
Trabalhando como uma Vaca, parte 4
Eu estou vestindo o meu "uniforme": gargantilha com sininho, espartilho com padrão malhado de vaca, as minhas tetas para fora, uma micro-saia jeans que mal cobria a minha bunda, arquinho com orelhinhas e por fim, o plug anal com o rabinho de vaca. Sim, eu tinha que usar tudo isso para o meu trabalho.
A sala de ordenha é um grande salão, cada uma das funcionárias senta em uma sela, com os braços presos para trás, fazendo os peitos ficarem empinados e em cada uma delas, maquinas de ordenas presas nos peitos, ordenhando cada uma das garotas para produzir o produto da empresa, o Health Milk.
Mas não era só isso, somente uma ordenha. Em cada uma das selas havia um cacete preso na base. A gente tinha que sentar e deixar o pau falso entrar nas nossas bocetas. Tinha também a mangueira de alimentação, que era basicamente um balgag ligado à uma mangueira. Enquanto o líquido era sugado das nossas tetas, a mangueira nos alimentava com um líquido rico em proteínas, vitaminas, hormônios e drogas. A sim, o líquido tinha gosto de porra.
Por fim, cada leiteira usava um óculos de VR e durante a ordenha ele nos mostrava pornografia hardcore ao mesmo tempo em que o cacete falso vibrava dentro da gente. A gente era ordenhada por uma hora por sessão e era como estar em um longa foda todo esse tempo, mas sem conseguir gozar, sempre no limite, mas sem chegar ao gozo. Tudo isso para produzir os hormônios que eram o segredo do produto. Quem bebia o leite se sentia energizado e com tesão, pronto para transar. Bem mais eficiente que viagra e também funcionava tanto para homens como para mulheres.
Depois de cada ordenha, a gente era retirada da máquina, era tudo higienizado e outra garota subia. Depois disso tínhamos uma pausa para descansar e voltávamos para a sala de ordenha como assistente de uma outra garota na ordenha.
Todas faziam todas as tarefas, só haviam leiteiras na sala, por isso eu não tinha vergonha de estar vestida daquela maneira, pelo menos não no início, até que me mandam ir na casa principal pegar algo e eu não tinha outra roupa para usar lá. Todas as garotas andavam normalmente pelo complexo com a mesma roupa da ordenha, as tetas sempre para fora e a saia que mal cobria a nossa bunda, nem o rabinho a gente podia tirar. Só que na fazenda havia todo tipo de gente, faxineiros, cozinheiras, administrativo, entregadores, etc. Eu era bem putinha, mas isso me deixava morrendo de vergonha.
O leite valia mais do que ouro, por isso a empresa podia nos pagar um ótimo salário, mas por isso a outra área só com mulheres era a parte de processamento e embalagem. As garotas que trabalhavam lá eram as que não tinham mamas grandes o suficiente para produzir leite ou algumas leiteiras que haviam perdido capacidade de produção. As mulheres lá ou pareciam muito novas e sem peito, com com as tetas caídas de tanto ter produzido leite.
Com o leite valia mais do que drogas, as garotas lá trabalhavam nuas, só com uma toquinha e um avental transparente para evitar roubos. Todas sem nenhum pelo abaixo do pescoço, a depilação era regra da empresa para eles e para nós, leiteiras também. Mas as garotas trabalhando no processamento, todas tinham piercings nos mamilos para indicar que elas não trabalhavam como leiteiras.
Mas a maior vergonha era quando a gente tinha "visitantes", pessoas que pagavam uma enorme quantidade de dinheiro para visitar a fazenda e provar o produto direto da fonte. Os visitantes, a maioria homens, mas havia algumas mulheres. Eles visitavam a sala de ordenha, todas nós praticamente nuas, eles inspecionavam as garotas sendo ordenhadas, passavam as mãos nas tetas dela, as vezes até no grelo exposto da garota, que nem sabia o que estava acontecendo por causa das drogas e do óculos de VR.
Uma era escolhida, o visitante ia para a sala VIP e a gente tirava a garota da máquina de ordenha ela se refrescava e ia para a sala servir o cliente.
Eu vejo isso acontecer várias vezes até que uma vez eu sou a escolhida. O cliente era um homem de meia-idade, cabelos grisalhos, mas todo malhado e bronzeado. Tinha idade para ser o meu pai, se o meu pai fosse rico e não um fodido.
A moça que me prepara diz: — O cliente pode te tocar enquanto consume o produto, na verdade essa é a melhor parte! Mas ele não pode te comer em hipótese alguma. Eu vou junto com você para acompanhar e garantir que vai ser tudo de acordo com as regras.
Vou até a sala, usando o meu "uniforme" de trabalho e encontro uma sala muito bem decorada, com luz suave e um divã no meio. Eu direcionado para ele e me deito, o "cliente" senta em um banco do lado e se inclina e começa a a sugar o meu peito.
Sentir uma boca humana nos meus peitos de leiteira é completamente diferente da máquina e eu sinto a minha boceta ficar toda meladinha. Logo depois eu sinto a mão do cliente na minha boceta, ele começa a me masturbar enquanto me mama. Eu gozo duas vezes nos dedos dele.
O cliente suga todo o leita das minhas duas tetas e então fica em pé e coloca o pau para fora.
— Me chupa — Ele diz
Eu olho para minha colega que havia assistido à tudo e ela diz:
— Tudo bem com a boca, só não pode pau na boceta.
Eu então engulo o pau do cliente, toda gulosa. Chupo ele até a base da pica, engolindo o pau inteiro, mas louca para tê-lo na minha boceta. O cliente goza na minha boca, um monte de porra, eu engulo tudo. Quase engasgo com a porra.
O cliente sai, a minha colega então chega em mim e diz:
— Você trabalhou muito bem, merece um bonus da empresa.
Ela então coloca a teta na minha boca e eu chupo o leite dele. Meu tesão vai para as alturas, agora eu entendo o poder do nosso leite especial. Depois de me deixar beber só um pouco, ela se coloca entre as minha pernas e chupa a minha boceta. Eu tenho o melhor orgasmo da minha vida com uma mulher e nem sou lésbica.