
u/richouchla

Meu sobrinho agora mora comigo V
Levantei atrasado pro emprego, muita for de cabeça e corpo dolorido. Aos poucos as memórias da madrugada iam assentando e eu percebia a merda que eu fiz, o que era um negócio absurdo agora era público e num momento que eu ainda tava racionalizando o tesão que eu sentia pelo meu sobrinho Eduardo.
Rolei na cama, como que numa tentativa de esquecer tudo isso. Só queria resetar o mês.
Saí do quarto e aparentemente a cena do crime estava limpa, a casa estava brilhando e até o sofá agora tinha uma manta por cima, talvez pra cobrir as manchas de porra e suor.
Eduardo podia ser o maior punheteiro, fudedor da região, mas era um menino esforçado, que tava fazendo de tudo pra ficar ali. Não sei nem como ele conseguiu limpar tudo de madrugada. Bom, bom de cachaça ele era, então talvez curou a pinga rapidinho.
Ouvi roncos do escritório, era o safado. De alguma forma eu fiquei feliz de ter ele por ali, mesmo em meio a toda essa turbulência afetiva que eu tava vivendo pela vinda dele, eu gostava da companhia dele e pela primeira vez eu não tava desconfortável em estar sozinho.
Talvez essa putaria dessa noite tivesse selado esse momento confuso de tesão entre a gente e enfim as coisas iriam se acalmar.
Vesti um terno cinza, antes disso ainda passei na Bella Paulista, tomei um café reforçado e então rumei pro departamento público onde eu trabalhava. O dia tava nublado, mas todos os dias por aqui são meio cinza mesmo...
Chegando no trabalho decidi passar no Psicossocial, pra chamar a Andressa pra um lanche depois. Acho que é o mínimo depois de tudo. Chegando lá me informaram que ela não tinha ido, estava com dores lombares e tinha colocado um atestado de três dias. Vagabunda, pensei comigo dando um sorriso pra colega dela. Tomou tanta pirocada que arriou. Hahahahah!
Voltei pra minha sala, dei andamento em alguns processos e meu celular toca. Era Eduardo.
-E aí fedelho, dormiu bem?
-Queria ter dormido com você, mas tu trancou o quarto.
-E botar cheiro de buceta na minha cama?
Ele riu, ficou calado, depois de uns segundos falou.
-Desculpa por ontem, quando eu fico bêbado eu perco a noção. Sua amiga também não ajudou, ela tava secando meu pau desde quando chegou.
-Ela é uma puta, mas é uma grande pessoa. Não te preocupa com isso, estranho seria se você não descesse a pica nela, gostosa daquele jeito...
-Tinha tempo que eu não comia buceta, acho que judiei muito da dela. Ela pediu pra chupar, mas eu mordi, dei tapa também, descontei todo tesão que eu tava por você... Ele calou de novo.
-Eu também quero você, fedelho...
Ambos ficamos calados por uns segundos.
-Só que tio, eu vou ter que ir pra casa hoje.
-O que aconteceu?
-Minha mãe me ligou e perguntou se eu posso ficar uns dias lá antes das aulas começarem na próxima semana. Ela não conseguiu mandar minhas coisas ainda, vou aproveitar e buscar.
Será se ele tava com medo de mim? Será se eu fiz alguma merda?
-Eu fiz alguma coisa ruim?
-Não, tio. Eu queria ficar, mas sinto que é importante voltar da maneira certa. Se você ainda deixar, eu quero voltar pra você próxima semana. Posso?
-Mas você já tá indo?
-É... Eu consegui uma carona por aplicativo que sai antes de meio dia.
-Resolve tuas coisas e volta pra mim. A gente precisa resolver uma coisa que ficou pela metade.
Ele respirou fundo do outro lado.
-Eu volto. Beijo!
Passei o resto do turno pensando como eu tava caído pelo fedelho. Nunca na vida algum homem me deixou assim. Tinham alguns entraves, mas eu queria ver até onde isso ia dar. E eu tinha muito afeto pelo moleque, queria ver ele feliz.
Não fui pra academia, voltei direto pra casa. Além de escuro, tudo vazio. Pouco tempo que o moleque tava em casa já tinha feito estrago, eu tava com saudade do cheiro dele, do cheiro da pica dele, do sorriso malandro.
Fui até o escritório e a cama tava lá, arrumada. Em cima da cama uma cueca preta slip toda suja de porra.
-Fedelho filho da puta! Ri muito alto!
Sentei na cama dele, cheirei a cueca muito profundamente.
O cheiro de porra seca ainda era muito forte. Esfreguei a cueca dele no rosto, enquanto tirava minha roupa.
Deitei na cama dele ainda cheirando a cueca esporrada e comecei a me punhetar.
Lambia a cueca e a porra, esfregava nos meus peitos enquanto o barulho da minha pica era alto.
Meu telefone toca, era Eduardo. Chamada de vídeo.
-Oi, tio, tô em casa! Já tô com saudade.
-Chegou bem? Falei arfando.
-Cheguei sim.
-Tá tudo b-e-m aí?
Ele percebeu que eu tava suado.
-Sim. Achou meu presente?
-Você tá sozinho?
-To no meu quarto.
Ouvi barulho da porta sendo trancada.
Assim que ele voltou pro vídeo eu comecei a lamber a cueca dele na câmera.
-Seu puto desgraçado. Meu pau perto de você esperando você abocanhar ele e você nada.
-Eu não falava nada. Mostrava minha pica vermelha e dura na câmera.
-Punheta essa pica com a minha cueca, meu puto.
Eu não acredito que tava obedecendo um moleque. O poder que ele tinha sobre mim não poderia ser normal.
Como uma puta eu apoiei o celular na cama e comecei a punhetar meu pau com a cueca dele, que já tava molhada de novo do meu pré gozo.
-Isso, putinho. Esse pau é meu. Esfrega minha cueca no cu, mostra ele pra mim!
Levantei meu bundão de macho peludo pra cima com um braço e abri meu cuzinho rosa com a outra mão.
-Meu puto. Esse cu é meu! Quando eu voltar eu vou te deixar aberto.
Essas palavras entravam no meu ouvido e me deixavam maluco.
-Eu não dou o cu, fedelho.
-Mas eu não sou qualquer um. Eu sou seu macho!
Eu via tesão puro de dominador pela câmera dele.
Cuspi no dedo e comecei pincelar meu cu com ele.
Ouvi respiração forte dele.
-Ai que delícia porra, deda esse cu pra mim, vai!
Enfiei o dedo no cu. Nunca tinha dado o cu, sempre fui ativo. A sensação foi de dor. Gemi alto.
-Tá doendo, fedelho.
-Não enfia mais, porque eu que quero fazer doer.
-E vou sentir tesão? Depois de doer vai ser bom. Ele delirava falando.
-Então posso gozar com o dedinho no cu?
-Goza, filho da puta.
Enquanto enfiava o dedinho no cu eu gemia bastante, quando sinto o gozo vindo como uma lava quente.
-Vou gozar, Edu, vou gozar!
-Goza meu puto, goza pra mim!
Peguei a cueca dele e gozei em cima dela, socando ainda o dedo no cu. Foi uma gozada imensa.
Limpei meu pau com a cueca e desliguei.
No banho passei o dedinho com sabonete líquido no meu cu, que pela primeira vez começou sentir tesão. Eu precisava dele, eu queria ele dentro de mim.
Fui dormir pensando no Eduardo, cheirando a cueca dele.
CONTINUA
Meu sobrinho agora mora comigo IV
Bebemos, comemoramos verdadeiramente a chegada do Edu. Andressa parece que tinha se dado muito bem com ele, e ele com ela. Não a culpo, a personalidade do Edu é magnética. Se você não se policiar, em alguns minutos já tava capturado por aqueles olhos pretos. O jeito rebelde dele era charmoso demais, às vezes eu me pegava só olhando ele e rindo comigo mesmo de como ele era bonito. Nem parece que horas atrás eu tava me pegando com ele no sofá.
O álcool foi entrando e eu acabei deixando pra lá todo tabu e medo que eu tinha de desapontar minha família, eu queria saber onde isso ia dar. Talvez se a gente se provasse ele ia cansar e procurar outros boys pela cidade, então poderíamos somente ser tio e sobrinho de novo? Era o que eu imaginava. Tava na verdade procurando motivos pra poder continuar sem peso na consciência, a chupar a boca carnuda dele e o frio do ferrinho do piercing nos meus lábios. Eu queria cheirar o cabelo dele de novo, morder os lábios dele. Eu estava desesperadamente tentando encontrar de novo uma forma de fuder.
-Então, Edu, você é gay, hétero? Andressa perguntou rindo.
-Eu gosto de tudo. Falou rindo.
Claro que ele seria bissexual, e nós três somos bissexuais nessa sala. Três bissexuais perigosos, pensei comigo.
-E o que você gosta quando tá com um homem e uma mulher? Andressa insistia.
-Com mulher eu gosto de ser ignorante, dar tapa, morder o peito da puta, segurar os peitos e bater na minha cara. Com mulher eu gosto de dar tapinha na buceta, chupar buceta com gosto e mandar pica. Ele não falou brincando, ele falou isso diretamente olhando pra ela.
E ela arrumou os peitos pra mostrar o decote mais ainda. Deu pra perceber que ela tava com tesão, eu conheço essa vadia de perto. Já comi a buceta dela, já leitei o cu dela.
-Que foi? Falei alguma coisa errada? Ele ria alto.
E continuou:
-Com homem é diferente, eu quase não fiquei com homem na vida. É claro que eu sou puto, mas com um cara que eu gosto eu penso primeiro em dar prazer pra ele.
Eduardo falou isso olhando diretamente pra mim de novo.
Que merda, eu um cara de quase dois metros, todo parrudão, caído pra caralho por um pigmeu.
O álcool tava me deixando muito alto e eu tava ficando de pau duro de novo.
-Opa, alguém acordou aí? Andressa riu passando a mão na minha bermuda.
Eu tirei a mão dela instintivamente.
-Acho melhor pararmos. Amanhã é cedo, Andressa.
-É, então só mais um shot. Não é como se eu tivesse trazido duas calcinhas pra ir direto daqui pro trabalho amanhã.
Eduardo só olhava essa zorra toda e ria sentado no sofá. Ele tava adorando me ver caído por ele, ele sabia que tinha me dominado.
Viramos mais um shot, e outro, e outro e eu não lembro de muita coisa.
-Que merda, Eduardo, tu é muito bom pra cachaça!
Lembro do Eduardo me levando pra minha cama, fechei os olhos e dormi.
Acordei não sei que horas, tava tudo escuro, menos na sala.
Ouvi barulhos.
Ouvi gemidos.
Não pode ser.
Não pode ser, Eduardo.
Pensei que estava ainda muito bêbado e poderia ser coisa da minha cabeça, fui levantando aos poucos e os gemidos abafados estavam vindo da sala.
Abri a porta com cuidado, ainda bêbado. Apenas as luzes quentes estavam acesas.
Eduardo tava deitado por cima da Andressa no sofá. Eu vi um peito imenso esparramado pro lado, enquanto ele beliscava a aureola preta dela. Enquanto isso ele estocava a pica na buceta vermelha dela.
Eu sentia cheiro de pica e buceta, ele não tava usando camisinha.
O sofá tava molhado de suor ou pré gozo, eu não sei o que era.
Ela tentava gemer e ele dava tapa na cara dela, enfiava três dedos na boca dela. A cachorra chupava os dedos dele como se fosse pica.
-Meu tio comeu essa buceta também?
-Hmmm, arrhnnn, comeu, comeu.
-Sabe o que você é? Você é uma puta.
-Eu sou, eu sou uma puta.
-E puta dá a buceta pra homem.
-Sim, eu dou a buceta pra homem.
-Meu tio é meu, o cu dele é meu e sua buceta agora é minha também.
Ela tentava gemer e ele enforcava ela, ela tentava mais ainda.
Atrás da porta eu comecei a bater punheta. Aquilo era surreal demais pra ser verdade.
Eu tava com ódio dela por dar pro meu sobrinho, eu tava com raiva dele por fuder a buceta dela. E eu tava queimando de tesão assistindo aquele aquele macho peludo estourando a buceta da minha melhor amiga.
A bunda do Eduardo era muito peluda e quando ele estocava eu via ela abrindo e fechando, desejei muito chupar aquele cu.
Ele não cansava, estocou por minutos e sempre falando baixo com ela como ela era uma vadia.
-Me dá seu cu, Andressa. Ele não pediu, ele mandou.
Só que o cu dela era meu, só meu.
Saí detrás da porta com o pau grosso em riste e eles se assustaram.
-O CU DELA É SÓ MEU, SEU FEDELHO MALDITO!
Ele soltou a maior risada até então.
Ela tava de olhos fechados, como que não acreditando naquilo tudo.
Ele fez menção em tirar o pau dela, mas foi só pra encaixar ele sentado e ela deitada. Deu um tapa na cara dela enquanto me puxou pela mão pra ver de perto ele torando a buceta vermelha de tanto tapa e mordida.
-Olha tio, eu sei comer buceta também.
-Desculpa, cara, ele começou. Ela ainda de olho fechado falando, enquanto tomava madeirada do novinho.
-Andressa, olha pra mim.
Ela olhou de baixo pra cima e viu um pau muito grosso, um grande saco.
-O seu cu é meu!
Ela abocanhou o meu pau com toda sede do mundo.
Ela mordeu meu pau também, o que doeu, mas eu senti mais tesão.
-Vou mostrar quem manda nessa casa, fedelho.
Eduardo tava com os olhos brilhando pra mim. E gemendo mais do que nunca enquanto estocava nela e me via botando a puta pra mamar.
Segurava ela pelos cabelos e forçava a boca dela até a base do meu pau. Ela ensaiava vomitar e eu enfiava mais na garganta dela.
-Tá vendo como ela é minha puta?
Apoiei meu pezão 43 no outro lado do sofá e desci com meu rabo na cara dela.
-Sabe essa boquinha que te beijou, seu moleque fedelho? Passou no meu cu várias vezes.
A língua dela encontrou meu cu e começou a chupar desesperadamente ele, de cima pra baixo eu descia.
Eduardo não falava nada, mas ria muito alto e gemia também. Ele não parava de meter. Os pentelhos dele tavam todos molhados de melzinho de buceta.
-Tá vendo como ela é puta? Minha puta.
Ele deixou de apertar os peitos dela e começou a tocar punheta pra mim.
-Isso seu porra. Eu mando aqui. Bate pra mim enquanto come a buceta dela.
Pela primeira vez desde que ele chegou ele entendeu quem mandava na casa, ele entendeu a razão de eu ter vencido na vida, e eu via isso no olhar dele.
Saí de cima dela e empurrei ele. O barulho do pau dele desengatando foi alto.
Puxei Andressa pelas duas pernas.
-Cospe na minha mão. Gritei pra Eduardo.
Ele cuspiu na minha mão. Eu peguei o cuspe e levei até o cu suado dela.
Andressa tava em estado de transe, nem nos sonhos dela imaginou ser feita de boneca sexual por tio e sobrinho.
Estoquei meu pau de uma vez.
Andressa gritou e tomou um tapa pra aprender a não acordar os vizinhos.
Eduardo tava brilhando de suor no braço do sofá socando punheta, enquanto eu acabava com o cu da Andressa.
-Tá vendo como come cu de mulher, Edu? Tá vendo?
Puxei ele pelo cabelo, pra ele ver de perto eu comendo o cu dela.
Afundei a cara dele na buceta da Andressa, enquanto eu fazia barulho comendo o cu dela ele chupava a buceta dela e olhava pra mim de segundo em segundo.
Enquanto ele chupava ela eu dava tapa na bunda dele.
-Esse cu também é meu. Você mora na minha casa, você é meu também!
Ele arrebitava a bunda enquanto levava tapa.
-Eduardo, goza na boca dessa prostituta que eu vou encher o cu dela de porra.
Ele obedeceu e botou ela de novo pra mamar.
Puxei ele num beijo.
Eu podia o cu arregaçado dela, ele fodia a boca.
E a gente se beijava com gosto de pau que passou na boca dela e de buceta.
-T-t-ioooooooooo.
Esporrou a boca, a cara dela.
-Toma também.
Eu olhei pra eles dois e inseminei o cu da vadia de porra.
Devem ter sido, uns cinco jatos de porra no cu dela. Que cu quente!
Continuei metendo por uns minutos até tirar, porra voou no chão.
-Vai banhar essa puta e bota ela no Uber. Eu vou dormir.
Deixei os dois pelados, acabados no sofá e entrei pro meu quarto.
Foda-se tudo, foda-se família, foda-se a moral e o caralho.
Eu tava bêbado, eu tava cheio de tesão e eu nunca mais ia deixar de gozar por causa de nada!
CONTINUA
Quem vem beijar a babinha do meu pauzinho?
Quem vem pra de baixo da mesa me mamar enquanto eu trabalho?
Meu sobrinho agora mora comigo III
Saindo do trabalho passei numa loja de móveis, comprei uma cama. Por enquanto ele ia dormir no escritório. Pensei muito sobre o que tinha rolado e na verdade eu ainda tava meio anestesiado com a situação, meu sobrinho tinha virado um macho peludo comedor de cu. E o pior é que ele queria meu cu.
Mas será o que deu nessa cabeça? Ele é tão confiante assim pra me sarrar sem achar que eu poderia mandar ele de volta pra casa sem pensar duas vezes? Será se por algum momento eu dei a entender que queria dar pra ele? Muitas perguntas ficavam rodando na minha mente e eu não tinha resposta pra nenhuma. No entanto depois de conversar um pouco com a Andressa, acabei me acalmando mais.
Sim, o que rolou noite passada foi errado, mas talvez a gente pudesse começar do zero se tivesse uma conversa. Só que eu não tava achando coragem pra encarar aquele fedelho depois dele ter amaciado meu cu com porra por cima da cueca. Na verdade toda vez que eu lembrava meu cu piscava invariavelmente, meu pau endurecia e eu ficava vermelho de vergonha e tesão. É um tesão que eu não posso aceitar e nem endossar.
-Senhor, vai levar a cama? O vendedor me tirando do transe e olhando diretamente pro meu pau duro na calça social.
-Vou. Vocês entregam quando?
-Hoje mesmo.
-Excelente. Preciso disso hoje lá.
Saí da loja e rumei pra academia, quem sabe malhar um pouco me desse alguma coragem pra falar com ele, pra estabelecer limites e falar que o que aconteceu quebrou todas as regras.
09:00h: Tio, tá por aí? Mensagem no WhatsApp. Acabei esquecendo de responder, ele já tinha mandado algumas.
12:00h: Você tá com raiva de mim? Por acaso? O que eu fiz?
13:00h: Vou comer hot pocket, beleza? Espero que esteja tudo bem.
16:00h: Você vai na academia hoje? Volta que horas?
17:00h: Tio, vieram instalar minha cama. Só tem espaço no escritório, então pedi pra colocar lá. Obrigado por não me mandar de volta... Desculpa qualquer coisa.
-Não tô com raiva de você, Eduardo, eu só não tava mais acostumado a ter hóspede, então esqueci de responder as mensagens. Que bom que já montaram sua cama! Logo tô em casa, tô malhando.
-Tá beleza. Ele respondeu.
Em seguida mandou uma foto dele deitado no sofá da barriga pra cima. Sorrindo, aquele sorriso de cafajeste que eu não sei aonde ele aprendeu. Os pentelhos tavam suados, o suvaco peludo a mostra. "Te espero" dizia a mensagem.
Depois da academia passei no supermercado e comprei qualquer coisa pra gente comer, em algum momento eu ia precisar cozinhar pra gente.
Cheguei em casa do dia e ele tava no banho. Primeira impressão que tive foi um cheiro de pica espalhado pela casa, tinha cheiro de pica no sofá, na poltrona e principalmente no quarto. Eu não sei quanto tesão esse moleque tinha, mas ele passou o dia fudendo a mão dele. Aquilo ainda me inebriava, gostar de homem é bom demais... E eu gostava tanto de buceta quanto de pica. Adorava cheirar bem uma rola antes de lamber a cabeça, amava chupar bem as bolas e descer pro cu lambendo. Eu era um puto também, talvez ele tenha herdado isso de mim.
Barulho do chuveiro parou, ele saiu de lá se enxugando ainda e a toalha só cobria a pica. Vi o corpo dele desenhado na minha frente, enquanto seu cabelo vermelho tava lambido pra trás. Ele era muito bonito, não tinha um corpo definido, mas era forte pro tamanho pequeno dele.
E era a minha toalha.
-Tá usando a minha toalha, fedelho.
-É? Nem percebi. Boa noite tio! Tava com saudade! Ele riu olhando diretamente nos meus olhos.
Enquanto ele fazia contato visual começou a secar a pica bem devagar. Depois se enrolou na toalha e entrou pro quarto.
O frio na barriga atacou de uma vez.
Fui até o escritório e verifiquei que a cama tava no lugar certo e ele já tinha até colocado os lençóis.
Fui até a cozinha e os pratos estavam lavados. Tomei água pensando que ele arrumou a casa toda, talvez o cheiro de pica não fosse de todo mal.
Ele saiu do quarto e foi pro escritório, deitou na cama nova de pernas abertas e de cueca preta.
-Obrigado pela cama, quando quiser usar o escritório é só falar.
-Não se preocupa moleque, eu vou ficar trabalhando na sala e esse quarto agora é seu.
Ele riu apaixonadamente e virou a cabeça pro teto.
-Não sei nem como agradecer o senhor.
-Nós precisamos conversar.
-Sobre o quê? Ele retrucou me olhando com receio.
Meu celular tocou, era Andressa.
-Ei, adivinha quem tá indo pra sua casa fazer o batismo do seu primo com Jack Daniels?
-Andressa, dia de semana, sério?
-Nem pense em desmarcar que eu já tô no metrô. Chego em meia hora. Vamos ficar na mesma página e seu sobrinho vai se sentir em casa.
Talvez eu precisasse mesmo de um porre, não queria ficar sozinho com ele, não sei o que eu faria.
-Tô te esperando, vou liberar a entrada.
Desliguei o celular e ele tava olhando pra mim.
-Minha melhor amiga aqui tá vindo te dar boas vindas. Vamos tomar umas juntos os três.
Ele riu e veio correndo me abraçar.
Senti o cheiro do cabelo dele, ele era muito cheiroso.
-Senta aqui no sofá moleque, bora conversar.
-Do que?
-Você sabe do que.
-Eu não sei. Ele riu maliciosamente.
-Eu sou seu tio. Olhei firmemente enquanto ele me olhava deitado no sofá.
-E eu sou um puto safado. E você gosta disso.
Fisionomia do Edu mudou na hora e eu fiquei sério também.
-Eu sou seu tio. Enquanto você tiver na minha casa você vai ter que respeitar isso, ou eu vou te mandar de volta.
-Mas você não gostou? Eu tenho tesão em você e você em mim. Eu senti na boca o teu pré-gozo, você tava duro igual pedra.
E eu comecei a ficar de novo, com esse confronto. Devia tá maluco, isso não existia.
-Olha, Eduardo... Você acabou de fazer 18 anos, seus hormônios tão em fúria. Eu também já fui safado assim, mas tem alguns limites que nem eu e nem você podemos cruzar. Você pode botar cheiro de pica na casa inteira, socar punheta sarrando meu travesseiro, mas tentar me comer é ir longe demais.
Dei uma acalmada, precisava soltar isso.
Ele olhou pra mim nos olhos.
-Foda-se a nossa família! Eles são só gente inútil que vive de aparência. Por que a gente não pode ser quem a gente quer ser? Fuder quem a gente quer fuder? Você sabe por que minha mãe tava tentando que eu morasse com você? Porque ela viu mensagem no meu celular pra um menino, ela queria me tirar da cidade pra não fazer vergonha pra família.
Ele baixou a cabeça e começou a chorar.
Fui em direção ao sofá, puxei ele pra um abraço e o abraço virou um beijo.
Eduardo parecia que tava beijando pela primeira vez, chupava minha língua como se não fosse viver depois dessa noite. Lambia meu queixo, beijava meu pescoço, puxava meu corpo contra o dele. Acariciava meu cabelo, apertava minha bunda.
Meu pau duro encontrou o dele por cima da roupa, e a dureza dos dois paus agora se sarravam.
Eduardo subia e descia contra meu corpo, que era muito maior que o seu com facilidade, como se tivesse explorando um território que ele muito queria há tempos.
Eu de olhos fechados já não tava pensando mais em família, o que era certo e errado, eu tava entregue aquele fedelho maldito que entrou na minha vida e bagunçou tudo.
Ele tirou minha camisa e desceu pro meus peitos.
-Meu sonho era chupar essas tetas.
Ele falando putaria me deixava mais safado ainda, eu sentia pré gozo já saindo do meu pau e melando a cueca.
Eduardo chupava meus peitos como se fosse um trabalho que ele precisava desempenhar com volúpia. Mordiscava, ia com a cabeça pra frente e pra trás em casa mamilo na sucção. Eu gemia, e não tava gemendo baixo, eu tava imerso num tesão que nunca senti na vida.
-E-du... Arhnnn. Para, Edu.
-Não posso, tio, é meu dever te fazer gozar igual uma puta.
-Fedelho, não.
Me calou de novo com um beijo, puxando meu cabelo pra trás e me fazendo olhar fundo nos olhos dele, só pra eu perceber que já era tarde demais e eu ia precisar resolver isso, mas naquele momento eu era só dele. Eu era o puto dele.
Bihhhhh. A campainha tocou.
Porra, era Andressa, esqueci completamente dela.
Empurrei o Edu pra frente, me recompus imediatamente. Ele sentou no canto do sofá e usou uma almofada pra cobrir a ereção. Eu esqueci completamente da minha bermuda melada.
Abri a porta instintivamente.
-Oi princesa, boa noite!
Andressa olhou diretamente pra minha bermuda.
-Saiu do banho agora?
-É, acabei de banhar.
Ela sacou que tava rolando alguma coisa e me deu um sorriso maligno. Vadia, tenho que tomar cuidado quando ela sente tesão.
-Boa noite, então esse gostoso é seu sobrinho?
-Boa noite, eu sou o Edu. E abraçou a Andressa. E seu pau ainda estava meia bomba.
Eu vi a pressão que o pau dele fez ao encontro dela. E ela percebeu também.
Levantou uma garrafa de whisky e com mais um sorriso maligno olhou pro Eduardo.
-Vamos beber, seu punk! Bem vindo a São Paulo, a terra das oportunidades e putarias!
CONTINUA
Meu sobrinho agora mora comigo II
Não sei o que se passava na cabeça do Eduardo, também não sei o que ele queria tomando a atitude de me atiçar e bater punheta enquanto eu tava do lado.
Eu tava completamente desesperado e um filme passou na minha cabeça, de quando eu comi um cu pela primeira vez, a sensação de frio na barriga de ficar com um cara tava se repetindo e eu não conseguia controlar meu pau, que agora tava duro que nem pedra na cueca e pulsando. Se eu não estivesse de lado ele teria percebido que eu tava acordado por conta da puta ereção que eu tava tendo ali mesmo.
Eu não podia fazer isso com a minha irmã, esse desgraçado fedelho tava mexendo com meu psicológico em menos de um dia morando comigo. Mas a minha vontade era de virar e dar leite pra ele, pra mostrar que a casa é minha, que a cama é minha e que até ele era meu. Mas eu não podia fazer isso, era contra tudo que eu acreditava.
Enquanto eu me paralisado tava imerso em pensamentos absurdos, continuava ouvindo meu sobrinho socando uma punheta, que agora era molhada. Ele cuspia na mão e se punhetava, o barulho da pica sendo friccionada com saliva fazia barulho ainda maior.
O cheiro de pica tava tomando todo quarto, eu não sei o que esse moleque tinha mas era cheiro de pica muito forte, um cheiro que me deixava inebriado e eu nem sou passivo, porra, eu sempre gostei de comer cu, por que meu cu tava piscando pra porra do meu sobrinho inconsequente?
Amanhã eu ia mandar ele de volta pra casa, mas eu não podia mandar ele pra casa de qualquer modo, o que eu ia falar pra minha irmã? Que tipo de tio eu sou se eu não entendo que ele era adolescente e precisava dar vazão a esse tesão todo? Mas por que comigo? Por que ele tá me deixando maluco?
O barulho de punheta continuava, mas agora ele tava gemendo baixinho.
-Arrhnn. Barulho de pica descendo e subindo.
Isso tá insustentável e eu não consigo me mover.
Ouço um barulho, ele tá se movimentando na cama e tá chegando mais perto de mim. Sinto cheiro de suor de suvaco, filho da puta nem pra tomar banho direito. Ele tá ficando de ladinho, tá chegando perto. O cheiro de pica e suvaco era inebriante, e tava cada vez mais perto.
Como um cara de 1,60 conseguia imobilizar um de 1,85, todo entroncado sem nem tocar?
Mas ele tocou.
Senti bem devagar sua coxa encostando na minha e podia sentir os pêlos suados de sua perna colando na minha. Ele com certeza tava se punhetando há muitos minutos pra ficar tão suado assim. Será se ele achava que eu tava dormindo? Por que raios ele tá tentando me encoxar?
-Tio? Ele perguntou bem baixinho.
Fiquei em silêncio e com os olhos bem fechados.
Ele riu baixinho. Parte de mim quer acreditar que ele tava realmente achando que eu tava dormindo, parte acredita que ele era um moleque sádico, que sabia que tinha me dominado.
Senti na cueca uma pressão.
Era a pica do meu sobrinho apertando minha bunda por cima do tecido.
Minha cueca era folgadinha, daquelas que entram na bunda e com ele forçando a pica fina e imensa dele na entrada a cabeça empurrou o tecido pra dentro dela. Agora eu sentia o formato exato da cabeça da pica do Eduardo forçando entrada no meu cu pela cueca.
Aquilo era demais pra mim, meu pau tava duro igual pedra e eu tava queimando de tesão por dentro. Eu queria que ele rasgasse aquela cueca na mão e atolasse a pica dele toda no meu cu. Mas eu não conseguia me mexer, eu continuava refém dessa situação maldita.
-Tio? Ele perguntou baixinho de novo.
Eu continuei em silêncio, mas agora eu sabia que ele sabia que eu tava acordado, porque ele riu mais alto.
Ele passou a mão por cima da minha cintura e segurou meu pau duro.
Congelei.
Por cima da cueca ele começou a acariciar minha pica grossa dura feito pedra. Nessa altura minha cueca já tava toda melada de pré gozo. Ele percebia e de vez em quando levava até a boca dele, eu ouvia o barulho do dedo dele cheio de baba da minha pica sendo lambido.
Onde esse maldito aprendeu a ser tão puto assim?
É meu sobrinho, que inferno. Isso é errado. Mas eu tô queimando de tesão, meu cu tá piscando com esse pau forçando a cueca.
-Hora da brincadeira acabar. Ele falou em tom normal. Parou de acariciar meu pau, como se fosse um castigo por não encarar ele de frente. Ele sabia exatamente o que tava fazendo comigo, tava me punindo e a punição era não me fazer gozar.
Começou a pica dele pra cima e pra baixo na minha cueca. Eu já sentia tudo melando através do tecido.
-Minha puta.
Que porra é essa? E por que eu não consigo falar?
Senti seis jatos de porra que atravessaram minha cueca e cu.
Eu tinha sido leitado pelo Eduardo.
Ele virou, riu mais uma vez e depois de alguns minutos começou a roncar muito alto.
Maldito, esse moleque é o capeta.
Eu demorei horas pra dormir, sentindo cheiro forte de pica, suor e porra. Minha cueca secou no formato da pica dele. E eu desmaiei de sono após.
Pela manhã acordei com o celular, saio muito cedo pra trabalhar e ele ainda continuava dormindo. Era melhor, eu precisava matutar o que fazer com ele, eu não sabia de mais nada.
Levantei sem fazer barulho, tirei a cueca esporrada e ao entrar no box do banheiro percebi porra seca na parede, mas não só a que eu esqueci de limpar, ele tinha gozado em cima no banho.
Me troquei rapidamente, peguei o carro e fui pro trabalho.
Chegando lá, falei com uma amiga minha que trabalhava em outro setor, ela é psicóloga, mas não minha, pois somos amigos de foda. Ela é uma negra voluptuosa, Andressa. Uma grande confidente, e uma grande vadia. Logo que cheguei em SP, ela me mostrou os lugares legais da Augusta e acabou nessa mesma noite me dando o cu.
Eu tava suando lembrando da noite passada e confuso.
Perguntei dicas de como lidar com adolescentes muito sexuais, pois meu sobrinho era e eu não sabia como lidar.
-Tá com um punheteiro em casa?
-To, Andressa. E em menos de um dia ele já botou cheiro de pica na casa toda, não sei o que fazer.
-Cara, ele tá na idade, deixa ele explorar o corpo dele. E você senta com ele depois e explica como funciona, também estabeleça limites.
-E quais são os limites?
-O limite é esse cu gostoso que você tem e que eu já dedei. Ela riu.
-Oh filha da puta, eu tô falando sério.
Mal sabia ela que ele já tinha ultrapassado esse limite e que parte de mim tava ansiosa pra saber onde isso ia dar.
CONTINUA
Meu sobrinho agora mora comigo
Meu nome é Carlos, tenho 35 anos e moro em São Paulo há uns 5 anos. Tive que me mudar porque passei num bom concurso público, desde então tenho morado por aqui sozinho. Sou um cara bissexual, sempre tive meus casos com homem, namorei mulheres até meus 25 anos, até que decidi me focar total em sair do interior. Minha família não me pressiona a ter filhos, nem casar, até porque passei a assumir um papel importante nas finanças, acabei ajudando muito meus pais de uns anos pra cá.
Acontece que esse ano minha irmã tinha comentado que o filho dela, Eduardo, tinha passado na USP pra Farmácia e que não sabia se ele ia cursar. Eu já saquei de cara que ela queria que o moleque morasse comigo, mas se tem uma coisa que eu prezo de uns anos pra cá é a minha paz, família perto é só problema... Não dei nem a ideia, desconversei.
Nunca tive muita proximidade com o Edu, pra falar a verdade, nem com a irmã dele. Como eu sou o caçula, acabei não me dando muito com os irmãos mais velhos e não participando da vida dele. Eu acho no fundo que a família toda sabe que eu gosto de homem e que eu ter ido embora acabou sendo um alívio pros mais velhos. Tanto faz, isso não importava mais.
Aqui em São Paulo eu tive meus casos, namorei um carinha pela primeira vez, mas no momento tava solteiro. E assim tinha de ser.
Era segunda, por volta das 8, eu tava voltando da academia e noto uma movimentação no bloco de frente do meu apê. Sou um cara gordinho, mas bem alto, bem distribuído. Tava cansado, queria só tomar um banho e socar uma punheta antes de dormir (sou um grande punheteiro).
Vejo um adolescente perto da porta do bloco, cabelo pintado de vermelho, com um mullet, alargador na orelha, um óculos de grau. Pequeno, uns 1,60, mas todo estilo punk. De cara eu não reconheci, só quando cheguei mais perto e vi uma mochila pequena perto dos all star que ele tava calçando.
-Pensei que o senhor não chegava hoje. Com um sorrisinho de canto de boca.
Era meu sobrinho, Eduardo. Não conheci de cara. Voltei a mim ali e eu o abracei meio que instintivamente.
-Da última vez que eu te vi tu não parecia o vocalista do My Chemical Romance... Ri alto apertando ele.
-Tio, desculpa eu ter vindo assim. Eu discuti com a minha mãe porque ela não queria que eu cursasse faculdade aqui e vim sem pensar pra cá, eu só conheço o senhor aqui. Desculpa. Convenci o porteiro me deixar te esperando aqui. Desculpa.
Realmente ele tava muito nervoso e eu meio que não tava nem bravo com ele, talvez eu tivesse sido meio idiota em não ter pensado nos sentimentos dele simplesmente negando ele ficar em casa enquanto estudava.
O olho dele tava cheio de lágrimas, como um cachorro abandonado. Abracei ele de novo.
-Edu, tá tudo bem. Vamo entrar que você já ficou tempo demais aqui fora sozinho.
Ele abriu um sorriso e me abraçou de novo. O corpo dele tava quentinho e o cabelo dele tava cheiroso.
Subimos, ele me explicou como queria sair da cidade da família pra morar aqui e me vi nele.
Liguei em seguida pra minha irmã, que já tava desesperada, a acalmei e sem ele ouvir, consenti dele ficar o primeiro período da faculdade comigo, até que ela pudesse se organizar e o manter numa república. Ela agradeceu e disse que ia mandar as coisas dele pela transportadora assim que pudesse, eu disse que ia comprar algumas roupas pra ele e prometi que o mandaria de volta pra casa no feriado, pra que ele pudesse se despedir de forma correta deles.
Falei que depois ele ligaria pra ela, que no momento tava cansado.
Voltando pra sala, ele tava acuado no cantinho. Realmente era um menino bonito, e cabia todinho no meu colo ainda, mas tinha alguma coisa diferente nele, eu acho que era o cheiro de homem que ele já tinha agora.
Sentei no sofá do lado dele, sem dizer nada desamarrei os cadarços dos tênis dele, retirei e guardei. Ele só aceitou, calado e olhando. Tirei as meias, chulezinho de macho subiu, mas eu até gosto um pouco. Virei as pernas dele e as coloquei nas minhas coxas.
Eu tava suado e minha bermuda estava apertando até meu saco.
Ele tinha um pezão, uns 42 no mínimo, o que era estranho pra um menino tão pequeno.
Ele aceitou o carinho e foi ficando mais calmo.
-Falei com a sua mãe agora no telefone.
Ele fechou o olho e mais lágrimas.
-Tio...
-Calma, filhote. Me escuta.
-É que...
-Você vai morar comigo por seis meses, até sua mãe te colocar numa república.
Mais choro.
-Obrigado, tio.
Puxei ele pra perto, abracei ele forte.
-Tio que pede desculpa, não levei em conta como você queria fazer esse curso, logo eu que deixei tudo pra estudar.
-Não vou te dar problema, prometo.
-Sei que não vai, seu punk anão. Rimos juntos.
-Só não tenho cama extra, Edu. Amanhã eu vou atrás disso, hoje você dorme na minha cama. Pode ser?
-Eu ronco. Ele riu.
-Eu também. Rimos juntos.
Peguei uma toalha pra ele, falei que ele poderia se sentir em casa.
Eu fui banhar primeiro, porque tava suado ainda.
No banho ensaiei uma punheta, agora eu teria que ter cuidado e não poderia andar pelado em casa, então teria de aproveitar o banho pra me aliviar. Meu pau é médio, tem seus 15cm, mas é bem grosso e fino na ponta, é bem torto pra cima. Eu sou um cara mega sacudo, daqueles que dá pra ouvir o saco batendo na coxa. E eu nem me atentei que a água batendo no meu saco fazia barulho, não me importei. Ouvi um barulho lá fora, como que passos perto da porta, não me importei e continuei na punheta. Esporrei na parede e na correria acabei esquecendo de jogar água pra limpar a porra.
Saindo do banheiro, Edu tava sentado no sofá só de cueca. Era uma cueca slip branca que já tinha umas marcas de mijo seco. Era um belo de um pacote, daqueles que dá pra ver um pouco do saco pelas laterais, mas o que me chamou atenção foram os pentelhos. O moleque era muito pentelhudo, daqueles que fazem volume. Não as pernas eram muito peludas e os pentelhos subiam pela barriga.
Eu de toalha vendo aquele novinho que já tinha corpo de homem invariavelmente comecei a ficar meia bomba e pra afastar esses pensamento sentei no sofá junto com ele, esperando que ele não tivesse notado.
-Tá fedendo seu fedelho, e essa cueca mijada aí?
Ele riu com uma malícia que eu ainda não tinha notado antes.
-Eu gosto tio, tenho cheiro de homem. Rindo alto.
-Então você não é mais meu filhote?
-Sempre vou ser, tio.
Levantou, puxou a minha toalha me deixando totalmente peladão e saiu correndo pro banheiro.
Eu cobri meu pau e fui pro quarto quando ele entrou no banheiro.
Será se eu acabei de flertar com meu próprio sobrinho? Não posso fazer essas coisas.
Botei uma cueca vermelha slip, ajeitei meu pau que agora tava bem duro por cima. Botei uma roupa e dei um grito pra ele ouvir.
-Edu, tô indo no supermercado comprar algo pra gente comer. Beleza? Se comporta aí.
Ouvi barulho de água batendo no pau. Imediatamente fiquei duro.
-É?.... Tá.... Bom.... T-i-o....
Ele tava falando comigo enquanto se punhetava? Não é possível.
-Beleza. Volto em meia hora.
Quando voltei ele não tava na sala, já tava tarde mesmo, não ia me importar se ele tivesse dormindo.
Quando entrei no quarto ele tava com a mesma cueca e sim, o pau dele agora estava totalmente desenhado na cueca. Era um pau bem fino, mas bem grande. Ele tava deitado mexendo no celular, o pau meia bomba. Ele tava com as pernas abertas, então vi que ele tinha uma bunda peluda também, tava vazando pentelho até ali de perto do cu.
Me recompus.
-Edu, bora trocar essa cueca. Vou te dar uma minha e amanhã a gente compra roupa pra você.
-Beleza tio.
Peguei uma cueca samba canção e dei pra ele.
Eduardo levantou e tirou a cueca minha frente.
O pau era fino, torto pra esquerda, ele era sacudo. Era um menino branco, mas engraçadamente seu pau era preto, muito pentelhudo. Virei o rosto, mas antes disso notei um fio de baba saindo do prepúcio dele.
-Desencana tio, todo mundo tem pau.
-É, mas você é meu sobrinho.
-Mas eu tenho pau e você também, bora se acostumar um com o outro.
-Tu é muito folgado, pau preto.
Ele riu alto vestindo a cueca.
-Mas esse pau aqui já é usado tem tempo.
-E tu tem lá idade pra fazer sacanagem, fedelho?
-O senhor se assustaria se eu te contasse o que eu já fiz.
-É seu ator porno anão, mas agora é hora de comer.
Rimos juntos e fomos comer alguma coisa que comprei congelada.
Na hora de dormir, notei que meu travesseiro tava meio bagunçado, deixei pra lá.
Ao deitar a cabeça senti um cheiro forte de pica, mas tava tão cansado que nem notei que o travesseiro tava meio molhado. Esfreguei as bochechas e cheirei fundo.
Cheiro de pica é bom demais, devia ser coincidência, precisava lavar a roupa de cama.
Antes de fechar o olho, dei boa noite pro Edu, que tava do meu lado com um sorriso malicioso no rosto.
Deixei pra lá.
De madrugada estava dormindo de lado, acordei mas me mantive imóvel. Ouvi um barulho de pica, Eduardo tava batendo punheta do meu lado de madrugada.
Uma onda de desespero e confusão me atingiu, eu só conseguia prestar atenção no barulho. Barulho de pele da cabeça da pica descendo e subindo.
Ele respirava fundo e soltava o ar pela boca.
Não era possível que aquilo tava acontecendo.
CONTINUA