Liturgy
What do you think on people who thinks it's ideal, in order to "feel part of a community", always calling all dominants as "sir"/"ma'am"? I mean, even if you don't play with that one... As a sign of "respect for their position"...
What do you think on people who thinks it's ideal, in order to "feel part of a community", always calling all dominants as "sir"/"ma'am"? I mean, even if you don't play with that one... As a sign of "respect for their position"...
O que você sente ao se relacionar com duas (ou mais) mulheres ao mesmo tempo?
Quase o tempo todo o BDSM parece ser resumido a SM (sadismo e masoquismo) e eu vejo pouco ser falado sobre a parte da disciplina.
Essa é uma parte que particularmente me agrada muito.
Gostaria de ouvir relatos de pessoas que exploram a disciplina em suas sessões ou relações D/s. Em que áreas você exploram a disciplina? Como se sente e que efeitos têm na sua vida?
What do you think about a man who seduces a woman and proposes she be his "cuckquean" without committing to a real relationship?
She develops feelings and expectations, but in the end they are "nothing" but friends with benefits or in a "situationship", or he says things like "no, you are confusing things, we were just having fun", "we were just roleplaying, we are not a couple".
I think all the jealousy and arousal we find as cuckqueans watching our partners exist and define this fetish only because of the bond, and what makes it emotionally safe to play is the fact that, even when we have that little fear of "being left", in the end we know our partner STAYS with us.
Now, when a man seduces you, involves you in a fantasy where you both are in love, just to have the chance to bang other girls with your help, I don't think we could call a man like this a REAL hothusband...
The cycle is: lovebombing/seduction + discovering and exploring your fetish as a cuckquean + gaslighting/"you are crazy, confused, we have nothing"
We should advise our sister queans about this.
Temos uma comunidade no WhatsApp voltado para a comunidade cuckquean.
Caso tenha interesse em fazer parte, preencha este formulário: https://forms.gle/jcqcMDAteDCYDtdp6
Importante: Não é uma comunidade voltada para a prática cuckold (homem corno) nem swing (troca de casal). Respeitamos essas práticas, mas entendemos que elas já possuem bastante protagonismos em outros grupos.
Como vocês se sentem sobre humilhar a quean / ou ser humilhadas enquanto o parceiro transa com outra? Ex: chamar de corna durante o ato...
Acham excitante?
O que levaria um submisso a insistir e até implorar para ser dominado por uma mulher submissa, quando existem várias dommes por aí?
Eu já recebi muitas propostas no meu perfil do IG (antes de ser desativado) e eu colocava na descrição sa bio "submissa", além de "tenho dono". Mesmo assim, eu recebia muitas propostas de homens submissos, desde se oferecendo pra limpar minha casa, pedindo para serem pisados, humilhados e/ou oferecendo dinheiro.
Alguns insistiam depois da recusa e depois de reforçar que eu era sub também e acabava bloqueando muitos.
Eu me perguntava se era algum tipo de desespero pela necessidade de se satisfazer com quem quer que fosse, ou se viam todas as mulheres igualmente como "rainhas" mesmo que não se autoentitulassem...
Ou ser dominado por alguém que também é sub reforçaria ainda mais a sensação de humilhação?
Queria ler principalmente de homens que são submissos e que curtem money slave.
What do you think about Giulio Perrotta's articles? He was basically the only psychologist I found with several studies on cuckolding and troilism. However, I think his methodology is very questionable.
Já li muito a respeito da ideia de "sub alfa", que é basicamente quando a pessoa exerce poder no dia a dia ou é bastante independente, mas escolhe a submissão na intimidade ou no relacionamento para "descansar" e sentir prazer.
​
Mas e o contrário, é possível?
​
Uma pessoa que não tem autonomia, é financeiramente e/ou emocionalmente dependente de alguém (ex: família), não tem uma postura de liderança (não me refiro a cargos de chefia, mas a espírito de iniciativa, capacidade de articulação etc), que não é influente (ou que é muito influenciável)...
​
É possível essa pessoa que é "submissa na vida" assumir o polo dominante em uma relação?
​
A pergunta abrange tanto homens quanto mulheres.