u/pelletron

Trabalhando como uma Vaca, parte 4

Trabalhando como uma Vaca, parte 4

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Eu estou vestindo o meu "uniforme": gargantilha com sininho, espartilho com padrão malhado de vaca, as minhas tetas para fora, uma micro-saia jeans que mal cobria a minha bunda, arquinho com orelhinhas e por fim, o plug anal com o rabinho de vaca. Sim, eu tinha que usar tudo isso para o meu trabalho.

A sala de ordenha é um grande salão, cada uma das funcionárias senta em uma sela, com os braços presos para trás, fazendo os peitos ficarem empinados e em cada uma delas, maquinas de ordenas presas nos peitos, ordenhando cada uma das garotas para produzir o produto da empresa, o Health Milk.

Mas não era só isso, somente uma ordenha. Em cada uma das selas havia um cacete preso na base. A gente tinha que sentar e deixar o pau falso entrar nas nossas bocetas. Tinha também a mangueira de alimentação, que era basicamente um balgag ligado à uma mangueira. Enquanto o líquido era sugado das nossas tetas, a mangueira nos alimentava com um líquido rico em proteínas, vitaminas, hormônios e drogas. A sim, o líquido tinha gosto de porra.

Por fim, cada leiteira usava um óculos de VR e durante a ordenha ele nos mostrava pornografia hardcore ao mesmo tempo em que o cacete falso vibrava dentro da gente. A gente era ordenhada por uma hora por sessão e era como estar em um longa foda todo esse tempo, mas sem conseguir gozar, sempre no limite, mas sem chegar ao gozo. Tudo isso para produzir os hormônios que eram o segredo do produto. Quem bebia o leite se sentia energizado e com tesão, pronto para transar. Bem mais eficiente que viagra e também funcionava tanto para homens como para mulheres.

Depois de cada ordenha, a gente era retirada da máquina, era tudo higienizado e outra garota subia. Depois disso tínhamos uma pausa para descansar e voltávamos para a sala de ordenha como assistente de uma outra garota na ordenha.

Todas faziam todas as tarefas, só haviam leiteiras na sala, por isso eu não tinha vergonha de estar vestida daquela maneira, pelo menos não no início, até que me mandam ir na casa principal pegar algo e eu não tinha outra roupa para usar lá. Todas as garotas andavam normalmente pelo complexo com a mesma roupa da ordenha, as tetas sempre para fora e a saia que mal cobria a nossa bunda, nem o rabinho a gente podia tirar. Só que na fazenda havia todo tipo de gente, faxineiros, cozinheiras, administrativo, entregadores, etc. Eu era bem putinha, mas isso me deixava morrendo de vergonha.

O leite valia mais do que ouro, por isso a empresa podia nos pagar um ótimo salário, mas por isso a outra área só com mulheres era a parte de processamento e embalagem. As garotas que trabalhavam lá eram as que não tinham mamas grandes o suficiente para produzir leite ou algumas leiteiras que haviam perdido capacidade de produção.  As mulheres lá ou pareciam muito novas e sem peito, com com as tetas caídas de tanto ter produzido leite.

Com o leite valia mais do que drogas, as garotas lá trabalhavam nuas, só com uma toquinha e um avental transparente para evitar roubos. Todas sem nenhum pelo abaixo do pescoço, a depilação era regra da empresa para eles e para nós, leiteiras também. Mas as garotas trabalhando no processamento, todas tinham piercings nos mamilos para indicar que elas não trabalhavam como leiteiras.

Mas a maior vergonha era quando a gente tinha "visitantes", pessoas que pagavam uma enorme quantidade de dinheiro para visitar a fazenda e provar o produto direto da fonte. Os visitantes, a maioria homens, mas havia algumas mulheres. Eles visitavam a sala de ordenha, todas nós praticamente nuas, eles inspecionavam as garotas sendo ordenhadas, passavam as mãos nas tetas dela, as vezes até no grelo exposto da garota, que nem sabia o que estava acontecendo por causa das drogas e do óculos de VR.

Uma era escolhida, o visitante ia para a sala VIP e a gente tirava a garota da máquina de ordenha ela se refrescava e ia para a sala servir o cliente.

Eu vejo isso acontecer várias vezes até que uma vez eu sou a escolhida. O cliente era um homem de meia-idade, cabelos grisalhos, mas todo malhado e bronzeado. Tinha idade para ser o meu pai, se o meu pai fosse rico e não um fodido.

A moça que me prepara diz: — O cliente pode te tocar enquanto consume o produto, na verdade essa é a melhor parte! Mas ele não pode te comer em hipótese alguma. Eu vou junto com você para acompanhar e garantir que vai ser tudo de acordo com as regras.

Vou até a sala, usando o meu "uniforme" de trabalho e encontro uma sala muito bem decorada, com luz suave e um divã no meio. Eu direcionado para ele e me deito, o "cliente" senta em um banco do lado e se inclina e começa a a sugar o meu peito.

Sentir uma boca humana nos meus peitos de leiteira é completamente diferente da máquina e eu sinto a minha boceta ficar toda meladinha. Logo depois eu sinto a mão do cliente na minha boceta, ele começa a me masturbar enquanto me mama. Eu gozo duas vezes nos dedos dele.

O cliente suga todo o leita das minhas duas tetas e então fica em pé e coloca o pau para fora.

— Me chupa — Ele diz

Eu olho para minha colega que havia assistido à tudo e ela diz:

— Tudo bem com a boca, só não pode pau na boceta.

Eu então engulo o pau do cliente, toda gulosa. Chupo ele até a base da pica, engolindo o pau inteiro, mas louca para tê-lo na minha boceta. O cliente goza na minha boca, um monte de porra, eu engulo tudo. Quase engasgo com a porra.

O cliente sai, a minha colega então chega em mim e diz:

— Você trabalhou muito bem, merece um bonus da empresa.

Ela então coloca a teta na minha boca e eu chupo o leite dele. Meu tesão vai para as alturas, agora eu entendo o poder do nosso leite especial. Depois de me deixar beber só um pouco, ela se coloca entre as minha pernas e chupa a minha boceta. Eu tenho o melhor orgasmo da minha vida com uma mulher e nem sou lésbica.

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u/pelletron — 2 days ago

Trabalhando como uma Vaca, parte 3

Clara

Se passa uma semana desde que eu havia recebido a droga para produzir leite. Os meus peitos estão bem maiores, mais pesados e sensíveis. Eu queria ficar o tempo todo pelada em casa, mas não dava para fazer isso com a minha mãe lá. Fora isso eu sentia um tesão constante, só os meus dedos no meu grelo antes de dormir não era suficiente. Eu acabo indo para a cozinha só de camiseta e pego um pepino, descasco ele e levo para o quarto e me fodo com o vegetal, mas depois não sei o que fazer com aquele pepino todo melado de boceta e acabo comendo a prova do meu crime.

Meu desespero de ir embora só crescia.

Chega o dia de sair. Visto as roupas que eu usava no meu último emprego, que posso descrever como secretária vadia, saia preta curta, meia-calça, camisa branca, sutiã rendado preto aparecendo. A saia era tão curta que sentada a calcinha que fazia par com o sutiã também aparecia quando eu descruzava as pernas. Sim foi por isso que eu perdi o último emprego e sim, meu ex era o meu chefe.

Pego o ônibus até o escritório da empresa, sou novamente recebida pela D. Abigail. Noto novamente o tamanho dos peitos dela, quase claramente visíveis através da camisa branca pois ela estava sem sutiã. Eu assino o contrato e um motorista me leva até a fazenda no interior. Eu vou sentada no banco de trás e na viagem eu acabo afastando as pernas e noto que o motorista ajusta o retrovisor. Ainda estava morrendo de tesão e louca por pica, por isso finjo que estou cochilando e abro as pernas inteiras.

Não demora e eu sinto o carro parando. Continuo fingir que estava dormindo e sinto o motorista me tocando, abrindo a minha blusa, pegando nos meu peitos. Eu gemo, ele então começa a me masturbar por cima da meia-calça, eu gemo mais, mas continuo com os olhos fechados. Ele então rasga a minha meia-calça, puxa a minha calcinha de lado e toca no meu grelo. Eu abro os olhos.

— Sabia que estava fingindo, safada.

Eu nem tento me defender, só me entrego. Logo ele está me fodendo com dois dedos na minha boceta melada.

— Pena que eu não posso comer as funcionárias, é proibido pela empresa. 

"Merda, eu adoraria um pau na minha boceta", eu penso e até fico com esperança quando ele tira a pica para fora, mas em vez de me violar, o motorista coloca o pau na minha cara e eu o abocanho de maneira gulosa. Não estava na minha boceta, mas era melhor que nada, eu o chupo enquanto me masturbo e consigo dar uma gozadinha. Pelo menos a gente para em um GRAAL e eu posso lavar a boca e comer algo antes de continuar a viagem. O motorista, com peso na consciência, paga o lanche.

Chegamos na fazenda, um linda casa colonial com janelas de madeira. Entramos para entrada principal, piso também de madeira, moveis antigos. Somos recebidos pela gerente, Renata, outra mulher peituda, vestia calça justa e blusa leve e solta, obviamente sem sutiã, os grandes peitos soltos balançando por trás do tecido fino.

— Bem vinda a nossa empresa, aqui os empregados são vistos como parte da família —  ela diz me abraçando com força e quase me sufocando com os peitos.

O motorista é dispensado, vamos para o escritório, ela revisa a minha papelada e depois chama uma moça pelo intercom. Nisso eu tenho a minha primeira surpresa. Chega uma garota e eu tenho um imenso choque! A garota estava usando uma gargantilha com um sino, como os de vacas de desenho, um arquinho com orelhas de vaca, mas o pior era o resto, somente um espartilho branco com manchas como o couro de uma vaca, os peitos dela completamente para fora. A barriga também para fora, argolinha no umbigo e abaixo disso uma micro-saia jeans que mal cobria o sexo dela.

— Venha, eu vou te levar até o seu alojamento para você poder se preparar para a primeira ordenha.

Eu vou seguindo a garota e noto que a saia deixava metade da bunda dela para fora, e havia um rabinho, que eu não tinha ideia de como estava preso nela, pois a garota estava obviamente sem calcinha. Saímos do prédio principal e entramos em um anexo. Quando ela se inclina um pouco para abrir a porta pesada do prédio e eu até vejo os lábios raspados da xoxota dela. A garota parece não ter vergonha nenhuma da forma como estava vestida.

Andamos por um corredor cheio de portas iguais. "Esses são os quartos das nossas colaboradoras", ela me explica. Chegamos no meu quarto e lá já estão as minhas malas.

— Nós temos um vestiário no fim do corredor, venha se refrescar da viagem.

Eu sigo ela até um enorme banheiro, com azulejo do chão até o teto e vários chuveiros completamente aberto.

— Toma um banho enquanto eu pego um uniforme para você — Ela diz e me dá um cestinha com um kit de banho.

Sem jeito eu tiro a roupa na frente da garota e depois vou no chuveiro. A água tinha boa pressão e era quente. Bem gostoso. Volto até ela só de toalha e a garota me dá um kit de "roupas" exatamente iguais aos dela.

— Acho que vai servir em você.

Eu tiro a toalha na frente dela, sento em um dos bancos de madeira na área com os armários de frente para os chuveiro e ao ver os itens na cesta de roupas eu descubro o mistério do rabinho:  ele ficava preso em um plug anal.

— Se veste logo e a gente vai para a ordenha. Os seus peitos já devem estar cheios de leite.

continua...

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u/pelletron — 4 days ago

Trabalhando como uma Vaca: Exame admissional

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Eu vou para o exame médico para o trabalho na Health Milk.

A primeira coisa estranha era que as instruções falavam para ir sem sutiã. Eu então coloco um vestido de malha azul. Meus peitos pressionavam contra o tecido, meus mamilos claramente aparecendo. Por baixo só uma calcinha fio-dental branca. Eu estava adorando a atenção na rua.

A clinica não tinha fila nenhuma, eu chego e já sou atendida. A enfermeira me leva até uma sala e pede que eu tire a roupa. Eu tiro o vestido e fico só com a calcinha minúscula, que mal cobria os pelinhos aparadinhos na minha virilha. A médica então faz o exame comigo assim, mede o meu peso, a minha pressão, usa o estetoscópio e faz um longo exame dos meus peitos. E nem para o questionário, ela sugere que eu me vista. A sim, e as perguntas cobriam muito mais da minha vida sexual do que uma entrevista de emprego normal.

— Agora é hora do exame ginecológico, me acompanhe.

De novo, nenhuma menção a eu me vestir e eu fico com medo de perguntar, sigo a médica pelo corredor só com a calcinha minúscula e não era como se não tivesse ninguém, várias pessoas passam por nós, inclusive alguns homens, a médica só diz:

— Relaxa, nesse trabalho não tem como ter vergonha.

Chegamos na sala com uma cadeira ginecológica e uma outra médica. Eu então percebo que todas as mulheres naquele lugar eram peitudas.

— Ela é toda sua, Márcia.

— Tudo bem queria — Responde Marcia — pode ficar peladinha e subir na cadeira.

Eu então tiro a calcinha e deito na cadeira, a médica coloca os meus pés nos apoios, e prende eles com cintas de couro. Depois ela pega os meus punhos e os prende para trás com cintas similares.

— Deixa eu colocar o termômetro enquanto examino as tetas.

Eu então abro a boca.

— Não D. Clara, a gente precisa de uma medida mais precisa — Responde e ginecologista e logo em seguida ela enfia o termômetro no meu cu.

Havia um fio saindo dele, ligado à uma aparelho. Ela também coloca eletrodos nos meu peito e medidor de pressão no meu dedo, tudo ligado em uma máquina que me monitora.

Depois disso ela começa a examinar os meus peitos, que já tinham sido examinados antes e em seguida pega duas injeções e injeta uma em cada um dos meus peitos, bem na aureola. Depois ela desce e coloca o espéculo vaginal para me abrir inteira.  

— Eu preciso pegar algo.

A médica então sai da sala e me deixa lá, amarrada e toda arreganhada, com as pernas abertas para a porta que ela não fecha ao sair. Eu estou completamente exposta e pessoas passam pelo corredor, mas ninguém se dá ao trabalho de olhar para mim. Por algum motivo eu começo a me sentir extremamente excitada, os meus peitos inchados, os mamilos ficam duros e quentes, assim como o meu grelo.

Depois do que parecia uma eternidade, ela volta e começa a analisar a minha boceta, quando ela aperta o meu grelo eu tenho um choque, pois gozo imediatamente. Ela faz uma anotação . Depois volta a examinar os meus peitos e finalmente diz:

— Você teve uma boa resposta a nossa droga especial e portando vai poder começar o trabalho em uma semana. Eu só preciso aplicar a dose principal.

Ela tira mais uma agulha e injeta ela bem na base do meu grelo. Eu sinto a minha boceta queimando. Ela então tira o espéculo de mim e eu quase gozo de novo. Uma enfermeira chega, a médica diz:

— Olha essa putinha, está com a boceta escorrendo.

Esse humilhação, e as duas me olhando por algum motivo, me faz sentir o grelo duro de novo. Eu começo a desejar que elas me tocassem. Mesmo sem ser lésbica, eu estava com tanto tesão que queria qualquer coisa.

A enfermeira então prepara algo que parecia um caralho grosso, que ela enche de uma pomada que parecia porra.

— Pronto querida, essa é a pomada especial que vai ser absorvida pela sua vagina para te preparar para produzir leite.

Ela enfia o consolo em mim, apesar da espessura ele desliza para dentro. Ela então empurra o êmbolo e eu sinto o creme me preenchendo e gozo de novo.

— Agora só temos que esperar um pouco. Vamos fazer uma pouco de estímulo para você ir se acostumando.

Ela então pega dois tubos com ventosas nas pontas e coloca nos meus mamilos. Eles começam então a sugar os meus peitos e essa sensação, junto com os objetos na minha boceta e no meu cu vão me deixando com mais tesão, mas sem chance deu conseguir gozar assim.

Acho que dá meia hora e elas finalmente tiram o consolo da minha vagina e o termômetro do meu cu. Depois os eletrodos, mas antes de me soltar ela coloca tipo um OB em mim. Depois, comigo em pé, ela coloca tipo um cinto-de-castidade de plástico.

— Você não pode se tocar nas próximas 3 horas. Não se preocupe. Esse aparato tem um timer e vai abrir no momento certo.

Elas então me entregam o meu vestido, a minha calcinha e bolsa. Não tinha como colocar a calcinha pro cima daquilo, por isso eu coloco só o vestido, sem nada por baixo e saio. No caminho eu vejo o meu reflexo e noto que os meus mamilos estavam quase furando o vestido e o cinto de castidade era bem visível através do tecido justo do vestido.

Continua...

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u/pelletron — 7 days ago

Trabalhando como uma Vaca, parte 1

Clara

Me chamo Clara, tinha 26 anos e estava desempregada, morando na casa da minha mãe, sem namorado e acima do peso. Minha vida estava uma merda.

Eu estava olhando para o site de empregos do governo e encontro uma vaga que oferecia para morar no emprego e o salário era ótimo, resolvia todos os meu problemas. Era uma empresa chamada Health Milk. Eu não entendia nada de leite, só sabia tomar ele, mas aplico assim mesmo, minto no CV e tal. Coloco uma foto com uma blusa da alcinha, quem sabe ajudava, hehe.

E funciona. Me chamam e eu vou com a mesma blusinha e sem sutiã para dar sorte. Se a pessoa contratando fosse homem, isso podia fazer ele não perceber que eu estava inventando tudo no meu currículo.

Mas quando eu vou para entrevista, vejo que era uma mulher. Dona Abigail, que era a proprietária da empresa. E meu deus, que peitos enormes! Ela estava de camisa branca e saia de alfaiataria, mas a camisa mal conseguia conter os peitos dela.

— Vejo que a senhora veio preparada para o emprego — Ela diz

Eu não entendo nada e só sorrio.

— Você já provou o nosso produto?

— Não, ele não vende perto da minha casa.

— Sim o nosso produto é bem exclusivo.

Ela então abre um frigobar e me dá uma garrafinha super elegante. Eu abro e bebo o líquido. Era definitivamente leite, mas diferente de tudo que eu havia bebido.

— DIfferente, não é?

— Sim, o que é?

— O segredo é leite humano.

— Como assim?

— Sim, nós temos uma equipe de funcionárias que produzem esse leite especial, perfeito para humanos, não para bezerros. E vejo que a senhora tem bastante potencial para atuar na nossa equipe.

Puta que o pariu. Eu não devia ter vindo só de blusinha.

— Mas eu não produzo... leite.

— Esse é o nosso segredo, temos uma droga que permite mulheres produzir leite sem gravidez.

— Mas isso é legal?

— Claro, a última reforma nas leis trabalhistas... bem acho que você sabe.

— Sim.

— Posso avaliar a sua capacidade para o trabalho?

— Tudo bem...

A mulher então pega nos meus peitos por cima da blusinha, mas depois ela sobe a minha blusa e pega direito nos meus peitos, avaliando eles com as mãos, medindo eles e até aperta e puxa um pouco os meus mamilos para ver o comprimento deles. Eu fico morrendo de vergonha.

— Clara, posso de chamar de Clarinha?

— Sim senhora.

— Ótimo, não precisamos de formalidades, me chama somente de Bia.

— Ok.

— Você é uma pessoa que eu vejo que tem muito potencial para a nossa empresa, deixa eu te fazer uma proposta.

Ela então escreve um valor em um papel e nossa, era  4 vezes mais do que eu ganhava no meu último emprego e além disso eu ia poder morar na empresa.

— Nossa, isso é... ótimo, eu aceito.

— Excelente, aqui está o endereço da clinica que faz o exame laboral e também aplica a substância para te preparar para o trabalho.

Eu então saio de lá, com um papel com um endereço e feliz de poder finalmente sair da casa da minha mãe.

continua...

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u/pelletron — 9 days ago

Camila

Minha esposa Camila é de uma família tradicional, quatrocentona, mas eu a vejo usando uniforme de empregada de sex-shop e uma coleira. Claro que a patricinha da minha esposa faz tudo errado e é constantemente humilhada pela nossa empregada, que só assiste segurando um chicotinho, acertando a minha esposa de tempos em tempos para fazer ela trabalhar melhor.

Eu só assisto com tesão a minha mulher se submeter a deusa morena que era nossa empregada. No final, Renata levava a minha mulher para o quarto, deitava na nossa cama com as pernas abertas a fazia a minha esposa chupa-la. Eu ai até a porta e assistia, colocava o meu pau para fora e começava a me masturbar, Renata então fala:

— Vem aqui e enfia o pau no cu da sua esposa. Acho que assim ela vai pelo menos sentir alguma coisa.

Eu vou até lá. Toco no sexo da minha esposa e sinto ela escorrendo de tesão, algo que eu nunca tinha conseguido fazer com ela. Lubrifico o cu de Camila usando o mel da boceta dela e então,  com autorização da empregada, faço algo que eu nunca pensei que ia fazer com a minha esposa certinha, enfio o pau no cu dela.

Camila tenta gemer, mas Renata enfia a cara dela na boceta dela. E então eu simplesmente gozo. Renata me humilha, fala que eu não tinha como satisfazer nenhuma mulher.

Depois disso elas mudam de posição, Renata faz uma tesoura com Camila, eu assisto as duas transando e a empregada dando prazer para a minha esposa, o prazer que eu não conseguia dar para ela.

Na dia seguinte a empregada ordena que a minha esposa me masturbasse 3 vezes por dia e coletasse toda a porra em um copo. No final do dia, ela avaliava a minha produção de porra e depois fazia a minha esposa beber toda a porra fria. As vezes ela não conseguia me fazer gozar 3 vezes com a mão, por isso Renata mandava ela usar a boca. Quando isso falava, a minha esposa enfia um dedo no meu cu até eu gozar.

Com o tempo eu passo a durar mais e Renata passa a permitir que eu coma o cu da minha esposa, ao mesmo tempo que ela vinha com um cinta-caralho e lhe fodia a boceta.

Mas quando a gente recebia visitas, tudo voltava ao normal, Renata voltava a ser a nossa criada, Camila voltava ser a patricinha mimada e eu voltava a ser o anfitrião, a não ser que a minha esposa recebia os nossos amigos com um vibrador enfiado na boceta e um plug no cu e eu com uma gaiola prendendo o meu pau. 

Agimos como perfeitos anfitriões, só eu noto as diferenças de atitude da minha esposa por estar o tempo todo com o vibrador le estimulando, mas sem deixa-la chegar no orgasmo.

Quando os hóspedes saíam, Renata fazia nós dois tirarmos as roupas chic e ficarmos nus na frente dela. Camila tira o uniforme de empregada, por baixo ela estava com um arreio de couro, similar ao que ela havia comprado para a minha esposa, mas na empregada o couro mal consegue conter os peitos dela e também emoldura a boceta carnuda lá em baixo.

— Olha para vocês dois! A esposa não tem peitos, corpo de garoto e o marido tem uma pica ridícula que não consegue ficar dura o tempo suficiente para satisfazer uma mulher!

Renata me algema em uma cadeira e solta a gaiola que prendia o meu pau. Ele imediatamente vai para cima. Renata então tira o vibrador de dentro da boceta  da minha esposa. Eu olho para a boceta dela, agora sempre raspada, toda arreganhada por ter sido preenchida pelo objeto por todo aquele tempo.

— Vamos ver se você agora consegue satisfazer uma mulher.

Minha esposa então senta no meu colo e enfia o meu pau na boceta e pela primeira vez a gente consegue transar. Eu não gozo imediatamente, Camila se fode no meu pau como uma puta e pela primeira vez goza com o meu pau. 

Camila me beija de uma maneira apaixonada, como nunca havia feito.

Renata me solta e diz:

— Agora você dois tem que me agradecer, eu quero a putinha chupando a minha boceta e o corninho mamando as minhas tetas como uma garotinho.

Fim.

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u/pelletron — 19 days ago

Estou tendo um caso com a minha empregada Renata. Caso é exagero, ela me deixa chupa-la e as vezes me masturba. Ela diz que o meu pau é muito fino e curto para lhe dar prazer e ela tocar o meu pinto já é mais do que eu mereço.

O problema é que estou viciado nessa deusa morena, bem mais sexy do que a minha mulher branca, magra e sem peitos. E aceitava ser humilhado por ela escondido da minha esposa Camila.

Com o passar dos dias, o uniforme de Renata ia ficando mais curto e justo. Eu acho que ela estava alterando ele. Não tenho coragem de falar nada pois cada mudança eu ficava com mais tesão. A minha esperança era que a minha mulher reclamasse, mas ela nunca fala nada.

A empregada ficava me dando flashs das calcinhas minúsculas que ela usava por baixo do uniforme, menos nas vezes em que estava sem nada por baixo, o que era um sinal que ela queria que eu a chupasse.

Uma vez eu me canso disso e tento toma-la a força, Renata só ri e diz:

— Hmm virou hominho, é?

E pega no meu pau. Eu imediatamente gozo na mão dela. Renata diz:

— Nem tenta vir com e essa pica fina e curta, você nunca vai me satisfazer.

Ele então raspa os pelos na minha virilha e até no meu saco e desenha carinha no meu pau. Até coloca uma gravatinha nele, falando que a minha pica não servia para nada. Depois disso eu sou mantido raspado, fico com medo da minha esposa falar algo, mas ela nem repara. Não que a gente se visse nus com frequência. Nem lembro a última vez que transamos.

Um dia, quando a minha esposa havia saído para fazer compras, a empregada me manda tirar a roupa e sentar em uma das cadeiras de madeira da sala. Ela então amarra os meus punhos atrás do encosto e começa a ridicularizar o meu pau. Ela então fica batendo nele como um joão bobo com as mãos.

A empregada tira toda a roupa e fica peladinha. Eu vejo aquela boceta perfeita, toda lisinha e o meu pau fica ainda mais duro.  Ela pega uma corda e amarra o meu pau bem na base e depois senta na minha frente segurando a corda. Ela abre bem as pernas e se toca com uma mão enquanto puxa a corda com a outra, apertando a inda mais o meu pau latejante.

A campainha então toca. Eu entro em pânico pois podia ser a minha esposa, e era. Camila simplesmente entra e não fala nada de me encontrar nu e amarrado na sala. Renata diz:

— Comprou o que eu mandei?

— Sim, senhora — Responde a minha esposa de família quatrocentona para a empregada.

Ela então abre a sacola e tira arreio de couro de corpo inteiro. Depois ela tira toda a roupa e eu tenho uma surpresa, minha esposa estava completamente raspada. Eu nunca havia visto ela assim, Camila sempre deixava uma penugem loira lhe cobrindo o sexo. Mas agora ela estava completamente liso, o bocetinha dela de boneca completamente exposta. Não consigo parar de olhar enquanto ela veste o arreio que lhe deixa os peitinhos para fora, depois desce pelo tronco dela e termina em uma triângulo de couro lhe emoldurando a boceta sem cobri-la.

Depois ela tira um par de algemas e duas coleiras de cachorro da sacola. A empregada então coloca uma na minha esposa e também prende os punhos dela para trás  e depois a outra coleira em mim.

— Vocês agora são meus doguinhos.

Ela então puxa a minha esposa pela coleira e faz ela se ajoelhar na minha frente:

— Passa a lingua na ponta dessa pica ridícula, mas só passa, não enfia esse pau minúsculo na poca.

Minha esposa então toca o meu pau com a boca pela primeira vez. Eu imediatamente gozo e derramo a porra no chão.

— Doguinhos maus, olha a sujeira que vocês fizeram! — Ela olha para a minha mulher e diz: — Limpa agora, com a língua!

Renata coloca a minha mulher deitada no chão para ela lamber a minha porra derramada. Depois me solta e me faz chupar a boceta dela.

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u/pelletron — 21 days ago

Me chamo Roberto, na verdade Robert Vasconcelos III. Sou de uma família rica e casei com Camila, uma mulher do mesmo nível social que eu.

Nenhuma de nós é particularmente atraente. Eu sou magro e muito branco, ela também é seca, sem peitos, igualmente branca, só que loira. Não temos filhos pois o nosso sexy drive é extremamente baixo.

Tudo era normal na nossa vida até que a empregada, a mesma que a gente tinha desde que nos casamos, morre. Damos todo o apoio a família, eu pego pelo velório e logo depois começamos a procurar uma nova empregada.

A empregada da minha mãe recomenda uma parente dela. Conhecia Maria fazia anos e portanto eu não tenho coragem de rejeitar a recomendação dela mesmo depois de ver a garota: Morena peituda com cinturinha fina e bundão. Ela poderia ser um problema em casa, mas eu sinto algo que nunca havia sentido antes.

Peço para a minha esposa entrevistar a empregada também, com a esperança dela rejeitar a moça por ser... bem... inapropriada.  Mas Camila adora Renata e ela começa a trabalhar em casa.

Eu fico muito tempo em casa, pois gerencio os negócios da família no meu home-office. Não havia problema com a nossa empregada velha, mas agora, eu acabava olhando para o corpo de Renata e isso me excitava enormemente. As leggings não faziam nada para esconder aquela bunda fantástica, a camiseta deixava vem visível os sutiã.

Decido que ela tinha que usar um uniforme, só que acho que teve um problema na escolha do modelo, pois os peitos dela ficam quase estourando os botões do uniforme e a saia ia até só metade das coxas dela.

Um dia eu derrubo a xícara de café no chão e chamo Renata para limpar.  Ela fica de quatro no chão para limpar a mancha de café com o pano e eu vejo que por baixo do uniforme a empregada estava com cinta-liga e uma calcinha preta toda enfiada no meio da bunda fantástica dela. Meu pau imediatamente fica duro, bem mais duro que jamais havia ficado com a minha esposa.

A empregada se levanta e fica na minha frente, ela solta o pano sujo no balde, mas fica bem na minha frente, invadindo o meu espaço pessoal. Eu não sei o que fazer, apesar de estar trabalhando, ela tinha um perfume de sexo, então do nada, Renata pega no meu pau por cima da minhas calças.

— Acho que o patrão gostou do que viu.

Ela então abri a minha braguilha e pega no meu pau.

— Que pica mais fina e ridícula — Ela me humilha, mas isso me dá mais tesão.

Renata então me dá 3 estocadas e eu gozo na mão dela.

— Tira a minha calcinha!

— Eu... — Gaguejo

— Eu não posso fazer isso, vou sujar o uniforme com a sua porra.

Eu então me abaixo, coloco as mão por baixo do uniforme da empregada, encontro as abas da calcinha e a puxo para baixo, não ouso olhar para a boceta dela.

— Me dá.

Eu entrego a calcinha e ela limpa a minha porra da mão dela e depois joga a calcinha esporrada no balde e vai embora.

Fico sem saber como reagir. Por um lado eu havia demonstrado desejo para a minha funcionária, por outro... eu havia sido abusado por ela.

Depois de um tempo saio do quarto, com medo de encontra-la, mas a vejo imediatamente na sala, passando pano nas estantes. em cima de uma escadinha. Eu lembro que ela estava sem calcinha e fico com o pau duro de novo.

Ela percebe que eu estava olhando e se inclina para frente, me mostrando a boceta raspada e o cuzinho. Ela então chega até mim e diz:

— Vai fazer alguma coisa?

— Eu sou casado...

— Eu sei.

Ela então vai embora e eu fico ali, com o pau duro, sem coragem de fazer nada. Naquela noite eu tento transar com a minha esposa, mas ela diz que estava com dor de cabeça.

No dia seguinte eu tenho a impressão que o uniforme de Renata havia ficado ainda mais curto. Minha esposa estava em casa, mas mesmo assim Renata aproveita os momentos em que a minha esposa não está perto para abaixar e me mostrar que estava novamente cinta-liga, mas agora com uma calcinha transparente.

Eu fico com tesão, mas ao mesmo tempo com medo de Camila me ver olhando para a bunda da nossa empregada.

Depois do almoço, Camila diz que vai sair de casa. Eu espero um pouco no meu escritório e depois saio para ver onde Renata estava.

Encontro ela deitada na espreguiçadeira na varanda, completamente nua e com as pernas abertas, como se estivesse me oferecendo a boceta raspada.

Não tinha perigo de ninguém ver pois o meu apartamento estava acima dos outros, mas a imagem dela nua do lado de fora, sem o menor pudor é extremamente erótica.

Abro a porta da varanda e chego perto, a empregada abre mais as pernas, eu vejo cada detalhe dos lábios da xoxota dela, mas ela então diz, com tom de comando:

— Me chupa!

E eu me ajoelho diante daquela deusa dos sexo e bebo o néctar da boceta dela, tentando faze-la gozar antes da minha esposa voltar para casa.

Renata

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u/pelletron — 23 days ago