda dentro do anel dos dedos dele e voltava brilhando.

O quadril deu um solavanco curto pra cima, empurrando contra a mão dele, e dessa vez eu não tentei segurar. Ele acelerou. Passou a masturbar de verdade. Mais rápido, mais apertado. Cada vez que a mão apertava na subida, a cabeça do meu pau latejava forte e um gemido baixo escapava da minha garganta antes que eu conseguisse segurar.

— Ah…

O som saiu rouco, quebrado. Eu virei o rosto pro lado, envergonhado, mas o quadril continuava empurrando sozinho contra a mão dele.

— Isso. Não segura.

Outro gemido saiu, mais alto dessa vez. Meu peito subia e descia rápido. As pernas tremiam levemente abertas na maca.

— Senhor…

A palavra saiu fraca, quase um pedido. Ele não respondeu.

Quando o corpo dele se ajustou um pouco mais perto, algo duro e quente roçou a minha mão direita. Eu baixei os olhos e vi o volume grosso marcado no short dele. A rola estava completamente dura, apertada contra o tecido, e o movimento do corpo fazia ela roçar de leve a cada estocada da mão que me masturbava.

Meu corpo inteiro tremeu. Não afastei a mão.

— Tá sentindo?

A pergunta veio baixa, quase sem tom. Ele não esperou resposta. Continuou exatamente naquela posição, a pica dura dele pressionando minha mão enquanto acelerava ainda mais o ritmo na minha.

O corpo dele se mexeu. Com a mão livre puxou o short pra baixo só o suficiente. A rola saltou pra fora, grossa e quente, e caiu pesada sobre a minha mão. Na hora eu identifiquei o cheiro forte que senti ao entrar na sala, era claramente o cheiro da rola dele.

A pica dele era mais grossa que a minha. Quente e grande pra caralho. Eu senti o peso dela na palma, a pele lisa e esticada, a veia latejando contra meus dedos.

Hesitei um segundo. Só um. Depois apertei.

Ele soltou um som baixo, satisfeito, e voltou a acelerar a mão no meu pau. Só que agora minha mão estava cheia da rola dele, e ele fazia questão de empurrar de leve contra a minha pegada a cada movimento.

Eu ainda sentia o peso e o calor da rola grossa dele contra a palma. Sem conseguir pensar direito, meus dedos começaram a se mover. Massageando devagar, irregulares no início. O movimento foi ganhando um pouco de ritmo conforme o corpo respondia ao que ele fazia comigo. Cada vez que a mão dele apertava a cabeça da minha pica, a minha mão apertava a dele de volta, quase sem eu decidir.

— Isso… pode continuar.

A voz dele saiu baixa, rouca. Eu engoli seco.

— Eu… não sei.

A resposta saiu fraca, quase um fio de voz. Continuei masturbando ele, sentindo a veia latejar contra os dedos enquanto ele acelerava de novo no meu pau. Ficamos assim por alguns segundos. O barulho das duas mãos, a respiração dele mais pesada, o meu peito subindo rápido demais.  Ele segurou meu pau pela base, firme, e se inclinou. O calor do corpo dele se aproximou da minha barriga. A respiração quente bateu primeiro na glande.

Eu abri a boca pra falar, mas só saiu um som preso na garganta.

Ele não respondeu. Desceu mais. A boca quente envolveu a cabeça do meu pau de uma vez, molhada, apertada, e puxou com força controlada. Meu quadril tremeu inteiro. Um gemido alto escapou antes que eu conseguisse morder o lábio.

Ele chupou de novo, mais fundo dessa vez, a língua pressionando por baixo enquanto ainda segurava a base. Eu tremia.

A boca dele continuava quente e apertada em volta da cabeça, a língua se movendo por baixo com insistência. Cada sucção puxava. O barulho molhado era baixo e constante, misturado com a respiração pesada dele. Minha mão continuava masturbando a rola grossa dele, apertando no mesmo ritmo irregular de antes.

 

— Porra, assim eu…

Ele desceu devagar. A boca foi engolindo mais, a saliva escorrendo quente pela lateral do pau, até eu sentir o nariz dele quase encostar na pele. A garganta apertou em volta da cabeça e ele segurou ali, engolindo uma vez, duas, antes de subir arrastando a língua por toda a extensão. Meus dedos apertaram a beira da maca com tanta força que doeu. Um gemido longo e rouco saiu sem eu conseguir cortar no meio. Também apertei o pau dele, sentindo a veia latejar contra a palma.

Não teve pausa. Ele voltou a descer, mais fundo dessa vez, e o rosto dele ficou preso entre as minhas coxas. Eu sentia o calor da bochecha, o peso da cabeça, a forma como a boca se abria e fechava em volta da carne. Meu quadril deu um solavanco curto pra cima e ele não recuou. Só segurou mais firme e continuou chupando. Eu masturbava ele com mais força agora.

— Eu… não consigo…

Quando subiu de novo, a língua saiu e passou lenta pela glande, molhada, quente. Depois desceu pela lateral, lambendo até a base. Sem pressa, abriu a boca e puxou um lado do saco pra dentro. A língua se mexendo ali dentro enquanto ele chupava. Minha barriga contraiu com força. As pernas abriram sozinhas e um gemido mais alto, quase quebrado, escapou da garganta.

A respiração quente batia na base do meu pau enquanto a boca trabalhava. A mão voltou a subir e descer devagar na rola.

— Por favor, me chupa…

Ele voltou pra cima, engoliu tudo de uma vez outra vez. Fundo. Minha mão apertou a base da rola dele e um gemido alto escapou ao sentir meu pau entrar na garganta dele.

A garganta dele apertou em volta da cabeça do meu pau e não afrouxou. E o ritmo mudou. Ele começou a chupar mais rápido e mais fundo. Minha mão ainda estava na rola dele, mas só apertava, sentindo a veia latejar forte contra a palma.

O calor subiu pela barriga rápido demais. As bolas apertaram contra o corpo, pesadas, retesadas.

— Eu… tô perto…

Ele não diminuiu. Continuou fundo e rápido. O corpo inteiro tinha ido parar na boca dele.

A sucção ficou ainda mais curta e urgente. Minhas bolas contraíram com força. O quadril começou a tremer e, quando o gozo subiu de verdade, eu não consegui ficar parado.

— Vou…

O primeiro jato saiu forte. Meu quadril subiu sozinho, socando o pau fundo na boca dele enquanto eu jorrava. Ele engoliu, mas eu continuei empurrando, o quadril batendo pra cima em espasmos curtos e descontrolados. Cada estocada fazia mais porra sair direto na garganta.

Num dos movimentos o pau escapuliu da boca. O jato seguinte acertou em cheio o rosto dele — quente, grosso, escorrendo pela bochecha. Ele não se afastou. Pegou o pau de novo com a boca e continuou chupando enquanto eu ainda gozava, o quadril tremendo e empurrando até o último espasmo.

Ele ficou em pé ao lado da maca, respirando pesado, o rosto sujo. O polegar dele subiu até a bochecha e limpou o fio grosso que escorria perto da boca. Depois levou o dedo até os meus lábios e pressionou de leve.

— Abre a boca vai.

Eu abri. O dedo entrou e eu chupei sem pensar, sentindo o gosto salgado do meu próprio gozo misturado com a pele dele. Ele empurrou um pouco mais fundo e só tirou quando eu engoli.

— Bom garoto.

Ele segurou minha cabeça e virou o rosto na direção dele. A rola grossa e dura bateu pesada contra a minha bochecha, uma vez, depois outra, deixando um rastro quente e úmido na pele. Eu fechei os olhos por um segundo.

— Agora é a minha vez.

A mão dele prendeu minha cabeça contra a maca, firmando a posição. A cabeça do pau pressionou meus lábios e eu abri a boca. Ele empurrou. Depois foi mais fundo, ocupando a boca inteira, até eu sentir a cabeça roçar no fundo da garganta.

Ele puxou quase até a saída e enfiou de novo, mais rápido. O quadril começou a se mover com ritmo curto e controlado, fodendo minha boca enquanto eu ainda tentava recuperar o ar do orgasmo.

Cada estocada fazia a cabeça bater no fundo, o meu nariz quase encostar na base, e a saliva escorrer pelos cantos da boca.

— Isso, engole tudo…

A voz saiu baixa, rouca. Eu tentava respirar pelo nariz, mas o ar entrava irregular. Os olhos ardiam. A garganta apertava sozinha em volta da carne. O ritmo aumentou. As estocadas ficaram mais longas e profundas. Eu me engasguei. O corpo inteiro tremeu, mas ele não tirou. Continuou fodendo a boca, mais lento agora, segurando o pau fundo na garganta por um segundo inteiro antes de puxar.

A saliva fazia barulho molhado a cada movimento. A mandíbula doía. A garganta ardia. Mesmo assim ele não parava. Quando ele puxava quase até a saída, a cabeça grossa esticava meus lábios. Quando enfiava de novo, a garganta cedia. Meus olhos lacrimejavam sem eu conseguir controlar. Um gemido abafado saía toda vez que ele ia fundo.

— Que boquinha boa…

Ele soltou o ar pesado e acelerou de novo, as estocadas curtas e rápidas, a base batendo molhada contra a minha boca, a mão firme no meu cabelo me mantendo exatamente onde ele queria.

A outra mão desceu. Segurou meu joelho e puxou, forçando a perna a dobrar. Depois fez o mesmo com a outra. Em segundos eu estava com os joelhos levantados e as pernas abertas na maca, totalmente exposto.

Ouvi o barulho molhado dele chupando os próprios dedos. Dois. Depois senti o toque quente e molhado entre as nádegas. O dedo indicador esfregou devagar o meu cu, só a ponta, espalhando saliva, pressionando. O movimento era circular, insistente, enquanto o pau dele continuava ocupando minha garganta até o limite.

— Olha só esse cuzinho… apertado pra caralho, muito mais que os dos outros. Mas a gente resolve isso rapidinho.

A voz saiu rouca, no meio de uma estocada fundo. O dedo apertou um pouco mais, roçando a entrada com mais vontade, sem enfiar. A saliva escorria. Eu não entendi direito, e nem tive tempo pra isso. O dedo grosso empurrou contra a resistência.

A ponta abriu caminho devagar, forçando a musculatura a ceder. Ardeu. Um calor seco e agudo se espalhou pra dentro assim que a primeira falange passou. Eu reagi sem pensar, a mandíbula fechou com força e os dentes roçaram a rola que estava fundo na minha garganta. O gosto da pele dele invadiu a boca no mesmo segundo.

Ele puxou o pau pra fora com um estalo molhado.

— Porra, não morde, caralho.

A voz saiu grossa, irritada. Eu arregalei os olhos com a bronca. A mão no meu cabelo apertou e ele enfiou de novo, mais fundo, até eu engasgar de verdade. Ao mesmo tempo o dedo dentro do meu cu empurrou até a metade e parou ali.

Ficou parado, grosso, ocupando espaço, enquanto a ardência continuava viva e latejando. Eu sentia cada milímetro dele dentro de mim. A musculatura apertava sozinha em volta do dedo e isso só fazia doer mais. A respiração saía curta pelo nariz, cortada pelas estocadas que ele mantinha na minha garganta.

Finalmente ele começou a mover. Devagar. Saiu quase até a ponta e entrou de novo, ainda ardendo, ainda doendo. O movimento era curto e controlado. Cada ida e vinda arrancava um ardor novo, mas a cada repetição a musculatura cedia um pouco mais — não porque tivesse parado de doer, mas porque ia se acostumando à força. A dor mudava de formato.

Ele foi aprofundando o movimento aos poucos, o dedo entrando um pouco mais a cada estocada, enquanto a rola continuava fodendo minha garganta no mesmo ritmo constante. Entrava e saía com a mesma pressão controlada, ainda ardendo. Ele não acelerou a mão. Não enfiou com mais força. Só continuou ali, constante, enquanto o quadril mudava de intenção.

Ele empurrou até o limite, a base batendo contra os meus lábios, e começou a acelerar. O ritmo curto e firme de antes virou algo mais urgente. A rola entrava fundo, saía quase toda e voltava com mais velocidade. Eu me engasgava com mais frequência. A saliva escorria pelos cantos da boca, o ar faltava, e o dedo dentro do meu cu continuava o mesmo vaivém insistente. Eu sentia o pau dele latejar forte contra a língua.

— Porra… Tô perto…

O dedo dele parou dentro de mim. Ficou parado, fundo, grosso, enquanto ele ainda empurrava na minha garganta com estocadas longas. A voz dele saiu baixa, rouca:

— Você vai gozar de novo, junto comigo agora.

 

Antes que eu pudesse processar a frase, o dedo curvou. A pressão acertou um ponto que eu nem sabia que existia. Meu corpo inteiro arqueou na maca com uma força involuntária. Uma onda quente e elétrica subiu pela espinha, tão intensa que me arrancou um gemido longo, sincero, abafado em volta da rola que ocupava minha boca. As pernas tremeram abertas. Eu nunca tinha sentido nada parecido. Meu cu apertou o dedo dele com força, contraído em volta da falange.

— Isso… aperta.

Ele não tirou o dedo. Começou a massagear exatamente aquele ponto. Fazendo círculos curtos e firmes enquanto a rola continuava entrando e saindo da minha garganta. Cada vez que o dedo pressionava, uma nova onda subia e meu cu contraía de novo em volta dele.

Meu pau, que já estava duro, ficou tão rígido que doía. Eu sentia ele latejar no ar, mais grosso do que nunca, a pele esticada, a cabeça escura e sensível. Parecia maior. Pulsava de forma descontrolada.

O ar sumia. A garganta apertava. E no mesmo instante o dedo pressionava aquele ponto lá dentro, arrancando outro gemido abafado de mim enquanto o cu se contraía forte em volta do dedo. O prazer vinha em ondas cada vez mais fortes. Eu tremia sem conseguir parar. O corpo inteiro estava retesado, o cu apertando o dedo dele a cada nova pressão.

— Vou gozar…

A voz dele saiu rouca e alta. No segundo seguinte a rola latejou forte dentro da minha garganta e ele empurrou até o limite. O primeiro jato saiu quente e grosso, direto no fundo. O gosto era salgado, amargo, pesado. Eu senti a porra escorrer pela garganta enquanto ele gemia alto, o quadril travado fundo, jorrando em ondas longas. Cada pulsação da rola batia contra a língua. Eu engolia o que conseguia, o restante escapando pelos cantos dos lábios.

Eu rebolava no dedo dele. O quadril se movia sozinho, circular, buscando mais pressão naquele ponto. Cada vez que o dedo curvado acertava, eu empurrava o cu de volta contra a mão, querendo mais.

Quando o segundo ou terceiro jato dele ainda escorria na minha boca, eu explodi.

O gozo subiu com uma força absurda. O pau pulsou violentamente e a porra saiu jorrando pra cima, em tiros longos e quentes que acertaram minha própria barriga e peito. As contrações eram tão fortes que o cu mastigava o dedo dele sem nenhum controle — apertava, soltava, apertava de novo, enquanto eu gozava em espasmos longos. O gemido saiu abafado em volta da rola que ainda latejava na minha boca, misturado com o gosto da porra dele.

Eu continuei rebolando mesmo no meio do orgasmo, o corpo inteiro sacudindo na maca enquanto ele terminava de descarregar fundo na minha garganta.

Ele ficou fundo até o último espasmo. Quando finalmente puxou a rola da minha boca, um fio grosso de porra e saliva veio junto, escorrendo. O dedo dentro do meu cu saiu devagar, centímetro por centímetro. A musculatura ainda apertava em volta dele na saída e um gemido baixo, involuntário, escapou quando o dedo deixou o corpo de vez. O cu ficou latejando, aberto, sensível.

Ele deu dois passos e caiu sentado na cadeira paralela à maca, as pernas abertas, o peito subindo e descendo pesado. A rola ainda semidura descansava contra a coxa pulsando em espasmos. Ele ficou me olhando em silêncio, recuperando o fôlego, o olhar escuro e cansado.

Eu continuei deitado, as pernas ainda abertas, o corpo dando espasmos curtos. A respiração não voltava direito. O peito sujo de porra, o pau mole e sensível contra a barriga, o cu latejando a cada respiração. A cabeça tentava organizar o que tinha acabado de acontecer e não conseguia.

Só depois de um tempo ele se levantou. Guardou o pau no short, ajustou o tecido e foi até a pia. Ouvi a água correndo enquanto ele lavava o rosto e as mãos. Quando voltou, pegou a toalha que estava jogada e lançou no meu peito.

— Limpa isso aí… antes que seque, cara.

A voz ainda estava rouca, mas já um pouco mais controlada. Eu me sentei com dificuldade e passei a toalha pelo peito e pela barriga. Ele ficou em pé, os braços cruzados, observando.

— Aquelas bolinhas não são nada demais. Vocês jovens também não se ajudam, né? Ficam o treino inteiro suados, com cueca apertada grudando em tudo, aí chegam em casa e acham que passar uma água resolve, tem que lavar direito. Suor, atrito, umidade… dá nisso aí.

Ele foi até a mesa, pegou um papel e escreveu alguma coisa rápido.

— Compra esse sabonete aqui e essa pomada. Lava direito, seca bem e passa a pomada de manhã e à noite. Tem que passar e espalhar bem na cabeça, se for se masturbar, faz antes de lavar e aplicar, ou não adianta.

Rasgou o papel e estendeu pra mim.

Ele se abaixou, pegou minha cueca do chão, cheirou de leve com uma careta e jogou no meu colo.

— E troca de cueca todo dia, cara. Olha o estado dessa porra, meu pano de chão é mais limpo.

Soltei uma risadinha curta, quase sem querer.

— Sinceramente… eu não sei como vocês conseguem pegar garota usando umas cuecas dessas. Isso aí já tá quase pedindo baixa médica.

A frase quebrou um pouco o clima. E eu tentava parecer entrar na dele.

— Volta na próxima semana que eu olho de novo. Se não tiver melhorado, a gente vê o que faz.

Eu me vesti em silêncio. A calça jeans esfregou no cu ainda sensível e o pau mole incomodava a cada movimento.

Ele já estava na mesa dele, debruçado sobre algum papel. Os ombros largos curvados pra frente, a caneta se movendo devagar. Parecia que nada do que tinha acontecido nos últimos minutos existia pra ele.

Eu terminei de abotoar a calça e fiquei parado por um segundo, sem saber se devia falar alguma coisa. O silêncio da sala pesava diferente agora.

— Pode ir, Biel.

A voz saiu baixa, sem pressa. Ele nem levantou a cabeça.

— E não esquece do que eu falei. Sabonete, pomada… e a cueca.

Soltei o ar pelo nariz, quase um riso curto e sem graça. Ele finalmente olhou de lado, só um segundo, e o canto da boca se moveu de leve.

— Vai. Antes que alguém resolva aparecer aqui.

Eu peguei a mochila, passei por ele sem conseguir segurar o olhar por mais tempo e sai. Fechei a porta da sala atrás de mim e fiquei parado ali por alguns segundos.

O gosto dele ainda estava forte na boca. Meu cu um pouco ainda. Mas minha cabeça não parava de tentar organizar as coisas. O treinador que tinha acabado de gozar na minha boca agora estava ali com aquele jeito de sempre, calmo, direto, quase confortável demais, como se nada entre nós tivesse saído do lugar.

Respirei fundo uma vez. Depois outra.

Guardei o papel amassado no bolso e comecei a andar pelo corredor vazio, o corpo ainda sensível, a mente longe demais pensando em como seria daqui pra frente. Eu ainda nem sabia o que “normal” significava depois daquilo.

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u/mrdemonslayer17 — 8 days ago

Hora do banho

Arthur amarrou o cavalo no poste em frente ao hotel de Valentine e subiu as escadas de madeira com as botas pesadas. A lama da rua grudava nas solas. Ele empurrou a porta e parou um segundo no balcão, tirando o chapéu e passando a mão no cabelo sujo de viagem.

Arthur tirou o maço de cigarros do bolso da jaqueta, bateu um contra o pulso e colocou um na boca. Acendeu, tragou fundo e soltou a fumaça devagar pelo canto da boca.

— Quarto e banho — disse ele, a voz rouca

O homem assentiu, pegou o dinheiro e apontou pro corredor lateral.

— Banho é no cômodo dos fundos.

Arthur tragou mais uma vez, guardou o maço e seguiu pelo corredor estreito. A fumaça subia devagar atrás dele. A porta do cômodo de banho era simples, de madeira gasta. Ele empurrou e entrou.

O lugar era pequeno e quente, com paredes de madeira escura e uma banheira grande de madeira e metal no centro, já com um pouco de água no fundo. Vapor subia denso, enchendo o ar. Uma pequena bandeja de madeira ao lado da banheira segurava uma garrafa de uísque e um copo vazio. A luz entrava fraca por uma cortina puída, dando ao vapor um tom amarelado. Cheiro de sabão barato e umidade antiga.

Ele fechou a porta atrás de si. O barulho da cidade ficou mais abafado. Deixou o cigarro entre os lábios, tragando devagar enquanto começava a se despir. Primeiro o chapéu, que ele pendurou num gancho torto na parede. Depois o sobretudo de couro, que deixou cair no banco com um peso surdo. A camisa estava grudada no peito por causa do suor da cavalgada. Ele desabotoou devagar, um botão de cada vez. O cheiro forte de axila subiu quente, misturado com o suor seco da montanha. As cicatrizes apareceram — algumas brancas e antigas, outras ainda rosadas. O peito largo subiu e desceu com a respiração.

Sentou no banco rústico de madeira para tirar as botas. Uma de cada vez, puxando com força pelo cano, sentindo o couro úmido de suor ceder aos poucos até o alívio quente nos pés inchados da cavalgada longa. As meias vieram junto, grudadas na pele, e ele as jogou de lado sem cerimônia.

Levantou-se novamente, o corpo ainda quente e marcado pela estrada. Primeiro soltou o cinto largo do coldre, os dedos calejados trabalhando com a familiaridade de quem vive com o peso das armas. Os dois revólveres, pesados e bem cuidados, tilintaram baixinho quando ele pendurou o coldre na cadeira*.*

Só então desabotoou a calça e desceu tudo de uma vez. O pau grosso e pesado balançou livre entre as pernas fortes, cercado por uma mata densa de pelos escuros e úmidos de suor. Com as duas mãos grandes ele separou as bandas da bunda, que estavam grudadas uma na outra pelo suor acumulado da cavalgada. O movimento foi prático, quase automático, aliviando o desconforto.

Ele ficou nu por um segundo, sentindo o ar do cômodo na pele suja de estrada. Então a mão direita desceu. Segurou o pau, massageou devagar da base até a cabeça, puxando o prepúcio pra trás e descobrindo a cabeça rosada, brilhando um pouco com o suor acumulado. Cobriu de novo. Passou o polegar por dentro do prepúcio, sentindo a umidade quente. Levou o dedo ao nariz, cheirou uma vez, curto, quase por hábito, avaliando. O cheiro era forte. Ele soltou o ar pelo nariz e largou o pau, que balançou pesado de novo entre as coxas.

O cigarro ainda queimava entre os labios. Deu mais uma tragada longa, soltou a fumaça pro teto e apagou a bituca na parede de madeira.

Entrou na banheira. A água que já tinha no fundo estava morna. Ele sentou, encostando as costas na borda curva, pernas abertas, braços apoiados nas laterais. O corpo grande ocupava quase todo o espaço. Fechou os olhos um instante. O vapor subia ao redor do peito e dos ombros.

A porta se abriu com uma batida leve. Arthur não abriu os olhos de primeira.

— Pode entrar — disse ele.

Ada entrou carregando o balde de água quente. O vestido de algodão bege tinha as mangas arregaçadas até os cotovelos, a barra escura de água. Um fio de cabelo castanho-escuro escapava do coque frouxo e grudava na bochecha úmida. Ela parou ao lado da banheira, olhando pro homem grande que já estava dentro dela.

— Boa noite, senhor. O senhor pediu banho. Quer que eu ajude o senhor a se lavar?

A voz dela era calma, prática. Nada de doce. Nada de sedução de bar.

Arthur abriu os olhos e olhou pra ela de lado. O corpo dele relaxado na água.

— Pode — respondeu. — Pode ajudar.

Ela assentiu, começou a despejar a água quente devagar na banheira. O vapor subiu mais denso quando a água quente se misturou com a morna. Arthur sentiu o calor subir pelo peito, pela barriga, pelas coxas. A água subiu devagar, cobrindo o pau, depois subindo mais um pouco.

Enquanto ela despejava, o olhar de Ada desceu por um segundo. Ficou ali, sutil, demorando no volume que aparecia debaixo d’água, na forma como o pau dele repousava pesado contra a barriga.

Arthur percebeu, mas não disse nada. Ela terminou de despejar o balde e colocou ele no chão. Antes que ela pegasse o pano, Arthur falou, a voz rouca:

— Me serve um copo daquele uísque aí. E um cigarro também.

Ela olhou pra bandeja ao lado da banheira, assentiu e serviu o uísque no copo. Depois pegou um cigarro do maço que estava em cima da bandeja, acendeu com um fósforo e entregou pra ele. Arthur pegou o copo com uma mão, tragou o cigarro com a outra e soltou a fumaça pro teto. O calor da bebida desceu queimando pela garganta. Ele fechou os olhos um segundo.

Ada pegou o pano grosso e o sabão de barra. Molhou, ensaboou e se ajoelhou ao lado da banheira. As mãos dela tocaram as costas largas dele. O pano passou devagar entre os ombros, subindo até a nuca. Arthur sentiu os nós se soltarem um pouco sob o calor e a pressão firme.

— Veio de longe? — ela perguntou, a voz baixa enquanto trabalhava.

Ele demorou pra responder. A água quente estava fazendo o corpo afundar mais na banheira.

— Cheguei hoje. Tinha uns negócios lá em cima.

— Na montanha? — Ela passou o pano com mais força nos ombros, sentindo a tensão que ainda restava. — Ouvi dizer que nevou bastante essas semanas.

— Nevou pra caralho — respondeu ele, a voz rouca.

Ada continuou lavando, agora descendo um pouco mais pelas costas. Os dedos dela, mesmo com o pano, eram firmes e quentes. Quando ela encontrou uma cicatriz mais grossa perto da omoplata, o movimento dela hesitou por uma fração de segundo, mas não parou.

— O senhor tem muita história aqui — disse ela, quase pra si mesma.

Arthur não respondeu. Só fechou os olhos de novo, deixando o calor e o toque dela fazerem o trabalho.

— O senhor é casado? Ou tem alguém? — ela perguntou, a voz baixa, quase casual, enquanto continuava a passar o pano molhado agora no peito dele.

Ele demorou um pouco pra responder.

— Não — disse por fim, a voz rouca. — Já tive. Não agora.

Ada não comentou. Só continuou lavando, o pano descendo um pouco mais pelas laterais do abdomem dele. Arthur sentiu o corpo relaxar mais contra a borda da banheira.

Ada trocou o pano de lado, ensaboou de novo e voltou a esfregar. Arthur soltou um grunhido baixo de alívio quando ela encontrou um ponto especialmente duro.

— Tá doendo? — ela perguntou.

— Não. Continua.

Ela obedeceu. A água espirrou um pouco quando ela se mexeu pra alcançar melhor.

Arthur abriu os olhos e olhou pra ela de perto pela primeira vez. Os olhos castanhos claros, as sardas leves no nariz, o jeito como o vestido molhado marcava o contorno dos seios quando ela se inclinava sobre a banheira. Ele desviou o olhar rápido demais.

Ada percebeu. Um canto da boca dela se curvou, quase um sorriso pequeno, mas ela não disse nada. Só molhou o pano de novo e continuou, agora lavando o braço direito dele.

— O senhor vai ficar muito tempo em Valentine? — ela perguntou, a voz um pouco mais baixa agora.

Arthur pensou na resposta. Pensou no acampamento em Horseshoe Overlook, na tenda dele, no barulho dos outros.

— Não sei ainda — respondeu por fim. — Depende do que aparecer por aqui.

Ada terminou os braços e desceu as mãos, o pano ensaboado escorregando pelas coxas grossas dele. Vez ou outra, sem querer, os dedos dela roçavam o pau enquanto ela lavava as pernas. Arthur sentiu cada roçada como um choque quente. Fazia tempo demais que ele não se deitava com uma mulher. O corpo dele respondeu sozinho. O pau começou a endurecer devagar na água, inchando, subindo contra a barriga.

Ada continuou lavando as pernas, os dedos roçando de novo — dessa vez mais claro — no pau que já estava quase completamente duro. Ela parou o movimento por um segundo. Os olhos dela desceram. Ficaram ali, olhando sem disfarçar agora, vendo o pau dele totalmente ereto, latejando debaixo d’água.

Ela levantou o olhar devagar pro rosto dele. A voz saiu um pouco mais baixa, direta, mas ainda com aquele tom prático que ela usava desde o começo:

— O senhor parece precisar de ajuda com isso também. Quer que eu cuide?

Arthur olhou pra ela por um segundo. O pau latejando forte agora. Ele balançou a cabeça uma vez, curto.

— Não… não precisa — respondeu, a voz rouca, tentando manter o controle.

Ada não retrucou. Só molhou o pano de novo, ensaboou bem e desceu a mão entre as pernas dele. Começou a lavar as bolas e o pau dele com movimentos lentos e firmes, o pano quente passando por baixo do saco, subindo devagar pela extensão grossa do pau, descendo de novo, os dedos pressionando de leve através do tecido ensaboado. O pau dele deu um pulo forte contra a barriga.

Ela continuou o movimento, os olhos ainda nos dele, a voz baixa e calma:

— Tem certeza?

A mão dela não parou. O pano deslizava devagar, subindo pelo pau inteiro, descendo de novo, o toque quente e molhado.

Arthur respirou fundo, o peito subindo e descendo mais pesado agora. O pau latejava forte, a cabeça escorrendo um pouco na água. Ele olhou pra ela — o fio de cabelo molhado na bochecha, os olhos castanhos claros fixos nos dele, a mão ainda entre as pernas dele, lavando devagar.

Ele abriu a boca pra responder.

— ...Faz — respondeu por fim, a voz rouca, quase arrastada. — Continua.

Ada soltou o pano dentro da água, sem disfarce. Envolveu a grossura do pau dele, subindo devagar da base até a cabeça, apertando com a pressão certa. O ritmo era deliberado, quase provocante — ela subia devagar, girava o pulso no topo, descia de novo, demorando cada movimento como se quisesse sentir cada latejar.

Arthur soltou o ar pelos dentes, as coxas se tensionando debaixo d’água. O pau dele pulsava forte na mão dela, quente e pesado.

Ada continuou no mesmo ritmo lento. Observava o rosto dele, os olhos semicerrados, a respiração mais curta. Sem pressa

Ela se inclinou um pouco mais pra frente. O rosto dela ficou perto do dele. Por um segundo, pareceu que ia dizer alguma coisa. Em vez disso, ela se aproximou e beijou ele.

O beijo começou devagar, quase hesitante no primeiro toque. A boca dela era quente, macia. Arthur respondeu no mesmo instante — a mão grande e molhada subiu e segurou a nuca dela, puxando com mais força. Língua, respiração misturada, o som baixo e molhado dos lábios se separando e voltando a se encontrar. A mão dela nunca parou de mexer no pau dele, subindo e descendo devagar, mesmo enquanto os dois se beijavam.

Arthur segurou o pulso dela com a outra mão, interrompendo o movimento. Quebrou o beijo por um segundo, encostou a testa na dela, respirando pesado contra a boca dela. O peito dele subia e descendo rápido. Ele segurou ela ali por alguns segundos, como se precisasse daquele contato.

Depois soltou o pulso dela devagar. Ele se levantou da banheira.

A água escorreu do corpo grande, descendo pelos ombros largos, pelo peito marcado, pelo pau duro que balançou pesado quando ele saiu da água. Ele estendeu as duas mãos e a levantou da posição em que ela estava ajoelhada. Puxou ela contra o corpo molhado de uma vez. O pau dele ficou pressionado contra a barriga dela por cima do vestido encharcado. Ele segurou ela assim por alguns segundos, o rosto enterrado no pescoço dela.

Ada ficou parada contra ele, sentindo o calor do corpo dele, o pau duro pulsando contra ela, a respiração quente no pescoço. Ela passou as mãos molhadas pelas costas largas dele, subindo devagar até os ombros.

Arthur quebrou o abraço o suficiente pra olhar pra ela. Os olhos dele estavam escuros. Ele segurou o rosto dela com uma mão, o polegar passando devagar no lábio inferior dela, e beijou ela de novo — mais lento dessa vez, mas ainda faminto.

Enquanto beijava, as mãos dele desceram pro vestido. Os dedos grossos começaram a abrir os botões da frente, um por um, devagar. O tecido molhado grudava na pele dela. Quando ele conseguiu abrir o suficiente, ele puxou o vestido pelos ombros, deixando cair até a cintura. Os seios dela ficaram à mostra, a pele úmida e arrepiada.

Ele parou o beijo e desceu a boca pro pescoço dela, beijando devagar, descendo até o colo. Uma das mãos grandes subiu e segurou um dos seios, apertando com firmeza, o polegar roçando o mamilo já duro. Ele chupou o outro, a boca quente, a língua passando devagar, sugando de leve. Ada soltou um suspiro baixo, os dedos cravando nos ombros dele.

Arthur continuou. Beijou o meio dos seios, desceu mais um pouco, a barba por fazer roçando na pele sensível dela. Uma das mãos desceu pela cintura, pela barriga, e parou entre as pernas dela por cima do vestido ainda preso nos quadris. Ele pressionou os dedos ali, sentindo o calor através do tecido molhado, e voltou a beijar a boca dela — mais fundo, mais bruto.

Ele a guiou pra trás até encostar na parede de madeira do cômodo. O corpo grande dele cobriu o dela. O pau duro pressionava contra a barriga dela enquanto ele beijava o pescoço dela com mais fome agora, chupando a pele, mordiscando de leve. A mão dele voltou pros seios, apertando, massageando.

Ada respirava mais rápido, as mãos descendo pelas costas dele, sentindo os músculos tensos, as cicatrizes, até a bunda. Ela abriu um pouco mais as pernas, deixando o quadril dele se encaixar melhor contra o dela.

Arthur quebrou o beijo e olhou pra ela. A voz saiu rouca, baixa:

— Tira isso.

Ele puxou o vestido mais pra baixo, ajudando ela a sair dele. O tecido molhado caiu no chão de madeira.

Ele olhou pra ela por um segundo, os olhos percorrendo o corpo dela sem pressa. Depois voltou a beijar ela, mais lento agora, enquanto uma das mãos descia entre as pernas dela. Os dedos grossos passaram devagar pela abertura molhada, abrindo os lábios, sentindo o quanto ela estava quente e escorregadia. Ele circulou o clitóris com o dedo médio, devagar, sem entrar ainda, só pressionando e girando.

Ada gemeu baixo contra a boca dele, os quadris se mexendo sozinhos contra a mão dele.

Arthur continuou beijando o pescoço dela, descendo de novo pros seitos, chupando um mamilo enquanto os dedos entre as pernas dela começavam a entrar — primeiro um dedo, devagar, depois dois, abrindo ela, curvando os dedos por dentro, sentindo ela apertar ao redor deles.

Ele levantou o rosto e encostou a testa na dela de novo, respirando pesado, os dedos mexendo devagar dentro dela.

— Tô com muita fome de você — murmurou rouco, quase contra a boca dela.

Os dedos dele continuaram se mexendo, lentos e fundos, enquanto ele beijava ela, o pau duro e latejando pressionado contra a coxa dela.

Ada gemia baixo contra a boca dele, os quadris se mexendo sozinhos.

Ele desceu devagar, traçando um caminho de beijos quentes e úmidos pela barriga macia dela. Quando chegou a boceta, roçou o nariz na penugem macia e escura, inalando o cheiro íntimo e excitado dela.

Ajoelhou-se devagar no chão,. Segurou uma das pernas dela com firmeza, levantando-a e apoiando sobre o ombro largo, abrindo-a completamente para ele. A boceta dela ficou exposta e brilhante de excitação. Ele respirou quente sobre ela, fazendo-a estremecer, antes de aproximar a boca.

Primeiro, deu beijos lentos e suaves ao redor, roçando os lábios grossos na pele sensível das coxas internas, depois subindo. Quando finalmente encontrou o clitóris quente e molhado, chupou devagar — os lábios envolvendo o botão inchado, a língua plana deslizando em círculos lentos e preguiçosos. O gosto dela explodiu na boca dele.

— Ahh... — escapou dela, um gemido baixo e rouco.

Os dedos dele, grossos e calejados, continuavam dentro dela, movendo-se devagar, curvando-se para cima num ângulo preciso, roçando aquele ponto macio e inchado na parede frontal. Ele aumentou o ritmo aos poucos, alternando chupadas mais firmes e ritmadas no clitóris, a língua agora vibrando rápido contra ele, enquanto os dedos entravam e saíam com mais intensidade, fazendo um som molhado e obsceno ecoar no quarto.

Ela arqueou as costas, os dedos se enroscando nos cabelos dele, puxando-o mais para perto. As coxas tremiam ao redor da cabeça dele, o calcanhar pressionando as costas largas. Ele gemeu contra a carne dela e redobrou o esforço — sugando com mais fome, a barba raspando levemente na pele sensível das coxas, acrescentando uma camada de sensação áspera que a fazia se contorcer.

O corpo dela começou a ficar tenso, os músculos internos apertando os dedos dele em espasmos involuntários. Ele não parava, língua implacável, dedos curvados trabalhando sem piedade, a outra mão subindo para apertar e massagear um seio.

— Tô quase… — ela murmurou, a voz falhando. — Não para.

Ele não parou. Pelo contrário, curvou os dedos mais pra cima e chupou com mais força. Ada agarrou o cabelo dele com as duas mãos, o corpo inteiro tremendo contra a parede de madeira.

Quando gozou, foi forte. As pernas dela tremeram, o corpo se arquando, um gemido longo e rouco escapando da garganta. Arthur continuou lambendo devagar, prolongando, até sentir ela pulsar forte ao redor dos dedos. Só então ele tirou os dedos e subiu devagar, beijando a barriga, o colo, o pescoço, até chegar na boca dela.

O beijo foi fundo, molhado. Ada sentiu o gosto dela mesma na língua dele e gemeu baixo dentro da boca dele.

— Agora eu quero você — ela falou contra os lábios dele, a voz baixa e rouca.

Ela colocou as duas mãos no peito largo dele e empurrou. Arthur recuou devagar, deixando ela guiar. Quando sentiu a borda da banheira atrás das coxas, ele sentou. A madeira fria tocou a pele quente da bunda e das coxas. O pau dele estava duro pra caralho, latejando, apontando pra cima.

Ada olhou pra ele por um segundo. Depois desceu devagar até ficar de joelhos entre as pernas dele.

Ela começou devagar. Lambeu da base até a cabeça, devagar, a língua quente e molhada. Depois chupou só a cabeça, girando a língua em volta da glande, chupando de leve. Arthur soltou o ar pelos dentes.

— Isso… — ele murmurou rouco.

Ada continuou. Engoliu mais um pouco, descendo devagar até o pau bater no fundo da garganta. Babou bastante, deixando escorrer pela mão enquanto masturba o que não cabia na boca. Chupou as bolas também, lambendo devagar, enquanto a mão subia e descia no pau molhado.

Arthur estendeu o braço e pegou o copo de uísque que estava na bandeja ao lado. Bebeu uma golada longa, sentindo a queimadura descer pela garganta enquanto olhava pra ela de cima. A visão dela de joelhos, babando no pau dele.

— Olha pra mim — ele pediu, a voz grossa.

Ada levantou os olhos. Continuou chupando, agora mais fundo, os lábios esticados ao redor da grossura dele. Ele bebeu mais um pouco de uísque, depois passou o polegar molhado no lábio inferior dela, abrindo a boca dela um pouco mais.

— Tá gostoso pra caralho — ele falou baixo.

Ela obedeceu. Chupou com mais vontade, alternando entre engolir fundo e lamber toda a extensão, babando bastante. Arthur segurava o copo com uma mão e com a outra acariciava o cabelo dela, quase carinhoso.

Ela parou. Levantou devagar, limpando a boca com as costas da mão. Virou de costas pra ele. Segurou o pau dele com uma mão, posicionou na entrada e começou a sentar.

Devagar.

Arthur soltou um grunhido grave quando a cabeça do pau abriu ela. Ela desceu centímetro por centímetro, apertando ao redor dele, quente pra porra. Quando sentou por completo, os dois ficaram parados por alguns segundos, só sentindo.

Ada começou a rebolar devagar. Subia um pouco e sentava de novo, sentindo ele todo dentro dela. Arthur colocou as duas mãos na cintura dela, apertando firme, guiando o movimento.

Ele bateu na bunda dela com a palma da mão — um estalo seco que ecoou no cômodo. Ada soltou um gemido mais alto.

— Outra vez — ela pediu.

Ele bateu de novo, mais forte dessa vez. Depois segurou o cabelo dela com uma das mãos, puxando pra trás com firmeza, fazendo ela arquear as costas. O pau dele ficou ainda mais fundo dentro dela.

Ada virou um pouco o rosto de lado, a voz saindo rouca e safada:

— Puxa as rédeas… me faz sua égua, garanhão.

Arthur soltou uma risada baixa e suja, puxando o cabelo dela com mais força, fazendo ela arquear ainda mais. Ele deu outro tapa na bunda dela, depois segurou os quadris e começou a meter de baixo pra cima, firme, enquanto ela rebolava.

— É assim que você quer? — ele falou contra o ombro dela, a voz grossa

— Sim… — ela gemeu, rebolando mais forte. — Me usa. Me fode como se eu fosse sua.

Ele puxou o cabelo, virando o rosto dela pra ele conseguir beijar o canto da boca. Ao mesmo tempo, bateu na bunda dela mais uma vez, o som ecoando junto com os gemidos dos dois.

O vapor ainda subia devagar no cômodo. A água pingava da borda da banheira. Arthur segurava ela com força — uma mão na cintura, a outra no cabelo — metendo de baixo pra cima enquanto ela rebolava no pau dele, os dois suados, ofegantes, sem pressa de acabar.

Ada soltou um gemido mais alto quando ele bateu fundo e puxou o cabelo dela ao mesmo tempo.

— Assim… — ela falou, a voz falhando de prazer. — Não para, garanhão…

Arthur segurou os quadris dela com mais força e começou a meter com mais intensidade. O ritmo mudou — mais bruto, mais faminto.

— Rebola mais… assim — falou rouco, a voz baixa e grave

Ada gemeu alto, obedecendo. Ele continuou metendo, agora mais fundo, as mãos apertando a carne dos quadris com força.

— Faz tempo que eu não sinto uma mulher rebolando desse jeito — murmurou contra o ombro dela, a voz quase um rosnado. — Continua… não para.

Ele puxou o cabelo dela com mais força, fazendo ela arquear as costas, e acelerou o ritmo. O pau batia fundo a cada estocada, o corpo grande dele colado nas costas dela.

Ele parou de repente. Segurou ela firme pela cintura com as duas mãos e se levantou da borda da banheira, carregando ela junto. O pau continuou enterrado dentro dela enquanto ele andava alguns passos ainda metendo devagar até o espelho grande que ficava ao lado do banco.

Ele colocou ela de pé na frente do espelho e segurou os quadris com força. Sem dizer mais nada, começou a foder por trás.

O espelho mostrava tudo com clareza. O corpo dela sendo jogado pra frente a cada estocada bruta, os seios balançando, a boca entreaberta soltando gemidos.

Ele desceu uma das mãos até a bunda dela, esfregou o polegar no cu com movimentos lentos e circulares, pressionando. Depois enfiou o polegar devagar, sem parar de meter no pau. Ada soltou um gemido mais agudo.

— Relaxa… — ele falou baixo, a voz rouca. — Deixa eu abrir você aqui também.

Ele bateu na bunda dela com a outra palma aberta, depois apertou a carne com força. Com os dedos grandes cravados nas bandas macias, ele abriu a bunda dela, puxando uma das bandas firmemente para o lado, expondo o cuzinho rosado enquanto o polegar entrava mais fundo, abrindo-a. O ritmo estava pesado agora, cada estocada fazendo o corpo dela tremer contra o espelho.

Ada gemia alto, as mãos apoiadas no espelho, o corpo sendo usado sem piedade. Ele metia mais fundo, mais bruto, o polegar se movendo junto com o pau.

— Não para… — ela implorou, a voz falhando. — Me fode mais fundo…

Ele estava metendo com tudo agora. O som molhado dos corpos se chocando misturava com os gemidos dela e a respiração pesada dele. O polegar estava bem fundo no cu dela.

Uma voz de homem, irritada, começou a xingar do lado de fora, batendo na madeira. Arthur não parou. Nem diminuiu o ritmo. Ele continuou metendo fundo nela, esticou o braço livre até o banco. Pegou o revólver do coldre, virou o rosto na direção da porta e deu um tiro na parede bem ao lado dela.

No exato momento do estampido, Ada apertou forte o cu e a boceta ao mesmo tempo, o corpo inteiro contraindo num espasmo violento de tesão e susto.

— Ahhh! Porra… me fode! — gemeu ela alto, a voz misturando susto e puro tesão, quase implorando. — Me fode mais forte!

Ele jogou o revólver de lado com um movimento seco, o metal batendo contra a madeira. Voltou a focar totalmente nela, segurando os quadris com mais força e acelerando o ritmo.

Ada sentiu o corpo inteiro tremer. O tiro, a forma como ele continuou fodendo ela sem nem hesitar, o jeito como ele segurava ela com força… tudo isso só fez o tesão dela subir mais. Ela empurrou o quadril pra trás, pedindo mais.

Ele metia fundo e pesado, o polegar se movendo junto com o pau. Uma das mãos subiu e segurou o seio dela com força, apertando enquanto ele batia contra a bunda dela sem parar.

Ada gemia alto agora, sem conseguir se segurar.

— Não para… porra, não para… — ela implorava, a voz rouca e alta

Ele estava perto agora, o abdômen tenso, as coxas duras, o ritmo ficando mais irregular e profundo.

Ele segurou o quadril dela com as duas mãos, puxando ela contra ele com força a cada estocada. O polegar saindo do cu dela. Ele metia como se quisesse se enterrar inteiro.

Ada gozou primeiro. O corpo dela se contraiu forte, apertando o pau, um gemido longo e rouco saindo da garganta enquanto as pernas tremiam. Arthur continuou metendo através do orgasmo dela, fodendo ela sem parar.

Ele gozou logo depois. Enterrou o pau até o fundo e gozou com força, o corpo inteiro tremendo, um grunhido grave saindo do peito. Jorrou quente e grosso dentro dela, pulsando forte enquanto ele segurava o quadril dela com violência, mantendo ela colada nele.

Ele ficou dentro dela por vários segundos, ofegante, o peito subindo e descendo rápido contra as costas dela. Depois passou os dois braços pela frente, abraçando ela por trás.

Ele colou o corpo suado no dela, o rosto enterrado no pescoço. Ainda estava dentro, latejando de leve. Respirava pesado contra a pele dela, os braços apertando a cintura com força, mas agora sem violência — só necessidade.

Ele beijou o ombro dela devagar, depois o pescoço, a respiração ainda quente e irregular. O vapor subia devagar ao redor dos dois, o cheiro de pólvora misturado com sexo e suor.

Arthur ficou dentro dela por mais alguns segundos, respirando pesado contra o pescoço dela. Depois, segurou o quadril com uma das mãos e começou a tirar o pau devagar.

O membro grosso saiu, ainda brilhando com os fluidos dos dois. Ada sentiu o vazio repentino, o corpo latejando ao redor de nada, enquanto um fio quente de porra escorria devagar pela coxa interna. Arthur soltou um grunhido baixo quando saiu completamente, o pau mole agora molhado e marcado.

Ele não se afastou logo. Continuou abraçado nela por trás, o rosto enterrado no pescoço, beijando devagar a pele úmida. Uma das mãos subiu até o seio dela, segurando com carinho, enquanto a outra descansava na cintura.

Depois de um tempo, ele se afastou um pouco. Olhou para o pano que estava na bandeja — o mesmo pano que ela tinha usado para lavar o corpo dele durante o banho. Pegou ele, molhou em um pouco na agua da banheira e ajoelhou-se atrás dela.

Começou a limpar entre as pernas dela com cuidado. O pano passou devagar pela coxa, limpando o que ainda escorria. Enquanto fazia isso, ele beijou a bunda, beijos lentos e demorados. O toque dele era calmo agora, quase carinhoso.

Ada ficou parada, deixando ele cuidar dela. Quando ele terminou, ela se virou devagar para ficar de frente pra ele.

Sem dizer nada, ela desceu até ficar de joelhos. Segurou o pau mole dele com uma das mãos e começou a limpar com a boca. Lambeu devagar da base até a cabeça, limpando o que ainda restava. Chupou de leve, depois desceu a língua até as bolas, lambendo com calma. Olhou pra cima uma vez, os olhos castanhos claros encontrando os dele enquanto a boca trabalhava devagar.

Arthur respirou fundo, a mão indo até o cabelo dela, descansando ali sem puxar. Ele a observava em silêncio, o peito ainda subindo e descendo.

Ela continuou por mais um tempo, lambendo e chupando devagar, até deixar tudo limpo. Quando terminou, ela se levantou devagar, passando a língua no lábio inferior.

Colocou as mãos no peito largo dele e se aproximou, beijando ele devagar. O beijo foi calmo, doce. Quando se afastou um pouco, ela falou contra a boca dele, a voz baixa e rouca:

— Agora que te limpei direitinho… — ela disse, enquanto os dedos passeavam devagar pelo peito dele. — Podemos ir pro seu quarto… e continuar isso com mais calma. Só nós dois.

Ela beijou o canto da boca dele de novo, devagar, esperando a resposta. O corpo dela ainda encostado no dele, quente e suado, os olhos castanhos claros olhando pra ele com uma mistura de provocação e desejo.

 

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u/mrdemonslayer17 — 2 months ago

Presente de dia dos namorados - PT 2

Eu não conseguia tirar os olhos daquela visão. Com as pernas ainda fracas, eu me ajoelhei no chão exausto entre as pernas dele. Rafael soltou um suspiro longo e deixou o tronco cair para trás, deitando completamente na cama. Deitei a cabeça na coxa dele, sentindo o calor da pele suada contra meu rosto, o coração ainda disparado. O pau dele estava bem na minha frente, molhado, brilhando de porra misturada e ainda meio duro.

Por alguns segundos ficamos só respirando. Eu passei a mão devagar pela coxa dele, sentindo a pele quente. Ele olhou pra mim de cima e deu uma risadinha baixa, rouca.

Quando segurei o pau dele com a mão, Rafael soltou um gemido baixo de surpresa e prazer, o corpo dando um leve estremecimento.

— Caralho… — murmurou ele, a voz rouca.

Eu comecei a masturbar devagar, preguiçoso. A pele estava quente, escorregadia. Meus dedos deslizavam com facilidade, apertando de leve a base e subindo até a cabeça inchada, espalhando porra por toda a extensão. Subi um pouco mais com o rosto e passei a língua devagar pela cabeça, lambendo em círculos lentos, saboreando o gosto salgado e forte do gozo dele misturado com o dela. Depois desci a boca com calma, primeiro chupando só a cabeça, sugando de leve enquanto minha língua circulava e limpava tudo. Aos poucos engoli mais, descendo com movimentos lentos e profundos, babando bastante. O pau dele pulsava na minha língua, voltando a endurecer na minha boca quente.

Rafael gemia baixo, a mão descansando no meu cabelo sem forçar, apenas acariciando.

Eu subia e descia com ritmo preguiçoso, mas gostoso — ora chupava fundo, sentindo a cabeça tocar minha garganta, ora voltava só para a cabeça, lambendo e sugando com dedicação. De vez em quando tirava o pau da boca só para passar a língua pela extensão toda, ou descia para chupar as bolas pesadas, uma de cada vez, enquanto continuava masturbando devagar.

Rafael gemia baixo e contínuo, a mão descansando no meu cabelo, acariciando sem forçar. Os gemidos dele ficavam mais roucos quando eu descia fundo e ficava alguns segundos com o pau todo na boca, a garganta apertando em volta dele.

— Porra… que boca boa — ele murmurou em certo momento, a voz pesada de prazer. — Continua assim… tá me deixando duro de novo.

Eu gemi ao redor do pau dele, vibrando a garganta, e continuei chupando com calma e vontade, completamente perdido no gosto, no cheiro e no calor dele.

Depois de um tempo ele me puxou devagar pra cima, segurando meu cabelo com carinho. Eu subi sentando no colo dele, e ele me beijou fundo, a mão firme na minha nuca. Enquanto nos beijávamos, eu comecei a rebolar devagar, esfregando minha bunda no pau babado. O pau escorregadio deslizava entre minhas nádegas, quente e molhado de porra, roçando contra meu cu a cada movimento do meu quadril.

Eu rebolava com calma, pressionando a bunda contra ele, sentindo o pau pulsar e endurecer ainda mais entre as minhas nádegas. Nossas línguas se enroscavam no beijo molhado e preguiçoso, com gosto de sexo. Rafael soltou um gemido baixo contra minha boca, as mãos descendo para apertar minha bunda, abrindo as nádegas enquanto eu continuava rebolando gostoso em cima dele.

Do lado da cama, ela estava deitada de bruços, ainda recuperando o fôlego. Virou o rosto pra gente e ficou nos olhando por alguns segundos, com um sorriso carinhoso e cheio de desejo. A voz saiu rouca, baixa e carregada de emoção:

— Quero ver vocês dois juntos… Quero ver ele te fodendo bem gostoso, amor. Quero ver você se entregando pra ele.

Eu me afastei do beijo e olhei pra ela. Segurei o rosto dela com uma mão e a beijei também. Quando nossos lábios se separaram, ela sorriu com aquele olhar safado.

Eu desci devagar do colo de Rafael. Ele me acompanhou com as mãos na minha cintura até eu me posicionar de quatro no meio da cama.

Ela se levantou e ficou de joelhos na cama, bem ao meu lado. Rafael se levantou e ficou de pé no chão, atrás de mim.

Ela passou a mão pelas minhas costas com carinho e, de repente, deu um tapa firme na minha bunda, rindo baixinho.

— Olha como minha putinha é obediente… — disse ela, a voz manhosa e divertida.

Eu olhei pra ela por cima do ombro, com um sorrisinho safado, e balancei a bunda devagar pra eles, rebolando de leve enquanto mantinha o olhar nela.

Rafael se ajoelhou no chão atrás de mim. Segurou minhas nádegas com firmeza, inclinou o rosto e começou a lamber meu cuzinho com a língua quente. Ele passou devagar de cima a baixo, circulando o anel apertado, depois desceu um pouco mais e chupou minhas bolas com vontade, sugando uma de cada vez enquanto a língua trabalhava. Eu soltei um gemido baixo, apertando o lençol.

Ele gemeu contra meu saco e voltou a chupar meu cu, enfiou a língua fundo, fodendo com ela em movimentos ritmados — entrando e saindo, girando lá dentro enquanto segurava minhas nádegas bem abertas. A sensação da língua quente e molhada me invadindo me fez gemer mais alto, empinando ainda mais a bunda pra ele.

Depois de um tempo ele se levantou, ainda atrás de mim, começando a se masturbar devagar, esfregando o pau duro e babado. Ela, de joelhos ao meu lado, observava tudo com os olhos brilhando.

Ela se deitou sobre minha bunda, o corpo quente pressionando contra mim, e começou a lamber também — a língua quente e molhada passando de cima a baixo, circulando e chupando meu cuzinho com fome. Enquanto me preparava com calma, ela passou uma mão por baixo de mim e começou a me masturbar devagar. Com a outra mão, masturbava o pau de Rafael. Ela chupava meu cu com vontade, enfiando a língua fundo e sugando o anel apertado, ao mesmo tempo que masturbava o pau dele com movimentos firmes, às vezes inclinando o rosto para dar chupadas rápidas e molhadas na cabeça dele antes de voltar a lamber meu cu.

Depois de me deixar bem molhado e relaxado, ela parou de chupar. Cuspiu generosamente no meu cu, deu mais umas chupadas lentas e profundas no pau de Rafael e então segurou ele pela base.

Ela esfregou a cabeça grossa no meu cuzinho molhado algumas vezes, cuspindo mais uma vez em cima. Depois começou a encaixar devagar, pressionando contra a entrada. Eu soltei um gemido baixo quando senti a pressão aumentar. A cabeça grossa forçou a entrada devagar, abrindo caminho centímetro por centímetro. A queimação inicial misturada com o prazer me fez apertar as mãos no lençol.

— Respira… — ela falou baixo, perto do meu ouvido, ainda segurando a base do pau dele. — Deixa ele entrar.

Rafael continuou empurrando devagar, sem pressa. Eu sentia ele me abrindo, o pau grosso esticando minha entrada até finalmente conseguir passar. Quando a cabeça entrou por completo, eu soltei um gemido mais alto e enterrei o rosto no colchão.

— Isso… assim — ela murmurou, quase pra si mesma, enquanto via o pau dele desaparecer dentro do meu cu. — Entra nele.

Quando Rafael já estava com uma boa parte dentro, ela passou as mãos nas minhas costas, subindo até meu cabelo. Segurou de leve e falou mais perto do meu ouvido:

— Tá gostoso?

Eu gemi rouco, o corpo ainda se ajustando ao tamanho dele, e respondi com a voz falhando:

— Tá… tá entrando gostoso pra caralho.

Ela deu um beijinho leve na minha nuca e falou baixo:

— Então aguenta. Quero ver ele te foder de verdade.

Rafael segurou meu quadril com firmeza e começou a meter  o resto, devagar, até estar completamente dentro. Eu soltei um gemido longo e baixo, o corpo inteiro se ajustando ao tamanho dele. Ela ficou atrás de mim, uma mão no meu quadril e a outra ainda no meu cabelo, assistindo tudo de perto.

Ela passou a mão nas minha bunda com carinho.

Rafael começou a sair devagar, quase até a cabeça, e voltou a entrar com o mesmo ritmo lento. O barulho molhado do meu cu recebendo o pau dele preenchia o quarto. Ele repetiu o movimento algumas vezes, bem controlado, até sentir que eu estava mais relaxado. Eu gemia baixo, o corpo ainda se acostumando com o tamanho dele.

— Porra… seu cu aperta gostoso — ele falou, voz grave e rouca.

Eu levantei um pouco o rosto do colchão e respondi entre gemidos:

— Continua… vai metendo assim.

Ela se inclinou mais pra frente e começou a beijar minhas costas enquanto Rafael metia. De vez em quando ela descia a mão e passava os dedos no meu pau, que estava duro e balançando entre as pernas. Depois subiu de novo e segurou meu cabelo com delicadeza, virando meu rosto de lado pra me beijar. Enquanto me beijava, Rafael aumentou um pouco o ritmo. Os estalos da pele dele batendo contra minha bunda ficaram mais constantes.

Ela soltou minha boca e olhou pra ele por cima de mim.

— Mete mais forte nele — pediu, voz safada e baixa. — Quero ver você fodendo ele de verdade.

Ela se moveu para a frente da cama e sentou bem na minha frente, abrindo as pernas. Ela passou as duas mãos no meu cabelo, segurando com firmeza, e puxou minha cara direto para a buceta dela, ainda cheia de porra.

— Chupa — mandou, rouca. — Limpa tudo que vocês deixaram dentro de mim.

Eu abri a boca e comecei a lamber. O gosto era forte, salgado, quente e obsceno. Ela segurou meu cabelo com mais força e gemeu alto quando enfiei a língua dentro dela, sugando e lambendo tudo que saía. Rafael continuou metendo forte em mim por trás. Cada estocada dele me empurrava mais contra a buceta dela. Eu gemi contra a pele dela enquanto chupava, a língua entrando fundo.

Ela pressionou minha cara com mais força, rebolando devagar na minha boca.

— Isso… chupa gostoso — falou, ofegante. — Limpa tudinho… porra, que delícia te ver assim, de quatro.

As estocadas ficaram mais longas, mais firmesA cada vez que ele metia fundo, eu sentia as bolas dele baterem contra a minha, o impacto seco e quente ecoando no quarto. Meu cu apertava forte toda vez que ele entrava até o fundo, como se quisesse morder o pau dele.

— Porra… — eu gemi rouco.

Rafael meteu mais forte. Agora as estocadas eram mais curtas e rápidas, o quadril dele batendo contra minha bunda com força. Eu sentia o pau dele latejando dentro de mim, quente e grosso, abrindo meu cu sem parar.

Eu gemi mais alto quando ele deu uma estocada especialmente forte e funda. Meu cu contraiu ao redor dele com força, apertando o pau dele enquanto ele saía e entrava sem parar. Eu sentia a pele da minha bunda ficando quente e sensível com o vai e vem constante do quadril dele.

— Porra… eu vou gozar…

Ele enterrou o pau até o fundo e gozou. Eu senti os jatos quentes e grossos enchendo meu cu, pulsando forte enquanto ele tremia contra minhas costas. O calor se espalhou dentro de mim. Ele ficou parado por alguns segundos, respirando pesado, o pau ainda latejando. Quando saiu devagar, eu senti a porra escorrer pelo meu cu.

Ela soltou meu cabelo devagar, passou a mão no meu rosto sujo de porra e me puxou pra um beijo lento, quase doce. Rafael se inclinou por trás e beijou meu ombro, ainda ofegante, o peito colado nas minhas costas. Ninguém falou nada. Só o som das respirações pesadas preenchia o quarto.

Aos poucos, ela começou a se mover. Me puxou devagar pra baixo, até os três caírmos na cama. Eu me deitei de costas, ainda sentindo o corpo mole e quente. Ela se jogou de bruços ao meu lado, o rosto virado pra mim, o cabelo bagunçado e colado na testa de suor. Rafael se deitou do outro lado, passando o braço por cima da cintura dela e encostando o peito nas costas dela.

O quarto cheirava forte a sexo, suor e porra. Ninguém falava muito. Só o som das respirações ainda aceleradas. Ela virou o rosto na minha direção e deu um sorrisinho

Eu virei o rosto pra ela e sorri de canto, ainda sem fôlego direito. Rafael soltou uma risadinha baixa atrás dela e beijou o ombro dela de leve, sem dizer nada. Ela fechou os olhos por alguns segundos, aproveitando o toque das nossas mãos nela.

Ficamos assim por um tempo, os três colados, sem pressa de nos mexer. Ela abriu os olhos de novo e me olhou, ainda com aquele sorrisinho cansado no rosto.

— Tô toda suja… — falou baixo.

— Tá linda assim.

Depois de alguns minutos em silêncio, apenas recuperando o fôlego e sentindo o calor dos corpos um do outro, ela se mexeu devagar. Ela passou a mão carinhosamente pelo meu peito, descendo devagar pela barriga até chegar no meu pau. Apertou de leve, e falou rouca, quase sussurrando:

— Estão pensando que acabou?

Com um sorrisinho safado, ela começou a me masturbar devagar, a mão quente e macia subindo e descendo pela extensão do meu pau. Ao mesmo tempo, Rafael se apertou mais contra ela por trás, esfregando o pau semi-duro e ainda melado entre as nádegas dela, roçando devagar, pressionando a cabeça grossa contra o cuzinho e a boceta.

Eu me aproximei e beijei ela fundo, nossas línguas se encontrando preguiçosas e molhadas. Enquanto nos beijávamos, passei a mão pelo corpo dela, apertando um seio, descendo pela cintura e apertando a bunda, puxando ela mais contra mim. Rafael, atrás, beijava o pescoço dela com calma, subindo até o ombro e descendo pelas costas, mordiscando de leve a pele suada. A mão dele passou por cima dela e encontrou meu peito, acariciando devagar, depois desceu até minha coxa.

Ela gemia baixinho contra minha boca, acelerando um pouco o movimento da mão no meu pau. Eu desci minha mão entre as pernas dela, sentindo a boceta ainda molhada e escorregadia de porra, e comecei a esfregar os dedos devagar nos lábios inchados. Rafael, sem parar de roçar o pau entre as nádegas dela, passou a mão por baixo e encontrou o meu pau masturbando, apertando junto com ela, os dedos dos dois se entrelaçando ao redor da minha rola.

Nossos toques eram preguiçosos, mas cheios de desejo — mãos passeando por peitos, bundas, coxas e paus, sem pressa de chegar a lugar nenhum, só curtindo o calor e a intimidade dos três.

Ela subiu em mim, de frente. Segurou meu pau, esfregou a cabeça na entrada molhada da buceta e desceu devagar até sentar por completo. Soltou um gemido baixo quando me engoliu todo. Começou a quicar devagar no começo, subindo e descendo com calma, rebolando o quadril enquanto sentia cada centímetro. Eu segurei a cintura dela com as duas mãos, olhando pra ela enquanto ela rebolava em cima de mim.

O ritmo foi aumentando aos poucos. Ela quicava com mais vontade, uma mão apoiada no meu peito, a boca entreaberta. Eu subia o quadril pra encontrar ela, fodendo de baixo pra cima. Ela gemia mais alto, os olhos semicerrados.

Rafael se aproximou, apoiando-se num cotovelo, assistindo com os olhos cheios de tesão. As mãos dele passeavam pelos nossos corpos sem parar: apertava e massageava os seios dela, beliscando os mamilos, descia pela minha barriga e esfregava o clitóris dela quando ela quicava, apertava a cintura ou a bunda dela incentivando o movimento do meu quadril para cima.

Ele se inclinou e me beijou fundo, a língua invadindo minha boca com desejo enquanto ela continuava cavalgando. O beijo era quente e molhado, quase dominante. Ela reagiu gemendo mais alto, quicando com mais força e vontade, a boceta apertando meu pau a cada descida excitada com a visão de nós dois nos beijando.

Depois de um tempo, Rafael se levantou sentando na cama, puxou ela pelo cabelo de leve e a beijou com fome, enfiando a língua na boca dela enquanto ela rebolava no meu pau. Os gemidos dela ficavam abafados contra a boca dele.

Em seguida ele ficou de pé na cama, deu a volta e se posicionou atrás dela. Inclinou o corpo sobre ela, segurando o rosto dela com uma mão e a beijando profundamente enquanto a outra mão guiava o quadril dela, ajudando no movimento de subida e descida. Ele se aproximou mais, encostando o pau duro entre as nádegas dela, deixando ela roçar e esfregar a bunda nele enquanto quicava gostoso no meu pau.

Ela gemeu alto contra a boca dele, rebolando ainda mais, sentindo os dois paus — um dentro dela e o outro esfregando entre suas nádegas. Quando o beijo terminou, ela virou o rosto levemente pra trás, voz rouca e necessitada:

— Mete no meu cu… fode igual você arrombou ele.

Eu soltei uma risada baixa, ofegante, e falei olhando pra ela:

— Olha só essa invejosa…

Ela riu safada, ainda quicando, e respondeu:

— Invejosa coisa nenhuma…

Rafael cuspiu na própria mão, passou o cuspe no cu dela e espalhou bem, depois passou próprio pau, lubrificando a cabeça grossa.

Ela parou de quicar, deitou o corpo sobre o meu, colando os seios no meu peito e empinando bem a bunda para ele. Ele esfregou o pau na entrada do cuzinho dela algumas vezes e começou a empurrar devagar. Mordendo o lábio com força, ela soltou um gemido longo e trêmulo quando a cabeça dele forçou a entrada.

— Porra… tá entrando… — murmurou, a voz rouca e trêmula.

Rafael foi entrando centímetro por centímetro até estar todo dentro do cu dela. Quando os dois paus ficaram completamente enterrados ela soltou um gemido profundo, quase um soluço de prazer, o corpo inteiro tremendo sobre mim.

Depois ele começou a mexer devagar. Ela recomeçou a rebolar em mim, agora mais devagar e com mais dificuldade, sentindo os dois paus dentro dela ao mesmo tempo, apenas separados por uma fina parede.

Aos poucos o ritmo foi aumentando. Ela rebolava em mim enquanto Rafael metia no cu dela com movimentos curtos e firmes. Ela gemia sem parar, uma mão cravada no meu peito, a outra segurando o braço de Rafael atrás dela, como se tentasse controlar ele.

Eu sentia a buceta dela apertando meu pau toda vez que Rafael metia fundo no cu dela. O calor e o aperto eram intensos. Rafael segurou firme na cintura dela e começou a aumentar o ritmo, metendo com mais força. Eu acompanhei de baixo.

Ela tremia entre nós. O corpo dela balançava conforme os dois paus entravam e saíam dela. Ela gemia mais alto agora, o rosto vermelho, o suor escorrendo pelo pescoço.

— Porra… não para… — ela pediu, voz falhando. — Continua… os dois… me fode assim.

Rafael meteu mais forte, as mãos apertando a cintura dela com força. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, abrindo bem as nádegas para ele, facilitando o acesso enquanto subia o quadril com mais vontade, fodendo ela de baixo. O barulho da pele batendo ficou mais alto e constante. Ela gemia sem conseguir formar frases completas, o corpo inteiro se entregando.

— Tá gostoso pra caralho… — ela gemeu, olhando pra mim com os olhos marejados.

Rafael segurou o cabelo dela com força, usando como rédea, puxando bem para trás e fazendo ela arquear as costas. Ele acelerou ainda mais as estocadas no cu dela. Eu acompanhei o ritmo, metendo fundo toda vez que ele saía, mantendo a bunda dela bem aberta. Ela estava completamente perdida agora, apertando a boceta em mim enquanto Rafael a fodia por trás, gemendo alto sem parar.

Nós três estávamos num ritmo constante e pesado. Ela rebolava fundo no meu pau enquanto Rafael metia sem parar no cu dela. Rafael puxou o cabelo dela com ainda mais força, mantendo-a arqueada. Metia mais fundo, mais forte. Eu sentia o pau dele roçando através dela toda vez que entrava. Ela soltou um gemido alto e trêmulo.

— Eu… eu vou gozar… — ela avisou, voz falhando. — Porra… eu vou gozar com vocês dois dentro de mim.

Aumentamos o ritmo juntos. Eu metia de baixo com mais força enquanto Rafael comia o cu dela sem parar. Ela tremia violentamente entre nós, gemendo alto, o corpo inteiro se contraindo. A buceta dela apertou meu pau com força quando o orgasmo chegou. Ela soltou um gemido longo e alto, o corpo inteiro tremendo enquanto gozava. Ela arqueou as costas violentamente, o corpo inteiro tensionando como se tivesse levado um choque. Soltou um grito rouco, longo e quase desesperado, a voz falhando no meio.

A buceta dela começou a esguichar com força. Jatos quentes e abundantes espirraram ao redor do meu pau, saindo em ondas fortes e contínuas. O líquido quente molhava minha barriga, escorria pelas minhas coxas e encharcava o lençol abaixo de nós. Cada contração forte da boceta dela expulsava mais um jato, às vezes em esguichos longos que chegavam até meu peito, outras vezes em pulsos curtos e intensos que escorriam pela base do meu pau e pelas bolas.

Rafael passou o braço forte pelo pescoço dela, puxando-a para trás em um leve enforcamento, e meteu ainda mais fundo no cu dela, estocando com força enquanto ela gozava. O corpo dela tremia descontroladamente entre nós dois, os músculos da boceta e do cu apertando nossos paus com violência, como se quisesse nos prender lá dentro.

— Isso… goza pra gente — rosnou Rafael contra o ouvido dela, mantendo o braço firme em volta do pescoço enquanto continuava metendo fundo.

Ela não conseguia nem falar mais. Apenas gemia alto, o corpo convulsionando. Novos jatos saíam a cada estocada nossa, cada vez mais fracos, mas ainda intensos, encharcando tudo. As coxas dela tremiam sem parar, os dedos cravados no meu peito, as unhas marcando minha pele.

Os espasmos continuavam. A boceta dela dava pequenos jatos residuais e contraía repetidamente ao meu redor, extremamente sensível. Escorria abundante pela minha virilha, pingando e formando uma grande mancha molhada no lençol.

Mesmo assim, nós não paramos. Continuamos metendo nela enquanto ela gozava, prolongando o prazer. Cada estocada agora fazia ela soltar gemidos agudos e trêmulos, o corpo hipersensível reagindo a cada movimento nosso.

— Continua… não para ainda. Quero sentir vocês dois mais um pouco.

Agora o ritmo estava mais pesado, mais bruto. Ela gemia sem parar, o corpo balançando entre nós dois. Cada vez que Rafael metia fundo, ela soltava um gemido mais alto e apertava minha buceta com mais força.

— Porra… que delícia… — ela gemeu, mordendo o lábio. — Os dois me fodendo assim… não quero que pare.

Nós dois metemos nela por mais um tempo, sem pressa de acabar. O quarto estava tomado pelo som molhado dos dois paus entrando e saindo dela, misturado com os gemidos roucos dela.

Rafael começou a gemer mais rouco, o ritmo ficando mais irregular.

— Tô quase gozando… — avisou, voz grossa. — Porra… seu cu tá apertando pra caralho.

Ele deu mais algumas estocadas fortes e saiu devagar do cu dela. Ela soltou um gemido baixo de protesto, mas continuou rebolando devagar em mim. Rafael se ajoelhou ao nosso lado na cama, segurando o pau grosso e brilhando de porra e saliva, se masturbar devagar, olhando pra gente.

Eu me sentei na cama, segurando ela que continuou em cima de mim, de frente, rebolando no meu pau sem parar. Rafael ficou bem perto, masturbando o pau na nossa frente. A voz dele saiu grossa e mandona:

— Chupa.

Ela olhou pra ele, ainda rebolando em mim, e segurou o pau dele com uma mão. Lambeu a cabeça devagar e depois passou pra mim. Eu lambi também. Começamos a chupar ele. Ela chupava a cabeça de Rafael enquanto eu lambia o resto. Nossas línguas se encontravam no pau dele de vez em quando.

Eu gemi, chupando junto com ela. Rafael segurava o cabelo dos dois, gemendo baixo, o quadril se mexendo devagar enquanto nós dois o chupávamos.

— Porra…— ele falou, quase sem voz.

Rafael soltou um gemido rouco e começou a masturbar o pau bem rápido, a mão subindo e descendo com força, bem perto das nossas bocas. Eu e ela ficamos bem juntinhos, bocas abertas, línguas para fora, lambendo e chupando a cabeça grossa dele alternadamente. Nossas línguas se tocavam o tempo todo enquanto girávamos ao redor da cabeça inchada, babando bastante e sugando o pré-gozo que escorria.

Rafael gemeu alto, o corpo tensionando. O primeiro jato saiu forte e grosso, acertando bem no meio da cara dela, escorrendo pelo nariz e pingando no lábio superior. O segundo jato veio logo em seguida, acertando minha bochecha e parte da minha boca. Enquanto ele gozava, nós continuamos lambendo e chupando a cabeça do pau dele, as línguas trabalhando sem parar.

Ele soltou o pau de repente. Ela imediatamente segurou a base com firmeza e continuou masturbando ele com movimentos rápidos e apertados, apontando a cabeça para nossos rostos.

Mais jatos quentes e grossos caíram sobre nós. Um acertou direto na língua dela, outro na minha, alguns escorrendo pela testa, bochechas e queixo. A porra estava quente, cremosa e salgada. Enquanto ele ainda gozava, eu segurei o rosto dela e a beijei fundo, nossas bocas abertas se encontrando no meio do gozo dele. Nossas línguas se enroscavam, lambendo a porra que caía entre nós, misturando tudo num beijo sujo e molhado.

Ela gemia dentro do beijo, chupando minha língua e sugando o gosto dele. Eu fazia o mesmo, lambendo os lábios e o queixo dela, engolindo o que conseguia. Rafael continuava gemendo enquanto ela terminava de ordenhá-lo com a mão, tirando as últimas gotas que caíam sobre nossos rostos e bocas.

A buceta dela apertando meu pau sem parar, eu não aguentava mais segurar. Eu gemi alto e gozei fundo dentro dela. Meus jatos saíram fortes e quentes, enchendo a buceta dela enquanto ela continuava rebolando em mim. Eu segurei firme na cintura dela, puxando ela pra baixo a cada vez que gozava, sentindo ela apertar meu pau enquanto eu enchia ela. Ela soltou um gemido rouco quando sentiu o calor da minha porra jorrando dentro dela, mas não parou de rebolar. Continuou quicando devagar, chupando meu pau com a buceta enquanto eu gozava.

Rafael terminou de gozar na nossa cara e ficou respirando pesado, voltando a massagear o pau devagar. Eu continuei gozando dentro dela por mais alguns segundos, o corpo tremendo, até finalmente relaxar. Ela diminuiu o ritmo aos poucos, mas continuou sentada em mim, rebolando bem devagar, sentindo meu pau pulsar dentro dela enquanto a porra escorria ao redor.

Ele ficou olhando pra gente, ainda segurando o pau meio duro, respirando pesado e se deitou de lado na cama, ainda respirando pesado. Nós dois fizemos o mesmo. Ela ficou no meio, deitada de costas entre nós. Eu me virei de lado, apoiado no cotovelo, e passei os dedos devagar pelo rosto dela.

Ela abriu os olhos e me olhou. Sorriu de lado, rouca, e falou baixo:

— Que delícia.

Ela virou o rosto pro outro lado e olhou pra Rafael. Ele estava deitado de lado também, olhando pra gente. Ela estendeu a mão e passou os dedos devagar pelo peito dele, descendo até o pau, que ainda estava meio duro e molhado.

— Você gozou pra caralho — falou, com um tom de satisfação na voz.

Rafael soltou uma risadinha baixa e respondeu:

— Vocês dois juntos chupando… não teve como segurar.

Ficamos em silêncio por um tempo, só respirando. O cheiro de sexo no quarto estava forte. Eu passei a mão no peito dela, descendo devagar até a barriga, sentindo a pele quente e suada. Ela fechou os olhos por alguns segundos, aproveitando o toque.

Depois ela se virou de lado, de frente pra mim, e se aproximou. Passou a perna por cima da minha e colou o corpo no meu. Ainda tinha porra no rosto dela. Ela estava quente, suada. Eu passei a mão no cabelo dela, afastando alguns fios do rosto, e falei baixo:

— Você foi uma puta caralho hoje.

Ela abriu os olhos e me olhou, com um sorrisinho cansado e safado.

— Eu queria mais… mas acho que preciso me recuperar primeiro.

Rafael riu baixo atrás dela e beijou o ombro dela, falando rouco:

— Meu pau ainda ta duro.

Ela riu também, um riso baixo e rouco, e fechou os olhos de novo, se aconchegando mais entre nós dois. Eu continuei passando a mão devagar pelas costas dela, sentindo a pele quente e úmida. Rafael fez o mesmo do outro lado.

Ficamos assim por um bom tempo. Sem pressa. Sem falar muito. Só os três deitados, suados, sujos de porra.

Eu desci a mão devagar pelas costas dela, traçando a coluna com os dedos. Continuei descendo até passar pela curva da bunda e alcançar o pau de Rafael. Ele ainda estava meia-bomba, quente e pesado na minha mão. Envolvi ele com os dedos e comecei a massagear devagar, com movimentos lentos e preguiçosos.

Rafael não disse nada, mas senti o pau dele começar a endurecer na minha mão conforme eu massageava. A cada movimento, ele ficava mais grosso e mais firme. Ele ergueu o olhar e me olhou por cima dela. Troquei um olhar com ele — calmo, mas carregado. Um entendimento silencioso.

Continuei masturbando ele devagar enquanto ela respirava mais tranquila entre nós, já quase dormindo. Rafael fechou os olhos por um segundo, mas logo abriu de novo e me olhou mais uma vez. Dessa vez o olhar demorou um pouco mais. Ele apertou de leve a bunda dela, como se quisesse dizer que estava sentindo, mas sem fazer barulho.

Eu apertei o pau dele com mais firmeza por um instante, só pra ver a reação. Ele mordeu o lábio inferior e respirou mais fundo, mas continuou quieto.

Eu sorri de canto e respondi ao olhar sem dizer nada, só continuando a massagear ele devagar, sentindo ele ficar completamente duro na minha mão enquanto ela dormia tranquila entre nós dois.

 

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u/mrdemonslayer17 — 2 months ago

Presente de dia dos namorados - PT 1

Terminamos o jantar e saímos de mãos dadas, o ar da noite frio contra a pele. Mal entramos no carro e, antes mesmo de eu engatar a marcha, ela virou o corpo na minha direção com aquele olhar faminto.

Sem dizer nada, colocou a mão no meu rosto, o polegar roçando devagar meu lábio inferior, com um sorriso lento e safado, desceu os dedos e afrouxou minha gravata.

Eu soltei o ar com força e subi a mão pela coxa dela, entrando por baixo do vestido fino. A pele estava quente, macia, e quanto mais eu subia, mais sentia o calor irradiando. Apertei a carne macia da parte interna da coxa, os dedos roçando bem perto da buceta.

Ela se inclinou sobre o console, colou a boca no meu pescoço e lambeu devagar antes de morder de leve. O beijo era quente, molhado, a língua traçando minha pele enquanto sussurrava rouca contra minha orelha:

— Então dirige logo...

Ao mesmo tempo, a mão dela deslizou do meu peito para baixo, passando pela barriga até apertar meu pau por cima da calça, sentindo ele latejar duro e inchado na palma dela. Apertou com vontade, massageando.

— Tô molhada desde o meio do jantar — completou, a voz baixa e manhosa, os dedos apertando mais forte.

Meu pau pulsou forte na mão dela. O cheiro do perfume misturado com o tesão dela já dominava o interior do carro.

Eu dirigi o resto do caminho com uma mão no volante e a outra entrelaçada com a dela, trocando olhares cheios de cumplicidade e desejo. O carro estava tomado pelo perfume dela misturado ao cheiro do tesão, mas o clima era leve, apaixonado — risadas baixas, beijos roubados no semáforo, ela acariciando minha coxa com carinho e safadeza ao mesmo tempo.

Quando paramos em frente ao prédio, ela não abriu a porta de imediato. Virou o rosto pra mim, os olhos brilhando de excitação e amor, mordendo o lábio.

Mal entramos no corredor e, logo depois de ela tirar os saltos com um suspiro aliviado, eu não aguentei. Segurei sua cintura por trás, virei ela de frente pra mim e a encostei na parede com desejo. Nossas bocas se encontraram quentes, famintas e apaixonadas. Enquanto nos beijávamos, ela desceu as mãos ansiosas, abriu meu cinto com pressa carinhosa, desabotoou a calça e enfiou a mão dentro da cueca, segurando meu pau duro e latejante direto na pele quente. Os dedos dela me acariciavam com vontade, mas também com afeto.

Ao mesmo tempo, subi minha mão por baixo do vestido dela, sentindo a pele macia das coxas até chegar na boceta. Afastei a calcinha molhada com os dedos e comecei a tocá-la devagar, sentindo seu calor e o quanto ela estava molhada por mim.

Ela gemeu baixinho contra meus lábios, o corpo estremecendo, os dedos enfiando no meu cabelo enquanto puxava meu rosto mais para perto. Continuamos nos pegando com beijos molhados e cheios de amor até a porta do quarto, mãos explorando, respirações misturadas, risinhos entre os gemidos.

Quando chegamos na porta, ela parou com a mão na maçaneta, virou o rosto por cima do ombro. Olhou pra mim com aquele olhar apaixonado e safado.

— Posso abrir, amor? — perguntou, a voz doce e ofegante.

— Abre — respondi rouco, colado nas costas dela, o pau latejando contra sua bunda enquanto beijava seu pescoço.

A maçaneta rangeu baixinho quando ela girou devagar e empurrou a porta.

A luz quente das velas tomava o quarto inteiro. Pétalas de rosa vermelhas espalhadas pela cama e pelo chão. No centro da cama, Rafael, o cara que contratei estava deitado de barriga pra cima, completamente pelado. O laço vermelho bem apertado na base do pau grosso chamava atenção contra a pele morena.

Ela parou na entrada.

O corpo dela travou por um segundo inteiro. Vi o olhar dela descer direto pro laço, travar ali, subir devagar pelo abdômen definido, pelo peito, até o rosto calmo de Rafael. Ele sorriu de canto, sem pressa, só olhando pra gente. A respiração dela mudou — ficou mais curta, mais alta. As coxas apertaram uma contra a outra de leve. Ela lambeu o lábio inferior devagar, quase sem perceber, enquanto o peito subia e descia mais rápido por baixo do vestido.

— Você… — murmurou, a voz rouca, quase incrédula, mas com um tom de tesão que não conseguia disfarçar. Virou o rosto um pouco pra mim, sem conseguir desgrudar os olhos de Rafael. — Porra, amor… você realmente fez isso.

Eu dei um passo pra frente, segurei sua cintura por trás e a puxei contra meu corpo. Meu pau duro encostou na bunda. Beijei o lado do pescoço dela, sentindo o calor da pele, o cheiro do suor misturado com perfume. Minhas mãos desceram devagar pela cintura dela até os quadris.

— Um presente de dia dos namorados para nós dois — sussurrei no ouvido dela, baixo o suficiente pra só ela ouvir. — Que que seja inesquecível.

Ela soltou um suspiro trêmulo. O corpo dela estava quente, quase tremendo de leve contra o meu. Senti ela apertar as coxas de novo quando o olhar dela voltou pro pau de Rafael.

Rafael continuou deitado, calmo, só nos olhando com aquele sorrisinho pequeno. A voz dele saiu baixa, quase preguiçosa:

— Até que enfim os pombinhos chegaram;.

Ela não respondeu de imediato. Só inclinou a cabeça um pouco pra trás, encostando na minha, enquanto uma das mãos dela desceu devagar e encontrou a minha na cintura dela. Os dedos dela entrelaçaram nos meus.

Ela soltou um gemidinho baixo e virou o rosto. Nosso beijo foi fundo, faminto, quase desesperado. Enquanto nossas línguas se enroscavam, minhas mãos desceram pelas costas dela e eu puxei o zíper do vestido preto devagar, sentindo cada dente se abrir. O tecido escorregou pelos ombros, desceu pelo corpo e caiu no chão aos pés dela. Seus peitos pequenos ficaram à mostra, mamilos duros e escuros contra a pele clara. Senti o pau pulsar dentro da calça só de ver.

Rafael se levantou da cama sem pressa. O corpo definido se moveu com calma, o pau grosso ainda amarrado pelo laço vermelho balançando levemente entre as pernas. Segurou seu rosto com as duas mãos, inclinou a cabeça dela pra trás e a beijou com fome. A boca dele abriu a dela sem pedir licença. A língua dele entrou fundo. Ela correspondeu na hora, gemendo mais alto, o corpo inteiro se entregando. As mãos dela subiram pelo peito largo dele, arranhando de leve enquanto as bocas se moviam molhadas e barulhentas.

Enquanto eles se beijavam bem na minha frente, eu tirei a camisa pela cabeça e joguei de lado. Depois tirei a calça e a cueca de uma vez, ficando completamente pelado. Meu pau estava duro pra caralho, latejando. Fiquei ali parado por alguns segundos só olhando: minha mulher gemendo na boca de outro homem, o corpo dela colado no dele, os peitos pressionados contra o peito dele. O tesão que subiu na minha garganta foi quase sufocante.

Eu me inclinei por cima do ombro dela e segurei o rosto de Rafael com uma mão. Ele virou o rosto na hora. Nosso beijo foi direto, sem enrolação. Nossas línguas se tocaram por cima do ombro dela, molhadas, quentes. Eu chupei a língua dele de leve antes de morder seu lábio inferior. Ele retribuiu com um gemido baixo, quase um rosnado, e por um segundo nossas línguas se enroscaram de verdade, bem ali, enquanto ela assistia de baixo. Quando me afastei, deixei um fio de saliva entre nós dois.

Ela olhou pra mim com os olhos escuros de tesão. Eu desci devagar, beijando a nuca dela, depois as costas, sentindo a pele quente tremendo de leve contra meus lábios. Ajoelhei atrás dela, segurei as laterais da calcinha e puxei devagar até os tornozelos. Quando ela levantou um pé de cada vez pra eu tirar, vi a boceta dela brilhando de tão molhada.

Abri a bunda dela com as duas mãos. A buceta estava inchada, os lábios brilhando, um fio de tesão escorrendo devagar pela coxa. Encostei a boca e comecei a lamber devagar, de baixo pra cima, a língua larga passando por toda a extensão dela. Ela gemeu alto na boca de Rafael, o corpo inteiro se contorcendo. Eu chupei os lábios dela com calma, depois concentrei a língua no clitóris, chupando com pressão firme e ritmada. Enfiei a língua mais fundo, fodendo ela com a boca enquanto abria mais a bunda com as mãos.

— Porra… — ela falou, a voz falhando contra a boca de Rafael. — Isso… chupa minha buceta.

Eu gemi contra ela, a língua entrando e saindo, lambendo tudo que escorria. Ela rebolava devagar contra minha cara, gemendo sem parar na boca dele. Rafael passou uma mão no cabelo dela, puxando de leve pra trás e beijando o pescoço dela e descendo pra chupar os peitos.

Quando eu parei, ela soltou um gemidinho de protesto baixo, quase um lamento. Eu fiquei ajoelhado atrás dela por mais um segundo, só olhando pra buceta dela brilhando, inchada, latejando.

Rafael segurou o rosto dela com as duas mãos, deu um último beijo demorado e fundo na boca dela e falou baixo, a voz rouca e direta:

— Chega de aperitivo. É hora de vocês abrirem o presente.

Ele deu um passo pra trás, segurou a mão dela e a puxou na direção da cama, eu levantei e os segui.

Nós dois nos ajoelhamos na frente dele, lado a lado. Rafael sentou na beirada da cama, as pernas abertas. O pau grosso apontava pra cima, ainda marcado pelo laço vermelho na base. Ela estendeu as mãos devagar e começou a desfazer a fita. Quando o laço caiu no chão, ela segurou o pau na base e olhou pra mim.

— Vem chupar junto comigo — pediu, rouca.

Eu me aproximei. Começamos lambendo juntos, nossas línguas subindo pelos dois lados. Ela de um lado, eu do outro. O gosto dele misturado com o cheiro quente da pele encheu minha boca. Ela gemeu baixinho entre uma lambida e outra.

Rafael colocou uma mão na minha nuca e a outra no cabelo dela, guiando com calma. A voz dele saiu grossa:

— Assim mesmo. Olha pra cima enquanto vocês chupam.

Nós alternávamos naturalmente. Ela chupava a cabeça por alguns segundos, descia fundo engolindo o máximo que conseguia e depois passava pra mim. Eu descia pela extensão toda, sentindo ele pulsar quente na garganta, enquanto ela lambia as bolas ou beijava o meu rosto. Voltávamos a lamber juntos, rostos colados, línguas se tocando.

Em um momento, Rafael apertou nossas nucas com mais firmeza e começou a foder nossas bocas com vontade, revezando entre nós. Socava fundo na boca dela, segurando sua cabeça enquanto ela engasgava levemente, saliva escorrendo pelo queixo. Depois tirava molhado e enfiava na minha, metendo ritmado até sentir minha garganta apertar em volta dele. Alternava assim, forte e gostoso.

Ele tirava só para bater e esfregar o pau grosso e babado nos nossos rostos. Batia de leve, esfregando a cabeça quente de um lado pro outro, lambuzando nossa pele enquanto nós dois mantínhamos a boca aberta, línguas para fora, recebendo ele com tesão.

— Porra… que casal safado — grunhiu Rafael, voz rouca.

Nós voltávamos a chupar juntos, línguas subindo pelos lados, beijando a cabeça ao mesmo tempo. Nossas bocas se encontravam no pau dele, línguas se enroscando. Ela gemeu contra minha boca:

— Porra… que gostoso — sussurrou ela, ainda com os lábios encostados em mim. Rafael apertou nossas nucas com mais firmeza.

— Não para. Quero sentir as duas línguas ao mesmo tempo.

Ela desceu fundo de novo, engolindo o máximo que conseguia. Eu fiquei embaixo, lambendo as bolas dele com a língua larga.

Eu abri a boca e desci devagar. Enquanto eu chupava, ela subiu beijando o meu rosto.

Rafael gemia baixo, as mãos ainda nas nossas cabeças.

— Caralho… vocês dois se revezando assim. Que delícia.

De vez em quando ela tirava o pau da boca só pra me beijar, compartilhando o gosto dele entre nós. Depois voltava a chupar. Nossos rostos ficavam molhados de saliva. Rafael soltou um gemido mais alto quando ela desceu fundo de novo e ficou alguns segundos engasgando de leve.

Depois de mais um tempo, ela soltou o ar com força e levantou. Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou fundo, a língua quente e molhada, compartilhando o gosto dele entre nós. Quando se afastou, estava ofegante, os olhos cheios de amor e tesão.

— Quero sentir ele agora.

Ela se levantou. Eu fiquei de joelhos no chão. Ela subiu no colo dele, as pernas abertas. O pau dele ficou pressionado contra a buceta molhada. Ela rebolou devagar, esfregando os lábios carnudos ao longo da rola inteira, gemendo baixo e manhosa enquanto o pau deslizava entre sua fenda quente.

Eu me aproximei mais, segurei o pau dele e comecei a chupar de novo enquanto ela esfregava. Depois subi um pouco e passei a lamber a buceta enquanto ela se esfregava no pau, a língua indo de um pro outro. Ela olhou pra baixo e viu o que eu estava fazendo.

— Olha você… Que guloso, porra.

A voz dela saiu com uma mistura de provocação e carinho. Eu gemi contra ela, a língua ainda trabalhando. Rafael segurava a cintura dela com firmeza e falou baixo, rouco:

— Ele tá gostando pra caralho da rola do seu macho.

Ela segurou meu cabelo com uma mão e puxou de leve, me fazendo olhar pra cima.

— Agora bota ele em mim, amor… — pediu, a voz doce e necessitada. — Quero sentir ele me abrindo.

Eu segurei o pau dele, esfreguei a cabeça grossa na entrada molhada dela algumas vezes e comecei a encaixar devagar. Ela desceu o quadril aos poucos, gemendo quando a cabeça entrou. Eu continuei guiando com a mão enquanto ela ia sentando. Via o pau dele desaparecendo dentro dela. Quando ele estava quase todo dentro, ela parou por um segundo, tremendo, a boca entreaberta.

Ficou parada, só sentindo o tamanho. As mãos apoiadas no peito de Rafael. Depois abriu os olhos e olhou pra mim, ainda de joelhos no chão. O olhar dela estava pesado de tesão.

— Tá tão fundo… — sussurrou, a voz falhando um pouco.

Ela começou a quicar devagar no colo dele, subindo e descendo no pau grosso com gemidos longos e apaixonados. Eu continuei ajoelhado bem perto, faminto. Enquanto ela quicava, eu lambia tudo que conseguia: ora chupava as bolas pesadas de Rafael, sentindo elas subirem e descerem com o movimento, ora passava a língua pela base do pau dele e subia até o ponto onde os dois se conectavam, saboreando o melzinho que escorria da boceta dela.

Com a mão livre eu me masturbava devagar, apertando meu próprio pau latejante, sentindo o tesão subir cada vez mais enquanto assistia e participava.

Segurei as nádegas dela com as duas mãos, abri bem a bunda macia e aproximei meu rosto, tentando acompanhar o ritmo da quicada. Minha língua procurava o cuzinho apertado dela, lambendo e circulando com fome enquanto ela subia e descia. Era difícil acompanhar o movimento, então eu pressionava o rosto inteiro contra ela, chupando e enfiando a ponta da língua no cu, sentindo o corpo dela tremer e apertar toda vez que eu conseguia acertar.

Ela gemeu ainda mais alto, a voz falhando de prazer:

— Ai, amor… isso… continua lambendo meu cu enquanto ele me fode…

Rafael soltou um gemido rouco, segurando a cintura dela com mais força para ajudar no ritmo, fazendo o pau entrar ainda mais fundo a cada descida. Ela quicava cada vez mais fundo e ritmado no colo de Rafael, os gemidos saindo mais altos e roucos a cada vez que o pau grosso desaparecia completamente dentro dela. O som molhado e obsceno da boceta encharcada engolindo ele preenchia o quarto.

Ora abria bem as nádegas macias dela com as duas mãos, espalhando a bunda e enfiando a língua fundo no cuzinho apertado, sentindo ele piscar e apertar contra minha boca enquanto ela descia. Ora descia a língua e chupava as bolas pesadas de Rafael, sugando uma de cada vez, e subia devagar pela base do pau, lambendo o ponto exato onde ele entrava e saía da boceta dela.

Meu rosto estava completamente molhado. Eu gemia contra a pele deles, completamente entregue. Com a mão direita eu me masturbava, apertando o pau latejante, espalhando o pré-gozo que não parava de vazar.

De repente ela segurou meu cabelo com força, os dedos enroscados com desejo, e puxou meu rosto para cima. Seus olhos estavam pesados, brilhando de tesão e amor enquanto ela olhava pra mim, ainda quicando devagar no pau de Rafael.

— Levanta. Quero te mamar enquanto eu sento nele.

Eu me levantei devagar. Ela se inclinou pra frente, ainda rebolando no pau dele, e segurou meu pau com uma mão. Lambeu a cabeça devagar, depois abriu a boca e começou a chupar. O gemido que saiu dela vibrou no meu pau. Ela chupava com fome, a boca quente e molhada, a língua pressionando por baixo.

Rafael segurava a cintura dela com firmeza, subindo o quadril de leve pra encontrar o movimento dela. Ele começou a aumentar o ritmo aos poucos. As estocadas dele ficaram mais firmes, mais profundas. Ela gemeu mais alto com a boca cheia do meu pau e tentou continuar chupando. A cada vez que ele subia forte, a boca dela escorregava um pouco no meu pau.

— Porra… — ela murmurou, tirando a boca só pra respirar. A voz saiu embargada. — Tá… fodendo gostoso.

Rafael deu um tapa na bunda, começando a meter de baixo pra cima com mais vontade. As estocadas ficaram mais rápidas. Cada vez que ele batia fundo, ela gemia em volta do meu pau, a boca escorregando, babando mais. Ela segurava minha coxa com força, tentando se manter firme, mas o corpo dela balançava entre os dois.

Eu olhei pra baixo e vi ela lutando pra continuar me mamando enquanto era fodida com mais força. O tesão que subiu em mim foi absurdo. Ver ela dividida assim, gemendo no meu pau enquanto o corpo dela era sacudido pelas estocadas dele, me deixou completamente perdido.

— Você gosta… de me ver assim? — perguntou, a voz falhando entre um gemido e outro.

— Gosto pra caralho — respondi rouco, quase rosnando, segurando o cabelo dela com mais força. — Continua mamando, amor. Engole tudo.

Eu segurei a cabeça dela com as duas mãos soquei tudo com vontade. Socava fundo, sentindo a garganta quente e apertada engolir meu pau a cada estocada. Enquanto ela quicava no pau de Rafael, eu metia na boca dela no mesmo ritmo, as bolas batendo pesadas e molhadas contra o queixo dela a cada vez que eu entrava até o fundo.

Saliva escorria em fios grossos pelo queixo dela, pingando. Os olhos dela lacrimejavam, mas ela não recuava — pelo contrário, gemia vibrante ao redor da minha rola, o som abafado e molhado misturando-se aos tapas e aos gemidos roucos de Rafael.

— Isso, amor…— eu grunhia, fodendo a boca dela com estocadas longas e profundas, as bolas batendo ritmadamente no queixo babado.

Rafael segurava a cintura dela com força, metendo de baixo com ainda mais intensidade, os dois paus usando ela ao mesmo tempo em um ritmo perfeito e selvagem.

A boceta molhada engolia o pau grosso dele até o fundo, fazendo um barulho obsceno e molhado toda vez que as coxas dela batiam contra as dele. Os seios balançavam soltos, o suor brilhava na pele, e os gemidos dela ficavam mais altos, quase desesperados.

Saliva grossa escorria sem parar pelos cantos da boca, pingando nos seios e na barriga. Ela engasgava de leve a cada estocada mais profunda, mas mantinha os olhos fixos em mim, cheios de tesão e entrega.

De repente ela puxou a cabeça para trás, tirando meu pau da boca com um gemido alto e ofegante. Um fio grosso de saliva ainda ligava seus lábios inchados à cabeça do meu pau. Ela respirava com dificuldade, o corpo ainda quicando no pau de Rafael, e olhou pra mim com os olhos vidrados de desejo.

— Mete na minha boceta junto com ele. Quero os dois dentro de mim…

Ela rebolou devagar no pau de Rafael, mordendo o lábio inferior, o olhar suplicante e safado fixo em mim.

— Vem… me fode junto com ele. Eu quero gozar com os dois paus me abrindo.

Rafael segurou a cintura dela com firmeza e olhou pra mim por cima do ombro dela. — Vamos abrir ela juntos.

Eu me ajoelhei atrás dela. Ela continuou quicando devagar e gostoso no pau dele. Eu segurei meu pau e enfiei ele entre as nádegas macias, esfregando no meio da bunda dela. Cuspi generosamente no meu pau. Ela mordeu o lábio com força e soltou um gemido baixo e trêmulo quando sentiu a pressão dupla e o cuspe quente escorrendo.

— Tá… tá apertado pra caralho… — murmurou, a voz já falhando. — Vai devagar… por favor…

Eu comecei a empurrar com calma. A cabeça do meu pau forçou a entrada já ocupada, pressionando forte ao lado do pau grosso de Rafael. Ela arregalou os olhos e enterrou o rosto no pescoço dele no instante em que a cabeça entrou, forçando a boceta esticada a abrir ainda mais.

— Ai porra… — gemeu alto, a voz abafada contra a pele dele, o corpo inteiro tremendo. — Vocês estão rasgando minha buceta…

Centímetro por centímetro, meu pau foi escorregando pra dentro, roçando firmemente contra o pau grosso de Rafael que já estava todo enterrado nela. O calor intenso e o aperto absurdo fizeram nós dois gemermos baixo. Enquanto eu entrava, ela continuava gemendo desesperada:

— Tá me arrombando… puta que pariu… ai que gostoso… não para, abre minha boceta…

Quando os dois finalmente ficaram lado a lado, completamente enterrados dentro dela, ela soltou um gemido longo e rouco, ainda com o rosto escondido no pescoço de Rafael. O corpo inteiro dela tremia sem parar.

Eu fiquei parado, sentindo o calor sufocante e as paredes dela pulsando loucamente ao redor dos dois paus. A sensação de roçar diretamente no pau de Rafael dentro dela era insana. Rafael beijou o ombro dela e falou rouco:

— Você tá aguentando tão gostoso…

Com uma mão, segurei o cabelo dela gentilmente e puxei seu rosto para trás, tirando-o do pescoço de Rafael. Inclinei-me sobre ela e dei um beijo lento e profundo. Quando me afastei um pouco, ainda com os lábios roçando nos dela, sussurrei:

— Tá aguentando os dois bem fundo, amor. Olha como sua bucetinha abriu toda pra gente…

Ela respirou tremendo contra minha boca. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos e dei um tapa. Ela estremeceu e gemeu. Começamos devagar, com movimentos curtos e sincronizados. Eu empurrava devagar pra dentro enquanto Rafael subia o quadril de leve. Os dois paus entravam e saíam juntos, esticando ela.

— Vocês estão rasgando minha bucetinha…— ela gemeu alto, a voz entrecortada de dor e prazer.

Rafael desceu a boca até os peitos dela e chupou um mamilo com fome, sugando enquanto metia devagar. Ela arqueou as costas e gemeu o nome dele.

— Tá apertando a gente pra caralho… — Tá gostoso demais… —

Ela respondeu, ofegante e quase chorando. — Os dois… me fodendo… fode minha buceta junto com ele… vocês estão me arrombando todinha…

Aumentamos o ritmo aos poucos. Os movimentos ficaram mais longos e firmes. Eu sentia meu pau roçando constantemente no dele toda vez que entrávamos juntos. O aperto dela era insano. Rafael deu um tapa forte na bunda dela e começou a meter com mais força. Eu acompanhei. Ela gemia alto e rebolava o quadril, tentando nos engolir ainda mais fundo.

— Porra… tá gostoso pra caralho — ela gemeu, a voz entrecortada. — Me fode mais forte… vocês estão destruindo minha buceta…

Rafael mordeu o mamilo dela de leve e falou contra a pele: — Sua buceta tá apertando pra caralho. Eu dei outro tapa na bunda dela e comecei a meter mais fundo, sincronizado com ele. Ela tremia violentamente entre nós, gemendo sem conseguir formar frases completas. O suor escorria pelo corpo dela. Eu segurei firme no quadril dela e aumentei ainda mais o ritmo. Rafael acompanhou. Agora estávamos fodendo ela com força, os dois paus entrando e saindo da buceta esticada num ritmo pesado e constante.

— Eu… eu vou gozar… — ela avisou, a voz falhando completamente. — Porra… vocês vão… eu vou gozar…

— Goza, amor. Rafael chupou o peito dela com mais fome, falando rouco: — Goza, porra. Quero sentir você apertando os dois.

Ela soltou um gemido alto, longo e rouco, quase um grito. O corpo inteiro dela se tensionou violentamente. A buceta apertou os dois paus com uma força absurda, pulsando e contraindo sem parar, como se quisesse nos espremer. Cada espasmo era tão intenso que quase nos prendia lá dentro.

— Porra… — eu gemi alto, a voz falhando.

O aperto dela foi tão insano que me derrubou junto. Eu meti fundo uma última vez, enterrando meu pau até o fim ao lado do dele, eu a abracei e mordi forte o ombro dela enquanto gozava violentamente. Meu pau latejou com força e jatos grossos e quentes explodiram dentro dela, enchendo a buceta já lotada enquanto ela ainda pulsava ao nosso redor.

— Porra, amor… ta gozando tanto… — ela gemeu, os meus dentes ainda cravados no ombro enquanto meu corpo tremia.

Rafael continuou metendo com estocadas firmes e curtas mesmo enquanto eu gozava, as bolas dele batendo repetidamente contra as minhas. Ele não parou, fodendo ela com força enquanto meu pau pulsava e jorrava ao lado do dele.

— Isso… goza pra ela… — grunhiu ele rouco, ainda metendo sem parar. — Tô sentindo você enchendo ela no meu pau…

Só depois de alguns segundos, Rafael soltou um gemido grave e profundo, mas não parou de meter. Ele continuou estocando firme. Senti as bolas dele batendo repetidamente contra as minhas a cada estocada forte.

— Isso… aperta a gente… — grunhiu ele, a voz rouca, metendo sem parar. — Tô sentindo você gozando no meu pau…

Eu sentia o pau dele pulsando e roçando forte contra o meu a cada movimento, as bolas dele estalando nas minhasO pau dele latejou violentamente ao lado do meu, jorrando jatos fortes e quentes, enchendo ela junto comigo. Os dois paus pulsavam lado a lado dentro da buceta apertada, misturando nossos gozos grossos e quentes.

— Caralho…— rosnou Rafael, o corpo tenso contra o dela.

O calor dos dois gozos se misturando dentro dela era intenso. Cada vez que um de nós pulsava, a buceta dela apertava mais forte, como se quisesse tirar até a última gota. Ela gemia alto e trêmula entre nós:

— Ai meu Deus… tô sentindo os dois gozando dentro… me enchendo toda… porra, que delícia…

Os três ficamos parados por um momento, só respirando pesado e tremendo. A buceta dela continuava apertando de leve em volta dos nossos paus, ainda em espasmos fracos, como se não quisesse soltar. Eu sentia a porra quente dos dois escorrendo devagar ao redor dos nossos paus, escorregadia e grossa. Os dois ainda estávamos fundo dentro dela, os paus latejando de leve.

Aos poucos ela levantou o quadril, soltando um gemido baixo e longo quando os dois paus escorregaram pra fora da buceta dela. Assim que a cabeça do meu pau saiu, sua boceta ficou aberta por alguns segundos — vermelha, inchada e completamente arrombada. Pulsava devagar, bem alargado, deixando à mostra as paredes internas rosadas e brilhantes. Grossos fios de porra misturada escorriam sem parar, pingando direto no pau de Rafael e no colo dele.

Ela se jogou de lado na cama, ofegante, com um sorrisinho cansado e satisfeito no rosto. Mesmo deitada, sua buceta continuava levemente aberta, contraindo de leve em espasmos residuais, empurrando mais porra branca e cremosa para fora. O líquido escorria devagar pela fenda inchada, descia pelas coxas tremidas.

— Olha o que vocês fizeram comigo… — murmurou ela, ainda recuperando o fôlego, com a voz rouca e manhosa

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u/mrdemonslayer17 — 2 months ago

O tigrinho me fodeu PT. 2

Ele ficou atrás de mim por alguns segundos, ofegante, o pau pingando o resto da porra na minha bunda. Depois ele pegou a rola com a mão e começou a esfregar a cabeça grossa na própria. Ele passou o pau de um lado pro outro, espalhando o leite quente pela minha pele como se estivesse pintando, depois desceu até meu cu e começou a esfregar a cabeça melada de porra no meu cuzinho, circulando devagar, empurrando um pouco a porra quente para dentro com a cabeça da pica.

— Ainda não acabei — falou ele, a voz rouca e baixa. — Vou foder esse cu agora.

Eu senti o coração disparar. Ele posicionou a cabeça grossa e quente bem no meio do meu cuzinho, pressionando devagar. Eu me contraí no automático.

— Não… ali não — falei rápido, a voz trêmula. — Não vai caber… por favor, não.

Ele não respondeu de imediato. Continuou esfregando a cabeça do pau na minha entrada, usando a própria porra como lubrificante, empurrando com mais firmeza agora. Eu sentia a pressão aumentando, a cabeça grossa forçando meu cuzinho a abrir um pouco.

— Abre esse rabo — mandou ele, a voz mais grossa. — Pensa melhor antes de jogar com o dinheiro dos outros.

Eu levei as mãos para trás com as pernas ainda tremendo e segurei cada lado da minha bunda, abrindo bem como ele mandou. Meu rosto queimava de vergonha enquanto eu me expunha completamente para ele.

Ele pressionou mais forte. A cabeça do pau, grossa e melada de porra, começou a forçar minha entrada. Eu gemi de dor e desconforto quando senti o anel do meu cu sendo esticado. Ele não parava de empurrar, devagar, mas firme, forçando a cabeça grossa para dentro. Eu sentia meu cuzinho abrindo aos poucos, ardendo com o esforço de engolir aquela grossura.

— Ah… porra… tá doendo… — gemi, a voz falhando. — Não vai caber.

Ele segurou meu quadril com força e continuou empurrando. Eu soltei um gemido alto.

— Cala a boca e aguenta — rosnou ele, dando um tapa forte na minha bunda. — Vai caber. E você vai engolir tudo.

Ele tentou mais um pouco, empurrando com mais força, mas meu cu não cedeu. O pau grosso só pressionava e escorregava na porra. Ele xingou baixo, irritado, e de repente segurou meu braço com força, me puxando para cima da bancada.

— Levanta — mandou. — No chão. De quatro.

Eu desci da bancada cambaleando, as pernas fracas, e me ajoelhei no chão sujo e empoeirado da sala. Ele me empurrou para frente até eu ficar de quatro, as mãos e os joelhos no concreto frio e sujo. Meu rosto ficou perto do chão, a bunda empinada para ele.

Ele ajoelhou atrás de mim, pegou o pau novamente e começou a esfregar a cabeça na minha bunda, espalhando a porra que já tinha gozado em mim. Ele passou o pau de um lado pro outro, pintando meu cuzinho com o leite quente e grosso, empurrando um pouco para dentro com a cabeça. Depois ele segurou a rola e cuspiu direto na cabeça, um cuspe grosso e quente que escorreu pela glande e pela minha entrada. Ele esfregou tudo com a cabeça do pau, espalhando o cuspe misturado com a porra, deixando tudo bem molhado e escorregadio.

— Relaxa esse cuzinho, porra — rosnou ele por cima de mim. — Senão vai doer mais.

Eu senti a pressão aumentando devagar, o anel do meu cuzinho sendo forçado a abrir. A cabeça era larga pra caralho, e eu gemi baixo quando ela começou a esticar minha entrada. A ardência era forte, quase insuportável no começo. Eu me contraía sem querer, mas ele continuava pressionando com firmeza.

— Ahh… caralho… — soltei, a voz falhando. — Tá… tá entrando…

A cabeça forçou mais, meu cu abrindo aos poucos ao redor daquela grossura quente. Eu gemi mais alto quando senti que ela venceu a resistência — a cabeça grossa estalou para dentro com um som molhado, meu anel se fechando logo atrás da cabeça, prendendo ele ali. A sensação de estar aberta daquele jeito era intensa, quase demais. Eu tremia, sentindo o quanto meu buraco estava esticado em volta da cabeça do pau dele. Ele parou com só a cabeça dentro, deixando eu sentir o quanto estava esticado em volta dele.

Ele segurou minha cabeça com uma mão só, os dedos cravados no meu cabelo, e pressionou meu rosto contra o chão sujo com mais força. Com a outra mão, ele segurou meu quadril e começou a empurrar o resto da pica.

Levantou um pouco o corpo, ficando de cócoras atrás de mim, e segurou minha cabeça com a mão. Com força, ele pressionou meu rosto contra o chão sujo, me obrigando a baixar até minha bochecha encostar no concreto empoeirado. Meu rabo ficou mais empinado nessa posição, completamente exposto para ele.

Eu levei as mãos para trás instintivamente e segurei cada lado da minha bunda, abrindo bem enquanto ele começava a empurrar mais.

Centímetro por centímetro, ele foi descendo. Eu sentia cada parte dele entrando forçando minhas paredes internas a se abrirem. Meu cuzinho ardia e queimava enquanto ele ia fundo.

— É muito grosso… — falei, a voz entrecortada. — Não vai caber tudo… por favor…

Ele deu uma risada baixa e continuou empurrando sem parar.

— Vai caber sim. E você vai engolir até o talo — respondeu ele, apertando mais meu quadril. — Abre mais esse rabo.

O pau dele era grosso pra caralho, e eu sentia cada veia, cada polegada esticando meu interior apertado. Ele não parava de descendo, devagar, forçando meu cu a engolir tudo.

Quando ele finalmente enfiou tudo, até o talo, eu gemi rouco contra o chão. Meu cuzinho estava completamente cheio, esticado ao máximo em volta da base grossa da rola dele. Ele ficou parado por uns segundos, enterrado até o fundo, sentindo meu interior apertando e pulsando em volta dele enquanto eu tremia debaixo do corpo dele.

— Isso… boa putinha — murmurou ele, quase satisfeito. — Olha como seu cu engoliu meu pau todinho. Agora aguenta.

Ele puxou o pau devagar, quase até tirar a cabeça, e eu senti meu cu se fechando atrás dele, como se não quisesse soltar. Quando só a cabeça estava dentro, ele voltou a empurrar tudo de uma vez, fundo, até bater no meu interior. Eu gemi alto contra o chão sujo, o corpo inteiro tremendo com a estocada.

Ele começou a foder meu cu devagar no começo. Saía quase todo, e metia tudo de volta com um impulso seco, fazendo meu corpo ser empurrado para frente toda vez. O barulho era molhado e obsceno — o som do meu cu esticado em volta da rola dele. Ele metia fundo, girando um pouco o quadril quando estava todo dentro, como se quisesse abrir mais espaço.

— Porra… que cu apertado — rosnou ele, a voz grossa. — Aposto que ninguém tinha fodido ele ainda.

Ele segurava minha cabeça com uma mão só, pressionando meu rosto contra o chão, enquanto a outra mão apertava meu quadril com força. As estocadas foram ficando mais rápidas. Ele saía mais rápido agora e voltava metendo com tudo, o pau grosso abrindo meu cu sem piedade. Eu sentia as bolas dele batendo contra minha xoxota molhada a cada estocada funda.

Eu gemia sem parar, a voz abafada contra o chão.

— Tá… tá doendo… — falei, ofegante. — Você tá me fudendo muito fundo…

Ele deu uma risada baixa e meteu mais forte, as estocadas agora curtas, rápidas e brutais. A pica entrava e saía do meu cu com força, estalando molhado toda vez que ele batia contra minha bunda.

— Aguenta. Esse cu vai aprender a engolir rola hoje.

Eu sentia cada centímetro dele abrindo caminho, esticando meu interior. No começo ainda ardia bastante, mas quanto mais ele metia, mais meu cu ia cedendo. Meu anel ia relaxando aos poucos, engolindo a pica dele com mais facilidade. A ardência forte foi diminuindo e dando lugar a uma sensação mais quente, mais funda, que subia pela minha espinha.

Ele deu um tapa forte na minha bunda. As estocadas foram ficando mais rápidas e mais brutas. Ele socava o pau no meu cu sem parar, as bolas dele batendo contra minha xoxota molhada a cada vez que ele descia tudo. O barulho era sujo — pele contra pele, o som molhado do meu cu sendo fodido, meus gemidos abafados contra o chão.

— Tá abrindo gostoso agora — rosnou ele, dando mais um tapa na minha bunda. — Seu cu tá se acostumando a levar pau grosso.

Eu gemia mais alto, o corpo tremendo. Meu cuzinho apertava ele sem eu conseguir controlar, e quanto mais ele metia, mais eu sentia uma pressão diferente subindo.

Eu comecei a gemer mais alto, a voz saindo rouca e entrecortada:

— Eu… eu tô… porra… eu vou gozar…

Ele não diminuiu o ritmo. Pelo contrário. Metia mais forte agora, socando meu cu com força total. Eu sentia o orgasmo se aproximando rápido, meu corpo inteiro se tensionando em volta do pau dele. Meus gemidos ficaram mais altos, mais desesperados.

— Tô gozando… eu vou gozar… — anunciei, a voz falhando enquanto ele continuava metendo sem parar no meu cu.

Sem aviso, puxou tudo para fora de uma vez. Meu buraco ficou aberto e latejando, sentindo o vazio repentino.

Ele me virou com força, me jogando de costas no chão sujo da sala. Meu corpo estava mole, ainda tremendo do quase orgasmo. Antes que eu pudesse me recompor, ele agarrou minhas coxas, levantou minha cintura do chão e puxou meu corpo para mais perto dele. Ele segurou minha bunda com as duas mãos e posicionou o pau de novo na minha entrada.

Sem dizer nada, ele enfiou tudo de uma vez, fundo, me fodendo de cima pra baixo agora. Nessa posição ele conseguia meter ainda mais fundo. Eu gemi alto quando ele começou a socar meu cu sem parar, as estocadas pesadas e profundas, descendo com força toda vez que ele metia. Meu corpo balançava no chão sujo a cada estocada.

Ele segurou minhas coxas abertas e continuou metendo, olhando para baixo, direto para o meu rosto. Meu cuzinho ainda estava sensível e aberto do que ele tinha feito antes, e agora ele metia sem piedade, socando fundo e rápido.

— Olha pra mim — mandou, a voz rouca e grossa. — Você vai gozar olhando pra cara de quem tá arrombando seu cu.

Ele segurava minhas coxas abertas com força, quase dobrando meu corpo, e socava o pau no meu cu de cima pra baixo sem parar. Cada metida era fundo a rola grossa abrindo meu cuzinho já sensível e inchado, batendo no meu interior sem nenhuma delicadeza.

Eu tentei manter o olhar nele como ele mandou, mas era difícil. Meu corpo inteiro tremia no chão sujo. Ele metia sem parar, rápido e pesado, o quadril batendo contra minha bunda toda vez que ele descia. Eu sentia meu cuzinho se contraindo em volta do pau dele, apertando sem eu conseguir controlar.

— Olha pra mim — repetiu ele, a voz mais grossa agora.

Eu obedeci, olhando direto para o rosto dele enquanto ele me fodia. A pressão no meu baixo-ventre aumentou rápido. Meu cuzinho apertava o pau dele com mais força a cada estocada, e o prazer misturado com a ardência subiu como uma onda. Eu gemi alto, sem conseguir segurar.

Meu corpo se arqueou no chão quando o orgasmo me acertou. Eu gozei forte, gemendo rouco, meu cuzinho se contraindo e apertando a pica dele em ondas intensas. Minhas pernas tremeram nas mãos dele, meu corpo inteiro se sacudindo no chão sujo enquanto eu gozava com ele metendo sem parar no meu cu. Eu não conseguia desviar o olhar, mesmo tremendo e gemendo alto. Ele continuou socando, fodendo meu cuzinho mesmo enquanto eu gozava em volta dele.

Metia com força total, socando meu cu de cima pra baixo enquanto eu ainda tremia. Depois de alguns segundos, ele começou a gemer mais baixo.

— Vou encher seu cu de porra, sua vagabunda barata — rosnou ele, olhando para mim.

Ele meteu mais fundo e gozou. Eu senti o primeiro jato quente jorrando bem fundo no meu cuzinho. Ele continuou metendo enquanto gozava, socando o pau no meu cu sem parar, enchendo meu interior com porra grossa e quente. Cada estocada fazia mais porra vazar para fora, escorrendo pela minha bunda e pingando no chão. Ele não tirou o pau. Continuou metendo devagar e fundo enquanto gozava tudo dentro de mim, gemendo baixo e olhando fixamente para o meu rosto até o último jato sair.

Ele ficou ofegante por cima de mim, o peito subindo e descendo rápido, a rola ainda enterrada no meu buraco cheio de porra. Eu também ofegava, o corpo mole no chão sujo. Mas ele não parou. Continuou me usando, revezando meu cu, e minha boceta.

Depois de um tempo, ele puxou o pau para fora e se moveu para cima. Ajoelhou sobre mim, com um joelho de cada lado, me prendendo no chão. Segurou meu pescoço com uma mão só, apertando com firmeza, me enforcando levemente contra o concreto sujo enquanto com a outra mão guiava a rola até minha boca.

Eu abri. Ele enfiou o pau na minha boca de uma vez, grosso, sujo do meu cu e da porra dele, e começou a foder minha garganta com força. Ele socava sem parar, metendo fundo até bater no meu fundo, segurando meu pescoço com mais força enquanto descia o quadril. A saliva escorria pelos cantos da minha boca, pingando no meu rosto e no chão. Ele metia com urgência, como se estivesse desesperado para gozar de novo.

— Porra… — falou ele, ofegante, enquanto metia na minha boca. — Minha mulher não dá pra mim… quase nunca quer. Eu tenho muita porra pra botar pra fora hoje.

Ele apertou mais meu pescoço, me enforcando um pouco enquanto socava a pica na minha garganta sem parar. Eu engasgava toda vez que ele metia fundo, os olhos lacrimejando, mas ele não diminuía o ritmo. Metia com força, rápido, usando minha boca como um buraco qualquer, gemendo baixo enquanto descia o quadril.

Ele tirou o pau da minha boca de repente. Segurou ele com a mão e começou a se masturbar bem em cima do meu rosto, rápido e desesperado. Eu fiquei olhando para cima, ofegante, a boca aberta e melada, enquanto ele se masturbava com força.

Ele gozou forte. O primeiro jato saiu grosso e quente, acertando minha testa e escorrendo para o meu cabelo. O segundo veio logo em seguida, mais forte, atingindo meu rosto de lado, passando pela minha bochecha até o canto da boca. Ele continuou se masturbando, jogando mais porra na minha cara — jatos quentes e grossos que caíam na minha testa, no meu nariz, nos meus lábios e no meu queixo. A porra escorria pelo meu rosto ele gemia baixo, ordenhando o pau até o último jato cair bem na minha boca entreaberta.

Ele ficou ali por uns segundos, ofegante, segurando a rola ainda latejando em cima do meu rosto sujo de porra.

Ele se sentou encostado na parede, ainda ofegante, o pau mole e molhado descansando entre as pernas. Eu continuava no chão, o rosto completamente sujo de porra, que escorria. Meu cuzinho ardia e latejava, ainda aberto, com a porra dele vazando devagar pelo meu rabo. Meu corpo inteiro estava marcado, dolorido e mole.

Ele me olhou por um tempo, depois falou, a voz mais calma, mas ainda grossa:

— E aí? Gostou?

Eu respirei fundo, a voz saindo baixa e rouca:

— Eu… nem sabia que ia gostar tanto.

Ele deu um sorrisinho de lado, passando a mão no peito suado.

— É dona Juliana, os garotos de hoje em dia são tudo viciado em pornô. Não sabem foder direito.

Eu baixei o olhar por um segundo, depois falei, ainda ofegante:

— Você… você acabou comigo. Seu pau é grosso pra caralho e eu nunca tinha dado o cu antes… nunca tinha sido fodida assim.

Ele ficou quieto por uns segundos. Depois falou, mais baixo:

— Agora você tem mais tempo pra arrumar o dinheiro. Se quiser de novo… é só aparecer e pedir. Fazia tempo que eu não metia com vontade assim… a corna da mulher quase não me dá mais. E você… você aguentou tudo. Vou adorar arregaçar esse cu de novo.

Eu não respondi. Meu corpo ainda tremia de leve, mas lembrei da sensação do pau dele me abrindo.

Ele se levantou devagar, guardou a rola de volta na cueca e subiu a calça, fechando o cinto. Antes de sair, ele parou na porta e olhou para mim uma última vez — meu rosto melado de porra, meu cuzinho vazando no chão sujo.

— Dona Juliana… agora que lembrei, ainda não tem água aqui não.

Eu levantei a cabeça rápido, desesperada:

— Como eu vou me limpar então?

Ele deu de ombros, sem se importar, sorrindo de canto.

Quando já estava passando pela porta, ele falou mais alto:

— Vou falar pro ajudante resolver contigo o pagamento dele.

Eu me sentei no chão de uma vez, o coração disparado:

— Como assim? E o nosso acordo?

Ele parou no corredor, já rindo baixo:

— Eu aceitei. Mas o moleque ainda tem que receber.

Já mais longe, ele gritou rindo:

— Não se preocupa não, Dona Juliana! O moleque é cria de favela… deve foder bem!

Eu fiquei sozinha, as memórias recentes ecoando na mente e a sensação do vazio da rola dele na minha boceta, o cu piscando por mais, e o coração acelerando de novo, com esse novo problema pra resolver.

Este conto é baseado em um relato real enviado por uma leitora. A história, os diálogos, as sensações e a dinâmica entre os personagens foram construídos a partir de sua experiência pessoal. Nomes, idades, locais e alguns detalhes foram alterados para preservar a identidade das pessoas envolvidas.

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u/mrdemonslayer17 — 2 months ago

O tigrinho me fodeu PT. 1

Eu cheguei no apartamento sentindo o peso da merda que eu tinha feito apertando meu peito como uma mão de ferro. A chave girou na fechadura e a porta abriu rangendo. O cheiro cimento úmido me acertou na cara logo de primeira. A sala estava um caos controlado: parte do piso arrancado, tábuas empilhadas num canto, baldes de massa, sacos de cimento abertos e ferramentas jogadas pelo chão. Era o meu primeiro apartamento. E parecia mais uma zona de guerra do que uma casa.

Eu fechei a porta atrás de mim e encostei as costas nela por um segundo, tentando respirar fundo. Quatro mil e duzentos reais. Eu tinha perdido tudo no tigrinho no mês anterior. Passei o mês tentando recuperar, mas não consegui, e agora não tinha mais tempo. Eu me senti uma idiota completa. Uma criança burra fingindo ser adulta.

Ouvi o som de algo sendo arrastado no chão. Ele estava lá.

Quando Márcio apareceu na entrada da sala, meu estômago deu um nó. A camisa cinza dele estava encharcada de suor, colada nas costas largas.

Ele me viu e parou, limpando as mãos num pano velho que carregava no bolso de trás.

— Boa tarde, Dona Juliana — disse ele, a voz grave e ainda respeitosa, profissional como sempre. — Vim finalizar essa etapa desse mês. A senhora combinou de trazer o restante hoje, né?

Eu abri a boca, mas as palavras não saíram direito. Meu rosto esquentou de vergonha.

— Márcio… eu preciso falar com você — consegui dizer, a voz saindo mais baixa do que eu queria.

Ele franziu a testa, o corpo grande parando no meio da sala bagunçada. Ele cruzou os braços grossos, o que fez os músculos ficarem mais marcados sob a pele suja de poeira.

— Pode falar dona, qual o problema?

Eu respirei fundo, o coração batendo forte. Tentei explicar, gaguejando no começo. Contei que tinha apostado o dinheiro no tigrinho, que tinha perdido tudo. Falei que tinha tentado pensar em outras soluções o mês inteiro — pedir emprestado pra alguém, adiar o pagamento de alguma coisa, até vender alguma coisa minha.

Ele ficou me olhando enquanto eu falava, o rosto ficando mais sério e mais duro a cada palavra. Quando terminei, ele passou a mão suja no rosto, frustrado, apertando o pano com força.

— Você apostou o meu dinheiro no tigrinho? — A voz dele saiu mais ríspida, mais baixa. — Eu tô aqui trabalhando, suando pra caralho, e você vai lá e aposta o pagamento numa porra de jogo?

Eu senti as lágrimas subindo. Tentei segurar, mas a voz falhou quando tentei falar de novo.

— Eu… eu não tenho o dinheiro agora. Mas eu posso te pagar. Vou dar um jeito.

Ele ficou quieto por um segundo, como se não tivesse entendido direito.

— Que jeito porra!?

Eu baixei os olhos pro chão sujo, o rosto queimando. As palavras saíram atropeladas, quase um sussurro, e eu parei no meio, engolindo em seco antes de conseguir continuar.

— Eu… eu vou resolver — consegui dizer, a voz embargada. — Eu só preciso de mais tempo. Eu vou conseguir o dinheiro, eu juro. Só me dá mais uns dias…

— Não dá pra atrasar, não dona Juliana — cortou ele. — Eu avisei que precisava hoje. Tenho que pagar o ajudante. Minha mulher tá em casa esperando esse dinheiro. Não posso ficar esperando.

Eu senti as lágrimas subindo.

— Eu não tenho agora. Mas eu juro que vou conseguir...

Ele passou a mão suja no rosto de novo, frustrado. Deu um passo na minha direção, o cheiro dele se espalhando — suor seco, poeira de obra, algo denso e masculino.

— Então me diz o que eu faço? Eu tenho conta pra pagar em casa também, caralho.

Eu baixei os olhos pro chão sujo, as lágrimas descendo.

— Eu não tenho o dinheiro — admiti, a voz quebrada. — Mas eu posso te pagar de outro jeito. Qualquer jeito.

O silêncio que caiu na sala foi tão pesado que eu consegui ouvir minha própria respiração. Eu fiquei parada, sentindo o peso da própria vergonha me esmagando.

Márcio não respondeu de imediato. Ele ficou ali, o peito subindo e descendo mais rápido. Passou a mão suja no rosto de novo, deixando outra marca de poeira na bochecha. Andou dois passos pra um lado, depois pro outro, esfregando a nuca com força, como se quisesse arrancar alguma coisa de dentro da cabeça. Olhou pro chão, depois pra mim, depois pro chão de novo. Apertou o pano sujo entre as mãos até os dedos ficarem brancos.

— Eu não posso fazer isso… — murmurou ele, quase rouco, quase pra si mesmo. — Eu sou casado. Tenho mulher e filho em casa. Eu quero o meu dinheiro, porra. Não isso.

Ele ficou mais um tempo em silêncio, o maxilar travado. Respirou fundo, xingou baixo, deu mais dois passos antes de parar. Eu via o suor brilhando na testa dele, misturado com a poeira.

— Porra… — falou, mais baixo ainda.

Ele finalmente ergueu o rosto e me olhou. O olhar dele ficou em mim por uns segundos, mais pesado do que antes. Ele piscou devagar, respirou forte pelo nariz. Por um momento pareceu que ia virar o corpo e dar as costas. Mas não virou. Apertou os punhos ao lado das pernas, deu um passo à frente e depois outro, mais brusco. As mãos grandes e sujas agarraram meus braços de repente, me puxando com força até o peito dele. O cheiro me acertou de uma vez, denso e quente.

— Você quer pagar assim, sua putinha? — A voz saiu rouca, baixa, quase contra o meu cabelo. — Então vai ser do meu jeito. Mas escuta bem! Você ainda vai ter que pagar o dinheiro. Essa buceta só compra mais tempo pra você resolver. Não paga a dívida.

Ele não esperou. Ele me segurou pelos ombros e me empurrou para baixo até meus joelhos baterem no chão sujo e empoeirado da sala. O concreto áspero raspou minha pele. Meu rosto ficou na altura da cintura dele. O cheiro dele estava mais forte ali embaixo, algo cru e denso que saía da calça jeans.

— Ta esperando o que, não é o que você pediu? — mandou, a voz baixa e grossa. — Bota meu pau pra fora.

Minhas mãos subiram até o cinto dele. Eu abri o botão, baixei o zíper. Quando puxei a cueca para baixo, a rola dele caiu para fora, mole, pesada, grossa. A pele era mais escura, a cabeça rosada aparecendo por baixo do prepúcio. O cheiro subiu forte — salgado, suado. As bolas eram grandes, pesadas, com a pele mais enrugada e cheia de pelo curto e escuro.

Eu fiquei parada por uns segundos, olhando. Depois levantei uma mão e segurei o pau mole dele, massageando devagar, quase com medo, tomando coragem. A pele estava quente e macia na minha palma. Puxei a pele pra trás revelando a cabeça, vi uma camada fina de gala seca acumulada debaixo da cabeça. O cheiro ficou ainda mais forte quando eu inclinei o rosto.

— Chupa logo porra! — ordenou ele.

Eu abri a boca e levei a cabeça do pau para dentro. A língua encontrou logo o gosto forte. Eu comecei devagar, sugando com calma, a língua circulando enquanto chupava. O pau estava mole, quente, enchendo minha boca sem pressa. Eu descia até as bolas de vez em quando, sugando elas, lambendo devagar a pele quente e pesada, depois voltava para a pica dele, sentindo ela começar a reagir.

Ele soltou um gemido baixo.

— Isso… chupa direito.

Eu continuei alternando entre lamber o pau e as bolas, voltando a chupar a rola. O pau ia engrossando dentro da minha boca. Eu o sentia inchar, ficar mais pesado na língua. Cada vez que eu descia, ele ficava mais grosso, mais quente. A baba escorria pelo meu queixo enquanto eu trabalhava, sugando, lambendo.

— Olha pra você… até que chupa bem pra uma patricinha — falou ele, a voz já mais rouca. — Tá gostando, porra?

O pau já estava bem mais duro agora, latejando na minha boca. Eu chupava mais fundo, a cabeça grossa encostando na garganta de vez em quando. Ele segurava meu cabelo com mais força.

— Engole mais. Isso… sua vadia safada.

Eu gemia baixo contra a pica dele, a vergonha queimando. O pau estava completamente duro agora, pulsando forte na minha língua. Ele começou a mover os quadris devagar, enfiando mais fundo na minha boca a cada vez.

— Aposto que os seus boyzinhos não te tratam como a putinha que você é. Engasga mais fundo, porra. Isso.

Ele puxou o pau para fora de repente brilhando de saliva. Segurou meu cabelo com mais força, inclinando meu rosto para cima. Bateu a cabeça pesada contra minha bochecha. O impacto molhado ecoou baixo, o peso da rola acertando minha pele com força. Ele esfregou devagar, subindo pela minha bochecha até a testa, deixando um rastro quente e viscoso de baba e cheiro dele. Depois bateu do outro lado, mais firme, o pau grosso estalando. Continuou batendo — uma, duas, três vezes, a pica pesada e quente marcando meu rosto, espalhando saliva por todo o meu rosto.

Ele desceu o pau até meus lábios e esfregou a cabeça grossa neles, empurrando devagar, como se quisesse enfiar de novo. Mas não enfiou. Em vez disso, segurou meu cabelo com as duas mãos e puxou meu rosto para baixo, afundando ele direto no saco dele. Meu nariz e boca foram pressionados contra a pele quente, suada e enrugada. O cheiro forte e cru explodiu. Ele esfregou meu rosto contra as bolas, subindo e descendo, obrigando meu nariz a se enterrar entre elas, minha boca aberta contra a pele quente e pesada.

— Cheira — mandou, a voz grossa, apertando meu cabelo com mais força e esfregando meu rosto com mais vontade contra as bolas. — Cheira bem fundo, sua putinha viciada. Isso… é cheiro de macho de verdade.

Ele puxou meu cabelo para trás, tirando meu rosto de lá, o pau ainda duro e latejando bem na minha frente.

— Abre a boca de novo — mandou, a voz grossa de tesão.

Eu abri. Ele inclinou o rosto para baixo e cuspiu direto na minha boca, depois cuspiu mais uma vez na minha cara, o cuspe quente escorrendo pela minha bochecha e pelo queixo. Antes que eu pudesse fechar a boca, ele enfiou o pau de volta na minha boca, grosso e duro, e empurrou direto até o fundo da garganta.

Eu me engasguei forte. Meu corpo inteiro reagiu, os olhos lacrimejando na hora. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha garganta sem piedade, metendo fundo a cada estocada. O pau grosso abria caminho, batendo no fundo, fazendo minha garganta se contrair em volta dele. A baba escorria sem parar pelo meu queixo, pingando no chão sujo enquanto ele usava minha boca como um buraco.

— Isso… engole tudo, sua vagabunda barata — rosnou ele, a voz rouca e baixa.

Ele metia sem parar, os quadris batendo contra meu rosto, as bolas pesadas estalando contra meu queixo molhado a cada vez que ele afundava a rola inteira na minha garganta. Metia fundo, segurava minha cabeça colada na virilha por alguns segundos, sentindo minha garganta apertar em volta dele, depois puxava só o suficiente pra eu conseguir respirar um segundo antes de voltar a enfiar tudo de novo. Cada vez mais fundo. Cada vez mais bruto.

— Sua vadia safada. Olha pra você… chorando com meu pau na garganta.

Eu tentava respirar pelo nariz, mas era difícil. As lágrimas escorriam pelo meu rosto misturado com a baba. Ele metia sem parar, os quadris batendo contra meu rosto, o pau latejando e pulsando dentro da minha garganta. De vez em quando ele segurava minha cabeça bem fundo e ficava ali, gemendo baixo, sentindo minha garganta se contrair desesperada em volta do pau dele.

— Engole… isso… boa garota — murmurou ele, quase zombando. — Engasga bonitinho pra mim.

Ele continuou fodendo minha garganta sem pressa, mas cada vez mais fundo e mais rude, usando meu cabelo como alça, metendo até minhas narinas quase encostarem na virilha dele suada. Meu rosto uma bagunça de lágrimas, saliva e o cheiro dele. E ele não parava. Metia, segurava, metia de novo, gemendo mais rouco a cada vez que minha garganta apertava em volta da pica.

Ele segurou meu cabelo com força e me puxou para cima de uma vez. Eu me levantei cambaleando, as pernas fracas. Antes que eu conseguisse me equilibrar, ele puxou minha blusa para cima com uma mão só, deixando meus peitos à mostra.

Sem aviso, ele deu uma tapa firme no meu peito. O impacto estalou na pele, fazendo meu seio tremer. Logo em seguida veio outro, mais forte, o barulho seco ecoando na sala suja. Eu soltei um gemido baixo de dor e surpresa. Ele continuou dando mais dois tapas seguidos, os dedos abertos marcando a pele macia enquanto meus seios balançavam com a força.

— Olha só esses peitinhos gostosos — rosnou ele, a voz grossa.

Depois ele se inclinou e tomou o mamilo na boca com força, sugando com vontade. A língua grossa e quente rodeava o bico, sugando com tanta intensidade que eu sentia o puxão até no fundo do meu peito. Enquanto chupava, ele apertava o outro seio com a mão livre, massageando com força, os dedos grossos beliscando o mamilo. Ele alternava entre os dois: chupava um com força, depois passava para o outro, lambendo devagar, circulando o mamilo com a língua antes de sugar de novo com mais vontade.

Ele soltou o peito e segurou meu pescoço com firmeza, me segurando no lugar enquanto ele abusava de mim. A outra mão desceu até o short, enfiou por dentro da cintura sem nenhuma delicadeza e encontrou minha boceta. Dois dedos grossos esfregaram minha entrada molhada, depois entraram fundo, metendo devagar enquanto ele continuava chupando meu peito com fome.

Eu gemi mais alto, o corpo se contorcendo entre a mão no meu pescoço e a boca dele nos meus seios.

— Ah… porra… — soltei, a voz falhando.

Ele chupou com mais força, os dentes roçando de leve no mamilo enquanto os dedos dentro de mim aceleravam o ritmo, enfiando fundo. Eu sentia a boca dele quente, molhada, faminta, enquanto os dedos da outra mão me dedavam sem pressa, me deixando cada vez mais molhada.

Ele tirou a boca do meu peito só o suficiente para falar, a voz rouca contra minha pele:

— Tá gostando, hein? — Depois voltou a chupar, agora mais bruto, sugando forte enquanto os dedos dentro de mim metiam mais rápido.

Eu segurava na bancada suja atrás de mim para não cair, o pescoço ainda preso pela mão dele, o corpo inteiro.

— Eu… eu não… — tentei falar, mas a voz saiu fraca e quebrada.

Ele tirou os dedos de dentro de mim, sujos da minha excitação, e trouxe até minha boca, esfregando nos meus lábios.

— Cala a boca e obedece — cortou ele. — Tira essa blusa agora.

Minhas mãos tremeram enquanto eu puxava a blusa pela cabeça e deixava cair no chão sujo. Ele me virou com força, me colocando de costas para ele.

— Tira o short. Empina essa bunda para mim.

Eu me virei devagar, de costas para ele, e abaixei o short até os joelhos, depois até os tornozelos, curvando o corpo para frente e empinando a bunda como ele tinha mandado. Fiquei só de calcinha, curvada, sentindo o olhar dele nas minhas costas.

— Agora tira a calcinha também vagabunda — ordenou. — E rebola pra mim.

Eu engoli em seco, mas obedeci. Desci a calcinha devagar, deixando ela cair no chão sujo junto com o short. Fiquei completamente nua. Respirei fundo e comecei a rebolar devagar, movendo o quadril de um lado para o outro, sentindo minha bunda tremer levemente enquanto eu me exibia para ele.

— Abre esse rabo — falou ele por trás de mim, a voz mais rouca agora. — Me mostra o que tem pra mim.

Eu levei as mãos para trás, segurei cada lado da minha bunda e abri devagar, expondo minha boceta e meu cu para ele. Meu rosto queimava de vergonha, mas eu mantive a posição, curvada sobre a bancada suja da obra.

Ele deu outro tapa na minha bunda, fazendo a carne tremer. Logo em seguida, ele enfiou dois dedos grossos de volta na minha xoxota molhada, metendo com força enquanto o polegar esfregava meu cuzinho em círculos lento. Com a outra mão, ele puxou meu cabelo com força, me obrigando a arquear as costas e inclinar o rosto para trás. Ele se aproximou, o peito encostando nas minhas costas, e falou bem perto do meu ouvido, a voz rouca e baixa:

— Olha só como você tá… tá se sentindo uma putinha viciada agora, hein?

Eu me apoiei com as duas mãos na bancada suja, os dedos agarrando a madeira velha enquanto ele dedava minha boceta com força e esfregava meu cu sem parar. O polegar pressionava meu buraco, ameaçando entrar, enquanto os dois dedos dentro de mim metiam fundo e rápido.

— Responde — rosnou ele no meu ouvido, puxando meu cabelo com mais força. — Tá gostando de ser tratada assim, vadia safada?

Eu gemi, o corpo tremendo entre a mão dele no meu cabelo e os dedos que me fodiam sem piedade.

— Eu… eu tô… — tentei falar, mas a voz saiu fraca e entrecortada por outro gemido quando ele enfiou os dedos mais fundo. — Não queria, mas …

Ele riu baixo, o hálito quente contra minha orelha enquanto continuava dedando minha xoxota e esfregando meu cu com mais pressão. Ele me puxou pelo pescoço com força, me obrigando a levantar o corpo inteiro. Meu rosto ficou bem perto do dele, tão próximo que eu sentia a respiração dele quente na minha pele. A mão dele apertava meu pescoço com firmeza, controlando cada movimento da minha cabeça.

Ele me olhou nos olhos. Depois falou baixo:

— Você queria ser tratada como vagabunda.

Enquanto dizia isso, ele deu um tapa forte na minha bochecha. O impacto fez meu rosto virar para o lado, a pele ardendo na hora. Ele não esperou minha reação. Cuspiu direto na minha cara escorrendo pela minha bochecha até o canto da boca. A mão no meu pescoço apertou um pouco mais.

— Então eu vou te tratar como a puta safada que você é — continuou ele, a voz rouca.

Ele deu outro tapa, mais firme que o primeiro. Meu rosto virou para o outro lado com a força. Logo em seguida ele cuspiu de novo, dessa vez bem na minha boca entreaberta, e esfregou o cuspe com o polegar pela minha pele suja.

— Não vou te foder com carinho — rosnou ele, apertando meu pescoço com mais força enquanto me olhava fixamente. — Não vou te tratar feito os viadinhos que você costuma pegar.

Depois deu mais dois tapas seguidos, um em cada lado, fazendo meu rosto balançar de um lado para o outro.

— Você vai levar rola de verdade — falou ele por último, a voz baixa e pesada. — Do jeito que uma piranha como você merece.

Depois disso, ele me empurrou para baixo com força, me obrigando a me curvar sobre a bancada suja novamente. Eu me apoiei com as mãos na madeira velha, o corpo tremendo. Ele ajoelhou atrás de mim sem pressa.

Sua boca desceu quente e molhada direto na minha xereca. Ele lambeu devagar de baixo para cima, a língua larga e grossa abrindo meus lábios e subindo e depois descendo até meu clitóris, onde ele parou e chupou com força. Eu gemi alto quando ele sugou meu clitóris entre os lábios, a língua pressionando e circulando sem parar. Ele segurava minha bunda com as duas mãos, abrindo bem, e continuou chupando meu clitóris por um bom tempo, sugando com vontade enquanto eu tremia na bancada.

— Boa. Fica quietinha aí, empinada. Vou foder esses dois buracos agora. E você vai aguentar tudo, sua putinha viciada.

Depois ele subiu a língua até minha entrada e enfiou fundo dentro da minha boceta, fodendo minha xoxota com a língua grossa e molhada. Eu sentia ele mexendo a língua dentro de mim, lambendo minhas paredes enquanto a saliva dele escorria para baixo. Ele subiu de novo, agora indo direto para o meu buraco. Lambeu meu cuzinho devagar, circulando antes de pressionar e tentar entrar.

Ele alternava sem parar. Chupava meu clitóris com força por alguns segundos, sugando com vontade, depois subia e lambia meu cu, pressionando e girando. De vez em quando ele metia dedos grossos na minha xoxota e fodia devagar enquanto lambia meu cuzinho. Ou enfiava um dedo no meu cu e chupava minha boceta com mais intensidade, a boca fazendo barulho molhado enquanto ele sugava.

Ele segurava minha bunda aberta com força, os dedos afundando na carne, e às vezes parava só para cuspir na minha boceta antes de voltar a lamber com mais vontade. Eu tremia inteira na bancada, as pernas fracas, gemendo sem conseguir controlar enquanto ele alternava entre chupar meu clitóris com força, foder minha xoxota com a língua e dar tapas fortes na minha bunda.

O meu corpo inteiro começou a tremer enquanto ele chupava meu clitóris com força, a língua pressionando sem parar. Minhas pernas ficaram moles de uma hora pra outra. Eu tentei segurar, mas não consegui. A xoxota apertou forte, pulsando, e eu gozei com tudo. Um gemido rouco e alto saiu da minha garganta enquanto meu corpo se contraía na bancada. Minhas pernas tremeram tanto que quase caí, mas ele segurou minha bunda com força, continuando a lamber mesmo enquanto eu gozava, até eu ficar mole e ofegante.

Eu me apoiei, o rosto colado na madeira suja, o corpo ainda tremendo com os espasmos. Meu cu e minha xoxota ainda contraíam quando ele finalmente tirou a boca de mim.

Ele se levantou devagar por trás de mim. Eu senti a cabeça grossa e quente do pau dele esfregando na minha boceta molhada, abrindo meus lábios inchados. Ele passou a pica de cima a baixo na minha fenda, molhando a cabeça com meu gozo, e depois posicionou na entrada.

— Gozou gostoso na minha boca, sua putinha do caralho — rosnou ele, a voz grossa e satisfeita. — Olha só como você tá melada… gozando só de eu chupar você.

Ele segurou meu quadril com uma mão e, com a outra, puxou meu cabelo para trás, me obrigando a arquear as costas. Sem aviso, ele enfiou o pau inteiro de uma vez, grosso e duro, abrindo minha xoxota até o talo. Eu gemi alto quando ele me encheu de repente, a rola quente e latejando dentro de mim.

— Isso… aperta gostoso — falou ele, começando a meter devagar, sentindo minha boceta ainda pulsando. — Tá quente pra caralho.

Ele meteu mais fundo, os quadris batendo contra meu rabo, e começou a foder com força, as estocadas longas e pesadas. Cada vez que ele entrava até o fundo, eu sentia o pau dele bater no fundo da minha xoxota. Ele não parava de falar, a voz rouca e baixa enquanto metia:

— Agora vai levar pica na boceta do jeito que merece, putinha viciada do caralho.

Ele acelerou o ritmo, segurando meu cabelo com mais força e metendo sem parar, a bancada rangendo baixo toda vez que ele metia fundo batendo contra mim. Ele puxava o pau quase todo para fora, devagar, até a cabeça grossa ficar quase saindo, e depois enfiava tudo de volta com força, o quadril batendo contra minha bunda com um impacto seco e pesado. Cada estocada era profunda, a rola grossa abrindo caminho até o fundo, batendo no meu útero. Eu gemia alto toda vez que ele entrava, o corpo sendo empurrado contra a bancada suja.

Ele metia com força. Fazendo minha xoxota estalar molhada em volta dele. A cada estocada mais forte, as bolas dele batiam contra meu clitóris inchado.

Ele deu um tapa forte na minha bunda, a mão grande marcando a pele com força.

— Ah! — soltei, o corpo se contorcendo com o tapa.

— Isso… aperta gostoso quando eu bato — rosnou ele, dando outro tapa bem no mesmo lugar, mais forte. — Tá gostando de apanhar né?

Eu gemi mais alto, a voz falhando:

— Eu… eu tô… porra… — tentei responder, mas outra estocada funda me cortou o ar.

Ele continuou metendo, agora mais rápido, as estocadas curtas e brutas. A cada três ou quatro metidas, ele dava um tapa na minha bunda, alternando os lados, fazendo a carne tremer enquanto o pau dele entrava e saía sem parar. Eu me segurava na bancada com força, os dedos escorregando na madeira suja.

— Tá doendo? — perguntou ele, puxando meu cabelo com mais força e metendo até o fundo. — Ou tá gostando de levar tapa enquanto eu fodo sua boceta?

Eu gemi alto, a voz saindo rouca e entrecortada:

— Não para…

Ele soltou uma risada baixa e deu mais dois tapas seguidos o meu rabo, depois voltou a foder com mais força, o pau batendo fundo sem piedade. Meu corpo balançava inteiro contra a bancada, os peitos roçando na madeira enquanto ele metia sem parar.

— Olha só você… implorando pra não parar — falou ele, a voz grossa de tesão.

Eu gemi de novo, a voz quase um soluço:

— Eu… eu não aguento… você tá me fudendo tão fundo…

Ele deu outro tapa forte na minha bunda e meteu com tudo, enterrando o pau até o talo e girando o quadril, esfregando bem fundo dentro de mim enquanto eu tremia inteira na bancada.

Ele continuou metendo sem parar, agora mais rápido e mais bruto. As estocadas estavam curtas, fortes e fundo, o pau grosso entrando e saía da minha boceta com força, fazendo barulho molhado toda vez que ele batia contra mim. Ele segurava meu quadril com uma mão e meu cabelo com a outra, me puxando para trás a cada metida, me fodendo como se quisesse me destruir. A cada estocada eu sentia ele latejar mais forte dentro de mim, o pau inchando e pulsando enquanto ele metia sem piedade.

Ele deu mais dois tapas na minha bunda e acelerou ainda mais. Eu gemia sem conseguir controlar, o corpo inteiro tremendo na bancada enquanto ele me fodia sem descanso. O suor dele pingava nas minhas costas, misturando com o meu.

De repente ele começou a gemer mais baixo, o ritmo das estocadas ficando mais irregular, mais desesperado.

— Porra… eu vou gozar — rosnou ele, a voz grossa e ofegante. — Vou encher essa bocetinha de porra.

Eu senti o pânico subir junto com o prazer. Meu corpo inteiro se tensionou.

— Não! — implorei, a voz saindo rouca e desesperada. — Não goza dentro… por favor… não goza!

Ele continuou metendo por mais alguns segundos, como se estivesse lutando contra o próprio tesão, a rola latejando forte dentro de mim. Eu continuei implorando, a voz quebrada:

— Tira… tira agora… por favor…!

No último segundo ele puxou o pau para fora com força. Eu senti o ar frio na minha xoxota molhada e aberta. Logo em seguida, o primeiro jato quente de porra acertou minhas costas, grosso e pesado. Ele gemeu alto enquanto gozava, jogando mais porra na minha bunda, os jatos quentes e grossos se espalhando pela minha pele, escorrendo devagar pelo meu rabo e pelas minhas costas. Ele continuou gozando por vários segundos, cobrindo minha bunda e parte das minhas costas com leite quente, até o último jato mais fraco cair na minha pele.

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u/mrdemonslayer17 — 2 months ago